
Reeleito presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) diz que centrão não existe mais e base aliada reúne cerca de 400 deputados. Maia garante que, diferentemente de Eduardo Cunha, não fará chantagem com o governo. Apostando nas reformas, avalia se lançar candidato ao governo em 2018, mas desta vez no mesmo campo de Eduardo Paes. Sobre as citações a seu nome na Lava-Jato, as qualificou como “enredo falso”.
O senhor admite que era o favorito do Planalto?
Havia uma boa vontade, principalmente da equipe econômica, com a minha candidatura. Isso sempre reflete no Palácio do Planalto. As reformas econômicas são o alicerce do governo hoje. Então, na hora em que um presidente da Câmara tem isso como sua bandeira, é claro que há uma tranquilidade do governo.
Não complica tratar de duas reformas tão complexas de uma só vez?
Não, porque elas estão em ritmos distintos. Uma é projeto de lei (trabalhista) e a outra é emenda constitucional (previdenciária). São temas distintos, com quóruns distintos e prazos distintos. A Câmara precisa ser protagonista do processo de recuperação econômica do Brasil. É a única forma que a política tem de se recompor com a sociedade.
É realista o desejo do governo de aprovar a reforma da Previdência até o fim de junho?
Acho que é possível. O que o governo precisa fazer é antecipar logo as informações, esclarecer as polêmicas. Quanto mais transparência e quanto mais conseguir dar clareza aos pontos polêmicos, mais rápido a Câmara estará preparada para votar essas matérias.
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Esse delatado precisa ser investigado é preso. Bora Fachin.
Eles aprovam a reforma da previdência e nós os reprovamos nas urnas! Vamos expulsar esses pilantras da vida pública!