Segurança

Mais procurados do país, três chefes do ‘novo cangaço’ são mortos em 1 mês

Da esquerda para a direita: Edvaldo Silva Santos, Gewides Moreira dos Santos (o ‘Cocheba’) e Raimundo Aparecido dos Santos (o ‘Dica’)| Imagem: Arte/UOL

Três criminosos de alta periculosidade que estiveram na lista dos mais procurados do país do Ministério da Justiça foram mortos num intervalo de pouco mais de um mês.

Na mira das autoridades, eles eram apontados como chefes de ações do “novo cangaço” —assaltos a agências bancárias na mesma cidade envolvendo dezenas de criminosos com fuzis, veículos blindados, drones e explosivos por acionamento remoto.

Segundo fontes ligadas às investigações desses grupos, eles também atuavam em ações conhecidas como “domínio de cidades”, crime tipicamente brasileiro apontado por especialistas como um avanço em relação ao “novo cangaço” —por serem mais planejados e perigosos.

A primeira morte ocorreu no dia 31 de maio. Raimundo Aparecido dos Santos, conhecido como Dica, seguia em um carro na zona rural de Luziânia (GO), município no entorno do Distrito Federal, quando foi abordado por policiais.

Segundo a Polícia Militar, o criminoso foi baleado após atirar contra os agentes e fugir a pé para uma área de mata. Nenhum dos agentes se feriu. Com Dica foram encontradas armas e uma carteira de identidade falsa.

Apontado como suspeito de fornecer armas aos 26 integrantes de uma quadrilha mortos em um sítio em Varginha (MG) enquanto se preparavam para assaltar bancos, na ação policial mais letal do país contra o “novo cangaço”, Dica também era investigado por suspeita de envolvimento com o mega-assalto de Guarapuava (PR), em abril deste ano.

Em meio a essa última ação, os criminosos mataram um policial militar com um tiro na cabeça durante ataque ao batalhão da cidade. No mês passado, um homem suspeito de participar do mega-assalto foi preso em Guarujá, litoral paulista.

“Dica era o responsável por arregimentar criminosos, conseguir armamento, preparar veículos e de fazer o levantamento do potencial financeiro das cidades invadidas. Monitorava as ações criminosas e direcionava o volume financeiro para áreas de mata após os roubos”, explica Maurício Herbert Rodrigues, major da Polícia Militar do Distrito Federal.

O criminoso também é suspeito de participar, em junho de 2016, do assalto à Prosegur, em Ribeirão Preto (SP). Duas pessoas morreram no roubo, entre elas, um policial rodoviário federal. A quadrilha levou cerca de R$ 51 milhões e, na fuga, ateou fogo em veículos.

Milionário e escondido em Brasília

Dica foi monitorado por ao menos três meses antes de morrer, apontam fontes na Polícia Militar do Distrito Federal e de Goiás. Segundo os agentes, ele era dono de uma fortuna oriunda dos crimes e morava em uma mansão num condomínio de luxo.

Apurações preliminares apontam que ele pretendia realizar outro ataque aos moldes do “novo cangaço” ou “domínio de cidades”. De acordo com os agentes que monitoravam a sua rotina, Dica já recrutava criminosos, providenciava armas de grosso calibre e alugava veículos blindados que seriam usados na ação.

Ele já teria inclusive alugado um imóvel onde a quadrilha iria se reunir. O nome do município onde isso ocorreria, porém, não foi revelado pelos policiais para não prejudicar as investigações.

Cocheba estava com fuzil, pistola e explosivo

Gewides Moreira dos Santos, o Cocheba, foi morto em 23 de junho em uma ação policial semelhante à que terminou com a morte de Dica. Ele se deslocava de carro na zona rural de Peixe (TO), a 284 km de Palmas, quando foi abordado por agentes em uma ação conjunta entre as polícias Civil e Militar do Tocantins. Segundo os envolvidos, ele atirou na direção dos agentes e acabou morrendo no confronto. Nenhum policial se feriu.

Os agentes apreenderam um fuzil, uma pistola e explosivo. Segundo os policiais, ele usava um rancho nas imediações para guardar armamento usado nos roubos.

Cocheba foi preso com outros três suspeitos na Bahia em 2013, acusado de participar de ao menos cinco assaltos no sertão baiano.

“Já naquela época, ele era um criminoso que usava um aparato bélico muito superior ao da polícia”, disse o major Maurício Herbert Rodrigues, da PM do Distrito Federal.

Em 2017 e 2018, foi capturado outras duas vezes em Gurupi (TO) pelos crimes de roubo, posse ilegal de arma e uso de documento falso. Segundo investigações da polícia, ele é suspeito de cometer mega-assaltos nos estados de Goiás, Bahia, Pará e Tocantins.

Gilberto Kummer Júnior, capitão da Polícia Militar que atuou por quatro anos na coordenação-geral de combate ao crime organizado do Ministério da Justiça e Segurança Pública, diz que criminosos como Cocheba voltam para as ruas mesmo sendo reincidentes em roubos pelo que ele entende ser uma falha na legislação brasileira.

Um criminoso desses é julgado como o ladrão que rouba a bolsa de uma senhora na rua. Mas esse tipo de bandido usa explosivo com acionamento remoto e armas de guerra, como a .50, com alto potencial de destruição. Essas ações de ‘novo cangaço’ e ‘domínio de cidades’ precisam ser comparadas ao terrorismo, porque elas subjugam as forças policiais.”, conta Gilberto Kummer Júnior, capitão da PM.

Morto em ‘acerto de contas’, diz polícia

Na madrugada de 1º de julho, Edvaldo Silva Santos, o Edvaldo da Manga, foi morto a tiros enquanto caminhava com a esposa e a filha em uma rua de Cabrobó (PE). Segundo a polícia, o crime foi cometido por dois suspeitos que estavam em uma moto em um possível acerto de contas.

Ele é suspeito de participar da tentativa de assalto a um avião pagador no aeroporto de Salgueiro, no interior pernambucano, em setembro de 2018. Também já foi investigado por suspeita de participação em mega-assaltos em estados de Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste.

Capacidade para financiar crimes violentos

Dica, Cocheba e Edvaldo da Manga já eram monitorados pelo Ministério de Justiça e Segurança Pública, responsável pela elaboração da lista dos criminosos mais procurados do país.

Fontes ligadas a investigações desses grupos apontam que o investimento para mega-assaltos é de até R$ 2 milhões.

“É preciso contar com explosivistas, veículos blindados, fuzis e até casas alugadas para os membros da quadrilha. É uma ação que tem logística com recursos de sobra.” explica Maurício Herbert Rodrigues, major da Polícia Militar do Distrito Federal

Rodrigues reforça a importância de uma atuação integrada entre as polícias estaduais, com troca de informações e uma ação planejada, além de simulações, para aprimorar o monitoramento de lideranças. “É preciso ter um plano de defesa que inclui interceptação de vias e estratégia para minimizar o risco de baixas entre os policiais.”

Para o major, com a morte dos três chefes “a atividade criminosa dessas quadrilhas cai drasticamente”. “Essas lideranças formavam uma espécie de rede criminosa, com conexões com pessoas que praticam esses crimes em todo o país”, afirmou. O UOL procurou, mas não localizou a defesa dos citados na reportagem.

UOL

Opinião dos leitores

  1. A polícia tem que matar mais alguns desses meliantes antes que os PTralhas voltem eventualmente ao poder.

    1. Se fosse no RN tava todos os policiais presos, governo do PT só gosta de bandido.

  2. Esses meninos bonzinhos, que iniciaram a vida roubando celulares, viraram sócios de LUIZINHO NOVE DEDOS E DO PCC, todos juntos com uma finalidade comum, roubar algo, traficar drogas, matar e ficar rico com o ilícito.

  3. bolsonaro teve mais de 30 anos na como político e dentre esses mais de 3 anos para pelo menos fazer cócegas na legislação penal e crime como esse ser considerado mais grave e com penas equivalente ao grau de sua violência, como sempre oportunismo, hipocrisia, demagogia e mentira mesmo permeiam a história política dele. Tem ditado que nunca fez tanto sentido como faz pra bolsonaro que é aquele: “qdo tem muita farofa literalmente sinal de pouca carne.” E como falta carne.

  4. Vixe, Luizinho Nove Dedos perdeu mais três votos, se continuar assim o MITO ganha por WxO kkkkk.

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PESQUISA QUAEST: Allyson despenca oito pontos percentuais em uma semana, Cadu e Álvaro crescem e empatam na 2ª colocação

Fotos: Reprodução

Pesquisa Quaest divulgada neste sábado (3), véspera do 1º turno, mostra como está a disputa pelo governo do RN.

O resultado mostra uma queda significativa das intençõe de voto em Allyson Bezerra, que tinha 39% em setembro e despencou para 31%.

Cadu de Lula e Álvaro Dias cresceram seis pontos percentuais no mesmo período e agora somam 27% e 24%, respectivamente, ficando tecnicamente empatados.

Veja o resultado com os votos totais, incluindo votos em branco, nulos e eleitores indecisos:

Allyson (UNIÃO): 31% (eram 39% em 25 de setembro)
Cadu de Lula (PT): 27% (eram 21%)
Álvaro Dias (PL): 24% (eram 18%)
Rodrigo Bolsonaro (AGIR): 1% (era 1%)
Professor Roberio Paulino (PSOL): 1% (era 0)
Arinalda do MLB (UP): 0 (era 0 )
Godeiro Linhares (DC): 0 (era 0)
Henrique Lyra (PCO): 0 (era 0 )
Dário Barbosa (PSTU): 0 (era 0)
Indecisos/não sabe/não respondeu: 2% (eram 10%)
Branco/nulo: 14% (eram 11%)

O levantamento foi encomendado pela Inter TV e ouviu 1.800 eleitores de 16 anos ou mais, entre os dias 2 e 3 de outubro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o TSE: RN-09644/2026.

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PESQUISA QUAEST/2º TURNO: Flávio vira e aparece com 44%, contra 42% de Lula

Fotos: Reprodução

A última pesquisa Qauest antes do primeiro turno mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 44% das intenções de voto na segunda etapa do pleito, contra 42% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O cenário é de empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais.

No levantamento anterior, divulgado na segunda-feira (28/2), ambos tinham 42% e agora Flávio aparece numericamente à frente de Lula, no segundo turno, de acordo com a Quaest.

O instituto entrevistou 3.702 eleitores entre os dias 2 e 3 de outubro. O levantamento, contratado pelo jornal O GLOBO e a TV Globo, tem nível de confiança de 95% e margem de erro de dois pontos percentuais. A pesquisa foi registrada junto à Justiça Eleitoral sob o código BR-02197/2026.

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PESQUISA QUAEST/VOTOS VÁLIDOS: Flávio e Lula empatam tecnicamente no 1º turno

Foto: Ricardo Stuckert/PR – Charles Vieira/Flickr

Pesquisa Quaest divulgada neste sábado (3) mostra como está a disputa pela Presidência da República na véspera do 1º turno. O levantamento aponta empate técnico e provável segundo turno entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).

Votos Válidos

  • Lula (PT): 46%
  • Flávio Bolsonaro (PL): 45%
  • Escritor Augusto Cury (Avante): 3%
  • Renan Santos (Missão): 3%
  • Ronaldo Caiado (PSD): 3%
  • Clariana Barão (DC): 0
  • Edmilson Costa (PCB): 0
  • Hertz Dias (PSTU): 0
  • Leonardo Avalanche (PRTB): 0
  • Romeu Zema (Novo): 0
  • Samara Martins (UP): 0
  • Rui Costa Pimenta (PCO): 0
  • Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 0

Votos válidos: É a forma como o TSE divulga o resultado oficial das eleições. São os votos dados nos candidatos. Esse cálculo deixa de fora os votos em branco e nulos e abstenções. Para vencer no 1º turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto

O levantamento foi encomendado pela Globo e pelo jornal O Globo e ouviu 3.702 eleitores de 16 anos ou mais, entre os dias 2 e 3 de outubro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número BR-02197/2026.

g1

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PESQUISA PALVER: Flávio têm 47% e Lula, 43% em 1º turno

Fotos: Roque de Sá/Agência Senado e Ricardo Stuckert/PR

Pesquisa da Palver divulgada hoje (3) mostra Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) empatados tecnicamente no primeiro turno, com o senador numericamente à frente. O filho ex-presidente Jair Bolsonaro tem 47% dos votos contra 43% do petista. No segundo turno, Flávio lidera.

Primeiro turno – estimulada

Flávio Bolsonaro (PL): 47% (eram 44% em 29 de setembro)
Lula (PT): 43% (eram 44%)
Renan Santos (Missão): 7% (eram 8%)
Augusto Cury (Avante): 1% (manteve)
Ronaldo Caiado (PSD): 1% (manteve)
Romeu Zema (Novo): 0% (era 1%)
Outros: 0%
Branco/nulo/não votaria: 0%
Indecisos: 0%

Segundo turno – Lula x Flávio Bolsonaro

Flávio Bolsonaro (PL): 49% (eram 47% em 29 de setembro)
Lula (PT): 44% (eram 45%)
Branco/nulo/não votaria: 6% (eram 7%)
Indecisos: 1% (manteve)

O levantamento entrevistou 5.000 eleitores por questionário online entre os dias 30 de setembro e 3 de outubro. A margem de erro é de 2,4 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança é de 95%. O registro da pesquisa no TSE é BR-00198/2026.

UOL

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PESQUISA VERITÁ: Álvaro cresce, ultrapassa Allyson e aparece no segundo turno com Cadu Xavier

Pesquisa do Instituto Veritá divulgada neste sábado (3) mostra Álvaro Dias (PL) à frente de Allyson Bezerra (União) na disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte e aponta, no cenário pesquisado, Álvaro no segundo turno com Cadu Xavier (PT).

Considerando os votos válidos, Cadu aparece com 44,6%, seguido por Álvaro Dias, com 28,3%, e Allyson, com 25,1%. No cenário com todos os votos, os percentuais são de 43,7% para Cadu, 27,7% para Álvaro e 24,6% para Allyson.

O resultado coloca Álvaro na segunda posição no levantamento, 3,2 pontos percentuais à frente de Allyson nos votos válidos, indicando um cenário de segundo turno entre Álvaro e Cadu caso esses percentuais se confirmem nas urnas.

A pesquisa foi realizada entre os dias 28 de setembro e 2 de outubro, com 1.220 eleitores. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número RN-06513/2026.

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PESQUISA DATAFOLHA: Lula tem 45% e Flávio Bolsonaro, 42% em votos válidos, com empate técnico na véspera do 1º turno

Fotos: Anderson Coelho e Tita Barros/Reuters

Em pesquisa divulgada pelo Datafolha na véspera do primeiro turno da eleição deste ano, Lula (PT) registra 45% das intenções de votos válidos, ante 42% de Flávio Bolsonaro (PL), uma situação de empate técnico. Na pesquisa anterior, divulgada na quinta-feira (1), o presidente marcava 45% e o senador, 40%.

Em votos válidos, longe dos líderes da corrida vêm Ronaldo Caiado (PSD, 4%), Renan Santos (Missão, 3%), Augusto Cury (Avante, 3%) e Romeu Zema (Novo, 1%). Os demais não pontuaram.

Voto válido é como a Justiça Eleitoral realizará o escrutínio no pleito deste domingo (4): excluindo quem optou por branco ou pressionou número inexistente na urna, anulando o sufrágio. No caso das pesquisas, são retirados da conta também aqueles que se declaram indecisos.

Para um candidato vencer no primeiro turno, ele precisa ter 50% dos votos válidos mais um. Levantamentos são indicadores do momento do eleitorado, não projeções, e o resultado é multifatorial, dependendo de abstenção, movimentos de última hora e tendências não reveladas.

O levantamento foi encomendado pela Globo e pela Folha de S.Paulo e ouviu 4.006 eleitores de 16 anos ou mais, neste sábado (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95 %. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número BR-01708-2026.

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PESQUISA QUAEST/MINAS GERAIS/1º TURNO: Cleitinho tem 54%, e Patrus, 23%, dos votos válidos

Fotos: Câmara dos Deputados e Senado

Pesquisa Quaest divulgada neste sábado (3) pela Globo aponta Cleitinho Azevedo (Republicanos) com 54% das intenções de votos válidos para o governo de Minas Gerais. Em segundo aparece Patrus Ananias (PT), com 23%. Dessa forma, Cleitinho seria eleito no primeiro turno.

1º turno – votos válidos
Cleitinho Azevedo (Republicanos): 54%
Patrus Ananias (PT): 23%
Alexandre Kalil (PDT): 10%
Flávio Roscoe (PL): 6%
Mateus Simões (PSD): 4%
Gabriel (MDB): 2%
Ben Mendes (Missão): 1%
Henrique Áreas (PCO): 0%
Indira Xavier (UP): 0%
Professor Túlio Lopes (PCB): 0%
Rafael Duda (PSTU): 0%

Votos válidos são a métrica de contagem do resultado final do pleito pela Justiça Eleitoral. Eles excluem os brancos e nulos no dia do voto.

A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento entrevistou, presencialmente, 3.204 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 2 e 3 de outubro. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e registrada no TSE com o número MG-06889/2026.

UOL

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PESQUISA QUAEST/SÃO PAULO/1º TURNO: Tarcísio tem 60% dos votos válidos, contra 36% de Haddad

Fotos: Douglas Gomes/Lid Republicanos e Diogo Zacarias/Divulgação

Pesquisa Quaest divulgada neste sábado (3) mostra que Tarcísio de Freitas (Republicanos) deve se reeleger para o governo de São Paulo, em primeiro turno, neste domingo.

O governador de São Paulo e candidato à reeleição tem 60% dos votos válidos, contra 36% do petista.

1º turno – votos válidos

Tarcísio de Freitas (Republicanos): 60%
Fernando Haddad (PT): 36%
Vera Lúcia (PSTU): 2%
Vivian Mendes (UP): 2%
Carlos Machado (PCB): 0%

Para calcular votos válidos, a Quaest leva em consideração as intenções de voto da pesquisa e o perfil de comparecimento. É o modelo likely voter, que considera eleitores com maior propensão a votar.

A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento entrevistou, presencialmente, 3.702 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 2 e 3 de outubro, e foi encomendado pela TV Globo. O nível de confiança é de 95%. O número de identificação no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é SP-04726/2026.

UOL

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PESQUISA QUAEST/RIO DE JANEIRO/1º TURNO: Eduardo Paes tem 49% dos votos válidos, contra 40% de Douglas Ruas

Foto: Eduardo Anizelli e Gabriela Biló/Folhapress

Pesquisa Quaest divulgada neste sábado (3) pela Globo mostra Eduardo Paes (PSD) à frente de Douglas Ruas (PL) na disputa pelo Governo do Rio de Janeiro.

No cenário de 1ºturno, Paes tem 49% dos votos válidos e Ruas tem 40%.

1º turno – Votos válidos

Eduardo Paes (PSD): 49%
Douglas Ruas (PL): 40%
Garotinho* (Republicanos): 6%
William Siri (PSOL): 3%
André Marinho (Novo): 1%
Coronel Busnello (Missão): 1%
Cyro Garcia (PSTU): 0%
Juliete (UP): 0%
Luan Monteiro (PCO): 9%

*O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) determinou que os votos recebidos por Anthony Garotinho sejam considerados nulos. O julgamento definitivo do registro de candidatura ainda irá ao plenário do TSE.

Votos válidos são a métrica de contagem do resultado final do pleito pela Justiça Eleitoral. Eles excluem os brancos e nulos no dia do voto.

A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento entrevistou, presencialmente, 3.204 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 2 e 3 de outubro e foi encomendado pela TV Globo. O nível de confiança é de 95%. O número de identificação no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é RJ-03032/2026.

UOL

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PESQUISA QUAEST / PERNAMBUCO/1º TURNO: Raquel Lyra tem 52% dos votos válidos, contra 47% de João Campos

Foto: Reprodução/Internet

Pesquisa Quaest divulgada neste sábado (3) mostra Raquel Lyra (PSD) com 52% dos votos válidos e João Campos (PSB) com 47% na disputa pelo Governo de Pernambuco.

1º turno – votos válidos

Raquel Lyra (PSD): 52%
João Campos (PSB): 47%
Ivan Moraes (PSOL): 0%
Renan Hallais (Missão): 0%
Professora Camila (UP): 0%
Guilherme Fonseca (PSTU): 0%
Victor Assis (PCO): 0%

Votos válidos são a métrica de contagem do resultado final do pleito pela Justiça Eleitoral. Eles excluem os brancos e nulos no dia do voto.

A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento entrevistou 2.652 eleitores presencialmente entre os dias 2 e 3 de Outubro e foi encomendado pela TV Globo. O nível de confiança é de 95%. O número de identificação no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é PE-09665/2026.

UOL

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