POR JOSIAS DE SOUZA
Depois que o Tribunal Superior Eleitoral enterrou o processo contra a chapa Dilma-Temer e o PSDB congelou a ideia de desembarcar do governo, reina no Palácio do Planalto a tranquilidade. A calma do presidente e dos ministros palacianos contrasta com a ebulição do noticiário. Temer e seu staff avaliam que o mandato presidencial já não corre riscos. Um auxiliar do presidente declarou ao blog: “Pode anotar para me cobrar depois: não há a menor hipótese de o Rodrigo Janot [procurador-geral da República] conseguir na Câmara os 342 votos de que precisa para abrir uma ação penal contra o presidente da República no Supermo Tribunal Federal”.
Para enterrar a denúncia de Janot na Câmara, os articuladores do Planalto recorrem a uma tática ofídica. Assim como o soro que anula os efeitos da picada de cobra é extraído do veneno da própria serpente, também o antídoto utilizado para livrar Temer da Lava Jato é fornecido pela operação anticorrupção. Há na Câmara cerca de 150 deputados que respondem a inquéritos ou ações penais no Supremo. Destes, 58 foram pilhados na Lava Jato. O governo apela para o instintito de sobrevivência de sua turma.
O repórter testemunhou a conversa telefônica de um ministro de Temer com um congressista do Partido Progressista, campeão no ranking da Lava Jato, com 21 deputados encalacrados. “Se a Procuradoria e o Supremo querem derrubar o presidente da República, imagine o que não farão com os parlamentares!”, disse o ministro ao interlocutor. Com esse tipo de abordagem o Planalto transforma a batalha pessoal de Temer numa guerra entre investigados e investigadores. E estimula os deputados a escolherem sua turma.
O esforço de Temer é menor que o de Janot. Para evitar que a denúncia do procurador-geral obtenha 342 votos, como exige a Constituição, o governo só precisa seduzir 172 dos 513 deputados. E eles nem precisam aparecer no plenário. Subtraídos os votos contrários, as abstenções e as ausências, se a acusação do procurador-geral arrastar 341 votos, estará derrotada. Sem novas delações e com as ruas vazias, disse o articulador do presidente, essa encrenca é ”página virada”.
Nos próximos dias, fingindo não notar que o doleiro Lúcio Funaro, um dos operadores de Eduardo Cunha, negocia sua delação, o governo tentará devolver às manchetes a pauta de reformas. A proposta trabalhista, que mexe na CLT, está avançada no Senado. Mas a emenda constitucional que altera as regras da aposentadoria subiu no telhado e o governo não dispõe de votos para retirá-la de lá. Temer amarga um paradoxo: embora fragilizado, ainda reúne forças para evitar que Janot cave 342 votos na Câmara. Mas não tem musculatura para levar ao painel eletrônico os 308 votos necessárioa à aprovação da emenda da Previdência.

O PSDB NUNCA MAIS EM NOSSO PAIS. NA ERA FHC, PRIVATIZOU DIVERSAS ESTATAIS COMO EXEMPLO A CIA. VALE DO RIO DOCE, QUE FOI VENDIDA A PREÇO BEM ABAIXO DO PREÇO DE MERCADO. TAMBÉM TEVE DIVERSOS PLANOS DE DEMISSÃO VOLUNTÁRIA JOGANDO NO OLHO DA RUA DEZENAS DE MILHARES DE FUNCIONÁRIOS PÚBLICO FEDERAL. FORA PSDB DA POLITICA BRASILEIRA!!!
#PSDBNUNCAMAIS
PSDBNUNCAMAIS
PSDB DEU O GOLPE PARA O PMDB GOVERNAR!
Tucanos tiraram o sapato para o Temer.
PF TEM PROVA DE QUE CORONEL QUE RECEBEU PROPINA PAGOU REFORMA DA FILHA DE TEMER
Um e-mail encontrado pela Polícia Federal indica que o coronel João Baptista Lima Filho, amigo próximo de Michel Temer e destino de R$ 1 milhão dos R$ 15 milhões que a JBS destinou para o caixa 2 da campanha do peemedebista em 2014, bancou uma reforma feita na casa de Maristela Temer, filha de Michel; o documento de 2014 foi enviado por um arquiteto e cobra do coronel aposentado serviços dele no valor de mais de R$ 44 mil; Lima Filho, aliado de Temer há mais de 30 anos, é investigado pelo STF sob suspeita de atuar como laranja do peemedebista.
Imagina se fosse o Filho do Lula.