A ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva sinalizou nesta sexta-feira disposição de disputar a Presidência da República no lugar de Eduardo Campos, morto na quarta-feira em um acidente aéreo em Santos, no litoral paulista. Candidata à vice na chapa do ex-governador pernambucano, ela recebeu em seu apartamento em São Paulo durante todo o dia de ontem dirigentes do PSB e aliados da Rede – partido que tentou criar sem sucesso no ano passado. Foram os primeiros encontros políticos realizados por Marina após a tragédia de três dias atrás.
A ex-ministra recebeu uma comitiva do PSB formada por Roberto Amaral, que assumiu a presidência nacional do partido após a morte de Campos, pelo coordenador-geral da campanha, Carlos Siqueira, por outro integrante da coordenação, Milton Coelho, pela deputada Luiza Erundina, e pelo porta-voz da Rede, Walter Feldman. O grupo indagou Marina sobre a candidatura. Ela respondeu, de acordo com relato dos presentes, que não se oporia “aos processos do partido”.
No PSB, sigla à qual Marina aderiu em outubro do ano passado após não conseguir o registro da Rede -, a maioria dos dirigentes apoia a candidatura da ex-ministra do Meio Ambiente. A escolha está ligada ao capital político da neoaliada, que quatro anos atrás, quando disputou o Palácio do Planalto pelo PV obteve 19,33% dos votos e ficou na terceira colocação. Campos ainda não havia atingido dois dígitos nas pesquisas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
fonte: Estadão Conteudo

Engraçado que toda a vida que uma pessoa morre tende a ser muito valorizado, torna se honrado, fiel, dígno, valoroso, honesto, sem falhas…ou seja, a morte serve para LIMPAR uma possível vida pregressa que este cidadão tinha…no caso de Eduardo Campos aconteceu a mesma coisa, pois no meu círculo de amizade todos agora dizem que votariam nele, desse jeito acho que ele estaria não com 4% nas pesquisas, e sim, já estaria eleito com margem superior a 80 % kkkkkkkk
O Brasil precisa dessa despolarização da política nacional. Isso é importante até para o processo eleitoral. Desde 1994, que a eleição é o PT e PSDB. Marina e Eduardo Campos vinham tentando colocar isso para a população. Dilma ganhando é continuação, Aécio vencendo é revezamento. Então, está na hora do Brasil olhar Marina com outros olhos, assim como não fez por Eduardo Campos e só percebeu seu valor depois de sua morte.
Quero vê-la subindo no mesmo palanque com Henriquinho aqui no RN. Vai ser engraçado…..