
O Ministério da Educação (MEC) discute um novo modelo para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). A reformulação deverá garantir a sustentabilidade do programa e ampliar o número de vagas ofertadas, de acordo com o ministro da Educação, Mendonça Filho. A expectativa é que o novo modelo, chamado pelo ministro de “Fies Turbo”, possa ser lançado em 2017.
“Inauguramos um processo de discussão envolvendo as instituições privadas de ensino e esse processo nos levará a uma revisão completa, profunda e sustentável do Fies. Esse novo Fies demandará um processo de discussão de 6 a 8 meses”, explicou em entrevista coletiva o chefe do MEC.
O Ministério da Educação espera que a discussão sobre o novo projeto conte com a participação das instituições privadas de ensino, do Banco do Brasil e da Caixa Econômica, especialistas e acadêmicos. Mendonça Filho citou também a possibilidade de participação de bancos privados na reformulação no programa.
Mendonça Filho informou ainda que o MEC estuda ainda a ampliação da oferta de vagas do Programa Universidade para Todos (ProUni) com a mudança dos critérios para a ocupação de vagas remanescentes. “Queremos modificar a regulação com relação ao uso de vagas do ProUni utilizando vagas remanescentes que estão disponíveis e que, até então, não são utilizadas tendo em vista o critério regulatório atual”, disse.
O ministro destacou que é preciso ampliar o percentual de estudantes na educação superior para alcançar as metas do Plano Nacional de Educação (PNE).
IG
BG, gostaria de pegar o gancho desta matéria relacionada com educação, para destacar a situação que passa a escola municipal de Parnamim, alvo de vândalos ao longo de toda esta semana. Mais revoltante que ver a população, sem instrução, agir desta maneira, depredando o patrimônio público e prejudicando o direito à educação de vários alunos, é ver a total negligência do 3 Batalhão da PM, situado em Parnamirim, comandando pelo Ten. Cel. Dimas, que falou que não atuaria no caso, porque não foi feito BO, mesmo com boa parte da imprensa dando destaque ao caso desde a última quarta-feira. Ora, a PM não precisa ser chamada por alguém para atuar, em especial, em situações de flagrante. Lamentável não atuar.
Além de medidas administrativas dentro da PM, acredito que o MP, que exerce o controle externo da PM, deveria atuar, e a Procuradoria Municipal de Parnamirim deveria ingressar com alguma ação regressiva de danos contra os agentes públicos que se mostraram negligentes.