Médicos do Hospital Santa Catarina estão sendo obrigados a fazer partos em salas de exame por causa da superlotação do setor de obstetrícia da unidade. A situação foi observada neste domingo pelo jornal Tribuna do Norte.
Segundo o periódico, pela manhã havia um déficit de 23 vagas no hospital – 49 mulheres esperavam atendimento, mas a unidade só comporta 26. Além das salas de exame, os obstetras usaram também salas de pré-operatório e de curetagem para suprir a demanda.
Com todas as salas sendo ocupadas para partos, as mulheres que aguardam a vez delas estão tendo que ocupar os corredores do hospital.
De acordo com o titular da secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), Luiz Roberto Fonseca, “a superlotação é decorrente do grande número de encaminhamentos de baixo risco (partos de risco habitual), oriundos de municípios do interior do Estado que não têm ofertado a suas munícipes o acesso ao serviço de assistência ao parto de baixo risco”.
A suspensão do atendimento a parturientes na Maternidade Escola Januário Cicco desde quarta-feira (17) também tem contribuído para a superlotação do Santa Catarina.

E isso será resolvido no modo alacubano. Certamente sobre os telhados. Ora, como se vê, o problema não é falta de médicos, mas de infraestrutura.
O problema em alguns casos é falta de estrutura, em outros é incompetência como no cado do governos de Rosalba do DEM do hipócrita do José Agripino, em outros é falta de médico interessado em trabalhar em determinadas localidades.
O jornal nacional da tv globo de ontem(20)mostrou tal descalabro no hospital santa catarina e o secretário continua com as mesmas desculpas esfarrapadas.Rapaz,te manca e pede para sair!!!