Um caso curioso nos prêmios da Mega Sena. Desde a operação da PF em 10 de setembro, que prendeu quadrilha que fraudava bilhetes para pagamento nas agências, a Mega Sena vem acumulando seguidas vezes.
Uma delas, mais de dez consecutivas, chegou a R$ 205 milhões – saiu para ganhador único em Brasília. A atual – que terá sorteio nesta quarta (16) – já acumulou cinco sorteios, e prevê pagar R$ 175 milhões a quem acertar as seis dezenas.
SEMPRE FOI ASSIM TODO FIM DE ANO ACUMULA DIVERSAS VEZES, O PROBLEMA É QUE AGORA ESTÁ SAINDO SÓ PRA UM ACERTADOR E DE BRASILIA, MAS TODO FIM DE ANO É A MESMA COISA, AINDA NAO PRESTARAM ATENÇAO????
Depois das vezes que a mega sena acumulou, repetidas vezes, nos últimos meses, a suspeita de fraude praticamente se concretizou e deixei de jogar. Muito estranho, prenderam a quadrilha ou tem vício nos sorteios? Será que até nisso existe a mão fraudulenta de gente do PT? Será que tudo que é responsabilidade do governo federal não tem qualquer credibilidade?
O vencedor do último concurso sorteado, um bilhete feito no último minuto das apostas, numa lotérica de Brasília e houve cm saque imediato, jogou lama na situação.
O advogado Marco Aurélio de Carvalho, que encabeça a defesa de Fábio Luiz Lula da Silva, o Lulinha, tratou nesta terça-feira (25) de vazamentos em inquéritos que citam o filho mais velho do presidente com o diretor-geral da PF (Polícia Federal), Andrei Rodrigues, e o ministro da Justiça, Wellington César.
Marco Aurélio disse nas conversas que os vazamentos são prejudiciais ao trabalho do ministro e do chefe da PF. A defesa de Lulinha afirma que uma ala da corporação, com viés eleitoral, seletivamente veicula informações descontextualizadas do inquérito.
“Nunca vi nada parecido. Não tem precedentes, nem na história da finada Operação Lava-Jato. Precisamos tirar o rosto do processo. Se acontece algo assim com o filho do presidente, quem dirá o que pode ocorrer com outro cidadão qualquer?”, disse à reportagem.
O Brasil terminou o primeiro semestre de 2026 com 6.341 empresas em recuperação judicial ativa, segundo o Monitor RGF-BizDoc. O levantamento, elaborado pelas consultorias RGF e BizDoc com dados da Receita Federal e dos Tribunais de Justiça, mostra crescimento de 6,2% no número de empresas em recuperação em relação ao fim de 2025.
O avanço foi mais expressivo entre as empresas de menor porte. Entre o primeiro trimestre de 2023 e o segundo trimestre de 2026, o número de microempresas em recuperação judicial cresceu 133%. Entre as pequenas empresas, a alta foi de 69%. Nas médias, o crescimento chegou a 31%.
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Entre as microempresas, a proporção passou de 0,03 para 0,07 empresa em recuperação judicial a cada mil negócios. No grupo das pequenas, o índice subiu de 0,52 para 0,87 por mil.
As grandes companhias ainda apresentam índices proporcionalmente maiores de recuperação judicial. Segundo o levantamento, porém, essas empresas também recorrem a outros mecanismos de reestruturação, como negociações diretas e recuperações extrajudiciais.
O comércio tinha o maior estoque de empresas em recuperação judicial no fim do segundo trimestre, com 1.649 casos. A indústria aparecia na sequência, com 1.455 empresas, enquanto o agronegócio registrava 1.263.
O agronegócio também foi o setor que mais acrescentou novos casos durante o segundo trimestre, com 111 entradas.
O levantamento ocorre em um cenário de crédito mais caro e juros elevados. Esses fatores podem aumentar a pressão sobre empresas endividadas, mas os dados não atribuem o crescimento das recuperações judiciais a uma única causa.
Questões relacionadas à estrutura financeira dos negócios também podem contribuir para dificuldades de pagamento, como endividamento elevado, margens reduzidas, despesas incompatíveis com a geração de caixa e crescimento financiado por dívida.
A Justiça de São Paulo negou, em um primeiro momento, a liminar pedida por Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, para retirar das redes sociais um vídeo publicado pelo candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, que o liga às fraudes no INSS.
Na decisão, a juíza Alessandra Lopes Santana de Mello, da 41ª Vara Cível do Foro Central de São Paulo, afirmou que “a prova documental carreada à inicial não permite aferir, nesse momento, a inveracidade do conteúdo do vídeo postado pelo primeiro réu nas redes sociais”.
“Não consta dos autos prova mínima do conteúdo das investigações mencionadas na inicial, o que impede a identificação, com segurança, da verossimilhança da ilicitude alegada”, escreveu a magistrada.
A juíza também defendeu cautela antes de determinar a retirada do conteúdo. “A questão merece ser apreciada com maior cautela e sob o crivo do contraditório, a fim de evitar cerceamento indevido à liberdade de expressão e ao direito de crítica, notadamente por recaírem tais direitos fundamentais sobre fatos que podem encerrar interesse público e político.”
O número de denúncias de possíveis irregularidades nas campanhas eleitorais de 2026 disparou nos últimos dias. Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que o aplicativo Pardal recebeu 3.468 registros até esta segunda-feira (24). O volume representa um aumento de 2.365 ocorrências em apenas cinco dias, em relação às 1.103 denúncias contabilizadas na última quarta-feira (19).
Entre os cargos disputados, as campanhas para deputado estadual concentram a maior quantidade de queixas, com 1.245 registros. Na sequência aparecem deputado federal, com 1.096, e denúncias relacionadas a partidos, coligações e federações, que somam 447. Também foram registrados 392 casos envolvendo candidatos a governador, 120 a senador, 108 a deputado distrital, 57 a presidente e três a vice-governador.
O Pardal Móvel é utilizado pela Justiça Eleitoral como uma ferramenta de participação da sociedade na fiscalização das campanhas. Regulamentado para as Eleições Gerais de 2026 pela Portaria TSE nº 451/2026, o sistema permite que cidadãos comuniquem possíveis violações das regras eleitorais e encaminhem informações para análise dos órgãos competentes.
São Paulo aparece na liderança entre os Estados com maior quantidade de registros no Pardal, com 613 denúncias. A Bahia ocupa a segunda posição, com 309 ocorrências, seguida pelo Rio Grande do Sul, que soma 301.
Minas Gerais e Pernambuco aparecem logo depois, com 275 denúncias cada. O Paraná contabiliza 272 registros, enquanto o Ceará reúne 219. O levantamento indica uma distribuição significativa das ocorrências entre diferentes regiões do País.
As irregularidades relacionadas à propaganda eleitoral em vias públicas são o principal motivo das denúncias, com 1.200 registros. A propaganda na internet aparece em segundo lugar, com 599 ocorrências.
O Tribunal Regional Eleitoral do RN (TRE-RN) rejeitou, nesta terça-feira (25), o pedido do Ministério Público Eleitoral (MPE) para impedir que o candidato do PT ao Governo do Estado, Cadu Xavier, usasse “Cadu de Lula” como nome de urna.
Para a Procuradoria Regional Eleitoral, a expressão pode confundir o eleitor e sugerir um parentesco inexistente com o presidente Lula. O Pleno do TRE-RN, no entanto, rejeitou a tese e liberou o candidato petista para usar o nome de urna “Cadu de Lula”.
O Ministério Público do Trabalho (MPT) entrou na Justiça contra a Uber e quer suspender imediatamente um programa que, na avaliação do órgão, faz o motorista pagar para ter acesso ao próprio trabalho. A ação civil pública pede a suspensão do chamado “Passe para Motoristas”, além da devolução dos valores pagos pelos trabalhadores e uma indenização de R$ 321 milhões por dano moral coletivo. O processo tramita na 9ª Vara do Trabalho de Salvador.
Para o MPT, o modelo cria uma situação de dependência econômica e risco de endividamento, já que o trabalhador pode precisar continuar fazendo corridas justamente para quitar uma dívida contraída para ter acesso às corridas.
O programa foi lançado em maio em 12 cidades e, segundo informações da própria empresa, já chegou a 29 municípios. O Ministério Público quer impedir também a expansão do sistema para outras localidades.
A procuradoria solicita ainda acesso aos critérios utilizados pelo algoritmo da Uber para distribuição das corridas e definição dos preços, além de questionar possíveis impactos do programa sobre a concorrência com outros aplicativos.
O MPT chegou a afirmar que o mecanismo apresenta características de “servidão por dívida” e pode ter elementos associados ao trabalho em condições análogas à escravidão. A ação, porém, não pede reconhecimento de vínculo empregatício entre a Uber e os motoristas.
A Polícia Federal mantém o pedido à AGU (Advocacia-Geral da União) para que seja apresentado um recurso contra a decisão do ministro André Mendonça de determinar o compartilhamento dos dados brutos do caso INSS, que tem, entre outras provas, a íntegra das quebras de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e da lobista Roberta Luchsinger.
A ordem judicial também proíbe que sejam realizadas mudanças na equipe de investigação sem informar ao relator do caso no STF (Supremo Tribunal Federal).
A polícia afirma que a decisão é uma violação à autonomia investigativa da corporação e procurou, há mais de um mês, o advogado-geral da União, Jorge Messias, para tentar derrubar a determinação do magistrado.
O chefe da AGU, no entanto, tem defendido no governo que o ideal seria estreitar o diálogo nos bastidores para chegar a um acordo entre PF e Mendonça.
A cúpula da polícia, porém, insiste na necessidade de recorrer da decisão, o que tem feito a crise entre o magistrado e a polícia se ampliar a cada dia.
Os atritos entre o ministro e a corporação tiveram início devido ao caso do INSS. Um dos motivos, como mostrou a CNN, foi o fato de a PF ter levado mais de sete meses para enviar ao magistrado os dados das quebras de sigilo de Lulinha.
O magistrado determinou a derrubada dos sigilos fiscal, bancário e telemático do primogênito do chefe do Executivo em dezembro do ano passado, mas a demora em compartilhar as informações irritou o magistrado, que determinou o compartilhamento dos dados brutos do caso.
Além disso, a troca da coordenação da PF responsável pela apuração do INSS foi outro motivo que desencadeou a crise.
O vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, defendeu nessa segunda-feira, 24, uma ampla reformulação do sistema político brasileiro. Durante palestra no Tribunal de Contas do Município de São Paulo (TCMSP), o ministro afirmou que o atual modelo eleitoral “faliu” e argumentou que o País precisa promover mudanças em todos os Poderes, com prioridade para a política.
Na avaliação de Moraes, o fortalecimento das instituições é o principal caminho para preservar a democracia brasileira. Ele citou episódios de instabilidade ocorridos desde a promulgação da Constituição de 1988, como os processos de impeachment de dois presidentes e os ataques às sedes dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023.
Apesar das crises, o ministro afirmou que o regime democrático conseguiu se manter. “O Brasil continua hoje, 24 de agosto, uma democracia forte, com eleições marcadas”, disse. Para ele, porém, a preservação desse cenário depende de instituições mais sólidas e de reformas estruturais.
Crítica ao sistema proporcional
Moraes direcionou parte de sua fala ao sistema eleitoral utilizado para a escolha de deputados e vereadores. Segundo o ministro, o modelo proporcional contribui para a eleição de parlamentares com pouca identificação partidária e pode enfraquecer o funcionamento do Congresso Nacional.
“Esse modelo eleitoral faliu, porque produz candidatos e eleitos que não têm vinculação nenhuma a partidos”, afirmou. Na sequência, criticou parlamentares que, segundo ele, priorizam a exposição nas redes sociais em detrimento da discussão de projetos e da atuação legislativa.
O ministro também defendeu mudanças no financiamento das legendas e a adoção gradual do sistema distrital misto. “Eu defendo há muito tempo, desde o tempo de promotor, que o Brasil saia do proporcional puro e vá para o distrital misto. Podemos começar com 30% distrital. Daí, na outra, 40%, 60%”, declarou.
Na visão de Moraes, a mudança ajudaria a fortalecer os partidos e reduzir problemas de governabilidade. “A Constituição brasileira e a separação de poderes foram fincadas numa democracia de partidos. Se nós não tivermos partidos fortes, vamos ter sempre esse problema de governabilidade”, afirmou.
Atualmente, o Brasil combina dois modelos. O sistema majoritário é utilizado nas eleições para presidente, governador, prefeito e senador. Já deputados federais, deputados estaduais e distritais e vereadores são escolhidos pelo sistema proporcional, que leva em conta o desempenho dos partidos e federações para definir a distribuição das cadeiras.
No sistema distrital, o território eleitoral é dividido em regiões correspondentes ao número de vagas disponíveis. Os candidatos disputam diretamente os votos de um determinado distrito, aproximando a representação parlamentar dos eleitores de uma área específica. Já no modelo distrital misto, parte das cadeiras é distribuída por distritos, e parte por voto em lista nos partidos.
A Polícia Civil cumpriu, nesta terça-feira (25), um mandado de prisão preventiva e três mandados de busca e apreensão contra um homem, de 31 anos, suspeito pelo crime de roubo e extorsão. O caso aconteceu na última quinta-feira (20), quando a vítima saía de uma academia na avenida Amintas Barros, no bairro Lagoa Nova, zona Sul de Natal.
De acordo com as investigações, a ação criminosa ocorreu por volta das 5h59min, quando a vítima havia acabado de entrar em seu veículo e foi surpreendida por dois suspeitos. Um dos homens passou a bater no vidro da porta do motorista e, em seguida, abriu a porta do automóvel. Sob grave ameaça, determinou que a vítima, familiar de um juiz criminal, passasse para o banco do passageiro, assumindo a direção do veículo, enquanto o segundo suspeito entrava no carro. O preso é o que veste camisa branca.
Ainda na ocasião, os homens subtraíram o aparelho celular da vítima e passaram a exigir que ela fornecesse a senha de acesso ao aplicativo bancário. Em sequência, determinaram que fosse realizada uma transferência via PIX no valor de R$ 5 mil.
Além do valor transferido, os criminosos subtraíram outros bens da vítima, incluindo uma aliança de ouro e seu aparelho celular. O veículo também foi levado durante a ação e posteriormente localizado abandonado no bairro Dix-Sept Rosado, em Natal.
O homem foi conduzido à delegacia para os procedimentos legais e, posteriormente, encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.
Mensagens anexadas a inquérito da Polícia Federal mostram que Fábio Luís Lula da Silva, mais conhecido como Lulinha, se referiu à primeira-dama Janja Lula da Silva como “barraqueira” após ser informado sobre supostos ataques contra ela nas redes sociais.
De acordo com a revista Veja, os diálogos foram trocados em junho de 2025 entre Lulinha e a empresária e lobista Roberta Luchsinger. Ela relatou que Kalil Bittar, apontado como sócio de Lulinha, teria criado um perfil falso para fazer ataques contra Janja.
Na conversa, Roberta afirmou que havia contado a um interlocutor ligado à Telebras que Kalil não falava em nome de Lulinha e que Janja “odeia” o empresário. Em seguida, a lobista relatou: “Contei da baixaria q ele criou perfil fake p falar mal da first”, em referência à primeira-dama.
A resposta de Lulinha foi curta e chamou atenção: “Barraqueiraaaaaaaaaa”.
A CEF vai deixar que matem a "galinha dos ovos de ouro"??????????? Quem está se beneficiando dessa suposta fraude ????????
SEMPRE FOI ASSIM TODO FIM DE ANO ACUMULA DIVERSAS VEZES, O PROBLEMA É QUE AGORA ESTÁ SAINDO SÓ PRA UM ACERTADOR E DE BRASILIA, MAS TODO FIM DE ANO É A MESMA COISA, AINDA NAO PRESTARAM ATENÇAO????
As loteria da CAIXA é uma verdadeira CAIXA PRETA.
Depois das vezes que a mega sena acumulou, repetidas vezes, nos últimos meses, a suspeita de fraude praticamente se concretizou e deixei de jogar. Muito estranho, prenderam a quadrilha ou tem vício nos sorteios? Será que até nisso existe a mão fraudulenta de gente do PT? Será que tudo que é responsabilidade do governo federal não tem qualquer credibilidade?
O vencedor do último concurso sorteado, um bilhete feito no último minuto das apostas, numa lotérica de Brasília e houve cm saque imediato, jogou lama na situação.
Elementar meu caro Bruno!!
Eles querem pagar o rombo com o dinheiro dos trouxas rsrsrs