O sorteio 1.932 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 30 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h (horário de Brasília) deste sábado (20), em Pontes e Lacerda (MT).
Se aplicado na poupança, o prêmio pode render cerca de R$ 150 mil por mês. Com o valor do prêmio, também é possível adquirir seis limusines ou três prédios comerciais em São Paulo.
Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 3,50.
Toda semana adiada é mercado entregue de bandeja ao concorrente. E não é porque ele é melhor que você — é porque ele começou antes. Em marketing, vantagem é tempo, e tempo não volta. Cada mês sem usar IA com estratégia é um mês em que a sua marca fica um passo mais para trás.
A boa notícia é que dá para recuperar terreno rápido quando se tem o parceiro certo. A Ratts Ratis reúne IA, criatividade e estratégia num só lugar, com um objetivo claro: colocar a sua marca onde ela deveria estar — na frente, sendo vista por quem importa e convertendo mais com o que você já investe.
Ao longo desta série, você viu por que a IA deixou de ser opcional e como a Ratts Ratis a transforma em resultado de verdade. O próximo passo é o único que depende de você: começar.
Não deixe para a próxima campanha. Fala com a Ratts Ratis agora pelo @rattscom ou pelo 99215-9781. A primeira conversa não custa nada — e pode mudar o seu próximo trimestre.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, decidiu nesta sexta-feira (4) retirar do chamado inquérito das fake news o pedido feito pelo ministro Alexandre de Moraes para investigar o colega André Mendonça.
A decisão é mais um capítulo da crise que tomou conta do STF após Mendonça retirar o sigilo de mensagens envolvendo Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Alexandre de Moraes havia pedido que o colega fosse investigado por abuso de autoridade, improbidade administrativa e crime de responsabilidade.
Fachin determinou que o pedido seja colocado em outro procedimento, aberto pelo próprio presidente do STF e que ficará sob sua relatoria. Na prática, as acusações de Moraes contra Mendonça deixam de tramitar no inquérito das fake news.
O presidente do STF também deu cinco dias úteis para que a Procuradoria-Geral da República (PGR) analise a admissibilidade e a regularidade do pedido de investigação. Mendonça terá o mesmo prazo para se manifestar, caso queira.
O relatório da Polícia Federal usado pelo ministro Alexandre de Moraes para acusar André Mendonça de possíveis crimes não serve, por si só, como prova. O documento trabalha apenas com hipóteses, inclusive classificadas pelos próprios autores com grau de confiança “baixo” ou “moderado”.
O texto não constitui um relatório final de investigação, mas uma análise temporária de cenário sobre as apurações dos casos Banco Master e INSS.
Além disso, o documento não tem cabeçalho oficial e possui o carimbo de “difusão restrita”. Relatórios desse tipo são usados para reunir e analisar informações e levantar possíveis caminhos de investigação.
Mesmo assim, Moraes usou o material para afirmar que existem “fortes indícios” de abuso de autoridade, improbidade administrativa e crime de responsabilidade na atuação de Mendonça nas operações Sem Desconto e Compliance Zero.
A candidata a deputada federal Nina Souza (PL) apontou a experiência política e administrativa de Álvaro Dias (PL) como um dos principais diferenciais na disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte. Para ela, o momento enfrentado pelo Estado exige experiência, capacidade de articulação e não permite “aventuras”.
“As pessoas já entenderam que o Estado está em uma situação muito grave e que a gente não pode cair em aventuras. Álvaro tem mais experiência, aglomera, aglutina forças políticas que podem ajudá-lo. Porque, na política, a gente não vai a lugar nenhum só”, afirmou Nina.
Vereadora licenciada de Natal, Nina relaciona o crescimento da candidatura de Álvaro à trajetória de aproximadamente 30 anos na vida pública, à experiência administrativa e à capacidade de reunir diferentes forças políticas.
Na avaliação da candidata, essa articulação será fundamental em uma eventual gestão estadual, principalmente na relação com a bancada federal e na busca por apoio em Brasília.
“A gente precisa ter apoio de deputados federais, de senadores. Precisa ter interlocução em nível federal. Então, a candidatura de Álvaro reúne vários pré-requisitos. É uma candidatura que tem raiz”, declarou.
Ao falar sobre a trajetória do candidato, Nina fez uma analogia com o próprio nome de Álvaro. “É aquela árvore que tem raiz. Olha, 30 anos de vida pública, ele aprendeu muito. Ele tem credibilidade”, disse.
Nina também citou a experiência que teve como vereadora durante a gestão de Álvaro na Prefeitura de Natal e afirmou que as mudanças ocorridas na capital demonstram, na avaliação dela, a capacidade administrativa do ex-prefeito.
“Eu, que sou vereadora de Natal e vi Natal antes de Álvaro e Natal após Álvaro, acredito que ele é o único que tem capacidade, de fato, de fazer o Rio Grande do Norte voltar a se desenvolver”, afirmou.
A repercussão da foto de Alexandre de Moraes sorrindo ao lado de Gilmar Mendes e Cristiano Zanin, em meio à crise envolvendo o ministro e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, fez o STF apertar o cerco contra fotógrafos e cinegrafistas.
Na quinta-feira (3), seguranças passaram a impedir que profissionais da imprensa registrassem imagens dos ministros pelas frestas das cortinas e vidraças do prédio do STF.
A restrição, segundo profissionais que acompanham a rotina do STF, já existia. O que mudou foi o rigor da fiscalização após a repercussão da imagem feita na quarta-feira (2) pelo fotógrafo Brenno Carvalho, do jornal O Globo. Na foto, Moraes aparece sorrindo ao lado de Gilmar e Zanin na saída da primeira sessão presencial após a divulgação das mensagens que revelam sua ligação com Daniel Vorcaro.
A imagem repercutiu negativamente nas redes sociais, sendo interpretada como uma atitude de deboche dos ministros com o povo em meio à crise sem precedentes vivida no STF, causada pelas mensagens que vieram à tona e pelas acusações contra Alexandre de Moraes.
O jornalista William Waack afirmou que o ministro Alexandre de Moraes decretou “o fim do STF, tal como o conhecemos” ao usar o inquérito das fake news para apontar possíveis crimes cometidos pelo colega André Mendonça.
Segundo Waack, a decisão precipitou uma crise de consequências imprevisíveis no Supremo para acusar Mendonça de crime como improbidade administrativa, abuso de autoridade e crime de responsabilidade na atuação de Mendonça e encaminhou o caso ao presidente da Corte, Edson Fachin.
Na análise, o âncora da CNN Brasil afirmou que a Corte terá de decidir, diante da opinião pública, como responder tanto à atuação de Mendonça quanto ao conteúdo revelado pela Polícia Federal no caso Master.
O empresário Abelírio de Vasconcelos Rocha, conhecido como Bira Rocha, morreu na noite desta quinta-feira (3), aos 84 anos. Ele teve atuação de destaque no setor empresarial, industrial e agropecuário do Rio Grande do Norte.
Bira Rocha presidiu a Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern) por dois períodos, de 1995 a 1998 e de 1999 a 2003. Também foi vice-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Na vida pública, foi secretário de Agricultura no governo Geraldo Melo e secretário de Planejamento na gestão de Garibaldi Filho. No governo Itamar Franco, ocupou o cargo de secretário nacional de Irrigação.
Empresário do setor agropecuário, Bira criou a Lanila Agropecuária, inicialmente voltada à criação de ovinos. Também teve ligação com o ABC Futebol Clube, onde era reconhecido como conselheiro nato.
Bira Rocha deixa a viúva, Carmem Lúcia, os filhos Ricardo, Gustavo e Maristela, além de netos.
O velório será realizado no cemitério Morada da Paz, em Emaús, na sala 2. O horário de início ainda não foi informado.
A Meta não cumpriu os prazos estabelecidos pelo TSE para fornecer informações sobre supostos perfis falsos que teriam atacado o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A informação é da coluna de Milena Teixeira, do Metrópoles.
O TSE solicitou os dados após uma representação apresentada em 20 de julho pelo coordenador da campanha de Flávio, senador Rogério Marinho (PL-RN). Segundo ele, foram identificados pelo menos 20 mil perfis falsos que teriam movimentado cerca de R$ 20 milhões para impulsionar conteúdos com ataques e acusações contra o candidato.
De acordo com a coluna, integrantes da Corte afirmam que, até agora, a Meta não enviou as informações solicitadas, mesmo após o fim dos prazos definidos pelo tribunal.
Rogério Marinho chegou a se reunir com o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, para tratar do caso.
A crise institucional no Supremo Tribunal Federal (STF) escalou nesta quinta-feira (3). Dois dias após ser citado como destinatário de dezenas de mensagens do banqueiro Daniel Vorcaro, o ministro Alexandre de Moraes pediu a abertura de uma investigação contra seu colega de corte, André Mendonça, em um movimento classificado como ato de retaliação.
No documento apresentado, Moraes afirma que há fortes indícios de abuso de autoridade e crime de responsabilidade na condução dos inquéritos que apuram as fraudes do Banco Master e os descontos ilegais no INSS.
O telejornal apontou a medida como uma resposta direta do ministro após a exposição de suas conversas com o banqueiro.
Ministros Cristiano Zanin, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Edson Fachin (de costas) Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo
Uma fotografia do ministro Alexandre de Moraes rindo ao lado de colegas do STF foi interpretada pelo público como um símbolo de deboche e impunidade, conforme levantamento exclusivo da Vox Radar. O monitoramento analisou 86.421 comentários públicos no Instagram a respeito da imagem, que registra o magistrado dando gargalhadas um dia após mensagens de WhatsApp de Daniel Vorcaro sugerirem contato entre o ex-banqueiro e o ministro.
O presidente do STF, Edson Fachin, que apareceu de costas na imagem captada pelo fotógrafo Breno Carvalho, de O Globo, e não teve sua reação registrada.
O levantamento apontou que postagens tratando o tema como deboche ou escárnio somaram 10.237 comentários e alcançaram 143.308 curtidas. Comentários que interpretaram a cena como um reflexo de deslegitimação da Corte, utilizando termos como “quadrilha”, “circo” e “palhaços” totalizaram 12.570 menções.
Manifestações expressando vergonha e nojo do momento representaram 12.037 dos comentários analisados. A imagem foi interpretada como uma prova visual de impunidade por usuários que deixaram 11.559 comentários com esse teor.
Crítica à instituição
De acordo com o monitoramento, 97,9% dos comentários não citam nenhuma pessoa específica, indicando que o foco das críticas recai sobre a Suprema Corte enquanto instituição.
Comente aqui