O capitão PM Styvenson Valentim será o entrevistado desta quinta-feira (3) do programa MEIO-DIA CIDADE, que também receberá para um bate-papo o diretor de comunicação do Sindicato dos Petroleiros e Petroleiras do Rio Grande do Norte (Sindipetro), Márcio Dias.
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Programa MEIO-DIA CIDADE, com Bruno Giovanni. De segunda a sexta, sempre às 12 horas, na Rádio Cidade Natal (94,3 FM). Ouça também através do site www.radiocidadenatal.com.br, e do aplicativo TuneIn Radio (Rádio Cidade FM (Natal).
BG, ainda que o canal não seja o correto para o fim de elaborar indagações aos entrevistados, se você puder avalizar a curiosidade deste seu leitor assíduo, gostaria que vc perguntasse aos entrevistados essas duas questões:
1- Como andam os processos administrativos de quem teve a CNH apreendida, alguém teve o direito de dirigir suspenso ou cassado? Afinal, se a blitz não tem o cunho apenas de arrecadação, é obrigação da equipe acompanhar o pós-multa.
2- Porque os sindicatos de funcionários da Petrobras estão tão calados com toda a situação envolvendo a empresa? Na época de FHC bastava demitir um frentista para que os sindicatos se levantassem nas ruas, e hoje, estranhamente, eles estão muito dóceis com quem quase leva a empresa a falência. A coragem em defender a empresa acabou onde e porquê?
Caro Bruno, por gentileza fala pro Cap. Styvenson que todos os grupos de ciclistas q pedalam na Rota do Sol e nas ruas de Natal AGRADECEM POR TODAS AS BLITZES que o CPRE fez e faz na Rota do Sol e em outras ruas de Natal…pois retira das ruas "Potenciais" ASSASSINOS ao volante como o que atropelou e matou nosso colega ciclista em 2015 na Rota do SOL! As famílias que tiveram parentes assassinados em acidentes de trânsito causados por motoristas embriagados, não só ciclistas mas tb de todas as pessoas e crianças que faleceram em acidentes de carros e motos, onde o motorista infrator estava embriagado, agradecem ao excelente trabalho do Cap. Styvenson e sua equipe! Nós "Ciclistas da Rota do Sol" sempre fazemos comentários elogiando as operações da Lei Seca, Cap. Styvenson e DETRAN abaixo das matérias sobre as blitzes da Lei Seca no BlogdoBG!!! TODOS OS GRUPOS DE CICLISTAS DE NATAL, PARNAMIRIM e Regiões, PARABENIZAM o excelente trabalho do Cap. e sua equipe! Ahhh e se ele fosse CANDIDATO A PREFEITO acreditamos que ele teria centenas de votos dos Ciclistas e dos familiares! Ahh sabemos que ele era CICLISTA! 🙂
Que Deus abençoe ele e toda a equipe do CPRE, bem como do Posto do CPRE de pium! ABRAÇO
O Senado terá, a partir de 2027, 54 dos 81 parlamentares favoráveis ao impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), segundo levantamento do centro de estudos Ranking dos Políticos. O número corresponde a exatamente dois terços de toda a composição da Casa.
Entre os 54 senadores eleitos ou reeleitos neste domingo (4), 37 já se manifestaram favoravelmente ao impeachment de integrantes do Supremo. Estão nesse grupo Domingos Sávio (PL-MG), Reinaldo Azambuja (PL-MS), Marcel Van Hattem (Novo-RS), Guilherme Derrite (PP-SP) e Alessandro Vieira (MDB-SE).
O levantamento também considerou os 27 senadores que ainda têm quatro anos de mandato. Entre eles, seis se posicionaram contra a possibilidade de cassação de ministros do STF, enquanto outros 21 não apresentaram posição pública sobre o tema.
A composição ganha importância diante da discussão sobre o quórum necessário para processos de impeachment no Supremo. Em decisão liminar no fim de 2025, posteriormente revista em parte, o ministro Gilmar Mendes estabeleceu a exigência de dois terços dos 81 senadores para a abertura de processo contra ministros da Corte. A Lei do Impeachment, de 1950, previa maioria simples nessa etapa.
Apesar dos números, o levantamento não significa que existam atualmente 54 votos para afastar um ministro específico. A posição contabilizada pelo Ranking dos Políticos se refere à defesa do instrumento do impeachment, e não necessariamente ao voto pela cassação em um eventual caso concreto.
“Isso não significa, claro, que existam hoje 54 votos para afastar um ministro específico. Uma coisa é defender o instrumento do impeachment, outra é votar pela condenação em um caso concreto. Mas o dado mostra que o tema deixou de ser uma pauta de um grupo minoritário e passou a ter um peso muito maior dentro do Senado”, afirmou Juan Carlos Arruda, diretor-geral do Ranking dos Políticos.
As eleições deste domingo (4) definiram os 24 deputados estaduais que vão compor a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN) a partir de 2027, com 100% das urnas apuradas. O destaque da votação ficou com o Coronel Azevedo (PL), que alcançou a marca de 105.403 votos (5,43%), registrando a maior votação já registrada para um deputado estadual.
Em relação à distribuição por legendas, o PL consolidou a maior bancada ao eleger 7 deputados estaduais. Na sequência aparecem o PP e o PT com 4 cadeiras cada; PSDB e PV com 3 parlamentares cada; o União com 2 representantes; e o MDB com 1 vaga garantida.
A grande surpresa na nova configuração da Assembleia Legislativa para 2027 ficou justamente na nominata do MDB, que fez apenas um parlamentar e deixou de fora o presidente estadual do partido, Walter Alves – que era considerado o grande favorito da sigla para conquistar a vaga na casa legislativa.
O pleito também registrou índices expressivos de abstenção e votos nulos e brancos no estado: 18,39% dos eleitores aptos não compareceram às urnas, enquanto os votos brancos somaram 4,75% e os nulos chegaram a 5,65% do total.
Lista completa dos deputados estaduais eleitos (por ordem de votação):
Coronel Azevedo (PL) – 105.403 votos (5,43%)
Ezequiel (PSDB) – 73.217 votos (3,77%)
Robson Carvalho (União) – 69.542 votos (3,58%)
Julio Cesar (PP) – 66.750 votos (3,44%)
Kleber Rodrigues (PP) – 66.172 votos (3,41%)
Francisco do PT (PT) – 62.660 votos (3,23%)
Kaline de Dr. Bernardo (PV) – 61.905 votos (3,19%)
[VÍDEO] ELEIÇÕES 2026: Álvaro destaca crescimento da direita, agradece os 530 mil votos e diz: “A luta continua” https://t.co/4vkTjNhNQ4 https://t.co/2hU6Leh5wO
Em vídeo divulgado após a eleição, Álvaro Dias agradeceu aos mais de 530 mil norte-rio-grandenses que votaram em sua candidatura ao Governo do Estado, aos apoiadores, à família e às lideranças que estiveram ao seu lado durante a campanha.
Álvaro fez agradecimentos especiais ao vice Babá Pereira, ao senador Rogério Marinho, a Styvenson Valentim e ao Coronel Hélio. Também parabenizou os candidatos do PL eleitos para a Câmara Federal — Nina Souza, Sargento Gonçalves e General Girão — e para a Assembleia Legislativa: Coronel Azevedo, Dr. Kerginaldo, Tomba Farias, Gustavo Carvalho, Luiz Eduardo, Adjuto Dias e Camila Araújo.
Ao falar sobre o segundo turno presidencial, Álvaro reafirmou seu apoio a Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência da República.
“O que se plantou nessa campanha não se colhe numa safra apenas. O sertanejo sabe que inverno nenhum se decide apenas numa chuva. Muitas outras haverão de acontecer. Vamos seguir em frente”, afirmou
O resultado do primeiro turno das eleições trouxe um cenário avaliado por analistas políticos como “avassalador” não apenas para a esquerda, mas também para o entorno do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, abrangendo lideranças do centro e da direita alinhadas ao governo.
De acordo com análises transmitidas pela CNN Brasil, figuras de peso e historicamente representativas da esquerda brasileira sofreram derrotas expressivas em diferentes estados. Entre os nomes que ficaram de fora estão Gleisi Hoffmann (no Paraná), Simone Tebet, Marina Silva, Patrus Ananias, Manuela Dávila, além de derrotas locais como João Campos em Recife e Randolfe Rodrigues no Amapá.
“Isso, William, é um resultado avassalador, acima do que até os institutos iam mostrando como uma curva de crescimento do Flávio nos últimos dias. (0:10) Mas avassalador não apenas à esquerda, avassalador à esquerda, mas também ao entorno do presidente Lula, ao centro e à direita”, comentou o analista político Caio Junqueira.
O revés também se estendeu a aliados estratégicos do governo no centro e na direita. No Amapá, o grupo do senador Davi Alcolumbre, que havia se aproximado de Lula semanas antes sofreu um revés simbólico ao ver seu candidato ao governo, Clécio Luís, ser derrotado pelo principal adversário político local, o doutor Furlan. Em outro reduto, Hugo Mota optou por não reeleger o pai, ilustrando um cenário de instabilidade para diversas lideranças tradicionais.
Para o comentarista, o desempenho nas urnas vai além de uma derrota partidária isolada, configurando um sinal de desgaste e um recado direto das urnas que atinge em cheio todo o arranjo do establishment político em torno do lulismo.
A representação do Rio Grande do Norte na Câmara dos Deputados terá renovação de 3 nomes a partir de 2027. Dos oito parlamentares que disputavam a reeleição, Robinson Faria (PP), Carla Dickson (União Brasil) e Mineiro (PT) não conseguiram a reeleição e ficam sem mandato a partir de 2027.
Os três novos representantes do Estado na Câmara são: Nina Souza (PL), Thabatta Pimenta (PV) E Dr° Bernardo (PV). A cadeira da deputada do União Brasil, Carla Dickson, que não foi reeleita, inicialmente era de Paulinho Freire, que deixou o posto para assumir a Prefeitura do Natal.
Apesar da sua suplente Carla Dickson ter perdido a cadeira, a esposa do prefeito, Nina Souza (PL) foi eleita para ocupar uma vaga na Câmara Federal. A deputada federal Natália Bonavides (PT) foi reeleita com mais de 214 mil votos, alcançando a maior votação já registrada para a Câmara dos Deputados na história política do RN, superando a marca de 157.565 votos dela própria em 2022.
Mais de 33 milhões de brasileiros optaram por não comparecer às urnas no primeiro turno das eleições realizado neste domingo (4). A taxa de abstenção alcançou 21,08% do eleitorado nacional, consolidando o maior percentual de ausência em pleitos presidenciais desde o ano de 1998.
O volume expressivo de abstenções ganha ainda mais destaque quando comparado à margem entre os dois candidatos que disputarão o segundo turno. Flávio Bolsonaro (PL) terminou a primeira etapa à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por uma diferença de pouco mais de 2,3 milhões de votos (cerca de dois pontos percentuais). Com isso, o contingente de eleitores que faltou à votação foi cerca de 14 vezes maior que a vantagem de Flávio sobre o atual presidente.
Impacto matemático na disputa
Em termos puramente aritméticos, o volume de votos dos ausentes seria suficiente não apenas para inverter a ordem dos concorrentes, mas até mesmo para liquidar a fatura ainda no primeiro turno — a depender de como essa massa de eleitores se distribuísse. Para vencer sem a necessidade de um segundo turno, um candidato precisa obter mais da metade dos votos válidos, desconsiderando brancos e nulos. No domingo, Flávio fechou o primeiro turno com 47% dos válidos, enquanto Lula registrou 45%. O segundo turno está marcado para o próximo 25 de outubro.
Comparativo histórico
O índice de ausência deste ano superou o patamar registrado no primeiro turno de 2022, quando 32.770.982 eleitores (20,95% do total) deixaram de votar — ocasião em que Lula obteve 48,43% dos válidos e Jair Bolsonaro, 43,20%. Em 2018, a abstenção havia ficado em 20,33% (29,9 milhões de ausentes).
Apesar de alta, a marca de 2026 ainda fica ligeiramente abaixo da registrada em 1998, quando 21,49% do eleitorado faltou às urnas em um pleito que garantiu a reeleição de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) logo no primeiro turno.
O Partido Liberal (PL) saiu fortalecido das urnas neste domingo (4), elegendo 19 senadores, o equivalente a 35% das 54 vagas em disputa na Casa Alta. Com o resultado, a legenda do ex-presidente Jair Bolsonaro e de seu filho, o presidenciável Flávio Bolsonaro, praticamente dobrará de tamanho, saltando de 15 para 28 parlamentares e mantendo a maior bancada do Senado. O domínio regional ficou evidente em estados como Rondônia e Santa Catarina, onde todos os representantes eleitos pertencem à sigla.
O novo desenho da Casa também considera as mudanças provocadas pelas vitórias de Sergio Moro (PL-PR) e Cleitinho (Republicanos-MG) no Executivo estadual já no primeiro turno, o que abrirá espaço para suplentes. Esse cenário ainda poderá sofrer novas alterações, uma vez que outros titulares seguem na disputa pelos governos estaduais ou estão licenciados. Em contrapartida, o Partido dos Trabalhadores (PT), do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, elegeu 6 senadores, mantendo sua bancada inalterada em nove cadeiras.
Impacto nas pautas e no comando do Congresso
A expansão da bancada era a principal aposta da direita para destravar pautas conservadoras e pressionar em direção a pedidos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Em junho do ano passado, durante ato na Avenida Paulista, Jair Bolsonaro havia apelado aos eleitores por maioria no Legislativo para redirecionar os rumos do país e influenciar diretamente a escolha dos comandos e das comissões de peso no Congresso.
Historicamente contidas por resistências na cúpula da Casa, como as negativas do atual presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), em dar andamento a processos de impeachment, as pautas da oposição ganham fôlego com o novo parlamento. O expressivo crescimento da bancada conservadora coloca em risco, inclusive, a articulação para a reeleição de Alcolumbre a um novo mandato à frente do Legislativo em 2027.
Por uma diferença cruel de apenas 185 votos, a federação formada por PSol e Rede falhou em superar a cláusula de barreira e, ao menos por enquanto, perderá o direito ao tempo de televisão e às verbas dos fundos partidário e eleitoral a partir do próximo ano.
Para garantir o acesso aos recursos e à propaganda gratuita nas eleições deste ano, os partidos precisavam cumprir uma das duas exigências da lei eleitoral: eleger pelo menos 13 deputados federais distribuídos em nove estados, ou alcançar 2,5% dos votos válidos nacionais para a Câmara, com um patamar mínimo de 1,5% em pelo menos nove estados.
A estratégia da federação apostava no segundo critério. Impulsionada por uma votação expressiva em São Paulo, onde ultrapassou os 12% dos votos, a meta nacional de 2,5% foi superada com folga. O entrave esteve na capilaridade estadual: a exigência de 1,5% foi atingida em oito estados (Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo), deixando a federação a apenas um estado da meta.
O fiel da balança poderia ter sido o Espírito Santo, a Bahia ou Santa Catarina. No Espírito Santo, a situação foi dramática: com 31.839 votos (1,49% dos votos válidos), a federação precisava de 32.024 votos para alcançar a marca de 1,5%. Faltaram exatamente 185 votos em um universo de mais de 2,1 milhões de eleitores no estado.
Chance de reviravolta judicial
A situação, contudo, ainda não é definitiva. O cenário pode ser revertido caso o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anule candidaturas de outros partidos — uma ocorrência comum em casos de fraude à cota de gênero (candidaturas laranjas). Caso isso aconteça, o total de votos válidos diminuirá, recalculando a proporção e elevando o percentual da federação PSol-Rede acima da linha de corte.
Fora do Espírito Santo, o desempenho em outros redutos também pesou contra. Em Santa Catarina, a federação estacionou em 0,99%. Na Bahia, ficou em 1,08%. E no Acre,.histórico reduto político de Marina Silva, fundadora da Rede, a legenda chamou atenção pelo fraco desempenho: a Rede sequer lançou candidato a deputado federal, e a candidatura mais votada do PSol na região obteve apenas 104 votos.
[VÍDEO] ELEIÇÕES 2026: Flávio fala em mudança no Brasil e Lula admite surpresa com resultado do 1º turno https://t.co/9py3iGUKHP https://t.co/8rXpoC3cMn
Após a confirmação de que disputarão o segundo turno das eleições presidenciais, em 25 de outubro, os candidatos Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fizeram pronunciamentos neste domingo (4). Enquanto o candidato do PL destacou que o resultado representa o desejo de mudança no país, o presidente admitiu que esperava vencer a disputa ainda no primeiro turno.
“Essa é a leitura do que aconteceu hoje: o Brasil quer mudança”, afirmou Flávio. O candidato também agradeceu aos eleitores e ressaltou que recebeu quase 56 milhões de votos. “Eu não poderia estar mais realizado”, declarou. O pronunciamento durou pouco mais de cinco minutos.
Lula, por sua vez, disse estar confiante para a nova etapa da disputa. “Não deu certo [ganhar no primeiro turno] porque o povo gosta que eu dispute o segundo turno. E eu sou muito bom no mata-mata. O jogo vai começar, estamos na prorrogação”, declarou.
BG, ainda que o canal não seja o correto para o fim de elaborar indagações aos entrevistados, se você puder avalizar a curiosidade deste seu leitor assíduo, gostaria que vc perguntasse aos entrevistados essas duas questões:
1- Como andam os processos administrativos de quem teve a CNH apreendida, alguém teve o direito de dirigir suspenso ou cassado? Afinal, se a blitz não tem o cunho apenas de arrecadação, é obrigação da equipe acompanhar o pós-multa.
2- Porque os sindicatos de funcionários da Petrobras estão tão calados com toda a situação envolvendo a empresa? Na época de FHC bastava demitir um frentista para que os sindicatos se levantassem nas ruas, e hoje, estranhamente, eles estão muito dóceis com quem quase leva a empresa a falência. A coragem em defender a empresa acabou onde e porquê?
Caro Bruno, por gentileza fala pro Cap. Styvenson que todos os grupos de ciclistas q pedalam na Rota do Sol e nas ruas de Natal AGRADECEM POR TODAS AS BLITZES que o CPRE fez e faz na Rota do Sol e em outras ruas de Natal…pois retira das ruas "Potenciais" ASSASSINOS ao volante como o que atropelou e matou nosso colega ciclista em 2015 na Rota do SOL! As famílias que tiveram parentes assassinados em acidentes de trânsito causados por motoristas embriagados, não só ciclistas mas tb de todas as pessoas e crianças que faleceram em acidentes de carros e motos, onde o motorista infrator estava embriagado, agradecem ao excelente trabalho do Cap. Styvenson e sua equipe! Nós "Ciclistas da Rota do Sol" sempre fazemos comentários elogiando as operações da Lei Seca, Cap. Styvenson e DETRAN abaixo das matérias sobre as blitzes da Lei Seca no BlogdoBG!!! TODOS OS GRUPOS DE CICLISTAS DE NATAL, PARNAMIRIM e Regiões, PARABENIZAM o excelente trabalho do Cap. e sua equipe! Ahhh e se ele fosse CANDIDATO A PREFEITO acreditamos que ele teria centenas de votos dos Ciclistas e dos familiares! Ahh sabemos que ele era CICLISTA! 🙂
Que Deus abençoe ele e toda a equipe do CPRE, bem como do Posto do CPRE de pium! ABRAÇO
Caro BG. não dê corda não a esse senhor. styvenson gosta muito de aparecer, tá empolgado caia na real rapaz.