Economia

Menos de 20% do crédito para socorrer empresas pelo Governo Federal foi desembolsado

Em meio à reclamação de empresários sobre a falta de crédito durante a pandemia do novo coronavírus, apenas 17% dos recursos anunciados em programas de financiamento lançados ou regulamentados pelo governo foram desembolsados até agora.

Os números fazem parte de levantamento feito pelo Ministério da Economia a pedido da Folha. Os dados mostram a baixa execução das iniciativas do crédito quase quatro meses após começarem as medidas de isolamento.

Dos quase R$ 70 bilhões anunciados para quatro grandes linhas, apenas R$ 12,1 bilhões foram executados.

A área do crédito é a mais problemática do pacote econômico contra a crise da Covid-19, na avaliação do próprio titular da pasta, Paulo Guedes.

O ministro diz que a situação é dramática porque a demanda quadruplicou e reconhece que ele e sua equipe têm encontrado dificuldades com o tema.

“Tenho a maior franqueza em reconhecer que, na parte de crédito, [o desempenho] não foi satisfatório até o momento. Nós continuamos aperfeiçoando o nosso programa para o dinheiro chegar à ponta, que era a maior reclamação”, disse em comissão no Congresso na terça-feira (30).

Diferentes fatores são apontados como causas para o cenário. Entre eles, grandes bancos evitando o risco de concederem dinheiro a empresas menores, enquanto pequenos empresários demonstrariam não ter garantias suficientes para as operações.

Ao mesmo tempo, as grandes companhias acionaram suas linhas de crédito pré-aprovadas, drenando boa parte dos recursos disponíveis no começo da crise.

A Febraban (Federação Brasileira de Bancos) notou, no fim de março, uma movimentação preventiva por parte de grandes e médias empresas, que recorreram a todas ou a parte das linhas de crédito que tinham a sua disposição, como estratégia para reforçar o caixa diante da pandemia.

Na visão da equipe econômica, não faltaram recursos porque o BC (Banco Central) liberou liquidez no sistema financeiro e o problema maior foi a falta de apetite das instituições por risco.

Carlos Melles, presidente do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), diz que os pequenos acabam prejudicados por muitas vezes não terem condição financeira de garantir os empréstimos aos olhos dos bancos.

“Não existe apetite para emprestar ao pequeno. Já não existia, agora então [com a pandemia] é uma loucura. No geral não existem canais, não existe boa vontade, e o crédito fica represado”, diz.

Segundo Melles, as reclamações diminuíram recentemente porque há uma “fadiga” com o tema.
Pesquisa do Sebrae de junho mostra que 39% dos pequenos empresários buscaram empréstimos na pandemia. Apenas 15% deles conseguiram. A principal razão alegada foi o chamado CPF negativado ou entraves no Serasa.

Uma das apostas da equipe econômica para destravar recursos a empresas menores é o Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte).

O programa abasteceu com R$ 15,9 bilhões, vindos do Tesouro, o FGO (Fundo de Garantia de Operações) do Banco do Brasil. O fundo é responsável por garantir os empréstimos feitos por meio das instituições habilitadas.

Até o momento, três estão credenciadas (o próprio Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais), e cerca de outras 20 manifestaram interesse, diz o governo.

De acordo com o diretor de inovação, produtos e serviços bancários da Febraban, Leandro Vilain, os bancos ainda esperam aperfeiçoamentos—que devem vir com a aprovação da MP (medida provisória) 944, que regulamenta o programa que financia salários— antes de finalizarem as adaptações ao Pronampe.

“O administrador do programa, o Banco do Brasil, e o Ministério da Economia também estão discutindo alterações no regulamento do programa, que deve sofrer alterações em breve”, disse Vilain.

A execução do Pronampe está em 7,5% do total previsto e, nesse caso, o Ministério da Economia diz que o ritmo se deve ao pouco tempo de lançamento da medida.

Criado pelo Congresso em abril, o programa foi sancionado em maio e regulamentado pelo governo só em junho. A demora para o dinheiro chegar é alvo de reclamações.

“São pelo menos 90 dias que estamos lutando incessantemente, sendo que o micro e o pequeno não suportam 45 dias. Nenhum dos programas efetivamente chegou às mãos de quem precisava”, afirma Melles.

Também deve amenizar o problema, na visão do governo, o FGI (Fundo Garantidor de Investimentos), do BNDES, que receberá R$ 20 bilhões do Tesouro para bancar o risco dos empréstimos.

O BNDES opera uma linha de capital giro voltada a pequenas empresas, temporariamente aberta para companhias que faturam até R$ 300 milhões por ano, com execução acima do previsto.

Na avaliação do banco, o desempenho se deve a fatores como uma comunicação mais completa para o empresário, com exibição por meio do site de todas as instituições e respectivas taxas cobradas na região do empreendedor.

Nessa linha, a execução passou dos R$ 5 bilhões projetados, graças à demanda de médias empresas (que captaram 64% do montante). Por isso, o banco vai dobrar os recursos disponíveis para R$ 10 bilhões.

Novas alternativas estão em estudo pelo Ministério da Economia e pelo Congresso para destravar o cenário, sendo um deles o empréstimo por meio de empresas de maquininhas.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Infelismente a burocracia não possibilitou que os pequenos empresários recebessem esse "beneficio" entre aspas porque será pago e uma carência vergonhosa, mais mesmo assim não chegou até nós, vergonha. No entanto, para os grandes o crédito é abundante e sem garantias….. Pátria amada que Deus tenha misericórdia de nós trabalhadores.

  2. A burguesia de Natal parece não gostar tanto de comentar em postagens como essa, não é? Descobre da pior forma que não é um empresário tão grande como acreditava ser, não grande o suficiente para ter relevância para o deus Guedes.

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Brasil

[VÍDEO] “NÃO QUERO PETISTA”: MP aciona PF após influenciador Rico Melquiades ameaçar demitir funcionária por apoio ao PT

Reprodução

O Ministério Público Eleitoral (MPE) de Alagoas acionou a Polícia Federal para investigar o influenciador Rico Melquiades por possível coação eleitoral. A apuração começou após ele publicar um vídeo ameaçando demitir uma funcionária por sua preferência política.

“Você vai ser PT, Manuela? Tá demitida. Traga sua carteira. Quem paga não é o PT. Vai para o PT. Vai para a rua”, afirmou Rico na gravação, depois de perguntar às trabalhadoras quem pagava os salários delas.

O MPE avalia se a conduta se enquadra no artigo 301 do Código Eleitoral, que considera crime usar violência ou grave ameaça para obrigar alguém a votar ou deixar de votar em candidato ou partido. A pena pode chegar a quatro anos de prisão, além de multa.

O Ministério Público do Trabalho também abriu uma investigação por possível assédio moral. Rico, que chegou a anunciar uma pré-candidatura a deputado federal pelo PSDB neste ano, ainda não havia se pronunciado sobre as apurações.

Com informações do Congresso em Foco

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Judiciário

MEDO DE RETALIAÇÃO: Delegados disseram a Mendonça que temiam virar alvo de Moraes por relatório da PF

Foto: Mateus Bonomi/Folhapress

Delegados da Polícia Federal relataram ao ministro André Mendonça que se sentiam pressionados e temiam virar alvo do inquérito das fake news caso produzissem um relatório sobre Alexandre de Moraes. A conversa ocorreu por videochamada em 7 de março de 2026.

De acordo com relatos obtidos pelo UOL, o chefe da Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado e à Corrupção da PF, Dennis Cali, havia orientado a equipe a não produzir relatórios sobre Moraes sem autorização judicial. Ele também teria determinado a exclusão de qualquer material que estivesse sendo preparado.

No dia seguinte à conversa com Mendonça, os investigadores enviaram ao gabinete do ministro um HD criptografado e lacrado com a cópia dos dados do celular de Daniel Vorcaro. Uma parte dos envolvidos diz que o envio foi espontâneo, mas integrantes da cúpula da PF e um delegado afirmam que houve solicitação do gabinete.

Mendonça declarou que nunca acessou o conteúdo, que permanece lacrado. O ministro pediu a Edson Fachin que ouça os delegados para esclarecer as circunstâncias da entrega e os possíveis constrangimentos sofridos durante a investigação.

Com informações do UOL

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Judiciário

CRISE NO STF: Filho de Fux esteve em almoço com Vorcaro em Nova York em 2024, apontam mensagens em poder da PF

Getty Images

Mensagens em poder da Polícia Federal indicam que o advogado Rodrigo Fux, filho do ministro Luiz Fux, participou de um almoço com Daniel Vorcaro em Nova York, em 14 de maio de 2024, durante a Brazil Week.

Os registros não revelam o assunto discutido nem o restaurante onde ocorreu o encontro. Na mesma data, Rodrigo também participou de uma degustação de uísque patrocinada pelo ex-dono do Banco Master, com cerca de 40 convidados.

O nome do filho de Fux também apareceu anteriormente entre os convidados do camarote VIP de Vorcaro na Sapucaí, durante o carnaval de 2025. Os episódios são usados por aliados de Alexandre de Moraes para questionar a participação de Luiz Fux na sessão do STF sobre o caso Master.

A assessoria de Rodrigo Fux afirmou que ele não almoçou sozinho com Vorcaro nem se sentou à mesma mesa que o banqueiro. Disse ainda que o advogado teve participação breve na degustação e não manteve contato com o ex-dono do Master. Luiz Fux não se manifestou.

Com informações da Folha de S.Paulo

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Brasil

PGR cobra Mendonça e quer saber se ele autorizou PF a acessar pagamentos de Vorcaro

Foto: Luiz Silveira/STF

A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, informações sobre uma autorização que teria sido solicitada ao ministro André Mendonça pela Polícia Federal.

Em março, a PF pediu aval para acessar dados sobre pagamentos de Daniel Vorcaro a uma pessoa com foro privilegiado. Nos documentos divulgados nesta segunda-feira (14), porém, não aparece se André Mendonça autorizou ou deixou o pedido sem resposta.

Também não foi revelada a identidade da autoridade citada pela PF. A dúvida surgiu após Mendonça retirar parcialmente o sigilo da investigação sobre repasses feitos pelo ex-dono do Banco Master a entidades e associações.

A divulgação parcial aumentou a disputa dentro do STF. O grupo de Alexandre de Moraes acusa Mendonça de esconder informações do caso Master, enquanto a PGR busca esclarecer quais medidas foram formalmente autorizadas no processo.

Com informações de O Antagonista

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Brasil

ACESSO CONTROLADO: Gabinetes do STF restringem dados do celular de Vorcaro a poucos servidores

Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo

Os gabinetes dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que receberam cópias do celular de Daniel Vorcaro decidiram limitar o acesso ao material a poucos servidores. A ordem é redobrar o cuidado com informações pessoais e dados sem relação com as investigações.

As cópias foram entregues pela Polícia Federal aos gabinetes de Cristiano Zanin, Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes. O material original continua sob a guarda da PF, com os lacres preservados e a integridade digital verificada.

De acordo com o jornal O Globo, a preocupação é impedir vazamentos e evitar a exposição indevida da vida privada do ex-dono do Banco Master e de terceiros citados no aparelho. Os gabinetes devem separar apenas o conteúdo relevante para a análise do caso.

A íntegra dos dados foi solicitada às vésperas da sessão desta terça-feira (15), quando o STF decidirá se autoriza uma investigação sobre Moraes a partir das mensagens encontradas pela PF ou se anula o relatório produzido pela corporação.

Com informações O Globo

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Política

[VÍDEO] Rogério Marinho afirma que oposição quer tirar do presidente do Senado o poder de engavetar impeachment de ministros do STF

 

O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), defendeu uma mudança no regimento da Casa para obrigar a análise de pedidos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que tenham apoio de pelo menos 49 senadores.

Hoje, cabe ao presidente do Senado decidir se aceita ou mantém parados os pedidos. Para Rogério, o regimento dá um “poder desmedido” ao chefe da Casa. A proposta retiraria essa decisão das mãos do atual presidente, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

“Na hora em que 49 senadores formulem o pedido da abertura de um inquérito por crime de responsabilidade, isso seja feito automaticamente, independentemente da vontade do presidente da Casa”, afirmou Rogério.

A articulação ganhou força com a crise envolvendo o STF e o caso Banco Master. As 49 assinaturas, porém, serviriam apenas para abrir o processo. Para afastar um ministro, seriam necessários os votos de 54 dos 81 senadores.

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Política

Pesquisa Metadata/Dial mostra Zenaide empatada tecnicamente na liderança para o Senado

 

A senadora Zenaide aparece em empate técnico com Styvenson Valentim na liderança da disputa pelo Senado no Rio Grande do Norte, segundo pesquisa Metadata/Grupo Dial divulgada nesta segunda-feira (14). Na soma do primeiro e do segundo voto, Styvenson registra 18,4% e Zenaide 14,4%. A diferença de quatro pontos está dentro da margem de erro de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos, o que coloca os dois tecnicamente empatados.

Na sequência aparecem Samanda, com 11%, Rafael Motta, com 9,6%, e Coronel Hélio, com 6,5%. O resultado considera conjuntamente as duas intenções de voto de cada entrevistado. Em 2026, cada eleitor poderá escolher dois candidatos ao Senado, já que duas das três cadeiras do Rio Grande do Norte estarão em disputa.

A pesquisa Metadata/Grupo Dial ouviu 1.536 eleitores em 63 municípios do Rio Grande do Norte, entre os dias 10 e 12 de setembro. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob os números RN-02543/2026 e BR-03830/2026.

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Acidente

APURAÇÃO: Cenipa investiga causa do acidente em avião de Rey Vaqueiro em Parelhas

Reprodução

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), órgão da Força Aérea Brasileira (FAB), prossegue nesta segunda-feira (14) com os trabalhos de investigação do acidente envolvendo o avião que transportava o cantor Rey Vaqueiro, ocorrido em Parelhas, na região Seridó do Rio Grande do Norte.

O acidente aconteceu na madrugada de domingo (13), com a aeronave Cessna 550 Bravo de 2006 (matrícula PP-WMO), pertencente ao empresário irmão do cantor Wesley Safadão. A bordo estavam o artista, cinco integrantes de sua equipe, o piloto e o copiloto — todos conseguiram escapar a tempo e foram encaminhados para avaliação médica sem ferimentos.

O Corpo de Bombeiros trabalhou por cerca de cinco horas para extinguir as chamas que destruíram totalmente o avião, enquanto os investigadores focam agora na identificação de fatores contribuintes e na emissão de futuras recomendações de segurança.

Com informações da Tribuna do Norte

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FOTOS: Vejam como ficou o avião de Rey Vaqueiro após acidente em Parelhas-RN

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Judiciário

DIA D: STF define rito de sessão que pode abrir investigação sobre Moraes no caso Vorcaro

Foto: Montagem/STF/CNJ

O Supremo Tribunal Federal (STF) definiu o rito da sessão extraordinária desta terça-feira (15), que analisará as mensagens trocadas entre Alexandre de Moraes e o ex-d dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. O julgamento está previsto para começar às 10h.

Presidente da Corte e relator do caso, Edson Fachin apresentará o relatório e definirá o que será julgado. Depois das manifestações da Procuradoria-Geral da República (PGR) e de eventuais sustentações orais, Fachin dará o primeiro voto. Flávio Dino será o próximo, com a votação seguindo até o decano Gilmar Mendes.

O caso chegou ao plenário por decisão de André Mendonça, relator das investigações do Banco Master. Ele pediu autorização dos demais ministros para abrir uma apuração sobre Moraes a partir das informações encontradas pela Polícia Federal.

O relatório da PF aponta 187 interações entre Moraes e Vorcaro, além de referências a encontros e pedidos do banqueiro. A PGR questiona a validade do documento e alega que a PF apurou fatos envolvendo uma autoridade com foro no STF sem autorização prévia da Corte.

Com informações do Metrópoles

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Brasil

[VÍDEO] RÉVEILLON DE LUXO: Macallan “que Lulinha gosta” entrou em pedido de quase R$ 18 mil para Ano-Novo

Fotos: Reprodução/Instagram e Juca Varella/Estadão

Uma encomenda de quase R$ 18 mil em bebidas para o réveillon de Fábio Luís Lula da Silva, mais conhecido como Lulinha, incluiu cinco garrafas do uísque escocês Macallan. O pedido foi feito por Roberta Luchsinger, sócia do filho do presidente Lula (PT), para o Réveillon de 2024 para 2025, que foi regado a luxo em uma mansão no Lago Sul, em Brasília (DF).

“E whisky pode ser o Macallan, que o Fábio gosta”, disse Roberta, em áudio enviado a um fornecedor de bebidas de luxo de Brasília, revelado pela coluna da jornalista Andreza Matais no portal Metrópoles. A encomenda ainda tinha 12 garrafas de champanhe, vinhos e outras bebidas. A conta fechou em R$ 17.925 e foi paga via Pix pela RL Consultoria, empresa de Roberta.

Na mensagem enviada a um fornecedor de bebidas de luxo da capital em 19 de dezembro de 2024, Luchsinger justifica a escolha e explica que eles decidiram passar o Ano-Novo em Brasília porque Lula também ficaria na cidade, embora o áudio não confirme se o presidente participou da festa na mansão.

O whisky preferido de Lulinha é o mesmo que Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, serviu aos convidados de uma festa em abril de 2024, em Londres, que contou com a presença dos ministros do STF Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, do procurador-geral da República Paulo Gonet e do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.

 


Com informações do Metrópoles 

 

Opinião dos leitores

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