Judiciário

Ministro Celso de Mello prepara voto longo e com recados

O ministro mais antigo do Supremo Tribunal Federal, Celso de Mello, prepara o que os colegas chamam de “Sermão da Montanha” em seu voto sobre a corte aceitar ou não novos recursos no mensalão.

O “Sermão da Montanha” foi, segundo a Bíblia, um longo discurso de doutrina moral proferido por Jesus Cristo.

Os ministros do STF analisam se a corte deve aceitar um recurso chamado de embargos infringentes. A votação terminou empatada em 5 a 5 na última quinta –Mello irá decidir a questão na quarta.

O ponto principal da controvérsia está no fato de o regimento interno da corte prever os embargos nas condenações por votação apertada, quando há ao menos quatro votos pela absolvição.

Porém, uma lei de 1990, que regulamentou os processos no STF e no STJ (Superior Tribunal de Justiça), não faz referência a este tipo de recurso.

Na semana passada, Celso de Mello indicou que deve aceitar os recursos ao lembrar seu voto na primeira sessão do mensalão, em agosto de 2012.

À época, ele considerou que a Constituição de 1988 deu ao regimento do STF força de lei e ponderou que um novo julgamento garantiria um direito fundamental dos réus: o de de terem um recurso contra eventuais condenações.

Caso os recursos sejam aceitos, réus como o ex-ministro José Dirceu e o ex-tesoureiro do PT Delúbio Sores terão chances de ser absolvidos ou ter reduzidas suas penas –no caso deles, no crime de formação de quadrilha.

Com isso, poderiam escapar da prisão em regime fechado e passar para o semiaberto, quando só é preciso dormir no presídio.

SEM ECONOMIA

Conhecido no meio jurídico por não economizar palavras em suas manifestações, Mello estava com seu voto pronto na semana passada.

Ele não pôde votar porque o presidente do STF, Joaquim Barbosa, encerrou a sessão logo após a manifestação do ministro Marco Aurélio Mello, contrário à possibilidade de um novo julgamento.

Aurélio falou sobre a responsabilidade que recairá sobre a decisão de Celso de Mello, já que “os olhos da nação” estarão voltados para a corte.

Na sessão, o ministro Gilmar Mendes destacou que aceitar os recursos eternizaria o processo e significaria dizer que o STF é um “tribunal juvenil, de irresponsáveis, que não sabe como vota”.

Um ministro disse à Folha que, mesmo sem citar Marco Aurélio, o ministro deve dar uma resposta citando a necessidade de servir à Constituição, não à opinião pública.

Celso de Mello também pretenderia abordar os problemas apresentados por Mendes.

Com tantas respostas a dar, seu voto deve ser longo –por isso a referência de ministros ao “Sermão da Montanha”.

Indicado ao STF em 1989 pelo então presidente José Sarney, Celso de Mello tem 24 anos de corte. Fez fama com votos extensos e tão fundamentados que são tidos por advogados como “pedagógicos”.

Folha de S.Paulo

Opinião dos leitores

  1. FHC TENTOU ACABAR COM EMBARGOS, MAS CONGRESSO NÃO DEIXOU

    Está mais que evidente que os embargos infrigentes existem.

    Em 1998, ex-presidente Fernando Henrique Cardoso propôs, em sua mensagem ao Congresso, que esse tipo de recurso fosse suprimido da Lei 8.038, que tantos debates suscitou nas últimas sessões do STF; o Congresso, no entanto, decidiu preservar o direito de defesa

    Uma reportagem do jornal O Globo, de 13 de setembro de 2013, demonstra que a decisão de manter os embargos infringentes foi tomada pelo próprio Congresso Nacional, em 1998, quando o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso propôs suprimir esse tipo de recurso. Leia abaixo:

    BRASÍLIA A Câmara dos Deputados manteve, deliberadamente, a possibilidade de apresentação de embargos infringentes nos julgamentos do Supremo Tribunal Federal. O GLOBO encontrou nos documentos de tramitação da mensagem presidencial número 43, de 1998, a análise da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara sobre a manutenção dos embargos e a opção dos parlamentares foi expressa a favor desse último recurso.

    O debate foi suscitado pela chegada do texto do presidente Fernando Henrique Cardoso que propunha a extinção dos embargos. Em seu artigo 7º, a mensagem presidencial acrescentava um novo artigo à lei 8.038, de 1990. O texto sugerido pelo governo era claro: Art 43. Não cabem embargos infringentes contra decisão do plenário do Supremo Tribunal Federal.

    No entanto, ao longo da tramitação da mensagem na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, o então deputado Jarbas Lima, hoje professor de direito constitucional da PUC do Rio Grande do Sul, apresentou um voto em separado pedindo a supressão do trecho que previa o fim dos embargos. E argumentou:

    A possibilidade de embargos infringentes contra decisão não unânime do plenário do STF constitui importante canal para a reafirmação ou modificação do entendimento sobre temas constitucionais, além dos demais para os quais esse recurso é previsto. Perceba-se que, de acordo com o Regimento Interno da Suprema Corte (artigo 333, par. único), são necessários no mínimo quatro votos divergentes para viabilizar os embargos explicita o voto do deputado.

    Lima ainda defende a necessidade de manutenção dos embargos justamente pelo fato que hoje tanto anima os condenados do mensalão: a possibilidade de uma nova composição do tribunal levar à revisão de condenações:

    "Se a controvérsia estabelecida tem tamanho vulto, é relevante que se oportunize novo julgamento para a rediscussão do tema e a fixação de um entendimento definitivo, que depois dificilmente chegará a ser revisto. Eventual alteração na composição do Supremo Tribunal no interregno poderá influir no afinal verificado, que também poderá ser modificado por argumentos ainda não considerados ou até por circunstâncias conjunturais relevantes que se tenham feito sentir entre os dois momentos. Não se afigura oportuno fechar a última porta para o debate judiciário de assuntos da mais alta relevância para a vida nacional", diz.

    Apesar de o deputado Djalma de Almeida Cesar, que era o relator da matéria, ter defendido em seu primeiro voto a extinção dos embargos, conforme proposto por FHC, ele muda de posição ao longo da discussão e, no voto final, que acaba se transformando em lei, recebe a sugestão de Jarbas Lima e suprime o trecho que punha fim aos embargos. Na avaliação do doutor em direito Constitucional pela PUC-SP Erick Wilson Pereira, a existência desse debate dentro do Congresso dará novo argumento para os defensores dos embargos:

    "Você deve levar em consideração qual foi a vontade do legislador. Quando o plano da expressão não consta em determinado texto normativo, no conteúdo você pode levar em consideração o que o legislador debateu. Esse fato não foi debatido em nenhum instante. Se tivessem ciência disso, pode ter certeza que os defensores teriam levantado isso. É um fato novo", explica.

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Mundo

EUA dizem estar ‘à disposição’ para discutir tarifaço em resposta ao Brasil na OMC

Foto: Getty

Os Estados Unidos responderam ao pedido apresentado pelo Brasil na Organização Mundial do Comércio (OMC) e aceitaram realizar consultas sobre as tarifas impostas às exportações brasileiras. Em documento enviado nesta segunda-feira, 10, o governo americano afirmou estar disponível para marcar uma reunião com representantes da missão brasileira.

“Os Estados Unidos aceitam o pedido do Brasil de realização de consultas. Estamos à disposição para nos reunirmos com os representantes de sua missão em uma data mutuamente conveniente para a realização das consultas”, diz o documento enviado pelos EUA à OMC.

O Brasil havia solicitado a abertura das consultas em 27 de julho. A medida permite que os dois países se reúnam diretamente para tratar das tarifas adotadas pelos Estados Unidos.

A contestação brasileira envolve duas tarifas. Uma delas, de 25%, foi direcionada especificamente ao Brasil sob a justificativa de que o país adotaria práticas econômicas consideradas desleais em relação a empresas americanas. A outra, de 12,5%, está relacionada à alegação de falhas na fiscalização da importação de produtos fabricados com trabalho forçado e também alcança dezenas de outros países.

Ao recorrer à OMC, o governo brasileiro argumentou que as medidas americanas são discriminatórias e unilaterais e desrespeitam compromissos assumidos pelos Estados Unidos perante a organização. Embora essa não tenha sido a justificativa apresentada pelo Brasil no processo formal, o governo federal tem afirmado que as tarifas possuem motivação política e desconsideram os argumentos técnicos apresentados pelas autoridades brasileiras durante as negociações com os responsáveis pelo comércio americano.

A iniciativa brasileira também é vista como uma medida de caráter simbólico. A avaliação é de que uma eventual decisão da OMC teria capacidade limitada para produzir uma reversão efetiva das tarifas americanas.

Com informações de Veja

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Brasil

“LULA DO BEM”: MP pede impugnação da candidatura de sósia de Lula

Foto: Reprodução

A Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo pediu, nesta segunda-feira (10/8), a impugnação da candidatura de Célio Morais, o “Lula do Bem”, à Câmara dos Deputados pelo PL. Célio Morais é vereador pelo PL em Jaboticabal (SP) e médico da Aeronáutica.

Na manifestação, obtida pela coluna, o procurador Paulo Taubemblatt alega que o uso do nome indicado pode sugerir algum grau de parentesco com o presidente Lula e que a junção da expressão “do Bem” ao nome “Lula” veicula “mensagem ideológica e juízo de valor”.

Além disso, o pedido ao Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) aponta que, em 2024, Célio Morais foi eleito para a Câmara dos Vereadores do Jaboticabal com outro nome de urna. O documento cita uma resolução que determina que:

“A Justiça Eleitoral indeferirá todo pedido de variação de nome coincidente com nome de candidato a eleição majoritária, salvo para candidato que esteja exercendo mandato eletivo ou o tenha exercido nos últimos quatro anos, ou que, nesse mesmo prazo, tenha concorrido em eleição com o nome coincidente”.

Apelidado de Lula do Bem por bolsonaristas, Célio Morais esteve em manifestações ao lado de Jair Bolsonaro em 2025. Mas antes de estar ao lado do ex-presidente que hoje está preso, o vereador viralizou nas redes sociais por ser parecido com Lula e ter comparecido a um ato convocado por Bolsonaro em 2024.

Após viralizar nas redes sociais, Célio Morais passou a ser conhecido pelo próprio Bolsonaro e foi convidado por Valdemar da Costa Neto para concorrer ao cargo de vereador naquele ano.

Com informações de Metrópoles

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Política

Rogério Marinho cita Master e diz que PT voltou à cena do crime

Foto: Waldemir Barreto

Nesta segunda-feira (10), o senador Rogério Marinho (PL-RN) criticou o Partido dos Trabalhadores (PT). Ele se manifestou por causa de uma notícia de que o senador Jaques Wagner (PT-BA) e o ministro da Casa Civil, Rui Costa, ex-governador baiano teriam favorecido um negócio que enriqueceu o controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro.

Wagner e Costa são ex-governadores da Bahia. De acordo com publicação do Poder360, de quem são as informações, uma aproximação do comando do PT na Bahia com o empresário Augusto Lima, também conhecido como Guga Lima. As conexões criadas foram a origem do que viria a ser o Banco Master com Vorcaro. Fatos geraram a investigação da Polícia Federal (PF) sobre o possível tráfico de influência imputado a Jaques Wagner e também a atuação decisiva a favor do Master por parte de Rui Costa quando foi governador.

Para Rogério Marinho, “o Banco Master não nasceu do nada” e “o PT voltou à cena do crime”.

– O Banco Master não nasceu do nada. O rastro passa pelo PT da Bahia, por decisões que favoreceram Vorcaro e por aliados de Lula que têm muito a explicar sobre esse enredo, como Jaques Wagner e Rui Costa. O PT voltou à cena do crime! Mudou o escândalo, mas repetiu o método de corrupção! – escreveu.

 

Com informações de Pleno News

 

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Eleições 2026

Flávio Bolsonaro escolhe slogan para campanha: “O Brasil vai vencer”

Foto: Reprodução

O senador Flávio Bolsonaro (PL) definiu o slogan de sua campanha à Presidência da República: “O Brasil vai vencer”.

A frase será usada na identidade visual da campanha, que terá o verde e amarelo como cores predominantes e um “V” estilizado.

A escolha ocorre em meio à reorganização da campanha de Flávio, que tem como responsável pelo marketing o publicitário Duda Lima – o mesmo que atuou na campanha de Jair Bolsonaro em 2022. O primeiro ato oficial está previsto para domingo (16), em Copacabana, no Rio de Janeiro (RJ).

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Mundo

“HOMICÍDIO”: Boneca sexual é ‘confundida’ com corpo e mobiliza polícia por 20h na Austrália

Foto: Reprodução

Uma boneca sexual com aparência realista foi confundida com uma vítima de assassinato após ser encontrada dentro de uma mala abandonada em uma área rural da Austrália, no domingo (9).

O episódio acabou mobilizando detetives e peritos forenses da polícia de Nova Gales do Sul, que abriram uma investigação sobre um “possível homicídio” antes de confirmarem que não havia uma vítima.

Dois homens dirigiam pelo interior da Austrália quando encontraram a mala abandonada. Dentro dela, havia o que inicialmente parecia ser restos humanos.

A aparência do objeto levou a polícia a tratar o caso como uma possível morte. Uma equipe de detetives e peritos forenses foi enviada ao local para analisar o conteúdo da mala. A investigação só mudou de rumo após os exames realizados pelos peritos.

A polícia confirmou que o conteúdo da mala era uma boneca de aparência muito realista. A boneca sexual tinha roupas, cabelo e até um piercing no nariz. A superintendente da polícia de Nova Gales do Sul, Linda Bradbury, afirmou que os agentes inicialmente confundiram a boneca com um ser humano.

Segundo ela, o realismo da boneca ajudou a explicar o engano durante a primeira avaliação da ocorrência.

Portal NDMais

 

 

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Brasil

EXTRAVIRGEM? Após análises, 5 azeites que são vendidos como extravirgem tem classificação de azeite virgem

Foto: Reprodução

Os resultados de análises realizadas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) reacenderam o debate sobre a qualidade dos azeites importados comercializados no Brasil como extravirgem.

Laudos emitidos pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA) apontaram que parte dos produtos vendidos com essa classificação corresponde, na realidade, a azeites virgens e, em alguns casos, até a azeites lampantes, considerados impróprios para o consumo humano em seu estado original.

As análises foram realizadas por determinação da Justiça Federal, no âmbito de uma Ação Civil Pública proposta pelo Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo contra o Mapa e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

De acordo com os laudos, os azeites abaixo foram enquadrados como azeites virgens:

  • Andorinha,
  • Gallo,
  • Borges,
  • Gomes da Costa,
  • Filippo Berio
  • Carrefour

Aqui as que foram classificadas como lampantes:

  • Costa D’Oro e Terras de Camões

Segundo a procuradora da República Karen Louise Jeanette Kahn, os resultados confirmam as suspeitas que motivaram a ação e abrem uma nova etapa do processo judicial.

Na avaliação do Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibraoliva), os resultados reforçam a necessidade de maior rigor na fiscalização dos azeites importados comercializados no país. O presidente da entidade, Flávio Obino Filho, afirmou que os laudos confirmam denúncias feitas anteriormente pelos produtores nacionais.

“Os laudos técnicos confirmam denúncias feitas reiteradamente pela instituição. São azeites velhos, com defeito, descartados pelos europeus, que chegam às prateleiras dos supermercados como extravirgem e são, na verdade, virgens”, declarou.

Segundo Obino, a diferença de qualidade também ajuda a explicar a disparidade de preços em relação ao azeite brasileiro. De acordo com ele, muitos desses produtos apresentam características sensoriais incompatíveis com um azeite extravirgem de alta qualidade, como ausência de frutado e presença de ranço e mofo.

Com informações de Novos Produtos/ Instagram

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Brasil

Operações da PF contra Lulinha e Jaques Wagner ‘queimam’ ministro da Justiça, diz colunista

Foto: Valter Campanato

Cresce a lista dos que apostam que Wellington César Lima e Silva não terá vida longa no Ministério da Justiça de Lula. No PT, a fritura do ministro se intensificou nas últimas semanas, sobretudo após batida da Polícia Federal em endereços de Jaques Wagner, ex-líder do presidente no Senado, que perdeu a vaga após a operação policial. Para piorar, setores da própria PF andam insatisfeitos com o desempenho do ministro, considerado “meio mole” na defesa da corporação.

As críticas contra o ministro são sobre atuação da PF contra Jaques e contra Fabio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente.

O aperto da PF ocorre em ano eleitoral e com tudo para ficar ainda pior. Além de Lula, Jaques Wagner também precisa renovar o mandato.

Jaques foi o fiador de Wellington na Esplanada de Lula. Além de o nomear duas vezes para comandar o Ministério Público da Bahia.

O senador baiano também emplacou o aliado no Ministério da Justiça de Dilma. Durou 11 dias, até o STF mandar escolher entre a pasta e o MP.

Com informações da coluna de Cláudio Humberto – Diário do Poder

 

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Política

‘Flávio já devia ter escolhido e anunciado o seu Posto Ipiranga’, diz Valdemar


Foto: Reprodução

Presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto opina que Flávio Bolsonaro (PL-RJ) já deveria ter anunciado o nome escolhido para ocupar o Ministério da Fazenda em um eventual governo. Ao Radar, o cacique do PL afirmou que o filho primogênito de Jair Bolsonaro (PL) está “perdendo tempo” e, ao não fazer um anúncio similar ao feito pelo pai em 2018, quando optou por Paulo Guedes para conduzir a economia antes mesmo das eleições, Flávio acaba se distanciando de setores importantes.

“Flávio já devia ter anunciado o seu posto Ipiranga, está perdendo tempo ao não escolher logo um nome. Isso traz segurança ao mercado, aos players da economia. Basta ver o sucesso que foi quando Bolsonaro anunciou o Paulo Guedes em 2018. Para mim, é fato que a (economista) Daniella Marques será convidada para ser ministra, caso ele vença as eleições. Não sei se para a Economia, mas deve estar na Esplanada. Cairia bem se ele já antecipasse dois ou três nomes”, disse à coluna.

O filho de Jair Bolsonaro realizará o primeiro ato da sua campanha no próximo dia 16, no Rio de Janeiro. O evento marcará o início da caminhada ao lado do seu candidato a vice, Alfredo Gaspar (PL-AL). O local foi escolhido por se tratar do berço do bolsonarismo e colégio eleitoral do pai.

Como a convenção nacional que oficializou Flávio como candidato foi feita em São Paulo e as próximas agendas devem se concentrar nas regiões Norte e Nordeste, Flávio optou pelo seu estado natal.

Em paralelo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) realizará o seu primeiro ato de campanha também no dia 16, no Estádio Municipal 1º de Maio, em São Bernardo do Campo (SP).

O ato será o primeiro grande evento após a oficialização da chapa Lula-Alckmin, que conta com os apoios de PCdoB, PV, PSB, PDT, PSOL e Rede.

Com informações de Veja

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Eleições 2026

Candidata do PSol “infla” declaração ao TSE e informa ter R$ 2 bilhões em bens


Foto: Reprodução

Candidata a vice-governadora de Tocantins, Lúcia Viana (Psol) declarou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ter um patrimônio de R$ 2 bilhões. No entanto, ao analisar os bens declarados pela servidora pública, é possível notar que erros de digitação podem ter “inflado” o valor dos bens.

A maioria dos bens foram declarados com valores acima do mercado. Por exemplo, a candidata declarou ter um Toyota Ethios modelo 2015/16 avaliado em R$ 35 milhões, sendo que o valor de mercado do veículo é de aproximadamente R$ 35 mil.

Lúcia Viana declarou ter um Fiat Strada 2007 e um Renalt Sandero 2013/14 avaliados em R$ 25 milhões cada um. Para se ter noção do erro, com os valores declarados seria possível comprar mil unidades de ambos os veículos com o preço de mercado.

A candidata ainda declarou ter cinco imóveis. Um deles, no loteamento Lago Sul, em Palmas (TO), custaria R$ 150 milhões. No entanto, ao buscar imóveis a venda no mesmo local, os preços variam de R$ 120 mil a R$ 1 milhão.

Com informações de Metrópoles

 

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Mundo

Deputado dos EUA surpreende com montagem de Lula preso com garrafa de cachaça

Foto: Reprodução/X

O deputado republicano Carlos Gimenez, da Flórida, publicou nas redes sociais uma montagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em uma imagem inspirada na fotografia de Nicolás Maduro divulgada por Donald Trump após a prisão do então líder venezuelano. Na postagem, o parlamentar escreveu que aquilo seria “o que o espera”.

Na montagem, Lula aparece com o mesmo moletom cinza usado por Maduro na foto publicada por Trump e segura uma garrafa de cachaça. A publicação foi posteriormente compartilhada pelo ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro e pelo influenciador Paulo Figueiredo.

Gimenez é integrante do Partido Republicano e apoiador de Trump. Horas depois da primeira publicação, ele voltou a criticar Lula e afirmou que o presidente brasileiro estaria sob influência de lideranças que chamou de “castrocomunistas”.

“A hostilidade de Lula em relação a Marco Rubio não surpreende. Diante de uma liderança firme que defende a liberdade, a esquerda radical responde com ataques. O Brasil merece mais: liberdade, democracia e um futuro longe da influência ‘castrocomunista’”, escreveu o deputado.

Com informações da Jovem Pan

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