
Além disso, houve uma “deterioração das condições financeiras”, com o aumento do dólar norte-americano, a greve dos caminhoneiros, e uma guerra comercial entre potencias. “Isso tudo afeta principalmente a dinâmica de investimento. E ainda temos, no caso brasileiro, a transição política, com um novo governo”, disse.
Empregos
Em entrevista em Buenos Aires, onde participa de uma reunião de ministros da Fazenda e presidentes do Banco Central do G-20 (grupo das vinte economias mais desenvolvidas), Guardia também falou sobre o emprego e o fechamento de 600 vagas em junho. Ele comparou os dados do mês passado a “uma foto” da situação, tirada num determinado momento. “Eu prefiro olhar o filme. De janeiro a junho (de 2018) nós criamos 344 mil vagas”, disse o ministro. “Todos os setores com exceção do comercio, que teve redução, todos os demais setores tiveram crescimento na criação de vagas”.
O ministro disse que o Brasil está saindo da “pior recessão da história” do país e que de julho de 2016 a junho de 2017 houve uma redução de mais de 800 mil vagas. “Então, nós revertemos isso e agora estamos criando 344 mil vagas neste ano”, disse. Segundo ele, o desempenho de junho foi certamente afetado pela greve dos caminhoneiros.
Agência Brasil
Pra TUDO que acontece Agora, colocam "a greve dos caminhoneiros" como partícipe.
Se essa "greve" foi tão ruim como dizem, onde estavam os intelectos do governo e o que fizeram quando o movimento foi deflagrado?
E a inteligência, o que previu?
E os empresários, usuários dos serviços de fretes, o que fizeram para não perderem a sua produção?
E de lá para cá, o que o governo fez, ou está fazendo para mudar a dependência total deste modal?
Ah! Lembrei.
O governo aplicou multas milionárias e/ou impagáveis.
Agora, retrocede.
E os preços altos, o frango de tamanho menor e com menos peso, o preço da gasolina que não retrocede……e etc. Etc.. etc., tudo por conta da "greve dos caminhoneiros.
VÊ SE PEDE PRA SAIR.