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Ministro do STF cobra legalização das drogas: “Precisamos de ousadia”

Foto: Nelson Jr./STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Roberto Barroso e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso defenderam a legalização, com regulação rígida pelo Estado, de todos os tipos de drogas no país. Para o ministro, a legalização das drogas quebraria o poder do tráfico nas comunidades carentes e reduziria os casos de vítimas inocentes, que morrem por causa de bala perdida em favelas e de jovens humildes cooptados pelo tráfico. Já Fernando Henrique Cardoso admitiu ter adotado política errada nessa área em seus dois mandatos presidenciais.

“Estamos precisando de alguma ousadia. Minha posição é legalização e regulação rígida do Estado. A droga é ruim, e portanto o papel do Estado é desestimular o usuário e combater o traficante”, disse o ministro. “Não sei se vai dar certo, mas quando regula, se diz onde vai vender, tributa e proíbe a venda a menores. Se der certo, estende para a cocaína”, acrescentou.

Na avaliação de Barroso, cabe ao Estado mostrar os malefícios das drogas para as pessoas. “Não estamos defendendo as drogas, temos que enfrentar [o problema]. A guerra às drogas fracassou no mundo inteiro, mas o consumo só aumenta.” Ele defendeu que o uso recreativo das drogas, em ambiente privado, não seja proibido. “Cada um faz as suas escolhas de vida, e talvez este [consumo de drogas] não esteja entre os maiores riscos”, afirmou.

Barroso e FHC participaram de seminário sobre descriminalização do uso de drogas, promovido pela Fundação Fernando Henrique Cardoso, na capital paulista. O evento foi promovido pela revista Época, pela editora Zahar, pelo Instituto Igarapé e pela Fundação Armando Álvares Penteado (Faap) na capital paulista.

Julgamento interrompido

O Supremo deverá retomar, em breve, o julgamento de um recurso apresentado por um ex-preso de Diadema (SP), condenado a dois meses de prestação de serviços à comunidade por porte de maconha. A droga foi encontrada na cela dele. Se a maioria da corte julgar inconstitucional o artigo da lei contestada, o porte de droga para consumo pessoal estará, na prática, descriminalizado. O recurso é relatado pelo ministro Gilmar Mendes.

Em 2015, ao examinarem esse caso, Barroso e outros dois dos 11 ministros votaram pela liberação do porte de maconha para uso pessoal. O julgamento foi interrompido por pedido de vista de Teori Zavascki. Caberá ao seu substituto, Alexandre de Moraes, seguir com o processo.

Para Roberto Barroso, comportamentos que não causam danos a terceiros poderiam ser liberados e réus primários, com bons antecedentes, flagrados com drogas não deveriam ser presos preventivamente e, sim, receber outros tipos de punição, como prestação de serviço à comunidade.

Barroso afirmou que pretende defender inicialmente no STF a descriminalização apenas da maconha, para, em um segundo momento, fazer com que a decisão possa ser estendida para outras drogas.

Recado para Moraes

O ex-presidente Fernando Henrique disse que, quando governou o país, cometeu erros na política de combate às drogas, como repressão e ações simbólicas como o corte de pés de maconha, assim como o ministro recém-empossado no STF, Alexandre de Moraes, filiado até o início de fevereiro ao PSDB. “Ele [Alexandre de Moraes] vai perceber, depois, que [cortar pés de maconha] não adianta nada.”

Barroso espera que Alexandre de Moraes estude sobre a descriminalização das drogas antes de seu voto no STF. “A posição dele não chega lá carimbada, eu acho que ele vai estudar e emitir uma opinião. Seja ela qual for, merecerá respeito”, declarou.

Congresso em Foco, com informações da Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. A galera tem que entender o seguinte, o mercado negro já existe. Os clientes já existem. Os viciados em drogas psicotrópicas, como o álcool e cocaína por exemplo, já existem, nesse caso, se ia regularizar um mercado que JÁ EXISTE. Deixem de hipocrisia, que fazer isso, é uma questão muito mais além do que vocês "especialistas" acham. O País deve sim mudar, legalizar, tirar o poder da mão da figura hedionda do traficante, vejam a história, a guerra as drogas é falha a muitas e muitas décadas, vamos deixar de ser retrógrados e evoluir, pensem em países como os EUA e o Canadá. O próprio Uruguai ja se antecipou, já esta colhendo impostos. "Essa tribo é atrasada demais".

  2. Com tantos assuntos mais importantes para tratar em nosso país, me admiro de um ministro STF ser tão incisivo neste assunto. Eu acho que ele deveria primeiro visitar as clinicas de tratamento de dependentes químicos e também saber a opinião dos familiares dos dependentes químicos, que na maioria das vezes sofrem e bancam o tratamento de seus familiares.
    Obs.: um país que não controla nada, quer controlar o tráfico, que primeiramente é um comércio, com toda sua ambição em ganhar dinheiro, custe o que custar.

  3. Aí os traficantes vão ocupar os cargos de deputados, senadores, desembargadores e ministros. E os noiados vão invadir as ruas! Todo mundo vai ter que andar armado pra se proteger dos noiados!

  4. A mais de 10 anos a propaganda educativa contra as drogas, especialmente a maconha, foi extinta da tv e das outras mídias (por que será?) , ao mesmo tempo que a própria TV e a internet se encheram de especialistas em favor da erva "natural".

    O combate contra as drogas depende especialmente da Educação e do Policiamento ostensivo, que com raras exceções nosso pais FALHA MISERAVELMENTE nesses dois pontos, pois nunca foi o foco dos governos independente da bandeira , professores e policiais recebem mal e tem pouca estrutura de trabalho.

    Descriminalizar significa o Estado Brasileiro regular o consumo, coisa que ele não faz direito , seja por falta de fiscais ou pela corrupção, sendo que mesmo que fizesse (uma utopia) o potencial viciante da droga iria forçar o usuário buscar de novo o traficante, que agora seria uma espécie de "traficante Gourmet".

    Imposto gerados seriam novamente mal usados e/ou desviados , os excessos e problemas relacionados a droga seriam tratados pelos SUS que já é mal financiado a anos, o usuário de alto nível não sentiriam nenhuma mudança, isso se não se tornarem empresários.

    O uso processado de componentes da maconha tem que ser trabalhado por órgão sérios e sua liberação junto a cultura brasileira, a tendencia seria o aumento do consumo pois a droga em geral não sofre com a queda dos níveis de satisfação como os alimento por exemplo, que geram niveis de saciedade rapidamente.

    Enfim, na teoria a liberação traria supostos benefícios mas na prática não será o que acontece, especialmente para quem já conviveu com surtos de pessoas viciadas. No Uruguai os resultados não são animadores, porém a midia continua abafando, o que indica que alguém esta ganhando alguma coisa nisso tudo, menos a população brasileira.

  5. Muito bacana! Um pai se esforça para educar os filhos e mantê-los longe das drogas aí vem um representando do Estado Brasileiro com uma pérola dessas. Agora me diga: com que cara os pais vão dizer aos filhos que droga não presta???

  6. Deve ter o mesmo sentido de descriminalizar o caixa dois dos partidos e aí deixa de ser crime. Ao se deixar de lado tudo o que nos parece difícil ou não é do nosso interesse controlar, parece ser uma saída sucumbir a ele

  7. Que bacana.. agora ministro do STF virou especialista em medicina e psiquiatria. Liberar mais uma droga vai fazer bem a saude publica e a segurança. E se liberar todas, melhor ja fazer um plano funerario publico, vai ter muita gente morrendo pelo consumo, alem de consequencias no sistema produtivo. Se o Estado incompetente nao consegue controlar um mosquito transmissor de doencas, imagino a epidemia causada pelas drogas na sociedade. Quem vai bancar o custo da saude pra remediar esta nova doenca? Nenhum país do mundo realmente conseguiu acabar com o trafico, porem nenhum país do mundo liberou as drogas sem que isso tenha prejudicado a sociedade e o sistema de saude. Melhor se aqui fosse a Indonesia, la funciona o controle.

  8. A galera da Anvisa anda estudando alguns modelos de regulação do mercado de maconha medicinal. De acordo com a coluna do jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, uma missão de técnicos da agência foi até o Canadá com este objetivo.

  9. Tributar? Sei….igual ao cigarro que é altamenre tributado, e ai vem.cigarro contrabandeado do Paraguai. Sei…..

  10. "O plano da Anvisa seria de apresentar, antes do final de 2017, um projeto de permissão para o cultivo de maconha para uso medicinal por empresas ou associações.

    A possibilidade da utilização de remédios feitos com maconha por brasileiros ainda trava no alto custo de importação destes produtos. Não é raro encontrar famílias que gastam mais de 3 mil reais por mês apenas com a compra destes medicamentos no exterior.

    No final de 2016, algumas famílias conseguiram um habeas corpus para cultivar a maconha necessária para produzir o medicamento canábico. Infelizmente este ainda são casos isolados e só uma real mudança na legislação pode contemplar este direito para todos os pacientes."

  11. Concordo plenamente com o ministro. A politica de combate as drogas fracassou. A liberação da maconha vai desestabilizar momentaneamente os traficantes.

    1. Realmente tem que liberar tudo (drogas e todos os tipos de crimes), daí não precisa mais de presídios., de polícia, de judiciáriario e prevalece a lei do mais forte. Pense numa super economia que teremos e para completar mudaria o nome do nosso país para Cabaré! Salve-se quem puder! Nossos governantes e ministros a cada dia se superam!??????????

  12. Tem que liberar mesmo, maconheiro solto na rua fumando e roubando mais ainda. Eita cabaré é este Brasil. E um ministro do STF pedindo legalidade, Uh Uh, tome maconha no rabo!

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Câmara dos Deputados aprova projeto que impede prescrição de pena para condenados foragidos

Foto Cristiano Mariz/O Globo

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (15) um projeto de lei que suspende o prazo de prescrição da execução da pena de condenados que fogem do sistema prisional ou têm o livramento condicional revogado. O texto segue agora para análise do Senado.

Se também for aprovado pelo Senado, o projeto seguirá para sanção presidencial.

De autoria do deputado Kim Kataguiri (União-SP), a proposta altera o Código Penal para determinar que o prazo de prescrição fique suspenso enquanto o condenado estiver foragido, voltando a contar apenas após sua captura ou reapresentação à Justiça.

Segundo o autor, a legislação atual permite que o prazo continue correndo durante a fuga, o que pode resultar na prescrição da pena antes da prisão do condenado.

Relator da proposta, o deputado Alberto Fraga (PL-DF) afirmou que a mudança corrige uma distorção da lei e impede que a fuga funcione como um “prêmio” ao condenado.

A votação ocorreu em meio ao aumento da preocupação dos brasileiros com a segurança pública. Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira aponta que a violência é o principal problema do país para 31% dos entrevistados, à frente da saúde e da economia, ambas citadas por 15%.

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Pré-campanha de Lula tem disputas internas, e aliados travam embates na comunicação, jurídico e programa de governo

Foto: Wilton Junior/Estadão

A pouco mais de um mês do início oficial da campanha eleitoral, a pré-campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enfrenta disputas internas por espaço nas áreas de comunicação, programa de governo e jurídico.

Segundo a Folha de S.Paulo, um dos episódios ocorreu durante uma discussão entre o ministro da Secretaria de Comunicação (Secom), Sidônio Palmeira, e o chefe de gabinete da Presidência, Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, sobre a estratégia de comunicação da campanha. De acordo com aliados, Lula precisou interromper o debate ao dar um soco na mesa.

A reportagem afirma que o desentendimento começou após o presidente criticar o tom festivo de uma peça publicitária produzida pela Secom. Sidônio teria defendido o material, enquanto Marcola apoiou a posição de Lula. Auxiliares de Sidônio negam qualquer mal-estar e afirmam que o ministro permanecerá no governo por decisão do presidente.

Outro foco de divergência envolve a elaboração do plano de governo. O coordenador do programa, Sérgio Gabrielli, criticou a política de juros no combate à inflação, o que gerou reação do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Após o episódio, Lula determinou que o programa só seja debatido publicamente com o aval da equipe econômica.

Também há impasse na coordenação jurídica da campanha. Lula defende uma atuação mais política contra fake news e o uso de inteligência artificial nas eleições, enquanto o presidente do PT, Edinho Silva, prefere manter parte da equipe jurídica de 2022.

À Folha, Edinho negou qualquer disputa. “Não há nenhuma disputa no jurídico da campanha. A equipe está em pleno trabalho na pré-campanha presidencial.” Já o advogado Marco Aurélio Carvalho afirmou: “Respeito a opinião dele [Edinho]. Mas tenho uma opinião distinta sobre o papel do coordenador jurídico sem um papel político.”

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PESQUISA GENIAL/QUAEST: Para 43% a economia piorou nos últimos 12 meses; para 20%, houve melhoras

Foto: Michael Melo/Metrópoles

Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (15) mostra que 43% dos brasileiros avaliam que a economia piorou nos últimos 12 meses, enquanto 20% consideram que melhorou e 33% dizem que permaneceu igual. Outros 4% não responderam.

Em abril, 50% afirmavam que a economia havia piorado, 21% diziam que havia melhorado e 27% avaliavam que estava igual.

Para 66%, alimentos estão mais caros

Sobre o custo dos alimentos, 66% afirmam que os preços subiram no último mês, 23% dizem que permaneceram iguais e 9% avaliam que caíram. Outros 2% não responderam. Em junho, 69% percebiam alta, 22% diziam que os preços estavam estáveis e 7% apontavam queda.

Poder de compra está menor para 68%

A pesquisa também mostra que 68% afirmam ter hoje um poder de compra menor do que há um ano, ante 67% em junho. Para 10%, o poder de compra aumentou (eram 13%) e, para 21%, permaneceu igual (eram 19%). Outros 1% não responderam.

O novo Desenrola é conhecido por 66% dos entrevistados e desconhecido por 34%. A iniciativa é considerada uma boa ideia por 55%, ajuda um pouco para 20%, é vista como uma má ideia por 21% e 4% não responderam.

Entre os entrevistados, 87% disseram não ter sido beneficiados pelo programa e 12% afirmaram que foram. Desses, 35% disseram que a renda aumentou de forma significativa após o Desenrola, 31% relataram aumento, mas não muito, e 33% disseram não ter percebido diferença.

Endividamento

Em relação ao endividamento, 47% afirmaram ter poucas dívidas, 31% disseram não estar endividados, 21% relataram ter muitas dívidas e 1% não respondeu.

Dados da pesquisa

A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-07181/2026. O instituto realizou 2004 entrevistas entre os dias 10 e 13 de julho.

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EUA sinalizam novo tarifaço ao Brasil, e lista de exceções deve ser ampliada

O representante do comércio da Casa Branca, Jamieson Greer – Foto: Anna Moneymaker/Getty Images via AFP

O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) pediu nesta quarta-feira (15/7) que sejam aplicadas novas tarifas a produtos brasileiros importados pelos EUA. O pedido, baseado na investigação comercial aberta contra o Brasil em julho de 2025, prevê aumento na lista de isenções.

De acordo com a CNN, Jamieson Greer enviou à Casa Branca a recomendação produzida pelo USTR para adotar as taxas contra o Brasil. Greer é o responsável pelo USTR, que conduz a política comercial do EUA, e já havia relatado dificuldade nas negociações com o governo brasileiro.

O veredito do USTR estava previsto para esta quarta, com a definição de alíquota para a tarifa, prazo para início da cobrança e atualização do anexo com produtos isentos da sobretaxa.

Além de recomendar a aplicação das taxas, o USTR sugeriu uma atualização da lista de isenções para o tarifaço, com produtos que não serão atingidos pela nova alíquota. Para entrar em vigor, a medida depende do aval do presidente Donald Trump.

Investigação contra o Brasil

  • O USTR abriu investigação contra o Brasil, em 15 de julho de 2025, para apurar supostas práticas comerciais consideradas desleais pelos Estados Unidos.
  • Em 1º de junho de 2026, o órgão concluiu a apuração e afirmou ter identificado práticas adotadas pelo Brasil que, em sua avaliação, prejudicam empresas e interesses norte-americanos.
  • Com base nessas conclusões, o USTR propôs a aplicação de tarifas de 25% sobre uma série de produtos brasileiros.
  • Caso a prática seja adotada, associações da indústria avaliam que a medida pode ter um impacto de cerca de US$ 14,9 bilhões em exportações aos EUA.

Embora tenha embarcado em uma intensa negociação com o órgão norte-americano no último ano, a decisão já era esperada pelo Palácio do Planalto, que aguardava pelo anúncio oficial para entender o alcance da medida, tanto em relação às alíquotas quanto aos produtos afetados.

O rito para conclusão da investigação foi finalizado nesta quarta, data que marca um ano da investigação aberta pelo USTR contra o Brasil. Durante a manhã, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reuniu-se com autoridades responsáveis peloss assuntos internacionais do governo. Até o momento, contudo, o governo ainda não se manifestou oficialmente sobre a medida.

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[VÍDEO] O QUE SOBROU PARA CARLOS EDUARDO: ex-prefeito anuncia que não será mais candidato a deputado estadual e vai coordenar campanha de Allyson em Natal

No “Meio Dia RN” desta quarta-feira (15), BG comentou a notícia de que o ex-prefeito Carlos Eduardo desistiu de ser candidato a deputado estadual e vai coordenar a campanha de Allyson Bezerra ao Governo do Estado em Natal. Para ele, o posto “é o que cabe” ao ex-gestor da capital, que antes havia sido “desconvidado” da pré-candidatura ao Senado pelo União Brasil.

“Carlos Eduardo anunciou agora nas suas redes sociais que não será candidato a deputado estadual. Ele vai ficar na coordenação da campanha de Allyson em Natal. É um posto que realmente cabe para ele, ser coordenador de campanha. Carlos Eduardo não ia ser eleito de deputado estadual, não ia ser eleito deputado federal, foi desconvidado da candidatura ao Senado e agora arrumou realmente o cargo que cabe a ele”, comentou BG.

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Morre Zilson Freire, pai do prefeito de Natal Paulinho Freire

Imagem: reprodução

O pai do prefeito de Natal Paulinho Freire, Zilson Eduardo Freire, faleceu nesta quarta-feira (15), aos 91 anos de idade.

Zilson deixa, além do prefeito Paulinho Freire, outros três filhos, oito netos e três bisnetos. Ele foi casado durante 66 anos com Evane da Costa Freire.

Foi também árbitro de futebol, trabalhou no comércio de veículos e na Cosern por mais de 28 anos, onde se aposentou.

Confira onde as cerimônias de despedida serão realizadas:

Cemitério Morada da Paz – Emaús

Velório: 16.07.2026 | Inicia às 07:00h
Local: Sala de velório Capela Central

Missa: 16.07.2026 às 09:00h

Sepultamento: 16.07.2026 às 10:00h

Opinião dos leitores

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Eleições 2026

Herbert Senna declara apoio a Álvaro Dias e reforça palanque em Natal

O vereador Herbert Senna anunciou apoio à pré-candidatura de Álvaro Dias ao Governo do Rio Grande do Norte. O encontro foi realizado nesta terça-feira e reforça a ampliação das alianças políticas em torno do projeto liderado pelo ex-prefeito de Natal.

Com a adesão de Herbert Senna, Álvaro Dias amplia sua base de apoio e segue intensificando as articulações políticas em Natal e diversas regiões do estado, consolidando novas lideranças em torno de seu projeto para as eleições de 2026.

Opinião dos leitores

    1. Eu graças a Deus fui embora dessa cidade é uma tristeza que seja somente esses políticos que vocês tem disponível para voto

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Carlos Eduardo desiste de pré-candidatura a deputado estadual para coordenar campanha de Allyson Bezerra em Natal

Foto: reprodução

O ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo anunciou nesta quarta-feira (15) que desistiu de sua pré-candidatura a deputado estadual para assumir a coordenação da campanha de Allyson Bezerra (União Brasil) ao Governo do Rio Grande do Norte na capital.

Em publicação nas redes sociais, Carlos Eduardo afirmou que aceitou o convite de Allyson por considerar a missão importante para o partido e para o estado. Segundo ele, a decisão foi tomada para que possa dedicar integralmente seus esforços à coordenação da campanha em Natal.

Leia íntegra da publicação de Carlos Eduardo:

Recebi com muita honra o convite do nosso candidato ao Governo do Estado pelo União Brasil, Alysson Bezerra, para coordenar sua campanha em Natal.

Por entender a importância dessa missão para o partido e para o Rio Grande do Norte, decidi abrir mão da minha pré-candidatura a deputado estadual para dedicar meus esforços integralmente a esse projeto.

Agradeço, de coração, a todos os amigos, lideranças e apoiadores que já haviam declarado apoio ao nosso projeto. Cada demonstração de confiança fortalece ainda mais o meu compromisso com a vida pública.

Seguimos firmes e confiantes no futuro, agora na coordenação de uma das campanhas mais disputadas dos últimos anos, trabalhando pelo pelo desenvolvimento do Rio Grande do Norte.

Opinião dos leitores

  1. Agora Alysson arrumou o chapéu da viagem, não sei dos 02 quem é mais arrogante ou coronel.

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MINORIAS FORA: Secretarias do PT ligadas às Mulheres, LGBTQIA+ e Combate ao Racismo acusam legenda de exclusão do debate sobre fundo eleitoral milionário do partido

Foto: reprodução

Secretários nacionais do PT ligados às áreas de Mulheres, Juventude, LGBTQIA+ e Combate ao Racismo denunciaram terem sido excluídos das reuniões que discutem a divisão do fundo eleitoral da legenda, segundo reportagem da coluna do jornalista Carlos Madeiro, do UOL.

A exclusão gerou críticas internas por atingir justamente secretarias responsáveis por pautas que o PT historicamente afirma defender e priorizar.

Grupo foi retirado da sala quando começou o debate sobre distribuiçãoo do fundo eleitoral estimado em R$ 615 milhões

De acordo com a publicação, os representantes participaram normalmente das reuniões do Grupo de Trabalho Eleitoral (GTE), em Brasília, mas foram retirados da sala quando começou o debate sobre a distribuição dos recursos do partido, estimados em R$ 615,4 milhões pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Em mensagem enviada ao grupo do Diretório Nacional, os quatro secretários afirmaram que a medida enfraquece a participação democrática, desconsidera a diversidade e contraria decisão anterior da direção nacional que garantia a presença dos setoriais nas discussões.

Segundo o UOL, integrantes da direção do partido divergiram sobre a exclusão. O presidente nacional do PT, Edinho Silva, e outros dirigentes votaram contra a medida, mas foram derrotados pela maioria. Os secretários informaram que entregarão uma carta à presidência da legenda pedindo a reversão da decisão. Procurado pelo UOL, o Diretório Nacional do PT não havia se manifestado até a publicação da reportagem.

Opinião dos leitores

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Ezequiel emite nota informando que comunicou a Fátima decisão de apoiar Álvaro: “vamos ter caminhos distintos na parte política”

Foto: João Gilberto/ALRN

O presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira, emitiu uma nota oficial informando que conversou com a governadora Fátima Bezerra e comunicou a ela sua decisão de apoiar a pré-candidatura a governador do ex-prefeito de Natal Álvaro Dias.

Na nota, Ezequiel ressalta que tem “relação de amizade e respeito” com Fátima, mas explicou que, por decisão majoritária do PSDB, seguirá “caminhos distintos na política”.

Lei a íntegra nota de Ezequiel Ferreira:

Antes de tomar nossas decisões políticas, conversei com a governadora Fátima, a quem tenho relação de amizade e respeito.

Expliquei que por decisão majoritária do grupo e do PSDB, vamos ter caminhos distintos na parte política.

Nossa relação em defesa dos interesses do Rio Grande do Norte e do povo potiguar continua acima de qualquer questão política.

Opinião dos leitores

    1. Que barco homi de Deus? Essa canoa está cheia de buracos , fazendo água por todos os lados, acho difícil papangu dos Alves conseguir tapar algum buraco, ele vai pular naquela toalhinha para tentar se salvar.

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