Enquanto o Congresso nada fez sobre cortar os gastos abusivos do setor público, uma proposta está sobre a mesa do ministro Paulo Guedes (Economia) para ajudar a financiar ações de combate à crise gerada pela pandemia, como Renda Cidadã: a suspensão do auxílio-alimentação dos servidores públicos com salários acima de R$5 mil ao mês.
A suspensão por um ano certamente não faria falta aos beneficiados, sobretudo a elite do funcionalismo, e faria o governo federal economizar R$5 bilhões. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
“Concordo que o auxílio-alimentação seja retirado do meu salário sem problemas”, diz o autor da proposta, ministro Bruno Dantas (TCU).
A suspensão de penduricalhos como auxílio-alimentação não precisa de lei, diz o ministro do TCU. São suficientes apenas atos administrativos.
O corte de penduricalhos foi tema do jantar que reuniu Paulo Guedes e Rodrigo Maia, que nada corta, mas agora fala em “cortar músculo”.
Na conversa promovida por Bruno Dantas alguém lembrou que é preciso “preservar os direitos adquiridos”. Como se regalias fossem “direitos”.
DIÁRIO DO PODER

Caro Marcos Benício, não tenho ranço nenhum. Inclusive aprecio sempre o que vc escreve. Tenho total respeito pelo funcionário público. Discordo principalmente a questão da estabilidade no emprego. Um direito meu. Acredito que tenho sim, condições de passar em um concurso público. Terminei Administração e Ciências Contábeis. Eu e minha família, sabemos o que eu passei, para chegar a esse patamar. Acredito que vc, e uma pessoa inteligente, não caia na infantilidade, de dizer que A ou B, não têm capacidade de fazer e ser aprovado no concurso público. A você Marcos Benício, todo o meu respeito. João Macena.
Queira me desculpar se em algum momento fui arrogante ou indelicado.
Grd abraço!
Caro Servidor de esquerda, você escreveu o seguinte "pensamento de quem não tem capacidade de passar em um concurso" respeito, mais discordo de você. Nunca prestei concurso público. Não por falta de capacidade. E sim, por decisão própria. Segundo, é inegável, que o funcionário público no Brasil, independentemente do seu salário, ele ou ela, são altamente privilegiado(a). Começando por esse câncer chamado, estabilidade no emprego. Poucas, pouquíssimas categorias, tinham que ter estabilidade. Outra coisa, compare a produtividade de um funcionário de uma empresa privada, e a de um funcionário público. Nessa pandemia, quantos funcionários públicos, foram demitidos? Veja o setor privado! João Macena.
Que se regulamente a avaliação periódica de desempenho do servidor público, como diz na CF, e coloque pra fora quem não é eficaz. Mas mexer na alimentação de funcionário que não foi demitido só porque tem o "privilégio" de ter passado em um processo seletivo é injusto, tem muito mais penduricalhos dos altos salários pra retirar.
Senhor João Macena, o senhor realmente não tem capacidade nenhuma para ser um servidor público, daí seu ranço com relação a eles.
O senhor desconhece completamente a função do serviço público para o país.
Existe sim uma casta privilegiada, são os desembargadores, juízes, procuradores, e porque não dizer deputados, senadores e ministros? O servidor que está lá embaixo, na esfera inferior, cumpre, e muito bem com suas demandas diária. O senhor fala sem conhecimento de causa.
Sabe porque o servidor tem estabilidade? Para evitar que os políticos usem os cargos para colocar seus familiares e apadrinhados. Sabe porque o concurso público? Para evitar as indicações políticas, o que deixaria o serviço público de má qualidade.
Seu ressentimento com relação aos servidores só demonstra sua incapacidade de ingressar no serviço público, basta lê um texto seu que se vê isso. Serviço público não é prá qualquer um não, tem que estudar, e muito.
Marcos Benício
Brasília, DF, 07/10/2020
Quem vai pagar essa conta são os 90% dos funcionários públicos que ganham de 2 a 5mil. E a opinião pública vai continuar achando que funcionário público ganha muito e trabalha pouco, pensamento de quem não tem capacidade de passar em um concurso.
Parabéns Fernando, perfeito o seu comentário. E digo mais, se quiserem, não é difícil. Um país mais justo, começa por aí. João Macena.
Simples assim!
O auxilio alimentação para o baixo clero do serviço publico representa até 20% do salario, mas para a ELITE é migalha pq ganham em media 50 mil, isso mesmo acima do teto, pq criaram o artificio das indenizaçoes para dribla o teto.
Deviam acabar de vez com as regalias e respeitar o teto incluindo toda e qualquer verba no calculo do teto, so assim resolve o problema pq moralismo não existe.
Ferias de 60 dias para venda ACABA, licença-premio 90 dias para venda ACABA, proibir a criação de indenizaçoes administrativas ACABA, fornecimento de equipamentos para uso pessoal como celular, notebook, etc ACABA
Imagine quantos bilhoes seriam economizados ?????
O QUE FALTA PARA FAZER ISSO?
Uma camisa social q não precisa ser da mais cara e um valsa, já tá bem alinhado para o dia a dia dos que recebem auxílio paleto.
corte seu auxílio terno, auxílio moradia, auxílio LAGOSTA! agora pronto, todo mundo tem que se sacrificar pra dar luxo a esse povo do judiciário e legislativo!