
O ministro Raul Jungmann (Segurança Pública) recebeu o apoio do juiz Sérgio Moro para um projeto de lei que amplia significativamente o prazo de permanência de líderes de organização criminosa em presídios federais de segurança máxima e estabelece que as visitas a esses detentos só possam ocorrer nos parlatórios.
A proposta deve ser encaminhada ao Congresso até o fim do ano. Atualmente, esses presos só podem ficar até o limite de um ano nesses estabelecimentos. A ideia é que o prazo dobre, podendo ser prorrogado indefinidamente.
Outro ponto é o monitoramento das comunicações do preso, incluindo visitas de familiares e advogados, que passariam a ocorrer em parlatórios, com separação de uma parede de vidro. O projeto é de autoria da Corregedoria da Justiça Federal.
Uma das justificativas é que foram identificadas situações que indicam excesso nas visitas, como um preso que tem 37 advogados registrados. Também há casos de adoção de jovens órfãos para ampliar o número de “familiares” que podem visitá-los sem supervisão.
Estadão Conteúdo
Kkkkkkkkkkkkk, como ouvi-lo? se está em lugar inserto e não sabido. Mas aguarde que ele vai te pegar, e vc vai ter que devolver o dinheiro luciano.
Nunca vi esse cidadão promover uma ação que não seja em prol da sociedade brasileira, só corruptos e malfeitores o atacam. Único juiz no mundo que conseguiu devolver aos cofres públicos de seu país 20 bilhões de reais, dinheiro que a quadrilha petralhas e comparsas tinham subtraído da nação brasileira e, só a Petrobrás recebeu até agora 1 bilhão mas, já desvendou desvios de 100 bilhões de reais.
Não entendo porque não se permite ouvir o advogado Tacla Duran, sobre o esquema fraudulento de negociações de delações feitos pelo padrinho de casamento de Moro e sócio de sua mulher em escritório que representa algumas multinacionais do petróleo, o senhor Zucolloto.
Por que Moro não quer ouvi -lo?