Moro defende indulto a policiais por ‘erros não intencionais’
Texto assinado por Bolsonaro prevê o perdão de pena a agentes de segurança pública que foram condenados por crimes culposos
BRASÍLIA — O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, fez uma defesa do decreto de indulto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro nesta segunda-feira, 23. O texto, que será publicado no Diário Oficial da União nesta terça-feira, 24, prevê o perdão de pena a agentes de segurança pública que foram condenados por crimes culposos (sem intenção). O benefício poderá ser concedido até para policiais que, ao serem atacados por criminosos, reajam com excesso não intencional e matem os agressores.
“Enquanto em governos anteriores o indulto natalino foi ampliado generosamente para soltar criminosos de todo tipo, inclusive condenados na Lava Jato, o governo atual, do presidente da República Bolsonaro, resolveu conceder apenas o indulto geral de caráter humanitário, para presos doentes, e um indulto específico a policiais que, no exercício da função, tenham cometidos erros não intencionais”, disse ao Estado Sérgio Moro, fazendo alusão também ao decreto de indulto do ex-presidente Michel Temer, de dezembro de 2017.
Estadão Conteúdo

Uma coisa é certa o chicobento é um mega babaoooo…
O indulto deveria ser concedido individualmente não por decreto pois cada caso é um caso. Algumas vezes como no caso de Bunitinho que estava acompanhado de traficantes pode ser justificado. Mas não no caso do Edvaldo e família fuzilados pelo exercito que em seguida balearam também um catador que tentou ajudar. Um decreto como esse aplicado sem avaliar cada caso estaria premiando injustamente esses "erros não intencionais" e o pior, incentivando-os.
Se isso acontecer, quero saber pra que serve a lei, pense num país de faz de conta.
Você tem memória curta ou se faz de seletivo oportunista?
Por acaso você não sabe dos indultos que o ex presidente e sua marionete – Dilma assinaram?
Não viu quem eles beneficiaram? Os assassinos, bandidos e corruptos que eles beneficiaram?
Quer dizer que dar indulto a corrupto, bandido, traficante é perfeitamente aceitável, mas a militar e policiais não? Assim vive os hipócritas zumbis da esquerda onde tudo na direita fede e os absurdos imorais da esquerda são aplaudidos
Existem muitos bandidos fardados, amigo. Assim com tem muitos bandidos togados. Existem bandidos nos púlpitos das Igrejas pedindo os cartões de crédito das pessoas na exploração da fé e comércio de indultos em troca da Salvação.
Pessoas fardadas não tem autorização para cometer crimes e sim para impedi -los, protegendo a sociedade.
Ou vc acha que só tem inocente nas tropas por aí a fora?
Viva os bons policiais e fora os bandidos infiltrados na tropa.
A tua turma só liberou corruptos ladrões bandidos da pior espécie.
Estou muito feliz com nosso presidente como nunca me sentia antes isto de mais de trinta anos.
O que passou de tranqueira por aqui e não vi os comunas criticando.
Feliz Natal você também graças primeiro a nosso bom Deus e depois ao nosso líder JMB.
Cada caso é um caso nem sempre a legitima defesa é legitima mesmo, as claro que deve ter policiais preso injustamente ( exemplo o cara fez tudo certinho cumpriu todo o protocolo e ainda teve que matar para se defender) mas esses são a minoria . Esse juiz Sérgio moro é um golpista oportunidade safado , que desde o início vislumbrava chegar ao governo, juiz parcial não serve nem para apitar jogo de várzea!!
QUEM TE VIU E QUEM TE VÊ, MORO?
"Se a vida no Brasil vale pouco, a palavra do presidente vale menos ainda. Bolsonaro não esperou nem um ano para descumprir o que prometeu. Ontem ele editou o indulto mais generoso dos últimos tempos. Anistiou policiais condenados por homicídio culposo, que agiram fora das hipóteses de legítima defesa".
E MORO NÃO DIZ UMA PALAVRA SOBRE O CHOCOLATE DE LARANJA DA FAMÍLIA ENVOLVIDA COM OS MILICIANOS DO RIO DE JANEIRO.
TAMBÉM NÃO VEMOS UMA NOTINHA DOS GENERAIS RESPONSÁVEIS PELA PRESERVAÇÃO DA MORAL, DA HONRA E DA BOA CONDUTA…
SILÊNCIO…
Já está na hora de acabar com indulto. Como pode generalizar e banalizar uma regra que poderia ser uma exceção.