Em entrevista à revista americana Time, publicada nesta quinta-feira (21), o ex-juiz Sergio Moro afirmou que, antes mesmo da suposta interferência do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na Polícia Federal, a sua permanência no governo vinha sendo “sugada de sentido”, nas palavras dele.
“Eu não entrei no governo para seguir um mestre. Entrei para servir ao país e à lei”, afirmou, após ser confrontado com afirmações de que ele teria sido desleal com Bolsonaro. Moro evitou rebater o presidente e disse que “não tinha intenção de prejudicar o governo”. “Mas me sentiria desconfortável com a minha consciência se não explicasse por que estava saindo”, sustenta.
Moro reiterou o discurso de que aceitou ser ministro da Justiça e Segurança Pública com a intenção de evitar que a Operação Lava Jato sofresse reveses. De acordo com o ex-ministro, esse sentido foi se esvaindo por dois fatores, segundo escreveu a Time: a “falta de apoio presidencial para medidas contra a corrupção” e as “aparentes alianças recentes com políticos acusados ou condenados por corrupção”.
Para justificar o apoio, Sergio Moro retorna em um ponto de uma divergência do final do ano passado dele com o presidente Jair Bolsonaro, a recusa do presidente em vetar trechos que o ex-juiz discordava na versão final do pacote anticrime aprovada pelo Congresso. “Tudo aquilo começou a tensionar, ou esvaziar de sentido, a minha permanência no governo. Eu não poderia estar em um governo que não tenha um sério compromisso no combate à corrupção e no estado de direito”.
Questionado se, uma vez que seu objetivo era o combate à corrupção, teria aceitado o cargo de ministro mesmo em um eventual novo governo do PT, ele afirmou que não, porque o partido, a seu ver, não teria feito uma autocrítica pelos fatos revelados pela Lava Jato. “Eu simplesmente não poderia acreditar que seria possível sem reconhecer os erros do passado, por isso você precisava buscar um recomeço”, justificou.
Moro chega a lamentar e dizer que, ao final, descobriu que o governo Bolsonaro também não teria compromisso com a sua agenda anticorrupção. “Infelizmente, o governo que foi eleito também não tinha isso”, afirmou à Time.
O ex-ministro da Justiça é apresentado aos leitores da revista americana como um dos personagens mais importantes da década na política brasileira, por ter causado sérios problemas a três presidentes: Dilma Rousseff (PT), cujo impeachment teria sido influenciado pelas revelações da Lava Jato, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), condenado por ele na operação, e, agora, Jair Bolsonaro (sem partido)
Questionado sobre as revelações do site The Intercept Brasil, com mensagens que evidenciariam falhas funcionais dele durante a operação, episódio que ficou conhecido como “Vaza Jato”, Sergio Moro afirmou que não cometeu erros nem malfeitos e que a liberação de um áudio entre Dilma e Lula, que levou o STF a suspender a nomeação do ex-presidente como ministro, era assunto de interesse público.
“Eu tenho a consciência limpa sobre o que eu fiz durante a Lava Jato. Há uma tentativa para caracterizar tudo como uma perseguição política, de me colocar como se fosse um executor”, diz ele, argumentando que o ex-presidente Lula foi condenado em outras instâncias da Justiça. “Nunca foi um problema pessoal com o ex-presidente Lula, mesmo que a narrativa dele queira impor isso”, rebate.
CNN BRASIL

Corrupção?
Ops.
Em casa de enforcado não se fala de corda…
Né, Capetão?
Bolsonaro é a favor da corrupção! O governo q mais prejudicou o combate à corrupção é o de Bolsonaro!
Não sou fã de Bolsonaro, mas como explicar o total apoio de Bolsonaro ao pacote anti-crime de Moro? Essa não cola.
Bolsonaro NUNCA apoiou o pacote anti-crime.
Mandou Moro ao Congresso como boi de piranha…
Bolsonaro apoiou o pacote anti-crime até antes de chegar na sua familícia. Quando o caldo começou a engrossar para o lado dele, a primeira providência que fez foi começar o processo de aparelhamento da Polícia Federal.
Hipocrisia descarada !
Esse ex-juiz é muito perigoso. Ele gostava de combinar as coisas com a PF e com o MP. Fez isso com o bandido preferido da esquerda, e agora quer fazer a mesma coisa com o bandido preferido da direita.
Bolsonaro, o Messias de araque, tão ou mais criminoso que Lula, apresentou um discurso anti corrupção que se mostrou falso quando comparado com as ações que tomou e tem tomado, desde os laranjais, COAF, seus filhos e Queiroz, aparelhamento do MPF, entre tantas outras. Moro desmascarou mais uma falcatrua do falso Messias, que engana tantos idiotas e oportunistas, ao tentar proteger seu filho bandido e interferir nas investigações colocando na diretoria da PF um cupincha, pau mandado, bandido como ele. É engraçado ver agora tantos fanáticos tentando denegrir as pessoas que se voltaram contra o estelionato de sua eleição. Gostaria de ler a opinião desses babacas sobre Roberto Jefferson, Waldemar Pena, Arthur Lira e o resto da turma do centrão, seus novos correligionários.
O dedo duro agora vai sair procurando cada detalhe vê se lembra de algo que possa incriminar o antigo patrão. Jamais daria um voto a um dedo duro, entregão sem nenhum escrúpulo. Poderia ter sido muito maior, e ter conquistado todo mundo que havia apoiado Bolsonaro, porém preferiu atuar como um traiçoeiro. Essa vai ser a forma com a história irá entrar para sua "grande biografia".
Isso mesmo falaaverdade, esse Moro é só mais um comunista, querendo jogar o q nao presta no ventilador para macular a honradez e o brilho do nosso presidente. Mas Bolsonaro é homem de Deus, é não é um juizinho que se fingiu ser contra o PT e agora mostra suas garras, ele aliado ao PT, ao Mandetta e a OMS nao tem compromisso com Mito nem com o povo brasileiro, so pensa no seu proprio EGO e em querer, por pura inveja ser quem Bolsonaro é. Moro devia ter vergonha disso, entender o seu papel e seguir as ordens do sabio Capitão, nosso Jair Bolsonaro. Mas quem nasceu pra ser judas, jamaia será MESSIAS! Força Capitao, Brasil fechadocomBolsonaro!
Meu futuro presidente….se é que o Brasil merece um homem digno no seu comando. Parece que se acostumou a fuçar com os porcos na lama. Como dá medo a honestidade, a ética e a correção de ações.
SERVIU ATÉ ONDE FOI CONVENIENTE. QUANDO VIU QUE SERIA JOGADO FORA, PREPAROU UMA CENA PARA FINGIR QUE NÃO TINHA NADA COM ISSO, QUANDO TODOS SABEM QUE O BOZO SÓ FOI ELEITO PELO "TRABALHINHO" COORDENADO PELO SENHOR COM APOIO DOS MILICOS.
Então o cidadão não estava interessado em outra coisa senão sua própria história vinculada à Lava-Jato, é isso mesmo? Apenas manter sua biografia?
O interesse nunca foi na Justiça, Segurança e bem-estar públicos, né?
Perdeu a grande oportunidade de prestar um serviço significativo (e dele esperado) ao povo brasileiro. E, ao sair "jogando areia no ventilador", pareceu mesmo foi tentar derrubar mais uma possibilidade de governo, quem sabe já "se lançando" para 2022… suspeito… agora é aguardar a ajuda do Supremo para a derrubada…