O Blog acaba de receber a noticia através do Twitter do amigo Arimateia(@arimatea2009), e é com muita tristeza que comunica o falecimento do amigo e oftalmologista João Maria Monte.
Montinho vinha numa luta diária há pelo menos 3 anos.
Ficam os nossos sentimentos à Gina, Bia e Pedrinho.
Dia muito triste para mim e uma grande legião de amigos de João e Gina. A família informa:
Velório
Centro Velório São Jose
27/03/2013 às 12:00h.
Após o velório, o corpo será levado até Recife, onde será cremado.
Impossibilitado de estar proximo a Gina, por estar viajando, deixo meus votos de pesar e ao mesmo tempo, fico feliz por ter sido proximo a alma tao boa, luz e paz, FR
Pesâmes a familia. Fui seu aluno no curso de oftalmologia. Alem de um excelente professor com otima didatica, era um grande profissional e magnifico como pessoa q só trazia alegria ao ambiente de trabalho. Vai em paz Dr Joao.!
Ao meu querido Oftalmo, desejo que Deus o receba com o mesmo carinho com que você recebia seus clientes. Vai em paz Monte, que tem um lugar para você no céu.
[VÍDEO] “Faço acordo para cumprir. Homem cumpre palavra”, dispara líder do PL no Senado contra Alcolumbre https://t.co/IXDxWMYqEv https://t.co/2F89IDZsGw
O líder do PL no Senado, Carlos Portinho (RJ), subiu à tribuna da Casa para fazer uma dura cobrança ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), pelo descumprimento de um acordo prévio para a votação da redução da maioridade penal. A apreciação da matéria, agendada para a tarde da última terça-feira (3), foi retirada de pauta após um pedido direto do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB).
A decisão gerou revolta na bancada de oposição. Segundo Portinho, o compromisso assumido entre a oposição e a base do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tinha sido o pilar que viabilizou a aprovação unânime da PEC da Segurança Pública no dia anterior.
Em tom incisivo, o parlamentar fluminense anunciou que o canal de diálogo do partido com a liderança governista está suspenso por tempo indeterminado.”Quero deixar claro: o governo esgotou a partir de hoje com o líder do PL qualquer possibilidade de acordo, pelo menos pelos próximos meses, até que o mínimo seja cumprido. Chega. Porque eu faço acordo para cumprir. Homem cumpre palavra”, declarou Portinho no Plenário.
A manobra travou o andamento da pauta de segurança defendida pela oposição e escancarou o desgaste no ambiente político do Congresso, ameaçando a tramitação de novos projetos de interesse do Palácio do Planalto nos próximos meses.
O agente Jorge Chastalo Filho acompanha Lula (PT) para primeira entrevista depois que foi preso na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba. Foto: Folhapress
Durante os 580 dias em que esteve preso na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva acumulou momentos de profunda decepção e amargor com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), sobretudo com magistrados indicados por ele próprio e pela ex-presidente Dilma Rousseff. As revelações constam no livro “Banho de Sol”, de autoria do policial federal Jorge Chastalo Filho, que atuou como carcereiro do petista no período e foi revelada pela colunista Mônica Bergamo, em sua coluna na Folha de São Paulo.
A obra traz relatos sem filtros sobre as reações de Lula diante dos sucessivos reveses jurídicos que enfrentava na Corte, como o indeferimento de pedidos de liberdade, a proibição de conceder entrevistas e o adiamento de julgamentos decisivos sobre suas condenações.
Ataques a Cármen Lúcia, Fachin e Fux
Segundo o relato de Chastalo, entre os alvos mais frequentes do descontentamento de Lula estavam os ministros Cármen Lúcia, Edson Fachin e Luiz Fux.
Em julho de 2018, enquanto o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) avaliava o registro de sua candidatura à Presidência, Lula teria desabafado ao policial sobre a postura de Cármen Lúcia:
“A Cármen é uma falsa humilde, Chastalo […]. Em uma conversa comigo, para que eu a indicasse ao STF [em 2006], começou dizendo que seu primeiro brinquedo foi uma boneca de sabugo. E que aprendeu com seu pai que uma coisa muito importante na vida é a gratidão. E eu caí nessa!”
O ex-carcereiro narra que o petista voltou a demonstrar indignação noites depois, desabafando sobre o sentimento de traição que nutria em relação às conversas que teve com a magistrada antes de sua nomeação.
O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF, também foi objeto de forte irritação após retirar de pauta um habeas corpus da defesa do ex-presidente. Lula teria confidenciado ao agente que evitou indicá-lo no próprio governo por falta de confiança, mas cedeu ao pedido de Dilma Rousseff quando ela assumiu o Planalto.
Outro episódio detalhado no livro ocorreu quando o ministro Luiz Fux derrubou a autorização concedida por Ricardo Lewandowski para que veículos de imprensa entrevistassem o petista na cela. Segundo Chastalo, Lula relembrou os tempos em que Fux buscava apoio para chegar à Corte e criticou a indicação do magistrado por Dilma, impulsionada na época por interlocutores do governo.
Elogios raros e críticas à “covardia”
No cotidiano do cárcere, raros foram os membros do Supremo a receber avaliação positiva do ex-presidente. Conforme o livro, Lula apontava os ministros Gilmar Mendes e Celso de Mello como exceções de coragem na Corte, enquanto comparava outros magistrados a touros covardes que recuavam diante de repercussões negativas da imprensa.
Por outro lado, o próprio agente relata ter mencionado a Lula que considerava os ministros Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes os “mais inteligentes” da Casa, avaliação com a qual o petista teria concordado na ocasião.
Lula deixou a prisão em novembro de 2019 após o STF mudar o entendimento sobre a prisão após segunda instância. Após retornar à Presidência no pleito de 2022, o chefe do Executivo reestabeleceu relações institucionais normais com os integrantes do Supremo, inclusive recebendo ministros citados na obra em agendas oficiais no Palácio do Planalto. Procuradas para comentar os relatos descritos no livro, as assessorias de Lula e do STF não haviam se manifestado.
Com informações da coluna de Mônica Bergamo / Folha de São Paulo
[VÍDEO] Após desgaste com a Unimed, jornalista Rubens Lemos Filho consegue autorização para liberação de medicamento contra o câncer https://t.co/OOhWJ176pg https://t.co/iS7ABTR0x5
Após enfrentar dias de forte desgaste e incerteza, o jornalista Rubens Lemos Filho voltou a usar as redes sociais para anunciar que finalmente conseguiu a liberação do medicamento necessário para o seu tratamento contra o câncer junto a Unimed.
O desfecho favorável veio acompanhado do relato sobre os impactos provocados pelo impasse com a operadora do plano de saúde, que incialmente negou o medicamento. “Hoje fui informado que a Unimed autorizou, liberou o medicamento, e vou começar a fazer o tratamento. Em função do estresse, parece que eu levei uma surra. Estou esgotado física e emocionalmente”, desabafou o jornalista em mensagem aos seguidores.
Mobilização decisiva nas redes sociais e veículos de comunicação
A autorização só foi garantida após uma ampla rede de apoio se formar na internet, com internautas, colegas e leitores cobrando publicamente uma posição da operadora de saúde.
Rubinho fez questão de reconhecer o papel crucial da reação pública na solução do caso: “Quero agradecer a todas as pessoas que se manifestaram aqui na internet, por telefone, por mensagens de whatsapp em solidariedade a mim”, afirmou. O episódio expõe mais uma vez os desafios enfrentados por pacientes para assegurar o cumprimento de coberturas de saúde essenciais mesmo com obrigatoriedade contratual.
Apesar do desempenho vitorioso nas urnas em 2026, o PL enfrenta sérias dificuldades para converter sua força eleitoral em poder político no Congresso Nacional. Na Câmara dos Deputados, a ampla coalizão costurada pelo atual presidente, Hugo Motta (Republicanos-PB), já desenha sua reeleição e empurra a legenda de Flávio Bolsonaro contra a parede. No Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) adota estratégia semelhante para neutralizar o avanço oposicionista.
A virada política expõe um pragmatismo habitual do Congresso: legendas do Centrão que apoiaram a candidatura de Flávio no segundo turno agora integram o bloco de sustentação a Motta, parlamentar que fez campanha aberta pela reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e viabilizou pautas do governo petista, como o fim da jornada 6×1 e o aumento do teto de faturamento para MEIs.
Embora o bloco partidário favorável a Flávio tenha elegido 286 deputados contra 124 das legendas aliadas a Lula, a vantagem nas urnas não se desdobrou em apoio automático para o controle da Câmara.
O cerco de Motta
Até o momento, Hugo Motta contabiliza o respaldo de 15 partidos, somando 361 deputados — margem confortável frente aos 257 votos necessários no pleito de 1º de fevereiro de 2027. O PL, por sua vez, garantiu a maior bancada da Casa (121 assentos), mas não possui musculatura suficiente para bancar uma candidatura própria isolada. Caso decida aderir à aliança de Motta, o bloco governista chegaria a 16 siglas e 482 parlamentares.
O impasse na legenda é escolher entre duas saídas: dar apoio formal ao candidato do Republicanos ou liberar a bancada para negociações individuais. A resistência em aderir formalmente é alimentada pela ala bolsonarista do partido, que critica abertamente a proximidade entre Motta e o Palácio do Planalto.
Após mais de duas horas de reunião na sede da sigla, o líder do PL, Sóstenes Cavalcante (RJ), informou que a decisão conclusiva foi adiada para o dia 11 de novembro, permitindo que os 32 novos deputados eleitos pela legenda também participem da escolha.
Cálculo dos danos e risco de perda de espaços
A preocupação de líderes do PL, como o presidente da sigla Valdemar Costa Neto, reside nas consequências diretas do isolamento partidário. Sem compor a maioria, a sigla corre o risco de perder:
Comissões temáticas: perda do direito de prioridade na escolha de presidências estratégicas, como a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e a Comissão de Saúde;
Mesa Diretora: diminuição do espaço de barganha para ocupar cargos de vice-presidência e secretarias;
Emendas de comissão: perda de influência sobre a indicação e negociação de verbas não impositivas.
Se a oposição for deixada de fora do acerto principal da Mesa Diretora, a maior bancada da Câmara começará a nova legislatura com capacidade reduzida de distribuição de poder e recursos.
[VÍDEO] PEGOU AR: Alcolumbre ataca eleição da oposição, ironiza críticas às urnas e reclama de ataques por travar impeachment de ministros do STF
https://t.co/S7IALcj3yw https://t.co/KE7XdSVxWg
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), usou a tribuna do Plenário nesta quarta-feira (4) para atacar a oposição. O presidente da Casa ironizou os questionamentos sobre o sistema eleitoral, ressaltando que as urnas eletrônicas serviram para comemorar as vitórias no primeiro turno, mas passaram a ser contestadas apenas após a derrota no segundo turno contra o presidente Lula.
Alcolumbre disse ainda que parte dos candidatos eleitos priorizou ofensas, agressões e ameaças durante a campanha, sem apresentar propostas para áreas como educação, saúde e desenvolvimento econômico.
Durante o discurso, Alcolumbre reclamou expressamente de ser alvo por se recusar a pautar pedidos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
“Um parlamentar ofendeu o Presidente do Senado Federal que não abre impeachment de ministro do Supremo Tribunal Federal. Mas deu os votos”, declarou.
A prisão de um homem suspeito de exercer ilegalmente a medicina, utilizando a identidade de outro profissional, durante a Operação Alter Ego, levanta sérios questionamentos sobre a fiscalização dos serviços terceirizados de saúde no Rio Grande do Norte.
Segundo as investigações, o suspeito atuava como responsável técnico da Proseg, empresa vinculada à operação do SAMU RN.
O caso ganha contornos ainda mais preocupantes diante da informação de que a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), mesmo diante de decisão judicial, manteve a Proseg no contrato, sem a devida comprovação da regularidade de seu corpo técnico.
O episódio exige esclarecimentos sobre o cumprimento das exigências contratuais, os critérios de habilitação profissional e os mecanismos de fiscalização adotados pela Sesap.
A segurança da população deve estar acima de qualquer interesse, especialmente quando se trata de um serviço essencial à preservação de vidas.
Após ser reeleito e ver a economia sangrar com juros nas alturas e desconfiança generalizada, o presidente Lula resolveu gravar um pronunciamento em rede nacional de rádio e TV para mandar um “recado” sobre as contas públicas. Previsto para ir ao ar no próximo domingo (08), o discurso é uma tentativa de acalmar os mercados e conter o pânico dos investidores após a equipe econômica ser cobrada por diretrizes claras de corte de despesas.
Na fala, o presidente promete repetir que preza pela “responsabilidade fiscal”, ao mesmo tempo em que garante que não encostará um dedo sequer nos programas sociais.
Com a inflação dando sinais de descontrole e o Banco Central forçado a manter o Brasil na liderança mundial dos juros reais para conter o descalabro das contas do governo, o petista tenta dourar a pílula para a população.
A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) acionou o Supremo Tribunal Federal com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade para tentar adiar o início das mudanças bruscas na jornada de trabalho decorrentes do fim da escala 6×1. A entidade pede que o prazo para reduzir a carga horária para 42 horas semanais seja empurrado de dezembro de 2026 para outubro de 2027, e que a exigência de 40 horas passe apenas para 2028.
O objetivo não é barrar a medida, mas evitar o estrangulamento de milhares de empresas que não têm como reorganizar turnos, renegociar acordos e contratar substitutos em apenas 60 dias.
O governo deu até um ano para o setor público ajustar seus contratos terceirizados. Já o varejo avisa que o atropelo pode resultar em queda na qualidade do atendimento, fechamento de vagas formais e repasse de custos para o consumidor.
O Brasil segue isolado na liderança de um ranking indigesto: o de maior taxa de juros reais do planeta. Após a decisão do Banco Central de manter a Selic em 13,75% ao ano, levantamentos das consultorias MoneYou e Lev Intelligence confirmam que, descontada a inflação, o juro real brasileiro supera os 9% ao ano, deixando o país no topo mundial da carestia financeira. O próprio comunicado do Copom deixou claro o motivo de tanta restrição: a disparada das incertezas fiscais e as projeções de inflação totalmente descoladas da meta de 3%, obrigando a autoridade monetária a adotar uma postura defensiva e contracionista para tentar frear a escalada de preços.
Na prática diária do cidadão, essa liderança global significa uma pancada direta no bolso e no custo de vida. Com o juro real nas alturas, o brasileiro paga os financiamentos mais caros do mundo, enfrenta faturas extorsivas no cartão de crédito, encontra portas fechadas para empréstimos e assiste à desaceleração da economia e dos empregos. É a demonstração clara de que a incapacidade do governo federal de cortar gastos e passar credibilidade cobra o seu preço mais alto justamente de quem está na ponta: o trabalhador.
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central tomou a decisão de interromper o ciclo de queda da taxa básica de juros e manteve a Selic em 13,75% ao ano. A decisão unânime da diretoria é um balde de água fria na economia. O resultado é mais crédito caro, freada no consumo e trava nos investimentos.
A decisão reflete o avanço das expectativas de inflação e a deterioração do cenário econômico não dão espaço para alívio nos juros. O próprio BC deixou claro que as projeções do mercado para os preços nos próximos anos continuam subindo e se afastando perigosamente das metas, pressionadas por um ambiente de incertezas e falta de responsabilidade fiscal.
A trava nos juros escancara o preço alto que a população e o setor produtivo pagam pelo descontrole das contas públicas promovido pelo governo federal. Sem uma rota fiscal crível, com ameaças veladas de intervenção na autoridade monetária e a inflação voltando a assustar o bolso do brasileiro, o Banco Central é forçado a segurar o freio de mão para evitar o pior.
Impossibilitado de estar proximo a Gina, por estar viajando, deixo meus votos de pesar e ao mesmo tempo, fico feliz por ter sido proximo a alma tao boa, luz e paz, FR
Vai em paz querido professor. Que Deus o tenha.
Pesâmes a familia. Fui seu aluno no curso de oftalmologia. Alem de um excelente professor com otima didatica, era um grande profissional e magnifico como pessoa q só trazia alegria ao ambiente de trabalho. Vai em paz Dr Joao.!
Grande perda. Fui seu paciente e sempre fui muito bem atendido por ele. Exemplo de profissional competente e, ao mesmo tempo, humilde.
Ao meu querido Oftalmo, desejo que Deus o receba com o mesmo carinho com que você recebia seus clientes. Vai em paz Monte, que tem um lugar para você no céu.
Grande Amigo e Companheiro. Descanse em Paz!