Apesar da condenação pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região, o ex-presidente Lula não está morto politicamente, segundo o presidente Michel Temer. Em entrevista, o político do PMDB voltou a dizer que preferia que o petista pudesse ser candidato para, segundo Temer, ser derrotado. As declarações do presidente foram feitas nesta segunda-feira em entrevista à “Rádio Bandeirantes”.
Ele é uma figura de muito carisma. Não sei dizer se ele está morto eleitoralmente, ou seja, se ele vai participar das eleições ou não, mas dizer que a imagem dele, a palavra dele, a presença do passado dele não vai ter alguma influência? Eu acho que, aí morto ele não está — disse.
Lula é sem dúvida a maior desgraça que já surgiu na política nacional. Mas, ele é para esquerda brasileira algo como Hitler foi para o nazismo. Muito bom de "queixo" e conhecedor da má índole de grande parte dos políticos brasileiros mas não representa, de verdade, a ideologia de esquerda que está dominando a cultura do nosso país. E esse é o grande problema: o aparelhamento da sociedade brasileira pelas nefastas ideias dessa turma que odeia esforço (estudar e trabalhar não é para eles) e que tenta a todo custo destruir nossos bons valores sociais. Querem transformar o nosso Brasil no paraíso da canalhice. E para isso contam com os setores educacional (notadamente as universidades públicas), cultural (os ditos artistas) e grande parte do setor público, incluindo Ministério Público e Judiciário. O que precisamos combater é a mentalidade esquerdista. Claro que os canalhas que a representam também merecem o nosso repúdio.
A guerra não chegou ao fim, apenas uma importante batalha foi vencida.
A corrupção não está apenas em Lula e no PT, embora sejam os mais letais, pelas cifras apresentadas e o montante desviados, revelados no mensalão, petrolão e na lava jato.
Existe ainda um longo e rigoroso inverno a ser enfrentado.
A esquerda tem uma capacidade enorme de mutação, vitimização e regeneração.
Vejam o exemplo de José Dirceu, condenado em segunda instância e ainda solto!
Quando menos se espera ela ressurge do nada, se devia do crime, implanta a mentira repetida mil vezes, se esconde na farsa, se beneficia do ilegal, visando apresentar uma solução para condenação que sofreu pelos crimes comprovadamente registrado e legalmente julgado.
Fosse o Brasil um país em ordem, normal, sério e ético, a questão estaria encerrada e Luis Inácio Lula da Silva ganharia, na cadeia, o título de maior canalha-traidor que a história política brasileira produziu e conheceu.
Entretanto, o Brasil é a terra da piada pronta e da impunidade reinante, o país dos bandidos de gravata, de colarinho branco, portanto, todo cuidado é pouco, nunca subestime a capacidade dos fascistas superarem seus crimes.
O chef e empresário gaúcho Marcos Livi afirmou que o teste da escala 5×2 em restaurantes e um hotel do Grupo Bah trouxe resultados negativos e acabou sendo abandonado.
Segundo Livi, a experiência ocorreu no primeiro trimestre deste ano em cinco restaurantes e no hotel Parador Hampel. Hoje, o grupo administra oito negócios e emprega mais de 150 pessoas.
De acordo com o empresário, a principal dificuldade foi manter a jornada semanal de 44 horas dentro do modelo 5×2, o que aumentou o tempo diário de trabalho.
“É óbvio que buscamos construir um convívio melhor para todos. Mas, com o momento atual brasileiro, com perda de poder econômico das pessoas e endividamento, isso gerou um efeito negativo, por isso recuei”, conta ele.
Livi afirmou que a mudança afetou principalmente funcionários com filhos ou rotina de estudos.
Ele também relatou:
queda na produtividade;
redução das gorjetas;
aumento da necessidade de contratações para cobrir folgas.
Os estabelecimentos que participaram do teste foram Brique; Quintana Bar; Veríssimo Bar; Vistta; Cozinha Ana Terra; e Hotel Parador Hampel. Cada unidade conta com cerca de 25 funcionários.
Retorno ao modelo tradicional
O empresário disse que decidiu testar o sistema antes de uma eventual mudança na legislação trabalhista.
Ele defende que o empresariado tenha a “liberdade de escolha” e chama a medida endossada pelo governo Lula de “eleitoreira”. “Tomamos a estratégia de voltar ao modelo tradicional, o que deixou a equipe aliviada”, diz Livi.
Debate sobre a escala 6×1
O tema ganhou força no Congresso Nacional com discussões sobre o fim da escala 6×1 e possíveis mudanças na jornada de trabalho.
Enquanto algumas empresas relatam vantagens no modelo 5×2 — como maior atração de candidatos e redução da rotatividade —, empresários também apontam desafios operacionais e aumento de custos.
O senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado, formalizou nesta sexta-feira (8) uma representação junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) para investigar indícios do que classifica como “pedalada fiscal” na gestão do presidente Lula.
A denúncia aponta possível retenção deliberada de pagamentos do Seguro-Defeso entre setembro e dezembro de 2025.
Segundo o documento, cerca de R$ 1,19 bilhão teria sido represado para reduzir artificialmente o déficit das contas públicas no fim do ano passado, permitindo ao governo apresentar um resultado fiscal melhor do que o real.
Marinho afirma que a prática viola a Lei de Responsabilidade Fiscal e classifica o mecanismo como “contabilidade criativa”.
A representação também faz comparação com as chamadas “pedaladas fiscais” que embasaram o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff em 2016.
Na petição, o senador pede que o TCU investigue a legalidade e a moralidade da retenção dos pagamentos destinados a pescadores artesanais beneficiários do Seguro-Defeso.
O documento ainda aponta supostos problemas no planejamento orçamentário de 2026, especialmente nas projeções do Benefício de Prestação Continuada (BPC).
Segundo a denúncia, enquanto os gastos do programa crescem historicamente cerca de 14,8% ao ano, o governo teria projetado aumento de apenas 2,79%.
Para Marinho, a estimativa subdimensionada seria uma tentativa de cumprir metas fiscais de forma artificial.
A representação pede:
auditoria urgente nos Ministérios da Previdência e da Fazenda;
liberação imediata dos valores atrasados;
aplicação de sanções administrativas aos responsáveis.
Agora, caberá ao TCU definir um relator para analisar o pedido e decidir se haverá abertura de investigação formal.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta sexta-feira (8), em entrevista à CNN Brasil, que pretende aprovar uma anistia ampla no Congresso Nacional para permitir que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) participe de sua eventual posse presidencial em janeiro de 2027. A declaração foi dada durante agenda de pré-campanha à Presidência da República em Florianópolis.
Flávio afirmou que pretende usar a força política de um presidente recém-eleito para negociar no Congresso a aprovação de uma “anistia ampla, geral e irrestrita”. A medida permitiria que Bolsonaro estivesse presente na cerimônia de posse presidencial. “Bolsonaro possa, no dia 6 de janeiro do ano que vem, subir a rampa do Planalto junto comigo”, declarou.
Flávio também afirmou que o pai poderá ocupar espaço em um eventual governo caso demonstre interesse. “Jair Bolsonaro vai ser sempre o meu Norte, é a minha bússola, é a minha referência”, disse.
Ele considera o ex-presidente um dos principais conselheiros políticos do país e afirmou que mantém consultas frequentes com o pai sobre decisões políticas e estratégias eleitorais.
Segundo a equipe médica, Bolsonaro apresentou melhora no quadro de dor, mas passou a ter “soluços intensos e prolongados”, atribuídos possivelmente a uma irritação no nervo frênico, responsável pelo controle da respiração e dos movimentos do diafragma.
O médico Brasil Caiado informou que foi necessário realizar ajustes terapêuticos e intensificar medicações específicas. O ex-presidente foi submetido no último dia 1º a uma cirurgia artroscópica para correção de lesões no manguito rotador do ombro direito.
O boletim médico integra os relatórios periódicos enviados ao STF em razão das determinações relacionadas à prisão domiciliar do ex-presidente. Conforme decisão do ministro Alexandre de Moraes, Bolsonaro cumpre prisão domiciliar por 90 dias após condenação por tentativa de golpe de Estado.
A inauguração da Casa 22 em Assú, novo espaço de articulação do Partido Liberal (PL) no município, movimentou a cena política do RN nesta sexta-feira (8), reunindo lideranças, apoiadores e nomes de destaque da legenda. O evento contou com a presença do senador Rogério Marinho e do pré-candidato a deputado federal Pedro Filho, idealizador do novo espaço político no município.
O espaço nasce com o objetivo de fortalecer a atuação política do partido na região, funcionando como ponto de encontro para reuniões, ações estratégicas e mobilização de apoiadores. Neste sábado (9), será inaugurada a Casa 22 em Mossoró.
A inauguração consolidou mais um passo no processo de fortalecimento do PL no Vale do Açu, região onde Pedro Filho vem ampliando sua atuação política e consolidando apoios importantes para sua pré-candidatura à Câmara dos Deputados.
Rogério destacou a importância da organização partidária e da construção de novas lideranças no interior do estado. A presença do senador reforçou o peso político da inauguração e a importância estratégica de Assú para o projeto do PL no RN.
Vereador em Assú, líder evangélico e defensor de pautas conservadoras, Pedro vem se destacando pela capacidade de articulação e pelo avanço de sua pré-candidatura em diferentes regiões do estado.
Também estiveram presentes na inauguração da Casa 22 o pré-candidato a senador, Coronel Hélio, os deputados estaduais Coronel Azevedo e Gustavo Carvalho, e o pré-candidato a deputado estadual Jorge do Rosário.
O MPRN denunciou integrantes da facção Sindicato do Crime do RN, apontando uma estrutura organizada com setores administrativos, financeiros e até um núcleo chamado de “transparência”, em atuação todo o estado. A denúncia, aceita pela Justiça, tornou 25 investigados réus por crimes como organização criminosa armada, tráfico de drogas, comércio ilegal de armas e lavagem de dinheiro.
Segundo o MPRN, a facção possuía uma estrutura hierárquica complexa, com divisão clara de funções entre lideranças, operadores financeiros, responsáveis pela comunicação e integrantes ligados ao tráfico de drogas.
No topo estaria a chamada “Final”, formada pelos fundadores do grupo. Abaixo, o “Conselho” exercia função deliberativa, autorizando ações violentas, resolvendo conflitos internos e definindo diretrizes da organização.
Foto: Divulgação/PF
Um dos pontos que chamou atenção na denúncia é a existência de um setor apelidado de “Transparência”, responsável pelo cadastro de integrantes, monitoramento de áreas dominadas pela facção e emissão de mensagens internas.
Segundo o Ministério Público, esse núcleo também atuava na comunicação com a população em áreas sob influência do grupo.
Sistema financeiro e uso de contas de terceiros
As investigações apontam a existência de grupos exclusivos para controle financeiro da facção, com divisão por zonas de arrecadação em Natal e no interior do estado.
Foto: Divulgação/PF
Valores provenientes do tráfico de drogas eram repassados à cúpula por meio de planilhas e cobranças organizadas em grupos de mensagens. Também foram identificadas movimentações financeiras por meio de contas de terceiros.
Atuação de advogada e “Sintonia dos Gravatas”
Entre os réus está uma advogada suspeita de integrar a chamada “Sintonia dos Gravatas”, grupo apontado como responsável por facilitar a comunicação entre presos e membros em liberdade.
Segundo o MPRN, ela foi presa em flagrante durante a operação com bilhetes conhecidos como “catataus”, usados para repassar ordens criminosas, e teria tentado destruir provas durante a ação policial.
Foto: Divulgação/PF
Operação, conexões e desdobramentos
A denúncia é resultado da Operação Treme Tudo, deflagrada em dezembro passado, com mandados cumpridos no RN e em outros estados. As investigações indicam conexões da facção com grupos criminosos de outros estados e ligação com o Comando Vermelho, no Amazonas.
A Justiça manteve a prisão preventiva de 15 réus, enquanto outros investigados seguem foragidos. O Ministério Público também solicitou o perdimento de bens, veículos e valores apreendidos para enfraquecer financeiramente a organização criminosa.
O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) emitiu aviso de chuvas intensas para o RN, válido até as 23h59 deste sábado (9). O alerta inclui 100 municípios, entre eles Natal, Mossoró e Parnamirim, com risco de ventos fortes, alagamentos, quedas de energia e descargas elétricas.
Há a possibilidade de chuvas de até 100 mm por dia, com ventos intensos que podem chegar a 100 km/h.
Entre os municípios atingidos estão Natal, Mossoró, Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, Ceará-Mirim, Macaíba, Extremoz, São José de Mipibu, Nísia Floresta e Touros, além de polos do litoral e do interior como Areia Branca, Macau, Guamaré e Santa Cruz.
Segundo o INMET, os principais riscos associados ao fenômeno incluem:
Corte de energia elétrica
Queda de galhos e árvores
Alagamentos em áreas urbanas
Descargas elétricas
A orientação é que a população evite abrigo sob árvores durante rajadas de vento, não estacione veículos próximos a estruturas metálicas e desligue aparelhos elétricos em caso de instabilidade mais severa.
Em situações de emergência, a recomendação é acionar a Defesa Civil (199) ou o Corpo de Bombeiros (193).
Veja a lista de municípios com aviso de chuvas intensas:
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou que o presidente Lula (PT) e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), se manifestem sobre a Lei da Dosimetria, em meio a duas ações que questionam a constitucionalidade da norma que pode reduzir penas de condenados pelos atos de 8 de janeiro. A Advocacia-Geral da União (AGU) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) também devem se manifestar sobre o caso.
A decisão ocorre após provocação do PSol e coloca o texto, já promulgado pelo Congresso, sob análise direta do STF. A Lei da Dosimetria foi aprovada pelo Congresso Nacional em novembro do ano passado, mas sofreu veto do presidente Lula em janeiro deste ano.
O veto, no entanto, foi derrubado pelo Congresso na última semana, o que levou à promulgação do texto por Alcolumbre após o prazo constitucional de 48 horas sem manifestação do Executivo.
A principal tese das ações em análise no Supremo é de que crimes contra a ordem constitucional, quando cometidos por grupos armados civis ou militares, são considerados inafiançáveis e imprescritíveis pela Constituição.
Os autores alegam que a Lei da Dosimetria pode contrariar esse entendimento ao permitir flexibilização das penas.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, foi sorteado relator das ações que questionam a constitucionalidade da chamada Lei da Dosimetria, promulgada pelo Congresso Nacional e que pode impactar diretamente condenados pelos atos de 8 de janeiro, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
As duas Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) foram protocoladas pela Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e pelo PSol, logo após a promulgação da lei nesta sexta-feira (8).
Os autores alegam que a Lei da Dosimetria viola dispositivos da Constituição Federal ao alterar o entendimento sobre a soma de penas aplicadas a crimes ligados aos atos antidemocráticos.
Segundo a ABI e o PSol, a legislação contraria princípios constitucionais ao flexibilizar punições relacionadas a crimes considerados graves contra o Estado Democrático de Direito.
As ações citam artigos da Constituição que tratam da gravidade de crimes como golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático, classificados como inafiançáveis e imprescritíveis.
A nova estratégia da defesa de Jair Bolsonaro (PL) pede que a condenação de 27 anos e 3 meses seja anulada sob o argumento de que houve falhas processuais e violação ao princípio do juiz natural no julgamento realizado pela Primeira Turma do STF.
Segundo os advogados, o caso deveria ser apreciado por outro colegiado da Corte, com sorteio de novo relator na Segunda Turma, o que, na avaliação da defesa, garantiria maior imparcialidade no processo. O pedido também prevê que a decisão final seja submetida ao plenário do STF, conforme a coluna Jussara Soares, da CNN.
A defesa sustenta ainda que teria ocorrido “incompetência orgânica absoluta” da Primeira Turma para julgar o ex-presidente, além de questionar a condução do processo pelo ministro Alexandre de Moraes. Entre os pontos levantados, os advogados alegam que houve decretação antecipada do trânsito em julgado da condenação.
Outro ponto central do recurso é a contestação da validade da delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid, além da alegação de cerceamento de defesa devido à suposta liberação tardia de provas durante a instrução do processo.
No mérito, os advogados afirmam que o STF teria ampliado de forma indevida a interpretação dos crimes de golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito, além de atribuir ao ex-presidente responsabilidade por atos praticados por terceiros nos ataques de 8 de janeiro de 2023.
Esta não é a primeira tentativa da defesa de reverter a decisão. Recursos anteriores já haviam sido apresentados contra a condenação e contra o trânsito em julgado. A novidade nesta fase é o pedido para redistribuição do caso entre turmas do STF e eventual julgamento no plenário da Corte.
Lula é sem dúvida a maior desgraça que já surgiu na política nacional. Mas, ele é para esquerda brasileira algo como Hitler foi para o nazismo. Muito bom de "queixo" e conhecedor da má índole de grande parte dos políticos brasileiros mas não representa, de verdade, a ideologia de esquerda que está dominando a cultura do nosso país. E esse é o grande problema: o aparelhamento da sociedade brasileira pelas nefastas ideias dessa turma que odeia esforço (estudar e trabalhar não é para eles) e que tenta a todo custo destruir nossos bons valores sociais. Querem transformar o nosso Brasil no paraíso da canalhice. E para isso contam com os setores educacional (notadamente as universidades públicas), cultural (os ditos artistas) e grande parte do setor público, incluindo Ministério Público e Judiciário. O que precisamos combater é a mentalidade esquerdista. Claro que os canalhas que a representam também merecem o nosso repúdio.
Não temer, ele tem que ser derrotado pelos muitos crimes que praticou indo pra cadeia. quem tem que disputar eleição é quem não tem ficha suja.
A guerra não chegou ao fim, apenas uma importante batalha foi vencida.
A corrupção não está apenas em Lula e no PT, embora sejam os mais letais, pelas cifras apresentadas e o montante desviados, revelados no mensalão, petrolão e na lava jato.
Existe ainda um longo e rigoroso inverno a ser enfrentado.
A esquerda tem uma capacidade enorme de mutação, vitimização e regeneração.
Vejam o exemplo de José Dirceu, condenado em segunda instância e ainda solto!
Quando menos se espera ela ressurge do nada, se devia do crime, implanta a mentira repetida mil vezes, se esconde na farsa, se beneficia do ilegal, visando apresentar uma solução para condenação que sofreu pelos crimes comprovadamente registrado e legalmente julgado.
Fosse o Brasil um país em ordem, normal, sério e ético, a questão estaria encerrada e Luis Inácio Lula da Silva ganharia, na cadeia, o título de maior canalha-traidor que a história política brasileira produziu e conheceu.
Entretanto, o Brasil é a terra da piada pronta e da impunidade reinante, o país dos bandidos de gravata, de colarinho branco, portanto, todo cuidado é pouco, nunca subestime a capacidade dos fascistas superarem seus crimes.