O Ministério Público do Rio (MP-RJ) informou que irá abrir uma sindicância para esclarecer quem teria acessado um sistema eletrônico interno do órgão responsável por iniciar a contagem do prazo para apresentação de recurso contra a decisão do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ) que concedeu foro privilegiado ao senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) na investigação sobre a suposta rachadinha em seu antigo gabinete na Alerj. Na última quinta-feira, o TJ-RJ decidiu que os recursos apresentados pelo MP do Rio no caso foram disponibilizados após o prazo.
Uma auditoria do sistema, bem como a verificação de logins que acessaram o documento, foi autorizada pelo procurador-geral de Justiça, Eduardo Gussem, após pedido da procuradora de Justiça Soraya Gaya. Foi por causa de um acesso a partir do gabinete dela que o sistema que disparou a corrida do prazo para apresentação dos recursos. A procurador afirma que não acessou o sistema, e Gussem abriu a investigação interna para esclarecer o caso, conforme a nota do MP-RJ.
Soraya foi a primeira representante do Ministério Público do Rio a tomar ciência da possibilidade de recorrer da decisão do Tribunal de Justiça que concedeu foro especial ao senador Flávio Bolsonaro, no dia 2 de julho. Ela tinha dado pareceres favoráveis à defesa de Flávio no caso e, em junho, o GLOBO revelou que ela tinha compartilhado no Facebook vídeos do presidente Jair Bolsonaro. Internamente, no Ministério Público do Rio, há uma desconfiança de que procuradora tenha agido de forma intencional. Em manifestação nas redes sociais, a procuradora Soraya Gaya afirmou que “qualquer um” do Ministério Público pode abrir uma intimação e que não é eleitora de ninguém, já que justifica o voto há 10 anos.
O Globo
Foto: PCRN
Só notícia desastrosa, cada vez mais o brasil afundando na falta de ética por parte dos gestores e da alta cúpula dos servidores da sociedade, q pra sociedade não de nada, não levantam um palito
Rapaz, até dentro do MP, o arauto da moralidade, o pessoal do poder atual tem governança. Coisa medonha. Joguem as toalhas, pois a luta está perdida.
Quem é bolsonarista acha isso normal, O Moro impedir a execução de um HC despachado por uma instância superior a dele no caso Lula normal, que a policia fluminense estava no dia e na operação que matou o Adriano da Nobrega normal. O que precisa achar anormal então?
O Racha maior que teve foi aquele do programa mais médicos…..ali sim.
O Brasil pagava 13.000 mil o médico só recebia 3 mil…o resto rachava entre Brasil PT e cuba.
Esse negócio de rachadinha e rachadona vai terminar em racha matrimonial e governamental.
Inventaram esse negócio de rachadinha para encobrir os podres do cachaça.