Em meio a crise financeira que atravessa o Estado do Rio Grande do Norte com milhares de servidores encerrando o ano de 2019 sem receber três folhas de salários do ano de 2018 e com incertezas sobre o 13 deste ano, o Ministério Público dá sinais de que o órgão vai muito bem nas finanças. Isso porque, por meio de uma resolução publicada nesta quinta-feira, 5, o Procurador Geral de Justiça, Eudo Rodrigues Leite, autorizou que os membros do MP podem vender 1/3 das férias e receberem abonos em dinheiro sem qualquer desconto de imposto.
A medida publicada no Diário Oficial do Estado, considera que não existiria vedação legal para transformar o terço de férias em pecúnia. Porém, vale ressaltar que os promotores de Justiça gozam de 60 dias de férias por ano e a resolução aplica o benefício aos promotores que requererem o abono em caráter indenizatório a partir de cada terço de 30 dias, ou seja, os promotores poderão vender até 20 dias de férias e serem pagos pelos cofres públicos, com o pagamento caindo na folha de novembro ou dezembro.
Desde que o país virou uma "democracia" a CRISE FINANCEIRA SÓ EXISTE PARA O PODER EXECUTIVO, no judiciário e legislativo os aumentos são concedidos anualmente.
Mas o mesmo judiciário e MP se posicionam CONTRA OS PEDIDOS DE AUMENTO SALARIAL de OUTRAS CATEGORIAS alegando exatamente os problemas financeiros nos municípios, estados e no país.
Crise mesmo só no EXECUTIVO, 10 anos sem reposição salarial , enquanto os outros poderes todos os anos se abastece os seus SALÁRIOS corrigidos.
Pega fogo cabaré!!!!
A casa de mãe Joana perde feio para esses desmandos com dinheiro do povo!
Quem vai nos salvar?
E ainda tem promotor TQQ (que só trabalha terça quarta e quinta no interior), que precisam ser denunciados pela população do interior.
O povo do interior esta se conscientizando de cobrar a presença desses espertalhões, vamos denunciar, pois o querem o bonus e esquecem do onus.
Por isso que os ladrões do governo anterior estão soltos. O MPE não tem moral, nem escrúpulo para cobrar nada, são todos farinha do mesmo saco. Órgão fiscalizador do erário??? Faz-me rir…
Eita papai, aguenta o tranco que atrás desse trem da alegria agora vem os juizes com a tal paridade….
Brasil vei desgovernado!
Esses cidadaos precisam ser questionados em publico sobre o que pensam dessas regalias.
Cade a OAB para fazer alguma coisa?
Caramba!
Pense numa categoria descarada, parece que vivem noutro mundo!
Fazem trem da alegria com tudo, vejamos algumas maravilhas: férias 60 dias, 90 dias de licença premio, 20 dias de recesso, folgas de ate 30 dias por audiencia de custodia, telefone funcional incluindo conta paga,….
Qual vai ser o limite desse povo????
Enquanto isso o servidor comum do estado não pode vender férias, licença prêmio, não tem aumento salarial há 15 anos. Esse país é uma vergonha. Essas castas e raças arianas fazem o que querem e ninguém impede esses assaltos ao dinheiro público. Como podemos confiar em poderes que são na verdade os maiores ladrões oficializados da verba pública.
kkkk
Engraçado é que esses dias o representante da associação desses camaradas fez uma nota dizendo que 60 dias de férias era justificável pq eles tem muito trabalho ( todo mundo sabe que é bem menos que qualquer trabalhador), quando na realidade a finalidade é mais financeira, pois cada um embolsa sem descontos absurdos 40 mil livre.
O povo pra gostar de $$$$$!
Falso moralistas batizados!
PQP!
Isso é uma canalhice sem tamanho, esses sujeitos afrontam a moralidade e não contém sua ganancia POR DINHEIRO.
Tem que acabar o poder da caneta desses caras, isso é uma VERGONHA.
O povo tem que tomar a s redes sociais e começar uma campanha contra essas regalias.
Esse tipo de noticia já não surpreende ninguém. Os "fiscais da lei" apenas se importam com seus próprios umbigos, vaidades e sede de poder. Deveriam ser o baluarte da moralidade, defender os interesses da sociedade em geral contra os desmandos dos políticos e autoridades em geral, mas apenas se nivelaram por baixo, lutando apenas por mais e mais recursos, numa demonstração de insensibilidade e hipocrisia ilimitadas, em detrimento da sociedade que labuta pra manter tantas mordomias. A nós, resta apenas aquela frase: "Remem, escravos!".
Rapazzzzz. Esse povo não tem limites. Agora vão fazer o quê com o dinheiro? gastar no veraneio lá no Porto Brasil. Enquanto isso o RN falido e milhões de desempregados passando o maior sufoco
Crise de araque, economizam só para distribuir entre os seus. E quem acreditou que os ptistas seriam diferentes, de mostraram o quão inocentes eram. Essa turma do PT, só a direção, a massa de manobra não conta, são muito piores que os antigos governos, pelos menos mais ladrões isso eles são de goleada. Não tem Sarney, Collor, FHC, o Temeroso,bozo não e pior que esses bandidos, por isso temos que extirpar esse mal que se instalou no país, a começar por LULADRAO que tem que voltar para cadeia imediatamente para se tentar restaurar a normalidade em nosso país, depois vem fatao e os outros, cada um na sua hora.
E a moralidade da lei brasileira todos sao iguais perante a lei, interpretação da constituição ao Bel prazer do monopólio governamental da justiça brasileira.
A disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte apresenta Allyson (União Brasil) na liderança das intenções de voto, registrando 40,7% da preferência do eleitorado na pesquisa estimulada do Instituto Media. Álvaro Dias (PL) aparece logo atrás, com 32,6 % e deve ir ao segundo turno com o ex-prefeito de Mossoró.
Logo atrás aparece Cadu de Lula, com 26%. A pesquisa ainda conta com os nomes de Professor Robério Paulino (Psol), que pontua com 0,6%, e Rodrigo Bolsonaro (Agir), com 0,4%. Os dois, no entanto, já desistiram de suas candidaturas.
O levantamento revela também um percentual expressivo de eleitores indecisos ou que optaram pelo silêncio: os que não sabem ou não responderam somam 13,0%, enquanto os votos em branco ou nulo representam 6,0%.
A pesquisa utilizou a modalidade estimulada, na qual os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, e os percentuais consideram a amostra total de 2.000 entrevistas realizadas pelo instituto.
Antes de integrar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a ministra Estela Aranha ocupou funções no governo Luiz Inácio Lula da Silva relacionadas à regulação do ambiente digital. Durante a gestão de Flávio Dino no Ministério da Justiça, atuou como secretária de Direitos Digitais e participou das discussões sobre o chamado PL das Fake News, proposta que previa regras para plataformas e redes sociais.
Aranha esteve entre os integrantes do governo que defenderam uma regulamentação mais rígida das plataformas. A posição gerou críticas de setores da oposição, que passaram a associar sua atuação ao chamado “PL da Censura”. O governo, por sua vez, afirmava que a proposta buscava aumentar a segurança no ambiente digital e responsabilizar plataformas pela circulação de conteúdos violentos.
Ela também participou da interlocução do governo com empresas de tecnologia sobre políticas de moderação de conteúdo e medidas relacionadas à violência nas redes.
Em 2025, Lula nomeou Aranha para uma das vagas destinadas a juristas no TSE, após escolha a partir de lista tríplice encaminhada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Ela tomou posse como ministra efetiva em 1º de agosto daquele ano, para um mandato de dois anos.
Nas eleições de 2026, Aranha foi designada pelo TSE para atuar como juíza auxiliar em reclamações e representações relacionadas à legislação eleitoral, especialmente em questões envolvendo a disputa presidencial.
A ministra também já havia trabalhado como assessora especial da Presidência da República e como assessora no gabinete da Presidência do próprio TSE. Sua trajetória inclui ainda participação em debates sobre inteligência artificial e proteção de dados.
A mais recente pesquisa do instituto PoderData/Aya, realizada entre os dias 30 de setembro e 2 de outubro, aponta um cenário de empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pelo primeiro turno da eleição presidencial de outubro.
No recorte de votos válidos, que exclui os votos brancos, nulos e os eleitores indecisos, o petista aparece com 45% das intenções de voto, enquanto o senador do PL registra 43%. A diferença entre os dois principais concorrentes apresentou um acréscimo de 1 ponto percentual em comparação com a rodada anterior do levantamento.
Atrás da dupla líder, o segundo pelotão é encabeçado por Augusto Cury (Avante), com 4%, seguido por Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD), que somam 3% cada. Romeu Zema (Novo), Samara Martins (UP) e Rui Costa Pimenta (PCO) pontuaram com 1% cada. Os candidatos Clariana Barão (Democracia Cristã), Edmilson Costa (PCB), Wilson Grassi (Democrata), Hertz Dias (PSTU) e Leonardo Avalanche (PRTB) não pontuaram. No total, os nomes deste grupo acumulam 13% dos votos válidos.
Cenário de votos totais
Considerando a base de votos totais, que engloba também os eleitores indecisos e aqueles que pretendem votar em branco ou anular, a disputa permanece estreita: Lula registra 42% das intenções de voto, ao passo que Flávio Bolsonaro marca 41%.
Ambos os candidatos apresentaram oscilação positiva em relação à pesquisa anterior, realizada entre 20 e 23 de setembro, quando o atual presidente pontuava com 41% e o senador com 39%.
Metodologia
A pesquisa foi realizada pelo PoderData, empresa do grupo Poder360 Jornalismo, com recursos próprios. O levantamento teve parceria de divulgação com o Aya Bancah, a maior e mais completa banca digital do Brasil.
Os dados foram coletados de 30 de setembro a 2 de outubro de 2026, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 4.000 entrevistas em 786 municípios das 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 1,5 ponto percentual. O intervalo de confiança é de 95%. Está registrada no TSE sob o nº BR-03519/2026.
Para chegar a 4.000 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData/Aya faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, são mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população.
Os R$ 400 mil em dinheiro vivo que a Polícia Federal apreendeu na última quinta-feira (1), em Mossoró, pertence ao empresário e candidato a Deputado Estadual (PL), Jorge do Rosário, é o que aponta a investigação. A PF descobriu também que o montante foi sacado pelo irmão dele, identificado como José Ferreira do Rosário Neto.
De acordo com o inquérito, a apuração foi instaurada para investigar suspeitas de corrupção eleitoral e lavagem de dinheiro. O caso teve origem em uma comunicação do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) sobre uma movimentação atípica, que apontou o provisionamento de um saque em espécie de R$ 400 mil na conta da empresa Repav Rosário Edificações e Pavimentação Ltda, da qual Jorge do Rosário é sócio majoritário e administrador. O irmão, José Ferreira também tem participação na empresa, mas como sócio minoritário.
A retirada foi executada por José Ferreira, mas ainda não há informações se a quantia apreendida pela PF corresponde integralmente ao valor provisionado. A investigação busca esclarecer a fundo essa movimentação financeira e sua eventual relação com crimes eleitorais.
Os presidenciáveis Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) realizam neste sábado (3) os últimos atos de campanha para o primeiro turno das eleições de 2026. Concentrados estrategicamente na região Sudeste, o maior colégio eleitoral do país, os principais concorrentes buscam consolidar apoios e atrair votos de última hora antes de os brasileiros irem às urnas neste domingo (4).
O presidente e candidato à reeleição, Lula, encerra sua agenda com uma caminhada na Avenida Paulista, na capital paulista. O estado é considerado prioridade absoluta pela coordenação de campanha e foi o mais visitado pelo petista ao longo do pleito, reunindo um eleitorado apto de 34,1 milhões de pessoas.
Além de buscar votos para a corrida presidencial, Lula tenta impulsionar a candidatura de Fernando Haddad (PT) ao governo estadual para forçar um segundo turno contra o atual governador, Tarcísio de Freitas (Republicanos). A missão, contudo, é desafiadora: pesquisa Datafolha recente indica Tarcísio com 56% dos votos válidos, ante 37% de Haddad, o que acende o alerta para o risco de o petista ficar sem palanque competitivo no maior estado do país.
Do outro lado, Flávio Bolsonaro divide o último dia de campanha entre São Paulo e o Rio de Janeiro. Pela manhã, o senador participa de uma moto-carreata ao lado de Tarcísio de Freitas no interior paulista, percorrendo trechos entre Santa Bárbara d’Oeste e Americana. À tarde, viaja para o Rio de Janeiro, berço político de sua família e onde deu início à corrida presidencial em agosto, onde comanda uma mobilização entre Campo Grande e Bangu, na Zona Oeste.
Com estratégias focadas em demonstrações de força nos redutos decisivos do Sudeste, os candidatos encerram uma das campanhas mais disputadas da história recente, deixando o veredito final nas mãos dos eleitores neste domingo.
A abstenção no primeiro turno das eleições presidenciais brasileiras tem apresentado trajetória de alta desde 2006. O índice acumulou um crescimento de quatro pontos percentuais até 2022, quando alcançou 20,79%, representando a ausência de 32,2 milhões de eleitores. Diante de um cenário atual marcado por grande acirramento e margens apertadas entre os principais concorrentes, analistas avaliam que o nível de comparecimento às urnas poderá ser o fiel da balança na disputa pelo Palácio do Planalto.
No pleito anterior, entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL), a dinâmica foi distinta: com margens mais amplas e menor apatia na reta final, a abstenção caiu no segundo turno pela primeira vez desde 2002. Na corrida atual, contudo, especialistas apontam fatores inéditos, como a ausência de debates entre os principais candidatos e um engajamento geral considerado baixo desde a redemocratização.
O impacto nas bases e divergências entre especialistas
Para o cientista político Antônio Lavareda, presidente da Abrapel, o crescimento da abstenção tende a penalizar a candidatura de Lula. Baseando-se na correlação quase absoluta de -0,97 entre menor escolaridade e abstenção, público tradicionalmente de maior apoio petista, Lavareda argumenta que as dificuldades logísticas e a insatisfação econômica pesam mais sobre os eleitores de menor renda e menor instrução.
“A abstenção vai prejudicar Lula porque ele tem menos votos entre os menos escolarizados do que tinha em 2022. Há uma insatisfação com a economia e a percepção de que ela não melhorará”, aponta o cientista político.
Em contrapartida, Luciana Chong, diretora do Datafolha, pondera que a projeção exata sobre quem será mais prejudicado é complexa. Dados de propensão de voto do instituto mostram perfis de menor engajamento concentrados entre jovens e menos escolarizados, mas com nuances geográficas importantes. Enquanto o Sudeste registra maiores taxas de propensão à ausência, o Nordeste demonstra índices mais elevados de fidelidade ao comparecimento.
O peso histórico e o voto obrigatório
Para Jairo Nicolau, pesquisador do CPDOC/FGV, o cenário atual gera curiosidade por evidenciar um clima de apatia e recusa à política cujos reflexos definitivos nas urnas ainda são imprevisíveis. Já Bruno Reis, professor de ciência política da UFMG, relativiza o impacto institucional do absenteísmo e destaca a resiliência do sistema brasileiro: para ele, mesmo com penalizações brandas pelo descumprimento do voto obrigatório, a taxa histórica de comparecimento em torno de 80% continua sendo um indicador positivo de engajamento cívico.
A candidata ao Senado pelo Distrito Federal Michelle Bolsonaro (PL) precisou cancelar sua participação presencial em um evento de campanha realizado nesta sexta-feira (2), em Brasília. A ausência ocorreu devido a momentos de instabilidade emocional enfrentados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar decorrente de condenação por tentativa de golpe de Estado.
Inicialmente, a senadora Damares Alves (PL-DF), presente no evento, afirmou aos apoiadores que a ex-primeira-dama não pôde comparecer porque Bolsonaro havia passado mal. No entanto, Michelle esclareceu posteriormente que o marido não sofreu um mal-estar físico súbito, mas tem vivido “dias mais difíceis”, marcados por quadros de ansiedade e oscilações emocionais agravadas pela reta final da campanha eleitoral.
Participando de forma virtual e com uma aparência abatida, segundo relatos de aliados, Michelle destacou o desafio de conciliar a agenda política com a dedicação integral ao marido, uma vez que ela própria cumpre restrições de horários de circulação impostas pela Justiça. “Estou presa com meu marido, todo mundo sabe, tenho horário pra sair e horário para voltar. Não é fácil ter que associar também uma campanha com os cuidados de casa e estar ali também dando todo apoio para ele”, desabafou, acrescentando que pediu o apoio e orações de líderes religiosos.
A situação gerou fortes críticas da senadora Damares Alves à condução judicial do caso pelo Supremo Tribunal Federal. Para Damares, as restrições impostas a Bolsonaro — que não possui direito a um cuidador formal — acabam por punir também a ex-primeira-dama. “O ministro Alexandre de Moraes prendeu ao mesmo tempo o Bolsonaro e prendeu a Michelle, pois ele não tem direito a um cuidador. A Michelle é a carcereira do Bolsonaro”, declarou a parlamentar, que também levantou preocupações sobre o impacto da prisão na saúde do ex-presidente.
A reta final da campanha de Álvaro Dias (PL) ganhou as ruas de Natal e Parnamirim nesta sexta-feira (2). Em uma grande carreata da Caravana 22, o candidato ao Governo do Rio Grande do Norte percorreu bairros das duas cidades acompanhado por apoiadores, candidatos e lideranças políticas.
A Caravana saiu de Neópolis, em Natal, seguiu por Nova Parnamirim e Cidade Verde e avançou por Parnamirim, passando pela Coophab e pelo bairro da Liberdade até chegar ao Centro da cidade.
Ao longo do trajeto, carros e apoiadores acompanharam Álvaro pelas ruas e avenidas, marcando mais uma noite de movimentação da campanha às vésperas da votação de domingo.
Participaram da carreata a vice-prefeita de Parnamirim, Kátia Pires; o prefeito de Natal, Paulinho Freire; a vice-prefeita Joanna Guerra; o senador Rogério Marinho; os candidatos ao Senado Styvenson Valentim e Coronel Hélio; o comunicador Salatiel de Souza; os candidatos a deputado federal General Girão, Carla Dickson e Gabi Trajano; os candidatos a deputado estadual Taveira Júnior, Coronel Azevedo, Josemar Varela, Gabriel César e Pastora Jois; além do vereador e presidente eleito da Câmara Municipal de Natal, Aldo Clemente.
O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) desponta com alta probabilidade de vitória na corrida pelo Palácio do Planalto para as eleições de outubro, segundo dados de plataformas internacionais de mercados de previsões, como Kalshi e Polymarket. É importante destacar, contudo, que essas estimativas não seguem rigores metodológicos científicos e que a modalidade de mercado preditivo é proibida no Brasil.
De acordo com o levantamento consultado na noite dessa sexta-feira (2), a Kalshi aponta Flávio com 58% de probabilidade de vitória, enquanto o presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), registra 44%.
Abaixo dos dois principais nomes, o cenário nas apostas mostra Renan Santos (Missão) com 0,6%, enquanto as porcentagens de Augusto Cury (Avante), Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD) não foram detalhadas pela plataforma.
Na Polymarket, o cenário apresenta pequenas oscilações recentes: Flávio Bolsonaro lidera com 57% de chance de vencer, o que representa uma queda de 6,3 pontos percentuais em relação aos 63,3% registrados na véspera.Em sentido inverso, Lula subiu de 37% para 43% de probabilidade.Nessa mesma plataforma, Renan Santos, Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Augusto Cury aparecem com menos de 1% de chance cada.
Tanto a Kalshi quanto a Polymarket funcionam como bolsas internacionais de apostas onde usuários movimentam dinheiro real frequentemente em criptomoedas para especular sobre a probabilidade de concretização de eventos futuros.
Ex-embaixador do Brasil em Washington Rubens Barbosa | Foto: Andressa Anholete/Agência Senado
O ex-embaixador do Brasil em Washington Rubens Barbosa afirmou que a suspensão dos atendimentos presenciais da embaixada e dos consulados dos Estados Unidos pode ser uma forma indireta de interferência na eleição brasileira.
Para o diplomata, a medida adotada a dois dias do primeiro turno passa uma imagem de insegurança e alimenta um clima de desconfiança no país.
“Desde o começo eu falei que acreditava que iria haver uma interferência direta ou indireta dos Estados Unidos na eleição aqui no Brasil. Acho que isso talvez seja uma maneira indireta de interferir nas eleições”, declarou ao UOL News.
O governo americano alegou “preocupações com a segurança”, mas não divulgou detalhes sobre possíveis ameaças. A Austrália também fechou sua embaixada em Brasília nesta sexta-feira (2).
Dr:
Peraí!
O sistema das urnas eleitorais do Brasil não são invioláveis??
Quem vota são os brasileiros que saem de casa pra escolher o seu candidato, Trump não vota aqui e até onde sei não é ele que opera o computadorzão quardado dentro de uma sala.
Interferência mesmo é do nosso Judiciário dizendo o que é e o que não é pra fazer na eleição e no Brasil sem receber serem votados é essa galera sem votos que manda no brasil hoje.
Se metem em tudo que não é da sua competência, isso sim é Interferência direta na eleição.
Desde que o país virou uma "democracia" a CRISE FINANCEIRA SÓ EXISTE PARA O PODER EXECUTIVO, no judiciário e legislativo os aumentos são concedidos anualmente.
Mas o mesmo judiciário e MP se posicionam CONTRA OS PEDIDOS DE AUMENTO SALARIAL de OUTRAS CATEGORIAS alegando exatamente os problemas financeiros nos municípios, estados e no país.
Crise mesmo só no EXECUTIVO, 10 anos sem reposição salarial , enquanto os outros poderes todos os anos se abastece os seus SALÁRIOS corrigidos.
Pega fogo cabaré!!!!
A casa de mãe Joana perde feio para esses desmandos com dinheiro do povo!
Quem vai nos salvar?
E ainda tem promotor TQQ (que só trabalha terça quarta e quinta no interior), que precisam ser denunciados pela população do interior.
O povo do interior esta se conscientizando de cobrar a presença desses espertalhões, vamos denunciar, pois o querem o bonus e esquecem do onus.
Por isso que os ladrões do governo anterior estão soltos. O MPE não tem moral, nem escrúpulo para cobrar nada, são todos farinha do mesmo saco. Órgão fiscalizador do erário??? Faz-me rir…
Eita papai, aguenta o tranco que atrás desse trem da alegria agora vem os juizes com a tal paridade….
Brasil vei desgovernado!
Esses cidadaos precisam ser questionados em publico sobre o que pensam dessas regalias.
Cade a OAB para fazer alguma coisa?
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Caramba!
Pense numa categoria descarada, parece que vivem noutro mundo!
Fazem trem da alegria com tudo, vejamos algumas maravilhas: férias 60 dias, 90 dias de licença premio, 20 dias de recesso, folgas de ate 30 dias por audiencia de custodia, telefone funcional incluindo conta paga,….
Qual vai ser o limite desse povo????
Enquanto isso o servidor comum do estado não pode vender férias, licença prêmio, não tem aumento salarial há 15 anos. Esse país é uma vergonha. Essas castas e raças arianas fazem o que querem e ninguém impede esses assaltos ao dinheiro público. Como podemos confiar em poderes que são na verdade os maiores ladrões oficializados da verba pública.
E vamos que vamos !! Engolindo calado ,,, isso é uma vergonha !!
kkkk
Engraçado é que esses dias o representante da associação desses camaradas fez uma nota dizendo que 60 dias de férias era justificável pq eles tem muito trabalho ( todo mundo sabe que é bem menos que qualquer trabalhador), quando na realidade a finalidade é mais financeira, pois cada um embolsa sem descontos absurdos 40 mil livre.
O povo pra gostar de $$$$$!
Falso moralistas batizados!
PQP!
Isso é uma canalhice sem tamanho, esses sujeitos afrontam a moralidade e não contém sua ganancia POR DINHEIRO.
Tem que acabar o poder da caneta desses caras, isso é uma VERGONHA.
O povo tem que tomar a s redes sociais e começar uma campanha contra essas regalias.
Esse tipo de noticia já não surpreende ninguém. Os "fiscais da lei" apenas se importam com seus próprios umbigos, vaidades e sede de poder. Deveriam ser o baluarte da moralidade, defender os interesses da sociedade em geral contra os desmandos dos políticos e autoridades em geral, mas apenas se nivelaram por baixo, lutando apenas por mais e mais recursos, numa demonstração de insensibilidade e hipocrisia ilimitadas, em detrimento da sociedade que labuta pra manter tantas mordomias. A nós, resta apenas aquela frase: "Remem, escravos!".
Rapazzzzz. Esse povo não tem limites. Agora vão fazer o quê com o dinheiro? gastar no veraneio lá no Porto Brasil. Enquanto isso o RN falido e milhões de desempregados passando o maior sufoco
Crise de araque, economizam só para distribuir entre os seus. E quem acreditou que os ptistas seriam diferentes, de mostraram o quão inocentes eram. Essa turma do PT, só a direção, a massa de manobra não conta, são muito piores que os antigos governos, pelos menos mais ladrões isso eles são de goleada. Não tem Sarney, Collor, FHC, o Temeroso,bozo não e pior que esses bandidos, por isso temos que extirpar esse mal que se instalou no país, a começar por LULADRAO que tem que voltar para cadeia imediatamente para se tentar restaurar a normalidade em nosso país, depois vem fatao e os outros, cada um na sua hora.
No bumbum do executivo, com um vigor que só a bonança nos trás!
E a moralidade da lei brasileira todos sao iguais perante a lei, interpretação da constituição ao Bel prazer do monopólio governamental da justiça brasileira.