
A investigação sobre Flávio Bolsonaro e outros deputados e diversos assessores parlamentares veio a público em dezembro, mas o relatório do Coaf que aponta movimentações suspeitas está com o Ministério Público do Rio desde o início do ano passado – foi recebido pelo Laboratório de Lavagem de Dinheiro do MPRJ em 3 de janeiro de 2018.
O documento do Ministério Público do Rio que pediu a quebra do sigilo bancário e fiscal de 95 pessoas e empresas que tiveram relação com Flávio Bolsonaro cita outros Relatórios de Inteligência Financeira (RIFs) produzidos pelo Coaf.
Um deles revela que, entre novembro de 2017 e junho de 2018, houve 190 mil reais de saques em espécie da conta de Fabricio Queiroz, amigão e ex-assessor de Flávio Bolsonaro.
No documento, o Ministério Público do Rio afirma que encontrou indícios de organização criminosa, lavagem de dinheiro e peculato no gabinete de Flávio Bolsonaro na época em que ele era deputado estadual.
Com informações da Veja
Verdade, deve ter melhoradouito. Kkk
Tem muito idiota que foi enganado se achando esperto ainda. Até quando esses idiotas vão passar vergonha defendendo esses milicianos.
Para não atrapalhar a campanha do "mico ", e enganar os "PATOS" mais uma vez
E vc foi pato por 16 anos , agora é “esperto”!!!
Petista não é pato. É jumento.
Se divulgasse antes o mito não ganharia a eleição.
Bom era com estava né MANÉ!!!