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MUITO CUIDADO: Traficantes usam aplicativos de paquera para vender drogas; até serviço delivery

Aplicativos de paquera, populares entre pessoas que buscam companhia, estão sendo usados para a venda de drogas em áreas de São Paulo cercadas por bares e boates. Por meio de perfis facilmente identificáveis nos apps, os traficantes oferecem drogas como cocaína, GHB (espécie de ecstasy líquido), metanfetamina e ecstasy. A negociação acontece de forma virtual, e a droga é entregue no local em que o cliente está ou até na residência do traficante.

Os aplicativos mais usados para a negociação das substâncias são o Grindr e o Hornet, ambos voltados para o público masculino homossexual. As vantagens destes aplicativos são a geolocalização e a ausência do uso de qualquer filtro de pesquisa –eles mostram qualquer pessoa que esteja perto, sem delimitar idade ou preferências, diferentemente de apps como o Tinder, em que você seleciona que tipo de pessoa deseja ver. O Grindr ainda faz a seleção de acordo com a distância menor, o que facilita a negociação da droga –quanto mais perto está o cliente, mais fácil é a entrega.

Para fazer o registro nestes apps, não são usadas formas de identificar a veracidade do usuário –como o login com o Facebook, usado por apps como o Happn, o OkCupid e o Tinder. Por isso qualquer pessoa –homossexual ou heterossexual– pode se registrar. Há relatos de que há traficantes heterossexuais usando a plataforma apenas para a venda de substâncias ilícitas.

Os perfis costumam ser identificados pelas siglas das drogas oferecidas: TK para cocaína; GHB para o ácido gama-hidroxibutirato, uma espécie de ecstasy líquido também conhecido como “boa noite, Cinderela”; key para quetamina, sintético de fabricação caseira a partir de anestésico usado em cavalos; MD para a metanfetamina. As fotos não costumam mostrar os rostos –ainda que alguns se arrisquem.

“Você pergunta ‘quanto?’, combina de se encontrar e pronto”

O primeiro contato ocorre dentro do aplicativo, e muitos levam a conversa para o WhatsApp, onde há criptografia para a proteção de dados.

“É tudo direto e muito rápido, sem papo. Você pergunta ‘quanto?’, combina de se encontrar e pronto”, explicou ao UOL L., que compra drogas por meio do Grindr. “Recebi até foto da droga pelo app mesmo, para ver se era o que eu queria”, relata. “Fui até o prédio, chamei na portaria. Dei o nome dele e fui liberado para subir. Ele abriu a porta e me convidou para entrar. Foi um negócio. Ele não tentou nada, não deu em cima de mim em momento nenhum”, diz.

L. conta ainda que alguns garotos de programa costumam oferecer a droga nos aplicativos e que muitas vezes o traficante opta por não negociar se o cliente não usar o rosto em seu perfil. Segundo L., dependendo da região de São Paulo, a maior parte dos usuários que aparecem no app são vendedores de droga e garotos de programa. “Os apps são feitos para paquera, mas a ideia central acaba sendo desapropriada cada vez mais.”

G., outro usuário de apps que já negociou cocaína, conta que, no seu caso, a droga foi entregue no esquema de “delivery”. Ele efetuou o pagamento por meio de transferência bancária e pagou o táxi do traficante até sua casa.

“Ele combinou que eu deveria depositar o valor em uma conta de banco e, como era o mesmo banco que o meu, o valor caiu na hora. Combinamos que eu pagaria o táxi dele até a minha casa. Quando chegou, desci para buscar e ele quis subir para não entregar na rua. Fiquei um pouco resistente, mas acabei deixando”, relata G.

“Ele subiu, me deu um pouco para experimentar antes e depois me entregou o pedido. Ele acabou ficando em casa, e passamos umas três horas conversando e cheirando. Depois de um tempo, achei que aquela situação estava estranha e pedi que ele fosse embora”, diz G. Segundo ele, o traficante ainda manteve contato por um tempo via WhatsApp –o aplicativo foi usado apenas para combinar a entrega, e a negociação toda de preços foi dentro do app de paquera.

A reportagem do UOL acompanhou uma negociação nos arredores da rua Augusta, na região central da capital paulista. A negociação foi semelhante ao que foi relatado por L.: o vendedor passou o preço e pediu para que a droga fosse retirada, passando o endereço sem que a compra se concretizasse.

Mensurar o número de traficantes que atuam no aplicativo é uma ação difícil, e seria possível somente identificando os usuários pelo registro nos apps, já que os traficantes podem modificar seus “apelidos” de acordo com as drogas que oferecem em determinado momento e trocar as fotos sempre que quiserem. Além disso, como os perfis aparecem de acordo com a localização mais próxima, a mesma pessoa pode atuar em diferentes pontos da cidade, em diferentes horários do dia.

Em nota, Sean Howell, presidente da empresa que administra o Hornet –que é registrado em Hong Kong– disse não acreditar que o aplicativo seja usado por pessoas que tenham o interesse único de vender drogas. “Todas as fotos públicas de um perfil passam por moderação. Pessoas vendendo drogas (ou qualquer item) costumam fazer o upload das imagens do que vendem. Quando o moderador vê uma imagem de droga (ou de objetos usados para produção e consumo), o perfil é imediatamente suspenso.”

O Hornet explica ainda que os chats não podem ser checados devido a políticas de privacidade, mas que a empresa pode ver se algum perfil está mandando inúmeras mensagens numa mesma área, o que supostamente seria um indicativo de que alguém esteja oferecendo drogas. A nota da empresa não menciona os casos em que o cliente entra em contato com o perfil que anuncia substâncias ilícitas do modo como vem sendo realizado em São Paulo.

Procurada pelo UOL por e-mail nos dias 8, 9 e 10, a empresa responsável pelo Grindr não se pronunciou.

Pena prevista é de cinco a 15 anos de prisão

De acordo com o Marco Civil da Internet, as empresas proprietárias dos aplicativos não podem ser responsabilizadas pelas irregularidades promovidas por terceiros. E ainda que o crime seja executado em parte no meio virtual, o tratamento é o mesmo do mundo “offline”, ou seja, quem vende a droga por um app será enquadrado na lei de tráfico de drogas.

A lei 11.343, de 2006, que é conhecida como Lei Antidrogas, define o crime de tráfico de drogas para toda pessoa que “importar, exportar, remeter, preparar, produzir, fabricar, adquirir, vender, expor à venda, oferecer, ter em depósito, transportar, trazer consigo, guardar, prescrever, ministrar, entregar a consumo ou fornecer drogas, ainda que gratuitamente”. A pena prevista é de cinco a 15 anos de prisão. Segundo dados da SSP, na cidade de São Paulo em 2016 foram presas 8.827 pessoas pela acusação de tráfico de entorpecentes.

O promotor de Justiça Frederico Meinberg Ceroy, presidente do Instituto Brasileiro de Direito Digital, explica que a única diferença neste caso é a forma como o crime é investigado, já que inclui a atividade virtual. “Existe uma dificuldade muito grande quando se fala de investigação em determinados aplicativos. A grande maioria deles está hospedada no exterior e pode levar anos para conseguir a liberação, por meio de autorização judicial, das conversas trocadas em aplicativos”, afirma.

Ceroy afirma ainda que o usuário de drogas também está cometendo um crime, mas que não é punido com a prisão. A pena prevista é a advertência sobre os efeitos das drogas, a prestação de serviços à comunidade e o comparecimento a programas ou cursos educativos.

Em nota, a Polícia Civil informou que monitora sites e aplicativos em investigações contra crimes como o tráfico de drogas e, nos casos em que as bases de dados das empresas ficam em outros países, a Interpol é envolvida. Consultada pela reportagem, a SSP (Secretária de Segurança Pública) informou que não tem informações sobre a abertura de investigações envolvendo o uso de apps para venda de drogas.

UOL

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Expo Meia do Sol Sicredi reúne esporte, experiências e solidariedade em Natal

Maior feira ligada ao segmento esportivo do Norte e Nordeste marca o início da experiência dos corredores com a Meia Maratona do Sol Sicredi

A Meia Maratona do Sol Sicredi começa antes mesmo da largada. De 17 a 20 de setembro, a Arena das Dunas recebe a Expo Meia do Sol Sicredi, considerada a maior feira ligada ao segmento esportivo do Norte e Nordeste. O espaço reúne a programação que antecede e acompanha a corrida, com retirada dos kits dos atletas, ativações dos patrocinadores, shows, palestras com especialistas e plantão de informações para os participantes.

A retirada dos kits será realizada nos dias 17, 18 e 19 de setembro, das 9h às 20h, no setor de Hospitalidade da Arena das Dunas. Durante esse período, a Sicredi RN também promove uma ação de solidariedade em benefício de pessoas em situação de vulnerabilidade social no Rio Grande do Norte. Os atletas que adquiriram o ingresso Meia Solidária devem lembrar de levar, no momento da retirada do kit, os 2 kg de alimentos não perecíveis previstos no regulamento.

A Sicredi RN também convida os demais atletas que desejarem participar dessa corrente do bem a fazer a doação voluntária de alimentos. As doações serão destinadas a iniciativas sociais no estado.

Para o presidente da Sicredi RN, Damião Monteiro, a iniciativa reforça o compromisso da instituição financeira cooperativa com a comunidade potiguar. “A Meia Maratona do Sol Sicredi é um momento de celebração do esporte, mas também uma oportunidade de exercitarmos a cooperação e a solidariedade. Ao trazer os alimentos no momento da retirada do kit, cada corredor contribui para levar um pouco mais de dignidade a quem precisa”, afirma.

Depois de receber mais de 60 mil visitantes na edição passada, a Expo Meia do Sol Sicredi tem expectativa de superar 80 mil visitantes neste ano. A programação amplia a experiência proporcionada pela Meia Maratona do Sol Sicredi, reunindo atletas, familiares, parceiros e público em torno do esporte, do lazer e da solidariedade.

A Meia Maratona do Sol Sicredi, maior corrida de rua do Norte-Nordeste, será realizada nos dias 19 e 20 de setembro, em Natal, com largada e chegada na Arena das Dunas. A expectativa é reunir mais de 20 mil atletas nas provas de 21 km, 10 km e 5 km, além da Meia do Sol Sicredi Kids, no dia 20, voltada para crianças e famílias. Ao todo, serão distribuídos mais de R$ 115 mil em premiações.

SERVIÇO — EXPO MEIA DO SOL SICREDI

Local: Arena das Dunas – setor de Hospitalidade
17, 18 e 19 de setembro: das 9h às 20h
20 de setembro: das 4h às 11h
Retirada dos kits: 17, 18 e 19 de setembro, das 9h às 20h
Ação solidária: doação voluntária de 2 kg de alimentos não perecíveis pelos atletas no momento da retirada do kit.

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Moraes é mencionado em 72,8% das publicações sobre caso Master nas redes durante sessão no STF

Foto: Reprodução/YouTube

Alexandre de Moraes concentrou 72,8% das publicações sobre o caso Master nas redes sociais durante a sessão do STF em 15 de setembro. Do total de menções, 55% tiveram tom crítico, classificado pelo estudo como “exposição adversa”. O levantamento foi realizado pelo DSC LAB, laboratório de dados, comunicação e comportamento digital da Descomplica, com base em conteúdos do Instagram e Facebook.

Ao todo, Moraes foi citado em 12.952 publicações relacionadas aos 13 eixos do caso, volume 529% maior que o registrado em 8 de setembro. Parte dos questionamentos envolveu suspeitas relacionadas a contratos de prestação de serviços do escritório de advocacia de sua mulher, Viviane Barci de Moraes.

André Mendonça apareceu em 7.652 publicações, equivalentes a 43% das menções do dia, sendo que 19,9% continham críticas diretas ao ministro.

A discussão sobre a relatoria, o sigilo e o trâmite conduzido por Mendonça foi o tema de maior alcance, presente em 8.112 posts, ou 45,6% do universo analisado. Mensagens e minutas relacionadas a Moraes somaram 6.291 publicações, 35,3% do total, enquanto pedidos de investigação, afastamento ou impeachment chegaram a 710 posts, 4,0%. Já o debate sobre a entrega de dados telefônicos e o acesso por gabinetes somou 399 publicações, 2,2%.

No mesmo dia, Lula registrou 692 menções nas duas plataformas da Meta, enquanto Flávio Bolsonaro teve 407. No acumulado de 15 dias, Flávio somou 14.811 citações, contra 13.002 de Lula. Na medição de reputação negativa do estudo, em escala de 0 a 100, Flávio marcou 80,8 e Lula, 68,7.

O levantamento analisou 153.485 publicações entre 31 de agosto e 16 de setembro de 2026, envolvendo 20.090 contas ativas no Instagram e Facebook. Os conteúdos acumularam 274 milhões de interações e 4,74 bilhões de visualizações. Do total, 76.754 publicações foram feitas no Instagram, por 12.409 contas, e 76.731 no Facebook, por 7.681 contas.

Com informações de Poder 360

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Carga de Mounjaro que nunca foi entregue teria sido a motivação para execução de empresário sequestrado em São Gonçalo do Amarante

Foto: Reprodução

A execução do empresário Marcelo Silva de Oliveira, de 29 anos, que havia sido sequestrado quando chegava em casa no dia 29 de agosto em São Gonçalo do Amarante, estaria relacionada a uma carga de tirzepatida, substância que é o princípio ativo comercialmente conhecido como Mounjaro.

Marcelo teria vendido a carga da substância a um grupo de empresários e não teria realizado a entrega nem devolvido o dinheiro pago pela compra. Diante do impasse, os compradores passaram a pressionar o empresário e a fazer ameaças, cobrando uma solução para o problema. As cobranças e ameaças teriam se intensificado e motivado os crimes praticados contra Marcelo.

Este grupo teria instalado um rastreador no veículo de Marcelo como parte do plano de sequestro e execução. O corpo dele foi encontrado em 1º de setembro, enterrado em uma cova de cerca de quatro metros de profundidade em uma granja de Macaíba.

Entre as quatro pessoas presas em operações realizadas nos dias 15 e 17 de setembro, estaria um ex-candidato a vereador, suspeito de participar diretamente na execução de Marcelo. O outro homem, preso em Fortaleza(CE), teria participado do crime viabilizando a logística.

Dois dos investigados que foram presos no dia 15, já haviam deixado o Rio Grande do Norte e pretendiam sair do Brasil com destino ao Paraguai, de acordo com a Polícia Civil. Eles foram interceptados no Paraná com apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Polícia Militar do Paraná (PMPR).

LEIA TAMBÉM: Polícia prende suspeitos de participação no sequestro e morte de empresário em São Gonçalo do Amarante

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CÁLCULO POLÍTICO: Flávio é orientado a não questionar reajuste do Bolsa Família no TSE

Foto: Beto Barata/PL Nacional

O senador Rogério Marinho (PL-RN), principal coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), vai orientar o candidato à Presidência da República a não recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado por Lula (PT) a apenas 17 dias do primeiro turno.

De acordo com Marinho, existe o temor de que uma ação seja interpretada pelos eleitores como uma tentativa de Flávio de impedir o aumento do benefício. “Se ele me ouvir, não vamos entrar na Justiça”, afirmou o senador.

Apesar da cautela, o coordenador classificou o reajuste como sinal de “puro desespero” de Lula diante do avanço de Flávio nas pesquisas. “Ele já deu subsídio para óleo diesel, o Durigan está falando em terceiro Desenrola. Agora dizem que vão acabar com bets, já acabaram com a taxa das blusinhas”, disparou.

O governo anunciou aumento de 15% no Bolsa Família. O piso passará de R$ 600 para R$ 691 a partir de outubro. Segundo o ministro Bruno Moretti, o índice corresponde à inflação acumulada desde o início do programa até agosto de 2026.

Com informações do Metrópoles

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Indicado pela deputada Isolda Dantas (PT), supervisor do Detran-RN em Mossoró é afastado em operação que apura esquema de corrupção no órgão

oto: Reprodução

O supervisor do Detran-RN em Mossoró, Hans Ronieli Cardoso Ferreira de Willegaignon, foi afastado do cargo nesta quinta-feira (17), durante a segunda fase da Operação Agrado, que investiga um suposto esquema de corrupção e favorecimento ilícito no órgão.

Hans Ronieli possui ligação política com a deputada Isolda Dantas (PT) e teria sido indicado por ela para o cargo, de acordo com informações do Blog Saulo Vale. A nomeação de Hans foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) em setembro de 2024.

Além do afastamento de cinco servidores, entre eles Hans Ronieli, a Justiça determinou monitoramento eletrônico de quatro investigados e outras medidas cautelares.

Operação Agrado

A investigação apura suspeitas de corrupção ativa e passiva, inserção de dados falsos, falsidade ideológica e organização criminosa. Entre as suspeitas está a liberação irregular de veículos mediante pagamento de vantagens. Durante a operação realizada nesta quinta-feira (17), celulares, computadores, documentos e outros equipamentos também foram apreendidos para análise.

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Quarta pesquisa Perfil/BG aponta crescimento de Zenaide, com empate técnico na liderança e distante do 3º lugar

Senadora obteve maior percentual na série das quatro pesquisas do instituto

A quarta pesquisa consecutiva do Instituto Perfil em parceria com o Blog do BG mostra Zenaide Maia em empate técnico na liderança da disputa pelo Senado no Rio Grande do Norte. Na soma do primeiro e do segundo voto, Zenaide aparece com 13,97%. A diferença em relação ao primeiro colocado, Styvenson Valentim, que tem 16,72%, é de 2,75 pontos percentuais e está dentro da margem de erro de 2,45 pontos para mais e para menos.

O novo levantamento também mostra crescimento de Zenaide ao longo da série do Perfil/BG. Em julho, a senadora tinha 12,06%. Em agosto, passou para 13,44%. Na pesquisa divulgada no início de setembro, registrou 12,81%. Agora, chegou a 13,97% — seu maior percentual nas quatro pesquisas do instituto. No mesmo período, a vantagem sobre o terceiro colocado também aumentou: era de 3,31 pontos em julho e agora chega a 5,06 pontos.

Na nova rodada, Samanda aparece com 8,91%, Rafael Motta com 7,06% e Coronel Hélio com 4,78%. Como duas das três cadeiras do Senado pelo Rio Grande do Norte estarão em disputa em 2026, cada eleitor poderá escolher dois candidatos.

A pesquisa ouviu 1.600 eleitores em todas as regiões do estado, entre os dias 12 e 15 de setembro, com margem de erro de 2,45 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o número BR-02304/2026 e no TRE-RN sob o número RN-08335/2026.

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Fachin adia julgamento sobre atuação de Mendonça no caso Master; nova data será definida “oportunamente”

Foto: Alejandro Zambrana/STF

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Edson Fachin, adiou o julgamento que analisaria a atuação do ministro André Mendonça nos casos envolvendo o Banco Master e o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). A análise estava prevista para a próxima quarta-feira (23), ainda não tem nova data e será definida “oportunamente” pelo presidente do STF.

A decisão ocorreu em razão do pedido de vista apresentado pelo ministro Flávio Dino na sessão da última terça-feira (15), que discutia a possível abertura de investigação contra Alexandre de Moraes por causa de mensagens trocadas com Daniel Vorcaro, do Banco Master.

Durante a sessão, o ministro Gilmar Mendes apresentou uma questão de ordem para que os casos envolvendo Moraes e Mendonça fossem analisados conjuntamente, sob o argumento de que fazem parte do mesmo cenário fático.

Fachin afirmou que essas questões precisam ser resolvidas antes da análise do procedimento envolvendo Mendonça, inclusive por haver questionamentos sobre a própria relatoria.

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PESQUISA BG/PERFIL – APROVAÇÃO DO GOVERNO LULA: 65,19% dos potiguares aprovam e 27,00% desaprovam a gestão do presidente


A pesquisa do Instituto Perfil, em parceria com o Blog do BG, também avaliou a aprovação da administração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) entre os eleitores do Rio Grande do Norte.

De acordo com o levantamento, 65,19% dos entrevistados aprovam o governo Lula. Outros 27,00% desaprovam a gestão do petista, enquanto 7,81% não souberam ou não responderam.

A pesquisa ouviu 1.600 eleitores, em todas as regiões do Rio Grande do Norte, entre os dias 12 e 15 de setembro de 2026, com margem de erro de 2,45 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registrado sob os números TSE BR-02304/2026 e TRE-RN RN-08335/2026.

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PESQUISA BG/PERFIL – APROVAÇÃO DO GOVERNO FÁTIMA: 56,19% dos potiguares desaprovam e 33,81% aprovam a gestão da governadora


O novo levantamento do Instituto Perfil, realizado em parceria com o Blog do BG, também mediu a avaliação da administração da governadora Fátima Bezerra (PT) entre os eleitores potiguares.

De acordo com a pesquisa, 56,19% desaprovam o governo Fátima. Já 33,81% afirmam aprovar a gestão da petista, enquanto 10,00% não souberam ou preferiram não responder.

A pesquisa ouviu 1.600 eleitores, em todas as regiões do Rio Grande do Norte, entre os dias 12 e 15 de setembro de 2026, com margem de erro de 2,45 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registrado sob os números TSE BR-02304/2026 e TRE-RN RN-08335/2026.

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PESQUISA BG/PERFIL – DEPUTADO ESTADUAL: Dr. Gustavo Soares e Cinthia de Allyson dividem a liderança, seguidos de Tomba, Nelter Queiroz e Kleber Rodrigues


No cenário espontâneo para deputado estadual, em que o eleitor pode citar qualquer nome ou expressão, Dr. Gustavo Soares e Cinthia de Allyson aparecem empatados na liderança, segundo levantamento do Instituto Perfil em parceria com o Blog do BG.

Os dois marcam 2,38% cada. Na sequência dos mais citados vêm Tomba (2,31%), Nelter Queiroz (2,19%), Kleber Rodrigues (1,75%), Galeno Torquato (1,69%), Ezequiel Ferreira e Walter Alves, ambos com 1,56%, Cristiane Dantas e Júlio Cesar, empatados com 1,38%, e Ivanilson Oliveira (1,19%).

Indecisos são a maioria: 51,74%, enquanto branco/nulo somam 7,38%.

Veja a lista completa dos nomes citados para deputado estadual:

Dr. Gustavo Soares: 2,38%

Cinthia de Allyson: 2,38%

Tomba: 2,31%

Nelter Queiroz: 2,19%

Kleber Rodrigues: 1,75%

Galeno Torquato: 1,69%

Ezequiel Ferreira: 1,56%

Walter Alves: 1,56%

Cristiane Dantas: 1,38%

Júlio Cesar: 1,38%

Ivanilson Oliveira: 1,19%

Ubaldo Fernandes: 1,13%

Dr. Kerginaldo: 1,13%

Isolda Dantas: 1,06%

Gustavo Carvalho: 1,00%

Eriko Jácome: 1,00%

Bibiano: 0,94%

Luiz Eduardo: 0,88%

Divaneide Basílio: 0,88%

Kaline de Dr. Bernardo: 0,75%

Francisco do PT: 0,75%

Getúlio Rêgo: 0,69%

Coronel Azevedo: 0,69%

Neilton Diógenes: 0,69%

Eudiane Macedo: 0,69%

Camila Araújo: 0,63%

Adjuto Dias: 0,56%

Daniel Valença: 0,50%

Ivan Júnior: 0,44%

Candidato do PT/Lula: 0,44%

Jorge do Rosário: 0,44%

Elvis de Dal: 0,31%

Robson Carvalho: 0,31%

Terezinha Maia: 0,31%

Gabriel Cesar: 0,31%

Taveira Júnior: 0,31%

Bispo Paulo Luiz: 0,31%

Anne Lagartixa: 0,25%

Brisa Bacchi: 0,25%

Holderlin Silva: 0,19%

Léo Souza: 0,19%

Lourenço: 0,19%

Ronny Holanda: 0,13%

Cabo Deyvison: 0,13%

Pedro Lopes: 0,13%

Sargento Manasses: 0,13%

Natália Bonavides: 0,13%

Cleiton da Policlínica: 0,13%

Ana Luisa: 0,13%

Bibi Costa: 0,13%

Ribamar Varela: 0,06%

Ronaldo: 0,06%

Engrácia Alves: 0,06%

Candidato de São Gonçalo: 0,06%

Carlinhos do Gás: 0,06%

Candidato da Direita: 0,06%

Edson Negrão: 0,06%

Davi Fernandes: 0,06%

Milklei: 0,06%

Gilvan Balada: 0,06%

Odon Júnior: 0,06%

Poliana: 0,06%

Derlândio Jackson: 0,06%

Expedito Ferreira: 0,06%

Candidato do Prefeito: 0,06%

Antônio Jácome: 0,06%

Juninho Saia Rodada: 0,06%

Cirleno: 0,06%

Pedro Filho: 0,06%

Marlene Bezerra: 0,06%

Juliana Garcia: 0,06%

Léo Dias: 0,06%

Jônatas Nascimento: 0,06%

Sérgio Leocádio: 0,06%

Benes: 0,06%

Professor Emerson: 0,06%

Renan da Federal: 0,06%

Albert Dickson: 0,06%

Michael Diniz: 0,06%

Paulo Radialista: 0,06%

Ludimilla: 0,06%

Indeciso: 51,74%

Branco/Nulo: 7,38%

A pesquisa ouviu 1.600 eleitores, em todas as regiões do Rio Grande do Norte, entre os dias 12 e 15 de setembro de 2026, com margem de erro de 2,45 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registrado sob os números TSE BR-02304/2026 e TRE-RN RN-08335/2026.

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