Política

‘Não há espaço político para retrocesso no combate à corrupção’, diz Moro

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, defendeu ontem que os diferentes projetos que tratam da execução da pena após a condenação em segunda instância evoluam de maneira simultânea no Congresso. Os textos em tramitação propõem a alteração para permitir prisão após a condenação em segundo grau por vias diferentes: mudança no Código de Processo Penal (CPP) ou emenda à Constituição. Moro participou do seminário “E Agora, Brasil?”, organizado pelos jornais O GLOBO e Valor Econômico, com o patrocínio da Confederação Nacional do Comércio (CNC).

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado vai analisar na semana que vem uma proposta que prevê alterações no Código de Processo Penal. Um projeto de lei precisa de maioria simples, em votações na Câmara e no Senado, para ser aprovado. Já a CCJ da Câmara aprovou uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que altera o formato de recursos que chegam aos tribunais superiores, possibilitando a prisão após a decisão em segunda instância. O rito de uma PEC, no entanto, é mais demorado: o texto precisa do aval de três quintos dos deputados, além de ter de passar, antes, pela comissão especial instalada ontem na Casa.

— É uma decisão que cabe ao Congresso. Vai depender da formação da maioria política para um (projeto) ou outro. Entretanto, não são mutuamente excludentes. Nada impede que se aprove o projeto de lei, que tem a vantagem de ser mais rápido, e, concomitantemente, tramite a Proposta de Emenda Constitucional, que é mais lenta, mas é mais difícil de, eventualmente, ser derrubada. Há certo sentido de urgência que justificaria, na minha opinião, que se seguisse os dois caminhos — disse Moro.

O ministro evitou entrar em confronto direto com o Supremo Tribunal Federal (STF), que recentemente reviu o entendimento que vigorava desde 2016 e passou a proibir a prisão após a sentença de segundo grau. Moro, no entanto, classificou a mudança de posição como um revés. O titular da Justiça tem atuado junto a deputados e senadores com o objetivo de acelerar o andamento das propostas que possibilitariam a execução antecipada da pena.

— Respeitamos o Supremo Tribunal Federal, só achamos que essa não é a melhor solução para o país. Após o precedente do Supremo, algumas pessoas que estavam condenadas, cumprindo pena em segunda instância, estão sendo colocadas em liberdade. Não são só casos de corrupção, há casos graves de assassinatos, por exemplo. É importante que recuperemos a execução em segunda instância — afirmou o ministro.

Segundo Moro, o fato de cinco ministros do STF terem defendido que a atual redação da Constituição já permitiria a prisão antes do trânsito em julgado, sem ferir a presunção de inocência, demonstra que o Congresso poderia fazer a mudança via projeto de lei. Ele também levantou a hipótese de a própria Corte alterar novamente o entendimento, depois da aposentadoria dos ministros Celso de Mello e Marco Aurélio Mello.

— Dois magistrados que votaram pela exigência do trânsito em julgado podem se aposentar nos próximos anos, então existe a chance pela mudança de composição da Corte — avaliou Moro.

O ministro defendeu a execução após segunda instância como uma forma de combater a impunidade, diminuir a reincidência, além de trazer resultados mais efetivos para a segurança pública. Moro citou o caso do ex-ministro Geddel Vieira Lima, que já havia sido investigado por corrupção nos anos 1990, mas só foi preso em 2017, depois que a Polícia Federal apreendeu R$ 51 milhões em espécie em um apartamento vinculado a Geddel.

— Ele (Geddel) foi investigado na década de 1990 pela CPI dos Anões do Orçamento. Aliviaram para ele, não foi punido. Qual foi a consequência? Em 2017, apareceu o apartamento dos R$ 50 milhões. O pessoal diz: “Ah, mas a pessoa custa muito para o Estado”. Sim, mas e o criminoso solto? Difícil estimar. No caso do Geddel Vieira, pelo menos R$ 50 milhões, mas acredito que deve ter custado bem mais — comparou Moro.

O ministro acrescentou que não acredita na chance de retrocessos no combate à corrupção, como ocorreu na Itália após a Operação Mãos Limpas, e citou como um dos motivos a atenção que a população passou a dedicar ao assunto.

— Não vejo espaço político para retrocessos significativos, ainda que possam ocorrer reveses momentâneos. Vejo, por exemplo, o movimento de congressistas para restabelecer a execução em segunda instância. Temos mais motivos para ter boas expectativas.

Moro disse também que não vê a possibilidade de que ocorram grandes manifestações no país, acompanhando o movimento que acontece no Chile:

— Não vejo no cenário brasileiro a ocorrência de episódios como temos visto em outros países. No Chile, também não se via essa perspectiva e elas ocorreram, mas a situação do Brasil parece bastante diferente.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Se Moro é bandido! Imagine só rato barbudo, cú de cana do Lula chamamos esse mocinho de quê?

  2. Só há espaço mesmo para pisar na constituição e combinar sentença com procurador que recebe propina para não investigar suspeito. É incrível que alguns ainda vejam nesse cara um exemplo de moralidade e combate à corrupção. Sintoma de um país doente e despolitizado.

    1. com razao, este moro é um bandido da pior especie.

    2. Vc acha que pra arrancar 30 bilhões de reais roubados pelos corruptos e devolver para os cofres na nação, é ferir a constituição?, então o que representa o comandante e sua quadrilha que desviaram mais de 900 bilhões de reais de verbas que eram pra ser investidas na vida das pessoas? Esses são quem merece apoio da população? Eles São vítimas da truculência de Sérgio Moro? As ações de Sérgio Moro foram mais maléfica pra sociedade do que os assalto generalizado às instituições e os desfalques financeiro nas políticas públicas? Quem roubou deve ser apoiado em detrimento de quem prendeu os ladrões? Facílimo de decidir

    1. Tem muita moral e o apoio do Brasil que presta, diferente do rato barbudo, chefe do partido que virou quadrilha que só tem o apoio dos devotos, dos marginais e dos parasitas de sindicato!

    2. A parte do rato barbudo eu concordo, mas que Moro é moralista sem moral É VERDADE.

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Lula busca uma mulher para assumir Ministério da Defesa; veja as mais cotadas

Foto: Ricardo Stuckert / PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia nomear uma mulher para comandar o Ministério da Defesa, o que representaria um fato inédito desde a criação da pasta, em 1999. A mudança é discutida diante da saída prevista do atual ministro, José Múcio Monteiro, que já manifestou o desejo de deixar o cargo.

Segundo a CNN Brasil, três nomes são cogitados: Cinara Wagner Fredo, atual secretária-geral do Ministério da Defesa e favorita de Múcio; Maria Elizabeth Rocha, presidente do Superior Tribunal Militar (STM); e Simone Tebet, ex-ministra do Planejamento.

Cinara é considerada uma opção por já conhecer a estrutura da pasta e manter diálogo com a cúpula militar. Maria Elizabeth, primeira mulher a presidir o STM, também está entre as possibilidades. Já Tebet é vista como um nome de perfil moderado e com trânsito em setores conservadores.

Lula pretende evitar uma indicação que enfrente forte resistência nas Forças Armadas e deve conversar com os comandantes militares antes de tomar uma decisão. A primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja, é apontada como uma das principais defensoras da escolha de uma mulher.

A possível mudança também se insere na estratégia do governo de ampliar a presença feminina nas instituições militares. Lula tem defendido investimentos na modernização das Forças Armadas e sancionou uma lei que prevê uma exceção de R$ 30 bilhões para a compra de equipamentos militares até 2031.

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[VÍDEO] INVESTIGAÇÃO: Caern entra na mira da Câmara de Natal por buracos nas ruas e falta de recuperação das vias

A Câmara Municipal de Natal instalou, nesta quinta-feira (29), a Comissão Especial de Inquérito (CEI) da Caern para apurar a qualidade dos serviços prestados pela companhia e a responsabilidade dos órgãos municipais na fiscalização da abertura, manutenção e recuperação de buracos, valas e escavações nas ruas da capital.

Autor da proposta e relator da comissão, o vereador Matheus Faustino (União Brasil) criticou a atuação da companhia. “O descaso está instaurado e a Caern nunca deu satisfação a nada aqui no município”, afirmou. Segundo o parlamentar, representantes da empresa poderão ser convocados coercitivamente, se necessário.

A investigação também prevê convites e convocações a representantes da gestão municipal, incluindo as secretarias de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb) e de Infraestrutura (Seinfra), além da Agência Reguladora de Serviços de Saneamento Básico do Município de Natal (Arsban).

Presidente da CEI, a vereadora Anne Lagartixa (PL) apontou a falta de recuperação das vias após intervenções da companhia como uma das motivações da investigação. “A prefeitura vem, faz o recapeamento da via, daqui a pouco a Caern quebra tudo, deixa tudo do jeito que ficou e não conserta”, declarou.

Além de Faustino e Anne Lagartixa, a comissão é composta pelo vereador Subtenente Eliabe (PL), vice-presidente, e pelos vereadores Daniell Rendall (Republicanos) e Cláudio Custódio (PP), membros. A CEI terá prazo inicial de 120 dias para concluir os trabalhos, prorrogável por mais 120 dias.

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  1. Av. do Sol, em Candelária, a prefeitura asfaltou toda a avenida, não deu um mês e a CAERN chegou quebrando, até parece que eles perseguem asfaltos recém construídos “Olha, asfalto novo na área! vamos lá quebrar”.
    Asfaltou? Caern chegou!
    É incrível, parece perseguição mesmo!

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Denúncias de assédio eleitoral no trabalho chegam a 3,3 mil e superam eleições de 2022

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

As denúncias de assédio eleitoral no ambiente de trabalho chegaram a 3.396 em 2026, até as 10h desta quinta-feira (29), superando o total registrado nas eleições de 2022, quando o Ministério Público do Trabalho (MPT) recebeu 3.373 relatos.

Somente em outubro, foram cerca de 2,6 mil denúncias, um aumento de aproximadamente 371% em relação a setembro, quando houve 552 registros. A média no mês chegou a 90 denúncias por dia.

São Paulo lidera o número de casos, com 620 registros, seguido por Minas Gerais, com 351, e Rio de Janeiro, com 252. Segundo o MPT, 991 denúncias foram feitas antes do primeiro turno, 946 entre os dois turnos e outras 1.459 após a votação de 25 de outubro.

O que é assédio eleitoral

A prática ocorre quando empregadores ou gestores tentam influenciar a escolha política dos trabalhadores por meio de ameaças, constrangimentos ou vantagens. Entre os exemplos estão ameaças de demissão, redução salarial, rebaixamento de cargo, exigência de participação em campanhas e pressão para votar em determinado candidato.

O assédio também pode ocorrer por mensagens e redes sociais. Uma pesquisa da Justiça do Trabalho identificou o WhatsApp em 37% dos processos analisados e outras redes sociais em 14,5%.

Como denunciar

Trabalhadores podem apresentar denúncias ao Ministério Público do Trabalho pelo portal assedioeleitoral.trabalho.gov.br. Mensagens, e-mails, áudios, vídeos, fotografias e testemunhos podem ajudar a comprovar as situações relatadas.

O registro de uma denúncia não significa que a prática tenha sido comprovada. Os casos são analisados pelas autoridades, e as consequências podem incluir indenizações, termos de ajustamento de conduta e ações judiciais, conforme a gravidade e as circunstâncias.

O Ministério do Trabalho e Emprego também passou a enviar alertas pela Carteira de Trabalho Digital para orientar trabalhadores sobre seus direitos e incentivar denúncias.

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  1. Em um país, onde o governo acabou com a pobreza, não faz sentido que continuemos ajudando, os que, antes eram necessitados, hoje não existe mais pobre, além de que, cada empresa tem o direito de empregar pessoas que se identifiquem com os objetivos dessa empresa. Para toda causa, deve existir uma consequência.

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[VÍDEO] Trump diz que não tomou partido nas eleições a pedido de Lula

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (29) que não tomou partido nas eleições brasileiras a pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Não tomei partido. Deixei como estava. Fui orientado a não tomar partido pelo presidente, o atual presidente”, declarou Trump a jornalistas.

Em setembro, Lula afirmou, em entrevista à CNN, que havia pedido ao presidente americano que não interferisse nas eleições do Brasil, para preservar as relações diplomáticas entre os dois países.

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[VÍDEO] BRIGUINHA BESTA: Pancadaria toma conta do Parlamento da Armênia durante debate entre governistas e oposição

Uma briga entre deputados governistas e oposicionistas provocou a suspensão de uma sessão do Parlamento da Armênia nesta quinta-feira (29), em Yerevan. Durante o confronto, parlamentares trocaram socos e chutes, e o vice-presidente da Casa chegou a arremessar uma cadeira contra integrantes da oposição.

A confusão começou durante um debate sobre a escolha de um integrante da Câmara de Contas, órgão responsável pela auditoria das finanças públicas. O deputado oposicionista Andranik Gevorgyan ficou com o nariz sangrando, enquanto outro parlamentar teve as roupas rasgadas. A segurança do Parlamento foi acionada para conter a briga, e a sessão acabou suspensa.

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POR UNANIMIDADE: TSE decide que agressão contra a mulher pode tornar candidato inelegível

Foto: Antonio Augusto/TSE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu por unanimidade, nesta quinta-feira (29), que condenações por lesão corporal contra a mulher podem tornar o condenado inelegível, por se enquadrarem na categoria de crimes contra a vida. A Corte também cobrou do Congresso Nacional uma mudança na legislação para incluir expressamente essa restrição.

O entendimento foi firmado no julgamento do recurso de João Francisco de Assis Neto, conhecido como Dr. João Neto, que pretendia disputar uma vaga de deputado federal por Alagoas nas eleições de 2026. Os ministros negaram o recurso e mantiveram o indeferimento da candidatura.

Relator do caso, o ministro Dias Toffoli afirmou que a decisão não cria uma nova regra, mas interpreta a legislação já existente. Outros ministros destacaram a relação entre agressões físicas contra mulheres e o risco de feminicídio.

Durante o julgamento, Ricardo Villas Bôas Cueva propôs que o TSE encaminhe um apelo à Câmara e ao Senado para atualizar a Lei de Inelegibilidades. A proposta busca tornar explícita na legislação a proibição de candidaturas de pessoas condenadas por violência contra a mulher.

Um projeto com esse objetivo já tramita no Senado, mas está parado na Comissão de Constituição e Justiça desde maio de 2025. O ministro Kassio Nunes Marques ressaltou que a decisão representa um marco para a Justiça Eleitoral, ao aplicar a legislação vigente antes de uma eventual atualização pelo Congresso.

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Flávio trocou ‘presidente eleito’ por ‘líder do Brasil’ em carta após pedido dos EUA

Fotos: Reprodução / Redes Sociais / Agência Brasil

O governo dos Estados Unidos pediu que Flávio Bolsonaro (PL) retirasse de uma carta publicada nas redes sociais o trecho em que se apresentava como “presidente eleito”. A informação foi divulgada pelo G1, com base em relatos de diplomatas que acompanharam o caso.

Assessores do Departamento de Estado americano avaliaram que a expressão poderia ser interpretada como um reconhecimento do resultado eleitoral favorável ao senador, o que provocaria um desgaste diplomático com o governo brasileiro.

Após a manifestação americana, Flávio apagou a publicação original e divulgou uma nova versão, substituindo “presidente eleito” por “líder do Brasil”. Aliados do senador afirmaram que a alteração foi apenas um ajuste no texto.

Na carta, Flávio agradeceu aos presidentes Donald Trump, dos Estados Unidos, e Javier Milei, da Argentina. Ele afirmou estar em território americano com a família, em segurança, negou ter fugido do Brasil e alegou ser vítima de perseguição política.

O senador também questionou a prorrogação do horário de votação no segundo turno, determinada pelo ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF). A medida, porém, havia sido solicitada pelas campanhas de Lula e de Flávio diante de problemas no transporte de eleitores e de condições climáticas adversas.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou a vitória de Lula, que terminou a disputa com 4,43 milhões de votos a mais que Flávio. A Corte afirmou que a eleição transcorreu com segurança e transparência, sem fraudes ou inconsistências que comprometessem o resultado. O PL, partido do senador, reconheceu o resultado proclamado pela Justiça Eleitoral.

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[VÍDEO] Semurb afasta risco de desabamento de imóveis na Ponta do Morcego, mas anuncia sinalização contra deslizamentos

Imagens: Vitor Pimentel

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb) descartou risco de desabamento dos imóveis localizados na Ponta do Morcego, em Natal. A avaliação foi apresentada durante coletiva de imprensa realizada nesta quinta-feira (29) para esclarecer os impactos da erosão na área.

“Não tem nenhum risco. Os nossos engenheiros estiveram no local e constataram a total segurança dos estabelecimentos que estão na Ponta do Morcego”, afirmou o secretário Sérgio Pinheiro.

Apesar de afastar perigo para os imóveis, a Semurb informou que instalará, em parceria com a Defesa Civil, placas de alerta sobre riscos de desmoronamentos e deslizamentos em pontos da região. Os dois órgãos também realizarão ações educativas periódicas.

O acesso à praia continuará liberado. A sinalização servirá para alertar banhistas e frequentadores sobre os perigos de permanecer ou realizar atividades sobre pedras, cavernas e outras formações rochosas atingidas pela erosão.

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Trump chama eleição de Lula de “desgraça” e “vergonha” e diz que falará com petista

Foto: Brendan Smialowski/AFP

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou a eleição brasileira que reelegeu Luiz Inácio Lula da Silva (PT), classificando o processo como uma “desgraça” e uma “vergonha”. Nesta quinta-feira (29), ele afirmou que pretende conversar com o petista, mas evitou reconhecer formalmente o resultado.

“Eu vou falar com ele [Lula, sobre a eleição], mas eu acho que a eleição foi uma desgraça no Brasil”, declarou Trump a jornalistas. Questionado sobre quem considera o vencedor legítimo, respondeu: “Não quero comentar, mas penso que a eleição foi uma grande vergonha para o povo do Brasil”.

Trump também afirmou que evitou tomar partido após Lula pedir que não interferisse na disputa. Como argumento para sua avaliação, citou o desempenho do mercado brasileiro após a votação.

Com informações de UOL

Opinião dos leitores

  1. Eu diria que foi, no mínimo, SEBOSA. Enquanto Lula prometia o céu e as estrelas a população, seu exército espalhava mentiras por todos os cantos do país. Os caras utilizaram até a padroeira do Brasil pra criar mentiras. Até o pagamento do bolsa família foi antecipado. O maior troféu do Lula foi, com a ajuda de pessoas que nem deveriam se meter, a aprovação da escala 6×1. Quantos milhões de empregados não fazem parte dessa escala? Sem contar que, até em Santa Catarina, lugar onde o PT tem apenas um deputado federal, brotaram 300 mil petistas, do primeiro para o segundo turno.

    1. Larga de ser burro, PTista imundo e corrupto. O que vocês tanto acusam a direita, é justamente o que vocês tanto fazem e veneram. Malditos!

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