Política

‘Não haverá mudanças na Lei da Delação’, diz Rodrigo Maia

O deputado Rodrigo Maia ( DEM-RJ), discursa durante sessão de eleição do novo presidente da Casa - 13/07/2016

Na esteira da Operação Lava Jato, ganham força no Congresso projetos que visam mudar as regras da delação premiada, instrumento que permitiu vir à luz o mega esquema de corrupção que se perpetuou na Petrobras e em outras esferas do poder público. Alvo de oito inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF) relacionados ao petrolão, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), éum dos principais defensores de que a lei passe por adaptações – e que isso aconteça o mais rápido possível. Se depender do novo presidente da Câmara dos Deputados, no entanto, as medidas não vão sair do papel ainda neste ano. “Sempre há críticas, mas há resultados com a delação. Fazer uma mudança agora não poderia ser positivo”, afirmou Rodrigo Maia (DEM-RJ), eleito com 285 votos na madrugada de sexta-feira. Filho do ex-prefeito Cesar Maia, Rodrigo está em seu quinto mandato na Câmara e foi um dos principais articuladores do impeachment de Dilma Rousseff. Dois meses após o afastamento da petista, chegou ao mais alto posto da Casa graças a uma surpreendente aliança com partidos ligados a Dilma, como o PT e o PCdoB. Confira os principais trechos da entrevista a VEJA.

Quais são as prioridades nesses sete meses de gestão? Serão a pacificação da Câmara e a manutenção de um diálogo permanente, condições básicas para que se possa construir uma agenda com impacto no futuro. Vamos aproveitar os próximos quinze dias de recesso e organizar algumas agendas em conjunto com os partidos e o governo, sempre dialogando com o Senado, para que a gente possa colaborar com a superação da crise. Nós temos de tentar avançar rápido nas agendas econômicas que já estão colocadas. Precisamos também discutir como ficará o sistema político-eleitoral brasileiro. É uma preocupação que o presidente Renan [Calheiros, do Senado] também tem, assim como Aécio [Neves, senador e presidente do PSDB]. Nós temos um sistema eleitoral com um custo muito parecido ao anterior [quando era permitido o financiamento privado] e uma receita bem menor. É necessário pensar como se constrói um modelo em que o financiamento seja compatível com a despesa e também tentar criar algumas propostas, entre elas a cláusula de desempenho e fim de coligação na eleição proporcional. O sistema político-eleitoral está na ordem do dia de todos. Para a sociedade, o sistema político faliu.

Como o senhor avalia as propostas de Michel Temer para a economia? O papel do presidente da Câmara é tentar encontrar consensos em temas prioritários. A agenda econômica é prioritária. Nós vamos dialogar com os partidos para que se consiga construir consenso tanto na PEC do teto dos gastos públicos quanto na reforma da Previdência, quando ela chegar. A PEC do teto não resolve todos os problemas, mas é importante. Nós também precisamos de reformas estruturais. Por isso se discute a reforma da Previdência e outros temas que podem vir a debate na Câmara, no Senado e em conjunto com o governo.

A imposição de um limite dos gastos não pode engessar o Orçamento? Não adianta querer gastar mais do que se tem. É por isso que os Estados brasileiros estão com muita dificuldade de pagar salários. Vai engessar gasto? Mas e se não tiver dinheiro? Não vai nem se executar o que tem. Estamos em um momento em que a questão fiscal pode ir para o descontrole da relação dívida-PIB, e aí os salários, com a inflação alta, não vão valer nada e a capacidade de pagamento vai diminuir muito. Não adianta tratar de despesa se não houver uma receita correspondente. Está sendo limitado o gasto a uma referência da inflação, e isso é importante. O que não se pode é achar que os aumentos de impostos vão resolver todos os problemas. O brasileiro não tem mais condições de pagar impostos. A renda da família já está comprometida e o endividamento das empresas é brutal. Então, não adianta transferir mais responsabilidade para a sociedade. O Estado está inchado, gasta mais do que deve, tem um déficit na ordem de 150 bilhões de reais. O governo precisa chegar a um déficit zero. A sociedade hoje já não acredita em discurso fácil e já sabe que um governo irresponsável gera atraso de salário de servidores, como estamos vendo no Rio Grande do Sul e no Rio de Janeiro. Há exemplos muito claros de que a irresponsabilidade tem sequelas. A irresponsabilidade fiscal do governo anterior gerou mais de 11 milhões de desempregados. Nós que acreditamos que o equilíbrio das contas públicas é uma questão de princípio temos de mostrar que esse não é um debate ideológico. Não ter as contas organizadas gera milhões de desempregados.

O senhor diz que o aumento de impostos não resolve o problema. Qual tratamento dispensaria à CPMF? O governo tem a prerrogativa de encaminhar a matéria. Mas, se eu for consultado, vou dizer que o ambiente para aprovar a CPMF é muito difícil. O governo pode ter uma derrota muito grande. O resultado, no meu ponto de vista, seria nulo. Pode-se até ter arrecadação por meio da CPMF, mas a renda das pessoas é uma só. Se tirar, pela CPMF, uma parte da renda do trabalhador e das empresas, eles vão deixar de pagar outro imposto. Não adianta. A sociedade está endividada e não tem renda líquida para entregar mais ao governo.

Os projetos sobre mudanças nas regras da delação e os que tratam sobre abuso de autoridade, defendidos por Renan Calheiros, terão guarida na Câmara? Não haverá mudanças na Lei da Delação. Eu não pretendo tratar, nesse meu curto espaço de tempo, de mudanças nessa lei. A outra matéria eu não conheço o mérito.

As mudanças na delação, então, não vão ser pautadas? Não acho que é um tema que deva ser pautado na minha gestão. Sempre há críticas, mas há resultados com a delação. Fazer uma mudança agora não poderia ser positivo. Talvez não seja o momento adequado.

Não pode haver um mal-estar com Renan? Não acredito. Nossa relação é transparente e de muita lealdade.

A lei de abuso de autoridades pode criar punições para vazamentos de informações. O senhor concorda? Essa questão é sempre complicada. Às vezes é vazada uma conversa que não tem relação com a investigação. Essa questão precisa, sim, ser preservada e os próprios órgãos de investigação precisam ter essa preocupação com cada cidadão. Deve-se construir junto com o Ministério Público e a Polícia uma restrição e mostrar de forma clara para aqueles que investigam que não se deve fazer qualquer tipo de vazamento antes de estar claro se há indícios para pedidos de inquérito. É a imagem da pessoa que está em jogo.

O vazamento da conversa entre Lula e a Dilma estaria equivocado? Não. A conversa tinha relação com a investigação. Agora, se era o momento adequado, não quero entrar no mérito. Mas a conversa do Lula com o Eduardo Paes não tinha relação e acho que não cabia o vazamento dessa parte. Quando tem foco na investigação é uma coisa. Quando não tem nada a ver com a investigação, apenas gera desgaste.

O senhor tem nas mãos o futuro de Eduardo Cunha. Acredita que ele vai ser cassado? A minha impressão é a de que a situação dele hoje é muito ruim na Câmara dos Deputados. Pelo resultado na CCJ [Comissão de Constituição e Justiça, que recusou seus últimos recursos], acho que não é fácil [ser absolvido]. O processo será colocado em plenário possivelmente no mês de agosto e com a certeza de um quórum correto para que não pareça que eu esteja beneficiando ou prejudicando o Eduardo. Esse tipo de matéria não pode ser votado com o quórum baixo.

Se o senhor votasse, qual posicionamento teria sobre a perda do mandato de Cunha? Todos os indícios são para a cassação.

O senhor foi eleito presidente da Câmara com o apoio de deputados do PT, partido historicamente adversário do DEM. Não há um constrangimento? Essa não é uma eleição ideológica. É para presidir os trabalhos e acontece em um momento em que a relação dentro da Casa é péssima. Acho muito positiva a possibilidade de eleger alguém que tem diálogo com todos os partidos. O Marco Maia (PT), quando foi candidato, recebeu o apoio do PSDB e do DEM. E ninguém deixou de ser oposição porque o elegeu. A eleição da presidência da Câmara não tem relação com o Executivo, quando se faz eleição no seu campo próximo. Na Câmara, você está elegendo um presidente que vai comandar os trabalhos da Casa. Em nenhum momento foi prometido ao PT que a presidência seria instrumento de uma pauta ideológica de esquerda. De forma nenhuma. Foi prometida a garantia do direito à minoria. Acho que todos concordam que a minoria precisa ter seus espaços garantidos, e é o que dizem a Constituição e o Regimento Interno da Casa. Senão é ditadura: um grupo governa, faz tudo sozinho e toma as decisões sem ninguém para fiscalizar e criticar o governo.

Então foi uma aliança de ocasião? Foi uma aliança como em tantas outras eleições da Câmara em que se tentou construir um projeto para derrotar outro projeto.

Derrotar Eduardo Cunha? O Eduardo Cunha não está no jogo. Havia várias candidaturas. A minha conseguiu representar a que agregou mais, gerou mais confiança no trato dos acordos e que tem histórico de cumprimento naquilo que combina.

Há, na Câmara, vários deputados investigados na Lava Jato e, nos bastidores, fala-se do receio de que Eduardo Cunha feche um acordo de delação premiada. O senhor percebe esse clima de tensão? Eu não tenho nenhuma informação sobre isso. Eu não vejo nenhum problema, se essa for a decisão dele. Mas pode ser que alguns tenham receio.

O senhor foi envolvido na Operação Lava Jato após aparecer em troca de mensagem com o Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, pedindo doações. Pedi doação de campanha e está registrada na campanha do senador César Maia. Está tudo declarado e foi oficial.

O fim do financiamento privado evita que doações feitas por empresas investigadas sejam vinculadas a esquemas de corrupção? Uma coisa é pedir financiamento para uma empresa. Outra é trocar um voto ou pegar um percentual de um contrato. Eu pedi uma doação. Sou um deputado de partido de oposição, a doação está declarada na conta do meu pai e isso tudo está sendo esclarecido. Acho que não há nenhum problema entre o setor público e o privado. O problema é quando se gera uma promiscuidade, uma relação de troca. Isso sim está errado.

A comissão do impeachment de Michel Temer está parada por falta de indicação de membros. O senhor vai tomar alguma providência? Essa decisão foi resolvida no Supremo. Não cabe, nesse caso, ao presidente substituir os partidos na indicação dos seus membros. Se os partidos não quiserem indicar, não há o que fazer.

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Equipe de Flávio Bolsonaro vai acionar TSE após Lula pedir votos para si mesmo e aliados na Bahia; campanha ainda não começou oficialmente

Foto: reprodução/YouTube/PT

A campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, informou que vai acionar a Justiça Eleitoral após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pedir votos para si e para aliados durante a convenção do PT, realizada neste sábado (1º), na Bahia. A informação é da coluna da jornalista Milena Teixeira, do Metrópoles.

Pelas regras eleitorais, pedidos explícitos de voto só são permitidos a partir de 16 de agosto, quando começa oficialmente a campanha.

No evento que oficializou a candidatura de Jerônimo Rodrigues ao governo da Bahia, Lula pediu apoio para sua candidatura e para os candidatos petistas ao Senado, Jaques Wagner e Rui Costa.

Durante o discurso, o presidente afirmou: “Então, depois que vocês votarem em deputado estadual e deputada estadual, votar em deputado federal e deputada federal, votar em senador da República e votar no Jerônimo, se sobrar um pouquinho de voto, vote em mim, que eu agradeço a todos vocês a lembrança”.

Em outro momento, também declarou: “Eu preciso de 2 votos. Um para este Galego [apelido de Jaques Wagner] e outro para este companheiro aqui [Rui Costa]”.

A campanha de Flávio Bolsonaro sustenta que as declarações configuram propaganda eleitoral antecipada e pretende levar o caso à Justiça Eleitoral.

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VÍDEO: Flávio Bolsonaro chama Lula de ‘projeto de ditador’ durante convenção do PL em Santa Catarina

O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, chamu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva de “projeto de ditador” durante a convenção do Partido Liberal em Santa Catarina, neste sábado (1º).

Durante o discurso, Flávio afirmou: “Esse projeto de ditador que é o Lula não vai se criar, porque a gente vai demitir ele em outubro deste ano. Eu, junto com vocês, vamos tirar ele”.

O candidato também declarou que o Brasil “não vive mais em uma democracia plena” e acrescentou: “Por enquanto vocês ainda podem criticar um político, criticar um governo”.

O evento também oficializou a candidatura à reeleição do governador Jorginho Mello (PL), tendo Adriano Silva (Novo) como candidato a vice. Além disso, o partido confirmou Carol de Toni e Carlos Bolsonaro como candidatos ao Senado e lançou Jair Renan Bolsonaro como candidato à Câmara dos Deputados.

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DÍVIDAS: ‘Bons pagadores’ do Fies criticam o programa Desenrola e cobram do governo Lula descontos iguais aos de inadimplentes

Imagem: reprodução

Estudantes que mantiveram em dia o pagamento do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) passaram a cobrar do governo Lula os mesmos descontos concedidos aos inadimplentes pelo programa Desenrola Fies.

Enquanto quem estava com parcelas em atraso pôde renegociar a dívida com descontos de até 99% e parcelamento em até 180 meses, os adimplentes receberam apenas 12% de desconto para quitação à vista, conforme prevê a Medida Provisória nº 1.373/2026.

A principal reivindicação do grupo é a aprovação do Projeto de Lei 1.306/2024, que busca garantir tratamento igual entre estudantes que quitaram as parcelas em dia e aqueles beneficiados pela renegociação. A proposta já foi aprovada na Comissão de Educação da Câmara e aguarda votação na Comissão de Finanças e Tributação.

Segundo o governo, os descontos maiores foram destinados aos contratos inadimplentes porque essas dívidas já eram consideradas de difícil recuperação. Para os adimplentes, a compensação proposta é o Fies Empreendedor, linha de crédito com juros reduzidos para abertura ou expansão de negócios, com empréstimos de até R$ 80 mil para pessoas físicas e R$ 180 mil para empresas.

De acordo com o FNDE, o Desenrola Fies já renegociou 113,4 mil contratos, reduzindo o estoque de dívidas de R$ 5,92 bilhões para R$ 1,28 bilhão, após a concessão dos descontos.

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ELEIÇÕES 2026: RN tem 270 candidaturas regitradas; seis candidatos concorrem ao Governo do Estado e 11 ao Senado

Foto: TN/Magnus Nascimento

O Rio Grande do Norte terá 270 candidatos disputando as eleições de outubro de 2026, segundo levantamento da Justiça Eleitoral. O total considera os candidatos a governador, senador, deputado federal e deputado estadual, sem incluir os candidatos a vice-governador e suplentes de senador.

Ao todo, 23 partidos participam da disputa, organizados em três coligações, uma federação partidária e três partidos que concorrem de forma isolada.

A corrida pelo Governo do Estado reúne seis candidatos, enquanto 11 disputam as duas vagas para o Senado.

Nas eleições proporcionais, foram homologadas 91 candidaturas à Câmara dos Deputados e 162 à Assembleia Legislativa, totalizando 253 candidatos.

As chapas ainda precisam ser registradas na Justiça Eleitoral até 15 de agosto, prazo previsto no calendário eleitoral. Até lá, as candidaturas poderão sofrer alterações, conforme a legislação.

Confira a composição de cada grupo político:

  • Coligação Esperança e Trabalho (União Progressista, MDB, PSD, Republicanos, Avante e Federação Renovação Solidária)
    • Governador: Allyson Bezerra (União Brasil)
    • Vice: Hermano Morais (MDB)
    • Senado: Zenaide Maia (PSD) e Tércio Tinôco (União Brasil)
    • Deputados: 84 candidatos (27 federais e 57 estaduais)
  • Coligação EnDireita RN (PL, Podemos, Novo e Federação PSDB/Cidadania)
    • Governador: Álvaro Dias (PL)
    • Vice: Babá Pereira (PL)
    • Senado: Coronel Hélio (PL) e Styvenson Valentim (Podemos)
    • Deputados: 79 candidatos (27 federais e 52 estaduais)
  • Coligação Time que Cuida (Federação Brasil da Esperança, PSB e PDT)
    • Governador: Cadu de Lula (PT)
    • Vice: Larissa Rosado (PSB)
    • Senado: Samanda Alves (PT) e Rafael Motta (PDT)
    • Deputados: 48 candidatos (21 federais e 27 estaduais)
  • Federação PSOL/Rede
    • Governador: Robério Paulino
    • Vice: Leny Grilo
    • Senado: Sandro Pimentel e Sonia Godeiro
    • Deputados: 25 candidatos (5 federais e 20 estaduais)
  • Unidade Popular (UP)
    • Governadora: Arinalda do MLB
    • Senado: um candidato
    • Deputados: quatro candidatos (dois federais e dois estaduais)
  • PSTU
    • Governador: Dário Barbosa
    • Vice: Nanda Soares
    • Senado: Luciana Mandu e Rosália Fernandes
    • Deputados: dois candidatos a deputado estadual
  • Missão
    • Disputa apenas as eleições proporcionais, com nove candidatos a deputado federal e dois a deputado estadual.

Fonte: Justiça Eleitoral

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Para 80% das mulheres, Lei Maria da Penha não funciona como deveria

Foto: Shutterstock

Pesquisa mostra que 80% das mulheres avaliam que a Lei Maria da Penha não funciona, na prática, como deveria. Além disso, 82% consideram que a legislação ainda é insuficiente para combater de forma efetiva a violência contra a mulher.

O levantamento também aponta que apenas 41% das brasileiras acreditam que as forças de segurança estão preparadas para atender adequadamente mulheres em situação de violência.

Apesar das críticas à aplicação da lei, o conhecimento sobre a legislação é amplo: 49% das mulheres e 48% dos homens afirmam conhecê-la bem.

A pesquisa ainda revela que menos da metade das mulheres sabe que a Lei Maria da Penha abrange os cinco tipos de violência. Enquanto 90% conhecem a proteção contra a violência física, apenas 46% sabem que a legislação também inclui a violência patrimonial.

A pesquisa realizada pelo Instituto Patrícia Galvão e pelo Instituto Locomotiva, com apoio da Uber, ouviu 1.500 pessoas. O levantamento escutou mil mulheres e 500 homens com 16 anos ou mais, entre os dias 22 e 30 de abril deste ano. A margem de erro do estudo é de 2,8 pontos percentuais.

Com informações de UOL

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[VÍDEO] E AGORA? Lula pede voto quatro vezes em discurso na Bahia; lei só permite a partir de 16 de agosto

Imagens: reprodução/PT/YouTube

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a pedir votos antes do início oficial da campanha eleitoral durante discurso na convenção do Partido dos Trabalhadores, realizada neste sábado (1º), em Salvador (BA).

Pelas regras do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os pedidos explícitos de voto só são permitidos a partir de 16 de agosto, data de início da campanha eleitoral.

Em quatro momentos do discurso, o presidente repetiu o pedido de votos:

  • “Depois que vocês votarem para deputado estadual e federal, para senador e votar no Jerônimo [Rodrigues, candidato à reeleição ao governo da Bahia], se sobrar um pouquinho de voto, vote em mim que eu agradeço a todos vocês a lembrança”.
  • “Depois de votar no Jerônimo, lembre-se que tem o Lulinha lá em São Paulo, esperando o voto de vocês para poder virar Presidente da República”;
  • “Não se cansem de votar em mim pela 4ª vez”;
  • “Quando for votar nesse aqui e nesse aqui [se referindo aos candidatos da chapa do PT no Estado], pelo amor de Deus, dê um votinho para mim”.

Na última quarta-feira (28), Lula foi multado em R$ 15 mil por propaganda eleitoral antecipada após pedir votos para Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede) durante um evento oficial realizado em maio, em São Paulo.

Com informações de Poder 360

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  1. Com painho 9dedos o ditador do Brasil pode tudo! Até entrar o grosso e todo e todo mundo 🌎 caladinho…

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VÍDEO: Motorista é preso por suspeita de embriaguez após colisão frontal na RN-118 entre Macau e Pendências que deixou criança gravemente ferida

Imagens: Via Certa Natal 

Foto: Reprodução

Um motorista foi preso em flagrante por suspeita de dirigir embriagado após um acidente que deixou uma criança de 11 anos gravemente ferida na manhã deste sábado (1º), na RN-118, entre Macau e Pendências.

Segundo a Polícia Militar, dois carros que seguiam em sentidos opostos bateram de frente. Um dos condutores apresentava sinais de embriaguez, foi levado ao Hospital Regional Tarcísio Maia, em Mossoró, e autuado em flagrante. O exame pericial para confirmar a presença de álcool no organismo está em andamento.

No outro veículo estavam funcionários da Caern que seguiam para uma partida de futebol. O motorista e uma mulher sofreram ferimentos leves.

A criança, que estava no carro com o grupo, ficou gravemente ferida, precisou ser entubada e foi transferida de helicóptero para o Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, em Natal.

A Polícia Civil investigará as circunstâncias do acidente, enquanto a perícia foi acionada para apurar a dinâmica da colisão.

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Seap corrige informação sobre fuga e diz que dois, e não três, foram recapturados; oito seguem foragidos

Diogo da Luz Silva foi recapturado — Foto: Seap/Divulgação

A Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (Seap) corrigiu a informação divulgada pela própria pasta na manhã deste sábado (1º) sobre as recapturas de presos que fugiram da Penitenciária Estadual Rogério Coutinho Madruga, em Nísia Floresta.

Inicialmente, a secretaria informou que três detentos haviam sido recapturados durante a madrugada de sexta (31) para sábado (1º). Horas depois, retificou o balanço e esclareceu que apenas dois presos foram localizados na ocasião: Isaac Deodato Rodrigues e Diogo da Luz Silva.

Com a correção, Tiago da Silva Maia Braga, que havia sido incluído entre os recapturados, permanece foragido.

Dessa forma, três dos 13 detentos que deixaram a cela, dois presos foram contidos ainda dentro da unidade prisional, e onze escaparam do presídio.

Na sexta-feira (31), Julianderson Francisco Nogueira já havia sido preso.

Com as prisões de Isaac Deodato Rodrigues e Diogo da Luz Silva, ainda seguem foragidos oito detentos.

Seguem foragidos:

  • Cleidson Martins Dantas;
  • Tiago da Silva Maia Braga
  • Kaio do Nascimento Gomes;
  • Tiago Nogueira da Silva;
  • Petrúcio Railande dos Santos;
  • Jackson Matheus Martins Simões;
  • Jonatas Ferreira Isis Dorea da Silva;
  • Eliandson Luciano de Lima.

As buscas continuam com participação da Polícia Penal, Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Guarda Municipal de Parnamirim.

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  1. Confio que a PM do RN tem capacidade de recapturar todos , grades homens que trabalham dia e noite , enquanto muitos usam isso pra discussões políticas PL e PT sem entender nada de segurança!

  2. Confio que a PM do RN tem capacidade de recapturar todos , grades homens que trabalham dia e noite , enquanto muitos usam isso pra discussões políticas PL e PT sem entender nada de segurança!

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Considerado foragido desde fevereiro após violar tornozeleira eletrônica, rapper Oruam tem prisão preventiva revogada pela Justiça


Foto: reprodução

A Justiça do Rio de Janeiro revogou a prisão preventiva do rapper Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido como Oruam, e determinou que ele responda ao processo em liberdade, mediante o cumprimento de medidas cautelares.

Oruam era considerado foragido desde fevereiro por, justamente, descumprir medidas cautelares como violações da tornozeleira eletrônica.

Segundo a defesa, o artista não responderá mais por tentativa de homicídio, permanecendo as acusações de lesão corporal leve e dano ao patrimônio público.

Entre as medidas impostas pela Justiça estão o comparecimento mensal ao juízo, a proibição de frequentar o Complexo do Alemão e outras áreas de risco, a proibição de contato com os demais investigados, a obrigação de manter endereço atualizado, restrição para deixar a comarca por mais de sete dias sem autorização e recolhimento domiciliar das 20h às 6h.

O processo tem origem em uma ocorrência registrada em julho de 2025, quando policiais civis foram à antiga residência do rapper para cumprir um mandado de busca e apreensão. Segundo a investigação, Oruam e outras pessoas teriam atacado uma viatura com pedras, permitindo a fuga de um adolescente apreendido.

O cantor chegou a ser preso, teve a prisão substituída por medidas cautelares, mas voltou a ser considerado foragido após descumprir as condições impostas pela Justiça, incluindo violações da tornozeleira eletrônica. Agora, com a nova decisão, ele voltará a responder ao processo em liberdade.

Opinião dos leitores

    1. Pois é, né amigão! Você nota a enorme diferença, como se trata gente do bem e bandido. Boa sacada a sua. 👏🏿👏🏿👏🏿

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[VÍDEO] Presidente do SINSP volta a criticar o governo Fátima por mais um atraso no pagamento a aposentados e pensionistas: ‘Não há previsão clara, não há garantia e não há respeito’

A presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público da Administração Direta do RN (SINSP-RN), Janeayre Souto, voltou a cobrar do governo Fátima Bezerra o pagamento aos aposentados e pensionistas.

Em vídeo publicado nas redes sociais neste sábado (1º), Janeayre afirmou que o governo do estado discrimina aposentados e pensionistas. “O pior é que não solta uma nota”, comentou. ‘Não há previsão clara, não há garantia e não há respeito’, escreveu na publicação no Instagram.

Ela também afirmou que a governadora Fátima Bezerra sequer teve a dignidade de se dirigir aos servidores para dizer que os aposentados e pensionistas não iriam receber seus salários.

Janeayre disse ainda que soube do atraso nos pagamentos pela imprensa e por diversas mensagens que recebeu ao longo do dia e ainda chamou de ‘mentirosa’ a nota da SEAD (Secretaria de Estado da Administração) enviada à imprensa.

 

Opinião dos leitores

  1. É SÓ FAZ L
    VOTE NO PT
    É só votar em Cadu de Fátima/Lula (Mister Impostos) que o melhor vai começa.

  2. Rapaz, o quê está faltando ainda para acontecer nessa chamada gestão, de Fátima bezerra! Ainda tem gente que vai sair de casa para dar um voto a esse rapaz chamado de Kadu. Ou RN sem sorte!

  3. Em 2019 quando assumiram o RN foram a imprensa e falavam que estavam recebendo o Estado desorganizado na área administrativa e contábil. E agora estão todos calados e vão entregar RN Falido.

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