O Globo
O motorista do “caminhão da morte” que matou 84 pessoas era conhecido da polícia francesa por crimes comuns, mas não pelos serviços de inteligência. Ele tinha 31 anos e era franco-tunisiano, nascido na Tunísia.
O Ministério do Interior confirmou que o motorista do caminhão foi neutralizado no local. Agora, investigadores tentam descobrir se ele agiu sozinho ou não e procuram potenciais cúmplices. Até o momento, ninguém foi detido.
Segundo a imprensa, várias armas, fuzis e granadas foram encontradas no interior do caminhão. Uma fonte disse ao jornal que estes são indícios de um ato terrorista premeditado. Autoridades confirmaram que o veículo levava “armas pesadas”.
Segundo o jornal “Le Figaro”, um canal não-oficial do Estado Islâmico comemorou o atentado em Nice. A autoria da ação ainda não foi reivindicada por nenhum grupo terrorista.
O ataque atingiu uma multidão que se reuniu para participar da festa nacional da Queda da Bastilha e ver a queima de fogos no Promenade des Anglais, um local muito procurado por turistas, às margens do Mar Mediterrâneo.

Enquanto houver tolerância com muçulmanos estaremos assistindo a barbáries como essa. O roteiro é sempre este: é uma minoria, que o Islã prega o amor, que não podemos generalizar… daí vem outra selvageria ainda maior e começa tudo de novo.
A Europa, embutiu-se num garantismo religioso bem parecido com o que praticamos aqui com nossos bandidos. São coitadinhos, sofredores, etc. Não são! São bárbaros movidos pela religião que diz que a cada ato desses eles chegam ao paraíso com 70 virgens.
É dente por dente, olho por olho até ver quem fica cego primeiro.