Política

No Brasil, 15 dos 35 partidos mantêm presidentes há mais de 10 anos ou desde a fundação

Roberto Freire (PPS-SP) durante audiência pública – Givaldo Barbosa / Agência O Globo (04/04/2017)

As negociações para a definição de alianças à disputa presidencial revelam como o poder em boa parte dos partidos segue sendo exercido por caciques que se perpetuam no comando. Levantamento feito pelo GLOBO com base em dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostra que 15 das 35 siglas registradas têm presidentes eternizados no cargo. Para especialistas, essa prática mostra falta de democracia interna e controle da burocracia por oligarquias.

As lideranças enraizadas há mais de uma década ou desde a fundação — o que ocorre nos partidos criados recentemente — estão presentes em todo o espectro eleitoral brasileiro. Vão desde legendas tradicionais, como o PDT de Carlos Lupi, e o PPS de Roberto Freire, a nanicos das mais variadas matizes ideológicas, como PSTU, PRTB e Democracia Cristã — o antigo PSDC. Também incluem siglas médias criadas durante os governos petistas, como PSD, PROS e Solidariedade. Juntas, essas 15 agremiações receberão 20% dos valores destinados aos fundos partidário e eleitoral em 2018, cerca de R$ 474 milhões.

O caso do pedetista Lupi é emblemático. Herdeiro político de Leonel Brizola, assumiu o controle do partido após a morte do ex-governador do Rio, em 2004. Lidou com movimentos oposicionistas usando todas as prerrogativas do cargo, como a possibilidade de destituir comissões estaduais e municipais. Há alguns anos, em meio a um motim com a participação dos netos de Brizola, chegou a acumular a direção nacional do partido com o comando dos diretórios estadual e municipal do Rio de Janeiro. Venceu e viu os opositores rumarem para outras siglas.

— Eu não passei um dia na presidência do partido que não fosse confirmado pelo voto dos meus companheiros. De dois em dois anos tem convenção para eleger a presidência — diz, sem prever quando se dará a renovação no partido: — Acho que vai acontecer, mas não sei prever quanto tempo isso leva. Isso acontece naturalmente.

Roberto Freire comanda o PPS desde 1992, quando o partido foi criado a partir do que restou do antigo Partido Comunista Brasileiro (PCB). Deputado federal, senador e ministro, comandou a legenda em diversas mudanças de rumo. Da extrema esquerda a um posicionamento reformista de centro, passando por uma oposição radical aos governos petistas e a um alinhamento ao PSDB. Foi até uma posição independente nos últimos anos, que culminou com o apoio à candidatura de Eduardo Campos (PSB) à Presidência em 2014, herdada por Marina Silva após a morte do ex-governador de Pernambuco em um acidente aéreo.

Para um integrante da executiva nacional, aliado de Freire e que pediu o anonimato, os 26 anos de comando são reflexo da representatividade do líder e não ameaçam a democracia interna.

— Já houve companheiros que levantaram essa tese da renovação, mas o debate sempre foi feito e superado. Freire é reconduzido sempre por quase a unanimidade do partido. Ele segue no cargo pela representatividade que tem na política nacional, mas o centro decisório do PPS é o secretariado — defende.

Para o sociólogo Paulo Baía, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a permanência de lideranças por décadas no comando de partidos mostra falta de conexão com a sociedade.

— Isso é sintoma de que os partidos não têm democracia interna. Eles têm dono. Uma oligarquia se apodera das estruturas e trabalha para garantir seus próprios interesses.

Se a falta de renovação no comando é um cenário comum em siglas históricas, o mesmo ocorre nas mais recentes. Criados entre 2011 e 2013, PSD, PROS, Solidariedade e Patriota são controlados até hoje por seus articuladores. Segundo o cientista político Ricardo Caldas, professor da Universidade de Brasília (UnB), a liderança de partidos é um grande ativo para figuras como Gilberto Kassab e Paulinho da Força, que deixaram legendas tradicionais (DEM e PDT, respectivamente) para criarem suas próprias siglas.

— Comandar um partido dá prestígio e acesso a outras lideranças. Todos os líderes políticos precisam cortejar os demais. Isso faz com que uma das figuras de maior status na política brasileira seja o líder partidário — explica Caldas.

Poder aumenta com comissões provisórias

Uma das armas das lideranças nacionais para assegurar o controle dos partidos é manter comissões provisórias nos diretórios municipais e estaduais. A prática é criticada pelo TSE, que já aprovou resolução obrigando os partidos a institucionalizarem suas instâncias regionais. A aplicação na norma, porém, vem sendo adiada.

Dados levantados em janeiro mostravam que mais de 70% desses órgãos tinham caráter provisório, em todos os partidos do Brasil. Isso faz com que a direção nacional possa desfazer as comissões a qualquer momento, inibindo o surgimento de dissidências. No PROS, 99,7% dos diretórios eram provisórios. Esse percentual alcançava 98,3% no Patriota; 89,9% no Solidariedade; e 84,1% no PSD.

Eurípedes Junior, presidente nacional do PROS, diz que vem autorizando a instalação de comissões permanentes em muitos estados.

— Em nosso entendimento, não existe falta de democracia interna, tanto é que o PROS talvez seja o partido mais preparado para o diálogo com seus filiados, e as decisões têm sido tomadas com ampla participação das bases do partido, de forma transparente e aberta.

Em nota, o PSD diz cumprir a legislação e o estatuto do partido. Ressalta que outros membros exerceram o comando interinamente. Ministro da Ciência e Tecnologia, Kassab atualmente está licenciado do comando para exercer o cargo no governo: “Desde sua fundação, no final de 2011, a presidência do partido foi exercida por Gilberto Kassab, Guilherme Campos Junior e Alfredo Cotait Neto. Vale ressaltar ainda que as comissões possuem autonomia para debater e definir suas ações localmente, o que também acontece no plano nacional, sempre em sintonia com o estatuto partidário e a legislação vigente”.

Outros dirigentes partidários também ganham destaque em época de eleições, como candidatos nanicos ao Planalto. É o caso de Levy Fidelix, do PRTB, José Maria Eymael, do Democracia Cristã, e Zé Maria, do PSTU. Figuras carimbadas nas disputas presidenciais, eles garantem sua vaga nas urnas com o controle da máquina partidária.

O caso mais polêmico é o de Fidelix. Presidente do PRTB desde 1997, ele já disputou mais de uma dezena de eleições desde os anos 1980, sempre com votações inexpressivas. Seu melhor desempenho veio na disputa pela Presidência em 2014, quando terminou o primeiro turno em sétimo lugar, com mais de 446 mil votos. Ele já foi alvo de diversas acusações por ex-integrantes do PRTB, como manipulação de convenções e cobrança de multas de filiados com mandatos eletivos ou cargos comissionados que migrem para outra sigla — esta última prática admitida publicamente. Chegou a ser destituído do cargo pela Justiça, mas conseguiu retomar o comando da executiva nacional, na qual também emplacou parentes.

— Até estes partidos disputam doações de campanha e, sobretudo, também negociam participação nos governos que se elegem — explica Baía, que faz uma avaliação particular sobre o PSTU: — Participa de eleições porque disputa a hegemonia do poder sindical, onde é forte, com PT, PSOL e PCdoB.

O Globo

 

Opinião dos leitores

  1. Como acreditar que nossa Democracia possa sobreviver, se nem mesmo em nossos partidos políticos há democracia??? É só esperar… Dentro dos próximos 10 anos entraremos em nova Ditadura (de esquerda ou de direita).

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NEUTRALIDADE: PL estadual deve liberar eleitores e lideranças políticas por acreditar que os dois candidatos que estão no 2º turno representam a esquerda


Fotos: Reprodução/Redes Sociais

O Partido Liberal do Rio Grande do Norte não deve apoiar nenhuma das duas candidaturas que estão postas no 2° turno das eleições para o Executivo estadual. O Blog do BG conversou com cerca de 15 pessoas ligadas à direita do Estado nas últimas 24h e confirmou que a legenda vai liberar candidatos e lideranças políticas e assumir neutralidade no pleito.

Das fontes ouvidas pelo Blog do BG, foi quase que unanimidade o desejo de que o partido adote neutralidade. A justificativa dos correligionários é de que as duas candidaturas que estão no 2° turno representam a esquerda.

Apesar de Allyson Bezerra não assumir publicamente apoio ao presidente Lula, há um consenso no PL de que além de ser de esquerda, o candidato teria votado no petista no 1° turno das eleições.

Diante da situação exposta, cada político filiado ao PL poderá seguir a linha partidária mantendo a neutralidade ou definir apoio a uma das candidaturas no 2° turno do pleito estadual.

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ESTRATÉGIAS OPOSTAS: Flávio costura apoios com Zema e Caiado, enquanto Lula intensifica críticas ao STF


Fotos: Douglas Magno e Gledston Tavares.

A corrida presidencial para o segundo turno, marcado para o dia 25 de outubro — iniciou com movimentos divergentes entre os finalistas Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Enquanto o candidato do PL busca consolidar uma ampla frente política ao incorporar apoios de peso de ex-adversários, o petista tenta reavaliar o resultado do primeiro turno e passa a direcionar críticas contundentes ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Na primeira rodada, Flávio terminou à frente com 56,1 milhões de votos (47,03%), contra 53,8 milhões (45,16%) de Lula, estabelecendo uma diferença de aproximadamente 2,3 milhões de votos. Para o segundo turno, a estratégia da campanha do senador é transformar o resultado do primeiro turno em uma rede de apoios regionais e partidários. Entre os principais movimentos destacam-se: os apoios de Romeu Zema e Ronaldo Caiado, além de alianças regionais, como o apoio do presidente nacional do União Brasil, Antonio Rueda, e do deputado estadual Márcio Canella, do Rio de Janeiro – a campanha bolsonarista busca firmar esses dois apoios.

Além de Zema e Caiado, o PL já conseguiu o apoio do ex-presidente Michel Temer, que declarou nessa terça-feira (6) que vai caminhar com os bolsonaristas no segundo turno da disputa presidencial.

Do outro lado da corrida pelo Planalto,  o presidente Lula demonstrou dificuldade em atribuir o resultado exclusivamente às escolhas da própria campanha, questionando em reuniões se o eleitorado não compreendeu as propostas. O presidente passou a relacionar o revés ao desgaste provocado por denúncias envolvendo o Judiciário.

Com informações da Revista Veja

Opinião dos leitores

  1. Bom dia.
    Vou detalhar aos senhores como lula irá vencer o 2º turno, o STF já pois na midia e na cabeca dos indecisos anti lula/PT que está havendo interferencia dos EUA nas eleições e esperem pelos proximos dias busca e apreenssão na casa do Flavio para minar sua candidatura e a retirada de suas redes sociais, o sistema (STF + PT) joga sujo e os milhões de indecisos vão cair mais uma vez em narrativas. Senhores essas eleições não é contra Lula ou Bolsonaro, mas é sobre limitar os super poderes do STF.

  2. Esse lula é um enganador a semana passada tava ligando para dino e em outros dias com o careca também, mas acho que ele vai dizer que não conhece eles

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[VÍDEO] Eduardo Oinegue questiona a condenação de 14 anos de prisão de ‘Débora do Batom’


Vídeo: Reprodução/Band

O jornalista Eduardo Oinegue, âncora do Jornal da Band, questionou a condenação de Débora Rodrigues dos Santos, conhecida nacionalmente como “Débora do Batom” a 14 anos de prisão por tentativa de golpe de estado e de abolição do estado democrático de direito.  A ré ficou marcada por ter pichado a frase “perdeu, Mané” na estátua da Justiça em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF) durante os atos de 8 de janeiro de 2025/2023.

“Débora saiu de Paulínia, foi à Brasília, acampou diante do quartel-general do Exército, participou das manifestações de 8 de janeiro, escreveu, perdeu uma anél na estátua da Justiça diante do Supremo e, para Alexandre de Moraes e a maioria dos ministros, ao fazer isso, Débora do Batom participou de uma tentativa de golpe de Estado e de abolição violenta do Estado Democrático de Direito”, comentou o âncora.

O comentarista disse ainda que nos autos do processo não há indícios de que a Debora do Batom teria participado de uma tentativa de golpe de estado. “Ela distribuía panfletos, integrava células subversivas, gritava palavras de ordem, mandando quebrar tudo, nos autos não tem nada disso, mas, segundo palavras que aparecem na decisão do STF ela aderiu conscientemente à ação coletiva e contribuiu para a empreitada comum. E aí tome 14 anos de prisão”, lamentou o jornalista. 

Ao concluir seu comentário, Eduardo Oinegue reforça o questionamento sobre a dura pena de 14 anos de prisão. “A Justiça tem que ser dura com os criminosos, a gente sempre cobre isso aqui, mas olhando para os fatos objetivos, te parece razoável o que aconteceu com essa moça?”, questiona o apresentador da Band. 

Opinião dos leitores

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[VÍDEO] PROFECIA ELEITORAL: Bolsonaro previu eleição de 140 parlamentares do PL com um ano de antecedência


Vídeo: Reprodução/Poder360

Com mais de um ano de antecedência, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) acertou com precisão o número total de congressistas que o Partido Liberal (PL) elegeria no primeiro turno das eleições de 2026.

Em entrevista concedida ao portal Poder360 em 15 de julho de 2025, em Brasília, Bolsonaro projetou que a legenda conquistaria cerca de 120 cadeiras na Câmara dos Deputados e pelo menos 20 vagas no Senado Federal.

À época, o ex-presidente também comentou sobre os parlamentares que se elegeram com seu apoio e acabaram o traindo. “A população está se conscientizando. Nós começamos lá atrás com o PSL, elegemos 50 deputados, mas teve uns 20 que traiu a gente. Depois elegemos 99 e tivemos uns 15 que traiu. Já melhorou. Eu tenho certeza, eu vou fazer uns 120 deputados federais na próxima eleição [2026]. O PL faz também pelo menos 20 senadores pelo Brasil”, estimou Jair Bolsonaro.

Com informações do Poder360

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  1. Sobre o 08 de janeiro houve muita injustiça por parte do judiciário (STF), isso precisa ser corrigido, quem deveria ser condenado era quem depredou e não colocar todo mundo no bolo só, as penas deveriam ser individualizadas. Houve claramente perseguição política.
    Pela restauração da liberdade na resta dúvida que o PT tem que sair do poder junto com os ditadores da toga.

  2. Essa foi uma previsão vitoriosa 121 deputados e 19 senadores,Com dois filhos eleitos,a esposa e um irmão na câmara federal e no senado,a ex suplente de federal e o cunhado Distrital de Brasília

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MINISTÉRIO À VISTA?: Caiado é cotado para comandar a Agricultura ou Segurança em governo de Flávio Bolsonaro


Arte: Metrópoles

Nos bastidores da política nacional, empresários e interlocutores apontam o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado como um dos nomes cotados para assumir um ministério em uma eventual gestão do senador Flávio Bolsonaro (PL) na Presidência da República.

Caiado disputou o Palácio do Planalto no primeiro pleito presidencial, encerrando a disputa na quinta colocação com 2.605.148 votos, o que representou 2,18% dos votos válidos.

De acordo com apuração de bastidores, o ex-presidenciável recebeu duas propostas para integrar uma futura administração federal: uma voltada para a pasta da
Segurança Pública e outra para o Ministério da Agricultura.

Fontes do empresariado indicam que Caiado demonstrou maior afinidade e familiaridade com o setor agrícola. O ex-governador também é visto nos bastidores como o “padrinho político” do deputado federal Pedro Lupion (Republicanos-PR), que comanda a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).

Apesar das especulações e das conversas em curso, aliados e conselheiros recomendaram que Caiado evite qualquer resposta definitiva no momento. A orientação visa afastar qualquer interpretação de que o apoio a Flávio Bolsonaro estaria condicionado à ocupação futura de cargos na Esplanada dos Ministérios.

Com informações do Metrópoles

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  1. Cuidado cuidado, tido cuidado é pouco diante da quadrilha de PTralhas, LULADRAO e sua gang não são de brincadeira.

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FUNDO ELEITORAL: Allyson gastou quase 3x mais que Cadu de Lula no 1º turno, mas teve menos de 1% de vantagem sobre o petista


Foto: José Aldenir

A disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte no segundo turno entre Allyson Bezerra (União Brasil) e Cadu de Lula (PT) revela um contraste expressivo no uso de recursos públicos. Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), obtidos por meio da plataforma DivulgaCandContas, mostram que Allyson gastou proporcionalmente quase três vezes mais recursos do Fundo Eleitoral por voto do que seu adversário na primeira etapa do pleito.

Enquanto a campanha de Allyson Bezerra contou com R$ 4.055.595,00 em verbas do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) de um total de R$ 4,7 milhões em receitas declaradas, a chapa de Cadu de Lula movimentou R$ 1.376.262,00 do fundo público, dentro de um total de R$ 1,742 milhão arrecadados.

O Raio-X do Custo por Voto

Allyson Bezerra (União Brasil)

Votos no 1º turno: 733.809 (36,94% dos válidos)

Recursos do FEFC: R$ 4.055.595,00

Custo por voto: R$ 5,53

Cadu de Lula (PT)

Votos no 1º turno: 718.300 (36,16% dos válidos)

Recursos do FEFC: R$ 1.376.262,00

Custo por voto: R$ 1,92

A divisão demonstra que a relação entre Fundo Eleitoral e votos de Allyson foi 2,88 vezes maior do que a registrada pela candidatura petista. Em termos práticos, para cada voto conquistado por Cadu Xavier, houve um aporte de aproximadamente R$ 1,92 em recursos públicos, ao passo que a campanha de Allyson registrou um custo unitário de R$ 5,53 por eleitor.

Distância nos Recursos, Empate Técnico nas Urnas

O dado econômico chama atenção sobretudo pela proximidade do resultado eleitoral. Apesar da diferença de cerca de R$ 2,67 milhões no volume de recursos públicos recebidos entre os dois candidatos, Allyson e Cadu encerraram o primeiro turno separados por uma margem estreita de apenas 15.509 votos.

Com o pleito polarizado, Allyson Bezerra e Cadu de Lula voltam a se enfrentar nas urnas no próximo dia 25 de outubro, quando os eleitores do Rio Grande do Norte definirão o novo chefe do Executivo estadual.

Com informações do Blog do Barreto

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  1. ok bg, mas cadu é a continuação de fatima, mesmo não gostando de allysson, é melhor ele do que a continuação do PT, o RN não aguenta mais meu patrão

  2. Não foi somente esse valor não, teve o dinheiro da dismed e das candidatas a deputada que juntas receberam mais de três milhões

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Partido Novo decide pela neutralidade em 2° turno no RN e foca atuação em projeto nacional de Flávio Bolsonaro


Renato Cunha Lima, presidente do Novo no RN explicou os motivos que levaram a legenda a adotar neutralidade na disputa local de 2° turno. Foto: Reprodução/Yotube 98FM

O diretório estadual do partido Novo definiu sua postura para o cenário eleitoral e anunciou neutralidade na disputa pelo segundo turno entre Allyson Bezerra (União) e Cadu de Lula (PT) no Rio Grande do Norte. Em nota publicada nas redes sociais nessa terça-feira (6), o presidente estadual da sigla afirmou que o foco da legenda é colaborar com a ampliação de votos de Flávio Bolsonaro no Estado durante o 2° turno.

De acordo com o presidente estadual da legenda, Renato Cunha Lima, a decisão foi adotada por um princípio de coerência política. No primeiro turno, a sigla integrou a base de apoio à candidatura de Álvaro Dias (PL) e fez críticas públicas a ambos os projetos que agora disputam o executivo estadual.

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Eleições 2026

TSE nega fraude e esclarece pausa de 50 minutos na divulgação dos votos

Reprodução

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) explicou nesta terça-feira (6) a interrupção de cerca de 50 minutos na divulgação do resultado nacional do primeiro turno e negou qualquer impacto na votação.

Segundo a Corte, houve uma contenção no processamento de dados após um aumento no fluxo de informações. A atualização parou às 19h14, quando 64,81% dos dados haviam sido divulgados, e foi retomada às 20h04.

O TSE afirmou que a falha ficou restrita à visualização nacional na internet. Os boletins de urna continuaram sendo transmitidos e os dados por Estado seguiram normalmente.

Após vídeos nas redes sociais associarem a pausa a uma suposta fraude, o tribunal classificou a alegação como falsa e informou que abriu uma apuração técnica para evitar que o problema se repita no segundo turno.

Com informações da CNN Brasil

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Política

Flávio sinaliza oposição à reeleição de Alcolumbre e Motta na Presidência da Câmara e Senado

Senador Davi Alcolumbre, presidente do Senado, e o deputado Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados — Foto: Ton Molina/FotoArena/Estadão Conteúdo

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) sinalizou nesta terça-feira (6), durante evento em Goiânia (GO), que um eventual governo seu não deverá apoiar a permanência dos atuais presidentes da Câmara e do Senado, Hugo Motta (Republicanos-PB) e Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

Ao comentar a nova composição do Congresso, que ampliou a presença da direita, Flávio destacou a possibilidade de construir maioria nas duas Casas para definir seus respectivos comandos.

“O Brasil já me deu um Congresso muito mais à direita do que ele já é hoje, com maioria no Senado para fazer o presidente do Senado, com maioria na Câmara para fazer o presidente da Câmara, para a gente mudar a Constituição”, afirmou.

A eleição dos comandos das duas Casas ocorre em fevereiro de 2027 e será estratégica para a relação de um eventual governo Flávio com o Congresso.

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Geral

URGENTE: Rogério Marinho passa mal após agenda com Flávio e é hospitalizado

Reprodução

O senador Rogério Marinho (PL-RN) passou mal nesta terça-feira (6) e foi hospitalizado enquanto retornava a Brasília após um compromisso de campanha em Goiânia (GO), onde estava o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL).

O mal-estar ocorreu durante o retorno à capital federal. De acordo com informações de pessoas próximas ao senador, ele foi ao hospital fazer exames por precaução.

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