Política

Noite de UFC na Câmara Federal. PMDB e os insatisfeitos x PT

Por JOSIAS DE SOUZA

Lalo de Almeida/Folha

 

Na noite desta terça-feira, o plenário da Câmara será palco de uma batalha sui generis. Vão à sorte das armas legislativas o governo da presidente Dilma Rousseff e o pedaço rebelado do partido do vice-presidente Michel Temer. Desafiado por Dilma, o líder do PMDB, Eduardo Cunha, comanda uma infantaria que tentará impor ao Planalto uma derrota constrangedora. Se ele prevalecer, a Petrobras será a primeira vítima da crise que eletrifica as relações do Planalto com seu principal aliado.

Vai a voto uma proposta do líder do DEM, Mendonça Filho (PE), subscrita pelos também oposicionistas PSDB e PPS. Prevê a criação de uma comissão suprapartidária de deputados para investigar, em diligências externas, a denúncia de que funcionários da Petrobras receberam propinas milionárias da SBM Offshore, uma empresa holandesa que opera no ramo da locação de plataformas petrolíferas. A ideia da oposição foi encampada pelo ‘blocão’, como se autodenominou o grupo de oito partidos, PMDB à frente, que se uniu para isolar o PT de Dilma na Câmara.

Nesta segunda-feira, véspera batalha, Brasília viveu cenas surreais. Entrincheirado no Planalto, o ministro petista Aloizio Mercadante (Casa Civil) pressionou líderes governistas para que votem como governistas. Convocou à sua presença, por exemplo, o líder do PR na Câmara, Bernardo Santana (MG). Fez a caveira de Eduardo Cunha e aconselhou o interlocutor a desembarcar do ‘blocão’. A reação de Santana dá uma ideia da impopularidade do governo entre os governistas.

Ao sair da sala de Mercadante, o líder do PR tocou o telefone para Eduardo Cunha, o desafeto de Dilma. Relatou o que sucedera. Mercadante o apertara junto com outras três personalidades do PR: o ministro Cesar Borges (Transportes), representante da legenda na Esplanada, além dos senadores Alfredo Nascimento (AM), presidente do PR federal, e Antonio Carlos Rodrigues (PR-SP), suplente da ministra Marta Suplicy (Cultura), licenciada do Senado.

Santana deu a entender que, a despeito do aperto, o PR tende a votar pela abertura da investigação contra a Petrobras. No instante em que recebeu a ligação, Eduardo Cunha reunia-se na Câmara com os líderes dos dois maiores partidos da oposição: o pernambucano Mendonça Filho, do DEM, e o baiano Antonio Imbassahy, do PSDB. Acertava com a dupla uma tática conjunta para duas batalhas. Além de jogar uma lupa sobre os negócios da Petrobras, a inusitada parceria deseja rejeitar o projeto que institui o Marco Civil da Internet, uma prioridade de Dilma.

O projeto da internet só deve ser votado na quarta. Para a noite desta terça, a principal preocupação dos adversários do PT —os tradicionais e os de ocasião— é evitar que o partido de Dilma obstrua a votação. Às vésperas do Carnaval, o governo teve uma eloquente amostra dos riscos a que está exposto. O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), incluíra na pauta do plenário a proposta que alveja a Petrobras.

Henrique fez isso porque, em reunião com os líderes partidários, a grossa maioria das legendas com representação na Câmara guindou o esquadrinhamento da estatal petroleira à condição de prioridade máxima. Coisa combinada horas antes pelos comandantes do ‘blocão’, num encontro realizado no apartamento de Eduardo Cunha.

Isolado, o PT apresentou em plenário um pedido de retirada da proposta tóxica da pauta. Algo previsto no regimento. Levada a voto, a solicitação do PT foi derrotada por uma maioria tonitruante: 261 a 80. Houve quatro abstenções. Estava claro que, exceto pelo pequeno PCdoB e pelo minúsculo PRB, únicas legendas que acompanharam o PT, todo o resto da megacoligação que deveria dar suporte congressual a Dilma entrara em colapso.

Rendido, o PT fez o que lhe restava: numa sucessão de discursos inócuos, esticou o lero-lero até que o prazo de duração da sessão, de uma hora, expirasse. Henrique Alves abriu, minutos depois, uma sessão extraordinária. Mas recusou-se a recolocar a proposta anti-Petrobras  em votação. Argumentou que seu compromisso era o de pautar a matéria apenas na sessão ordinária, não na extraordinária. Justificou-se: diante do êxito da obstrução do petismo, nada podia fazer.

Em reação, o PMDB, o resto do blocão e os partidos de oposição bloqueram também a sessão extraordinária. Assim, a encrenca da Petrobras foi congelada na pauta como primeiro item. O governo teve todo o Carnaval para se rearticular. Quando se imaginava que providenciava a pacificação do seu condomínio, o presidente do PT federal, Rui Falcão, reacendeu o pavio de Eduardo Cunha.

Numa entrevista concedida no Sambódromo do Rio, Falcão atravessou no samba a insinuação de que o PMDB do Rio de Janeiro flertava com o tucano Aécio Neves porque Eduardo Cunha fora desatendido em suas pretensões fisiológicas na reforma ministerial. Seguiu-se uma troca de insultos que permitiu ao país descobrir que certos petistas e peemedebistas consideram-se uns aos outros “vagabundos”, “pilantras” e “chantagistas”.

Num ciclo de reuniões inaugurado no domingo e encerrado nesta segunda, Dilma informou ao vice Temer e à caciquia do PMDB que não quer mais conversa com Eduardo Cunha. Já não ia com a cara dele. Agora, enxerga-o como um adversário do governo. Quer isolá-lo. Em privado, a presidente disse a auxiliares que deseja saber qual é o real tamanho do líder do PMDB. É contra esse pano de fundo conflagrado que a Câmara realizará a sessão noturna desta terça.

Se Dilma prevalecer, Eduardo Cunha será reduzido à sua insignificância. Porém, se o líder do PMDB conseguir transformar a solidariedade do seu partido, a insatisfação latente das legendas governistas e a sociedade com a oposição em matéria prima para o sucesso, a presidente da República será apresentada a um adversário bem mais ladino do que sua autosuficiência poderia supor.

Afora as tocaias do plenário, Eduardo Cunha se equipa para emboscar o Planalto também na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara. Há nessa comissão um lote de requerimentos da oposição convocando autoridades do governo para prestar esclarecimentos sobre um sem-número de encrencas. Entre esses requerimentos dois se referem à Petrobras. Um convoca o ministro pemedebista Edison Lobão (Minas e Energia). Outro, convida a presidente da estatal, a petista Graça Foster.

Eduardo Cunha esteve com Lobão, um senador licenciado que foi à Esplanada por indicação de José Sarney (PMDB-MA). Avisou-o de que a bancada do PMDB ajudará a oposição a aprovar o convite a Graça Foster, para que ela explique aos deputados as providências que adotou para acomodar em pratos limpos a suspeita de pagamento de propinas na Petrobras. Se em 30 dias a presidente da estatal não atender ao convite, a comissão de Fiscalização, presidida pelo peemebista Hugo Motta (PB), pode apreciar o requerimento de convocação de Lobão.

Mendonça Filho, o líder do DEM, acha que a Câmara talvez esteja vivendo um fenômeno que o Planalto ainda não foi capaz de farejar. Para ele, ouve-se na Casa um rumor que vem “do fundo do plenário”. São as vozes do chamado baixo clero, um contingente invisível de deputados que, desatendidos em suas demandas às vésperas das eleições, pode submeter o governo a dissabores insondáveis. Na avaliação de Mendoncinha, como o deputado é chamado pelos amigos, quando a voz do fundo do plenário decide gritar, não há líder partidário que consiga silenciá-la. Logo, logo se descobrirá se ele tem razão.

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[VÍDEO] Presidente do SINSP volta a criticar o governo Fátima por mais um atraso no pagamento a aposentados e pensionistas: ‘Não há previsão clara, não há garantia e não há respeito’

A presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público da Administração Direta do RN (SINSP-RN), Janeayre Souto, voltou a cobrar do governo Fátima Bezerra o pagamento aos aposentados e pensionistas.

Em vídeo publicado nas redes sociais neste sábado (1º), Janeayre afirmou que o governo do estado discrimina aposentados e pensionistas. “O pior é que não solta uma nota”, comentou. ‘Não há previsão clara, não há garantia e não há respeito’, escreveu na publicação no Instagram.

Ela também afirmou que a governadora Fátima Bezerra sequer teve a dignidade de se dirigir aos servidores para dizer que os aposentados e pensionistas não iriam receber seus salários.

Janeayre disse ainda que soube do atraso nos pagamentos pela imprensa e por diversas mensagens que recebeu ao longo do dia e ainda chamou de ‘mentirosa’ a nota da SEAD (Secretaria de Estado da Administração) enviada à imprensa.

 

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VÍDEO: Feiticeira ‘Mãe Rainha das Trevas’ diz ter gastado mais de R$ 100 mil para erguer estátua de 11 metros em homenagem ao Diabo no Ceará

Vídeo: reprodução/g1

Uma estátua de 11 metros de altura em homenagem ao Diabo foi inaugurada no Palácio Estrela Negra da Quimbanda, na Taíba, distrito de São Gonçalo do Amarante, na Região Metropolitana de Fortaleza, no Ceará. O monumento, instalado em uma propriedade particular, foi apresentado durante a celebração dos 29 anos do templo religioso.

Segundo a líder da casa, conhecida como Mãe Rainha das Trevas, a obra custou mais de R$ 100 mil e seria a maior estátua do Diabo do mundo, embora não exista registro oficial que comprove a afirmação.

A Prefeitura de São Gonçalo do Amarante, na Grande Fortaleza, informou que a construção recebeu as licenças ambientais e urbanísticas exigidas pela legislação, já que o imóvel está localizado em uma Área de Proteção Ambiental (APA).

Após a inauguração, a líder religiosa afirmou ter recebido mensagens de apoio, mas também ataques preconceituosos nas redes sociais. Ela defendeu o respeito à liberdade religiosa e lembrou que o Brasil é um Estado laico, com garantia constitucional ao livre exercício da fé.

A Quimbanda é um culto de matriz afro-brasileira voltado à reverência de entidades como Exus e Pombagiras. Seus praticantes afirmam que a religião busca a evolução espiritual e rejeitam a associação da prática ao mal.

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Droga apreendida após tiroteio no Aeroporto de Guarulhos valeria R$ 3,6 bilhões na Europa

Foto: reprodução

A carga de 400 quilos de cocaína apreendida durante a operação policial no Aeroporto Internacional de Guarulhos, na última sexta-feira (31), está avaliada em R$ 3,6 bilhões no mercado europeu, segundo estimativas das autoridades.

A droga foi interceptada após traficantes invadirem a área das pistas por meio de uma obra próxima ao aeroporto, provocando uma troca de tiros com forças de segurança. Apesar da gravidade da ocorrência, ninguém ficou ferido e nenhum voo precisou ser interrompido.

VEJA TAMBÉM: VÍDEO: Criminosos trocam tiros com policiais federais em área do Aeroporto de Guarulhos

Durante a ação, dois homens foram presos. Um deles afirmou que receberia dinheiro para transportar a carga até o aeroporto. O outro, funcionário terceirizado do terminal, foi detido pela Polícia Federal. As investigações seguem para identificar e prender outros integrantes da organização criminosa responsável pela tentativa de envio da droga ao exterior.

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Bandeira amarela é mantida em agosto e conta de luz seguirá com cobrança extra pelo 4º mês seguido

Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) manteve a bandeira tarifária amarela para o mês de agosto. Com isso, os consumidores continuarão pagando um adicional de R$ 1,885 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

A cobrança extra está em vigor desde abril e será aplicada pelo quarto mês consecutivo.

Segundo a Aneel, a manutenção da bandeira ocorre devido à redução das chuvas durante o período seco, o que diminui o nível dos reservatórios das hidrelétricas e aumenta a necessidade de acionamento de usinas termelétricas, que têm custo mais elevado.

Na prática, uma residência que consumir 200 kWh no mês terá um acréscimo de R$ 3,77 na conta de luz. Para um consumo de 300 kWh, o adicional será de aproximadamente R$ 5,66.

O sistema de bandeiras tarifárias sinaliza mensalmente o custo da geração de energia. Atualmente, a bandeira verde não tem cobrança extra, enquanto as bandeiras amarela e vermelha aplicam valores adicionais conforme as condições de geração elétrica no país.

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ANDREZA MATAIS: André Mendonça apura se diretor-geral da PF obstruiu justiça em caso do INSS

Fotos: Luiz Silveira/STF e Brenno Carvalho / Agência O Globo

Por Andreza Matais, Metrópoles

Uma das principais investigações em curso no país abriu uma grave crise institucional entre dirigentes dos órgãos que comandam o processo.

Há mais de um mês, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, responsável pelo caso, determinou que a Polícia Federal submetesse a ele todos os documentos brutos referentes às apurações da Farra do INSS, revelada pelo Metrópoles.

André Mendonça também ordenou que qualquer alteração na equipe que investiga o caso fosse previamente autorizada por ele.

Um dos escândalos mais rumorosos da atualidade, as fraudes no INSS impactaram o país pelo alcance de vítimas, amplo envolvimento de personagens poderosos e volume de dinheiro desviado de aposentados. Entre os investigados, está Lulinha, o filho do presidente da República.

A determinação do ministro André Mendonça, no entanto, foi mal recebida na PF. Por lei, o delegado de polícia tem autonomia para conduzir a investigação.

A PF alega que o procedimento habitual seria analisar documentos apreendidos, dados extraídos de celulares, elaborar um relatório e encaminhá-lo ao gabinete do ministro. A PF também dispõe de uma cadeia de custódia das provas.

A decisão do ministro se ampara em dois objetivos. O primeiro é preservar a autonomia da polícia federal e evitar que haja interferência política ou seletividade no curso das investigações. Além disso, garantir o acesso à defesa dos elementos já produzidos e das diligências já encerradas, nos termos da Súmula Vinculante 14 do Tribunal.

O ministro foi informado de que depoimentos já colhidos não estariam sendo juntados aos autos, assim como não estariam sendo apresentados os relatórios periódicos sobre o andamento das investigações, conforme determinado pelo relator.

A PF tem resistido em cumprir a ordem de Mendonça. A coluna apurou que o ministro reagiu e determinou o esclarecimento da questão, que pode ensejar desobediência processual e obstrução de justiça.

As providências de Mendonça chegaram ao conhecimento do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, que manteve sua posição de não compartilhar os dados e remeteu a contenda para a Advocacia-Geral da União (AGU). A interlocutores, o diretor-geral da PF diz que só falta chegar a ordem de prisão.

O caso transformou-se em uma batata quente. O chefe da AGU, ministro Jorge Messias, é próximo de André Mendonça e contou com o apoio dele em sua indicação ao Supremo, posteriormente rejeitada pelo Senado.

Há uma promessa de Lula de que, se reeleito, repetirá a indicação. Nesse cenário, criar um atrito com um amigo e possível futuro colega de tribunal não é algo que Messias deseje. O ministro da AGU, inclusive, está de férias.

O episódio também gerou desapontamento no Palácio do Planalto com a postura do ministro da Justiça, Wellington César Lima, que se manteve neutro diante do embate. Para delegados da PF, na qualidade de chefe da Polícia, o ministro deveria ter saído em defesa da autonomia da PF para conduzir as investigações.

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, também evitou se envolver na crise. De um lado, avisou que não pretende questionar a ordem do ministro André Mendonça. De outro, sinalizou que não concorda com pressão sobre o diretor-geral da PF.

O choque decorre de uma divergência de entendimento. Por um lado, Andrei Rodrigues questiona a determinação de Mendonça, porque o ministro não teria indicado no despacho fatos que comprovassem a atuação irregular da PF para justificar uma medida que soa para os delegados como intervenção. Por outro lado, o ministro André Mendonça tem afirmado publicamente que vai garantir a qualquer custo uma investigação republicana sobre o escândalo, sem vazamentos ou interferências políticas.

Por Andreza Matais, Metrópoles

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Navio de guerra da Marinha do Brasil terá visitação gratuita no Porto de Natal neste sábado (1º) e no domingo (2)

Fragata da Marinha abre para visitação pública gratuita no Porto de Natal — Foto: Divulgação

A Fragata “Independência” (F44), da Marinha do Brasil, estará aberta à visitação pública neste sábado (1º) e domingo (2), das 14h às 17h, no Terminal Marítimo de Passageiros, no Porto de Natal.

A entrada é gratuita, mas é necessário fazer agendamento prévio devido ao número limitado de vagas, clicando aqui.

A embarcação chega ao Rio Grande do Norte após participar da Operação FLEETEX 250, exercício multinacional realizado nos Estados Unidos com a participação de marinhas de mais de 20 países.

Incorporada à Marinha em 1979, a Fragata “Independência” tem 129,5 metros de comprimento, desloca 3.300 toneladas e é equipada com mísseis Exocet e Aspide, além de canhões de 4,5 e 40 milímetros.

Serviço

  • Data: 1º e 2 de agosto
  • Horário: 14h às 17h
  • Local: Terminal Marítimo de Passageiros, Porto de Natal
  • Entrada: Gratuita, mediante agendamento prévio (FAÇA AQUI)

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Multidão em Grossos reforça apoio da prefeita Cinthia para Zenaide, autora de quase R$ 2 milhões em investimentos no município

Uma verdadeira multidão participou, na noite desta sexta-feira, de um encontro político promovido pela prefeita Cinthia Sonale, em Grossos, que reafirmou apoio à candidatura da senadora Dra. Zenaide Maia à reeleição para o Senado. O ato reuniu lideranças e apoiadores e reforçou a parceria construída entre o mandato da senadora e o município.

“Esse encontro renova a nossa esperança e fortalece a certeza de que vale a pena continuar trabalhando por uma cidade cada vez melhor”, afirmou a prefeita. Ao longo do mandato, Zenaide já destinou mais de R$ 1,7 milhão para Grossos, com investimentos em saúde, aquisição de veículos e obras de infraestrutura.

Ao agradecer a recepção, a senadora destacou a importância da união em favor dos municípios. “Seguimos juntos, com trabalho, diálogo e compromisso, construindo um futuro cada vez melhor para Grossos e para todo o Rio Grande do Norte”, disse Zenaide.

O encontro também contou com a presença do candidato a governador Allyson Bezerra, do deputado federal Benes Leocádio e do deputado estadual Ivanilson Oliveira.

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Careca do INSS visitou cinco vezes à pasta de assessor de Lula

 

O lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, informou ter visitado cinco vezes a secretaria-executiva do Ministério da Saúde, então comandada por Swedenberger Barbosa, o Berger – atual chefe do Gabinete Adjunto de Gestão Interna do Gabinete Pessoal do presidente Lula (PT).

A Polícia Federal (PF) suspeita que as negociações envolvendo o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, tenham sido intermediadas por uma pessoa descrita como de “grande influência” no gabinete presidencial. Berger é figura histórica do PT, tem ótima relação com o Lula e também com o filho, agora investigado pela PF por corrupção e tráfico de influência. Lulinha teria atuado em conjunto com a amiga e empresária Roberta Luchsinger para ampliar os negócios de cannabis medicinal do Careca do INSS. O inquérito foi aberto após autorização do ministro do STF André Mendonça.

As visitas do Careca do INSS aconteceram entre 2024 e 2025, enquanto Berger estava na Secretaria-Executiva do Ministério da Saúde. Foi o próprio lobista quem informou na portaria do prédio qual seria o seu destino na pasta. Somente um encontro, contudo, foi registrado na agenda oficial de Berger. Ele admitiu à coluna que o tema tratado na reunião foi justamente negócios relacionados a cannabis medicinal.

Em meio às visitas, o Careca do INSS recebeu uma mensagem, na qual encaminhou a um interlocutor. “Berger já está com aquela orientação em mãos”, diz o texto repassado pelo lobista, em 6 de novembro de 2024, segundo material obtido pela coluna que está em posse da Polícia Federal.

Esse diálogo aconteceu entre duas visitas do lobista ao então número dois do Ministério da Saúde. Documentos mostram que, naquele ano de 2024, ele deu entrada três vezes no prédio da pasta: nos dias 6 de março, 13 de agosto e 20 de dezembro. Naquele ano, ele se apresentou três vezes como diretor de uma empresa de telemedicina. Em uma dessas idas, estava acompanhado da lobista Roberta Luchsinger – amiga de Lulinha.

Metrópoles 

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Mais três fugitivos de Alcaçuz foram detidos pela polícia

Tiago Silva foi um dos três recapturados pelas forças policiais entre a madrugada de sexta (31) e sábado (1°). Foto: Divulgação Seap

As forças de segurança mobilizadas na operação de buscas pelos foragidos da Penitenciária Estadual Rogério Coutinho Madruga recapturaram, entre a noite da sexta-feira (31) e a madrugada deste sábado (1º), mais três fugitivos: Issac Deodato Rodrigues, Tiago da Silva Maia Braga e Diogo da Luz Silva. Este último foi baleado durante a ação após resistir à prisão.

Com as três recapturas, quatro dos 11 fugitivos já foram detidos e reintegrados ao sistema prisional. Sete permanecem sendo procurados pelas forças de segurança.

Diogo da Luz Silva foi localizado em uma área de mata no município de Nísia Floresta, durante um cerco realizado pela Polícia Militar. Ao resistir à prisão, ele foi baleado, recebeu atendimento no local e foi encaminhado ao Hospital Regional Deoclécio Marques, em Parnamirim, onde permanece internado com quadro de saúde estável.

Na continuidade das diligências, já durante a madrugada deste sábado, Issac Deodato Rodrigues e Tiago da Silva Maia Braga também foram localizados e recapturados na zona rural de Nísia Floresta, mas em locais diferentes.

Participam da operação equipes da Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Penal, Guarda Municipal de Parnamirim e Polícia Rodoviária Federal, que seguem atuando de forma integrada nas buscas pelos demais foragidos.

Ainda durante o dia de ontem, o primeiro fugitivo, identificado como Julianderson Francisco Nogueira, conhecido pelos apelidos de “Boladão” e “Mucaia”, foi localizado na região de Pium. 

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Líder de Lula na Câmara tem crescimento de patrimônio em R$ 1,68 milhão em quatro anos

Reprodução / Câmara dos Deputados

O líder do governo Lula na Câmara, Paulo Pimenta (PT-RS), declarou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um patrimônio de R$ 1,8 milhões em 2026, um aumento de R$ 1, 6 milhões em relação aos R$ 192,8 mil de 2022. Com a atualização patrimonial, os bens declarados por Pimenta ficaram cerca de 9,7 vezes maiores do que os informados há quatro anos, quando se elegeu deputado federal. Agora, ele concorre a uma vaga ao Senado.

Pela análise da lista enviada ao Tribunal Superior Eleitoral, a alta é puxada pela inclusão de alguns bens, o principal deles é 50% de um imóvel residencial em Brasília, declarado em R$ 815 mil.

Pimenta também declarou um Toyota Hilux 2022, avaliada em R$ 292 mil, aplicações financeiras de R$ 170,9 mil, investimentos em ações de R$ 178,7 mil, R$ 130 mil em espécie e R$ 123 mil em créditos decorrentes de empréstimo.

O apartamento do deputado em Porto Alegre, declarado em 2022 por R$ 97,4 mil, permaneceu na relação de bens com um aumento mínimo de R$ 0,06 centavos.

O que diz Pimenta

Em nota enviada à coluna, Pimenta disse que os valores declarados em correspondem à atualização de bens informados à Receita Federal.

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