Após uma atuação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o Governo do Estado decidiu retirar a mensagem enviada à Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN) pedindo a redução das Requisições de Baixo Valor de 60 para 10 salários mínimos para “debater melhor”.
Não é a primeira vez que a governadora anuncia uma medida e volta atrás. Não se questiona se a titude é correta ou errada, até porque seria extremamente danoso para quem tem RPV para receber é esse blogueiro foi o primeiro a levantar a voz contra a medida. O que eu estou falando é que essa é mais uma grande arregada de uma gestão em pouco mais de um mês por pressão.
A primeira aconteceu no final de janeiro, quando ela anunciou a suspensão da licença-prêmio do funcionalismo e que, após pressão dos sindicatos, voltou atrás.
Vale lembrar que ainda em janeiro, ela anunciou o parcelamento do pagamento dos policiais civis, que, descontentes, pressionaram e fizeram o governo, mais uma vez, recuar de um anúncio posto garantindo a promessa de pagamento do salário integral.
A porteira da fraqueza foi escancarada, qualquer um aí descontente com atos do governo e só pressionar que a necessidade de “debate melhor” vai se sobressair.
A pergunta que fica, porque não se “debate” antes de colocar na rua, é questão de equipe, de prioridades ou de limitações mesmo?

A OAB mostrando ATITUDE, parabéns Dr Aldo Medeiros!!!
A governadora Fátima Lula Bezerra da Silva não aguentou pressão da OAB-RN.
É o Governo do disse me disse, hoje publica uma coisa, amanhã se arroxarem a coisa é revogada. Mais fraco que caldo de biloca.
O RN está chegando no fundo do poço e com certeza ainda vai afundar mais ainda, já a merda do PT vai boiar, resumindo, nem o PT nem o RN vai sair ganhando. Foi o tiro que o eleitor deu em si mesmo.
Os que recebem esses RPV's, requisições de pequenos valores, é porque em algum momento, foi usurpado pelo descumprimento legal por parte do Estado, tomando o q era de direito.
É somente uma reposição.
Baixar esses valores seria adiar um retorno a quem de direito a foi usurpado pelo Estado.