Política

Novo presidente argentino diz que vai pedir a suspensão da Venezuela ao Mercosul

201511231129440800_AFPFoto: JUAN MABROMATA / AFP

O presidente eleito da Argentina, Maurício Macri, deu na manhã desta segunda-feira sua primeira coletiva após confirmado o resultado das urnas e reafirmou que irá buscar a suspensão da Venezuela do Mercosul devido a acusações de abusos de direitos e perseguições a políticos da oposição por parte do governo de Nicolás Maduro. Mesmo evitando antecipar as medidas econômicas que serão adotadas por seu governo ao assumir no próximo dia 10 de dezembro, ele anunciou que a pasta terá uma equipe de seis ministros. Ele também deu algumas diretrizes sobre suas primeiras iniciativas em outras áreas, entre elas políticas externas, combate à insegurança, formação do gabinete e relação entre governo e meios de comunicação.

— É evidente que a cláusula (democrática) do bloco deve ser invocada porque as acusações são claras e sem dúvidas não foram inventadas — disse Macri.

Ele assegurou que essa iniciativa será apresentada por seu governo na próxima cúpula do bloco, prevista para o dia 21 de dezembro no Paraguai. Na noite de domingo, o chefe de Estado eleito esteve alguns minutos com Lilian Tintori, mulher do dirigente opositor venezuelano Leopoldo López preso desde fevereiro de 2014. Lilian viajou especialmente a Buenos Aires para acompanhar as eleições argentinas.

O presidente eleito disse já ter conversado por telefone com o chefe de Estado do Chile, Michelle Bachelet, e do Uruguai, Tabaré Vázquez. É esperada para esta segunda-feira uma comunicação com Dilma Rousseff, já que o assessor da presidente, Marco Aurélio Garcia, entrou em contato com a secretária privada de Macri para agendar uma conversa entre os dois.

Também em matéria de relações internacionais, Macri se dispôs a rever o memorando de entendimento com o Irã e a promover uma aproximação do Mercosul com o bloco Aliança Pacífico, formado por Chile, Colômbia, México e Peru. O presidente eleito disse ainda que seu governo declarará a emergência em matéria de insegurança, uma das principais preocupações dos argentinos, e reiterou seu desacordo com a polêmica Lei de Meios, embora não tenha mencionado a possibilidade de revogação ou mudança legislativa.

Em um clima de forte expectativa e preocupação pela situação econômica, principalmente sobre o mercado cambial e prováveis medidas para normalizar as operações com a moeda americana, Macri assegurou que, antes de fazer anúncios sobre esse tema, quer ver “qual será a herança, os verdadeiros números da economia”.

Macri, apesar das pressões, ainda não revelou o nome de grande parte de seu gabinete, mas deixou claro que na área econômica haverá uma equipe de seis ministros. Ele também apontou que o chefe da Fazenda terá a mesma importância que os funcionários escolhidos para estar à frente de outras pastas consideradas estratégicas como Energia e Produção.

O novo chefe de Estado se mostrou satisfeito com o convite da presidente Cristina Kirchner de reunir-se nesta terça-feira às 19 horas (20h de Brasília) na residência oficial de Olivos para discutir a transição política. Perguntado sobre as denúncias de corrupção que envolvem funcionários kirchneristas, entre eles a própria presidente, Macri deixou claro “que a impunidade deve acabar”.

— A Justiça terá toda a liberdade que corresponde — disse ele.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Parabéns a Argentina e que seja exemplo ao Brasil. Precisamos de pessoas desse naipe e que tenha coragem de enfrentar esses bolivarianos/chavistas. Apoio incondicional a esse novo presidente.

  2. Parabens ao povo Argentino. Foi o primeiro Latino Americano a dar o exemplo. Que os demais países criem vergonha na cara e expulsem da política esses comunistas!

  3. Nem assumiu o cargo e já ta querendo comprar briga! Deve tá pensando que com um país do mesmo patamar socio-ecônomico não correm o risco de levar um pau como aconteceu quando começaram a guerra das Malvinas!kkkkk!

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Eleições 2026

PREVISÍVEL? TSE reverte decisões contra Lula e expõe isolamento de Kassio e Mendonça

Foto: Divulgação/STF

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) derrubou uma decisão do presidente da Corte, Kassio Nunes Marques, e outra do vice, André Mendonça, contrárias ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), além de interromper um terceiro julgamento que também podia impor uma derrota à campanha do atual chefe do Executivo.

Nos bastidores, a avaliação é que o resultados da análise das três ações expôs o isolamento dos dois chefes do tribunal em relação aos colegas e representam um indício de que ambos não conseguirão ditar o ritmo dos trabalhos do TSE como os ministros do STF costumam fazer quando estão à frente da Corte eleitoral.

Em um dos casos, apenas Mendonça votou para manter a decisão de Kassio de rejeitar um pedido do PT para retirar do ar um vídeo em que o senador Flávio Bolsonaro (PL) associava Lula a facções criminosas.

Em outro, o vice-presidente da Corte viu os colegas derrubarem sua ordem judicial para que o Partido dos Trabalhadores entregasse ao tribunal, a pedido do PL, gravações e documentos relacionados ao 8º Congresso Nacional do PT e ao projeto Porta-vozes do Lula para verificar se houve uso irregular do fundo partidário.

O entendimento da maioria foi de que Mendonça não poderia ter sido escolhido o relator da matéria e foi determinado que haja um novo sorteio de relatoria e formalização do processo como ação cautelar em vez de representação eleitoral.

Além disso, a Corte interrompeu o julgamento da decisão individual do vice-presidente de determinar ao governo federal que informe os gastos com publicidade entre 2023 e 2026. A pedido do ministro Floriano Azevedo, o caso será analisado pelo plenário físico do tribunal.

A avaliação é que os três casos demonstram a dificuldade que ambos terão para construir maioria em favor de suas decisões e têm como pano de fundo a disputa velada vivida entre integrantes do STF e do TSE.

Com informações da CNN

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Mundo

Governo Trump vê censura no Brasil após X mudar algoritmo eleitoral

Foto: Getty

Uma funcionária de alto escalão do governo de Donald Trump acusou o Brasil, neste domingo (16/8), de impor censura após a rede social X mudar o algoritmo para as eleições brasileiras de 2026.

A rede social anunciou, na última sexta (14/8), que aplicou o recurso “Brazil2026ElectionFilter” [Filtro para as Eleições Brasileiras de 2026] à aba “Para Você” – que recomenda publicações impulsionadas por algoritmos personalizados.

A mudança impede que, durante o período eleitoral, sejam recomendadas publicações de candidatos que os usuários não seguem.

Sarah B. Rogers, subsecretária de Estado para a Diplomacia Pública e Assuntos Públicos dos Estados Unidos, afirmou que a medida “marca a censura imposta pelo Brasil”.

A subsecretaria é subordinada ao Departamento de Estado americano, comandado por Marco Rubio, figura central nos recentes atritos entre os governos de Brasil e Estados Unidos.

Com informações de Metrópoles

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Mundo

‘Financial Times’ informa que EUA avaliam enquadrar Moraes, de novo, na Lei Magnitsky

Foto: Rosinei Coutinho

O governo dos Estados Unidos voltou a avaliar a possibilidade de impor sanções ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A informação foi divulgada neste domingo (16) pelo jornal britânico Financial Times, com base em relatos de pessoas familiarizadas com as discussões dentro do governo Donald Trump.

Segundo o jornal, integrantes do governo americano estudam novamente a aplicação da Lei Global Magnitsky contra Moraes. O mecanismo permite aos Estados Unidos impor sanções a estrangeiros acusados de corrupção ou de graves violações de direitos humanos. Até o momento, porém, não há decisão definitiva sobre a adoção da medida nem indicação de quando ela poderia ser implementada.

Moraes já foi alvo da Lei Global Magnitsky. Em julho de 2025, o ministro foi incluído na lista de sancionados pelo governo americano. Na ocasião, o então secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, acusou o magistrado de promover uma campanha de censura, detenções arbitrárias e processos considerados politizados, incluindo medidas judiciais contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.

As sanções foram retiradas em dezembro daquele mesmo ano, menos de cinco meses após sua aplicação. A reversão ocorreu durante um período de reaproximação entre Trump e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na ocasião, as medidas também haviam atingido a esposa de Moraes e uma empresa ligada à família do ministro.

Agora, a atuação de Moraes em uma investigação envolvendo jornalistas e possíveis fontes de reportagens voltou a chamar a atenção do governo americano.

De acordo com o Financial Times, o ministro autorizou operações policiais contra um jornalista e duas pessoas apontadas como possíveis fontes de informações relacionadas ao ministro Flávio Dino e a familiares dele.

Moraes justificou as medidas afirmando que as informações teriam sido obtidas e divulgadas de maneira ilegal e que a publicação do material poderia representar risco à segurança de familiares do magistrado.

Com informações do Diário do Poder

 

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Política

Governo Lula está nos ‘dias finais’, afirma Eduardo Bolsonaro

Foto:  Saul Loeb/AFP

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) afirmou, nesta segunda-feira, 17, que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva está em seus “dias finais”. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro publicou a declaração nas redes sociais junto com uma reportagem do jornal britânico Financial Times sobre a possibilidade de os Estados Unidos retomarem as sanções contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

“Parece que o regime de Lula está em seus dias finais”, escreveu Eduardo em inglês. Em seguida, compartilhou a reportagem intitulada “EUA consideram sanções contra juiz brasileiro em novo teste das relações diplomáticas”.

A publicação do ex-deputado ocorre no início da campanha eleitoral de 2026. Lula e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), irmão de Eduardo, lançaram oficialmente suas candidaturas à Presidência neste domingo, 16.

Com informações da Revista Oeste

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Eleições 2026

[VÍDEO] “QUEREM ME CALAR”: MPE tenta proibir uso da alcunha “Anne Lagartixa” nas urnas eleitorais

Imagem: Reprodução/Instagram

O Ministério Público Eleitoral apresentou manifestação em processo eleitoral para contestar o uso da alcunha “Anne Lagartixa” associado ao nome civil da parlamentar Wesliane Karen. O argumento é que essa identificação cria uma ligação familiar direta indevida.

Vereadora e candidata a deputada estadual pelo PL, ela afirma em suas redes que construiu sua trajetória política com apoio popular, utilizando o nome pelo qual seu pai ficou conhecido, o mesmo que a levou a ser eleita vereadora. “Calaram meu pai, e agora querem me calar”, declarou.

A parlamentar informou ainda que vai apresentar defesa para assegurar seu direito de usar o nome registrado nas urnas eleitorais.

Com informações do Potiguar News

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Brasil

Amiga de Lulinha comprou solitários e colar de diamantes para braço direito de Lula, diz PF


Foto: Arte/Metrópoles

Diálogos interceptados pela Polícia Federal (PF) e obtidos com exclusividade pela coluna indicam que a lobista Roberta Luchsinger comprou joias de diamantes e deu presentes para Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, ex-braço direito do presidente Lula (PT).

Roberta Luchsinger é amiga de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e manteve negócios com o lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, apontado como operador de rombo bilionário na Previdência Social. Eles são investigados no âmbito da Operação Sem Desconto, da Polícia Federal, e em inquéritos que apuram corrupção e tráfico de influência, abertos no último mês.

Até então, se sabia que Roberta tinha pagado boletos e contas pessoais de Marcola, conforme antecipou a colunista Andreza Matais, do Metrópoles. O ex-assessor alega que contraiu um empréstimo pessoal de R$ 249 mil com a lobista. Agora, as mensagens revelam novos detalhes de como operava a amiga de Lulinha com um dos assessores mais próximos de Lula. Marcola despachava na antessala do presidente e fazia contato com ministros.

Um dos diálogos aconteceu em 29 de abril de 2024. Roberta Luchsinger e Marcola conversam sobre a compra de uma joia.

“Vou tentar desenhar na foto / para facilitar”, diz Marcola. Roberta responde: “Ela vai mandar mais fotos / Peraí”. O então assessor do presidente Lula diz: “ah ta bem / mas gostei dessas:”. Não fica claro nas mensagens, contudo, quais joias Marcola indicou gostar. Logo em seguida, Roberta afirma: “Ela sugeriu um brilhante / Vai mandar”. A lobista, então, envia duas fotos: um par de solitários e um colar de diamantes. “Boa”, agradece Marcola.

Com informações de Metrópoles

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Cidades

Sefaz determina antecipação de 90% do ICMS para empresas em agosto e setembro no RN


Foto: Divulgação/Sefaz

A Secretaria de Estado da Fazenda do Rio Grande do Norte (Sefaz-RN) determinou a antecipação parcial do recolhimento do ICMS para três grupos de empresas nas competências de agosto e setembro de 2026. A medida está prevista na Portaria-SEI nº 817, de 12 de agosto, publicada no Diário Oficial do Estado.

Na prática, a portaria estabelece dois prazos. A antecipação referente aos fatos geradores ocorridos em agosto deverá ser paga até 1º de setembro. Para os fatos geradores de setembro, o recolhimento deverá ocorrer até 1º de outubro.

A regra alcança empresas beneficiárias do regime especial de tributação destinado aos contribuintes atacadistas, previsto no Decreto Estadual nº 22.199/2011, e empresas beneficiadas pelo regime especial destinado às centrais de distribuição de produtos, regulamentado pelo Decreto Estadual nº 28.881/2019.

Também estão incluídas empresas inscritas no Cadastro de Contribuintes do Estado quanto ao ICMS devido por substituição tributária nas operações internas.

A determinação, no entanto, não vale para empresas optantes pelo Simples Nacional. A exceção está expressamente prevista na portaria.

As mudanças constam na Portaria-SEI nº 817, de 12 de agosto de 2026, que altera a Portaria-SEI nº 81, de janeiro de 2024. O ato foi publicado no Diário Oficial do Estado.

Portal 98 FM

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Eleições 2026

Cabo Deyvison inicia campanha com motociata que reúne multidão em Mossoró e homenageia amigo assassinado

Foto: Divulgação

O primeiro ato de campanha de Cabo Deyvison à Câmara dos Deputados foi marcado por uma grande mobilização pelas ruas de Mossoró neste domingo (16). Uma motociata reuniu uma multidão e percorreu diferentes pontos da cidade, levando às ruas demonstrações de apoio ao candidato e dando uma dimensão da força de sua candidatura para a disputa por uma vaga na Câmara Federal.

A mobilização ganhou repercussão em todo o Rio Grande do Norte e foi apontada como um dos principais acontecimentos políticos do fim de semana no Estado. Para Cabo Deyvison, a participação popular no primeiro ato representa um sinal de que sua candidatura a deputado federal nasce conectada diretamente com a população.

O momento também foi de emoção. Durante a mobilização, Cabo Deyvison prestou uma homenagem ao amigo Alisson Diego, assassinado em um atentado promovido por uma facção criminosa que tinha o próprio vereador como alvo. A homenagem reforçou uma das principais bandeiras da campanha: o enfrentamento ao crime organizado e a defesa de uma política de segurança pública capaz de proteger a população.

“Começamos essa caminhada pelas ruas de Mossoró levando uma mensagem de coragem e de esperança. Hoje também lembramos Alisson, um amigo que perdeu a vida em uma violência. Não vamos permitir que o medo determine os caminhos do nosso Estado. Vamos seguir de cabeça erguida, enfrentando o crime e defendendo as pessoas de bem”, afirmou Cabo Deyvison.

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Cidades

Professores de Natal desafiam a Justiça e decidem manter greve sob pagamento de multa

Foto: Sinte/Divulgação

Professores e educadores infantis da rede municipal de Natal decidiram manter a greve iniciada pela categoria por tempo indeterminado. A decisão foi tomada em assembleia realizada na manhã desta segunda-feira (17), no auditório do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Rio Grande do Norte (Sinte-RN).

A continuidade da paralisação ocorre após a Prefeitura do Natal recorrer à Justiça para suspender o movimento. Em decisão liminar, a Justiça determinou o retorno integral dos profissionais às atividades e estabeleceu multa de R$ 10 mil ao Sinte-RN caso o sindicato promova ou incentive a greve.

O sindicato informou que assumirá o pagamento da multa estabelecida pela decisão judicial.

Durante a assembleia, a assessoria jurídica do sindicato apresentou esclarecimentos sobre a decisão e os próximos passos do movimento. Segundo o Sinte-RN, a categoria vem cumprindo os requisitos relacionados às atividades essenciais e considera legítimas as reivindicações que motivaram a paralisação.

Após a assembleia, os profissionais realizaram uma caminhada até a sede da Prefeitura do Natal. A categoria também aprovou a realização de um ato público nesta terça-feira (18), a partir das 8h, em frente ao Palácio Felipe Camarão.

Entre as medidas definidas na assembleia estão ainda a solicitação de uma audiência com o desembargador responsável pelo processo, com o objetivo de buscar uma conciliação, e a apresentação de resposta judicial à decisão que determinou a suspensão da greve.

Com informações da Tribuna do Norte

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Política

[VÍDEO] Secretário ignora calotes e sugere que greve dos terceirizados da Saúde no RN visa enfraquecer o atual governo

Foto: Reprodução/Instagram

A cada mês, o mesmo cenário: atrasos, promessas não cumpridas e a constante transferência de responsabilidades entre o governo Fátima e as empresas terceirizadas.

Para o secretário de Saúde do Estado, Alexandre Motta, porém, a decisão da categoria que atua em unidades hospitalares estatais teria motivação política. “Por que iniciar uma greve justamente no domingo, coincidindo com a abertura do calendário eleitoral?”, questionou.

Já para o sindicato da categoria (Sipern Trabalhador), a paralisação é a única resposta possível ao descaso com quem cuida da população potiguar.

A greve ocorre porque os salários não são pagos, consequência da falta de repasses pelo Governo do Estado às empresas prestadoras de serviço, como a JMT e a Justiz.

“Sem dinheiro, pais e mães de família não conseguem nem pagar passagem para trabalhar nem colocar comida na mesa. Essa situação humilhante não é um fato isolado, mas sim uma rotina no Rio Grande do Norte”, denuncia a entidade.

 

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