Aconteceu de novo. Ou melhor: está acontecendo. O Rio Grande do Norte está, mais uma vez, vivenciando a situação de ocupação total de leitos para tratamento de covid-19. Na manhã deste domingo (30), por volta das 8h, 12 hospitais que integram o sistema do Regula RN para o tratamento da covid-19 já se encontravam com 100% de ocupação de suas UTIs. Outros dois estavam com taxa de ocupação acima de 90%.
Segundo o Regula RN, há apenas 16 leitos de UTI disponíveis para pacientes covid-19 em todo o Rio Grande do Norte. Outros 108 estão ocupados e 15 bloqueados – tem mais 24 ocupados com pessoas que não estão com a doença.
Na sexta-feira (28), em tom de alerta, o Governo do RN chegou a divulgar um texto para a imprensa informando que o Hospital Giselda Trigueiro (HGT), que é a principal unidade de referência da rede, tinha apenas três leitos livres. Neste domingo, não resta mais nenhum.
Portal 96 FM
Isso é o efeito carnatal.
Que vergonha gente invejosa incriminado a nossa Governadora.A gov. Fátima Bezerra está fazendo o impossível para acabar com COVID.Vcs ficam falando mal.O governo Ladrão deixou pagamento atrasado a gov ernadora esta conseguindo arrumar a casa…Deixa de inveja Bob.Va
mos ver as coisas pelo lado correto.Bozoca falava que era mi-mi-mi vc está igual a ele.Se está inconformado veste a camisa e vai disputar o governo com Fátima Bezerra.
Faltam leitos, medicamentos. Tem pacientes nos corredores do Walfredo. Q tristeza. Qto sofrimento. Dinheiro o Estado tem.
E agora cadê o compromisso com a vida?
Viva o prefeito A Dias que baixou a cabeça aos empresários e autorizou o Carnatal, não fiscaliza os estabelecimentos e desfaz os decretos do governo do estado.
Será que Fátima vai deixar as pessoas morrerem de novo a míngua a espera de um leito de UTI?
Cadê os respiradores?
Cadê o dinheiro que Bolsonaro mandou??
Isso não pode acontecer de novo de jeito nenhum.
Mas as festas de reveillon e o Carnatal tinham que acontecer e, segundo o “comitê científico” que Orientava o Governo do estado à época, não tinha qualquer problema. O problema era andar sem máscaras em espaços abertos, mas as festas podiam acontecer normalmente.