Meio Ambiente

O problema não é o canudinho, e sim a falta de reciclagem, diz executivo de fabricante de plásticos

Há cerca de um ano, executivos de gigantes da indústria de plásticos de reuniram e chegaram à conclusão de que seria preciso reagir à onda de denúncias sobre a poluição gerada pelo material.

O resultado é uma aliança de 30 empresas que pretendem investir US$ 1 bilhão no combate ao dano ambiental provocado pelos plásticos —o valor pode chegar a US$ 1,5 bilhão com a adesão de mais companhias. A ideia é investir esses recursos, ao longo de cinco anos, em iniciativas junto a prefeituras e associações para melhorar a gestão dos resíduos e evitar, principalmente, que o plástico chegue aos oceanos.

Um desses executivos é Fernando Musa, presidente da brasileira Braskem, uma das fundadoras da iniciativa, que recebeu o nome de Aliança para o Fim dos Resíduos Plásticos.

Para ele, o problema não é o plástico em si, e sim sua destinação inadequada. A indústria, porém, também tem seu papel, diz, com a criação de novas resinas e embalagens mais facilmente recicláveis.

Musa classifica a iniciativa como ambiciosa, “muito acima de qualquer esforço que vem sendo feito ao redor do mundo”.

Em relação à venda da fatia de 38,3% da Odebrecht na Braskem, ainda em análise pela holandesa LyondellBasell, o executivo diz apenas que as diligências estão praticamente concluídas, mas que a decisão será tomada pelos acionistas.

Como surgiu a ideia da aliança?
Essa problemática do destino do plástico vem preocupando a indústria há algum tempo. No começo do ano passado, numa das reuniões setoriais, que reúnem CEOs, a gente chegou à conclusão de que seria necessário uma abordagem diferente, visto que o problema não é resolvível pelas empresas de plástico. Seria necessário um esforço da cadeia de valor como um todo, o que levou à criação da aliança. A ideia é atrair empresas de consumo, varejistas, gestão de resíduos, clientes que fabricam as embalagens.

Os projetos em que a aliança pretende investir estão focados na destinação do plástico, na reciclagem. O que dá para fazer como fabricante, dentro da empresa?
É óbvio que também temos nosso papel, de trabalhar nos nossos produtos para que sejam mais facilmente recicláveis, e trabalhar com clientes para que desenhem embalagens mais recicláveis. Nosso esforço [da Braskem] mais relevante é o plástico verde, a partir de matéria-prima renovável. A empresa também atua há algum tempo no desenvolvimento de produtos que facilitem a reciclagem. Lançamos recentemente uma resina nova que permite que, depois da reciclagem, o produto que mantenha suas propriedades físicas.

Eles são viáveis comercialmente?
O plástico verde já foi lançado há dez anos, é um produto de nicho. A resina é um pouco mais cara. Mas temos trabalhado com vários clientes que tem preocupação com sustentabilidade.

Parte da indústria enxerga certo exagero quando se coloca o foco em descartáveis, canudinhos, que são uma parte menor do consumo. O senhor concorda com essa avaliação?
Se você vê a problemática dos oceanos, o canudinho não é o maior problema, são outros tipos de embalagem. A gente já teve proibição em várias cidades do uso de sacolas plásticas, que era a bola da vez nos últimos anos. Agora tem o canudinho, o copo descartável. Se é feita uma análise do ciclo de vida desses produtos, a gente vai chegar à conclusão que, se o tratamento pós-consumo for feito corretamente, o plástico é a melhor solução.

O problema não é o canudinho, é o fato de que as pessoas não jogam no lixo reciclável, muitos lugares nem tem lixo reciclável. E ele [canudinho] é muito leve, na praia, você pega um coco, ele cai e ninguém se dá o trabalho de pegar, bate um vento, ele sai voando. A aliança visa tratar nesses fatores: educação, montagens dos sistemas de coleta e também soluções para que o canudinho seja mais reciclável.

Vocês levaram US$ 1 bilhão em investimentos, que devem chegar a US$ 1,5 bilhão ao longo de cinco cincos. Considerando que são ao menos 30 grupos, gigantes do setor, não é um valor relativamente baixo considerando a receita das empresas e a gravidade do problema?
O objetivo da aliança não é, por exemplo, construir um novo sistema de coleta em São Paulo. É construir um “know how” para que a aliança possa discutir com a prefeitura de São Paulo e influenciar a criar um sistema de coleta e tratamento de resíduos que leve tudo isso em conta. A ideia é fazer alguns projetos-piloto e sair replicando. Nesse sentido, depois que fez o terceiro piloto, a responsabilidade é do Estado de tratar o resíduo. O que precisa é mostrar o valor que há no resíduo plástico e que deixar isso parar no aterro ou no oceano é um desperdício.

É um investimento relevante a nível de cada empresa. A gente tem também varejistas, que têm margens mais apertadas e também estão participando. Essa comparação com a receita [das empresas], dado a variedade que pretende ter a aliança, talvez não seja o melhor parâmetro. US$ 1 bilhão em cinco anos é uma meta ambiciosa, muito acima de qualquer esforço que vem sendo feito ao redor do mundo.

Mudando de assunto: em que pé está a venda da [fatia da Odebrecht na] Braskem [à holandesa LyondellBasell]? A troca de governo pode impactar a operação?
Esse é um assunto conduzido pelo acionista, o trabalho e envolvimento da Braskem é no apoio ao processo de diligência. Esse processo está bastante adiantado, praticamente encerrado. Agora é uma discussão entre Odebrecht e LyondellBasell. A LyondellBasell deve estar processando as informações. Não tenho nenhuma informação adicional além de que o processo esta em andamento e de que o processo decisório é do acionista.

Qual é a avaliação deste início de governo Bolsonaro?
Está cedo ainda para falar, as coisas estão se ajustando, as expectativas do mercado são positivas, que as reformas que o país precisa sejam feitas. As indicações que vêm sendo feitas são positivas para os postos-chave do governo e empresas estatais. Agora é dar tempo ao tempo. Para mim o mais importante são as reformas estruturantes, especialmente Previdência. Agora temos que ver a proposta que vão mandar ao Congresso.

A presença de um militar no conselho da Petrobras incomoda?
Não. A pessoa ser um militar ou não… A gente sabe que o presidente vem desse meio, que tem muitos colegas e amigos nesse meio. Há quadros e talentos muito bons nas Forças Armadas.

Folhapress

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Polícia

[VÍDEO] Caminhão é interceptado com 100 mil maços de cigarros na BR-405, no RN

Imagens: Divulgação/PRF

Um caminhão foi interceptado na tarde desta quarta-feira (6) transportando uma carga com cerca de 100 mil maços de cigarros na BR-405, em Apodi, no Oeste potiguar. A ação foi realizada por equipes da Polícia Rodoviária Federal e da Polícia Militar durante fiscalização na rodovia.

Conforme a PRF, durante a abordagem, os agentes localizaram aproximadamente 200 caixas de cigarros no compartimento de carga, totalizando cerca de 100 mil maços. O motorista do caminhão foi detido no local.

A ocorrência foi encaminhada para a Delegacia da Polícia Federal em Mossoró, onde o caso será investigado e as medidas legais serão adotadas.

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Geral

VÍDEO: Mulher é presa ao dar facada em cabeleireiro por não gostar de corte de cabelo em SP: ‘minha franja está parecendo o Cebolinha’

Uma mulher de 27 anos foi presa na tarde de terça-feira (5) ao dar uma facada em um cabeleireiro pelas costas após ficar insatisfeita com o corte de cabelo em um salão na região da Barra Funda, na Zona Oeste de São Paulo.

A agressora de nome Laís Gabriela Barbosa da Cunha afirma que estava insatisfeita com o corte que o cabeleireiro fez na sua franja. O salão fica na Avenida Marquês de São Vicente.

Câmeras do salão de beleza gravaram o momento em que ela esfaqueia o cabeleireiro identificado como Eduardo Ferrari enquanto ele atende outra cliente. Laís aparece conversando com o funcionário, que está de costas. Ela tira uma faca da bolsa e o golpeia. Ele leva um susto e sai correndo. A mulher é contida por outros funcionários e seguranças.

“Ele pegou o meu cabelo e foi picotando com uma tesoura-navalha. Se vocês conseguem ver, a minha franja está parecendo o Cebolinha, porque ele cortou todo o meu cabelo. Eu mandei mensagem do Whatsapp e eles ficaram dois dias sem me responder”, afirmou a moça presa, em referência ao personagem da Turma da Mônica. Ela conta que fez uma ofensa homofóbica antes de agredir fisicamente o funcionário.

“Aí sabe o que eu fiz? Ofendi ele e falei: ‘seu viado desgraçado, arruma o meu cabelo. Aí na hora ele respondeu. Tive corte químico [não é um corte com tesoura, mas sim uma quebra causada por reação química] e tenho prova do meu cabelo antes e depois”, afirmou Laís.

Laís irá responder por lesão corporal e ameaça ao profissional.

O cabeleireiro vítima da agressora diz que ela foi cliente do salão meses atrás e que agora tentou matá-lo com uma facada nas costas: ‘Foi uma tentativa de homicídio’, afirmou.

Ele teve apenas um corte pequeno nas costas porque a agressora foi rapidamente contida pelos seguranças do salão e imobilizada.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), policiais militares foram acionados para atender a ocorrência e Laís foi detida, confessando o crime.

A perícia foi acionada. Segundo a pasta da Segurança, o caso será encaminhado ao Juizado Especial Criminal (Jecrim).

Nas redes sociais, a equipe de Eduardo Ferrari, vítima da moça, disse que ela tinha realizado em procedimento capilar 30 dias antes e retornou ao estabelecimento demonstrando insatisfação com o resultado e exigindo devolução dos valores.

Cabeleireiro divulga comunicado sobre agressão sofrida por cliente em São Paulo. — Foto: Reprodução/Redes SociaisImagem: reprodução/Instagram

g1

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Geral

Governo Lula atrasa primeiros repasses de subsídio para o diesel


Foto: Marcello Casal JR/Agência Brasil

O governo Lula ainda não pagou nenhuma das empresas habilitadas para o programa de subvenção ao óleo diesel, criado para tentar minimizar os impactos da guerra no Irã sobre o consumidor brasileiro, segundo empresas do setor.

O prazo para o primeiro ressarcimento, referente às vendas do combustível em março, venceu no último dia 30 de abril, sem que a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis) tenha autorizado pagamentos.

Segundo apuração da Folha de S. Paulo, a Petrobras, maior fornecedora nacional, e importadoras e distribuidoras de menor porte já enviaram à agência as notas fiscais, mas ainda aguardam resposta.

“A Petrobras faz jus a subvenção econômica ao óleo diesel rodoviário e, no momento, aguarda a verificação pela ANP dos dados comprobatórios apresentados para a efetivação dos pagamentos”, disse a estatal, em nota.

A ANP diz que, para realizar as análises necessárias ao pagamento da subvenção, precisa ter acesso a informações da Receita Federal. “Está em andamento a elaboração de um acordo de cooperação entre a Receita e a ANP para que esse acesso seja possível”, afirmou.

O programa de subvenção dá R$ 1,52 por litro de diesel importado e R$ 1,12 por litro de diesel nacional a importadores e produtores que se comprometam a vender o combustível abaixo de um preço-teto estabelecido pelo governo.

A adesão inicial foi baixa, com empresas de diferentes portes ainda em dúvidas sobre as regras. Na semana passada, a ANP aprovou a elevação do preço-teto, em uma tentativa de atrair mais participantes.

No início da semana, a agência publicou os novos preços para o quinto período da subvenção com alta de R$ 0,28 por litro no preço-teto para o diesel importado.

Segundo pessoas com conhecimento das discussões, o atraso no pagamento aumenta as incertezas sobre o programa. Inicialmente, o governo previa pagar em até 15 dias após o encerramento de cada mês. O prazo foi estendido para 30 dias.

Distribuidoras que ainda não aderiram ao programa avaliam que é um prazo muito longo, diante dos impactos no fluxo de caixa com o dispêndio de elevado volume de recursos para receber o ressarcimento semanas após a venda do produto.

Ela têm dúvida também sobre as obrigações para repasse de preços ao consumidor final. Neste caso, alegam que não têm controle sobre as margens dos postos. E que a Petrobras não deu desconto de preços, apenas evitou aumentos maiores.

A estatal foi a primeira a aderir ao programa, seguida pela segunda maior produtora de combustíveis do país, a Refinaria de Mataripe. Das três maiores distribuidoras de combustíveis do país, apenas a Vibra decidiu aderir. Ipiranga e Raízen seguem de fora.

O preço do diesel disparou nos postos brasileiros após o início da guerra, mas recua há três semanas. Após atingir um pico de R$ 7,580 por litro no fim de março, o preço médio do diesel S-10 chegou a R$ 7,28 na semana passada.

Ainda é, porém, bem superior aos R$ 6,10 por litro vigentes antes dos primeiros ataques de Estados Unidos e Israel ao Irã.

Folhapress

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Geral

STF sinaliza que só aceitará delação de Vorcaro com a devolução do dinheiro desviado

Imagem: reprodução/Jornal Nacional/Rede Globo

Diante da apresentação da proposta de delação premiada do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, o Supremo Tribunal Federal (STF) sinalizou que a devolução integral do dinheiro desviado por meio de corrupção será condição fundamental para que o acordo de colaboração seja homologado. A informação é do jornalista Gerson Camarotti, da GloboNews.

A análise dos anexos da proposta de delação será feita pela Procuradoria Geral da República (PGR) e pela Polícia Federal (PF). Caso haja avaliação de que Vorcaro avançou de fato nas investigações, a homologação será analisada pelo relator do caso no STF, ministro André Mendonça.

A partir de agora, haverá uma negociação da defesa de Vorcaro com a PGR e a PF. Mas, tudo estará condicionado ao ressarcimento de valores.

A avaliação no Supremo é que devolução terá que ser feita de imediato. Ainda que parte dos recursos já tenha sido gasta pelo banqueiro, a cobrança acontecerá para o ressarcimento monetário do que estiver em poder de Vorcaro. Mesmo valores que estejam no exterior, terão de ser devolvidos.

Também não será aceito o modelo feito na Operação Lava Jato, em que empresas fizeram acordo de devolução de recursos de forma parcelada em vários anos. A percepção no Supremo é que isso não deu certo.

A defesa de Vorcaro vai ter que apontar onde estão os recursos do ex-banqueiro frutos de crime aqui no Brasil e no exterior, inclusive imóveis.

Blog de Gerson Camarotti – g1

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Geral

PESQUISA MEIO/IDEIA: 52% dos brasileiros afirmam que Lula não merece ser reeleito

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

Levantamento feito pelo Instituto Meio/Ideia, divulgado nesta quarta-feira (6), mostra que 52% dos eleitores brasileiros acham que o presidente Lula (PT) não merece ser reeleito. Por outro lado, 44% dos eleitores defendem a permanência do petista no cargo de chefe do Executivo.

Os dados mostram um aumento em relação à rejeição pelo nome de Lula referente ao mês passado, quando 51,5% dos leitores afirmavam que não renovariam o mandato do candidato do governo.

Lula merece continuar após 2026?

  • Não: 52%
  • Sim: 44%.
  • Não sabem: 4%

Foram ouvidas 1.500 pessoas em todo o país entre os dias 1 e 5 de maio. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada com recursos próprios do instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-05356/2026.

Diário do Poder

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Geral

Nervos À Solta: o novo projeto do médico Ricardo Negreiros e do jornalista Gustavo Negreiros

Saúde é o assunto mais importante da vida de qualquer pessoa. E também é um dos temas mais mal explicados, mal comunicados e cheios de ruído por aí. É para mudar isso que nasce o Nervos À Solta.

O projeto reúne um médico e um jornalista numa conversa semanal direta, sem juridiquês médico, sem complicação desnecessária e sem aquela linguagem de consultório que ninguém entende em casa. Ricardo Negreiros traz o conhecimento clínico. Gustavo Negreiros traz as perguntas que o público quer fazer mas não sabe como. O resultado é um debate de saúde feito para quem precisa entender, não para quem já estudou medicina.

Doenças crônicas, autocuidado, transtornos mentais, medicina preventiva e muito mais. Temas do dia a dia de milhões de brasileiros tratados de forma acessível, humana e com informação de qualidade.

O programa vai ao ar semanalmente no YouTube, com cortes no Instagram e TikTok para quem prefere consumir o conteúdo em doses menores.

Se inscreva agora nos canais e acompanhe:

YouTube: youtube.com/@nervosasolta

Instagram: @nervos_a_solta

TikTok: @nervos.solta

O Blog apoia e recomenda. Saúde bem explicada é saúde bem cuidada.

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Informe Publicitário

Jaecoo 7 Elite chega em Natal como o suv híbrido plug-in mais acessível, a partir de R$ 179.990

O mercado potiguar recebe um novo destaque entre os SUVs híbridos com a chegada do Jaecoo 7 Elite, que estreia em Natal com proposta inovadora, alta tecnologia e o melhor custo-benefício da categoria. Com preço a partir de R$ 179.990.

O Jaecoo 7 Elite combina motor a combustão com propulsão elétrica, permitindo rodar no modo 100% elétrico em trajetos urbanos e alcançar mais de 1.200 km de autonomia combinada. Na prática, isso se traduz em um SUV versátil, econômico e preparado tanto para o dia a dia quanto para viagens mais longas, entregando eficiência sem abrir mão da performance.

Por dentro, o modelo impressiona pelo pacote tecnológico completo, com painel digital, central multimídia moderna, assistentes de condução (ADAS) e acabamento com padrão premium. No exterior, o design robusto, com linhas marcantes e iluminação em LED, reforça a presença do veículo e seu posicionamento sofisticado dentro da categoria.

Como parte da estratégia de lançamento, o Jaecoo 7 Elite conta com condições exclusivas válidas somente até este sábado (09.05), marcando um momento especial para quem deseja ingressar no universo dos veículos híbridos com condições diferenciadas. A chegada do modelo será celebrada com um super lançamento na concessionária Redenção Omoda | Jaecoo, localizada na BR-101, ao lado da Redenção Seminovos.

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Geral

Morre Ted Turner, fundador da CNN, aos 87 anos

Foto: Reprodução: CNN

O empresário norte-americano Ted Turner, fundador da rede de TV CNN e um dos nomes mais poderosos da mídia nos Estados Unidos, morreu nesta quarta-feira (6) aos 87 anos, segundo informou a emissora.

Turner revolucionou o jornalismo nos Estados Unidos ao fundar, em 1980, a CNN, a primeira rede do mundo dedicada à cobertura de notícias durante 24 horas por dia. O empresário também teve um conglomerado de mídias e foi ainda um dos principais ativistas ambientais nos EUA.

A causa da morte não foi divulgada. Em setembro de 2018, o empresário revelou que sofria de demência com corpos de Lewy, uma doença neurodegenerativa.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, um crítico constante da CNN, lamentou a morte.

Com personalidade irreverente e ousada, Turner se tornou bilionário ao assumir os negócios de outdoors de seu pai. Em 1970, com parte do dinheiro, comprou uma emissora de televisão que transformou mais tarde em um vasto grupo televisivo.

Além da CNN, fundada em 1980, ele também abriu redes de TV especializadas em esportes e filmes antigos. Comprou os estúdios MGM e fez a fusão da Turner Broadcasting System com a Time Warner, em 1996.

Mas Turner enfrentou dificuldades para se adaptar ao sistema corporativo após décadas de autonomia e acabou perdendo o controle de suas redes.

Em paralelo, o empresário também se tornou um dos principais ambientalistas do mundo, além de um dos maiores proprietários de terras nos Estados Unidos e um grande filantropo — ele chegou a doar US$ 1 bilhão para a Organização das Nações Unidas (ONU).

Ele foi casado com a atriz vencedora do Oscar Jane Fonda. E ainda se destacou no mundo dos esportes:

Na década de 1970, também foi dono do time de beisebol Atlanta Braves e do Atlanta Hawks, da liga de basquete dos EUA, a NBA, além de ter vencido a America’s Cup, a regata de vela mais famosa do mundo.

Em 1986, ele criou os Jogos da Boa Vontade, uma competição semelhante às Olimpíadas, e, dois anos depois, comprou uma organização de luta livre que fornecia mais conteúdo para a TV. Suas preocupações com a guerra nuclear o levaram a cofundar a Iniciativa de Ameaça Nuclear em 2001.

A Forbes estimou a fortuna atual de Turner em US$ 2,8 bilhões (cerca de R$ 13,8 bilhões).

“Se eu tivesse um pouco de humildade, seria perfeito”, disse o empresário em uma entrevista.

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Geral

Não é um título construído por discurso. Com trabalho efetivo Carla Dickson, se consolidou como a deputada do autismo no RN

Ao longo de apenas 1 ano e 5 meses de mandato, a deputada federal Carla Dickson (PL-RN) se consolidou definitivamente como a principal referência na defesa das famílias atípicas do Rio Grande do Norte. É resultado de presença, escuta e o principal, ações. É um reconhecimento que nasce da soma entre atuação legislativa forte e ações concretas no Estado.

Um dos grandes marcos dessa atuação é o projeto Cuidar RN – Acolhendo com Amor, lançado oficialmente em setembro de 2025, em Natal. A iniciativa estruturou, sob um mesmo eixo, duas frentes complementares: a produção de leis em Brasília e a execução de políticas e ações permanentes no estado, formando uma rede de cuidado voltada a pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e suas famílias.

“A atividade política só faz sentido quando toca a vida real das pessoas. O Cuidar RN nasceu das histórias que ouvi, dos pedidos de socorro e da necessidade de transformar dor em política pública”, afirma a deputada.

*Produção legislativa: um pacote completo para famílias atípicas*

Dentro do escopo do Cuidar RN, Carla Dickson já apresentou no Congresso Nacional um conjunto amplo e estruturante de 11 projetos de lei voltados à causa do autismo e da deficiência. As matérias atacam diferentes dimensões do problema, como renda, educação, trabalho, saúde e proteção familiar.

Entre os principais destaques podemos citar:

– Auxílio Mãe Atípica (PL 1520/2025): criação de apoio financeiro e psicossocial para mães que dedicam suas vidas ao cuidado dos filhos;
– Programa Incluir (PL 1652/2025): fortalecimento da inclusão escolar e ampliação do suporte a estudantes com TEA;
– Política de Inserção no Mercado de Trabalho (PL 1701/2025): foco na empregabilidade de jovens e adultos atípicos;
– Incentivos fiscais (PLs 1939/2025 e 2164/2025): estímulo à contratação de aprendizes atípicos e ao acesso a tecnologias assistivas;
– Formação de professores (PL 2163/2025): qualificação contínua da rede pública para atender alunos com TEA;
– Responsabilização por abandono (PL 2313/2025): proteção legal para famílias após diagnóstico de deficiência;
– Celeridade no tratamento de saúde (PL 3517/2021): menos burocracia para autorizações de planos de saúde;
– Cadastro Nacional específico (PL 4949/2025): organização de dados e políticas públicas para pessoas com deficiência;

O conjunto dessas propostas escancara um mandato com visão sistêmica, que não trata o autismo de forma isolada, mas como uma pauta transversal que exige políticas públicas integradas.

*Do papel à prática: ações que chegam às famílias*

Mas o diferencial do mandato está em tirar as propostas do papel e literalmente, agir. No Rio Grande do Norte, os resultados já são concretos:

8 salas multissensoriais implantadas, cerca de 80 kits entregues para instituições,
mais de 100 laudos viabilizados gratuitamente, mais de 100 atendimentos em rastreamento precoce do autismo, e ainda a disponibilização de uma van multissensorial que percorre o Estado dando suporte em eventos e instituições. Além disso ainda podemos citar ações voltadas ao acolhimento emocional das famílias como Café com TEA, Dia de Princesa, e o Mães que Ajudam.

Todas essas iniciativas alcançam tanto a capital quanto o interior, fortalecendo uma rede de apoio onde muitas vezes o Estado não chega. “Cada criança atípica é um mundo inteiro. E o nosso compromisso é garantir que nenhuma família e nenhuma mãe se sinta sozinha ou invisível”, destaca.

*Um mandato que virou referência*

Os fatos, os dados, as ações, os números, os sorrisos, os abraços e as lágrimas Em apenas 17 meses de atuação, Carla Dickson construiu um mandato presente e produtivo. Mais do que números, o que se consolida é uma identidade clara: um mandato que escuta, acolhe e entrega. Mais do que fatos e dados, os resultados estão em cada abraço, cada sorriso e nas lágrimas de emoção de cada mãe.

Por isso, no Rio Grande do Norte, o reconhecimento não vem de autoproclamação, vem das famílias, das instituições e do trabalho. Carla Dickson se tornou, na prática, a deputada do autismo.

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Geral

Defesa de Vorcaro finaliza delação premiada do caso Master e entrega proposta à PF e à PGR

Foto: reprodução/Master

A defesa do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master, finalizou a proposta de delação premiada e pedirá uma reunião com a PF (Polícia Federal) e com a PGR (Procuradoria-Geral da República). Os advogados dele esperam que o encontro ocorra ainda esta semana.

Em março, Vorcaro iniciou as negociações para fechar o acordo de colaboração. O primeiro passo envolveu a assinatura de um termo de confidencialidade com a PGR, para eventual delação sobre as operações investigadas do Banco Master.

Relator do processo no STF (Supremo Tribunal Federal), o ministro André Mendonça não deve garantir a homologação automática de um possível acordo.

Caso o banqueiro decida por esse caminho, contudo, ele terá de oferecer informações verdadeiras e verificáveis, capazes de contribuir concretamente para o avanço das investigações — não bastará, por exemplo, fornecer apenas relatos genéricos.

A lei sobre esse instrumento prevê uma série de possíveis recompensas jurídicas, que variam conforme o grau de utilidade da colaboração. Entre elas há possibilidade de redução de pena, de substituição dela por medidas restritivas de direitos ou, em casos mais extremos, até o perdão judicial.

O Banco Master, controlado por Vorcaro, entrou na mira das autoridades após apresentar crescimento acelerado no mercado financeiro. A instituição oferecia investimentos em CDBs (Certificado de Depósito Bancário) com rentabilidade acima da média, em uma estratégia associada a maior exposição a riscos.

R7

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