O ministro da Aviação Civil, Moreira Franco, saiu preocupado da visita que fez ontem às obras do Aeroporto de São Gonçalo Amarante. Mas não foi com a construção em si do terminal, mas sim com os acessos a ele, que ainda não tiveram suas obras iniciadas. Tudo por conta de um impasse entre a construtora Queiroz Galvão, vencedora da licitação para fazer a obra, e o governo do estado.
A construtora quer um reajuste no valor acordado na licitação realizada em 2010, que foi R$ 72,1 milhões. E o governo não aceita os termos que a Queiroz Galvão propõe.
O problema é que, pelos prognósticos do ministro Moreira Franco, se a obra não for iniciada agora em julho, não haverá tempo suficiente para que ela fique pronta em abril do ano que vem, quando está prevista a entrega do aeroporto.
Com o impasse, o governo estuda uma alternativa: contratar com urgência a segunda colocada da licitação, a EIT, caso o contrato com a Queiroz Galvão seja rompido.
Nesta terça-feira, o governo do estado e a Queiroz Galvão vão ter uma reunião para tentar resolver o imbróglio.
Consórcio também está preocupado
O consórcio Inframérica, responsável pela construção do aeroporto e futuramente por sua administração, também está preocupado com a situação. José Antunes Sobrinho, presidente do Conselho de Administração do Consórcio Inframérica, foi enfático ao dizer que não há condições do aeroporto ser operado sem os acessos e classificou a questão como “crítica”.
Com informações da Tribuna do Norte

mas que povinho mais preconceituoso com as coisas de Mossoro
Não sei qual o motivo de espanto. O Governo ainda não entregou o prologamento da Prudente até Emaús, uma obra de três Quilômetros, imagine se vai entregar esses acessos.
Já deu para notar que administrar uma cidade de interior é diferente de um Estado?