Finanças

Open banking: Começa o compartilhamento de dados entre bancos que pode facilitar crédito; entenda

Banco Central, em Brasília: Open banking: Começa hoje compartilhamento de dados entre bancos que pode facilitar crédito Foto: Jorge William / Agência O Globo

Os clientes de grandes bancos e fintechs começarão a perceber em seu dia a dia os efeitos do chamado Open Banking.

A partir de hoje, as pessoas poderão escolher se e com que instituição financeira vão compartilhar seus dados cadastrais, além de informações sobre transações em sua conta e histórico de crédito.

A ideia é que, com essas informações em mãos, as instituições financeiras possam oferecer produtos personalizados e mais baratos.

Outra mudança poderá ser sentida no momento de abrir conta em um banco ou fintech. Com o compartilhamento de dados cadastrais, o processo deve ficar mais simples e rápido.

A promessa é que esse compartilhamento de dados estimule a competição, o que deve levar à redução das taxas cobradas pelos bancos, inclusive de juros.

Por exemplo, se uma fintech obtiver acesso a um histórico de crédito de 15 anos de um cliente de um grande banco, ela poderá oferecer produtos mais baratos e personalizados para essa pessoa.

Além disso, futuramente, uma empresa pode lançar um agregador de ofertas de crédito e, usando o histórico de crédito de um cliente, apresentar aquelas mais baratas e com melhores condições.

— O Open Banking acirra a competitividade, você consegue colocar instituições entrantes que trazem nos processos custos menos onerosos que instituições mais tradicionais. Quem ganha com isso, no fim, é o consumidor — afirma Luciana Simões Rebello Horta, advogada do escritório Baptista Luz Advogados.

A primeira fase deveria ter começado em 15 de julho, mas foi adiada pelo Banco Central (BC) a pedido das instituições financeiras, que queriam mais tempo para preparar seus sistemas. Na primeira fase, as instituições abriram informações básicas, como canais de atendimento e serviços oferecidos.

O BC ressalta que nenhum compartilhamento de dados será feito sem autorização prévia. O prazo de compartilhamento tem limite de 12 meses e pode ser revogado a qualquer momento pelo cliente. Ao fazer a operação, bancos e fintechs deverão descrever todas as informações a serem compartilhadas.

O advogado Guilherme Guimarães, sócio fundador do Guilherme Guimarães Advogados, lembra que o cliente deve avaliar se as instituições financeiras estão prestando informações claras sobre o uso dos dados:

— O cliente deve ficar atento sobre quais as medidas de segurança serão utilizadas pelas instituições financeiras na proteção dos seus dados, especialmente no caso de as operações ocorrerem com parceiros e correspondentes.

A segunda fase será implementada em quatro etapas, que se estenderão até 24 de outubro. Mas a terceira fase do Open Banking está marcada para começar em 30 de agosto.

Nela, será possível fazer um pagamento usando o saldo da conta de uma instituição a partir do aplicativo de outra.

A segunda fase será implementada de forma escalonada em quatro ciclos. No primeiro, que vai desta sexta-feira até 12 de setembro, 0,1% da base dos clientes das instituições terão acesso às APIs (sigla em inglês para Interface de Programação de Aplicações) que permitirão a criação, consulta e revogação de consentimento de compartilhamento de informações.

Durante esse tempo, o Open Banking vai funcionar das 8h às 18h nos dias úteis.

No segundo ciclo, de 13 a 26 de setembro, o compartilhamento será de informações relacionadas às contas de depósitos à vista, poupança e contas pré-pagas. Essa fase terá um limite de 0,5% da base de clientes e funcionará também das 8h às 18h, em dias úteis.

Do dia 27 de setembro até 10 de outubro, os clientes poderão compartilhar informações de seus cartões e operações de crédito. O limite será de 1% da base, e o horário de funcionamento será das 8h às 18h de segunda a quarta-feira, e 24 horas por dia às quintas e sextas-feiras.

No quarto e último ciclo, que vai de 11 a 24 de outubro, todas as informações dos ciclos anteriores poderão ser compartilhadas 24 horas por dia, sete dias por semana. O limite será de 10% da base de clientes.

O início da fase 3 está marcado para 30 de agosto. Uma das novidades será a possibilidade de iniciar um pagamento usando o saldo da conta de uma instituição a partir do aplicativo de outra.

Por exemplo, se o cliente só tiver saldo em uma conta de um banco tradicional e quiser utilizar o aplicativo de uma fintech para fazer o pagamento de um boleto com esse saldo, isso será possível.

Na fase 4, o Open Banking se expande para além dos bancos, e dados de operação de câmbio, investimentos, seguro, previdência complementar aberta e contas-salário poderão também ser compartilhados com várias instituições. O início está marcado para 15 de dezembro.

O Globo

 

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Ex-secretário pegou dinheiro vivo 26 vezes na prefeitura em esquema que cita ex-nora de Lula, diz PF

Foto: reprodução/Facebook

A Polícia Federal aponta que o ex-secretário de Educação de Sumaré (SP), José Aparecido Ribeiro Marin, recebeu dinheiro em espécie proveniente de licitações supostamente fraudadas em pelo menos 26 ocasiões, dentro da própria prefeitura.

A operação também apura a atuação da ex-nora do presidente Lula, Carla Ariane Trindade, por suposta ligação com o empresário investigado. Sua defesa nega irregularidades.

Marin foi alvo de busca e apreensão na quinta-feira (15), na terceira fase da Operação Coffee Break, que investiga desvios milionários na compra de materiais didáticos. Segundo a PF, ele autorizava contratações antes mesmo da publicação oficial dos editais, a pedido do empresário André Mariano, dono da Life Educação.

Mensagens de WhatsApp indicam que Mariano repassava informações antecipadas sobre recursos federais e marcava encontros usando o termo “café” como referência à propina. Em alguns casos, ele buscava dinheiro com doleiros antes das entregas na prefeitura.

A PF também afirma que Mariano pagou cerca de R$ 549 mil de uma parcela de um apartamento de Marin, avaliado em R$ 2,86 milhões, em troca de contratos superfaturados.

Durante a operação, agentes apreenderam 11 armas e cerca de 400 munições em uma chácara ligada ao ex-secretário. A defesa informou que o armamento é regular e que Marin é registrado como CAC.

A investigação aponta que o esquema atua desde 2021, envolvendo agentes públicos, empresários e intermediários. A empresa Life recebeu cerca de R$ 70 milhões em contratos com prefeituras paulistas, que teriam sido direcionados e superfaturados.

Com informações do Blog do Fausto Macedo, Estadão

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MDB do RN confirma a apoio a Lula para presidente e coligação com a Federação União Progressista (União Brasil e PP) e PSD para o Governo

Imagem: reprodução

O partido MDB-RN confirmou que apoiará a candidatura de Lula à reeleição para presidente nas eleições de 2026, em nota divulgada no início da tarde desta segunda-feira (19), pelo presidente da legenda no Estado, Walter Alves.

Além disso, o partido afirmou que caminhará com a Federação União Progressista (União Brasil e PP) e PSD na sucessão para o Governo do RN.

Nota à imprensa

Estive reunido com a governadora Fátima Bezerra (PT) na manhã desta segunda-feira, dia 19 de janeiro.

Comuniquei que não assumirei o cargo de governador, com a possível renúncia dela. Também adiantei que sou pré-candidato a deputado estadual.

Ainda sobre as Eleições 2026, ratifiquei o posicionamento já alinhado com o presidente nacional do MDB, deputado federal Baleia Rossi, e com o presidente nacional do PT, Edinho Silva, de apoiar a reeleição do presidente Lula (PT).

Sobre a sucessão estadual, cientifiquei a governadora que a posição do MDB-RN é de caminhar com os partidos Federação União Progressista (União Brasil e PP) e PSD. Decisão tomada após consulta aos correligionários.

Walter Alves
Presidente do MDB-RN

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Walter Alves informa a Fátima que não vai assumir o Governo e será candidato a deputado estadual

Foto: JOÃO GILBERTO

O vice-governador Walter Alves informou nesta segunda-feira (19) à governadora Fátima Bezerra que não vai assumir o Governo do Rio Grande do Norte, em caso de renúncia dela, e que será candidato a deputado estadual nas eleições de 2026.

Após a reunião que teve com a governadora, Walter Alves, que também é presidente do MDB-RN, divulgou uma nota à imprensa.

Leia a íntegra da nota abaixo.

Nota à imprensa

Estive reunido com a governadora Fátima Bezerra (PT) na manhã desta segunda-feira, dia 19 de janeiro.

Comuniquei que não assumirei o cargo de governador, com a possível renúncia dela. Também adiantei que sou pré-candidato a deputado estadual.

Ainda sobre as Eleições 2026, ratifiquei o posicionamento já alinhado com o presidente nacional do MDB, deputado federal Baleia Rossi, e com o presidente nacional do PT, Edinho Silva, de apoiar a reeleição do presidente Lula (PT).

Sobre a sucessão estadual, cientifiquei a governadora que a posição do MDB-RN é de caminhar com os partidos Federação União Progressista (União Brasil e PP) e PSD. Decisão tomada após consulta aos correligionários.

Walter Alves
Presidente do MDB-RN

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Veto de Lula à dosimetria pode cair com placar maior que o da aprovação do projeto

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A oposição ao governo Lula (PT) aposta na derrubada do veto ao projeto que reduzia as penas dos condenados pelos atos de 8 de Janeiro, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Parlamentares afirmam que a votação deve ocorrer logo após o retorno do Congresso, no início de fevereiro, e projetam um placar mais favorável do que o registrado na aprovação da proposta.

A mobilização ganhou força após a transferência de Bolsonaro para a Papudinha. O líder da oposição, senador Izalci Lucas (PL-DF), pediu prioridade na análise do veto.

Aliados estimam que mais de 50 senadores apoiem a derrubada — acima dos 48 votos obtidos na votação original. Para reverter o veto, são necessários 257 votos na Câmara e 41 no Senado.

Se aprovado, o projeto será promulgado pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).

Em paralelo, parlamentares retomaram a defesa da anistia. O relator da proposta no Senado, Esperidião Amin (PP-SC), apresentou um projeto de perdão total aos condenados.

O texto vetado por Lula poderia reduzir a pena de Bolsonaro de 27 anos para pouco mais de dois anos, segundo o relator na Câmara, Paulinho da Força (Solidariedade-SP).

Enquanto aliados do ex-presidente defendem a mudança, a base governista tenta manter o veto. O líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP), afirma que derrubá-lo seria ignorar os crimes cometidos no 8 de Janeiro.

Uma decisão que beneficie o ex-presidente tem sido defendida por aliados dele, como o líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN). O parlamentar criticou o veto de Lula e classificou a medida como “hipocrisia”.

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Ala do STF vê ida de Bolsonaro à Papudinha como primeiro passo para possível prisão domiciliar

Foto: Cristiano Mariz/Agência O Globo

Ministros do STF e aliados de Jair Bolsonaro (PL) avaliam que a decisão de Alexandre de Moraes de transferir o ex-presidente para a “Papudinha”, no Complexo da Papuda, pode abrir caminho para uma futura prisão domiciliar.

Embora não haja indicação formal de que o benefício será concedido, integrantes da Corte veem a mudança como um gesto que reduz a pressão em torno das condições de custódia, em meio a pedidos da defesa e preocupações com a saúde de Bolsonaro.

O novo espaço oferece melhores condições, com quarto, banheiro, cozinha, área externa, banho de sol ampliado e equipamentos para fisioterapia.

Nos bastidores, a avaliação é de que a transferência ajuda a esfriar o debate público, enquanto aliados defendem que a domiciliar poderia ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026, para evitar responsabilização por possíveis agravamentos no estado de saúde do ex-presidente.

Michelle Bolsonaro e o governador Tarcísio de Freitas chegaram a conversar com ministros do STF sobre o tema antes da decisão.

Apesar disso, magistrados próximos a Moraes afirmam que os critérios legais para prisão domiciliar permanecem os mesmos e que qualquer pedido será analisado com base na lei, não em pressões políticas.

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Geral

Polícia apura denúncia de importunação sexual no BBB 26 após desistência de Pedro

Imagem: reprodução/TV Globo

A Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de Jacarepaguá investiga uma denúncia de importunação sexual envolvendo o ex-participante do BBB 26, Pedro Henrique Espindola.

Segundo a polícia, o caso chegou ao conhecimento da corporação após a exibição das imagens no programa. O material será analisado, o ex-brother será ouvido e diligências estão em andamento para esclarecer os fatos.

Pedro deixou o reality no domingo (18), após acionar o botão de desistência, pouco depois de a participante Jordana relatar um episódio ocorrido na despensa da casa.

De acordo com ela, Pedro entrou no local, colocou a mão em seu pescoço e tentou beijá-la sem consentimento. Ao ser questionado, ele teria dito que agiu por vontade própria.

Minutos após o relato, o ex-participante confirmou a saída do programa e se dirigiu ao confessionário, sem se despedir dos demais.

A produção do BBB ainda não se manifestou sobre o caso. A investigação segue em andamento.

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Polícia

Mulher assassinada pelo marido é velada na manhã desta segunda-feira em Mãe Luiza

Foto: Lucas Costa

É velada na manhã desta segunda-feira (19), no campo de futebol do bairro Mãe Luiza, na Zona Leste de Natal, a mulher de 43 anos assassinada pelo próprio marido no último fim de semana. O crime, classificado como feminicídio, ocorreu na madrugada do domingo (18), em uma residência localizada na Rua da Guia.

De acordo com o registro da Polícia Militar, a ocorrência foi atendida por volta das 2h25. A vítima foi atacada dentro de casa e chegou a ser socorrida pelo irmão, que a levou até o posto de saúde do bairro, mas ela já deu entrada na unidade sem vida.

Após o crime, o familiar procurou a delegacia para registrar a ocorrência e acionou a Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que deu início às investigações. A Polícia Científica também foi chamada, mas informou que o local havia sido alterado em razão do socorro prestado à vítima.

O corpo foi encaminhado ao Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep) para os procedimentos legais. O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

Portal da Tropical

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Polícia

Médico que matou colegas já foi citado em investigação de propina da PF

Foto: Reprodução

A PCESP (Polícia Civil do Estado de São Paulo) investiga se o assassinato de dois médicos em Alphaville, na Grande São Paulo, está ligado a disputas comerciais e a contratos na área da saúde pública envolvendo o autor dos disparos, o médico Carlos Alberto Azevedo Filho. Ele foi preso em flagrante, na noite de sexta-feira (16), após matar a tiros Luís Roberto Pellegrini Gomes, de 43 anos, e Vinicius dos Santos Oliveira, de 35 anos, em frente a um restaurante em Barueri.

O caso ganhou novos contornos após a confirmação de que a empresa do atirador mantém contratos com uma organização social investigada por suspeita de esquema de propina.

Segundo os contratos aos quais a CNN Brasil teve acesso, Carlos Alberto e Luís Roberto eram proprietários de empresas que atuam na gestão e intermediação de serviços médicos. Ambos tinham atuação em contratos firmados com organizações sociais e secretarias de saúde.

As investigações indicam que as desavenças entre eles vinham se acumulando havia meses, motivadas por concorrência direta e disputas por contratos na área hospitalar. Vinicius, a segunda vítima, trabalhava como médico vinculado a organizações sociais que mantinham relação profissional com a empresa de Luís Roberto.

A empresa de Carlos Alberto, a Cirmed Serviços Médicos, possui contratos milionários firmados com a Fundação ABC, entidade responsável pela administração de hospitais e unidades de saúde em municípios da Grande São Paulo.

A Fundação ABC foi alvo da Operação Estafeta, realizada pela PF (Polícia Federal) em julho de 2025, que investiga um suposto esquema de pagamento de propina a partir de contratos de gestão financiados com recursos públicos. Embora a empresa do atirador não tenha sido formalmente citada na operação, os contratos assinados previam repasses de milhões de reais por ano para a prestação de serviços médicos.

CNN

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Meio Ambiente

Bombeiros capturam jiboia de cerca de 3 metros em granja de São Gonçalo do Amarante

Foto: Divulgação

*Bombeiros do RN realizam captura de jiboia em São Gonçalo do Amarante e reforça orientações à população*

Na manhã deste domingo (18), o Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Norte (CBMRN), por meio de uma guarnição do Auto Bomba Salvamento (ABS), realizou a captura de uma jiboia com aproximadamente 3 metros de comprimento.

A ocorrência foi registrada em uma granja localizada no bairro Guajiru, no município de São Gonçalo do Amarante, após moradores acionarem a corporação ao identificarem a presença do animal no local. Durante a ocorrência, os bombeiros seguiram protocolos específicos para a captura de animais silvestres, utilizando técnicas e equipamentos adequados que garantem a segurança da população e a integridade do animal. Após a contenção, a jiboia foi retirada da área habitada e destinada a local apropriado, conforme as normas ambientais.

O CBMRN destaca que, neste período de altas temperaturas e aumento dos incêndios em vegetação, é comum que animais silvestres, como serpentes, deixem seus habitats naturais em busca de abrigo, água e alimento, o que pode resultar em aparições em áreas urbanas.

Diante dessas situações, o Corpo de Bombeiros reforça a importância de acionar a corporação. Tentativas de captura por pessoas não treinadas podem resultar em acidentes graves, além de colocar o animal em risco. A orientação à população é manter distância, evitar qualquer tipo de contato e ligar imediatamente para o número 193 ao se deparar com animais silvestres em áreas urbanas ou residenciais.

 

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Cidades

Vigilantes protestam por atraso salarial de terceirizados da saúde em Natal

Foto: Ananda Miranda

O Sindicato dos Vigilantes do Rio Grande do Norte (SINDSEGUR) realizou, nesta segunda-feira (19), um protesto em frente ao Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel para reivindicar o pagamento dos salários dos trabalhadores da empresa Interfort.

A manifestação aconteceu em resposta ao atraso no pagamento dos salários referentes ao mês de dezembro de 2025, afetando cerca de 500 vigilantes que prestam serviços à Secretaria de Estado da Saúde Pública (SESAP).

De acordo com o SINDSEGUR, o protesto foi convocado após o descumprimento de um acordo prévio feito entre o sindicato e a SESAP, que estabelecia um cronograma de repasses financeiros para garantir o pagamento em dia dos vigilantes.

“Vamos fechar a Salgado Filho a cada 15 minutos. Já recebemos relatos de vigilantes, com luzes sendo cortadas, é uma situação humilhante”, disse Marcio Lucena, presidente do sindicato.

Tribuna do Norte 

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