Policiais do Batalhão de Policia de Choque (BPChoque) prenderam na noite desta sexta-feira (5) três homens suspeitos de roubos na zona Sul de Natal. Durante patrulhamento nas proximidades da Ponte Newton Navarro, a PM abordou um Táxi com placas de Extremoz e durante a ação encontrou uma revólver calibre 38 municiado, capacetes, pertences de diversas vítimas, e vários documentos de terceiros.
Geovani Nogueira Dias de Souza, Lucas Domingos de Oliveira Filho e Paulo Victor Oliveira do Nascimento, confessaram que tinham roubado todo material e que estavam fugindo após praticar o crime, e abandonar a motocicleta utilizada no roubo. Com auxilio do 5º Batalhão de Polícia Militar (5º BPM), a motocicleta também foi localizada. Os três homens foram conduzidos à Polícia Civil e ficaram à disposição da Justiça.
Uma tragédia deixou três mulheres mortas e duas crianças feridas na manhã desta sexta-feira (18), no bairro Paraíso, em Santa Cruz, no interior do Rio Grande do Norte.
Segundo a Polícia Militar, um homem matou a tiros a companheira, a enteada, de 18 anos, e a cunhada dentro de uma residência. As três morreram no local. Duas crianças também foram vítimas: uma foi baleada no rosto e a outra sofreu agressões físicas.
Após o crime, o homem fugiu e entrou em confronto com policiais militares. Durante a troca de tiros, um PM foi atingido no antebraço. O policial foi socorrido e passa bem.
Durante o confronto, o homem atirou contra a própria cabeça e morreu no local. As identidades dos envolvidos ainda não foram oficialmente divulgadas.
As circunstâncias e a motivação dos crimes serão investigadas pela Polícia Civil.
O jornalista e apresentador Boris Casoy criticou o presidente Lula (PT) pelo reajuste de 15% do Bolsa Família e classificou a decisão como “medida eleitoreira”. O comentarista afirmou que não há dinheiro previsto no orçamento para o aumento e disse que a dívida provocada pela decisão ficará para o próximo presidente.
“Quer saber o que é isso? Isso é uma vergonha! É uma medida eleitoreira, uma medida tomada, obviamente, de improviso”, criticou.
Lajes viveu, na quinta-feira (17), uma noite de forte mobilização política. O deputado federal Benes Leocádio levou uma multidão às ruas da cidade em um grande arrastão que reuniu moradores de Lajes, lideranças políticas e apoiadores de diversos municípios da Região Central.
A mobilização reforçou a presença de Benes em uma região onde o deputado mantém uma trajetória política construída ao lado dos municípios. Dos oito prefeitos da Região Central, sete integram a base de apoio ao parlamentar, fortalecendo sua articulação política e sua presença no território.
A atuação de Benes na região também é marcada pela destinação de recursos. São mais de R$ 100 milhões em emendas destinadas aos municípios da Região Central, contemplando áreas como saúde, infraestrutura, educação, agricultura e desenvolvimento local.
A mobilização evidenciou a dimensão da articulação construída por Benes na Região Central. Ex-prefeito de Lajes e com trajetória diretamente ligada ao Cabugi, o deputado mantém uma atuação marcada pela defesa dos municípios e pela destinação de recursos para atender demandas concretas da população.
Flávio Bolsonaro (PL) recebe 45,51% dos votos dos eleitores que escolhem Álvaro Dias (PL) para o Governo do RN, segundo o cruzamento da pesquisa BG/Perfil. Lula (PT), porém, fica com uma fatia importante dessa base: 26,47%.
Augusto Cury (Avante) aparece com 4,99%, enquanto os demais candidatos somam 3,98%. O grupo também tem o maior percentual de indecisos entre as três principais bases da disputa estadual, com 14,66%. Outros 4,39% pretendem votar em branco ou nulo.
Apesar de Álvaro e Flávio serem do mesmo partido, menos da metade dos eleitores do candidato ao Governo do RN declara voto no presidenciável do PL. Mais de um em cada quatro afirma votar em Lula.
A pesquisa ouviu 1.600 eleitores em todas as regiões do RN entre os dias 12 e 15 de setembro. A margem de erro geral é de 2,45 pontos percentuais, com 95% de confiança. O levantamento está registrado no TSE sob os números BR-02304/2026 e RN-08335/2026.
O eleitorado de Cadu de Lula (PT) está praticamente todo fechado com o presidente Lula (PT). Segundo o cruzamento da pesquisa BG/Perfil, 95,45% dos entrevistados que escolhem Cadu para o Governo do RN também votam no petista para presidente.
Flávio Bolsonaro (PL) recebe apenas 1,63% dos votos desse grupo, enquanto Augusto Cury (Avante) aparece com 1,32%. Outros 1,07% estão indecisos e 0,55% pretendem votar em branco ou nulo.
O resultado mostra uma forte ligação entre as duas candidaturas petistas. De cada 100 eleitores de Cadu, aproximadamente 95 também escolhem Lula na disputa presidencial.
A pesquisa ouviu 1.600 eleitores em todas as regiões do RN entre os dias 12 e 15 de setembro. A margem de erro geral é de 2,45 pontos percentuais, com 95% de confiança. O levantamento está registrado no TSE sob os números BR-02304/2026 e RN-08335/2026.
A maioria dos eleitores que escolhem Allyson Bezerra (União Brasil) para o Governo do RN vota em Lula (PT) para presidente. Segundo o cruzamento da pesquisa BG/Perfil, o petista recebe 58,60% dos votos desse grupo.
Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 21,49% entre os eleitores de Allyson. Augusto Cury (Avante) recebe 2,38%, enquanto os demais candidatos somam 6,60%. Outros 3,83% estão indecisos e 7,10% pretendem votar em branco ou nulo.
Os números mostram que, apesar de Allyson não ser candidato do PT, seu eleitorado no Rio Grande do Norte está majoritariamente alinhado a Lula na disputa pelo Palácio do Planalto.
A pesquisa ouviu 1.600 eleitores em todas as regiões do RN entre os dias 12 e 15 de setembro. A margem de erro geral é de 2,45 pontos percentuais, com 95% de confiança. O levantamento está registrado no TSE sob os números BR-02304/2026 e RN-08335/2026.
O presidente Lula reclamou a aliados da atuação do ministro Flávio Dino durante a tumultuada sessão do STF que discutiu a abertura de investigação contra Alexandre de Moraes no caso Master. Segundo a Folha de S.Paulo, Lula criticou tanto o pedido de vista apresentado por Dino quanto o tom adotado pelo ministro durante o julgamento.
A sessão de terça-feira (15), classificada pelo próprio Lula como um “show de horrores”, terminou sem decisão sobre a investigação de Moraes. O julgamento foi suspenso após uma série de confrontos entre ministros e o pedido de vista de Dino.
De acordo com relatos feitos à Folha, Lula considerou inadequado o tom zombeteiro usado por Dino em alguns momentos da sessão. O ministro, que foi titular da Justiça no atual governo, também protagonizou embates com o presidente do STF, Edson Fachin.
Lula esperava que o Supremo avançasse na definição sobre a abertura da investigação contra Moraes e demonstrou preocupação com o prolongamento da crise interna na Corte em plena reta final da campanha eleitoral.
O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, anunciou que vai criar um site para recrutar voluntários para atuar como fiscais nas eleições deste ano. A proposta foi apresentada durante uma live nesta quinta-feira (17).
“A gente vai começar a fazer um trabalho de arregimentação de pessoas para nos ajudar na fiscalização no dia da eleição”, afirmou. Segundo Flávio, os interessados poderão se inscrever, serão credenciados e receberão orientações sobre como acompanhar a votação, especialmente no fechamento das urnas.
O candidato disse que pretende ter fiscais em todo o país para evitar que “pessoas mal-intencionadas votem no lugar de outras”. Ele não apresentou exemplos de ocorrências desse tipo.
A legislação eleitoral permite que partidos, federações e coligações fiscalizem todas as fases da votação e da apuração. Nas seções eleitorais, cada legenda, federação ou coligação pode nomear até dois fiscais, com apenas um atuando por vez.
De acordo com o TSE, desde a implantação da urna eletrônica, em 1996, não houve fraude comprovada capaz de alterar o resultado de uma eleição ou quebrar o sigilo do voto. O sistema passa por mecanismos de fiscalização e auditoria antes, durante e depois das eleições.
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que Alexandre de Moraes e Flávio Dino “não têm condições” de continuar no Supremo Tribunal Federal (STF) e disse que poderá indicar até seis ministros para a Corte caso seja eleito. A declaração foi feita nesta quinta-feira (17), durante ato de campanha em Vitória da Conquista, na Bahia.
Quatro ministros do STF deverão atingir a aposentadoria compulsória durante o próximo mandato presidencial, o que abriria quatro vagas para indicação do próximo presidente. Para chegar às seis citadas por Flávio, Moraes e Dino também teriam de deixar o tribunal. A saída de um ministro antes da aposentadoria pode ocorrer, entre outras hipóteses, por renúncia ou impeachment.
“Não vão ser quatro, vão ser cinco, porque Alexandre de Moraes não tem mais condições de continuar sendo ministro do STF. Mas já estou pensando que podem ser seis vagas, porque o Flávio Dino também não tem condição de ficar lá”, declarou.
Flávio disse ainda que pretende indicar “homens e mulheres” que sejam contra as drogas e o aborto, respeitem a Constituição e, segundo ele, não utilizem o cargo para perseguir adversários políticos.
No mesmo discurso, o candidato voltou a criticar Moraes ao comentar o julgamento no STF relacionado a um relatório da Polícia Federal envolvendo o ministro e o caso Master. O mérito sobre a abertura ou não de investigação contra Moraes ainda não foi analisado pelo plenário.
Flávio também prometeu, caso eleito, classificar facções criminosas e milícias como organizações terroristas e declarou que pretende intensificar o combate ao que chamou de “narcoterrorismo”.
Circula nas redes sociais um vídeo que mostra a distribuição de materiais de higiene íntima voltados ao público LGBT+ pelo governo Lula, por meio do SUS.
No vídeo, uma mulher afirma que o uso é “autoexplicativo” e demonstra como utilizar o kit. Nas imagens, são apresentados itens entregues em um ambulatório especializado, entre eles um higienizador íntimo indicado para a realização da chamada “chuca”.
O material também inclui preservativos e outros itens de prevenção e saúde sexual.
A distribuição do material pelo SUS tem gerado críticas de internautas nas redes sociais, que argumentam que a iniciativa ocorre enquanto a saúde pública enfrenta filas, falta de medicamentos e demora para consultas e exames em várias partes do país.
A famosa audiência de custódia vai colocar todos na rua .Aguardem