O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), através das Promotorias de Justiça de Defesa do Patrimônio Público da Comarca de Parnamirim, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), do Centro de Apoio Operacional às Promotorias do Patrimônio Público (CAOP-PP), com o apoio do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e da Polícia Militar, deflagrou, na manhã desta sexta-feira (15), a Operação Implosão, destinada a desarticular ações criminosas praticadas por investigados que se associaram, através de grupos de empresas, para fraudar processos de licitações e desviar recursos públicos no município de Parnamirim.
No curso das investigações, foram evidenciados fortes indícios de existência de um “esquema” de desvio de dinheiro público através de fraudes em licitações, por grupos de empresas que atuam no ramo da construção civil para a prestação de serviços de pavimentação e manutenção de ruas e obras públicas em geral.
Participam da operação 26 Promotores de Justiça e, aproximadamente, 100 policiais Militares, além de 03 inspetores do Tribunal de Contas do Estado (TCE), para cumprimento de 22 mandados de busca e apreensão e 21 de mandados de condução coercitiva expedidos pelo Juízo da 2ª Vara Criminal da Comarca de Parnamirim.
As investigações identificaram, ainda, indícios de fraudes em diversos procedimentos licitatórios, do período de 2009 a 2015, consubstanciados em fracionamento indevido de licitação; ausência de processos de pagamentos; rodízios entre as empresas participantes para a prestação de serviços de pavimentação de ruas e construção de obras públicas; existência de vínculos entre os sócios das empresas investigadas; existência de empresas “fantasmas” vencedoras de licitações; existência de empresas cujo quadro societário é formado por beneficiários de bolsa família ou por “laranjas”; dentre outras irregularidades.
Em razão dos elementos colhidos durante a investigação, ficou demonstrado a materialidade e fortes indícios de autoria dos crimes de peculato (art. 312, do Código Penal), fraude à licitação (art. 90 da Lei 8.666/93) e formação de quadrilha (art. 288, do Código Penal).

Tem mais é que prender quem comete crimes !
E a quantidade de cargos comissionados que existem , é um absurdo !
EITA… ESTÁ CHEGANDO PERTO!!!
QUERO VER QUANDO CHEGARÁ EM MACAÍBA… CIDADE SEM LEI?
SERÁ QUE TUDO É INVESTIGADO EM IELMO MARINHO, NATAL, PARNAMIRIM… E EM MACAÍBA?
E esse Carlos Augusto doido pra entrar para pegar a boquinha…mas vai da errado o MP e os orgãos de controle estão em cima. Parabens….vamos botar a baixo esses azilados.
Novo verbo criado pelos prefeitos: CRISE.
Acredite quem quiser!!!
Mas dia 2 de outubro está chegando, as urnas agradecerão pelo VOTO CONSCIENTE, e a CIDADANIA também.
Dá ordem quem pode e cumpre quem tem juízo.
Tudo isto é por falta de respeito as Leis do nosso País. Quem anda em obediência não sofre sanções. A Lei Moral é para ser obedicida. e a Lei Serimonial é quem está imperando dando lugar aos deleites do infrator e mudando a visão dos planos reais da natureza como um todo.
Att Maestro Bezerra F. S.
Por que essas operações não chegam a Natal? A capital do Estado vive sem dinheiro pra o principal, mas pra maquiagem, farras de carnaval e junina, asfaltamento sem necessidade e outras perfumarias tem. E pra propaganda enganosa também tem! Detalhe que os músicos do período momesco até um dia desses não haviam recebido o cachê. Mas o viaduto do Baldo ficou 3,6 anos parado. As casas de Mãe Luiza não foram refeitas após dois anos do deslizamento. Cadê o MP? O TCE? A PF?
Devia ter investigação em todos os municípios, principalmente em Natal, a cidade da maquiagem.
Por isso que as prefeituras só vivem em crise !!! A fila de candidatos a prefeito não para de crescer.