Como saída para a crise que a Venezuela enfrenta, a coalizão opositora Mesa de Unidade Democrática (MUD) concordou unanimemente em ativar, simultaneamente, uma alteração da Constituição, o referendo revogatório, e o pedido de renúncia, para apressar o fim do mandato do Maduro. Após uma longa reunião, segundo o deputado Américo De Grazia, dirigente do partido Causa R, o grupo decidiu levar adiante os processos paralelos.
A decisão de de promover simultaneamente as três opções foi ratificada nesta quinta-feira pelo secretário-executivo da MUD, Jesús Torrealba, que disse a uma rádio local que irá promover imediatamente uma “campanha nacional exigindo a renúncia” de Maduro, a opção do referendo revogatório e da emenda constitucional.
— Não podemos nos suicidar tendo apenas uma carta na manga. Precisamos de várias estratégias e de um sentido político comum — afirmou. — Todos concordam em levar adiante todos os mecanismos ao nosso dispor para produzir uma mudança política urgente.
Certamente, mas não quer dizer que vão querer ver o pais se acabar pra defender esse Nicolau Podre!
De qualquer maneira, seja qual pais for, tirar essa esquerda incompetente e destrutiva do poder não é tarefa fácil. Tem que ter coragem e enfrentar.
Flávio Bolsonaro (PL) recebe 45,51% dos votos dos eleitores que escolhem Álvaro Dias (PL) para o Governo do RN, segundo o cruzamento da pesquisa BG/Perfil. Lula (PT), porém, fica com uma fatia importante dessa base: 26,47%.
Augusto Cury (Avante) aparece com 4,99%, enquanto os demais candidatos somam 3,98%. O grupo também tem o maior percentual de indecisos entre as três principais bases da disputa estadual, com 14,66%. Outros 4,39% pretendem votar em branco ou nulo.
Apesar de Álvaro e Flávio serem do mesmo partido, menos da metade dos eleitores do candidato ao Governo do RN declara voto no presidenciável do PL. Mais de um em cada quatro afirma votar em Lula.
A pesquisa ouviu 1.600 eleitores em todas as regiões do RN entre os dias 12 e 15 de setembro. A margem de erro geral é de 2,45 pontos percentuais, com 95% de confiança. O levantamento está registrado no TSE sob os números BR-02304/2026 e RN-08335/2026.
O eleitorado de Cadu de Lula (PT) está praticamente todo fechado com o presidente Lula (PT). Segundo o cruzamento da pesquisa BG/Perfil, 95,45% dos entrevistados que escolhem Cadu para o Governo do RN também votam no petista para presidente.
Flávio Bolsonaro (PL) recebe apenas 1,63% dos votos desse grupo, enquanto Augusto Cury (Avante) aparece com 1,32%. Outros 1,07% estão indecisos e 0,55% pretendem votar em branco ou nulo.
O resultado mostra uma forte ligação entre as duas candidaturas petistas. De cada 100 eleitores de Cadu, aproximadamente 95 também escolhem Lula na disputa presidencial.
A pesquisa ouviu 1.600 eleitores em todas as regiões do RN entre os dias 12 e 15 de setembro. A margem de erro geral é de 2,45 pontos percentuais, com 95% de confiança. O levantamento está registrado no TSE sob os números BR-02304/2026 e RN-08335/2026.
A maioria dos eleitores que escolhem Allyson Bezerra (União Brasil) para o Governo do RN vota em Lula (PT) para presidente. Segundo o cruzamento da pesquisa BG/Perfil, o petista recebe 58,60% dos votos desse grupo.
Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 21,49% entre os eleitores de Allyson. Augusto Cury (Avante) recebe 2,38%, enquanto os demais candidatos somam 6,60%. Outros 3,83% estão indecisos e 7,10% pretendem votar em branco ou nulo.
Os números mostram que, apesar de Allyson não ser candidato do PT, seu eleitorado no Rio Grande do Norte está majoritariamente alinhado a Lula na disputa pelo Palácio do Planalto.
A pesquisa ouviu 1.600 eleitores em todas as regiões do RN entre os dias 12 e 15 de setembro. A margem de erro geral é de 2,45 pontos percentuais, com 95% de confiança. O levantamento está registrado no TSE sob os números BR-02304/2026 e RN-08335/2026.
O presidente Lula reclamou a aliados da atuação do ministro Flávio Dino durante a tumultuada sessão do STF que discutiu a abertura de investigação contra Alexandre de Moraes no caso Master. Segundo a Folha de S.Paulo, Lula criticou tanto o pedido de vista apresentado por Dino quanto o tom adotado pelo ministro durante o julgamento.
A sessão de terça-feira (15), classificada pelo próprio Lula como um “show de horrores”, terminou sem decisão sobre a investigação de Moraes. O julgamento foi suspenso após uma série de confrontos entre ministros e o pedido de vista de Dino.
De acordo com relatos feitos à Folha, Lula considerou inadequado o tom zombeteiro usado por Dino em alguns momentos da sessão. O ministro, que foi titular da Justiça no atual governo, também protagonizou embates com o presidente do STF, Edson Fachin.
Lula esperava que o Supremo avançasse na definição sobre a abertura da investigação contra Moraes e demonstrou preocupação com o prolongamento da crise interna na Corte em plena reta final da campanha eleitoral.
O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, anunciou que vai criar um site para recrutar voluntários para atuar como fiscais nas eleições deste ano. A proposta foi apresentada durante uma live nesta quinta-feira (17).
“A gente vai começar a fazer um trabalho de arregimentação de pessoas para nos ajudar na fiscalização no dia da eleição”, afirmou. Segundo Flávio, os interessados poderão se inscrever, serão credenciados e receberão orientações sobre como acompanhar a votação, especialmente no fechamento das urnas.
O candidato disse que pretende ter fiscais em todo o país para evitar que “pessoas mal-intencionadas votem no lugar de outras”. Ele não apresentou exemplos de ocorrências desse tipo.
A legislação eleitoral permite que partidos, federações e coligações fiscalizem todas as fases da votação e da apuração. Nas seções eleitorais, cada legenda, federação ou coligação pode nomear até dois fiscais, com apenas um atuando por vez.
De acordo com o TSE, desde a implantação da urna eletrônica, em 1996, não houve fraude comprovada capaz de alterar o resultado de uma eleição ou quebrar o sigilo do voto. O sistema passa por mecanismos de fiscalização e auditoria antes, durante e depois das eleições.
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que Alexandre de Moraes e Flávio Dino “não têm condições” de continuar no Supremo Tribunal Federal (STF) e disse que poderá indicar até seis ministros para a Corte caso seja eleito. A declaração foi feita nesta quinta-feira (17), durante ato de campanha em Vitória da Conquista, na Bahia.
Quatro ministros do STF deverão atingir a aposentadoria compulsória durante o próximo mandato presidencial, o que abriria quatro vagas para indicação do próximo presidente. Para chegar às seis citadas por Flávio, Moraes e Dino também teriam de deixar o tribunal. A saída de um ministro antes da aposentadoria pode ocorrer, entre outras hipóteses, por renúncia ou impeachment.
“Não vão ser quatro, vão ser cinco, porque Alexandre de Moraes não tem mais condições de continuar sendo ministro do STF. Mas já estou pensando que podem ser seis vagas, porque o Flávio Dino também não tem condição de ficar lá”, declarou.
Flávio disse ainda que pretende indicar “homens e mulheres” que sejam contra as drogas e o aborto, respeitem a Constituição e, segundo ele, não utilizem o cargo para perseguir adversários políticos.
No mesmo discurso, o candidato voltou a criticar Moraes ao comentar o julgamento no STF relacionado a um relatório da Polícia Federal envolvendo o ministro e o caso Master. O mérito sobre a abertura ou não de investigação contra Moraes ainda não foi analisado pelo plenário.
Flávio também prometeu, caso eleito, classificar facções criminosas e milícias como organizações terroristas e declarou que pretende intensificar o combate ao que chamou de “narcoterrorismo”.
Circula nas redes sociais um vídeo que mostra a distribuição de materiais de higiene íntima voltados ao público LGBT+ pelo governo Lula, por meio do SUS.
No vídeo, uma mulher afirma que o uso é “autoexplicativo” e demonstra como utilizar o kit. Nas imagens, são apresentados itens entregues em um ambulatório especializado, entre eles um higienizador íntimo indicado para a realização da chamada “chuca”.
O material também inclui preservativos e outros itens de prevenção e saúde sexual.
A distribuição do material pelo SUS tem gerado críticas de internautas nas redes sociais, que argumentam que a iniciativa ocorre enquanto a saúde pública enfrenta filas, falta de medicamentos e demora para consultas e exames em várias partes do país.
O erro mais comum não é falta de criatividade nem de orçamento: é a falta de consistência. Marcas que mudam de discurso a cada campanha, que tentam agradar todo mundo ao mesmo tempo, ou que copiam o tom do concorrente da vez, perdem a única coisa que realmente constrói valor no longo prazo: a identidade reconhecível.
Esse enfraquecimento é silencioso. Não aparece em uma queda brusca de vendas, mas em sinais menores: campanhas que não geram engajamento proporcional ao investimento, clientes que preferem decidir por preço porque não enxergam diferença entre você e o concorrente, equipe interna que tem dificuldade de explicar o que a marca defende. Quando esses sinais se acumulam, corrigir fica mais caro do que teria sido prevenir.
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O candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, cumpre agenda de campanha no Rio Grande do Norte nesta segunda-feira (21), com compromissos em Parnamirim e Natal. A programação inclui dois comícios e uma motocarreata pela capital.
Flávio desembarca às 11h22 no Aeroporto Internacional Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante, onde será recebido por lideranças políticas e apoiadores.
Às 15h22, o candidato participa de um comício relâmpao no Centro de Parnamirim. No mesmo horário, começa em Natal a concentração da “Motocarreata Onda 22”, no Centro de Convenções.
A motocarreata sai às 16h22 e termina na Praça Cívica, em Petrópolis. No local, Flávio participa de um comício marcado para as 19h22.
A agenda deverá contar ainda com Álvaro Dias, candidato do PL ao Governo do RN; Coronel Hélio, candidato ao Senado; e o senador Rogério Marinho, coordenador nacional da campanha de Flávio Bolsonaro.
Será a primeira visita de Flávio ao Rio Grande do Norte desde o início oficial da campanha presidencial. Ele esteve no Estado em março, ainda durante a pré-campanha.
Kkkkkkkkkk ou troço bom é a política kkkkk é muita coincidência desses horários da agenda do meu presidente Flávio Bolsonaro kkkkk 11:22, 15:22, 16:22, 19:22 kkkkk é tome 22
A senadora Zenaide Maia (PSD), candidata à reeleição ao Senado pelo Rio Grande do Norte, participou na manhã desta sexta-feira (18) do Bom Dia RN, da Inter TV, na série de entrevistas com os candidatos ao Senado pelo Estado. Conduzida pelos jornalistas Hugo Andrade e Larisse Neves, a entrevista durou 30 minutos, nos quais a candidata apresentou suas propostas e respondeu, com seriedade, educação e domínio dos temas, a todas as perguntas, das mais polêmicas às mais específicas sobre o trabalho legislativo.
Logo na primeira pergunta, Zenaide foi questionada sobre a polêmica do possível rompimento com Fátima Bezerra, quando cogitou ser candidata ao Senado . A senadora respondeu que, em 2022, Fátima deixou claro seu projeto político de concorrer ao Senado, e que ela seguiu seu caminho: “Continuei o meu trabalho, e essa era a minha função. Foi esse trabalho que me fez chegar aos 167 municípios, com emendas e com projetos diretos em Brasília que protegem os municípios. Eu sei que as emendas são importantes, mas é pouco diante do que a gente tem que defender o município de verdade. Ela era candidata, juntamente com um grupo. Eu segui em frente.”
Sobre os rumos da campanha, Hugo Andrade perguntou se Zenaide tem candidato a presidente. A senadora explicou que o partido a deixa livre para a escolha e que votará em Lula. O jornalista então questionou: “A senhora não acha que, para os eleitores, pode parecer um certo oportunismo político?” “Na hora em que o PSD tinha candidato, avisei ao presidente que meu candidato era o presidente Lula. O meu partido é consciente; sou vice-líder do governo e voto em Lula. Não se trata de oportunismo”, garantiu. “Fui convidada para ser vice-líder do governo e resolvi ajudar o presidente Lula, na época, que precisava disso. E continuo, isso não vai mudar. Eu jamais deixarei de apoiar um projeto que não seja a favor do povo. Cito projetos que ajudei no atual governo federal, como o Mais Médicos, o piso nacional da enfermagem e o salário igual para homens e mulheres na mesma função. Isso é o meu papel, e eu faço no Senado. Sou da base desde o início.”
Questionada sobre a PEC dos juros altos, de sua autoria, que trata da redução da taxa de juros do cartão de crédito e está desde 2019 aguardando aprovação, Zenaide respondeu: “Apesar de ser fundamental e ainda esperar aprovação, continuará sendo uma das minhas batalhas. O poder do sistema financeiro consegue segurar. Os juros altos prejudicam não só as pessoas, mas também o setor produtivo.”
A senadora disse acreditar nas chances de aprovação da PEC e citou exemplos do endividamento das famílias brasileiras, submetidas à maior taxa de juros do mundo, cobrada no Brasil.
O jornalista Hugo Andrade também perguntou sobre os quatro projetos de autoria da senadora já aprovados no Senado e que dependem agora da Câmara dos Deputados. Um dos exemplos citados é o projeto que reserva 5% das vagas de emprego para mulheres vítimas de violência. A senadora comentou e defendeu os projetos.
Sobre o debate das emendas parlamentares na movimentação política das eleições, a senadora respondeu que a emenda parlamentar é um direito legal de indicação. Zenaide Maia destinou emendas aos 167 municípios do RN, com R$ 500 milhões destinados, e explicou a diferença entre a emenda individual e a emenda parlamentar.
Perguntada sobre as pesquisas que a mostram em segundo lugar, sobre como vê a disputa pela vaga e se se sente ameaçada diante de um possível empate técnico com três candidatos no páreo, Zenaide afirmou: “Política é muito dinâmica. Eu encaro com tranquilidade. Acredito no meu trabalho e acredito nas pesquisas, mas continuo o meu trabalho e venho crescendo e tentando conquistar meus votos, mostrando que fiz um bom trabalho. Defendo Saúde, Educação, sou municipalista e quero continuar ajudando o RN.”
Os jornalistas questionaram: Caso seja reeleita e o presidente Lula não seja, a senadora apoiaria os projetos do novo eleito?. Resposta: “Depende de cada projeto, mas vou defender sempre em defesa da população. Quando Bolsonaro foi presidente, durante a pandemia, mesmo com gente morrendo, não botamos nada que não fosse para ajudar a população.”
Ao encerrar, a candidata agradeceu o espaço da Inter TV e reforçou seu compromisso: “A senadora Zenaide já fez muito pelo Estado, mas pode fazer mais pela saúde, pela educação e pela segurança pública. É por isso que estou aqui, candidata à reeleição ao Senado, querendo trabalhar cada vez mais com o nosso povo, não só tentando aumentar as emendas da saúde e da educação, mas também segurando leis e projetos. Nem sempre o projeto deve ser aprovado: a gente está lá para aprovar leis, além de não aprovar projetos que não devem ser aprovados.”
Ao longo de toda a entrevista, a candidata demonstrou clareza, transparência e educação ao responder a todas as perguntas com seriedade e conhecimento dos temas. Zenaide Maia concorre ao Senado pelo PSD, número 555 na urna.
SEGUNDO MOJICA, O EXERCITO VENEZUELANO É CHAVISTA. ELES AINDA NECESSITAM CONVENCER O EXERCITO
Certamente, mas não quer dizer que vão querer ver o pais se acabar pra defender esse Nicolau Podre!
De qualquer maneira, seja qual pais for, tirar essa esquerda incompetente e destrutiva do poder não é tarefa fácil. Tem que ter coragem e enfrentar.