Diversos

Organizações manifestam indignação com incêndio no Museu Nacional

Foto: Marcelo Sayão/EFE

Organizações, pesquisadores e estudantes ocuparam as redes sociais em defesa de mais recursos e apoio para as ciências, tecnologias, educação, artes e cultura em geral. As palavras mais utilizadas são “tristeza”, “tragédia” e “descaso” para classificar o incêndio, que começou ontem (2) por volta das 19h30 e prosseguiu até a madrugada de hoje. O fogo queimou a maior parte do acervo, incluindo peças raras entre as 20 milhões existentes no local.

A Sociedade Brasileira de Arqueologia (SAB) publicou nota cujo texto abre relatando que “lágrimas correm dos rostos” dos integrantes da entidade enquanto buscam palavras pra expressar “tamanha dor e indignação”. Segundo a entidade, a história do museu se confunde com a própria trajetória do campo da arqueologia no país.

Por fim, a sociedade “manifesta total solidariedade à instituição e a todos os colegas de lá, repudia toda forma de negligência por parte de autoridades governamentais, as quais desde longa data tomaram ciência da necessidade de restauração da instituição e praticamente nada fizeram, e ainda registra a disposição inabalável para somar naquilo de estiver ao seu alcance na luta do Museu Nacional”.

A Associação Brasileira de Antropologia (ABA) também pontuou em nota o prejuízo irrecuperável, colocou-se à disposição para o esforço de recuperação do que resta do patrimônio e também criticou os sucessivos cortes de recursos. “Dos R$ 520.000,00 anuais previstos desde 2014 para a manutenção do Museu, passou-se para os cerca de R$ 340.000,00 em 2017 e R$ 54.000,00 em 2018. Os projetos de reforma e revitalização, requeridos há tanto tempo, não se efetivaram a tempo”, colocou a associação no comunicado.

O Comitê Brasileiro do Conselho Internacional de Monumentos e Sítios Históricos – Icomos/Brasil divulgou nota em que lamenta a “catástrofe” com o museu. A organização chamou o episódio de uma “tragédia anunciada que vinha se desenhando a partir dos últimos anos da política nacional”. A entidade pede a revisão da política de restrição orçamentária que atinge instituições como o museu.

O Conselho Federal de Museologia (Cofem) se manifestou “de luto pelo patrimônio histórico, científico e cultural perdido por descaso das autoridades públicas”. Essas autoridades, acrescenta o texto, “não destinam recursos humanos e financeiros suficientes e ao tempo necessário para se evitar tragédias anunciadas, como a que lamentavelmente constatamos neste início de setembro”.

O Instituto Brasileiro de Museus classificou o episódio como “a maior tragédia museológica do país”. Segundo a instituição, o fato coloca o desafio de “consolidar e implementar uma política pública que garanta, de forma efetiva, a manutenção e conservação de edifícios e acervos do patrimônio cultural brasileiro”.

A Associação Profissional dos Trabalhadores do Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural Nacional (Asphan) afirmou em nota que a tragédia evidencia a necessidade de aportes públicos para equipamentos como este. “A cultura não é um negócio, é direito fundamental de nossa gente e de toda a humanidade. É uma obrigação do Estado brasileiro. A situação de abandono em que vivemos advém desse pensamento errôneo, de se achar que estes equipamentos culturais podem viver sem o devido apoio estatal. Em lugar nenhum do mundo isto ocorre!”, destacou a entidade.

Pesquisadores

A antropóloga e professora titular da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo Lilia Schwarcz foi uma entre docentes e pesquisadores que lamentaram o ocorrido.

“A destruição do Museu Nacional é um desastre sem tamanho e representa um símbolo desse Brasil que vai ardendo em chamas. Os hidrantes estavam sem água, os fios desencapados e os funcionários do museu faziam vaquinha para pagar despesas. Não cuidar de um patrimônio como esse é mostrar como esse país ainda triste e desorientado, sem passado e sem futuro”, publicou em sua conta no Facebook.

O antropólogo professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro e ex-presidente da Fundação Nacional do Índio Mércio Gomes destacou em sua conta no Facebook a perda de 200 anos de história. Ele conclamou profissionais como antropólogos e geólogos a colocar suas coleções e materiais adquiridos em pesquisas à disposição do museu.

“Temos que reconstituir o nosso Museu Nacional, refazer as coleções de ciência natural, as coleções de arte indígena, as coleções de plantas, animais, mapas, tudo que puder ser reconstituído do passado”, defendeu.

A professora de literatura da UFRJ Gumercinda Gonda relatou em sua conta de Facebook que todo o acervo de línguas indígenas foi perdido: “As gravações desde 1958, os cantos em muitas línguas sem falantes vivos, o arquivo Curt Nimuendaju: papéis, fotos, negativos, o mapa étnico-histórico-linguístico original com a localização de todas as etnias do Brasil, único registro que tínhamos datado de 1945”. A docente classificou o episódio como “uma perda irreparável para nossa memória histórica”.

Redes sociais

No Twitter, Facebook e Instagram, muitas pessoas também lamentaram a perda de coleções inteiras e da maior parte do acervo do Museu Nacional do Rio de Janeiro, situado na Quinta da Boa Vista, após o incêndio que atingiu o prédio.

A exemplo do que ocorreu com o Museu de Arte Moderna do Rio, em 1978, em que houve uma ação conjunta para levantá-lo, nos textos publicados nas redes sociais, há sugestões de criação de um grupo de amigos, pesquisadores, artistas e funcionários para reconstrução do prédio destruído.

Os posts fazem referência à “incineração da memória” e do “assassinato da história”. Também destacam a descontinuidade de pesquisas inteiras em diversas áreas. As mensagens reiteram que as queixas vêm há anos e que não foram ouvidas pelas autoridades.

Uma mensagem circulou no Whatsapp com um chamado de estudantes de museologia da Universidade Unirio no qual pedem que pessoas enviem fotos do acervo para um e-mail específico como forma de promover um levantamento dos registros visuais das obras.

Iniciativas diversas de abaixo-assinados virtuais passaram a circular nas redes sociais em defesa do museu e denunciando o descaso de autoridades com a manutenção do local.

Opinião dos leitores

  1. Culpa dos coxinhas, patos com camisa da cbf corrupta que tiraram Dilma ,colocaram Temer que diminuiu a verba para cuidar do museu.

    1. Va estudar um pouco mais. O problema do museu começou ha 15 anos com denuncias que precisava de uma recuperacao. Lula e Dilma nada fizeram.. temer liberou a verba contingenciada com atraso por dilma tarde demais. Mas o maior irresponsavel foi o reitor, que se preocupa apenas com politica e ja foi denunciado por aparelhagem da estrutura da UFRJ. Va ler menos cartilha de partido…. vale a pena. Gastava-se mais com salario do reitor da UFRJ do que com manutencao de algo muito mais importante.

  2. Agora que estão lamentando o ocorrido, como se no Brasil alguém tratasse alguma coisa ou mesmo sua história com seriedade e zelo que merecem. O Brasil literalmente está desgovernado.

  3. É porque não se manifestaram antes do Museu ser queimado, agora é tarde e Inês e morta e queimada.

  4. Cadê os defensores do luladrao??? Foi essa ptzada nojenta que ficou 14 anos poder …

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Economia

Após Bradesco e Itaú, Santander eleva juros do crédito imobiliário para 12,49% e encarece sonho da casa própria

Reprodução

O Santander confirmou nesta quinta-feira (29) que também vai elevar as taxas do crédito imobiliário, seguindo o movimento iniciado pelo Bradesco e seguido pelo Itaú. A partir desta sexta-feira (30), os financiamentos terão taxas a partir de 12,49% ao ano, mais Taxa Referencial (TR).

O reajuste ocorre em meio à alta dos juros futuros após a reeleição do presidente Lula (PT), encarecendo as condições de financiamento para quem pretende comprar um imóvel.

Na prática, o valor final dos imóveis financiados sofre um salto astronômico, encarecendo o valor de cada parcela mensal e exigindo uma renda familiar muito maior para conseguir a aprovação do crédito junto aos bancos.

O encarecimento das linhas habitacionais também trava o setor da construção civil, diminui a oferta de empregos na ponta e desacelera o mercado imobiliário em todo o país.

Com informações do Infomoney

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Economia

Dívida pública atinge R$ 11,1 trilhões no governo Lula e alcança o pior patamar desde 2021

Foto: Calito Canhadas/ Pixabay

A dívida bruta do setor público consolidado do Brasil manteve a tendência de alta e fechou o mês de setembro atingindo o montante de R$ 11,1 trilhões, o equivalente a 82,9% do Produto Interno Bruto, segundo dados do Banco Central. O indicador, que serve como o principal termômetro da capacidade do país de honrar seus compromissos financeiros, atingiu o seu pior patamar desde março de 2021 e acumula uma alta expressiva de 11,2 pontos percentuais desde o início do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, quando o índice marcava 71,7% do PIB ao final da gestão anterior.

O avanço contínuo do endividamento reflete o descompasso das contas públicas, puxado pelo aumento das despesas do governo e pelos déficits acumulados no setor público. Apenas no acumulado do ano, a dívida bruta subiu mais de 6 pontos percentuais em relação ao PIB, enquanto a dívida líquida do setor público saltou para 70% da riqueza produzida no país. O resultado fiscal de setembro reforçou a pressão sobre as finanças do Estado ao registrar um déficit primário de R$ 5,5 bilhões, evidenciando o desafio permanente do país para equilibrar arrecadação e gastos estruturais.

Com informações da Revista Oeste 

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Brasil

CGU aponta superfaturamento de R$ 49 milhões em obras de terminal portuário para a COP30

Reprodução

Um relatório publicado pela Controladoria-Geral da União apontou R$ 49 milhões em sobrepreço e inconsistências orçamentárias nas obras de adequação do Terminal Portuário de Outeiro, em Belém. O projeto foi contratado pela Companhia Docas do Pará por R$ 233,8 milhões, sob modalidade de dispensa de licitação, para adequar o local ao recebimento de navios de cruzeiro durante a conferência COP30. Segundo o órgão de controle, o montante contratado superou em 29% o orçamento inicial previsto no plano de trabalho, que era de R$ 181,3 milhões, sem alteração no escopo dos serviços.

A principal irregularidade apontada foi a cobrança duplicada de serviços de içamento e cravação de estruturas metálicas, no valor de R$ 22,7 milhões. A auditoria também identificou preços acima das referências de mercado, acréscimos indevidos na quantidade de aço e outras despesas questionadas.

A Companhia Docas do Pará reconheceu R$ 10,54 milhões dos valores questionados e contestou os R$ 38,53 milhões restantes. A CGU também apontou falhas na supervisão, já que a mesma empresa participou da elaboração do projeto e do orçamento e depois assumiu a fiscalização da obra.

Com informações do Metrópoles 

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Brasil

Perícia encomendada por Vorcaro aponta arquivos alterados em celular após apreensão da PF e defesa pede anulação de provas

Reprodução

Um laudo pericial encomendado pela defesa de Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, identificou inconsistências nos registros extraídos do celular do empresário. O documento técnico apontou que centenas de arquivos sofreram modificações e criações de dados após a data da prisão de Vorcaro, incluindo quase mil registros alterados posteriormente.

Segundo o laudo, 657 arquivos tiveram registros de modificação em 18 de novembro de 2025, dia da prisão de Vorcaro. Outros 999 arquivos teriam sido alterados em datas posteriores, incluindo 340 registros de maio de 2026.

A perícia também identificou 207 ativações de tela, 33 acionamentos da câmera frontal e três conexões USB após a apreensão. A defesa questiona a preservação da cadeia de custódia e afirma que não recebeu os arquivos brutos necessários para verificar a integridade dos dados.

O questionamento pode afetar o uso de mensagens atribuídas a Vorcaro e ao ministro Alexandre de Moraes, cujo nome aparece no contexto da investigação sobre os contatos com o empresário e os contratos do Banco Master com o escritório de advocacia de sua esposa.

Com informações do UOL e CNN Brasil 

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Brasil

Vorcaro relata repasse de R$ 40 milhões em caixa 2 para Ministro de Minas e Energia de Lula

Fotos: Pedro França/Agência Senado e Ana Paula

Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, afirmou ter repassado R$ 40 milhões em dinheiro vivo ao ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, em operações relacionadas às eleições de 2022 e 2024.

Segundo o relato apresentado em uma tentativa de negociar colaboração premiada, R$ 20 milhões teriam sido entregues nas eleições de 2022, quando Silveira disputou o Senado, e outros R$ 20 milhões em 2024, para campanhas municipais de candidatos apoiados pelo PSD em Minas Gerais.

Vorcaro afirmou que os valores não foram declarados à Justiça Eleitoral e que os repasses ocorreram de forma fracionada, em espécie. Ele também apontou o pastor Fabiano Zettel, seu cunhado, como responsável por disponibilizar o dinheiro.

Com informações da Revista Oeste 

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Mundo

WASHINGTON POST: Jornal americano critica atuação do STF e aponta “perseguição” em fuga de Flávio

Reuters/Eva Marie Uzcategui

O jornal norte-americano The Washington Post publicou um editorial nesta quarta-feira (28) no qual critica a atuação do Judiciário brasileiro no caso de Flávio Bolsonaro (PL). O texto fala em “perseguição” à família Bolsonaro e questiona a concentração de poderes no Supremo Tribunal Federal (STF).

Com o título “Quando juízes se tornam promotores”, o editorial afirma que investigações contra Flávio podem ser legítimas, mas alerta para possíveis excessos na atuação da Corte, especialmente do ministro Alexandre de Moraes.

O jornal também critica a possibilidade de juízes acumularem funções de investigadores, acusadores e julgadores. Ao mesmo tempo, faz ressalvas à postura de Flávio, afirmando que ele deveria se preparar para liderar a oposição, em vez de se instalar no sul da Flórida.

O editorial conclui que uma democracia saudável depende tanto de adversários que aceitem o resultado das urnas quanto de um sistema de Justiça no qual possam confiar.

Com informações do Poder 360

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Geral

Assessor de Trump confirma que articulou jato para fuga de Flávio

Joe Raedle/Getty Images

O assessor de comunicação da Casa Branca, Jason Miller, confirmou ao Metrópoles que atuou diretamente na organização do jato particular que transportou o senador Flávio Bolsonaro e sua família da Argentina para os Estados Unidos.

A operação logística, realizada a bordo de uma aeronave executiva Gulfstream G400, viabilizou o deslocamento do parlamentar após o encerramento do processo eleitoral, em um plano articulado nos bastidores da diplomacia americana.

A entrada do senador em solo norte-americano foi formalizada sob o mecanismo de admissão condicional por razões humanitárias, que concede visto temporário para permanência no país.

Reprodução/Baires Fly

Com informações do Metrópoles 

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Mundo

Governo Lula tenta blindar relações de comércio com os EUA após chegada de Flávio no país

Reprodução

O governo brasileiro está lutando para não prejudicar as negociações comerciais com os Estados Unidos. A ordem no Palácio do Planalto e no Itamaraty é não esticar a corda nem transformar a ida do senador Flávio Bolsonaro para Miami em um incidente diplomático com a gestão de Donald Trump, mantendo as conversas econômicas e os acordos bilaterais em ritmo normal.

A avaliação de diplomatas e técnicos da área econômica é de que o episódio envolvendo o parlamentar é um assunto estritamente judicial e não deve interferir na pauta de exportações e investimentos do país. O próprio ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, cumpre agenda nos Estados Unidos para encontros de trabalho, sinalizando que a prioridade do Brasil é garantir a estabilidade do comércio exterior e o canal aberto com Washington.

Com informações da Folha de Sâo Paulo 

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Mundo

Grupo terrorista Hezbollah parabeniza Lula por reeleição e exalta posturas do petista no Oriente Médio

Reuters

O grupo terrorista libanês Hezbollah, financiado pelo regime do Irã, divulgou nesta quinta-feira (29) um comunicado oficial para parabenizar o presidente Lula pela reeleição no segundo turno das eleições presidenciais. A mensagem de felicitação foi veiculada pelo portal Al-Manar, braço oficial de comunicação e propaganda da organização extremista, enviando saudações ao petista pelo resultado das urnas e por aquilo que classificaram como uma renovação da confiança do eleitorado no governo.

No manifesto publicado no Líbano, o grupo extremista fez questão de rasgar elogios às diretrizes diplomáticas adotadas por Lula em relação ao conflito no Oriente Médio, destacando de forma especial suas declarações em defesa da causa palestina e as pesadas críticas proferidas contra as operações militares de Israel na Faixa de Gaza. A organização terrorista concluiu a nota celebrando a postura de oposição do presidente brasileiro à influência histórica dos Estados Unidos na política e na geopolítica internacional.

Com informações da Revista oeste 

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Brasil

Comissão internacional de Bispos questiona vitória de Lula nas eleições

REUTERS – Brian Snyder

Uma comissão internacional de bispos vinculada ao movimento religioso Apostolic Confluence Movement divulgou uma declaração oficial em que afirma não reconhecer a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno das eleições e levanta suspeitas sobre a legitimidade do pleito brasileiro. O documento, foi assinado na segunda-feira (26) e divulgado nas redes sociais pelo bispo Leo Assis.

Embora o texto intitule a manifestação como uma denúncia sobre possível fraude eleitoral, o grupo não apresentou qualquer dado técnico, auditagem ou prova concreta que sustente as alegações de inconsistência no processo de votação.

Com informações do Poder 360

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