A Justiça e a advocacia potiguar perderam, na manhã deste domingo (1), uma de suas mais ilustres representantes: a ex-juíza e advogada Maria Suzete Monte de Hollanda Diógenes faleceu aos 62 anos, vítima de complicações hematológicas. Ela estava em São Paulo para uma viagem em comemoração aos seus 40 anos de casamento com Gutemberg Rego Diógenes.
Nascida no dia 17 de abril de 1963, Maria Suzete construiu uma trajetória sólida e dedicada no serviço público e na área jurídica. Atuou primeiramente como engenheira civil, ingressando posteriormente na magistratura. Serviu como juíza titular do Trabalho nas comarcas de Assu e Ceará-Mirim, deixando relevante legado decorrente de seus 30 anos frente à Justiça do Trabalho potiguar. Incansável na sua busca pelo conhecimento, formou-se também no curso de Arquitetura e Urbanismo.
Recentemente, havia retornado à advocacia nos quadros da Ordem dos Advogados do Brasil seccional Rio Grande do Norte (OAB/RN), cargo que exerceu com o mesmo comprometimento, ética e respeito que marcaram toda a sua vida profissional.
Maria Suzete Monte de Hollanda Diógenes deixa o esposo, Gutemberg Rego Diógenes, os três filhos João Victor, Dirceu e Marina, além dos netos que tanto estimava: Maria Teresa, Joaquim e Julia a quem deixamos nossos sentimentos.
Informações detalhadas sobre velório e sepultamento aguardam trâmites burocráticos e o traslado do corpo para Natal.
Querido João Victor,
Receba meu mais sincero abraço e meus sentimentos pela perda de sua mãe, Dra. Suzete Monte de Hollanda.
Ela foi uma mulher de sensibilidade e cuidado, que demonstrou, inclusive ao me procurar para suas aulas particulares, o quanto era dedicada ao seu futuro e à sua formação. Sua presença, suas palavras e seu gesto de amor ficarão sempre na memória como exemplo de afeto e responsabilidade materna.
Neste momento de dor e saudade, desejo que você encontre consolo nas lembranças de carinho que viveram juntos e na força que ela certamente cultivou em você.
Com respeito e solidariedade, Arcelino Fernandes!!
FEIJOADA
Ingredientes:
100g de carne de charque cortada
100g de carne de sol em cubos
100g de mocotó
1 linguiça calabresa
50g de bacon em cubos
1 paio
500g de feijão preto
1 cebola roxa picada
4 dentes de alho picado
3 folhas de louro
6 pimentas de cheiro picada
½ pimentão verde picado
Pimenta do reino com cominho a gosto
Sal a gosto.
50ml de óleo
1 ½ de água
3 folhas de louro
Modo de preparo:
Dessalgue as carnes trocando várias vezes a água. Reserve!
Corte a calabresa e o paio em rodelas
Aqueça bem a panela de pressão, coloque o óleo e, em seguida, o bacon. Deixe refogar por 3 minutos.
Acrescente o charque, a costela suína, a carne de sol, a linguiça calabresa e o paio em rodelas. Misture bem!
Acrescente a cebola, as folhas de louro, o alho, a pimenta de cheiro, a pimenta do reino, o pimentão e refogue por 5 minutos.
Coloque o feijão e refogue por mais 5 minutos.
Acrescente a água, feche a panela de pressão e deixe cozinhar por 20 minutos.
Após retirar a pressão, abra a panela e verifique o sal, se necessário coloque sal. Deixe ferver por mais 5 minutos, com a tampa aberta, e sirva em seguida. Acompanha arroz, couve, laranja e farofa.
Tempo de preparo: 3h
Tempo de cozimento: 40 min
DICA RÁPIDA
OSSO DO PATINHO
Ingredientes:
1 osso do patinho inteiro
1 tomate picado
1 cebola picada
½ pimentão verde picado
Sal e pimenta do reino a gosto
Cominho a gosto
2 colheres de sopa de colorau
1L de água
Modo de preparo:
Coloque o osso do patinho na panela de pressão aquecida.
Acrescente a cebola, o pimentão, o tomate, o sal, a pimenta do reino, o cominho e misture bem. Deixe refogar por 2 minutos.
Coloque a água, feche a panela de pressão e deixe cozinhar por 30 a 40 minutos, até que esteja bem macio as cartilagens soltando do osso.
Sirva em seguida.
Se gostar, pode cozinhar o feijão junto com o osso do patinho. Colocar o feijão após 25 min de cozimento.
Sirva em seguida!
Tempo de preparo: 5 min
Tempo de cozimento: 40 min
DICA RÁPIDA
Buchada de galinha
Porção de receita unitária, 3 buchadas.
Proporção para 2 receitas
Ingredientes:
6 peles do pescoço da galinha ou frango
400gr de coração de frango
400 gramas de moela
200 gramas de fígado de frango
1/2 limão Taiti
Sal, Pimenta do reino e Páprica picante a gosto
2 cebolas grandes
3 pimentas de cheiro
1 pimentão
3 tomates
3 dentes grandes de alho
50 ml de azeite ou manteiga da terra
Modo de preparo:
Corte os miúdos do frango picadinhos e tempere com sal, pimenta do reino, páprica picante e meio limão.
Costure com linha média a base mais grossa das peles do pescoço.
coloque o recheio dos miúdos, compactando bem para a pele ficar esticadinha.
Costurar a outra abertura para fechamento completo.
Numa panela refogue a cebola, O alho, o pimentão, a pimenta de cheiro e os tomates com azeite/manteiga da terra, até murcharem, tempere com sal e Pimenta do Reino.
Coloque as buchadinhas sobre essa cama de vegetais refogados e complete com água até a metade das buchadas.
Tampe a panela e cozinhe por 35 minutos, virando as buchadas de 10 em 10 minutos.
Acrescente água se precisar até o final do processo.
Sirva com uma farofa e um limãozinho.
Tempo de preparo: 30 min
Tempo de cozimento: 35 min
A jovem tenista potiguar Victoria Barros, 25ª do mundo do ranking da ITF, estreou com triunfo, neste domingo, em Roland Garros, o Grand Slam do saibro, disputado em Paris, na França.
Barros superou a francesa Eleejah Inisan, 77ª colocada, por 2 sets a 1 com parciais de 6-3, 5-7 e 6-2 após 2h07min de duração na quadra 4 do complexo francês.
Foto: reprodução
Na segunda rodada, a atleta que treina na academia de Patrick Mouratoglou, técnico da Serena Williams por dez anos, enfrenta a tcheca Jana Kovackova, sétima favorita e 12ª do mundo, ou a ucraniana Yelyzaveta Kotliar, 181ª.
O STF (Supremo Tribunal Federal) vai retomar na quarta-feira (4) o julgamento de duas ações que vão definir se plataformas digitais podem ser responsabilizadas por conteúdos que os usuários publicam.
A Corte analisa a constitucionalidade do artigo 19 do Marco Civil da Internet, que diz que as plataformas só são obrigadas a retirar conteúdos considerados ilegais se houver uma ordem da Justiça, com algumas exceções.
Além desse julgamento, os ministros analisam a responsabilidade de provedores de aplicativos ou de ferramentas de internet pelo conteúdo gerado pelos usuários e a possibilidade de remoção de conteúdos que possam ofender direitos de personalidade, incitar o ódio ou difundir notícias fraudulentas a partir de notificação extrajudicial.
O caso será retomado após o ministro André Mendonça devolver as ações para julgamento — no fim de 2024, ele tinha pedido vista (mais tempo para analisar).
Antes disso, três ministros tinham votado. O relator de uma das ações, Luiz Fux, defendeu que as plataformas podem, sim, ser responsabilizadas sem precisar esperar uma decisão judicial, em algumas situações.
Segundo ele, se as plataformas sabem que um conteúdo é criminoso por ser obviamente ilegal, elas têm a obrigação de remover esse conteúdo imediatamente. Se não fizerem, podem ser processadas e pagar indenização. O ministro considerou como conteúdos obviamente ilegais postagens que envolvem:
Discurso de ódio;
Racismo;
Pedofilia;
Incitação à violência;
Defesa de golpe de Estado ou de acabar com a democracia.
Nessas situações, Fux entende que as plataformas têm que ter um monitoramento ativo, ou seja, precisam acompanhar e agir rapidamente para evitar esse tipo de conteúdo.
Segundo o voto do ministro, quando se trata de ofensas contra uma pessoa, como ataques à honra, imagem ou privacidade, a plataforma só é obrigada a agir se for avisada previamente pela vítima.
O marco civil da internet também vai por água abaixo, estou entendendo o que Lule quis dizer que “é tempo de colheita” para aos jegues encantados que fizeram o L.
Os Correios abriram uma licitação para contratar 4 carros de luxo para ficarem à disposição de diretores. O período de vigência do contrato será de 30 dias. Inclui, além dos automóveis, combustível e um motorista.
De acordo com a revista Veja, o valor da contratação está em sigilo. Documento dos Correios mostra, no entanto, as especificações mínimas dos veículos desejados:
preferencialmente pretos;
devem ser novos ou seminovos, com até 3 anos ou 120 mil km;
a combustão ou híbrido;
com, no mínimo, 150 cavalos de potência;
porta-malas com 300 litros de capacidade.
Seria 1 utilitário esportivo grande que ficará à disposição do “executivo I” e 3 sedãs médios para “executivos II”.
Prejuízo bilionário
Os Correios divulgaram em 9 de maio que registraram um prejuízo de R$ 2,6 bilhões em 2024.
Na sexta-feira (30), o Banco Central informou que as estatais federais têm deficit de R$ 2,69 bilhões no 1º quadrimestre de 2025. Já as estaduais tiveram um superavit de R$ 573 milhões de janeiro a abril.
Imoral!
As encomendas estão atrazando por paralisação das transportadoras, eles alegam que não estão recebendo dos correios.
Aí saí uma lorota dessas, é imoral.
Esse desgoverno quer ferrar os brasileiros todos.
Faz o L, cambada de burros, falta de aviso não foi.
A 26ª edição da Marcha para Jesus foi um grande sucesso. Com a realização da Prefeitura de Parnamirim, em parceria com o Grupo Evangélico Atalaia, a noite reuniu o maior público da história do evento.
Esse ano a Marcha contou com shows como os de Alice Maciel, Maria Marçal, Banda Via Sete, Banda Casa do Amor e Banda Igreja Verbo da Vida, entre outras atrações.
“Preparamos uma grande programação e colocamos toda a estrutura da Prefeitura à disposição para realizarmos a maior Marcha para Jesus da história da cidade, garantindo todo conforto, segurança e tranquilidade para os participantes. Foi um lindo momento de louvor e adoração, com a presença numerosa de milhares de famílias parnamirinenses”, comemorou a prefeita Nilda Cruz.
O São João de Natal 2025 começou em grande estilo na noite deste sábado (31), na Zona Norte da capital potiguar. Uma multidão estimada em quase 100 mil pessoas lotou as ruas da Redinha para acompanhar o trio elétrico de Bell Marques, um dos nomes mais aguardados da programação junina. O pico da presença de público ocorreu na metade do show de Bell.
A Avenida da Alegria foi palco de uma verdadeira explosão de cores, ritmos e animação. O vídeo registrado no local impressiona: um mar de gente segue Bell em clima de festa, mostrando a força popular do evento e o envolvimento da população com o ciclo junino.
Com o trio elétrico arrastando milhares, a prefeitura deu o pontapé inicial na programação oficial do São João, que promete movimentar toda a cidade nas próximas semanas.
Além de Bell Marques, a noite contou ainda com apresentações de Capilé e Márcia Fellipe, artistas que aonde passam arrastam multidões.
Comentários elogiando a organização do evento eram gerais. Tudo ocorrido dentro do programado, encerrando por volta da meia-noite.
O evento é parte do esforço da gestão municipal em descentralizar a festa e levar entretenimento de qualidade para todas as regiões da cidade. A largada, pelo visto, foi um sucesso retumbante.
Quanto dinheiro público desperdiçado com cachês milionários. Enquanto isso, a cidade continua esburacada e sofrendo com as chuvas. Novo prefeito, antigas práticas. Lamentável!
E a abertura do São João em Olho D’água dos Borges, com a presença dos petistas, flopou. Aonde o PT chega, a desgraça vem junto. O Olho D’água ficou contaminado. Pobre município.
Em um país que parlamentares ( deputados, senadores e presidentes se alimentam da pobreza e da falta de ensino de qualidade, o que dizer ou pensar de um parlamento medíocre e ganancioso. Lamentável é à parte pobre da história deste país.
Se a investigação cair nas mãos de Flávio Dino, Zanin ou Xandão, o bicho vai pegar. Por isso estavam correndo atrás de implantar uma CPI ou CPMI! Queriam i
nvestigar a própria roubalheira. Kkkkkk
Ha ha ha, e lá vai dar o quê, vai ser igual as outras, vão dizer que os culpados são os aposentados, e mais uma vez, terminará em uma grande pizza
Isso tudo que está acontecendo hoje são profético extrema corrupção nos finais dos tempos políticos que ganham um salário astronômico em um país de maioria pobre roubando aposentados que lutam para sobreviver com salário mínimo
Acho interessante que o rombo do INSS começou na gestão anterior, houve denúncia a respeito, e não foi feito absolutamente nada. Só que a incapacidade de pensamento leva as pessoas ao erro, quando dizem a culpa é apenas de uma designação partidária. Vamos deixar de polarizar as opiniões, e deixar que tudo se resolva, doa a quem doer!
Dar nada não, enquanto o STF for política, nada acontece, pois CPI, e nada e a mesma coisa vira pizza e engavetada se não atrapalha a eleição de 2026. E a conta fica pra os aposentados que irão mendigar esse desgoverno.
Está aí o motivo do silêncio da Câmara dos Deputados e do Senado. Eu estava achando pouco o barulho com relação a esse caso tão sério. Muitos dos governistas e oposicionistas estavam apresentando um comportamento estranho quando o assunto era o escândalo do INSS. Abraão lincoln da direção do REPUBLICANOS de Tarcísio e de Álvaro Dias, por exemplo, tem relação com os parlamentares da esquerda e da direita tanto no RN como em todo o Brasil. A PF vai pegar a turma de Lula, a turma de Bolsonaro e a do centrão.
Agora o STF vai ter que se pronunciar, estranho isso, porque será que nenhum deputado do PT NÃO assinou a criação da CPI.
O povo besta vcs já sabem se for do lado dos petralhas não dá em nada e pronto.
Vc só pode ser um gado mesmo.
Foi o senador Paulo Paim do PT que conduziu a CPI da Previdência 2018 cujo resultado já mostrava má gestão, desvios, roubalheira. O que o Congresso fez com o resultado? Nada. Poderia ter impedido os descontos indevidos. Mas, essa CPI escancarou a vulnerabilidade e dificuldade de fiscalização de fraude do INSS – deve ter parlamentar que se aproveitou disso, pois a fraude começou a escalar em 2019, um ano depois da CPI – não creio que seja só coincidência.
Vou pesquisar todos os nomes de parlamentares que participaram da CPI da Previdência 2018 e aprenderam através dela o quanto é fácil fraudar o INSS e corromper servidor público do INSS – talvez a PF encontre uma conexão entre uma coisa e outra.
A PF é séria já está investigando,cidadão. E CPI termina em pizza.
Pra que CPI se a Polícia Federal está investigando há dois anos a maracutaia do INSS que começou com Temer e Bolsonaro.
Elementar meu caro. Na câmara acaba em pizza! Deixa a polícia enquadrar e o STF julgar os indiciados.
O macete é esse: leva pro STF que não dá em nada para os vagabundos de esquerda.
Engraçado é ver você santificando golpistas, escravistas, milicianos, militares defensores de torturadores, tarado de crianças venezuelanas e ladrona de jóias!!!
Vc acha que só tem nomes de esquerda nesse imbróglio? Para pra pensar.
Quero so ver se não vira pizza…duvido que alguém vá pra cadeia
Desde 2014, o governo federal gastou cerca de R$ 3,5 bilhões em viagens para servidores sob sigilo. Ao todo, uma em cada oito viagens realizadas em pouco mais de dez anos tiveram o nome do profissional público ocultado.
Informações sobre o motivo e destino da viagem, além de cargo e função do servidor, também estão sob sigilo –parte delas há mais de uma década.
A cifra de R$ 3,5 bilhões abrange gastos com passagens e diárias, que incluem hospedagem, alimentação e deslocamento, em valores que são depositados diretamente na conta do profissional. O custo das diárias é determinado por decreto e o servidor não precisa apresentar nota fiscal para comprovar as despesas.
Em pouco mais de dez anos, foram quase R$ 2,8 bilhões gastos em diárias para profissionais não identificados, cifra que representa 20% da despesa do governo com hospedagens nesse período. Os valores foram atualizados pela inflação.
Já os gastos só com passagens com dados sigilosos tiveram um custo de R$ 712 milhões, o equivalente a 10% do total.
Na comparação entre governos, o patamar mais alto de sigilos foi registrado durante a presidência de Jair Bolsonaro (PL), que ocultou 16% dos nomes dos servidores em viagens. A gestão de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem se aproximado dessa cifra –até abril deste ano, os nomes estavam ocultos em 15% das diárias e passagens.
No governo de Dilma Rousseff, 12% das viagens tinham nomes sob sigilo, percentual que teve uma ligeira queda para 11% na presidência de Michel Temer.
A Folha analisou informações de viagens de servidores registradas no Portal da Transparência de 2014 até abril de 2025. Foram consideradas apenas viagens que constavam como realizadas.
Em nota conjunta, a CGU (Controladoria-Geral da União) e o MGI (Ministério da Gestão e Inovação) afirmam que os órgãos que emitem a passagem também classificam a viagem como sigilosa e determinam o período em que a informação será ocultada. O recurso só pode ser utilizado mediante justificativa legal, seguindo as hipóteses previstas na Lei de Acesso à Informação.
Além dos nomes, o sigilo também foi usado para ocultar os cargos dos servidores e os destinos das viagens. Na gestão Lula, 15% desses dados são sigilosos, percentual um pouco abaixo do da gestão de Bolsonaro, de quase 16%.
Em viagens, o sigilo é aplicável para esconder informações que possam comprometer a integridade de operações ou missões de governo. Por isso, há um número amplo de diárias e passagens com dados sigilosos em instituições de segurança e na Presidência da República.
A Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal são os órgãos com mais nomes sob sigilo, com 620 mil e 400 mil, respectivamente. Em terceiro lugar, estão as viagens solicitadas por órgãos cujos nomes não foram divulgados.
No governo Lula, mais de 2.000 viagens sigilosas foram solicitadas pela Presidência da República, o que representa 66% do total ocultado por esse órgão em todas as gestões e mais que a metade em relação a de Bolsonaro. Com esses trajetos da Presidência na gestão Lula, foram gastos R$ 4,8 milhões em passagens e diárias.
Em nota, a Presidência da República afirma que informações que podem comprometer a segurança do presidente são colocadas como reservadas, seguindo grau de sigilo pelo Gabinete de Segurança Institucional. É o caso da comitiva de apoio técnico, cujos dados ficam ocultados.
Os dados só podem ser ocultados por um período limitado, que varia de acordo com o grau de classificação: cinco anos para informações reservadas, dez anos para as secretas e 25 anos para as ultrassecretas. Este último pode ser decretado somente por autoridades de alto escalão, como o presidente da República e o vice, além de ministros de Estado e chefes das Forças Armadas.
Segundo Marina Atoji, diretora de programas na Transparência Brasil, é raro que as informações de diárias e passagens precisem estar sob sigilo por mais de cinco anos. Divulgar os dados depois desse período não deve comprometer nem mesmo investigações que ainda estão em andamento, de acordo com Atoji.
A Folha verificou que há mais de 4.000 viagens das gestões de Dilma e Temer com alguma informação sob sigilo. O quadro sugere que os dados podem estar sendo protegidos por mais tempo que o recomendado e que o prazo máximo para divulgação não está sendo respeitado.
“Ficamos muito tempo sem saber como estão sendo gastos recursos para viagens, sem saber se os deslocamentos revelam algum tipo de relação não republicana entre um agente público e um privado. Há um prejuízo no controle social, que pode evitar ou postergar em muito tempo a descoberta de casos de mau uso desses recursos”, afirma Atoji.
Em nota, a PRF afirma que a natureza policial das atividades desenvolvidas da instituição exige tratamento reservado para informações sensíveis, incluindo deslocamentos dos agentes. A instituição afirma que a publicidade das viagens pode ocorrer antes do previsto em lei, a depender do grau de sigilosidade do caso.
Já a PF diz, em nota, que divulgar dados da mobilização pode comprometer a capacidade operacional e investigativa da instituição, e que não há prazo de sigilo definido nesses casos devido à natureza sensível da informação. Segundo a instituição, a exposição de informação individual aumenta a vulnerabilidade dos policiais.
Valos lá; Dilma foi presidente de 2014 a 2016 e Temer de 2016 a 2018, lembra do impeachment? Ela não teve os 4 anos, O Presidente Bolsonaro governou os 4 anos e o governo de Lula começou em 2023. Confere? Entendeu os índices?
Ironia do destino: o governo do senhor motociata tem a maior percentagem dos gastos: 13.
Será que foi isso mesmo ou isso é matéria pra tentar ofuscar (colocar uma cortina de fumaça) nas investigações e divulgação do roubo realizado contra o velhinhos do INSS? Vamos manter o foco e comprar cadeia para Frei Chico (irmão de Lula) e seus respectivos comparsas.
A Comissão de Comunicação da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que proíbe a criação, o uso e a venda de programas de inteligência artificial (IA) usados para gerar imagens falsas com conteúdo sexual, os chamados “deep nudes”.
Quem criar ou divulgar esse tipo de conteúdo poderá receber multa que vai de 100 a 1.000 salários mínimos. Se o conteúdo for produzido em grande escala, a multa pode ser multiplicada por dez vezes.
As plataformas digitais também terão a obrigação de remover os deep nudes assim que forem notificadas pela vítima ou por um representante legal.
Segundo o projeto, plataformas digitais podem ser responsabilizadas caso não removam o conteúdo após serem avisadas. Além disso, devem:
Ter ferramentas para identificar, bloquear e apagar esse tipo de material dentro de um prazo razoável;
Disponibilizar canais de denúncia para os usuários;
Ajudar as autoridades nas investigações sobre esses crimes.
Uso ilegal da IA
O relator do projeto, deputado Julio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF), reuniu propostas de três projetos de lei (PLs 3902/23, 5641/23 e 5859/23) e incluiu as novas regras no Marco Civil da Internet.
Agora, o projeto ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Depois, precisa passar pelo Senado Federal.
Elon Musk negou neste sábado, 31, ter feito uso frequente de drogas em 2024, como apontou reportagem do New York Times. Segundo o jornal, o bilionário teria consumido cetamina, ecstasy, cogumelos alucinógenos e outras substâncias enquanto atuava na campanha de Donald Trump à Presidência dos Estados Unidos.
A publicação afirma que Musk fez uso tão intenso de cetamina — um anestésico potente — que teria desenvolvido problemas de bexiga. Também teria viajado com uma caixa contendo cerca de 20 pílulas, algumas com marcações do estimulante Adderall. Ainda segundo o Times, não está claro se ele consumia drogas enquanto chefiava o Departamento de Eficiência Governamental (Doge), responsável pelos cortes de gastos do governo Trump.
Em publicação no X, empresário rebateu a reportagem:
“Para ser claro, NÃO estou consumindo drogas! O New York Times estava mentindo descaradamente”, escreveu.
“Experimentei cetamina ‘prescrita’ há alguns anos e falei disso no X, então isso nem sequer é notícia. Ajuda a sair de buracos mentais obscuros, mas não a tomei desde então”, acrescentou.
Salão Oval
Na sexta-feira, 30, Musk apareceu ao lado de Trump no Salão Oval durante sua despedida formal do Doge. Com um hematoma visível no rosto, o bilionário evitou responder perguntas sobre o suposto uso de drogas. A lesão chamou atenção por ter ocorrido no mesmo dia em que a reportagem foi publicada.
Musk alegou que o ferimento ocorreu durante uma brincadeira com o filho de cinco anos, chamado X. Segundo ele, teria pedido ao menino que o acertasse no rosto.
Ainda na sexta, ao ser questionado por um repórter se estava ciente do “consumo regular de drogas” por Musk, Trump respondeu:
“Eu não estava”, e acrescentou: “Acho que Elon é um cara fantástico”.
Reportagem do New York Times
De acordo com o New York Times, o uso de substâncias por Musk teria se intensificado em 2024, enquanto ele organizava comícios para Trump.
Pessoas próximas relataram mudanças no comportamento do empresário, incluindo oscilações de humor, atitudes erráticas, insultos a autoridades e gestos considerados extremistas.
A reportagem também menciona conflitos pessoais e familiares. Musk estaria envolvido em disputas judiciais com ex-parceiras pelo controle de seus filhos. A artista Claire Boucher, conhecida como Grimes, trava uma batalha legal em relação ao filho X, que já acompanhou o pai em reuniões de alto nível na Casa Branca.
A Casa Branca não comentou se Musk foi submetido a testes de drogas durante sua atuação no governo. A SpaceX, empresa de Musk que possui contratos com o governo federal, realiza testes aleatórios com seus funcionários. Fontes ouvidas pelo jornal disseram que o empresário era previamente avisado sobre os testes.
A tensão entre o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e o ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, ganhou novo capítulo nesta sexta-feira, 30, durante uma audiência pública na Câmara Municipal de Votuporanga, interior de São Paulo.
Integrantes do MST e da Comissão Pastoral da Terra (CPT) atacaram Paulo Teixeira com gritos de “ministro promessinha”. Os grupos alegam lentidão e falta de compromisso do governo com a pauta da reforma agrária.
O coro partiu de militantes de acampamentos e assentamentos da região noroeste paulista e chegou a ser acompanhado por um integrante do próprio movimento que compunha a Mesa Diretora da audiência.
Embora o ministro não estivesse presente no evento, o recado político foi claro e direto: a base social que, historicamente, apoia o governo petista, cobra respostas concretas.
Pressão do MST contra Paulo Teixeira
A manifestação em Votuporanga se soma a uma série de pressões que o MST vem exercendo sobre Paulo Teixeira desde o início do ano. Em abril, lideranças do movimento intensificaram os pedidos pela demissão do ministro, alegando que sua gestão não tem avançado nas desapropriações de terras improdutivas nem cumprido promessas relacionadas ao fortalecimento da agricultura familiar.
Apesar do desgaste, Paulo Teixeira tem negado qualquer falha de gestão. Em entrevistas recentes, o ministro afirma que sua pasta está cumprindo todas as metas estabelecidas pelo governo e que não compreende as críticas vindas do MST. Ele também tem contado com o respaldo do presidente Lula, que até o momento resiste a fazer mudanças no comando da pasta.
Nos bastidores, no entanto, o embate com o MST vem gerando desconforto no Palácio do Planalto. O movimento é uma das principais forças da base social do petismo e tem sido um dos mais ativos na cobrança pela reforma agrária.
Enquanto a crise se aprofunda, cresce a pressão para que o governo federal apresente medidas concretas. A insatisfação dos movimentos pode se tornar um fator de instabilidade ainda maior dentro da já complexa aliança que compõe o governo Lula.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), projeta que terá que colocar o pé no freio em 2026 e cortar despesas diante da desaceleração da economia brasileira. O governador tem repetido nos bastidores as críticas que faz em público à gestão econômica de Lula para justificar a previsão de gastar menos em 2026.
Em conversas reservadas, Tarcísio analisa que os juros altos são consequência da gastança da gestão petista e vão desestimular a atividade econômica, freando o crescimento das receitas paulistas.
Procurado, o governo federal não respondeu. A gestão Tarcísio não se manifestou sobre os cortes e a crítica do governador a Lula, limitando-se a responder sobre os benefícios fiscais (leia mais abaixo). A oposição ao governo estadual critica a medida e diz que o objetivo de Tarcísio é colher frutos para as eleições do ano que vem.
Tarcísio propõe corte real, já descontada a inflação, de R$ 1 bilhão (0,3%) nas despesas totais em 2026 na comparação com o que projeta gastar até o final deste ano. A redução reflete a previsão de que as receitas totais vão cair R$ 1,6 bilhão (0,5%).
Já as receitas primárias, subgrupo que é afetado diretamente pela atividade econômica pois engloba a receita com impostos e taxas, devem crescer R$ 2,3 bilhões (0,7%).
Os dados, atualizados a preços constantes e sem contabilizar o Regime Próprio da Previdência Social (RPPS), estão no projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2026 enviado à Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) no início do mês.
As projeções feitas na LDO nem sempre são precisas. Em 2024, por exemplo, o governo de São Paulo arrecadou R$ 7,6 bilhões a mais do que o previsto inicialmente, enquanto a despesa ultrapassou a meta inicial em R$ 217 milhões.
A base do governador na Assembleia Legislativa avalia que o atual cenário exige cautela. O deputado Gilmaci Santos (Republicanos), líder do governo na Casa, afirmou que o País está diante de uma crise econômica agravada pela política fiscal do governo federal.
“A economia do Brasil está desacelerando de uma maneira terrível. Se analisar agora o que o governo federal pretende fazer, vamos ter uma crise sem precedentes a partir do ano que vem”, afirmou.
A oposição, contudo, diz que Tarcísio reajustou a rota para fazer mais investimentos em 2025 e ter resultados no ano eleitoral, enquanto quer dobrar o superávit primário no ano que vem, chegando a quase R$ 11 bilhões, para exibir o desempenho como troféu ao mercado financeiro.
“Essa crítica ao governo federal é não apenas desleal, mas reveladora. Tarcísio tenta transformar o Palácio dos Bandeirantes em trampolim político para 2026, mesmo que isso implique apagar as contribuições do governo Lula para os avanços de São Paulo”, disse o deputado estadual Paulo Fiorilo (PT), mencionando obras lançadas por Tarcísio em parceria com o governo federal e financiamento do BNDES.
Na nota técnica sobre o projeto, o gabinete do petista aponta que o Palácio dos Bandeirantes “reconhece com entusiasmo” os resultados econômicos do governo Lula em 2024, com crescimento do PIB maior do que o esperado e queda da taxa de desocupação. Logo em seguida, porém, o Executivo paulista diz no projeto que a “política expansionista” do governo do PT representa um risco.
Tarcísio é o nome preferido de grandes empresários, investidores e de partidos do Centrão e da direita para disputar o Palácio do Planalto em 2026 na ausência do inelegível Jair Bolsonaro (PL). O governador nega que será candidato a presidente e diz que tentará a reeleição em São Paulo.
O chefe do Executivo paulista tem adotado uma postura de “morde e assopra” em relação ao governo federal. Quando divide o palanque com Lula, aborda iniciativas conjuntas e costuma elogiar e agradecer a gestão petista pela parceria institucional. Ao abordar temas econômicos, principalmente em eventos com empresários, porém, tece críticas à condução do governo.
No início do mês em Nova York, por exemplo, Tarcísio disse que investidores estrangeiros têm interesse em apostar no País, mas estão preocupados “com o rombo da economia” e querem saber “se a gente vai ter condições de fazer reformas imprescindíveis, com a situação fiscal”. Na semana passada, o governador disse, sem citar nomes, que tem “muita gente perdida em Brasília” tomando decisões de forma casuística e irresponsável.
Tarcísio lançou recentemente um programa social que classificou como “mais amplo” do que o Bolsa Família, principal bandeira do PT no enfrentamento à pobreza, e disse que partidos de centro e direita estarão unidos e “sabem o caminho” para chegar à Presidência em 2026. Os dois movimentos foram lidos como indicativos de que ele prepara terreno para disputar o Planalto já no ano que vem.
Vinte anos separam o terceiro mandato de Lula na Presidência da República e o escândalo político conhecido como mensalão, ocorrido no primeiro governo do PT e até hoje usado por adversários para atacar o partido.
Se na ocasião houve alegações de traição interna e pedidos de desculpas à população, o sentimento que impera no partido, atualmente, é o de que a sigla foi injustiçada, apesar de as condenações terem sido definidas com os votos da maioria dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal). O episódio, mesmo passada a sua maioridade, ainda é tratado internamente no PT como tabu.
A acusação surgiu de um deputado associado ao centrão, Roberto Jefferson, do PTB, quando uma denúncia de corrupção nos Correios recaiu sobre seus indicados e passou a implicar a sua participação. Acuado, Jefferson contra-atacou em entrevista à Folha publicada em 6 de junho de 2005, afirmando que o governo Lula pagava mesada a deputados do PL e do PP, então na base do governo, pela sua fidelidade.
Descrito como um esquema de compra de apoio político no Congresso, o mensalão atingiu a nata petista, implodiu a cúpula partidária e obrigou Lula a recalcular a rota para escapar de um processo de impeachment em seu primeiro mandato.
Entre os 40 denunciados, figuravam peças-chave na engrenagem do PT, como o então ministro da Casa Civil, José Dirceu, o presidente do partido, José Genoino, o tesoureiro Delúbio Soares, o secretário-geral, Silvio Pereira, e o ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha. Todos foram afastados, condenados e presos, à exceção de Pereira, que fez um acordo para prestar serviços comunitários em troca da suspensão do processo.
Genoino deixou a presidência do partido em julho daquele ano, após um assessor do então deputado estadual José Guimarães (CE), irmão dele, ser preso em flagrante no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, com dólares na cueca. O episódio foi um dos mais emblemáticos da crise política. Então ministro da Educação, Tarso Genro deixou o comando da pasta para assumir a presidência do PT.
“A minha função era rejuntar os pedaços”, afirmou Tarso à Folha.
Um dos quadros petistas mais críticos sobre o mensalão, ele descartou a necessidade de o PT, enquanto instituição, fazer qualquer autocrítica pelo escândalo. “A mea-culpa já foi feita pela Justiça. As pessoas foram condenadas”, disse.
Para o ex-ministro, “naquela época não havia uma linha de separação clara e determinada entre financiamentos ilegais de campanha e extorsão do Estado para vantagens políticas”.
Delúbio Soares, encarregado de gerenciar os cofres petistas, admitiu publicamente o financiamento de campanhas do partido e de aliados por meio do que chamou de “recursos não contabilizados”.
Pressionado, Lula lamentou o episódio ao fazer um pronunciamento à nação, em 12 de agosto de 2005: “Quero dizer a vocês, com toda a franqueza, que eu me sinto traído. Traído por práticas inaceitáveis das quais nunca tive conhecimento”.
Ele acrescentou: “O PT tem de pedir desculpas. O governo, onde errou, tem de pedir desculpas”.
As declarações ocorreram após o marqueteiro Duda Mendonça, responsável pela campanha de 2002, admitir recebimentos do partido no exterior. As investigações apontaram, mais tarde, que uma das formas de financiamento do esquema era dinheiro desviado do Banco do Brasil. Dezoito deputados chegaram a ter a cassação pedida.
O caso ainda demoraria anos para gerar punições na Justiça.
Em 2012, com o julgamento do escândalo pelo STF e a condenação de 24 pessoas, a percepção interna do PT sobre o mensalão mudou. No partido, sobraram críticas à atuação do ministro Joaquim Barbosa, relator do processo e hoje aposentado, que dizia ter havido um “vasto esquema de distribuição de propina”, do qual “metade do Congresso sabia”.
Mas o tom no PT não era de enfrentamento direto às autoridades do caso, como ocorreria anos depois na Operação Lava Jato. A investigação deflagrada em Curitiba e a suspeição do ex-juiz Sergio Moro, posteriormente, contribuíram para que o partido revertesse o discurso e passasse a alegar perseguição.
José Dirceu, em nota à Folha, disse ter sido transformado em bandido e corrupto “de um dia para o outro”. No mensalão, ele foi condenado com base na chamada teoria do domínio do fato, aplicada contra o líder de uma organização pela ciência de crimes cometidos –o conceito, debatido por juristas, é criticado pelos petistas.
A primeira-dama Janja Lula da Silva já passou 130 dias fora do Brasil desde que chegou ao Palácio do Planalto com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo levantamento realizado pelo Poder360, foram 30 viagens e 35 países visitados.
Só em 2025 já são 27 dias no exterior. Janja visitou 5 países em 6 viagens, sendo que, em duas delas, foi como representante do governo brasileiro, ainda que não tenha cargo público.
Eis as viagens:
Roma, Itália – participou da 48ª Sessão do Conselho de Governança do Fida (Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola), vinculado à ONU (Organização das Nações Unidas), de 11 a 13 de fevereiro. Acompanhada do ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias, a missão oficial custou ao menos R$ 260 mil; e
Paris, França – foi designada por Lula para participar da Cúpula Nutrição para o Crescimento N4G, de 26 a 30 de março. O governo federal pagou ao menos R$ 18.000 em diárias da primeira-dama e de sua comitiva, composta por 5 assessores.
Foto: Arte Poder 360
A ida à Itália foi duramente criticada pela oposição. O deputado federal Kim Kataguiri (União Brasil-SP) entrou com uma representação na CGU (Controladoria Geral da União) pedindo uma investigação sobre os gastos da primeira-dama na viagem a Roma.
Em abril, a AGU (Advocacia Geral da União) publicou uma instrução normativa desautorizando um marido ou mulher de um presidente da República a assumir compromissos oficiais em nome do Brasil.
Na prática, no entanto, pouco muda em relação à mulher de Lula. Assinado pelo ministro da AGU, Jorge Messias, o texto reconhece que a atuação de Janja tem “natureza jurídica própria”, o que permite a realização de atividades representativas e simbólicas de caráter social, cultural, cerimonial, político e diplomático.
Nas outras viagens ao exterior (Japão, Vaticano, Rússia e China), Janja foi antes ou junto com a comitiva de Lula. Segundo ela, quando foi antes a Tóquio, no Japão, foi para economizar com os custos da passagem aérea.
A socióloga embarcou para Moscou (Rússia) 4 dias antes do chefe do Executivo, a convite do governo russo. Participou das celebrações dos 80 anos do Dia da Vitória, data que marca a rendição da Alemanha nazista na 2ª Guerra Mundial (1939-1945).
Da capital russa, seguiu para a China junto ao marido e a comitiva de ao menos 130 pessoas. Durante reunião privada com o presidente chinês, Xi Jinping, Janja cobrou a regulação da rede social TikTok.
O vazamento do episódio irritou o presidente. A jornalistas em Pequim, ele contou que o questionamento partiu dele e não de sua mulher, mas confirmou que ela pediu a palavra e falou sobre a rede social chinesa.
“Como é que essa pergunta chegou à imprensa? Porque estavam só os meus ministros lá, o Alcolumbre e o Elmar. Alguém teve a pachorra de ligar para alguém e contar uma conversa que teve em um jantar, que era uma coisa muito, muito confidencial e muito pessoal. Eu que fiz a pergunta, não foi a Janja […] A pergunta foi minha, e eu não me senti incomodado. O fato da minha mulher ter pedido a palavra é porque a minha mulher não é cidadã de 2ª classe. Ela entende mais de rede digital do que eu”, disse.
Desde que voltou ao Planalto, o petista passou 106 dias no exterior. Em 2025 foram 18. A próxima empreitada internacional está programada: Lula embarcará para a França na 3ª feira (3.jun) pela noite e só retorna na outra semana, em 9 de junho. Ainda que passe uma semana fora do Brasil, o número de dias viajando não se iguala ao total de Janja.
2023 E 2024
Em 2023, a socióloga acompanhou o presidente em todas as viagens internacionais realizadas. Não teve compromissos próprios fora do país. Já em 2024, Janja teve 4 eventos oficiais em que foi designada pelo presidente ou recebeu convites para representar oficialmente o Brasil fora da função de primeira-dama.
Foto: Arte Poder 360
Janja costuma acompanhar Lula em todas as viagens internacionais. A única exceção desde o início do 3º mandato do petista foi a ida ao Chile, em agosto, quando foi recebido com honras de chefe de Estado pelo presidente Gabriel Boric.
Na época, a primeira-dama não o acompanhou e ficou reclusa por mais de 20 dias depois de ter realizado um procedimento estético.
A cirurgia nunca foi confirmada oficialmente pelo governo. Ao Poder360, a assessoria da primeira-dama disse naquele mês que ela estava fazendo aulas intensivas de inglês e francês.
O BLOGDOBG recebeu, neste sábado (31), uma grave denúncia sobre a falta de compressas cirúrgicas estéreis no Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, principal unidade de urgência e emergência do Rio Grande do Norte.
Essenciais para estancar sangramentos e manter a higiene durante procedimentos, as compressas são itens básicos e indispensáveis em qualquer centro cirúrgico. A ausência desse material compromete diretamente a segurança dos pacientes e o trabalho das equipes médicas.
De acordo com informações confirmadas por fontes ao blog, cirurgias estão sendo canceladas ou transferidas para outras unidades da rede estadual, como o Hospital Deoclécio Marques, em Parnamirim, e o Hospital Santa Catarina, na Zona Norte de Natal.
A determinação atual é de desviar todos os casos cirúrgicos (exceto traumas com lesão vascular e TCE — traumatismo cranioencefálico) para outras unidades. O paciente é avaliado no Walfredo e, se houver necessidade de cirurgia, é redirecionado conforme a região:
Zona Sul e Leste: pacientes transferidos para o Hospital Deoclécio Marques;
Zona Norte e Oeste: pacientes encaminhados ao Hospital Santa Catarina.
A situação escancara mais uma vez a fragilidade da maior unidade hospitalar do estado, que constantemente enfrenta superlotação e falta de insumos básicos. Fontes ainda relatam que, além das compressas, outros materiais essenciais também estão em falta, agravando ainda mais o cenário crítico da saúde pública no Rio Grande do Norte.
Querido João Victor,
Receba meu mais sincero abraço e meus sentimentos pela perda de sua mãe, Dra. Suzete Monte de Hollanda.
Ela foi uma mulher de sensibilidade e cuidado, que demonstrou, inclusive ao me procurar para suas aulas particulares, o quanto era dedicada ao seu futuro e à sua formação. Sua presença, suas palavras e seu gesto de amor ficarão sempre na memória como exemplo de afeto e responsabilidade materna.
Neste momento de dor e saudade, desejo que você encontre consolo nas lembranças de carinho que viveram juntos e na força que ela certamente cultivou em você.
Com respeito e solidariedade, Arcelino Fernandes!!
Nossos mais sinceros sentimentos pra todos da família enlutada
Trabalhei com ela na Junta de Assu. Era uma pessoa maravilhosa. Que Deus a receba em sua glória.
Eita, ia lhe avisar.
Mas você já está sabendo.
Uma mulher jovem ainda.