“Renan, não sobra ninguém, Renan! Do Congresso, se sobrar cinco ou seis, é muito. Governador, nenhum”. A frase, dita pelo ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado em uma conversa gravada com o presidente do Senado, Renan Calheiros, pode até ser exagero. Mas poderia muito bem representar a percepção do brasileiro em relação ao sistema político atual. O que até pouco tempo parecia se concentrar mais no PT, se esparramou para as principais legendas. Conforme as investigações da Operação Lava Jato, iniciada em março de 2014, avançam e se aproximam da casta política dos partidos tradicionais, que sempre pareceu intocável. A sensação é de que o sistema político brasileiro parece estar à beira de um colapso e, com seus principais nomes sob suspeita, enfrenta danos cada vez maiores a suas imagens. E a pergunta que fica é: os partidos conseguirão sobreviver a isso?
Só nas últimas semanas, as gravações feitas por Machado, um ex-aliado do PMDB e do PSDB que se tornou delator na Lava Jato, comprometeram ainda mais não só Calheiros, mas Romero Jucá, presidente nacional do PMDB, que acabou afastado do cargo de ministro, e Aécio Neves, presidente nacional do PSDB, que nesta quinta-feira foi alvo de um novo pedido de investigação feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Além deles, o principal nome do PT, Luiz Inácio Lula da Silva, também já é investigado, assim como outro peemedebista de peso, Eduardo Cunha, que se tornou réu na operação e acabou afastado da presidência da Câmara pelo Supremo Tribunal Federal.
O desgaste na imagem dos partidos não é causado apenas pelo envolvimento de seus quadros com a corrupção. Mas os escândalos ajudam a piorar uma situação que nos últimos anos já não é das melhores. A última pesquisa Datafolha sobre a próxima corrida presidencial, feita em abril deste ano, mostra que os principais nomes presidenciáveis despertam cada vez menos paixões. Aécio Neves, por exemplo, que quase ganhou de Dilma Rousseff na última eleição, tem caído nas preferências desde dezembro do ano passado, quando tinha 27% das intenções de voto -hoje tem 17%. Geraldo Alckmin, outro do PSDB presidenciável, também tem recuado -foi de 14%, em dezembro, para 9%, em abril. O mesmo aconteceu com o outro nome forte do partido, José Serra -foi de 15% para 11%, no mesmo período. Os três chegaram a ser vaiados numa manifestação que pedia o impeachment de Rousseff neste ano. Lula é o único que parece caminhar um pouco na contramão, viu suas chances subirem de 17%, em março, para 21%, em abril.
Da direita para esquerda: Padilha, Temer, Henrique e Romero Jucá, que já caiu.
Na tentativa de melhorar a confiança na economia antes da votação final do impeachment, o presidente interino, Michel Temer, pretende lançar um pacote de “medidas de impacto” no curto prazo para geração de emprego e retomada do crescimento.
É o que afirma o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha. Em entrevista à Folha, Padilha, 70, disse que o governo também estuda melhorar o ambiente para atrair investimentos do setor privado.
Entre as ideias, estão a revisão das regras para exploração do pré-sal e a total abertura das empresas aéreas para grupos estrangeiros. A possível liberação da compra de terras por estrangeiros também está no radar.
Para o chefe da Casa Civil, a Operação Lava Jato, que pode comprometer outros ministros de Temer, não vai desestabilizar o governo. Quem for envolvido terá de entregar o cargo, segundo ele.
Esse cabral e a concorrencia da Globo pois não tira esse nome da boca da boca dele so sai : Globo, Coxinha, Golpista Aecim. vai procurar um tratamento Psiquiátrico ou Exorcista ?????????
PMDB participou de todo Governo Lula e Dilma, com cargos importantes em praticamente "TODOS" os ministérios, acho pouco, se uniu ao PSDB, DEM, pra derrubarem o governo Dilma, certamente estava achando pouco a participação.
A globo enganou os pobres coitados dos coxinhas. No final se tiver final todos irão constatar que o unico inocente pagou pela quadrilha que armou o golpe. Vai tudo dar em pizza.
O cronista Nelson Rodrigues costumava dizer que o mais exasperado problema do ser humano é o medo do rapa. “Cada um de nós vive esperando que o rapa o lace, o recolha, na primeira esquina”, ele escreveu. No Brasil de hoje, Sérgio Moro virou uma espécie de rapa da oligarquia política e empresarial. Nesse meio, o juiz da Lava Jato instila pânico.
Graças à morofobia, personagens como Eduardo Cunha e Lula revelam-se capazes de tudo para que seus processos permaneçam no STF, o foro dos suspeitos privilegiados. Receiam ser presos. No intervalo de dois anos, dois meses e 19 dias, tempo de duração da Lava Jato, Sérgio Moro já proferiu 105 condenações. Juntas, somam 1.140 anos, 9 meses e 11 dias de prisão. No STF, não há vestígio de condenação. (veja no quadro abaixo os feitos que a força-tarefa da Lava Jato obteve em Curitiba)
Entre agosto e setembro de 2014, os delatores Paulo Roberto Costa e Alberto Yousseff jogaram no ventilador os nomes de 28 congressistas —sete senadores e 11 deputados federais. Esse pedaço da investigação subiu para o Supremo. Desde então, avolumaram-se as delações e os suspeitos com direito a foro privilegiado.
Hoje, correm no STF 70 processos relacionados à Lava Jato. Desse total, 59 estão na fase de inquérito. Neles, são investigados 134 acusados. Outros 11 processos foram convertidos pelo procurador-geral Rodrigo Janot em denúncias formais, envolvendo 38 políticos. Por ora, o único denunciado que o Supremo converteu em réu foi Eduardo Cunha. E não há prazo para o julgamento da ação penal protagonizada pelo deputado. (veja abaixo os dados sobre o pedaço da Lava Jato que corre em Brasília)
A pedido da Procuradoria, o STF afastou Cunha do exercício do mandato e da poltrona de presidente da Câmara. Mas ele mantém as prerrogativas de deputado, que impedem Moro de alcançá-lo. Conserva também o acesso às mordomias propiciadas pela presidência da Câmara e o controle sobre sua milícia parlamentar, que lança mão de manobras para retardar o julgamento do pedido de cassação do seu mandato, na pauta do Conselho de Ética da Câmara há sete meses.
O que há de mais alvissareiro na Lava Jato é a percepção de que o banquete da corrupção desandou. Os órgãos repressores do Estado investigam, prendem e condenam pessoas que estavam acostumados a viver num país em que, acima de um certo nível de renda e poder, ninguém era importunado.
Deve-se sobretudo à aplicação de Sérgio Moro, dos agentes federais, procuradores e técnicos que integram a força-tarefa de Curitiba a derrubada do escudo invisível que protegia os maus costumes. Montou-se uma espécie de usina trituradora de delinquentes. Foram em cana brasileiros que se julgavam invulneráveis. Em troca de favores judiciais, muitos tornaram-se delatores.
Empreteiros que se habituaram a sufocar investigações em tribunais superiores fizeram pouco da Lava Jato. Presos, recorreram. Uma, duas, três, quatro vezes. E nada. Amargaram condenações draconianas. Marcelo Odebrecht, por exemplo, foi condenado por Moro a mais de 19 anos de cadeia. Com receio de mofar no xadrez como versões petroleiras de Marcos Valério, os mandarins das construtoras também se tornaram colaboradores da Justiça.
Os maiores ficaram para o final. Retardatários, executivos de empresas como Odebrecht e OAS terão de levar à mesa segredos cabeludos se quiserem obter vantagens como redução da pena. Eles já expõem na bandeja escalpos como o de Dilma, Lula, Renan, Sarney, Cunha, Jucá, Aécio e um inesgotável etcétera.
Cercados pela investigação de Curitiba, operadores como Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro, entregam os podres dos padrinhos de Brasília. O serviço da Procuradoria-Geral da República e do STF aumenta. A responsabilidade também. Soltos, políticos que são parte do problema fazem pose de solução. Pior: continuam operando.
Relator da Lava Jato no STF, o ministro Teori Zavascki tem sobre a mesa um lote de pedidos de providência formulados pela Procuradoria. Talvez devesse priorizá-los. A bandidagem parlamentar precisa de um rapa que a lace, que a recolha, na primeira esquina.
Pena que o magistrado citado na matéria tenha coletado "delações" com o individuo em cárcere, rasgado a CF em várias ocasiões e tenha sido picado pela mosca azul… infelizmente existe a grande possibilidade dessa operação ser anulada por vícios. Lembram da finada Satiagrahra (delegado Protógenes e Daniel Dantas)??? Por muito menos ela teve esse fim…
Não defendo impunidade. Só que tudo tem que ser feito no estrito rigor da lei e quem tiver cometido crime que responda.
Vamos esperar porque daqui a uns 10 anos – com o devido distanciamento temporal – saberemos o quanto a LJ foi importante para o Brasil…
Todos soltos os poucos que ainda restam presos estão delatando mentiras e fazendo as malas e indo para casa. O objetivo já foi alcançado, deram o golpe e agora pizza para todos. Se o Moro brincar vai ser sacrificado como o PT foi.
Acorda Cabral !!! Você tem o discurso igual ao do "companheiro" Maduro. A culpa é sempre dos outros, não importam os fatos.
Ainda voltarei à verdadeira organização criminosa, cujo cabeça, reincidente, é o escroque Alberto Youssef, com pequeno estado maior de altos burocratas, e um pelotão de escoteiros, tipo Fernando Baiano.
Pelo último levantamento que fiz na página da Lava-Jato: políticos indiciados, mesmo, não obstante o estardalhaço contra o PT desde o início, tem a seguinte distribuição:
PP = 32 indiciados;
PMDB (cujo presidente eterno é o Temer!) = 9;
PTB = 2;
SD = 1.
(Do PSDB, por enquanto só se fez menção a um morto… Precisa desenhar?)
O PT tem 10, mas descontando as óbvias provocações (Lula, Gleisi, Lindberg) e os condenados André Vargas, Delcídio, Vaccareza e o bode expiatório de sempre, o Dirceu, sobram 3 gatos pingados sem qualquer expressão e que, como André Vargas, não comprometem o partido: foi roubo solo, por assim dizer.
Mas, desde o início, a Lava Jato e a Globo jogaram a organização criminosa no colo do PT.
Desde que Michel Temer assumiu o volante, não há semana em que não seja obrigado a parar no acostamento. Já desembarcaram dois ministros: Romero Jucá (Planejamento) e Fabiano Silveira (Transparência). Nesta segunda-feira, achega-se à porta o terceiro: Henrique Eduardo Alves (Turismo) apalpou verbas sujas oriundas da Petrobras, informou ao STF o procurador-geral Rodrigo Janot.
Ao cercar-se de suspeitos e de seus prepostos, Temer jogou óleo na própria pista. Agora, derrapa constantemente num instante em que se esperava que exibisse um itinerário confiável. Em entrevista, o ministro Eliseu Padilha declarou: “Na Lava Jato, se aparecer alguém do governo, já se sabe qual a posição do presidente: é que a pessoa deixe a equipe.”
Desse modo, acredita Padilha, o governo “não será atingido diretamente de nenhuma forma, fica preservado.” O raciocínio de Padilha é manco e ilusório. É manco porque nos dois primeiros desembarques ficou evidente o desejo de Temer de proteger os auxiliares enrolados. É ilusório porque o governo já foi atingido. Ninguém nomeia tantos suspeitos impunemente.
Perguntou-se a Padilha: Qual será o legado do governo Temer? E o ministro: “…Sair do desajuste fiscal em que nos encontramos e contribuir para que a corrupção seja erradicada do serviço público.”
De duas, uma: ou Temer guarda na gaveta uma agenda secreta que inclui o extermínio do seu PMDB ou a ideia de erradicar a roubalheira é apenas uma evidência do insuspeitado talento de Eliseu Padilha para a comédia. Agora mesmo, o governo articula a entrega do comando da Eletrobras a um apadrinhado de Renan Calheiros.
Reportagem de capa da Folha de São Paulo desta segunda-feira tem como destaque o Ministro Potiguar Henrique Alves.
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou ao STF (Supremo Tribunal Federal) que o ministro Henrique Eduardo Alves (Turismo) atuou para obter recursos desviados da Petrobras em troca de favores para a empreiteira OAS.
Parte do dinheiro do esquema desbaratado pela Operação Lava Jato teria abastecido a campanha de Alves ao governo do Rio Grande do Norte em 2014, quando ele acabou derrotado.
A negociação envolveria o deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro. As afirmações da Procuradoria constam do pedido de abertura de inquérito para investigar os três, enviado no fim de abril ao Supremo, mas até hoje mantido sob sigilo.
No despacho obtido pela Folha, Janot aponta que Cunha e Alves atuaram para beneficiar empreiteiras no Congresso, recebendo doações em contrapartida.
“Houve, inclusive, atuação do próprio Henrique Eduardo Alves para que houvesse essa destinação de recursos, vinculada à contraprestação de serviços que ditos políticos realizavam em benefício da OAS”, escreveu Janot.
“Tais montantes (ou, ao menos, parte deles), por outro lado, adviriam do esquema criminoso montado na Petrobras e que é objeto do caso Lava Jato”, completou.
É a primeira vez que Janot liga os repasses feitos para Alves aos desvios ocorridos na Petrobras. O peemedebista foi ministro do Turismo do governo Dilma e voltou ao cargo com Michel Temer.
Como o processo se encontra oculto, não há informações se houve decisão do ministro do Supremo Teori Zavascki pela abertura do inquérito. As suspeitas são de corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro.
A investigação tem como base mensagens apreendidas no celular de Pinheiro.
Janot diz que Cunha recebeu valores indevidos, em forma de doações oficiais, por ter atuado em favor de empreiteiras. O mesmo teria ocorrido com o ministro.
“Verificou-se não apenas a participação de Henrique Eduardo Alves nesses favores, como também o recebimento de parcela das vantagens indevidas, também disfarçada de ‘doações oficiais'”.
Entre 10 e 23 de outubro de 2014, houve ao menos oito pedidos de recursos para Alves, feitos por Cunha a Pinheiro. Também há cobranças diretas do atual ministro ao empreiteiro.
Alves, segundo a PGR, prometeu ao comando da OAS atuar junto ao Tribunal de Contas da União e ao Tribunal de Contas do Rio Grande do Norte, onde a empreiteira tinha pendências.
As mensagens também citam diversos encontros dos empreiteiros com Alves.
Na prestação de contas da campanha de Alves, há o registro do recebimento de R$ 650 mil da OAS. Além disso, outros R$ 4 milhões, doados pela Odebrecht, são considerados suspeitos por Janot, porque as doações teriam sido feitas a pedido de Cunha para um posterior acerto da Odebrecht com a OAS.
TEMER
O pedido de inquérito também cita outros nomes fortes do governo Temer, como o próprio presidente interino, o ministro Geddel Vieira Lima (Secretaria de Governo) e Moreira Franco (secretário-executivo do Programa de Parcerias de Investimento).
Janot faz referências a doação de R$ 5 milhões que Pinheiro teria feito a Temer e afirma que o pagamento tem ligação com a obtenção da concessão do aeroporto de Guarulhos, atualmente com a OAS.
“Léo Pinheiro afirmou que explicaria, pessoalmente, para Eduardo Cunha [sobre a doação], mas que o pagamento dos R$ 5 milhões para Michel Temer estava ligado a Guarulhos”, escreveu Janot.
O procurador-geral, porém, não pede especificamente para investigar esses fatos relacionados a Temer nem diz se entrarão no objeto do inquérito.
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CONVERSAS INDISCRETAS
Para Procuradoria, mensagens de celular mostram Henrique Eduardo Alves e Cunha pedindo doações à OAS
OS ENVOLVIDOS Henrique Eduardo Alves, ministro do Turismo (PMDB-RN) Eduardo Cunha, deputado federal afastado (PMDB-RJ) Léo Pinheiro, ex-presidente e sócio da OAS condenado a 16 anos
22.jun.2013 Henrique Eduardo Alves (para Léo Pinheiro): Charles [não identificado] poderia me procurar seg cedo em casa? la marcaria com Pres TC, irmão do Garibaldi. Discutiríamos problema. Se ele puder, 8 e 30!Ok
14.jul.2013 Henrique Eduardo Alves (para Léo Pinheiro): Seg, em BSB, vou pra cima do TCU. Darei notícias!
Segundo a Procuradoria, o ministro diz que procurará o então presidente do Tribunal de Contas do Rio Grande do Norte, Paulo Roberto Chaves Alves, irmão do senador Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), para resolver demandas da OAS
26.mar.2013 Léo Pinheiro (para Antonio Carlos Mata Pires, sócio da OAS):Henrique Alves me ligou x nossa negociação com o América de Natal.Falo-me do nOde cadeiras: 1650 para 2000 E do valor mensal: 50mil para 100mil. Vc vê com Cadu? Bjs.
Segundo a Procuradoria, Pinheiro relata conversa que teve com Alves sobre negociação de cadeiras com o time de futebol América de Natal
10.out.2014 Eduardo Cunha: Vê Henrique seg turno Léo Pinheiro: Vou ver
13.out.2014 Eduardo Cunha: Amigo a eleição e semana que vem preciso queveja urgente…
15.out.2014 Eduardo Cunha: Henrique amigo? Léo Pinheiro: Está muito complicado Eduardo Cunha: Mas amigo tem de encontrar uma solução senão todo esforço será em vão
16.out.2014 Henrique Eduardo Alves (para Léo Pinheiro): Amigo, como Cunha falou, na expectativa aqui. Abs e Obrigado
17.out.2014 Eduardo Cunha: Amigo qual a saída para Henrique? Léo Pinheiro: Infelizmente não tenho
21.out.2014 Eduardo Cunha (para Léo Pinheiro): Deixa falar tive com Junior pedi a ele paradoar por vc ao henrique acho que ele fará algo. Tudo bem? Eduardo Cunha: Preciso que de um reforço ao Junior ao menos 1 dele da. Sua contaprecisava de emergência
23.out.2014 Eduardo Cunha (para Léo Pinheiro): Ok bom tocando com junior qui na pressão ele vai resolver e se entende com vc
Segundo a Procuradoria, “Junior” é Benedicto Barbosa Silva Júnior, ex-presidente da Odebrecht Infraestrutura
Na tarde da última sexta-feira, a Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (Dcav) deu um importante passo para elucidar o crime que chocou o país. Numa busca e apreensão expedida pela Justiça, os investigadores conseguiram arrecadar o telefone celular que o acusado Raí de Souza, de 18 anos, usou para gravar o vídeo que escandalizou e viralizou na internet. O aparelho, que o rapaz dizia ter jogado fora, estava guardado na casa de um amigo, Madureira, Zona Norte da cidade. Nele, a polícia encontrou provas inequívocas de como aconteceu uma parte da sessão de estupro coletivo a que a adolescente C.B., de 16 anos, foi submetida na manhã do último dia 21, num barraco fétido no Morro da Barão, em Jacarepaguá. Além do vídeo que já havia sido publicado, uma outra gravação feita, juntamente com outros dois traficantes, os algozes introduzem objetos nas partes íntimas da menina desacordada.
Num desses vídeos, C.B. tenta recuperar a consciência durante o ataque. O site de VEJA apurou que, em determinado momento, a menina, inconsciente, chegou a implorar que parassem. Mas, em seguida, foi humilhada por um dos criminosos com xingamentos.
Em outra gravação encontrada no celular de Raí, fica claro que um protesto em apoio aos suspeitos, na semana passada, nas ruas de acesso à favela de Jacarepaguá, só aconteceu por ordem do tráfico, que prometeu retaliar moradores e mototaxistas que se recusassem a aderir.
Na edição de VEJA desta semana, uma reportagem especial remontou passo a passo do estupro coletivo ocorrido na favela de Jacarepaguá. A jovem saiu de casa por volta de 1 hora da manhã e ficou em um baile funk bebendo uísque com energético e usando cheirinho-da-loló. Já de manhã, por volta das 7 horas, ela e uma amiga foram para uma casa com dois homens: Lucas Perdomo (jogador do Boavista, que chegou a ser preso e depois foi solto), e Raí, que continua preso. Foi ele o autor da filmagem que chocou o país.
Os quatro ficaram na casa até 10 horas da manhã, quando decidiram sair. A menor, inconsciente, ficou. E dali foi levada para uma outra casa, por um traficante identificado como Moisés Camilo de Lucena, o Canário. Neste momento, vários traficantes (testemunhas falam em pelo menos nove) entraram no imóvel, que na favela é chamado de “abatedouro”. Foi neste local que Raí e outros criminosos fizeram as filmagens da jovem desacordada.
A reportagem de VEJA revela também que, no ano passado, C.B. havia sido estuprada no mesmo Morro da Barão, por um criminoso identificado como Carlinhos. Na época, ele chegou a ser amarrado com fita crepe mas, quando seria executado, foi perdoado pela vítima. Foi nesta mesma favela que, em novembro de 2015, uma outra menina, A.C, de 14 anos, acabou sendo atacada por um bandido durante uma orgia. Após reclamar da sujeira do local e do parceiro, ela levou um tiro na cabeça. A vítima sobreviveu e o inquérito está na 28ª DP (Campinho).
O Brasil não está em guerra civil, mas o estado atual de sua economia é como o de um país conflagrado, de acordo com Roberto Rigobon, professor de economia aplicada do Massachusetts Institute of Technology (MIT). “Em uma guerra civil é assim: há muita inflação e a economia se estanca”, diz. “Na economia, o governo Dilma foi catastrófico.”
Rigobon, que é venezuelano, define como “patética” a política externa adotada pelo Brasil nos últimos anos. O país, avalia, se omite em momentos em que ele deveria assumir um papel que lhe seria natural, o de líder da América Latina. “Parece que o Brasil tem medo de se comprometer e tomar decisões e ações duras, que cabem a um líder”, afirma. Em vez disso, argumenta Rigobon, o Brasil gosta de se cercar “do pior do mundo” – e ele põe na lista Argentina, Rússia e sua Venezuela natal. “Só falta firmar um acordo de intercâmbio com a Coreia do Norte”, ironiza.
Um grupo de estudantes natalenses resolveu comemorar o Dia Mundial do Meio Ambiente neste domingo (5), promovendo um multirão de limpeza na Praia da Redinha, zona norte de Natal.
Batizado de Faxina na Praia, a ideia surgiu a partir de conversas entre os jovens e os moradores da Redinha, que viram a necessidade de ações ambientais que garantam a limpeza da praia, uma das mais famosas do RN. Na praia faltam lixeiras suficientes para acomodar os resíduos produzidos por moradores e frequentadores.
Munidos de sacolas plásticas, o grupo saiu pela orla da praia recolhendo o lixo e conversando com banhistas, barraqueiros e vendedores ambulantes sobre a importância de preservar o meio ambiente. A maioria reagiu positivamente à iniciativa e ajudou os estudantes a recolher os dejetos e levar até um local apropriado.
“O lixo orgânico (folhas e algas marinhas) também é uma preocupação nossa, mas pode ser reaproveitado e transformado em adubo, através da trituração dos dejetos, para ser utilizado na própria vegetação do entorno”, explica a bióloga Nívea Souza .
“Tivemos apoio da associações dos moradores da Redinha, que busca apoio do poder público e ONGs para colocar em prática projetos como esse de hoje”, diz o advogado Robson Carvalho, um dos participantes do multirão.
Uma iniciativa importante em prol de uma praia que é sempre deixada a margem pelos agentes públicos. Parabéns a esses estudantes, o trabalho independente e voluntário faz a diferença.
A Polícia Federal afirma que um vídeo gravado por câmeras de segurança comprovaria uma reunião entre o então presidente do PSDB e senador Sérgio Guerra (PE) e o então diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e empreiteiros para paralisar a CPI da Petrobras, em 2009.
Na gravação, Guerra afirma que “não vamos polemizar”, diz que tem “horror a CPI” e que considera “deplorável” um deputado “fazendo papel de polícia”. O tucano, que morreu em 2014, era um dos integrantes da comissão. As informações são da Folha de S. Paulo.
A reportagem teve acesso a relatório da PF com a transcrição das conversas, que ocorreram no escritório de um amigo do lobista Fernando Soares, o Baiano, também presente. Em sua delação premiada, Costa disse que Guerra pediu R$ 10 milhões para enterrar a CPI e que o pagamento foi feito pela empreiteira Queiroz Galvão.
Segundo a Folha, participam da reunião um então executivo da Queiroz Galvão, Ildefonso Colares Filho, e um da Galvão Engenharia, Erton Medeiros. Presos na Operação Lava Jato em novembro de 2014, ambos foram soltos em 2015 por ordem do Supremo Tribunal Federal.
Ouvidos sobre o vídeo, Costa e Baiano teriam interpretado, segundo a reportagem, um determinado trecho da gravação como sendo um acerto velado de pagamento.
Eles conversavam sobre a defesa da Petrobras contra uma empresa que apresentava problemas. Guerra comenta: “Acho que a defesa não foi completa, a defesa não foi [o advogado] Antônio Fontes?”. Depois, pergunta: “E aí, como é que tá [inaudível] bem?”. Colares responde: “Dando suporte aí ao senador, tá tranquilo”. Guerra diz: “Conversa aí entre vocês”.
Guerra deixa clara sua disposição em não avançar na CPI, segundo a transcrição. O tucano afirma inclusive que seu então colega de partido, o senador Álvaro Dias (atualmente PV-PR), queria mandar “algumas coisas pro Ministério Público”, mas que ele tentaria “controlar isso”.
De acordo com a Folha, Guerra também chega a questionar Costa sobre atrasos nas obras e acusações de sobrepreço. O então executivo da Petrobras cita custos, exemplificando com a mão de obra, e diz que não havia irregularidades. “Aí você vai na obra lá, tem refeitório com ar-condicionado, nutricionista e tal. Custa mais caro, custa.”
Guerra o tranquiliza: “Nossa gente vai fazer uma discussão genérica, não vamos polemizar as coisas. […] Eu tenho horror a CPI, nem a da Dinda [possível referência à investigação contra o então presidente Fernando Collor] eu assinei, é uma coisa deplorável, fazer papel de polícia. Parlamentar fazendo papel de polícia”.
Em nota, o PSDB informou que “não conhece a gravação e por isso não comentará, mas reitera seu apoio às investigações da Lava Jato”. A Queiroz Galvão informou que “não tem conhecimento do suposto vídeo e de seu conteúdo” e que não comenta investigações em andamento. A Galvão Engenharia nega as acusações e disse que Erton Medeiros já deu esclarecimentos às autoridades.
Vc não vai comentar Vicente Pinheiro?
Val?
Moreira?
Ricardo Mendes?
Sérgio Dias?
Francisco da c. a. Costa?
Saraiva?
Clemente?
Saulo Leão?
Ninguém vai comentar, se manifestar, se indignar?
Esse silêncio é ensurdecedor!
Cri, Cri, Cri…
O site O Antagonista teve acesso à planilha com repasses do governo federal aos blogs petistas em 2016.
Os números incluem a verba publicitária da Secretaria de Comunicação, dada por meio de campanhas de programas oficiais, e o patrocínio de bancos públicos e estatais, como a Petrobras.
Os contratos firmados às vésperas do impeachment somam R$ 11,2 milhões – de um total de R$ 94,7 milhões gastos com publicidade na internet. Ao assumir o governo, Michel Temer determinou a suspensão dos pagamentos aos blogs e sites petistas e o cancelamento dos contratos.
– Brasil 247: 2,1 milhões
– DCM: 1,11 milhão
– Carta Maior (site): R$ 921 mil
– Forum: R$ 921 mil
– Paulo Henrique Amorim: R$ 865 mil
– Opera Mundi (Breno Altman): R$ 83 mil
– Luís Nassif: R$ 814 mil (além do contrato com a EBC)
Dono da 10 da seleção brasileira no último título mundial, em 2002, Rivaldo não gostou de ver a lendária camisa no banco de reservas no último sábado, no empate do Brasil com o Equador em 0 a 0. O ex-meia publicou em seu Instagram um texto em que criticou o fato de Lucas Lima – dono do número – não ter recebido uma oportunidade na partida da Copa América Centenário, relembrando outros craques que já vestiram a 10 no passado, como Pelé, Zico e Ronaldinho Gaúcho. Rivaldo pediu que Lucas Lima e Ganso tenham mais espaço na equipe comandada por Dunga.
– Ontem senti uma grande tristeza quando assisti ao jogo do Brasil e vi que o camisa 10 estava no banco de reservas. Antes esta camisa era uma referência para nossa Seleção. Já que Neymar, o nosso camisa 10, não está na Copa América, a camisa 10 ficou com Lucas Lima, um ótimo jogador, que só teve oportunidade aos 40 minutos do segundo tempo. Na minha opinião, Lucas Lima ou Ganso merecem ter mais oportunidades. Se não tiver um 10 em campo, o primeiro a ser sacrificado vai ser o Jonas, que não vai ter oportunidades de gol porque a bola não chega – escreveu Rivaldo.
Uma mulher, de 42 anos, foi estuprada em uma ocupação do Movimento Sem Terra (MST), na noite desta sexta-feira (4), no Bairro Castro Pires, em Teófilo Otoni (MG). Segundo a Polícia Miliar, dois homens abusaram sexualmente da vítima e estão foragidos.
De acordo com os militares, a vítima, que apresentava sinais de embriagues, relatou aos policiais que estava em um bar, quando um homem a convidou para ir em um dos barracos da ocupação do MST. A vítima disse ainda que, ao chegar no local, um outro homem estava esperando.
A mulher foi encaminhada para um hospital da cidade, para realizar exames. Até o fechamento desta matéria a PM ainda realizava buscas e ninguém foi preso.
Na madrugada deste domingo (5) um adolescente, de 17 anos, foi apreendido, na Avenida Cidade Praia, na zona Norte de Natal, de posse de um revólver calibre 38 e produtos de roubo. Ele estava realizando roubos em paradas de ônibus das avenidas Santarém, Maranguape, Boa Sorte, José Luiz da Silva e em outras ruas, onde teria tomado vários celulares de pessoas que aguardavam o transporte público.
Ao ser abordado pelos policiais do 4º Batalhão de Polícia Militar (4º BPM), o elemento tentou se livrar da materialidade dos roubos e da arma, mas sem êxito, sendo conduzido, juntamente com as vítimas e materiais, à Delegacia de Polícia Civil de Plantão, onde o mesmo foi autuado em fragrante, ficando à disposição da Justiça.
(FOLHAPRESS) – O corpo do ex-ministro Jarbas Passarinho foi velado na tarde deste domingo (5) na Paróquia Militar do Oratória do Soldado, em Brasília. Aos 96 anos, o também ex-senador e ex-governador morreu em decorrência da idade avançada.
Além de familiares e amigos, compareceram à cerimônia fúnebre o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Marco Aurélio Mello, o ministro-chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), Sérgio Etchegoyen, e o chefe da Casa Militar, Marcos Antônio Amaro.
Para o ministro do Supremo, Passarinho deixa um exemplo para a nacionalidade do país e atuou na vida pública com “desprendimento” e “pureza”. “Um homem que teve uma passagem na vida pública muito fértil. Ele foi exemplar em todos os títulos e honrou o Senado Federal”, disse.
Na cerimônia, foi rezada uma missa de corpo presidente pelo capelão militar José Eudes e, por volta das 15h30, o corpo foi levado ao cemitério Campo da Esperança, para o enterro.
Nas redes sociais, o presidente interino Michel Temer expressou sentimento de pêsames e o chamou de “grande brasileiro”. A presidente afastada Dilma Rousseff não se pronunciou até as 16h.
O Exército Brasileiro lamentou a morte, prestou solidariedade à família e ofereceu apoio material ao velório e ao sepultamento.
Passarinho contribuiu para o êxito do golpe militar de 1964, constituindo-se em um dos principais quadros políticos do novo regime.
Em 1968, durante a reunião que decidiu a criação do AI-5 (Ato Institucional nº 5), Passarinho, então ministro do Trabalho, disse uma frase que se tornou célebre.
“Às favas, senhor presidente, neste momento, todos os escrúpulos de consciência”, afirmou.
Ele era a penúltima pessoa viva que havia participado do encontro que selou o AI-5. A última é o ex-ministro, economista e colunista da Folha de S.Paulo Delfim Netto.
E existe algum petista "democrata"?
Queriam uma ditadura de Esquerda, apenas isso. Inclusive a DilmAnta.
6 por meia dúzia.
Grande homem !
Combateu essa bandidagem do PT nos 60 e 70 , coronel Jarbas do Exercito Brasileiro , não foi presidente da república porque não era General e aí os Generais iam prestar continência a um Coronel , tolerância Zero para esses ' Conpanheiros '
O ABC perdeu por 2 a 0 para o Botafogo/PB, no estádio Almeidão, na tarde deste domingo, 5, pela série C do Campeonato Brasileiro. Os gols do time da casa foram marcados por Danielzinho e Warley.
Com o resultado, o ABC cai para a sétima posição com 3 pontos.
SILENCIO SEPULCRAL DO POVO DE PRETO NOS VÁRIOS GRUPOS QUE PARTICIPO NO WHATSAPP,AMIGOS,NÃO É PORQUE ESTAMOS NA SÉRIE C QUE VAI SER FÁCIL,OLHA O EXEMPLO DO FORTALEZA AEE,SOU MECÂO MAIS SOU REALISTA,SE O OBJETIVO FOR SUBIR P A SÉRIE B,TEM QUE MONTAR UM TIME DE NÍVEL IGUAL OU SUPERIOR AO DA SÉRIE B,AMANHA SERA O VERDADEIRO TESTE P ESSE GRUPO DO AMERICA,ESTAREI LÁ……….BOUAA NOITE A TDS E DORFLEX P GALERA DE PRETO….KKKKKK
Se a diretoria do ABC não acordar agora, depois será tarde. Alguns jogadores que tiveram interesse de outros clubes, não estão rendendo o mesmo do campeonato. A zanga é brincadeira, o goleiro não é santo para todo jogo salvar da derrota. O meio de campo, não arma para o ataque e a defesa fica sufocada. Ao ouvir a narração dos jogos, fico contando quantas vezes ouvimos o nome de Márcio Passos jogando, outro que a diretoria deve conversar se realmente quer continuar no tome, porque não adianta existir problema com multa rescisória, caso o jogador não queira continuar no time. O treinador nem sempre poderá fazer milagres na preleção do intervalo. Estou vendo o filme de 2015 se repetindo, a cada início da rodada ficamos esperando a recuperação e no final temos a certeza que não foi dessa vez. Vamos acordar enquanto é tempo…. Caso contrário, a situação será bem pior que a queda para série B.
Esse bptafogo foi o mesmo que perdeu para o Santos hoje ? Jogo difícil , resultado normal , deu a lógica previsivel e regularmente aceitável . Como dizia Roberto Carlos . O côncavo e o convexo . I importante é proteger o caneco .
Tanta celeuma por causa do horário desse jogo e o que se viu foi um baile do belo no mais querido,que não esboçou a menor reação apesar das mudanças realizadas.
Podem até usar como justificativa o desgaste físico ocasionado pela viagem até Brasilia no meio da semana mas não justifica.João Pessoa fica a uma hora e meia de Natal e ninguém vai a pé.
O fato é que esse grupo do ABC é fraco e a conquista do título do estadual,mais por entreguismo da panelinha existente no América,mascarou essa deficiência e iludiu muita gente.Tanto que o fraquíssimo "matador" Nando nunca mais fez nada depois do estadual.
Ou acorda enquanto o mercado ainda oferece opções ou se deixar prá depois já era!Como já está indo…
Toda vez que esse time infeliz de Japecanga leva uma surra de painho, fica com essa PALHAÇADA de que foi sacanagem do elenco, que foi roubado, que se venderam, ora, vão se catar, o timeco de Japecanga é uma vergonha, administrado por um menino que não sabe de nada, só sabe ser arrogante, como o pai, o mesmo que acha que time do RN não pode subir pra série A. Vão se catar meucão!
Olá… Entrei so pra dizer: O que foi que eu disse ontem?? Foguinho 2×0. Depois digo os números da Mega de quarta-feira. Xêro.
Desde ontem (4), circula nas redes sociais e no aplicativo Whatsapp um vídeo de 19 segundos no qual a presidente afastada, Dilma Rousseff, é hostilizada por pedestres com gritos de “Fora, Dilma”. As imagens mostram Dilma de costas, sendo protegida por um guarda-chuva. Ainda não confirmada, a informação seria que ela teria saído às pressas de uma pizzaria em São Paulo.
Imbecis, intolerantes. Nada mais que isso.
Pessoas sem o menor senso de civilidade.
Desrespeitam uma senhora sexagenária de maneira vil e mal educada.
Esse povo tem o tratamento que merece.
Bando de trouxinhas.
Muita cara de pau. Roubou muito. Disse que nada sabia. Vai chorar na imprensa dizendo que foi golpe. Só foi ouvida em Cuba e Venezuela. Ainda tem 100 funcionários a sua disposição !!!!!
Partidos tradicionais = partidos de direita
Sinto cheiro de pizza, e agora coxinhas foi golpe ou não?
Golpe de C…é R…A!