Polícia

Falsa agência de empregos: Vítimas sendo ouvidas em Natal na manhã desta segunda; pelo menos 28 pessoas lesadas

Na manhã desta segunda-feira (06), várias vítimas de um golpe praticado por um estelionatário, que abriu uma falsa agência de emprego, estão na Delegacia Especializada em Fraudes e Defraudações (DEFD).

De acordo com investigações preliminares, o estelionatário recolhia dinheiro das vítimas para a realização de exames admissionais e desaparecia com o dinheiro recebido. Informações preliminares apontam que 28 pessoas foram lesadas.

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Diversos

Comunicado Detran-RN: problema técnico na subestação da Cosern impossibilita execução dos serviços em Cidade da Esperança

Comunicado Detran-RN

O Departamento Estadual de Trânsito do Rio Grande do Norte (Detran) informa aos usuários e a população em geral que devido a um problema técnico ocorrido numa subestação da Cosern, a sede administrativa do Detran, situada na Rua Perimetral Leste, 113, bairro de Cidade da Esperança, em Natal, amanheceu nesta segunda-feira (06) sem energia elétrica. O fato informado está temporariamente impossibilitando a execução dos serviços de competência do Órgão nessa unidade.

Ressaltamos que os servidores lotados na sede do Detran estão a postos aguardando o retorno do fornecimento de energia elétrica para que os trabalhos voltem imediatamente a serem executados regularmente. Pedimos desculpas pelos possíveis transtornos e solicitamos a compreensão diante do fato externo as competências do Detran/RN.

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Polícia

Suspeitos de assaltarem posto de combustível são detidos no interior do RN

Suspeitos detidos (2) Suspeitos detidos (1)Policiais do 6º Batalhão de Polícia Militar (6º BPM) prenderam, nesse sábado (4), Rafael Simeone da Silva, de 21 anos e José Arnaldo dos Santos, de 18 anos, de posse de um revólver calibre 38, um tablete de maconha e objetos roubados de um posto de combustíveis de Carnaúba dos Dantas.

A dupla é suspeita de assaltar o estabelecimento e em seguida fugir pela BR 427. A Polícia Militar foi acionada e rapidamente os policiais de Jardim do Seridó (GTO), Carnaúba dos Dantas (RP), Parelhas (GTO), Currais Novos (GTO) e Acarí (RP) foram mobilizadas e, rapidamente, conseguiram prender a dupla. Um moto, usada por eles, estava com o chassis adulterado.

Várias vítimas de assaltos ocorridos na região foram à delegacia e reconheceram a dupla como sendo autora de delitos. A Polícia pede as vítimas de outras cidades que procurem a delegacia caso reconheçam os meliantes.

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Diversos

Com Lava-Jato, Odebrecht demite 50 mil e soma dívida de R$ 110 bi

17920912Foto: J.F.Diorio / ESTADÃO CONTEÚDO

Quando as suas filhas brigavam, o empresário Marcelo Odebrecht perguntava quem tinha provocado, não necessariamente para punir quem levou ao desentendimento.

– Eu talvez brigasse mais com quem dedurou do que com quem fez o fato – disse ele, em setembro do ano passado, em depoimento à CPI da Petrobrás.

A historinha foi usada para explicar como enxergava o acordo de colaboração na Operação Lava-Jato. Prestes a completar um ano de prisão, em 19 de junho, o executivo está assinando um acordo de delação premiada. Mais do que aliviar a própria pena, o empresário busca salvar o grupo que carrega o seu sobrenome.

A reputação arranhada, somada ao ambiente adverso – com recessão, alta do dólar e crises profundas em alguns dos setores em que o grupo atua –, “está fazendo a empresa sangrar”, como definem executivos próximos à Odebrecht.

O balanço consolidado de 2015, previsto para sair nos próximos dias – com mais de um mês de atraso –, dará uma imagem parcial, pois a situação piorou nos últimos seis meses e ainda não há resultados oficiais do período recente.

Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, a dívida bruta da companhia foi de R$ 88 bilhões em 2014 para R$ 110 bilhões, alta de 25%, efeito do dólar e dos juros, mas também da imposição de taxas maiores para sua rolagem. A empresa renegocia mais de R$ 25 bilhões em dívidas de empresas do setor agroindustrial e de óleo e gás. Um laudo interno de avaliação dos ativos, feito regularmente para balizar o programa de bônus, pode trazer um cenário mais desagradável. Os próprios executivos acreditam que vai mostrar que o valor do grupo caiu à metade.

Conhecido pela baixa rotatividade e pela fidelidade da equipe, o grupo demitiu mais de 50 mil funcionários, reduzindo o contingente em quase um terço. A equipe voltou a ter praticamente o mesmo tamanho que seis anos atrás: 120 mil trabalhadores. Os cortes não ocorreram pelo ciclo natural de desmobilização de trabalhadores, com a conclusão de obras, mas por falta de novos contratos e até recursos para tocar projetos em andamento. As obras da BR- 163, em Mato Grosso, são exemplo disso: estão quase paralisadas.

O balanço ainda vai retratar o que o grupo poderá perder com a Lava Jato. O Ministério Público Federal cobra R$ 7,3 bilhões, que seria o potencial de multa em um acordo de leniência. A empresa contesta o valor.

Quem convive com a Odebrecht garante que a insistência em não admitir o envolvimento em esquemas de corrupção fez o grupo atrair desconfianças e acumular perdas, sobretudo porque outras empresas acusadas dos mesmos crimes preferiram o caminho inverso e colaboraram.

– As construtoras se adaptaram à Lei Anticorrupção, decidiram que só participam de certames limpos: é a direção a seguir – diz Ordélio Azevedo Sette, do escritório Azevedo Sette.

A área mais afetada foi o crédito. Em agosto de 2015, os bancos começaram a travar liberações, o que exigiu que o grupo utilizasse recursos próprios para girar o negócio. Executivos próximos às negociações com credores estimam que deixaram de entrar cerca de R$ 40 bilhões em créditos, no Brasil e no exterior.

O grupo não confirma o valor, mas em nota disse que a Odebrecht Engenharia e Construção vive dias complicados: “O mercado de crédito mais restrito e a questão reputacional – que leva a um escrutínio maior e mais demorado por parte dos credores – são os principais responsáveis por essa situação. A empresa está comprometida em alcançar uma solução para suas questões reputacionais e espera com isso melhorar o ambiente de crédito”.

Uma das instituições que fecharam a torneira foi o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A Odebrecht TransPort, empresa que opera concessões, aguarda receber R$ 5,2 bilhões em financiamentos de longo prazo do banco. No Exterior, há demora na liberação de US$ 2 bilhões para as obras do gasoduto Sur Peruano, e a Odebrecht procura vender a sua parte nesse projeto.

Além disso, a empresa tem dificuldades para fechar as contas na Agroindustrial onde teve um prejuízo de mais de R$ 1 bilhão em 2015 e renegocia uma dívida de R$ 13 bilhões. Outra empresa problemática é a de óleo e gás, que renegocia contratos de navios-sonda com a Petrobras.

Fôlego

Duas peculiaridades deram fôlego para o grupo: a atuação em 21 países e a diversificação em 15 áreas de negócios. Cerca de 61% das receitas vêm do Exterior. Dois negócios resistiram ao turbilhão: a petroquímica Braskem e Odebrecht Ambiental, de saneamento. Eles compensaram as perdas e fizeram a receita ir de R$ 107 bilhões em 2014 para R$ 132 bilhões em 2015.

Na avaliação de Sergio Lazzarini, professor do Insper, a delação de Marcelo Odebrecht tende a ter outro simbolismo: marcar a derrocada do modelo de negócio baseado na troca de favores entre Estado e empresas.

– O modelo é insustentável: o dinheiro do Estado acabou, e agora os empresários passaram a ter medo – define Lazzarini.

Zero Hora, com Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Tem tem gente mesmo errado, mais não fica calado, por que os petista tem que ser assim,? será a doutrinação que faz a lavagem celebral que os deixam assim? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk o cara tá vendo tudo errado, amis na cabecinha dele tá tudo uma maravilha, pode um negocio desses? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  2. O Ceveró hoje entregou q as propinas da época de FHC colocam as do governo do PT no chinelo. Como é deprimente ver coxinhas mau caracteres defendendo o indefensável.

  3. É muito triste morar em um país em que todos os dias as principais notícias são: CORRUPÇÃO E VIOLÊNCIA. Você que tem pouca idade procure criar condições para ir embora para a Europa ou Estados Unidos.

    1. A pessoa procura o que acha, quem so procura desgraças vive assim mesmo, e achar que europa e estados unidos não existem estas coisas e ser coxinhas duas vezes.

    2. O mundo dos petistas não existe, só na ilusão deles. Afinal de acordo com os mortadelas dependentes da corrupção, o mundo é desonesto, o que justifica a desonestidade do PT.
      Ser coxinha duas vezes por optar pelos países da Europa e EUA, não tem preço, viva ser coxinha!!!
      Então ser mortadela por apoiar Cuba, Venezuela e países africanos com ditadura é a oitava maravilha do mundo. Que vão morar em Cuba, Venezuela e África. Também há opção da Coreia e Irã. Vão ser felizes por lá petistas

  4. Quem apostou e se envolveu com o PT, gananciou um império e vai colher a falência.
    Vão dizer, "sempre foi assim", precisamos deixar bem claro. Não, nunca foi assim:
    O Brasil nunca financiou obras em países com ditaduras.
    O Brasil nunca viu uma teia tão grande de corrupção.
    O Brasil nunca mergulhou em dias onde a ilegalidade e benefícios a 01 partido era ditados como lei.
    O Brasil nunca havia visto 01 partido ser considerado maior que toda nação.
    Vão blasfemar: "O PT tirou 36 milhões de pessoas da pobreza". Mentira! O PT deixou 12 MILHÕES de DESEMPREGADOS, que multiplicando por 02 já atinge 24 MILHÕES de pessoas.

    1. Outro coxinha cheio de informações da globo, não sabe de nada.

    2. cabral… e só quem sabe então é vc, né? Vai ver vc é aquele que "descobriu o Brasil"… Se liga Dr… vai trabalhar que a mamada acabou…

    3. Me divirto vendo o mortadela Cabral manter sua fictícia e distorcida visão da realidade.
      As pessoas falam em fatos e o petista viaja na mentira, sendo educado, digamos, ilusão.
      O PT não tem mais discurso, sem sustentação, sem financiadores, sendo desmoralizado a cada investigação, deixando um rastro inegável de milhões de desempregados.
      Como não resta nada aos petistas, eles usam a tática comunista/fascista de acusar os outros daquilo que eles são e praticam. Vem aí as eleições e a transformação do PT em partido sem representação, aguardem… Realmente o desespero é o que restou ao PT

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Polícia

Fugas em unidades prisionais são registradas em Natal e Caraúbas entre domingo e esta segunda

Dez fugas foram registradas no Rio Grande do Norte entre domingo(05) e a madrugada desta segunda-feira(06). Nove delas foram em Natal, no Complexo Penal Dr. João Chaves, na Zona Norte de Natal. Três foram recapturados. Em Caraúbas, um apenado fugiu da Cadeia Pública.

Na capital potiguar, os presos serraram uma grade que fica em um corredor, depois fizeram um buraco na parede e fugiram pelos fundos da unidade. Em Caraúbas, as grades de uma cela foram cerradas e foi usada uma corda improvisada, conhecida como “Teresa”, para escalar o muro da unidade. Na ocasião, um guariteiro percebeu a ação e atirou, inibindo a fuga de mais detentos.

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Finanças

Cerveró relatou propinas de mais de meio bilhão de reais desde 2002

nestor-cerveroFoto: Jorge William/16-4-2014

O ex-diretor internacional da Petrobras Nestor Cerveró apontou o pagamento de pelo menos R$ 564,1 milhões em propina envolvendo negócios da estatal e de uma de suas subsidiárias, a BR Distribuidora. Onze políticos são nominalmente citados como beneficiários dos desvios. Os detalhes estão na delação premiada de Cerveró, que está colaborando com a Justiça em troca de redução da pena. A cifra deve ser maior, uma vez que os valores não estão atualizados e não há informação de quanto foi pago em propina em parte dos negócios com irregularidades.

Individualmente, o valor mais alto se refere à aquisição pela Petrobras, em 2002, da empresa petrolífera argentina Pérez Companc. Segundo ele, o negócio rendeu US$ 100 milhões em propina para integrantes do governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Usando o câmbio de sexta-feira passada, mas sem correção monetária, a cifra chega a R$ 354 milhões.

Em 2007, outro negócio relativo à Pérez Companc voltaria a render propina, segundo Cerveró. Foi durante a venda da Transener, principal linha de energia que liga a Argentina de norte a sul e que era da Pérez Companc. Em 2003, Nestor Kirchner assumiu a Presidência da Argentina e, segundo Cerveró, fez pressão para a Petrobras vender a Transener. O negócio foi fechado com um amigo de um ministro da administração Kirchner e rendeu pelo menos US$ 300 mil (R$ 1,06 milhão) para Cerveró e outros US$ 300 mil para o lobista Fernando Antônio Falcão Soares, mais conhecido como Fernando Baiano. Mas, segundo o próprio Cerveró, a maior parte da propina ficou na Argentina.

De acordo com o ex-diretor da Petrobras, a compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, rendeu US$ 15 milhões (R$ 53,1 milhões) em propina para o ex-senador Delcídio Amaral, Fernando Baiano e o ex-diretor de Abastecimento da estatal Paulo Roberto Costa, entre outros. Mais R$ 4 milhões foram pagos a Delcídio em razão da reforma da refinaria. Em 2014, o Tribunal de Contas da União (TCU) concluiu que Pasadena causou um prejuízo de US$ 792,3 milhões (R$ 2,804 bilhões) à Petrobras.

A aquisição de sondas também levou ao pagamento de pelo menos US$ 24 milhões (R$ 84,96 milhões) em propina. Cerveró apontou como beneficiários o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o senador Jader Barbalho (PMDB-PA) e Delcídio, entre outros.

Segundo Cerveró, a compra de blocos de petróleo em Angola gerou propinas de R$ 40 milhões a R$ 50 milhões para a campanha presidencial do PT de 2006, quando Luiz Inácio Lula da Silva era candidato à reeleição. O ex-diretor da Petrobras disse que obteve essa informação de Manoel Vicente, presidente da Sonangol, empresa estatal de petróleo de Angola. As negociações do lado brasileiro teriam sido conduzidas pelo ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci.

Cerveró citou ainda várias propinas para Fernando Collor envolvendo negócios da BR Distribuidora. Seriam pelo menos R$ 26 milhões. Em algumas das negociações, porém, não há informação de valores. Ele também falou de propina, mas sem entrar em detalhes, para a campanha de alguns petistas, como Jaques Wagner, em 2006.

Além de propinas, Cerveró mencionou ingerências políticas, como a interferência da ex-ministra Ideli Salvatti para que a BR Distribuidora renegociasse uma dívida de R$ 90 milhões que a transportadora Dalçoquio tinha com a estatal. Outro ponto da delação é o prejuízo de US$ 40 milhões (R$ 141,6 milhões) com a interrupção da obra da fábrica de lubrificantes em Duque de Caxias (RJ). Disse ainda que o ex-ministro de Minas e Energia Edison Lobão ordenou o fundo de pensão da estatal, Petros, a investir no Banco BVA, que viria a falir.

Quando as primeiras informações da delação de Cerveró vieram a público, o ex-presidente Fernando Henrique soltou nota defendendo o ex-presidente da estatal Francisco Gros. “Na época o presidente da Petrobras era Francisco Gros, pessoa de reputação ilibada e sem qualquer ligação politico partidária. Afirmações vagas como essa, que se referem genericamente a um período no qual eu era presidente e a um ex-presidente da Petrobras já falecido, sem especificar pessoas envolvidas, servem apenas para confundir e não trazem elementos que permitam verificação”.

O Instituto Lula sempre rechaçou todas as acusações vindas de Cerveró, assim como o ex-ministro Jaques Wagner. Os presidentes do Senado, Renan Calheiros, e o afastado da Câmara, Eduardo Cunha, negaram ter recebido quaisquer vantagens indevidas. Os senadores Jader Barbalho e Edison Lobão adotam a mesma posição em relação a Cerveró. O senador Fernando Collor disse repudiar “os termos da delação que são absolutamente inverídicos”. Ideli Salvatti disse que Cerveró “mente em todas as suas declarações”. Apesar de ter feito delação premiada, o ex-senador Delcídio Amaral afirmou à Polícia Federal não ter recebido propinas.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Caso em 2002 fosse governo do PT a manchete seria: Desde 2002, ainda no governo do PT, Ceveró relata propinas de mais de meio bilhão de reais.
    Se engana quem quer. Aos desavisados e mau caracteres, essa bagatelinha foi durante o governo do Gá Gá FHC.

  2. Como nunca antes na história desse país, a corrupção envolveu tantos e com valores na casa dos bilhões.

    1. Sempre foi assim caro saraiva desde 1500, Leia mais um pouco, valeu!!!

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Jornalismo

Henrique Alves recebeu quase R$ 16 milhões de empreiteiras envolvidas em desvios no Petrolão

O atual Ministro do Turismo, Henrique Alves foi um dos políticos no Brasil que mais receberam doações de empresas enroladas assumidamente em desvios do maior escândalo de corrupção do mundo, o Petrolão. O potiguar recebeu R$ 15.600.000,00 em doações de empreiteiras, R$ 8.600.000,00 só da Odebrecht e a OAS.

O atual Ministro, em todas as oportunidades que foi citado, soltou nota afirmando que todas as doações foram legais e declaradas a justiça eleitoral, o que é verdade, todas essas doações constam na prestação de contas da campanha do ministro ao governo do RN em 2014.

O problema de Henrique não é esse, nem o dele e nem de todos que estão envolvidos nesse escândalo de corrupção. O problema é que o MPF está dizendo que a dinheirama que irrigou tudo que é campanha política pelo Brasil afora provenientes de doações de empreiteiras, foram frutos de dinheiro desviado da Petrobras e de obras da copa do mundo no Brasil em 2014.

Seguem algumas das principais doações:

Odebrecht

* R$ 5.500,000,00 em 2 doações durante a campanha.

 Queiroz Galvão

* R$ 5.250.000,00 em 7 doações durante a campanha.

 

OAS

* R$ 3.100.000,00 em 4 doações durante a campanha

Galvão Engenharia 

* R$ 500.000,00 em 2 doações

Andrade Guitierrez

* R$ 1.250.000,00 em 2 doações

TOTAL: R$ 15.600.000,00

 

Opinião dos leitores

  1. Eu votei em Eimael! Mas o presidente em exercício nomeou certas cartas marcadas já sabendo do envolvimento de todos em atos ilícitos como o ministro Henrique. Talvez para dar foro privilegiado como Dilma tentou fazer com Lula e agora está pagando o PATO. ….

  2. Eu nem sou COXINHA e muito menos MORTANDELA… Na verdade, Fico indignado, triste e até envergonhado com pessoas de minha família que foram as ruas pedir moralidade as autoridades por um BRASIL melhor. Resultados de toda essa palhaçada, É ver CANALHAS, LADRÕES traves tidos de CIDADÃOS Pregando moralidade e respeito através do bolsa família nos Partidos políticos em seus horários gratuito. Até quando vamos continuar assistir esse podre espetáculo? E vou mais, logo-logo pessoas do JUDICIÁRIO estarão atolados nesse lamaçal. Nós já vimos num passado recente Nicolau dos Santos desviando em São Paulo e uns Desembagadores do RN metendo a mão com força nos PRECATORIOS. Pegunto; ACREDITAR EM QUEM NESSE PARAISO?

  3. Temos que rir diante de uma situação dessas. Eu acho engraçado que a Sra. Laurita, sua atual esposa, quando tinha seu blog, vivia denunciando pessoas que não trabalhavam e recebiam seu vencimentos, colocando nomes de pessoas honestas e trabalhadoras, como saiu uma vez o meu da datanorte que ainda cumpro expediente de 8hs todos os dias e na minha vida toda de trabalho já prestes a me aposentar nunca ganhei esse valor trabalhando honestamente.
    Agora Sra. Laurita, explique esse valor que seu dignissimo marido recebeu para tentar se eleger governador do RN e mesmo assim não conseguiu e para bancar gastos de suas dondoquices.
    Denuncie agora QUERIDA

  4. Janot pediu busca e apreensão contra Aécio.
    Em delação, o ex-senador Delcídio do Amaral afirma que Aécio Neves teria atrasado o envio de documentos do Banco Rural à CPI dos Correios para poder "apagar dados bancários comprometedores" e evitar que a apuração sobre fraudes na instituição levasse a nomes do PSDB; o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, chegou a pedir uma ação de busca e apreensão no Senado, que foi abortada depois que a Casa garantiu que daria acesso irrestrito aos documentos.
    EU NÃO TENHO CULPA, VOTEI NO AÉCIO!
    HENRIQUINHO AGORA CAI?

    1. Achar que não tem culpa porque votou no Aecio e brincadeira. Coisas de coxinhas mesmo.

    2. Aécio é outro artista onde todos sabiam do envolvimento dele em furnas. Vou usar a frase do Senador Magno Malta" me acorde mamãe ".

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Política

Para PF, gravação mostra líder tucano Sérgio Guerra sabotando CPI

Morre o deputado Sérgio Guerra, de 66 anos, ex-presidente do PSDB, no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo. O deputado pernambucano lutava contra um câncer de pulmão que se espalhou para o cérebro. BRASÍLIA, DF, 21.09.2012: Fernando Rodrigues entrevista o deputado Sérgio Guerra. (Foto: Alan Marques/Folhapress)

Um vídeo gravado por câmeras de segurança comprova, segundo a Polícia Federal, uma reunião do então presidente do PSDB e senador Sérgio Guerra (PE) com o então diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e empreiteiros para enterrar a CPI da Petrobras em 2009.

No registro, que também tem áudio, Guerra afirma que “não vamos polemizar”, diz que tem “horror a CPI” e que considera “deplorável” um deputado “fazendo papel de polícia”. O tucano, que morreu em 2014, era um dos integrantes da comissão.

A Folha teve acesso a relatório da PF com a transcrição das conversas, que ocorreram no escritório de um amigo do lobista Fernando Soares, o Baiano, também presente.

Em sua delação premiada, Costa disse que Guerra pediu R$ 10 milhões para enterrar a CPI e que o pagamento foi feito pela empreiteira Queiroz Galvão.

Na reunião, participam um então executivo da Queiroz Galvão, Ildefonso Colares Filho, e um da Galvão Engenharia, Erton Medeiros. Presos na Operação Lava Jato em novembro de 2014, ambos foram soltos em 2015 por ordem do Supremo Tribunal Federal.

Não há, na transcrição da PF, conversa explícita sobre propina. Ouvidos sobre o vídeo, Costa e Baiano interpretaram um determinado trecho como sendo um acerto velado de pagamento.

Nesse ponto, eles conversavam sobre a defesa da Petrobras contra uma empresa que apresentava problemas. Guerra comenta: “Acho que a defesa não foi completa, a defesa não foi [o advogado] Antônio Fontes?”.

Depois, pergunta: “E aí, como é que tá [inaudível] bem?”. Colares responde: “Dando suporte aí ao senador, tá tranquilo”. Guerra diz: “Conversa aí entre vocês”.

Baiano diz que “as tratativas ilícitas eram ditas de forma velada, sem dizer ‘propina'”. Segundo ele, seria a reunião final para acertar detalhes do pagamento de R$ 10 milhões, que sairia do consórcio que construía a refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, composto por Queiroz Galvão e Galvão Engenharia.

Guerra deixa clara sua disposição em não avançar na CPI, segundo a transcrição.

O tucano afirma inclusive que seu então colega de partido, o senador Álvaro Dias (atualmente PV-PR), queria mandar “algumas coisas pro Ministério Público”, mas que ele tentaria “controlar isso”.

Guerra também chega a questionar Costa sobre atrasos nas obras e acusações de sobrepreço. O então executivo da Petrobras cita custos, exemplificando com a mão de obra, e diz que não havia irregularidades.

“Aí você vai na obra lá, tem refeitório com ar-condicionado, nutricionista e tal. Custa mais caro, custa.”

Guerra o tranquiliza: “Nossa gente vai fazer uma discussão genérica, não vamos polemizar as coisas. […] Eu tenho horror a CPI, nem a da Dinda [possível referência à investigação contra o então presidente Fernando Collor] eu assinei, é uma coisa deplorável, fazer papel de polícia. Parlamentar fazendo papel de polícia”.

OUTRO LADO

O PSDB informou, em nota que “não conhece a gravação e por isso não comentará, mas reitera seu apoio às investigações da Lava Jato”.

No fim de 2014, quando veio à tona a declaração de Paulo Roberto Costa sobre Sérgio Guerra, seu filho Francisco Guerra disse que não teria como falar com alguém que não está mais aqui. “Mas eu preservo o legado do meu pai com muita honra.”

A Queiroz Galvão informou que “não tem conhecimento do suposto vídeo e de seu conteúdo” e que não comenta investigações em andamento. A Galvão Engenharia nega as acusações e disse que Erton Medeiros já deu esclarecimentos às autoridades.

Opinião dos leitores

    1. A política esta tomada por negociatas e graças ao PT e sua desastrada ganância de apropriação dos recursos públicos, a maracutaia começou a ser revelada. Agora o jogo começa a ficar melhor, placar atual:
      PT 60 (indiciados/condenados) x OUTROS PARTIDOS 10 (investigados).
      Mas a culpa é de FHC.
      A Culpa é do mercado da China.
      A culpa é de Pedro Alvares Cabral.
      O PT tem a "alma mais honesta do Brasil" e a presidanta "honestíssima".

    2. Inocentes são:
      PMDB : TEMER, CUNHA, RENAN, ALVES E OUTROS…
      PSDB: FHC, AÉCIO, E OUTROS…

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Jornalismo

FAMÍLIA DE CAGUETAS: três filhos de Sérgio Machado fizeram delação premiada

Luciana Whitaker

 

A delação premiada de Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro, homologado por Teori Zavacski há dez dias, não inclui apenas o seu filho Expedito Neto, o Did, que gere um fundo de investimentos em Londres. O acordo abrange também dois outros filhos de Machado, Sérgio e Daniel — ambos, assim como Did e Sérgio pai, tiveram suas delações homologadas por Teori em 25 de maio.

No acordo de delação premiada de Did, há uma referência ao seu irmão Sérgio, que trabalhou por quase vinte anos no Credit Suisse, onde chegou a diretor e de onde saiu há dois meses. 

Expedito diz que consultou Sergio filho sobre investimentos. Mas, de acordo sempre com a delação, não revelou que o dinheiro do investimento era oriundo de propinas. Dizia que era relacionado aos negócios de educação da família e as atividades empresariais que possuía com seu irmão Daniel, também delator.

Esse seria o motivo de Sergio filho ter celebrado o acordo de colaboração — o temor em ser denunciado. Segundo interlocutores próximos da família, Sergio filho rompeu relações com a família no início da Lava-Jato.

Lauro Jardim

Opinião dos leitores

  1. Homi, ainda bem que tem esses caras…Já imaginou se eles não tivessem coragem? QUe entregue o PT, PMDB, PSDB e até o famoso PFG se tiver alguém da legenda envolvido também… QUem errou que espere a cipoada

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Política

Furacão Lava Jato atinge partidos tradicionais a quatro meses da eleição

Talita Bedinelli, El País

“Renan, não sobra ninguém, Renan! Do Congresso, se sobrar cinco ou seis, é muito. Governador, nenhum”. A frase, dita pelo ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado em uma conversa gravada com o presidente do Senado, Renan Calheiros, pode até ser exagero. Mas poderia muito bem representar a percepção do brasileiro em relação ao sistema político atual. O que até pouco tempo parecia se concentrar mais no PT, se esparramou para as principais legendas. Conforme as investigações da Operação Lava Jato, iniciada em março de 2014, avançam e se aproximam da casta política dos partidos tradicionais, que sempre pareceu intocável. A sensação é de que o sistema político brasileiro parece estar à beira de um colapso e, com seus principais nomes sob suspeita, enfrenta danos cada vez maiores a suas imagens. E a pergunta que fica é: os partidos conseguirão sobreviver a isso?

Só nas últimas semanas, as gravações feitas por Machado, um ex-aliado do PMDB e do PSDB que se tornou delator na Lava Jato, comprometeram ainda mais não só Calheiros, mas Romero Jucá, presidente nacional do PMDB, que acabou afastado do cargo de ministro, e Aécio Neves, presidente nacional do PSDB, que nesta quinta-feira foi alvo de um novo pedido de investigação feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Além deles, o principal nome do PT, Luiz Inácio Lula da Silva, também já é investigado, assim como outro peemedebista de peso, Eduardo Cunha, que se tornou réu na operação e acabou afastado da presidência da Câmara pelo Supremo Tribunal Federal.

O desgaste na imagem dos partidos não é causado apenas pelo envolvimento de seus quadros com a corrupção. Mas os escândalos ajudam a piorar uma situação que nos últimos anos já não é das melhores. A última pesquisa Datafolha sobre a próxima corrida presidencial, feita em abril deste ano, mostra que os principais nomes presidenciáveis despertam cada vez menos paixões. Aécio Neves, por exemplo, que quase ganhou de Dilma Rousseff na última eleição, tem caído nas preferências desde dezembro do ano passado, quando tinha 27% das intenções de voto -hoje tem 17%. Geraldo Alckmin, outro do PSDB presidenciável, também tem recuado -foi de 14%, em dezembro, para 9%, em abril. O mesmo aconteceu com o outro nome forte do partido, José Serra -foi de 15% para 11%, no mesmo período. Os três chegaram a ser vaiados numa manifestação que pedia o impeachment de Rousseff neste ano. Lula é o único que parece caminhar um pouco na contramão, viu suas chances subirem de 17%, em março, para 21%, em abril.

Opinião dos leitores

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Jornalismo

“Quem estiver envolvido na Lava Jato vai ter que entregar o cargo” diz Ministro forte de Temer

Da direita para esquerda: Padilha, Temer, Henrique e Romero Jucá, que já caiu.

 

Na tentativa de melhorar a confiança na economia antes da votação final do impeachment, o presidente interino, Michel Temer, pretende lançar um pacote de “medidas de impacto” no curto prazo para geração de emprego e retomada do crescimento.

É o que afirma o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha. Em entrevista à Folha, Padilha, 70, disse que o governo também estuda melhorar o ambiente para atrair investimentos do setor privado.

Entre as ideias, estão a revisão das regras para exploração do pré-sal e a total abertura das empresas aéreas para grupos estrangeiros. A possível liberação da compra de terras por estrangeiros também está no radar.

Para o chefe da Casa Civil, a Operação Lava Jato, que pode comprometer outros ministros de Temer, não vai desestabilizar o governo. Quem for envolvido terá de entregar o cargo, segundo ele.

 

Opinião dos leitores

  1. Esse cabral e a concorrencia da Globo pois não tira esse nome da boca da boca dele so sai : Globo, Coxinha, Golpista Aecim. vai procurar um tratamento Psiquiátrico ou Exorcista ?????????

  2. PMDB participou de todo Governo Lula e Dilma, com cargos importantes em praticamente "TODOS" os ministérios, acho pouco, se uniu ao PSDB, DEM, pra derrubarem o governo Dilma, certamente estava achando pouco a participação.

  3. A globo enganou os pobres coitados dos coxinhas. No final se tiver final todos irão constatar que o unico inocente pagou pela quadrilha que armou o golpe. Vai tudo dar em pizza.

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Judiciário

Sérgio Moro proferiu 105 condenações. STF, nenhuma

Fábio Pozzebom/ABr

JOSIAS DE SOUZA

O cronista Nelson Rodrigues costumava dizer que o mais exasperado problema do ser humano é o medo do rapa. “Cada um de nós vive esperando que o rapa o lace, o recolha, na primeira esquina”, ele escreveu. No Brasil de hoje, Sérgio Moro virou uma espécie de rapa da oligarquia política e empresarial. Nesse meio, o juiz da Lava Jato instila pânico.

Graças à morofobia, personagens como Eduardo Cunha e Lula revelam-se capazes de tudo para que seus processos permaneçam no STF, o foro dos suspeitos privilegiados. Receiam ser presos. No intervalo de dois anos, dois meses e 19 dias, tempo de duração da Lava Jato, Sérgio Moro já proferiu 105 condenações. Juntas, somam 1.140 anos, 9 meses e 11 dias de prisão. No STF, não há vestígio de condenação. (veja no quadro abaixo os feitos que a força-tarefa da Lava Jato obteve em Curitiba)

LavaJatoMoro

Entre agosto e setembro de 2014, os delatores Paulo Roberto Costa e Alberto Yousseff jogaram no ventilador os nomes de 28 congressistas —sete senadores e 11 deputados federais. Esse pedaço da investigação subiu para o Supremo. Desde então, avolumaram-se as delações e os suspeitos com direito a foro privilegiado.

Hoje, correm no STF 70 processos relacionados à Lava Jato. Desse total, 59 estão na fase de inquérito. Neles, são investigados 134 acusados. Outros 11 processos foram convertidos pelo procurador-geral Rodrigo Janot em denúncias formais, envolvendo 38 políticos. Por ora, o único denunciado que o Supremo converteu em réu foi Eduardo Cunha. E não há prazo para o julgamento da ação penal protagonizada pelo deputado. (veja abaixo os dados sobre o pedaço da Lava Jato que corre em Brasília)

A pedido da Procuradoria, o STF afastou Cunha do exercício do mandato e da poltrona de presidente da Câmara. Mas ele mantém as prerrogativas de deputado, que impedem Moro de alcançá-lo. Conserva também o acesso às mordomias propiciadas pela presidência da Câmara e o controle sobre sua milícia parlamentar, que lança mão de manobras para retardar o julgamento do pedido de cassação do seu mandato, na pauta do Conselho de Ética da Câmara há sete meses.

LavaJatoSupremo

O que há de mais alvissareiro na Lava Jato é a percepção de que o banquete da corrupção desandou. Os órgãos repressores do Estado investigam, prendem e condenam pessoas que estavam acostumados a viver num país em que, acima de um certo nível de renda e poder, ninguém era importunado.

Deve-se sobretudo à aplicação de Sérgio Moro, dos agentes federais, procuradores e técnicos que integram a força-tarefa de Curitiba a derrubada do escudo invisível que protegia os maus costumes. Montou-se uma espécie de usina trituradora de delinquentes. Foram em cana brasileiros que se julgavam invulneráveis. Em troca de favores judiciais, muitos tornaram-se delatores.

Empreteiros que se habituaram a sufocar investigações em tribunais superiores fizeram pouco da Lava Jato. Presos, recorreram. Uma, duas, três, quatro vezes. E nada. Amargaram condenações draconianas. Marcelo Odebrecht, por exemplo, foi condenado por Moro a mais de 19 anos de cadeia. Com receio de mofar no xadrez como versões petroleiras de Marcos Valério, os mandarins das construtoras também se tornaram colaboradores da Justiça.

Os maiores ficaram para o final. Retardatários, executivos de empresas como Odebrecht e OAS terão de levar à mesa segredos cabeludos se quiserem obter vantagens como redução da pena. Eles já expõem na bandeja escalpos como o de Dilma, Lula, Renan, Sarney, Cunha, Jucá, Aécio e um inesgotável etcétera.

Cercados pela investigação de Curitiba, operadores como Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro, entregam os podres dos padrinhos de Brasília. O serviço da Procuradoria-Geral da República e do STF aumenta. A responsabilidade também. Soltos, políticos que são parte do problema fazem pose de solução. Pior: continuam operando.

Relator da Lava Jato no STF, o ministro Teori Zavascki tem sobre a mesa um lote de pedidos de providência formulados pela Procuradoria. Talvez devesse priorizá-los. A bandidagem parlamentar precisa de um rapa que a lace, que a recolha, na primeira esquina.

 

Opinião dos leitores

  1. Pena que o magistrado citado na matéria tenha coletado "delações" com o individuo em cárcere, rasgado a CF em várias ocasiões e tenha sido picado pela mosca azul… infelizmente existe a grande possibilidade dessa operação ser anulada por vícios. Lembram da finada Satiagrahra (delegado Protógenes e Daniel Dantas)??? Por muito menos ela teve esse fim…
    Não defendo impunidade. Só que tudo tem que ser feito no estrito rigor da lei e quem tiver cometido crime que responda.
    Vamos esperar porque daqui a uns 10 anos – com o devido distanciamento temporal – saberemos o quanto a LJ foi importante para o Brasil…

  2. Todos soltos os poucos que ainda restam presos estão delatando mentiras e fazendo as malas e indo para casa. O objetivo já foi alcançado, deram o golpe e agora pizza para todos. Se o Moro brincar vai ser sacrificado como o PT foi.

    1. Acorda Cabral !!! Você tem o discurso igual ao do "companheiro" Maduro. A culpa é sempre dos outros, não importam os fatos.

  3. Ainda voltarei à verdadeira organização criminosa, cujo cabeça, reincidente, é o escroque Alberto Youssef, com pequeno estado maior de altos burocratas, e um pelotão de escoteiros, tipo Fernando Baiano.

  4. Pelo último levantamento que fiz na página da Lava-Jato: políticos indiciados, mesmo, não obstante o estardalhaço contra o PT desde o início, tem a seguinte distribuição:

    PP = 32 indiciados;
    PMDB (cujo presidente eterno é o Temer!) = 9;
    PTB = 2;
    SD = 1.

    (Do PSDB, por enquanto só se fez menção a um morto… Precisa desenhar?)

    O PT tem 10, mas descontando as óbvias provocações (Lula, Gleisi, Lindberg) e os condenados André Vargas, Delcídio, Vaccareza e o bode expiatório de sempre, o Dirceu, sobram 3 gatos pingados sem qualquer expressão e que, como André Vargas, não comprometem o partido: foi roubo solo, por assim dizer.

    Mas, desde o início, a Lava Jato e a Globo jogaram a organização criminosa no colo do PT.

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Jornalismo

Ao nomear ministros suspeitos, Temer jogou óleo na pista

Sérgio Lima/FolhaDesde que Michel Temer assumiu o volante, não há semana em que não seja obrigado a parar no acostamento. Já desembarcaram dois ministros: Romero Jucá (Planejamento) e Fabiano Silveira (Transparência). Nesta segunda-feira, achega-se à porta o terceiro: Henrique Eduardo Alves (Turismo) apalpou verbas sujas oriundas da Petrobras, informou ao STF o procurador-geral Rodrigo Janot.

Ao cercar-se de suspeitos e de seus prepostos, Temer jogou óleo na própria pista. Agora, derrapa constantemente num instante em que se esperava que exibisse um itinerário confiável. Em entrevista, o ministro Eliseu Padilha declarou: “Na Lava Jato, se aparecer alguém do governo, já se sabe qual a posição do presidente: é que a pessoa deixe a equipe.”

Desse modo, acredita Padilha, o governo “não será atingido diretamente de nenhuma forma, fica preservado.” O raciocínio de Padilha é manco e ilusório. É manco porque nos dois primeiros desembarques ficou evidente o desejo de Temer de proteger os auxiliares enrolados. É ilusório porque o governo já foi atingido. Ninguém nomeia tantos suspeitos impunemente.

Perguntou-se a Padilha: Qual será o legado do governo Temer?
E o ministro: “…Sair do desajuste fiscal em que nos encontramos e contribuir para que a corrupção seja erradicada do serviço público.”

De duas, uma: ou Temer guarda na gaveta uma agenda secreta que inclui o extermínio do seu PMDB ou a ideia de erradicar a roubalheira é apenas uma evidência do insuspeitado talento de Eliseu Padilha para a comédia. Agora mesmo, o governo articula a entrega do comando da Eletrobras a um apadrinhado de Renan Calheiros.

JOSIAS DE SOUZA

Opinião dos leitores

  1. Agora eu entendi o que ele quis dizer quando disse "QUE SABIA LIDAR COM BANDIDOS."
    kkkkkkkkkkkkk

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Denúncia

Henrique Alves recebeu recurso do petrolão, diz Janot

O ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, palestra no 14º Fórum Panrotas - Tendências do Turismo

Reportagem de capa da Folha de São Paulo desta segunda-feira tem como destaque o Ministro Potiguar Henrique Alves.

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou ao STF (Supremo Tribunal Federal) que o ministro Henrique Eduardo Alves (Turismo) atuou para obter recursos desviados da Petrobras em troca de favores para a empreiteira OAS.

Parte do dinheiro do esquema desbaratado pela Operação Lava Jato teria abastecido a campanha de Alves ao governo do Rio Grande do Norte em 2014, quando ele acabou derrotado.

A negociação envolveria o deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro. As afirmações da Procuradoria constam do pedido de abertura de inquérito para investigar os três, enviado no fim de abril ao Supremo, mas até hoje mantido sob sigilo.

No despacho obtido pela Folha, Janot aponta que Cunha e Alves atuaram para beneficiar empreiteiras no Congresso, recebendo doações em contrapartida.

“Houve, inclusive, atuação do próprio Henrique Eduardo Alves para que houvesse essa destinação de recursos, vinculada à contraprestação de serviços que ditos políticos realizavam em benefício da OAS”, escreveu Janot.

“Tais montantes (ou, ao menos, parte deles), por outro lado, adviriam do esquema criminoso montado na Petrobras e que é objeto do caso Lava Jato”, completou.

É a primeira vez que Janot liga os repasses feitos para Alves aos desvios ocorridos na Petrobras. O peemedebista foi ministro do Turismo do governo Dilma e voltou ao cargo com Michel Temer.

Como o processo se encontra oculto, não há informações se houve decisão do ministro do Supremo Teori Zavascki pela abertura do inquérito. As suspeitas são de corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro.

A investigação tem como base mensagens apreendidas no celular de Pinheiro.

Janot diz que Cunha recebeu valores indevidos, em forma de doações oficiais, por ter atuado em favor de empreiteiras. O mesmo teria ocorrido com o ministro.

“Verificou-se não apenas a participação de Henrique Eduardo Alves nesses favores, como também o recebimento de parcela das vantagens indevidas, também disfarçada de ‘doações oficiais'”.

Entre 10 e 23 de outubro de 2014, houve ao menos oito pedidos de recursos para Alves, feitos por Cunha a Pinheiro. Também há cobranças diretas do atual ministro ao empreiteiro.

Alves, segundo a PGR, prometeu ao comando da OAS atuar junto ao Tribunal de Contas da União e ao Tribunal de Contas do Rio Grande do Norte, onde a empreiteira tinha pendências.

As mensagens também citam diversos encontros dos empreiteiros com Alves.

Na prestação de contas da campanha de Alves, há o registro do recebimento de R$ 650 mil da OAS. Além disso, outros R$ 4 milhões, doados pela Odebrecht, são considerados suspeitos por Janot, porque as doações teriam sido feitas a pedido de Cunha para um posterior acerto da Odebrecht com a OAS.

TEMER

O pedido de inquérito também cita outros nomes fortes do governo Temer, como o próprio presidente interino, o ministro Geddel Vieira Lima (Secretaria de Governo) e Moreira Franco (secretário-executivo do Programa de Parcerias de Investimento).

Janot faz referências a doação de R$ 5 milhões que Pinheiro teria feito a Temer e afirma que o pagamento tem ligação com a obtenção da concessão do aeroporto de Guarulhos, atualmente com a OAS.

“Léo Pinheiro afirmou que explicaria, pessoalmente, para Eduardo Cunha [sobre a doação], mas que o pagamento dos R$ 5 milhões para Michel Temer estava ligado a Guarulhos”, escreveu Janot.

O procurador-geral, porém, não pede especificamente para investigar esses fatos relacionados a Temer nem diz se entrarão no objeto do inquérito.

*

CONVERSAS INDISCRETAS
Para Procuradoria, mensagens de celular mostram Henrique Eduardo Alves e Cunha pedindo doações à OAS

OS ENVOLVIDOS
Henrique Eduardo Alves, ministro do Turismo (PMDB-RN)
Eduardo Cunha, deputado federal afastado (PMDB-RJ)
Léo Pinheiro, ex-presidente e sócio da OAS condenado a 16 anos

22.jun.2013
Henrique Eduardo Alves (para Léo Pinheiro): Charles [não identificado] poderia me procurar seg cedo em casa? la marcaria com Pres TC, irmão do Garibaldi. Discutiríamos problema. Se ele puder, 8 e 30!Ok

14.jul.2013
Henrique Eduardo Alves (para Léo Pinheiro): Seg, em BSB, vou pra cima do TCU. Darei notícias!

Segundo a Procuradoria, o ministro diz que procurará o então presidente do Tribunal de Contas do Rio Grande do Norte, Paulo Roberto Chaves Alves, irmão do senador Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), para resolver demandas da OAS

26.mar.2013
Léo Pinheiro (para Antonio Carlos Mata Pires, sócio da OAS):Henrique Alves me ligou x nossa negociação com o América de Natal.Falo-me do nOde cadeiras: 1650 para 2000 E do valor mensal: 50mil para 100mil. Vc vê com Cadu? Bjs.

Segundo a Procuradoria, Pinheiro relata conversa que teve com Alves sobre negociação de cadeiras com o time de futebol América de Natal

10.out.2014
Eduardo Cunha: Vê Henrique seg turno
Léo Pinheiro: Vou ver

13.out.2014
Eduardo Cunha: Amigo a eleição e semana que vem preciso queveja urgente…

15.out.2014
Eduardo Cunha: Henrique amigo?
Léo Pinheiro: Está muito complicado
Eduardo Cunha: Mas amigo tem de encontrar uma solução senão todo esforço será em vão

16.out.2014
Henrique Eduardo Alves (para Léo Pinheiro): Amigo, como Cunha falou, na expectativa aqui. Abs e Obrigado

17.out.2014
Eduardo Cunha: Amigo qual a saída para Henrique?
Léo Pinheiro: Infelizmente não tenho

21.out.2014
Eduardo Cunha (para Léo Pinheiro): Deixa falar tive com Junior pedi a ele paradoar por vc ao henrique acho que ele fará algo. Tudo bem?
Eduardo Cunha: Preciso que de um reforço ao Junior ao menos 1 dele da. Sua contaprecisava de emergência

23.out.2014
Eduardo Cunha (para Léo Pinheiro): Ok bom tocando com junior qui na pressão ele vai resolver e se entende com vc

Segundo a Procuradoria, “Junior” é Benedicto Barbosa Silva Júnior, ex-presidente da Odebrecht Infraestrutura

Opinião dos leitores

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Jornalismo

Novo vídeo apreendido pela polícia mostra agressores atacando menor no Rio

Na tarde da última sexta-feira, a Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (Dcav) deu um importante passo para elucidar o crime que chocou o país. Numa busca e apreensão expedida pela Justiça, os investigadores conseguiram arrecadar o telefone celular que o acusado Raí de Souza, de 18 anos, usou para gravar o vídeo que escandalizou e viralizou na internet. O aparelho, que o rapaz dizia ter jogado fora, estava guardado na casa de um amigo, Madureira, Zona Norte da cidade. Nele, a polícia encontrou provas inequívocas de como aconteceu uma parte da sessão de estupro coletivo a que a adolescente C.B., de 16 anos, foi submetida na manhã do último dia 21, num barraco fétido no Morro da Barão, em Jacarepaguá. Além do vídeo que já havia sido publicado, uma outra gravação feita, juntamente com outros dois traficantes, os algozes introduzem objetos nas partes íntimas da menina desacordada.

Num desses vídeos, C.B. tenta recuperar a consciência durante o ataque. O site de VEJA apurou que, em determinado momento, a menina, inconsciente, chegou a implorar que parassem. Mas, em seguida, foi humilhada por um dos criminosos com xingamentos.

Em outra gravação encontrada no celular de Raí, fica claro que um protesto em apoio aos suspeitos, na semana passada, nas ruas de acesso à favela de Jacarepaguá, só aconteceu por ordem do tráfico, que prometeu retaliar moradores e mototaxistas que se recusassem a aderir.

Na edição de VEJA desta semana, uma reportagem especial remontou passo a passo do estupro coletivo ocorrido na favela de Jacarepaguá. A jovem saiu de casa por volta de 1 hora da manhã e ficou em um baile funk bebendo uísque com energético e usando cheirinho-da-loló. Já de manhã, por volta das 7 horas, ela e uma amiga foram para uma casa com dois homens: Lucas Perdomo (jogador do Boavista, que chegou a ser preso e depois foi solto), e Raí, que continua preso. Foi ele o autor da filmagem que chocou o país.

Os quatro ficaram na casa até 10 horas da manhã, quando decidiram sair. A menor, inconsciente, ficou. E dali foi levada para uma outra casa, por um traficante identificado como Moisés Camilo de Lucena, o Canário. Neste momento, vários traficantes (testemunhas falam em pelo menos nove) entraram no imóvel, que na favela é chamado de “abatedouro”. Foi neste local que Raí e outros criminosos fizeram as filmagens da jovem desacordada.

A reportagem de VEJA revela também que, no ano passado, C.B. havia sido estuprada no mesmo Morro da Barão, por um criminoso identificado como Carlinhos. Na época, ele chegou a ser amarrado com fita crepe mas, quando seria executado, foi perdoado pela vítima. Foi nesta mesma favela que, em novembro de 2015, uma outra menina, A.C, de 14 anos, acabou sendo atacada por um bandido durante uma orgia. Após reclamar da sujeira do local e do parceiro, ela levou um tiro na cabeça. A vítima sobreviveu e o inquérito está na 28ª DP (Campinho).

VEJA

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Economia

‘Economia brasileira está como a de um país em guerra civil’, diz professor do MIT

Roberto Rigobon, professor do MIT

O Brasil não está em guerra civil, mas o estado atual de sua economia é como o de um país conflagrado, de acordo com Roberto Rigobon, professor de economia aplicada do Massachusetts Institute of Technology (MIT). “Em uma guerra civil é assim: há muita inflação e a economia se estanca”, diz. “Na economia, o governo Dilma foi catastrófico.”

Rigobon, que é venezuelano, define como “patética” a política externa adotada pelo Brasil nos últimos anos. O país, avalia, se omite em momentos em que ele deveria assumir um papel que lhe seria natural, o de líder da América Latina. “Parece que o Brasil tem medo de se comprometer e tomar decisões e ações duras, que cabem a um líder”, afirma. Em vez disso, argumenta Rigobon, o Brasil gosta de se cercar “do pior do mundo” – e ele põe na lista Argentina, Rússia e sua Venezuela natal. “Só falta firmar um acordo de intercâmbio com a Coreia do Norte”, ironiza.

Veja entrevista concedida a Veja AQUI

Opinião dos leitores

  1. “Na economia, o governo Dilma foi catastrófico.” Cabral vai dizer que é mentira! kkkkkkkkkkkkkkkkkk

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