O secretário geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Jens Stoltenberg, acusou a Rússia de prolongar a guerra na Síria ao apoiar o presidente Bashar al-Assad e convocou Moscou a se unir à coalizão que lutar contra militantes do grupo Estado Islâmico. As declarações foram dadas nesta segunda-feira numa assembleia da Otan.
Stoltenberg diz que a violação do espaço aéreo da Otan e da Turquia pela Rússia é inaceitável e que a aliança está preocupada “com o avanço militar substancial (no número de tropas), com os bombardeios e com os ataques de mísseis de cruzeiro” realizados no Oriente Médio. O secretário geral nota que diversos países da região e aliados da Otan participam da missão liderada pelos Estados Unidos contra os insurgentes e pediu que Moscou “tenha um papel construtivo na luta contra o Estado Islâmico”.
Comunicamos ao público que toda a programação da Festa do Boi 2015 agendada para esta segunda-feira (12) está suspensa.
O show infantil previsto para acontecer na Arena de Shows foi transferido para o próximo domingo (18), data de encerramento do evento.
Informamos ainda que todas as adequações solicitadas pelo Corpo de Bombeiros foram realizadas reforçando ainda mais a segurança dentro do Parque, entre elas contratação de três carros Pipa e desativação das centrais de gás.
A Anorc – Associação Norte-riograndense de Criadores solicitou nova vistoria e adotará as medidas judiciais cabíveis para devolver ao povo a maior festa do RN.
Confiantes na Justiça, em breve esperamos informar a reabertura dos portões para a continuidade da Festa do Boi 2015.
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Feriadão violento nas cidades jurisdicionadas ao Instituto Técnico e Científico de Polícia-ITEP, Unidade Regional de Mossoró. De acordo com o livro de registro de ocorrências daquele órgão, quinze corpos já passaram no setor de necropsia de sexta-feira, dia 09, até este domingo, dia 11.
Dos corpos necropsiados, cinco foram assassinados por projéteis de arma de fogo, um suicídio por enforcamento e oito morreram em acidentes nas rodovias federais e estaduais de nossa região.
Em busca de uma “alma gêmea”, a professora aposentada Judith Stillwell, de 61 anos, conheceu um homem por meio de um site de paquera. Encantada com Ovi Elias, que dizia ter 62 anos, ela logo marcou um encontro e, três anos depois, já estava casada e morando com ele em Ashington, na Inglaterra. Mas o “conto de fadas” acabou assim que ela descobriu que o homem tinha 46 amantes em diversos países.
A professora soube que Ovi se chamava, na verdade, Steve, e tinha 47 anos. Ela começou a desconfiar quando viu um bilhete para a Austrália quando o marido teria ido para Dubai. Logo em seguida, Judith recebeu diretamente uma mensagem de uma mulher que mora na Oceania.
“No recado, essa mulher dizia que Steve tinha se descuidado do computador e ela havia encontrado uma lista com 47 mulheres, incluindo nós duas, espalhadas em diversos países”, contou a professora, em entrevista ao site “Daily Mail”.
Judith ainda caiu em outro golpe. Ela deu ao homem o equivalente a R$ 150 mil para que o marido “fizesse urgentes viagens de negócios” ao exterior. “Ele estava voando para encontrar mulheres que financiassem o seu estilo de vida, como eu”, lamentou.
– Os portões do Parque de Exposições Aristófanes Fernandes, palco da Festa do Boi, em Parnamirim, estão temporariamente fechados.
– A Anorc – Associação dos Criadores do RN trabalhou nas adequações solicitadas pelo Corpo de Bombeiros. Recebeu novo relatório de vistoria e encaminhou às autoridades.
– Aguardamos a apreciação judicial e esperamos, confiantes na justiça, a reabertura do maior evento popular do Estado, pilar da agropecuária potiguar com seus 53 anos de tradição.
– Reafirmamos nosso compromisso com o público, parceiros, expositores e criadores. Pedimos a compreensão de todos e informaremos imediatamente quando o parque for reaberto.
Em posts anteriores, falou-se que o fechamento da Festa do Boi foi bom para alguns políticos, ou coisa parecida, eu não sou muito ligado a politica, mas gostaria que desse nomes a estes políticos que "torcem" pelo insucesso da Festa do Boi.
Cerca de 160 mil pessoas são esperadas nesta segunda-feira (12) no Santuário Nacional Aparecida, na cidade de Aparecida (SP), no Vale do Paraíba, para as comemorações do Dia da Padroeira do Brasil.
Desde sábado, estão ocorrendo diversas atividades, celebrações e homenagens à padroeira. Hoje pela manhã, por exemplo, houve uma missa especial para as crianças. Celebrada no altar central da Basílica de Aparecida, a missa das 7h contou com a participação ativa das crianças no coral, nas leituras, no ofertório e na entrada solene da imagem de Nossa Senhora. A partir das 9h, ocorreu a tradicional missa solene, que reuniu fiéis e romeiros de várias partes do país.
A programação de hoje teve início com uma vigília à 0h e termina com um show pirotécnico, que ocorre após a missa de encerramento, às 19h. Pouco antes da missa, às 18h, os fiéis participam de procissão solene.
A expectativa da organização do evento é que 400 mil pessoas passem pelo Santuário entre sábado e hoje.
Na casa de paredes ásperas e sem pintura que divide com a mulher e os dois filhos, o pescador Juan Alberto Valdez Rodriguez se lembra de quando as carroças e bicicletas que trafegam pela vizinhança deram lugar a uma longa fila de carros escoltados por viaturas policiais.
passagem da comitiva – que incluía a presidente Dilma Rousseff e outros dois líderes sul-americanos – se devia à inauguração, em janeiro de 2014, da maior obra em Cuba desde a Revolução de 1959, a reforma do porto de Mariel. A cargo da empreiteira brasileira Odebrecht, a obra contou com um empréstimo de US$ 802 milhões (R$ 3,1 bilhões) do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social).
“Achei que depois daquele dia tudo mudaria: teríamos mais dinheiro, mais oportunidades, mais investimentos”, diz Rodriguez, morador de uma vila vizinha ao porto, a 40 quilômetros da capital Havana.
A reforma de Mariel foi uma etapa crucial da maior aposta do governo Raúl Castro para atrair investimentos estrangeiros e estimular a economia cubana: a criação de uma zona econômica especial numa área de 465 quilômetros quadrados vizinha ao porto, projetada para abrigar um parque industrial e um centro logístico.
A modernização do porto deixou muitos moradores de Mariel esperançosos de que a cidade de 40 mil habitantes, até então um modesto entreposto comercial bastante dependente de recursos estatais, viveria dias mais prósperos.
Vinte meses após a inauguração de Mariel e a criação da zona especial, porém, Rodriguez e vários outros moradores disseram à BBC Brasil que quase não houve benefícios para a cidade e que continuam a lidar com problemas comuns a outros pontos do país.
“Se você vai buscar comida no mercado, não há. Se vai buscar frango, não há. Dinheiro, não há. Aqui não há nada”, afirma o pescador.
Embora o porto já esteja funcionando a pleno vapor e a reaproximação entre Cuba e os Estados Unidos tenha feito muitos empresários voltarem as atenções para a ilha caribenha, até agora nenhuma indústria se instalou na zona especial.
Para analistas, a manutenção do embargo econômico dos Estados Unidos e as complexas regras para investimentos estrangeiros em Cuba fazem com que empresários resistam a investir em Mariel.
Já a agência que administra a área diz que sete empresas – duas estatais cubanas e cinco pequenas companhias estrangeiras (nenhuma do Brasil) – tiveram seus projetos aprovados e começarão a operar ali em 2016.
Financiamento ‘secreto’
O financiamento do BNDES ao porto de Mariel se tornou objeto de disputa na última campanha presidencial brasileira. Políticos da oposição, entre os quais o então candidato tucano Aécio Neves, condenaram o repasse de dinheiro público brasileiro à obra.
Na inauguração do porto, Dilma afirmou que Mariel simbolizava a “amizade duradoura” entre Brasil e Cuba. Em dezembro passado, ela disse que o anúncio de que Washington e Havana retomariam os laços diplomáticos reforçaram a importância da obra “para a região e para o Brasil”.
Em nota à BBC Brasil, o BNDES diz que o empréstimo – com prazo de 25 anos para ser quitado – vem sendo pago normalmente e gerou empregos e receitas no Brasil, tendo mobilizado uma “extensa cadeia de fornecedores de bens e serviços nacionais”. Segundo o banco, o ritmo de outras obras associadas ao empreendimento “não comprometem a pertinência e o cumprimento dos objetivos” do financiamento.
A Odebrecht afirma que já encerrou seus trabalhos no porto e que está estudando opções de investimento na zona especial.
Um acidente fortíssimo foi registrado em uma corrida que fazia parte da programação oficial da tradicional Bathurst 1000, na Austrália. Logo na primeira corrida do dia, o piloto Damien Flack colidiu contra o muro, em plena reta, capotou e o que sobrou do seu carro pegou fogo.
Para piorar a situação, quem tocou a traseira de Flack, em plena reta mais rápida do circuito, foi justamente o irmão dele, Adrian. O fortíssimo acidente causou bandeira vermelha imediatamente.
De acordo com os primeiros relatórios médicos, o piloto escapou do acidente apenas com algumas costelas quebradas e o pulmão perfurado. Este não foi o primeiro acidente visto em Bathurst nesta semana. O piloto Chaz Mostert quebrou a perna após colisão na mesma pista.
A população de Natal mais uma vez resolveu fazer justiça com as próprias mãos. Nesse domingo (11), um homem que supostamente estava arrombando um comércio no bairro do Planalto, na zona Oeste da capital, foi linchado por moradores da região.
Segundo informações da PM, o homem, que não teve o nome revelado, foi detido pela população quando tentava invadir uma cigarreira. Revoltadas com a situação, algumas pessoas amarraram o suspeito e começaram a agredi-lo.
O homem só parou de apanhar com a chegada da Polícia Militar e do Samu, que fez os primeiros atendimentos e depois o levaram para o hospital.
A Volkswagen anunciou hoje (12) que vai recolher quase 2 mil veículos na China – o maior mercado de automóveis do mundo, em meio ao escândalo da manipulação dos motores diesel.
O grupo Volkswagen entregou 3,67 milhões de veículos na China no ano passado. Serão recolhidos apenas os veículos a diesel vendidos para o país: 1.946 Tiguan compact SUV e quatro Passat B6, segundo um comunicado da empresa citado pela agência AFP.
A empresa foi acusada, em meados de setembro, de falsificar dados sobre o desempenho dos motores em termos de emissões de gases poluentes por meio de um software incorporado no veículo.
A Volkswagen reconheceu ter falsificado os dados e anunciou que 11 milhões de veículos do grupo em todo o mundo têm equipamento que permite alterar o desempenho dos motores em termos de emissões para a atmosfera. O escândalo levou à demissão do presidente executivo do grupo, Martin Winterkorn, substituído por Matthias Mueller.
O fabricante alemão reiterou hoje as informações constantes de comunicados anteriores emitidos pelas suas principais joint-venture na China de que nenhum dos veículos que produziram localmente foram afetados.
Agência Brasil
Em meio ao ajuste fiscal, a maioria dos servidores do Executivo Federal já fechou acordo salarial com o governo. Segundo o balanço mais recente do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, mais de 750 mil servidores, que representam cerca de 61% do total de 1,22 milhão de funcionários, já assinaram a proposta do governo. A oferta do Executivo é um reajuste de 10,8% escalonado em dois anos. A primeira parcela será paga somente em agosto de 2016.
O adiamento do reajuste, que tradicionalmente entra na folha de pagamento de janeiro, é parte do pacote do governo para redução de despesas no ano que vem. Os servidores receberão aumento de 5,5% em agosto de 2016 e de 5% em janeiro de 2017. O ajuste totaliza 10,8% porque a segunda parcela incide sobre o salário já reajustado.
Na avaliação de Sérgio Ronaldo da Silva, secretário-geral da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), entidade que representa 500 mil servidores, a campanha salarial este ano foi difícil por causa da crise econômica.
“Não foi de fato o que a gente queria, mas o que foi possível. Foi uma campanha difícil, com limitações. O país atravessa um momento de crise política e financeira muito complexo”. De acordo com o sindicalista, o fator determinante para que as categorias chegassem a um entendimento com o governo foi o Ministério do Planejamento ter atendido à demanda dos servidores e dividido o ajuste em apenas dois anos. A proposta original do governo era conceder reajuste de 21,3% escalonado em quatro anos.
“Para nós foi determinante, pois do jeito que estava apresentado, nos colocaria uma amarra e nós só poderíamos dialogar sobre remuneração novamente em 2019”, disse.
Entre os servidores que assinaram acordo, há carreiras do Plano de Cargos do Poder Executivo (PGPE), do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e da Previdência, Saúde e Trabalho, além de técnicos de fiscalização agropecuária, fiscais federais agropecuários e técnicos administrativos em Educação.
De acordo com Sérgio Ronaldo da Silva, nas próximas semanas a Condsef irá para a mesa de negociações do Planejamento com servidores do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), agências reguladoras e área ambiental. Será preciso, ainda, continuar o diálogo com os servidores do Ministério da Cultura e Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), que recusaram a oferta do governo no fim de setembro.
Além disso, após o fim da greve do INSS, os médicos peritos não retomaram as atividades e ainda estão paralisados.
Novos acordos
Por meio da assessoria de comunicação, o Ministério do Planejamento disse que espera novas assinaturas de acordos na semana que vem, com categorias com as quais o entendimento está próximo. Mas ainda falta dar início às negociações com os professores de instituições públicas federais e com as chamadas carreiras de Estado, que são as que envolvem funções como fiscalização e arrecadação, entre elas a Polícia Federal e auditores-fiscais.
O especialista em finanças públicas e professor da Universidade de Brasília (UnB) José Matias Pereira afirma que, do ponto de vista da saúde financeira dos cofres públicos, é benéfico que os servidores estejam mostrando disposição em assinar acordos em um momento em que há problemas de caixa.
No entanto, na visão dele, o ônus das dificuldades financeiras está recaindo sobre o funcionalismo. “Em um contexto em que o caixa do Estado se exauriu, essa postura de confiança, de aceitação por parte do servidor acaba sendo benéfica. Você não pode, efetivamente, tirar sangue de alguém que já está anêmico. Mas o servidor está sendo chamado a pagar essa conta”.
Nos escritórios de Lausanne do Ministério Público da Suíça, um tema é recorrente: o Brasil. Se os suíços já revelaram importantes informações sobre ex-diretores da Petrobras, Odebrecht, operadores, doleiros e, mais recentemente, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), investigadores próximos do caso afirmaram ao jornal O Estado de S. Paulo que existem mais de cem contas congeladas e que ainda não tiveram seus nomes publicados. O volume de dinheiro movimentado poderia chegar a 1 bilhão de reais.
Para pessoas próximas à investigação, o processo e envio de dados ao Brasil vai continuar em 2016. No mês que vem, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, deve fazer uma viagem para Berna, no que acarretaria em novos anúncios sobre os resultados da cooperação entre os dois Ministérios Públicos.
Os suíços iniciaram a investigação sobre os ex-diretores da Petrobras ainda no final de 2013. Uma intensa colaboração foi iniciada com o Brasil e centenas de páginas de extratos bancários e informações começaram a ser enviadas ao país. Em novembro de 2014, os procuradores Orlando Martello, Deltan Dallagnol e Eduardo Pelella estiveram na Suíça à procura de documentos para as investigações da Operação Lava Jato. Para pessoas próximas ao caso, foi a capacidade de confiscar as movimentações de milhões de dólares nas principais praças financeiras suíças que permitiu a Lava Jato caminhar.
Do lado do Brasil, a delação premiada de diferentes atores também alimentou a busca na Suíça. A cada nova revelação, os investigadores brasileiros acionavam os suíços que, então, ampliavam as buscas. Fontes do MP do país europeu confirmaram ao Estado que a investigação ganhou tal dimensão que o “dossiê Petrobras” foi dividido em mais de uma dezena de subcasos.
Apuração – Para os suíços, a constatação é de que a onda de revelações não vai se secar por enquanto. Se muitos dos nomes dos envolvidos já são conhecidos, os investigadores garantem que mais de cem contas já bloqueadas ainda não tiveram seus detalhes revelados e que a apuração ainda continua para traçar a origem do dinheiro e seu destino final. Segundo as investigações, diversos operadores criaram uma rede complexa de empresas de fachada, fundos abertos em paraísos fiscais e camuflaram seus nomes para dificultar a busca de informações.
Ainda assim, uma parte substancial desse volume inicial de dinheiro congelado já começou a ser devolvido ao país – valores em contas de suspeitos que concordaram em fechar acordos de delação premiada. Até o momento, cerca de 390 milhões de reais foram repatriados ao Brasil, incluindo cerca de 189 milhões de reais pertencentes ao ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco e outros 89 milhões de reais de Paulo Roberto Costa (ex-diretor de Abastecimento). No total, porém, os suíços confiscaram cerca de 400 milhões de dólares (1,5 bilhão de reais, ainda que nem todo o dinheiro tenha o direito de retornar ao Brasil, mesmo com as condenações).
Uma situação impressionante foi registrada em meio às chuvas que assolam o Rio Grande do Sul nos últimos dias: uma mulher deu à luz ilhada pela enchente. O caso foi registrado em Venâncio Aires, a 129 quilômetros de Porto Alegre. Conforme o relato do Corpo de Bombeiros, a mãe entrou em trabalho de parto na localidade de Itaipava das Flores, no interior do município.
Com a elevação do nível do rio Taquari, a família ficou impossibilitada de sair, e a criança veio ao mundo no meio da inundação. O bebê nasceu prematuro, com oito meses de gestação, dentro da casa da família. A mãe, Ana Cristina da Silva, e o pai, Maicon Nunes Cavalheiro, foram resgatados de barco pelos bombeiros juntamente com a primeira filha do casal, de um ano e quatro meses.
Mãe e filho foram encaminhados ao hospital da cidade e estão fora de perigo. A secretária de Desenvolvimento Social da cidade, Claidir Trindade, garante que “o bebê já está mamando e passa bem, assim como a mãe”. O pequeno recebeu o nome de Jesus.
As fortes chuvas que atingem os gaúchos se estendem por cerca de duas semanas e já afetaram mais de 20 mil pessoas. Cinquenta cidades sofrem com a instabilidade e quatro já decretaram situação de emergência.
O Comando de Polícia Rodoviária Estadual (CPRE) intensificou neste sábado (10) abordagens e fiscalização a motoristas que transitaram pela RN 003, rodovia que dá acesso as praias de Tibau do Sul e Pipa, no litoral Sul do Estado. Ao todo 55 veículos foram abordados pela PM, que recolheu 15 carteiras de habilitação. A operação tem o objetivo de coibir acidentes e crimes de trânsito durante o período de feriado nacional nas rodovias potiguares.
Na cidade de Galinhos, a Polícia Militar também intensificou o patrulhamento tático na zona rural da cidade, através de barreiras em pontos itinerantes e conseguiu deter um grupo de homens de posse de entorpecentes. Todo material apreendido e os suspeitos de tráfico foram conduzidos à unidade policial.
Em Alto do Rodrigues, a PM garantiu a segurança da população que estava presente na vaquejada da cidade. Durante todo o evento os militares fiscalizaram e abordaram pessoas em atitude suspeita com o objetivo de inibir ações criminosas no local.
Em Canguaretama, policiais do 8º Batalhão de Polícia Militar (8º BPM) prenderam na noite deste sábado (10) um homem suspeito de praticar um homicídio na cidade. Alan Kardec Santiago Barbosa, 23 anos, confessou o crime aos policiais e foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil onde ficará a disposição da justiça.
Carlos Miguel Aidar decidiu renunciar à presidência do São Paulo. Pressionado pela ameaça de um impeachment e pela perda da base aliada, Aidar definiu que irá abandonar a presidência do clube na próxima terça-feira (13). Antes disso, ele fará uma reunião com membros da diretoria que existia até terça-feira, além de líderes políticos do conselho, e dará sua versão sobre os fatos citados em um e-mail do ex-vice-presidente de futebol Ataíde Gil Guerreiro, revelado pelo UOL Esporte.
“Já convoquei. Tanto os diretores renunciantes como os líderes de partidos. Se o conselho ainda estiver aberto, protocolo a renúncia na terça à noite”, falou Aidar, ao UOL Esporte, na manhã deste domingo.
Antes de entregar a carta de renúncia a Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, presidente do conselho deliberativo, Aidar vai reunir dirigentes em encontro no qual dirá que a tentativa de desviar dinheiro do clube na comissão da contratação do jogador Gustavo, da Portuguesa, era na verdade uma mentira inventada por ele. Segundo aliados de Aidar, a ideia era dar dinheiro do próprio bolso ao então amigo Ataíde Gil Guerreiro, que estaria passando por problemas financeiros. A reportagem não conseguiu contatar Gil Guerreiro.
Com a renúncia de Aidar, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, que é presidente do conselho deliberativo, assumirá temporariamente a presidência do São Paulo. O dirigente terá 30 dias para convocar uma nova eleição, e ele próprio será candidato. Leco é o favorito a assumir a presidência do São Paulo e governar até abril de 2017, quando terminaria o mandato de Carlos Miguel Aidar. Leco já tem o apoio de figuras importantes como Ataíde Gil Guerreiro e seu grupo, a Legião, de Marco Aurélio Cunha e seu grupo, o Clube da Fé, e de aliados mais próximos do ex-presidente Juvenal Juvêncio.
Na última segunda-feira, Ataíde Gil Guerreiro tentou agredir Carlos Miguel Aidar em uma reunião da diretoria no Hotel Radisson, no Itaim, na zona oeste de São Paulo. Na quarta-feira, Gil Guerreiro enviou e-mail a Aidar no qual indica saber de desvio de dinheiro e lesão aos cofres do clube, e também cita ter uma gravação em que Aidar fala sobre como desviaria comissão na contratação de Gustavo Cascardo, da Portuguesa, e ainda diz que tentou comissionar a TML, empresa de Cinira Maturana da Silva, sua namorada, no contrato com a Under Armour (veja abaixo).
Leco iria convocar na terça-feira uma reunião extraordinária do conselho deliberativo para o próximo dia 22, na qual Ataíde Gil Guerreiro teria palavra preferencial e mostraria a gravação que diz ter além de documentos, que apontariam o mau uso de dinheiro do clube na gestão de Carlos Miguel Aidar. Com a renúncia a ser protocolada na noite de terça-feira, a reunião deverá ser desmarcada para dar início ao processo eleitoral.
Na noite de sábado, Aidar recebeu comunicado de ruptura do grupo Participação, principal partido da base aliada, do qual fazem parte 22 conselheiros, entre o vice-presidente Julio Casares, o vice financeiro Osvaldo Vieira de Abreu e outros seis diretores da antiga diretoria. O racha do Participação foi decisivo, uma vez que deixou Aidar isolado e sem sustentação política.
Aidar vinha discutindo a possibilidade de renunciar nos últimos dias. Ele foi aconselhado pela família a abandonar o cargo para evitar um processo de impeachment, que poderia ser mais desgastante, e ouviu pedido de sócios de seu escritório de advocacia para renunciar.
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse ontem que a aprovação do Orçamento de 2016 deve reduzir as incertezas na economia brasileira e o risco de rebaixamento do País. “O downgrade, mesmo que por uma agência, teve um efeito devastador em várias companhias”, disse o ministro, se referindo ao corte da nota brasileira para nível especulativo pela Standard & Poor’s (S&P) no começo de setembro.
Na sequência do rebaixamento brasileiro, várias empresas e bancos do País também perderam o selo de bom pagador pela S&P, entre elas alguns dos maiores grupos nacionais, como Petrobrás, Eletrobrás, Comgás, CCR, Banco do Brasil, Bradesco e Itaú Unibanco. Em geral, o efeito da perda do grau de investimento é tornar mais caro o crédito das empresas, especialmente em captações no exterior.
Desde que a decisão da S&P foi anunciada, a grande preocupação da equipe econômica tem sido sinalizar que estão sendo tomadas e encaminhadas medidas para melhorar os indicadores da economia brasileira, o que poderia evitar um segundo rebaixamento pelas duas agências de classificação de risco mais importantes, a Fitch e a Moody’s. No caso da Fitch, o Brasil está dois degraus acima do nível especulativo – ou seja, poderia ser rebaixado em um nível e manter o selo de grau de investimento. Os executivos da Moody’s, por sua vez, deixaram claro recentemente que só devem fazer alguma mudança na nota brasileira no ano que vem.
O ministro afirmou também que a aprovação do Orçamento de 2016 será sua prioridade nos próximos dias após sua volta da reunião do Fundo Monetário Internacional (FMI) em Lima, no Peru. “Isso vai ser a prioridade, porque o Orçamento e as escolhas que vão estar ali vão ser o que vai dar segurança para a gente voltar a ter mais crédito e para ter a economia crescendo outra vez”, afirmou.
“O que queremos ver é a volta do crescimento o mais rápido possível, com a expansão do crédito, com o apoio às empresas, e eu acho que o Orçamento, numa sociedade democrática, é onde a gente caracteriza essas decisões”, disse o ministro, destacando que nas várias reuniões que teve com investidores em Lima foi questionado sobre as discussões que tem em Brasília sobre o Orçamento.
“Os investidores queriam entender quais são as perspectivas para o Orçamento de 2016 e eu falava que estamos em discussão. A presidente Dilma Rousseff tem deixado muito claro a importância de nós termos um Orçamento que aponte com muita robustez para alcançarmos a meta (de superávit primário de 0,7% do PIB no ano que vem”, afirmou Levy.
Pedaladas
O ministro disse ainda que não conhece o relatório do Ministério Público que menciona que as práticas chamadas de “pedaladas fiscais” ocorreram também em 2015. Mas disse que vai analisar o documento na sua volta a Brasília.
“Eu não conheço exatamente o documento, é difícil me pronunciar”, disse Levy. “Então, vou aguardar chegar a Brasília, ler os documentos. Mas, agora, temos sido muito transparentes nessas áreas e certamente vamos examinar qualquer orientação do TCU (Tribunal de Contas da União). Acho que a conformidade na execução fiscal é um valor que temos de priorizar sempre”, completou. As pedaladas fiscais em 2014 levaram o TCU a rejeitar as contas de Dilma Rousseff, o que pode levar à abertura do processo de impeachment da presidente.
Levy disse que, em sua gestão na Fazenda, está pagando as despesas do governo, não só deste ano, como de anos anteriores. “Todo mundo sabe que nós inclusive reformamos diversos regulamentos para acelerar o pagamento e dar absoluta clareza no relacionamento com as instituições fiscais”, ressaltou. Segundo o ministro, o governo deve pagar este ano entre R$ 8 bilhões e R$ 10 bilhões de empréstimos que foram tomados em 2013 na linha do Programa de Sustentação do Investimento (PSI) do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
(As informações são do jornal O Estado de S.Paulo)
Vixe. Agora a Russia se tremeu de medo. kkkkkkkkkkkkkkkk