
A primeira manhã de testes da F1 em Jerez já atesta como evoluíram as unidades de força V6 turbo nos últimos 12 meses. Quando esses novos motores fizeram sua primeira aparição pública, no mesmo circuito, no fim de janeiro do ano passado, o melhor tempo de uma bateria de quatro dias de testes foi 1min23s276, registrado por Kevin Magnussen com a McLaren. Com a categoria de volta à Andaluzia para abrir a pré-temporada 2015, Nico Rosberg precisou de menos de duas horas para deixar esse tempo para trás. O atual vice-campeão chegou à hora do almoço na Espanha com 1min23s106 no cronômetro.
Em geral, foi uma manhã bastante tranquila. Sete equipes colocaram seus carros na pista e houve apenas uma interrupção com bandeira vermelha, que durou dois minutos, após uma saída de pista de Marcus Ericsson com a Sauber.
O que chamou a atenção, mesmo, foi a pintura camuflada da Red Bull. A equipe não se preocupou em fazer uma apresentação formal do RB11 e apenas mandou Daniel Ricciardo sair dos boxes e mostrar ao mundo um carro bem diferente. A camuflagem, que será usada apenas nos testes, tem como objetivo confundir as concorrentes e esconder alguns segredos aerodinâmicos do último carro de Adrian Newey.
manhã também permitiu que se visse Sebastian Vettel pela primeira vez com um carro da Ferrari. Na verdade, o alemão foi o primeiro a deixar os boxes, inaugurando os trabalhos em Jerez. Porém deu apenas nove voltas nesta manhã com um melhor tempo de 1min25s764. E, ainda, o retorno de Fernando Alonso à McLaren, 1h43 depois da luz verde. O bicampeão andou pouco com o MP4-30 e o motor Honda, somente seis voltas.
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