Política

Fundador do PT, Frei Beto, afirma que o governo é um “coral desafinado”

Autor de 60 livros editados no Brasil e no exterior, entre eles o “Mosca Azul”, que faz uma análise dos primeiros anos do governo Lula, e “Batismo de Sangue”, sobre a ditadura militar e o qual lhe garantiu o Prêmio Jabuti em 1982, Frei Betto é amigo do ex-presidente Lula (PT) há mais de 30 anos e foi assessor especial durante seu mandato, quando coordenava o programa Fome Zero. Quando o projeto foi descontinuado, Frei Betto ficou desanimado e deixou o governo. “Hoje sou um feliz indivíduo não governamental”, diz ele. Combatente da ditadura militar e a favor da luta armada contra o regime, o dominicano ficou preso durante quatro anos, entre 1969 e 1973.

Na sua luta pela democracia, Frei Betto foi um dos maiores entusiastas da criação do PT. Espalhou Comunidades Eclesiais de Base por todo o País estimulando a participação política dos católicos. Hoje, está desiludido com o partido. Frei Betto recebeu a reportagem  na sexta-feira 9, no Convento Santo Alberto Magno, em Perdizes, onde mora.

Frade Dominicano e adepto da Teologia da Libertação, Frei Betto falou sobre o novo Ministério de Dilma e o classificou como “um coral desafinado”. Ele também fez uma análise dos 12 anos do governo do PT e relatou as suas decepções com o partido. “O PT tinha um projeto que se baseava em três pilares: ser o partido dos mais pobres, ser o partido da ética na política e ser o partido das reformas estruturais que conduziriam o Brasil a uma sociedade socialista. Os três pilares foram abandonados”, lamentou.

Veja a entrevista completa aqui

IstoÉ

Opinião dos leitores

  1. Frei Beto parece que ainda não entendeu o que disse Pablo Neruda: " A extrema direita ultrarreacionária não cede o poder, antes luta ardente e desesperadamente para manter seu status, poder e seus privilégios."
    O Brasil ainda não possui massa crítica que dê suporte a transformações mais profundas, uma vez que é metade vítima e metade culpada (Sartre) por uma cultura de oportunismo, malandragem e egoísmo sem tamanho representada por "jeitinhos para se dar bem se aproveitando dos incautos e mais desprotegidos, sempre tentando levar vantagem e passar a perna nos desatentos."
    O Patrimonialismo, segundo Raimundo Faoro, tem sido a regra no país que precisa urgentemente mudar sua cultura e por ela seu povo, afim de dar sustentação a verdadeiras mudanças mais profundas que envolvam todas as camadas da sociedade e todas as instituições, profissões,partidos políticos e pessoas em geral.
    Sem isso, só demagogia, enrolação e alienação fanática dos que lutam para voltar ao poder total na antiga colônia americana.

  2. Apesar de todo o pragmatismo que leva qualquer governante a fazer alianças e coalizões com setores de direita conservadora e reacionária, o papel de um cidadão consciente no Brasil de hoje é o de defender o projeto político que impulsionar a redistribuição da riqueza, alargando as políticas sociais e promovendo a reforma agrária em larga escala; é o de proteger o patrimônio natural e cultural; é o de combater todas as formas de atentado à dignidade humana; é o de extinguir as desigualdades espaciais do desenvolvimento; é o de alargar as chances para uma juventude prenhe de aspirações; é o de garantir a segurança do cidadão, em particular aquele em situação de risco; é o de assegurar, através de tecnologias avançadas, a defesa militar contra a ganância estrangeira; é o de promover a aproximação com nossos vizinhos latino-americanos e africanos; é o de prover as possibilidades de escolher soberanamente suas parcerias internacionais. É o de aprofundar a democracia. E somente o Partido dos Trabalhadores se aproxima dessa condição e pode realizar esses critérios. Cabe a cada um dos cidadãos que desejam o aprofundamento da democracia e mudança em benefício da maioria da população que é pobre, fazer a sua parte e participar ativamente dessa luta, pois há forças contrárias lutando para retornar ao modelo concentrador de renda e focado apenas na economia de mercado beneficiando apenas os ricos e milionários e entregando nossas riquezas a investidores estrangeiros a preço de banana.
    Com todos os defeitos ainda prefiro uma liderança que afirme a paz e o diálogo como fontes de resolução de conflitos e relacionamentos, uma nação que se una com seus irmãos da América Latina e Africa, que lute pela independência em relação ao Banco Mundial e FMI, que mantenha os programas sociais em detrimento de apenas atender e agradar os agiotas internacionais.

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Polícia

“Santinho” e colega são executados por “Mão Branca”

Um duplo homicídio foi registrado no bairro Vale do Sol em Parnamirim.

Segundo informações da Polícia Militar, os dois jovens já teriam sido vistos trafegando pelas ruas do bairro na manhã de hoje, onde um deles foi identificado apenas pelo nome de Bruno, de vulgo “Santinho” (camisa azul), que era preso do semi-aberto; o segundo ainda não foi identificado.

Ainda segundo a polícia, não foi apenas um atirador que encurralou a dupla e efetuou vários disparos de pistola ponto 40. As vítimas morreram ainda no local.

A equipe da Delegacia de Homicídio (Dehom) esteve no local e colheu mais informações sobre o crime, mas até agora não é possível informar o que teria motivado os assassinatos.

 

Com informações do Portal 190RN.com

Opinião dos leitores

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Diversos

Ex-pastor que pregava a “cura gay” assume homossexualidade e farsa

O professor de inglês, filósofo e teólogo Sergio Viula, de 45 anos, ficou conhecido no Brasil como um dos fundadores do Moses (Movimento pela Sexualidade Sadia), uma ONG evangélica que tem como objetivo ajudar pessoas que desejam abandonar a homossexualidade. Viula atuou por nove anos como pastor em uma igreja batista, e tinha como um dos principais temas de seu trabalho religioso o trabalho do Moses. Após assumir ser homossexual, ele hoje afirma que sua vida era baseada em uma farsa.

Viula, que foi casado com uma mulher por 14 anos e tem 2 filhos, assumiu ser homossexual aos 34 anos. Depois de assumir sua sexualidade, ele se separou de sua esposa, abandonou a vida religiosa e se tornou ateu.

O ex-pastor conta sua história no livro “Em Busca de Mim Mesmo”, e concedeu recentemente uma entrevista à página “Mulher” do portal UOL. Durante a entrevista, ele falou sobre sua luta interior até aceitar a própria homossexualidade e afirma ter certeza de que a “cura gay” não funciona.

Durante a entrevista, Viula contou que desde a infância já sentia diferente dos outros meninos, mas que ainda não sabia o que significava as coisas que sentia.

– Comecei a perceber que aquilo que eu sentia podia ser um problema para os outros. Foi quando passou a ser um problema para mim. E aí veio a rejeição, a auto-homofobia – comentou o ex-pastor.

Ele conta que lutou contra a homossexualidade durante muito tempo, principalmente por ter ouvido sua vida inteira que ser gay é um pecado. Viula conta ainda que quando se converteu ao protestantismo acreditava que se tornaria heterossexual. Ele afirma que ainda que realmente acreditava que sua vida sofreria uma grande mudança por causa da religião, mas que isso não aconteceu em sua vida.

– Vem aquele papo evangélico que aquele que está em Cristo nova criatura é. Você acredita nisso. E eu passei a acreditar que podia casar e ser fiel à minha mulher e extrair da relação todo o gozo que precisasse e dar a ela a mesma coisa – afirmou.

– Eu queria ter estado na igreja sem nunca acreditar de verdade. Porque em pouco tempo eu pularia fora. Mas, como eu acreditava, era capaz de tudo em nome da fé – completou.

O ex-pastor falou também sobre seu trabalho com o Moses, afirmando que durante anos acreditou em uma mudança que, no fim das contas, nunca viu acontecer com ninguém. Ele conta que em seu gabinete pastoral ouvia das pessoas que ele estava “tratando” que nada havia mudado em suas vidas.

– Eles me falavam tudo. Ninguém mudava. Foram anos de trabalho e ninguém mudando. E um dia a vice-presidente do Moses me perguntou: que mudança é essa que a gente tanto fala e ninguém vive? Porque não vejo ninguém mudar. E eu respondi que me perguntava a mesma coisa – afirmou.

Sergio Viula conta então que começou a perceber que sua vida estava baseada em algo que ele não acreditava de verdade, e que decidiu assumir de vez sua homossexualidade após ter se relacionado com um homem durante uma viagem que fez para Singapura para um seminário religioso.

– Eu estava em frangalhos, porque estava feliz da vida por tudo que tinha acontecido com aquele homem, mas arrasado porque as pessoas que confiaram em mim pensavam que eu estava lá muito bem, cercado do espírito santo. Ali, “caiu a ficha” – contou o ex-pastor.

Fonte: GNotícias

Opinião dos leitores

  1. Queria saber quando a a pessoas vão entender que a sexualidade não se muda e não se escolhe e que as pessoas já nascem da maneira que vão ser pro resto da vida e muitos vivem no sofrimento escondendo a sexualidade devido o preconceito. Temos que aceitar as pessoas como elas são para evitar tanto sofrimento, os religiosos são os principais culpados por tanto preconceito, graças a Deus apareceu o Papa Francisco que vem mostrando a humanidade que devemos aceitar as pessoas como elas são.

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Polícia

Detentos simulam rebelião e fazem refém assassino de cinegrafista da TCM

Após uma tentativa de fuga na Cadeia Pública de Caraúbas, os presos simularam uma rebelião na tentativa de exigir mudanças no regime prisional da unidade.

O caso foi registrado na manhã deste domingo e, segundo os agentes responsáveis pela guarda no local, como os presos não conseguiram fugir, resolveram usar os próprios companheiros de cela como reféns e entre eles estava o assassino do cinegrafista da TCM, José Lacerda da Silva, assassinado a tiros em fevereiro do ano passado.

Após uma negociação com os detentos, os ânimos foram acalmados em Caraúbas, mas a direção diz que não descarta a possibilidade de punição para os responsáveis pelos dois atos nesta manhã.

Com informações do Portal 190RN

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Diversos

FOTO: 'Toplessaço' com musa gera debate sobre padrões de beleza

Esta semana, a apresentação das musas do ‘Toplessaço’ em Ipanema, no Rio, voltará a chamar atenção para a causa do topless – prática ainda tabu nas areias brasileiras, embora considerada corriqueira em muitas praias europeias.

Escolhidas no fim do ano passado, as duas musas do chamado ‘Toplessaço 2’, que busca promover a prática na cidade, receberão suas faixas na terça-feira (20), dia de São Sebastião, padroeiro do Rio. A festa é para apresentar as vencedoras “em carne e osso”, como informa o site Topless in Rio.

Esvaziamento
Mas o formato de concurso de beleza para defender a liberação do topless desperta críticas. Para muitos, é uma distorção da ideia de que a prática deve ser vista como natural, e não associada à beleza ou sensualidade.

O evento é um desdobramento do primeiro Toplessaço, uma manifestação convocada em dezembro de 2013. Oito mil mulheres haviam aderido à ideia de ir à praia topless em Ipanema para defender a naturalização da prática.

Mas o resultado foi um fiasco, com a presença maciça da imprensa e uma multidão de homens querendo ‘ver peitinho’ – inibindo qualquer pretensão à naturalidade.

De lá para cá, nada mudou nas areias cariocas. Mas no exterior, o debate sobre o topless, a liberdade do corpo feminino e o peso de padrões estéticos vem aumentando, provocado por movimentos como o ‘Free the nipple’ (Liberte o mamilo) – que defende o direito de mulheres manterem o torso nu em lugares públicos – e páginas nas redes sociais onde essa liberdade é exercitada.

Há, por exemplo, um perfil no Instagram em que usuárias compartilham suas fotos com os seios de fora em paisagens do mundo todo, de costas para a câmera.

‘Corpo mais livre’
O Toplessaço 2 traz a causa à tona novamente, mas não é bem uma segunda edição da primeira manifestação. Organizadoras e filosofias são diferentes.

atriz e ativista Ana Rios, organizadora do movimento original, não tem vínculo com o novo Toplessaço, mas acha que o concurso para eleger uma musa “desconfigura completamente” a ideia original. “Acho uma pena, porque tudo que a gente queria era ajudar a construir uma sociedade em que o corpo pudesse ser mais livre. Um movimento coletivo, em que todas as mulheres pudessem se sentir bem”, explica. “Um concurso é o oposto disso. É uma forma de voltar a determinar padrões, determinar que alguém é melhor, mais bonito, mais interessante, e alimentar essa eterna disputa em que vivemos.”

A antropóloga Mirian Goldenberg enxerga no modelo atual uma contradição típica da cultura do corpo feminino carioca. Ela evoca o conceito do “equilíbrio de antagonismos” usado pelo sociólogo Gilberto Freyre. “Ter uma musa do topless é um equilíbrio de contradições. É querer juntar duas coisas opostas: ter liberdade com o próprio corpo e ao mesmo tempo ser a mulher mais sexy do planeta”, diz Mirian, professora do Núcleo de Estudos de Sexualidade e Gênero da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e autora dos livros O corpo como capital  Nu e vestido – dez antropólogos revelam a cultura do corpo carioca .

Opinião dos leitores

  1. Palhaçada, primeiro todo mundo já viu um peito, entao nao precisa dessa otarice, segundo mulher é uma frescura da porra pra mostrar a calcinha, mas quando chega na praia mostra até o rabo…dá pra entender!!! e isso dá midia!!que merda !!!

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Polícia

Caçadores são pegos praticando caça ilegal e multa pode ultrapassar 1 Milhão de Reais

Uma operação conjunta entre equipes do IBAMA e PRF, realizada nesta Sexta Feira, por volta das 19hs entre as cidades de Santa Maria e Riachuelo, flagrou um grupo de caçadores no momento em que eles matavam algumas aves naquela região.

Na ocasião, vinte e sete pessoas foram detidas na altura do KM 241 da BR 304, quando Políciais Rodoviários Federais adentraram a mata e encontraram os caçadores de arma na mão e com cerca da 1.350 aves abatidas.

As aves abatidas foram levadas pelo IBAMA, que realizou a contagem e providências administrativas. Os homens detidos foram enquadrados no artigo 24 do decreto 6.514/08, que dispõe sobre as infrações e sanções administrativas ao meio ambiente, e prevê multa de R$ 500,00 por ave abatida. Se caracterizada a intenção de venda, a multa é aplicada em dobro, chegando a R$ 1,350 milhão.

Com informações do Portal 190RN.com

Opinião dos leitores

  1. Kkkkkkk, Eu conheço o perfil do cara que atira em aves, provavelmente ARRIBAÇÂS, pagar essa multa, como? Só se for com cadeia, coisa que. Quem mata Humanos não acontece, não tem multas. Alguém já viu multa para quem mata gente? Eu nunca vi. Se for de menor, fica solto e zonbando da cara das autoridades. Ô Paíszinho.

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Polícia

Punição contra Petrobras será mais dura nos EUA

A ação simultânea da Securities and Exchange Comission (SEC), do Departamento de Justiça (DoJ), e dos tribunais norte-americanos indica que virá de fora a artilharia mais pesada contra a Petrobras, se comprovadas as denúncias de corrupção e apurados os prejuízos aos investidores estrangeiros.

O poder de fogo para multas e acordos bilionários do sistema dos Estados Unidos se contrapõe à atuação limitada da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e à falta de proteção aos investidores no Brasil.

O Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, apurou que o Departamento de Justiça dos EUA já enviou técnicos ao Rio de Janeiro para investigar as denúncias.

Especialistas afirmam que as indenizações e multas aplicadas à Petrobras podem superar os valores de casos emblemáticos, como o da elétrica Enron, cujas fraudes contábeis terminaram em acordo de US$ 7,2 bilhões em 2006.

Por aqui, a CVM está ligada ao Ministério da Fazenda, o que acaba abrindo questionamentos sobre seu poder para atuar em casos ligados a empresas controladas pelo governo federal. Além disso, a autarquia tem papel administrativo e o valor de suas multas é restrito. O Poder Judiciário também é mais lento e tem menos tradição em ações de reparação ao investidor. “A lei e o Poder Judiciário nos EUA são mais rígidos e fazem com que se tenha punições mais graves e economicamente maiores para as empresas do que no Brasil”, diz o advogado do Almeida Advogados, André de Almeida, que se associou ao escritório Wolf Popper para abrir uma ação coletiva contra a Petrobras nos EUA. Para ele, a Petrobras “tem grande influência na sociedade brasileira” e, por isso, a SEC pode ser mais independente para julgá-la.

Em entrevista ao Estado na última semana, o presidente da CVM, Leonardo Pereira, descartou qualquer constrangimento do órgão em investigar e punir a União, controladora da Petrobras, caso necessário. “Não é verdade que a CVM só agiu por causa da SEC”, afirmou.

A estrutura tecnológica, os recursos humanos e poderes de investigação da CVM ainda estão aquém de seu par americano. A brasileira tem um quadro de 500 pessoas e orçamento na casa dos R$ 300 milhões. Já a SEC solicitou US$ 1,7 bilhão em recursos para 2015 e tem 4 mil funcionários. Só em 2014, arrecadou US$ 4,2 bilhões em penalidades, em 755 ações. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Estadão

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Economia

Lava Jato: executivos deixam empresas para tentar soltura

Executivos presos durante a Operação Lava Jato, que investiga um esquema de corrupção na Petrobras, estão se desligando das empreiteiras com a expectativa de convencer a Justiça a autorizá-los a deixar a cadeia, de acordo com informações da Folha de S. Paulo.

O jornal apurou que três casos recentes indicam que essa estratégia foi adotada por advogados que representam ex-integrantes de empresas suspeitas de formar um cartel que atuava na petroleira.

Apontado como líder do grupo, Ricardo Pessoa renunciou à presidência da UTC Engenharia e da UTC Participações no dia 9. Na OAS, saíram da presidência e da diretoria financeira, respectivamente, José Aldemário Pinheiro Filho, também conhecido como Léo Pinheiro, e Mateus Coutinho de Sá, no dia 1º de dezembro.

Os três seguem presos preventivamente desde o dia 14 de novembro na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba.

As defesas podem usar as saídas das empresas para argumentar à Justiça que os ex-executivos não têm como interferir nas investigações e nos negócios das empreiteiras. O juiz Sergio Moro, responsável pelo processo da Lava Jato, argumentou que a possibilidade de continuar cometendo crimes é um dos motivos para a decretação das prisões.

Os advogados da OAS já entraram com pedido de habeas corpus para Pinheiro e Coutinho no dia 23 de dezembro no Superior Tribunal de Justiça (STJ). O pleito não foi acolhido em decisão provisória.

A defesa de Pessoa não entrou com pedido de habeas corpus desde que ele foi desligado da companhia.

Terra

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Jornalismo

Itamaraty entrega nota de repúdio a embaixador da Indonésia por execução de brasileiro

O Ministério das Relações Exteriores entregou por volta das 17 horas ao embaixador da Indonésia no Brasil, Toto Riyanto, uma nota de repúdio pela execução do brasileiro Marco Archer e por terem sido ignorados os pedidos de clemência e os apelos feitos pelo governo brasileiro. O secretário-geral do Itamaraty, Sérgio Danese, foi quem entregou a carta ao representante indonésio. Danese disse que Riyanto não fez qualquer comentário sobre o assunto, tendo apenas recebido o comunicado e se retirado.

“O Ministério, em nome do governo brasileiro, manifesta à embaixada a sua profunda inconformidade com a execução do cidadão brasileiro e com o fato de que gestões do mais alto nível e apelos presidenciais à clemência em favor do condenado tenham sido ignorados pelas autoridades indonésias”, diz trecho da nota.

O ministro Mauro Vieira disse que informou pessoalmente a presidente Dilma Rousseff da confirmação da execução de Archer. Vieira afirmou que a medida adotada pela Indonésia cria uma animosidade na relação entre os dois países.

– Cria uma sombra de dúvida, cria uma animosidade, uma dificuldade na relação bilateral. O Brasil tem princípios que lhe são caros – afirmou.

Vieira disse que após o telefonema de ontem em que foi negado pelo presidente indonésio Joko Widodo pedido de clemência feito por Dilma foi recebido pelo governo brasileiro uma carta também de negativa ao apelo.

O ministro não quis avançar sobre que medidas de retaliação podem ser adotados, mas destacou a importância no meio diplomático da decisão da presidente de chamar para consultas o embaixador brasileiro na Indonésia, Paulo Alberto da Silveira Soares.

– Chamar embaixador a consultas é uma decisão que expressa gravidade e tensão, um momento de dificuldade e tensão. O embaixador já recebeu o chamado e virá nas próximas horas – disse.

Vieira afirmou que a decisão sobre o traslado do corpo de Archer e as eventuais cerimônias fúnebres são de responsabilidade da tia dele, que está na Indonésia. Ele afirmou que o governo brasileiro continuará de diversas formas pedindo clemência a Rodrigo Gularte, outro brasileiro que está condenado a morte na Indonésia.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. É muita hipócrisia do governo brasileiro. Todos os anos os EUA executa vários presos e o Brasil nunca enviou nenhuma nota de repúdio. O Brasil é contra a pena de morte na Indonésia ou contra a pena de morte aplicada a um brasileiro?

  2. Tá achando pouco, os traficantes que tem aqui no Brasil. Era pra mandar todos pra lá e não ficar pedindo para mandar de volta, para ter clemência. Tenham pena de um pobre pai de família, que se mata de trabalhar, para tentar dar um sustento digno para sua família, e não tem a certeza se volta pra casa, no fim do dia. Se fosse assim aqui no Brasil, talvez viveríamos um pouco melhor.

  3. O cara era traficante internacional, sabia que não podia entrar com droga, foi malandro, tentou burlar, deu no que deu, na Indonésia na tem o "jeitinho brasileiro ". Temos aprovar a mesma por aqui, pois os Fernandinhos Beira-mar, vivem às nossas custas.
    Vamos levar o PETROLÃO pra ser julgado por lá também.

  4. Na Indonésia não funciona o "jeitinho brasileiro ". O cara era traficante internacional, sabia que não podia entrar com droga, foi malandro, tentou burlar, deu no que deu. Temos aprovar a mesma por aqui, pois os Fernandinhos Beira-mar, vivem às nossas custas.
    Vamos levar o PETROLÃO pra ser julgado por lá também.

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Educação

Para analistas, setor de educação pode reduzir matrículas mas não abandonará Fies

As mudanças recentes feitas pelo governo federal no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) devem reduzir o interesse das empresas no programa, principal impulsionador do crescimento do setor nos últimos anos, na avaliação de analistas. Por outro lado, há no mercado quem duvide que as companhias seriam capazes de abandonar o programa, mesmo nas atuais condições, já que dependem dele para crescer.

Ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, fontes relevantes nas grandes companhias abertas de educação admitem que, se mantida a nova regra do Fies, poderão rever a forma de oferecer financiamento em suas universidades já no ciclo de matrículas do segundo semestre deste ano. Até hoje, as empresas vinham usando o Fies como forma de atrair novos alunos e investiam pesado em marketing para anunciar o programa. Isso pode mudar, uma vez que as novas regras de remuneração pelo Fies impactam o capital de giro das companhias.

Da forma como está, a portaria do MEC faz com que as companhias de grande porte recebam num ano apenas oito mensalidades dos alunos do Fies e não mais doze, como vinha acontecendo. Haveria um acúmulo de recebíveis. De acordo com fontes, as instituições vão receber as mensalidades num prazo maior – no caso de um curso de quatro anos, o pagamento seria feito ao longo de seis anos. As empresas pedem um prazo para que esse novo regime acabe e esperam que ele dure apenas durante 2015.

Por enquanto, segundo reportam as fontes, não houve mudanças na forma como as empresas promovem o Fies. Isso porque ainda estão em andamento negociações das empresas com o Ministério da Educação. Ainda existe a expectativa de que nesta semana seja marcada uma data para a reunião dos presidentes das principais companhias com o ministro Cid Gomes. Serão propostos ajustes nas portarias que alteraram o Fies na última semana de dezembro. Apesar disso, a constatação de que as negociações estão mais lentas do que o esperado, com atraso na resposta do MEC esperada para o início da semana, tem levado profissionais a considerarem que o cenário imposto pelas portarias vai se manter, ao menos no curto prazo.

As novas regras são vistas como “transformadoras” para o setor por diversos analistas e há quem compare o momento atual das empresas de educação com o que viveram as companhias de energia durante o processo de renovação das concessões. Ao mesmo tempo, os profissionais consideram que a dependência que as empresas têm do Fies faz com que o programa não se inviabilize por completo.

“As companhias parecem altamente dependentes do Fies para sustentar crescimento e margens”, avaliou em relatório Luciano Campos, do HSBC. Para ele, os resultados das companhias ainda são melhores sob as novas regras do Fies do que se não houvesse o programa.

O analista do BB Investimentos, Mário Bernardes Júnior, concorda. “Uma grande parte dos novos entrantes nas companhias se matricula via Fies, é difícil imaginar que as empresas deixarão de oferecer o financiamento”, comentou. Na opinião do analista, as empresas poderão tentar fazer alguns ajustes, mas equilibrarão a redução da exposição ao Fies de forma a não trazer impacto sobre as margens.

Nos cálculos de um grande banco, para cada 10 pontos porcentuais de redução na exposição das companhias ao Fies, haveria uma contração de 0,9 ponto na margem Ebitda das companhias. Uma alternativa seria que elas compensassem esse efeito temporariamente aumentando os preços das mensalidades.

Entre os efeitos que o crescimento do Fies vinha trazendo para as empresas estava a alta no tíquete médio dos cursos presenciais. Todas as companhias de capital aberto vinham reportando aumento na procura por cursos mais caros, como Engenharias e cursos de Saúde, uma vez que o estudante com financiamento não tem tanta sensibilidade a preço. As empresas ainda reportavam impacto positivo do Fies na redução da evasão. Evasão baixa é importante porque mantém salas de aulas cheias e ajuda na diluição de custos e crescimento das margens.

fonte: Estadão Conteudo

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Jornalismo

Laudo médico é esperança de segundo brasileiro no corredor da morte; entenda

Depois de mesmo um pedido da presidente Dilma Rousseff ter sido negado, um laudo médico parece ter se transformado na última esperança do paranaense Rodrigo Muxfeldt Gularte, o outro brasileiro condenado à morte por tráfico de drogas na Indonésia – no sábado, o carioca Marco Archer Cardoso Moreira, de 53 anos, foi morto por fuzilamento junto com outros cinco prisioneiros

Segundo o jornal Gazeta do Povo, de Curitiba, a família do surfista, de 42 anos, e há quase 10 preso no país asiático, tentará adiar a execução do brasileiro, ainda sem data oficialmente anunciada, com base num diagnóstico de esquizofrenia.

De acordo com informações do jornal, o documento está sendo levado para Jacarta, na Indonésia, por uma prima de Gularte.

A Gazeta do Povo menciona ainda que a estratégia teria o aval da Embaixada Brasileira na capital do país asiático, mas a BBC não obteve resposta nos contatos feitos junto à representação e ao Itamaraty em Brasília.

Recusa presidencial

Numa entrevista no sábado para a Globonews, a mãe de Gularte, Clarisse, disse que o filho “está com uma grave doença mental”.

Leia mais: ‘Indignada’ com execução, Dilma chama embaixador na Indonésia para consultas

“Agora estamos lutando para que ele seja transferido para um hospital psiquiátrico”, afirmou ela, que contou já ter ido à Indonésia oito vezes para ver o filho.

“Visitei-o todas essas vezes, mas contato por telefone é raro, não há permissão. A gente tem notícias através da Embaixada e do governo também”.

O último contato foi há três meses, segundo Clarisse: “Lá a prisão é relativamente boa, eles têm liberdade entre as grades, os guardas são muito educados. Mas da última vez que eu o vi ele tinha emagrecido 13 quilos”.

Clarisse disse ter ficado chocada com a execução de Archer.

“Estava preparada, mas quando chega o momento é muito triste, muito doloroso”

IG

Opinião dos leitores

  1. Agora o bichinho da doente mental, antes de fazer m…., não estava, qual é o médico que vai vender esse laudo. Eita brasil bom pra quem não presta.

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Polícia

Taxista é sequestrado e encontrado preso no porta malas do veículo em Mossoró

A Polícia Militar conseguiu libertar um taxista que tinha sido sequestrado no inicio da manhã deste domingo (18).

Francisco Josiran de Souza, de 41 anos e Tony Pablo de oliveira da Fonseca, de 19 anos chegaram no posto de táxi e pegaram uma corrida dizendo que iriam para a Rodoviária. No percurso um dos elementos sacou um revólver e anunciou o assalto, amarrando o taxista e  o colocando no porta malas do carro.

Um popular presenciou a ação criminosa e ligou para o 190. A PM foi acionada e conseguiu libertar o taxista que ainda estava amarrado no porta malas.

Os criminosos ao perceberem a presença da viatura policia,l abandonaram o táxi e tentaram fugir, mas foram alcançados e presos pelos Policiais.

Com informações do fimdalinha.com.br

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Economia

Empresas na lava jato já demitiram mais de 12 mil

Em menos de dois meses, consórcios formados por empresas envolvidas na operação Lava Jato, que investiga denúncias de corrupção em contratos da Petrobras, demitiram mais de 12 mil trabalhadores em todo o Brasil, segundo balanços das centrais sindicais. Para as próximas semanas, são esperadas novas rescisões, especialmente por causa da deterioração financeira de muitas empresas que caminham para a recuperação judicial – ou já entraram nesse processo.

A situação é grave. De um dia para o outro, centenas de trabalhadores ficaram sem emprego e sem dinheiro – muitos deles ainda não receberam a indenização da rescisão e estão em sérias dificuldades financeiras. Os piores casos são verificados na Refinaria Abreu e Lima e no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), dois megaempreendimentos da Petrobras que envolvem centenas de contratos com empreiteiras. Mas, segundo os sindicatos, as demissões também atingem projetos no Rio Grande do Sul e Bahia.

Os problemas surgiram com a sétima fase da operação Lava Jato, da Polícia Federal, desencadeada na primeira quinzena de novembro e que prendeu executivos de várias construtoras, como Camargo Corrêa, OAS, Mendes Júnior, UTC, Engevix, Iesa, Galvão Engenharia e Queiroz Galvão. No fim de dezembro, a situação se complicou ainda mais com a lista de 23 empresas proibidas de participar de novas licitações da Petrobrás.

Sem crédito no mercado e com o caixa debilitado pela falta de pagamento da estatal, que também não tem reconhecido aditivos bilionários das contratadas, as construtoras começaram a atrasar salários e a demitir. A campeã de desligamentos é a Alumini (ex-Alusa), que pediu recuperação judicial na quinta-feira. Na Refinaria Abreu e Lima, demitiu 5 mil funcionários, mas pagou apenas 58% do valor da rescisão, afirma o diretor do Sindicato das Indústrias de Construção de Pernambuco (Sintepav), Leodelson Bastos.

Segundo ele, a irregularidade no pagamento das rescisões tem sido geral nas obras da Abreu e Lima. “Na Engevix, 700 funcionários foram demitidos e, por enquanto, eles só receberam o FGTS. Na Galvão, apenas 60% dos mil demitidos receberam.” No consórcio Coeg, formado pelas empresas Conduto e Egesa, 500 funcionários foram mandados embora e 337 ainda não receberam a indenização, completou ele. “Aqueles que continuam trabalhando para o consórcio estão com os salários atrasados.” A Engevix afirmou que, como as demissões ocorreram em dezembro, nem todos os processos foram concluídos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

fonte: Estadão Conteudo

 

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Diversos

Mega-Sena acumula e pode pagar R$ 27 milhões; veja números

As seis dezenas do concurso 1670 da Mega-Sena foram sorteadas neste sábado (17), no auditório da Caixa, em Brasília. O prêmio acumulou. O próximo concurso, a ser realizado na quarta-feira (21), pode pagar R$ 27 milhões . Confira os números sorteados:

01 – 17 – 19 – 30 – 33 – 47

A aposta mínima na Mega-Sena é de R$ 2,50 e pode ser registrada em qualquer unidade lotérica do País. As apostas podem ser feitas até às 19h do dia do sorteio.

Apostadores podem concorrer ao prêmio em grupo com o Bolão Caixa: basta preencher no campo próprio do Bolão, no volante, a quantidade de pessoas que participarão da aposta. O apostador também pode solicitar diretamente ao atendente da lotérica, informando os números da aposta e a quantidade de cotas desejada.

Os bolões da Mega-Sena têm preço mínimo de R$ 10, e cada cota deve ser de, pelo menos, R$ 4, sendo possível realizar um bolão de, no mínimo, duas e, no máximo, 100 cotas. Caso o apostador adquira cotas de bolões organizados pelas lotéricas, poderá pagar a tarifa de serviço adicional de até 35% do valor da cota. Nas duas opções, será emitido o recibo da cota, com o qual o apostador poderá resgatar seu prêmio, caso seja ganhador, em qualquer agência da Caixa.

Terra

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Polícia

Médica é morta a facadas dentro de casa em SP

Uma médica de 43 anos foi esfaqueada em seu apartamento em Mogi das Cruzes, região metropolitana de São Paulo, neste sábado (17).

De acordo com a polícia, o principal suspeito do crime é o marido de Adriana Angélica. O homem teria tentado o suicídio, após cometer o crime.

O caso foi registrado no 1°Distrito Policial de Mogi das Cruzes.

O enterro de Adriana acontecerá no Cemitério Parque das Oliveiras, Vila Oliveira.

R7

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Jornalismo

Indonésia rebate críticas por execuções e pede respeito às leis locais

Sob chuva de críticas pela execução de seis réus, o procurador-geral da Indonésia, Muhammad Prasetyo, pediu respeito às leis do país neste domingo em entrevista a imprensa local.

Foram fuzilados por tráfico de drogas o brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira, de 53 anos, uma indonésia, um holandês, dois nigerianos e um vietnamita em duas penitenciárias no centro da ilha de Java. Brasil e Holanda reagiram às execuções com consultas de seus respectivos embaixadores em Jacarta.

– Podemos entender a reação do mundo e dos países que tem cidadãos que foram executados. No entanto, cada país deve respeitar as leis que se aplicam em nosso país – disse Prasetyo ao jornal “The Jakarta Globe”.

O procurador-geral reiterou a defesa da pena capital como medida dissuasória na luta contra o tráfico de drogas e delitos relacionados com o narcotráfico, e avisou que os condenados vão continuar sendo castigados com tal tipo de pena.

– Acho que se compreenderá que a pena de morte está vigente na Indonésia – disse o procurador-geral.

A presidente Dilma Rousseff manifestou sua “consternação” e “indignação” tão logo foi confirmada a execução de Marco Archer. Em telefonema ao presidente Joko Widodo na sexta-feira, Dilma teve seu pedido de clemência negado.

Widodo, considerado por muitos ativistas como uma esperança de mudança no país, optou pela linha dura na luta contra o narcotráfico, e no final de ano anunciou que não afrouxaria a pena para os condenados por estes delitos.

O procurador-geral indonésio anunciou a aceleração da segunda fase de execuções.

– Não deve haver nenhum processo legal para ser concluído. Uma vez o tenhamos completado prepararemos as execuções tão em breve quanto for possível – afirmou Prasetyo ao portal “Jpnn.com”.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Na Indonésia não funciona o "jeitinho brasileiro ". O cara era traficante internacional, sabia que não podia entrar com droga, foi malandro, tentou burlar, deu no que deu. Temos aprovar a mesma por aqui, pois os Fernandinhos Beira-mar, vivem às nossas custas.
    Vamos levar o PETROLÃO pra ser julgado por lá também.

  2. essa presidenta pensa que todo mundo acredita nas mentira dela como os brasileiros que ela fica mentindo nas tvs. traficantes tem morre mesmo já que na porra desse pais não tem pena de morte criasse leis pra prisão perpetua contra traficante e quem mata policias, magistrados e promotores. quero quem vai mata.

  3. Engraçado esse desejo petista de querer que todos os países do mundo adotem sua visão complacente com criminosos. Talvez eles não saibam que existem nações que não simpatizam com quem comete crimes, e com crimes graves, como o tráfico internacional, menos ainda.
    Respeitem a decisão da Indonésia sobre o traficante na mesma medida que a Itália teve que respeitar a decisão de acolher como um cândido, dando-lhe o status de refugiado o terrorista Cesare Battisti.
    Battisti matou o carcereiro Antonio Santoro, em junho de 1978, policial Andrea Campagna, em abril de 1979, deu cobertura ao assassinato do açougueiro Lino Sabbadin, em 16 de fevereiro de 1979, e ter tramado a morte do joalheiro Pierluigi Torregiani, também no mesmo dia.
    Respondeu a processo legalmente instituído e conduzido, foi condenado, mas fugiu e veio pra onde? Para as terras petistas. Coincidência?

    1. É verdade….teve um helicóptero de um político de MG, amicíssimo do Aecim, que foi pego com 400kg de coca e quem morreu foi o assunto!
      A seletividade da nossa "mídia" é uma vergonha….

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