Votos praticamente totalizados no Rio Grande do Norte e já é possível ter um panorama: apenas dois deputados federais que tentavam a reeleição não conseguiram obter êxito: Sandra Rosado (PSB) e Paulo Wagner (PV).
A renovação para a próxima legislatura é de 75% com a reeleição apenas de Fábio Farias (PSD) e Felipe Maia (DEM).
Os atuais deputados Henrique Alves e João Maia não se candidataram ao mesmo cargo, enquanto Betinho Rosado (PP) desistiu da candidatura, abrindo espaço para o filho, Betinho Rosado Segundo (PP), que foi eleito pela primeira vez.
Também estreiam na bancada federal, Walter Alves (PMDB), Rafael Motta (PROS), Dra Zenaide (PR) e Antônio Jácome (PMN).
A exceção entre os novatos fica por conta de Rogério Marinho, que volta ao cargo após perder nas eleições passadas.
Aonde está essa renovação? Aqui o voto de cabresto ainda reina. Walter Alves foi COLOCADO no lugar de Henrique Alves; Dra Zenaide foi COLOCADA no lugar de JOÃO MAIA; Rafael Motta foi COLOCADO pelo pai; idem Antônio Jácome, Fábio Farias e Felipe Maia. Não vejo renovação e sim os donos dos partidos e das cadeiras determinando quem deve marcar posição para a família não deixar de mamar. Uma vergonha, e o povo ainda reclama da saúde, educação e segurança.
Em entrevista coletiva concedida agora a pouco, Robinson Faria falou sobre o resultado das eleições deste domingo. O candidato do PSD se considera um vitoriso por ter conseguido chegar ao segundo turno, contrariando algumas pesquisas divulgadas na reta final da campanha.
“Se tivéssemos mais uma semana venceríamos”, acredita Robinson.Mas me sinto vitorioso por duas coisas: ter dado ao meu estado a oportunidade de uma eleição democrática, onde o povo teve liberdade de escolher uma proposta”, acrescentou.
Sobre os apoio, Robinson anunciou que vai procurar o professor Robério Paulino, terceiro colocado no primeiro turno das eleições.
“Há uma identidade, uma afinidade entre as ideias e os eleitores de Robério e os meus. Não estou fazendo apologia, até porque não posso falar por Robério, mas pretendo chamá-lo sim”, afirmou Robinson.
A presidente Dilma Rousseff agradeceu neste domingo (5), durante pronunciamento após o resultado do primeiro turno, os votos obtidos e afirmou que os brasileiros não querem a volta dos “fantasmas do passado”.
A candidata do PT vai disputar o segundo turno com Aécio Neves, candidato do PSDB à Presidência.
” O povo brasileiro vai dizer no dia 26 que não quer os fantasmas do passado de volta. Como a recessão, o arrocho e o desemprego. E que nós teremos de novo uma disputa com o PSDB”.
Dilma atacou o partido do adversário, ao dizer que o PSDB governo para apenas “um terço da população”.
“Abandonado os que mais precisam. O povo brasileiro não quer de volta o que podemos chamar de fantasmas do passado, aqueles que quebraram esse país três vezes”.
A presidente voltou a defender a reforma política com a realização de um plebiscito.
Ela agradeceu à militância do PT, aos partidos aliados e ao ex-presidente Lula.
O candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, surpreendeu e ficou em segundo lugar na corrida ao Palácio do Planalto com 33,62% dos votos válidos. Com 99,34% das urnas apuradas, Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, ficou em primeiro lugar com 41,55% dos votos válidos, o pior desempenho do PT em 12 anos.
Já Marina Silva (PSB), que desidratou na reta final, ficou em terceiro com 21,29% dos votos.
A virada de Aécio na reta final da eleição tem forte influência no maior colégio eleitoral do país. No Estado de São Paulo, com quase 32 milhões de eleitores (22,4% dos 242,8 milhões de eleitores), o senador Aécio Neves conquistou mais de 10 milhões de votos, cerca de 44,25% dos votantes.
Considerado fora do jogo depois da morte de Eduardo Campos, o tucano ressurgiu das cinzas e garantiu na última hora a lógica da política brasileira desde 1994, com a polarização PT-PSDB.
Já presidente Dilma teve desempenho próximo ao de Marina Silva no maior no Estado. A petista teve cerca de 5,9 milhões, ante 5,7 milhões da pessebista. Em 2010, quando Dilma disputou à Presidência com o ex-governador de São Paulo José Serra, eleito hoje senador com mais de 11 milhões de votos com 99,90% das urnas apuradas, a petista teve 46,9% dos votos.
Já em Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral e Estado natal dos candidatos Aécio Neves e Dilma Rousseff, a petista levou a melhor. Com 99,99% das urnas apurados no Estado, Dilma teve 4,8 milhões de votos contra 4,4 milhões do tucano.
No consolidado do país, trata-se do pior desempenho do desde 2002, quando o ex-presidente Lula disputou à Presidência. Naquele ano, Lula teve 45,4% dos votos contra Serra. Quatro anos depois, Lula obteve 48,6% em disputa com Geraldo Alckmin (PSDB).
Para o diretor-geral do Datafolha, Mauro Paulino, os resultados parciais das eleições vão ao encontro das últimas pesquisas feitas pelo Datafolha.
“O Aécio [PSDB] é mais forte para enfrentar Dilma [PT] no segundo turno. Fizemos um estudo e vimos que a curva de crescimento dele é maior que a de Marina [PSB], pois tem menos eleitores que não votariam de jeito nenhum nele. Mas vamos esperar o resultado das urnas”, diz Paulino.
Fora do segundo turno e apesar de não citar nomes, Marina Silva sinalizou na noite deste domingo (5) que pode apoiar um dos candidatos à Presidência, diferentemente da posição que tomou em 2010, quando se declarou neutra.
Em um espaço de eventos em São Paulo, ela afirmou que o programa de governo que lançou é a base de qualquer diálogo e indicou na direção de Aécio Neves (PSDB), da oposição, ao afirmar que “o Brasil sinalizou claramente que não concorda com o que aí está” e que reivindica uma “mudança qualificada”.
“É com esse senso de responsabilidade que participarei como liderança. (…) Nós vamos fazer a discussão, mas obviamente que estatisticamente a população mostra isso [sentimento de mudança], não dá para tergiversar com o sentimento do eleitor”, afirmou, respondendo ao questionamento se descartava o apoio a Dilma.
Antes do ato, Marina se reuniu com familiares e assessores num hotel de São Paulo para acompanhar a apuração.
Aliados de Marina começaram a prospectar sua posição no segundo turno já na tarde do domingo. Alguns afirmam que a ex-senadora deve seguir a posição de 2010, quando não apoiou nenhum dos dois finalistas.
No entanto, há no partido quem defenda que ela declare voto. Nesse caso, as maiores apostas são para a aliança com o tucano Aécio Neves.
Apesar de terem detectado a curva de crescimento do tucano, o resultado final deixou muitos marineiros perplexos com o desempenho da candidata, que lembra o do presidenciável Ciro Gomes (PPS) em 2002 ou o do candidato a prefeito de São Paulo Celso Russomanno (PRB) em 2012 –chegaram a alcançar o topo das pesquisas mas desidrataram no final, ficando fora do segundo turno.
Em números e percentual, a pessebista teve um resultado muito próximo ao de 2010, quando foi candidata ao Planalto pelo PV.
EM QUEDA LIVRE
A Marina que chegou ao primeiro turno das eleições neste domingo (5) não era a mesma que entrou na disputa em 20 de agosto, quando foi oficializada candidata.
A comoção pela morte de Eduardo Campos, sete dias antes, deu lugar à euforia de favorita, quando a primeira pesquisa após a tragédia que matou o ex-governador de Pernambuco indicou que a ex-senadora era a única capaz de vencer Dilma.
Na véspera do primeiro debate, da Band, entre papéis com simulações de perguntas e respostas números sobre o país, ela exaltou Campos. “Ele ia se sair muito bem. Sabia tudo. Era muito melhor do que eu nisso”, afirmou emocionada a quatro assessores que a acompanhavam após a preparação.
Após seu bom desempenho no debate –e nas pesquisas–, Marina virou alvo do PT de Dilma e do PSDB de Aécio.
Mais de um mês de ataques, fragilidades da candidata e da candidatura expostas, e ela despencou 12 pontos em um mês no Datafolha.
Tentou recuperar fôlego com viagens ao Nordeste e ao Sul, mas os números não respondiam. Ficou cansada, perdeu peso e a voz.
Na última semana antes do primeiro turno, com as pesquisas mostrando o crescimento de Aécio, a candidata otimista, de ar solene, quase messiânico, deu lugar a uma Marina cabisbaixa, arredia e desanimada.
Aliados dizem que Marina assumiu uma campanha que não fora preparada para ela, mas confiaram que a sua biografia e a mobilização do PSB, somadas ao discurso de nova política, seriam suficientes para mantê-la no auge da onda formada pela comoção com a tragédia da morte de Campos. Não foram.
O ex prefeito de Areia Branca, Souza, mesmo com as indefinições conseguir cerca de 20.440 votos. Souza teve os votos validados pelo Tribunal Regional Eleitoral na madrugada deste domingo.
Estreante nas urnas, Laura Helena (PPS) também obteve uma votação expressiva. Foram mais de 18 mil votos, que se somados aos mais de 20 mil do candidato Souza deram à coligação uma vaga na assembleia Legislativa.
Com a mudança, Vivaldo Costa passou a ser o 1º suplente na coligação do PMDB na Assembleia Legislativa.
Com o resultado das eleições no Rio Grande do Norte, tudo indica que a Câmara Municipal de Natal pode passar por uma renovação com as saídas de Rafael Motta (candidato a deputado federal), Jacó Jácome (candidato a deputado estadual) e Albert Dickson (deputado estadual).
Com isso, Klaus Araújo (PP), Joanilson de Paula Rego (PSDC) e Emanoel do Cação (PP), respectivamente primeiros suplentes de Rafael, Jacó e Albert ganham uma vaga no Legislativo Municipal.
O presidenciável do PSDC, José Maria Eymael, está nesta noite no diretório estadual do PSDB, onde os tucanos comemoram os resultados dessas eleições, com a reeleição do governador Geraldo Alckmin, a ida de Aécio Neves para o segundo turno e a eleição de José Serra para o Senado Federal. Indagado pelo Broadcast Político, serviço da Agência Estado de notícias em tempo real, sobre quem apoiaria no segundo turno, disse que iria analisar. Mas, em seguida falou: Aécio Neves.
O senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB), vice na chapa presidencial do tucano Aécio Neves, comemorou a chegada ao segundo turno da disputa presidencial, dizendo que a onda da razão chegou e acredita na vitória de sua chapa nessas eleições. Ele afirmou que aguarda o apoio de Marina Silva (PSB) porque ela é um personagem muito importante desta eleição e faz parte do campo político da oposição. “Queremos que ela venha conosco, vai ajudar muito e vamos mudar o Brasil.”
Aloysio já esta no diretório estadual do PSDB onde o governador reeleito de São Paulo, Geraldo Alckmin, dará coletiva ainda neste domingo. Já chegaram alguns correligionários e candidatos eleitos neste domingo, como José Serra, que conquistou a vaga no Senado Federal. Para Aloysio, os ventos da mudança estão agora a favor de Aécio Neves.
O ex-presidente Fernando Collor de Mello (PTB), 65, foi reconduzido ao Senado pelos eleitores alagoanos neste domingo (5) e ficará mais oito anos em Brasília. Ele derrotou a ex-senadora Heloísa Helena (PSOL), que foi a principal adversária à sua candidatura em Alagoas. Também concorreram ao cargo Omar Coelho (DEM), Elias Barros (PTC), Coronel Brito (PEN), Marcos Aguiar (PTN) e Oldemberg Paranhos (PRTB).
Durante a campanha, Collor sempre esteve na liderança das pesquisas e, por isso, evitou todos os debates e entrevistas em veículos de comunicação. Ele se dedicou à campanha em caminhadas e carreatas, especialmente pelo interior, onde ficam seus maiores redutos eleitorais. Para o governo de Alagoas, apoiou o candidato Renan Filho (PMDB), com quem participou de dezenas de atos.
Collor também usou parte da campanha eleitoral para refazer a sua imagem de “ficha limpa”, uma vez que foi absolvido em abril pelo STF (Supremo Tribunal Federal) do último processo da época da Presidência.
Em seu primeiro programa, Collor chegou a dizer que seu impeachment da Presidência, em 1992, foi um “golpe parlamentar”.
Para a disputa de 2014, o senador conseguiu, pela primeira vez, unir a família e contou com apoio do sobrinho, Fernando Lyra Collor, filho de Pedro Collor e Thereza Lyra.
Apesar de ser alvo de críticas no programa de TV da presidente Dilma Rousseff (PT), Collor também teve o apoio do PT alagoano e outros partidos da base aliada federal.
Na declaração de patrimônio, o senador disse ser dono de uma coleção de veículos de luxo, que inclui uma BMW 760 — com valor declarado de R$ 714 mil — e uma Ferrari Scaglietti — de R$ 556 mil.
Impeachment e retorno
Collor viveu uma carreira de altos e baixos na política. Foi prefeito de Maceió (1979-1983), governador de Alagoas (1987-1989) e chegou à Presidência da República em 1989, se dizendo “caçador de marajás”.
Após medidas impopulares, com planos econômicos de arrocho salarial e confisco da poupança, Collor sofreu um duro golpe, em 1992, quando foi alvo de denúncias de corrupção de seu irmão, Pedro Collor, que viriam a iniciar uma onda de protestos no país, em um movimento pelo Brasil conhecido como “caras pintadas”.
Ainda naquele ano, pressionada pelas denúncias e por diversas manifestações públicas, a Câmara autorizou a abertura do processo de impeachment por 441 votos a 38. No começo de outubro, o processo chegou ao Senado, e Collor foi afastado interinamente.
Fernando Collor de Mello renunciou à Presidência em 29 de dezembro de 1992, quando o Senado julgava seu afastamento definitivo, e foi substituído pelo vice, Itamar Franco, que governou o Brasil até 1994.
Collor ainda tentou, em 2000, candidatura à Prefeitura de São Paulo, mas acabou sendo vetado pela Justiça. Dois anos depois, tentou concorrer ao governo de Alagoas, mas perdeu ainda no primeiro turno para o então governador, Ronaldo Lessa (PDT).
Em 2006, Collor entrou na disputa para o Senado 28 dias antes da eleição, venceu e retornou à vida pública. Nas eleições de 2010, tentou mais uma vez voltar ao governo de Alagoas, mas acabou ficando fora do primeiro turno.
Com 18,2% dos votos válidos, Alexandre Padilha teve a menor votação do PT nos últimos 16 anos de eleições estaduais em São Paulo. Foi o quarto pior desempenho histórico do partido em disputas pelo governo paulista.
Plinio de Arruda Sampaio, em 1990 (9,6%), Lula, em 1982 (9,9%) – na primeira eleição majoritária disputada pelo PT – e José Dirceu, em 1994 (15%) tiveram votação pior do que a obtida por Padilha neste domingo (5).
O resultado das urnas mostra que o PT encolheu no Estado. Nas últimas três eleições, o partido havia conseguido mais de 30% dos votos. Apesar dos números expressivos, só uma vez o partido conseguiu ir ao segundo turno – com José Genoino, em 2002.
As demais eleições foram resolvidas já na primeira rodada, com vitórias dos candidatos do PSDB. Os tucanos estão no comando estadual desde 1994, quando Mário Covas foi eleito. A última vez em que houve um segundo turno no Estado foi há 12 anos.
Mas nem só nas eleições para governador o PT teve resultados negativos no Estado. Além da derrota de Padilha, Dilma não conseguiu repetir em São Paulo a votação das eleições passadas. Em 2010, a presidente teve 37% dos votos válidos, enquanto neste ano recuou para 26%.
Em disputa pelo Senado, Eduardo Suplicy também saiu derrotado nas urnas. O petista, que estava no Congresso desde 1990, foi derrotado pelo rival tucano José Serra.
Historicamente, o PT encontra resistências no eleitorado paulista. Exceção feita a 2002, quando Lula conseguiu vencer Serra, o partido sempre foi derrotado no Estado. Com cerca de 32 milhões de eleitores, São Paulo é o maior colégio eleitoral do país.
Campanha eleitoral
Ministro das Relações Institucionais do governo Lula, o candidato permaneceu na Esplanada no governo Dilma, desta vez na Saúde. Estava à frente da pasta quando do lançamento do programa Mais Médicos, sua principal bandeira de campanha.
Ungido candidato por Lula, o PT esperava repetir o desempenho de Fernando Haddad, eleito para a prefeitura de São Paulo em 2012, em sua primeira disputa eleitoral. Como Padilha, Haddad também foi ministro do ex-presidente (na Educação).
A campanha do petista foi marcada por duros ataques ao governador Alckmin – a quem chamou de covarde, mentiroso e “fujão” -, mas a estratégia não deu resultado.
Nem mesmo os apoios de Dilma e Lula foram capazes de alavancar sua candidatura. O ex-presidente, fiador da candidatura de Padilha, acompanhou o candidato em vários atos públicos.
Apesar disso, a campanha petista não empolgou. Padilha lutou contra a alta rejeição a seu nome, apesar de ser menos conhecido entre os eleitores do que o governador Alckmin.
O resultado das urnas deste domingo, no entanto, mostrou-se melhor do que o esperado pelo PT. As últimas pesquisas de intenção de voto mostravam o candidato com 14%.
Bg, com a ida de Albert Dickson, Jaco Jaco e Rafael Mota para as suas novas casas legislativas, abrem 3 vagas na Câmara Municipal do Natal. Vc sabe dizer quem são os suplentes que irão assumir as cadeiras vazias da CMN?
ESTOU CONVENCIDA QUE NUNCA HAVERÁ MUDANÇAS EM NOSSO PAÍS. NÃO TEM JEITO MESMO. AO INVÉS DE APROVEITAR O MOMENTO PARA PROMOVER MUDANÇAS NO QUADRO POLITICO DO NOSSO ESTADO E TIRAR DE VEZ AS OLIGARQUIAS (VELHAS RAPOSAS), QUE COMANDAM A POLÍTICA DO NOSSO ESTADO DE UMA MANEIRA FORTE E VERGONHOSA, O POVÃO CONTINUA PERPETUANDO ELE NO PODER. INFELIZMENTE A COMPRA DE VOTOS OU TROCA DE FAVORES AINDA É UMA GRANDE REALIDADE EM NOSSO ESTADO OU MESMO NO NOSSO PAÍS. SERÁ QUE UM DIA APRENDEREMOS A EXERCER A NOSSA CIDADANIA COM RESPONSABILIDADE E CONSCIÊNCIA POLÍTICA?
MEU DEUS – DIGITE "RICARDO MOTTA" NO GOOGLE E A PRIMEIRA COISA QUE APARECE E (MP -DENUNCIA DEPUTADO POR PECULATO)…. – RN MERECE OS POLÍTICOS CORRUPTOS QUE TEM E QUE NUNCA MUDAM PQP!!!
boa noite, hj conversando com familia, descobri que tinhamos um primo deputador no RN de familia cearence da cidade de PARACURU chamado de Israel, filho de Ernesto. alguem teria noticia dessa familia? grato.
Acabam_se as duvidas, agora são dividas…foram eleitos para o povo e devem provar a cada dia q merecem o q conquistaram, com trabalho e respeito, pensando sempre nos mais necessitados…avante, povo querido…Vamos cobrar atitude positiva desses caras!
Esse país é muito ignorante e o nordeste infelizmente é mais ainda.Aqui o cidadão deixa de votar em um delegado de policia para votar em um moleque só pela aparência fisica dele e pelo segundo nome.É infelizmente uma grande demonstração de ignorancia. Estou sinceramente convencido de que para ser eleito nesse estado é preciso apenas uma boa campanha de marketing,ter uma boa aparencia e ter um segundo nome forte.Não precisa nem ter um bom discurso ou propostas!Esse povão é muito fácil de convencer.
Para ens a dison. Um herói que mudou Goianinha , e agora vai. Ajudar. O povo do agreste e do Rn .sou fã desse cara. Que deus abençoe . Nos goianiensesanta sabemos do seu potencial .
espero q os eleitos cumpram com seus deveres o povâo está ficando esperto . que Deus abençôi cada um deles com sabedoria e honestidade.
Parabéns a todos os eleitos! Particularmente ao NOVO DEPUTADO Carlos Augusto Maia, daqui de Parnamirim. É mais um pra soma forças com Agnelo e melhorar nossa Cidade.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Dias Toffoli, saiu em defesa do sistema de cadastro biométrico dos eleitores, em coletiva no final da noite deste domingo (5). Na análise do presidente da Corte “a identificação biométrica foi um sucesso”. “Se houve casos onde ocorreu algum atraso, está mais do que claro que foram isolados. Não se pode dar generalização a estes problemas”, afirmou o ministro.
Toffoli disse que o tempo “não é uma competição olímpica” e destacou que às 19 horas 56 minutos e 28 segundos se tinha 91% dos votos válidos apurados e “matematicamente” definidos os candidatos Dilma Rousseff e Aécio Neves como adversários no segundo turno.
Durante a tarde, alguns Estados que tiveram identificação biométrica de eleitores chegaram a informar ocorrência de atrasos na votação, como o Rio Grande do Norte – que tinha 52% dos eleitores identificados pela biometria – e o Distrito Federal. Hoje, quatro unidades contam com 100% dos eleitores com cadastro biométrico. Toffoli aproveitou o pronunciamento para comentar essas informações. “Se dizia que em Brasília filas terminariam apenas 21h e antes das 18h, praticamente, já tínhamos o resultado no Distrito Federal”, afirmou o ministro.
Ele mencionou que o sistema de verificação permitiu, por exemplo no caso de prisão de um eleitor que tentou votar duas vezes. “É a garantia de que o eleitor brasileiro só pode votar uma única vez”. Ele afirmou que a Justiça eleitoral teve “paciência” com o eleitor que teve dificuldade de votar no novo sistema. De acordo com ele, problemas foram isolados e “sem significância”.
Toffoli fez um agradecimento e parabenizou a população brasileira, que segundo ele se dirigiu às urnas com “ampla calma para escolher o futuro da Nação”. Ele agradeceu ainda os juízes eleitorais, servidores e 2,5 milhões de mesários. ()
O candidato do PSDB, Aécio Neves, foi o mais votado entre os brasileiros que moram em Nova York e região. O tucano somou 56,4% dos votos (4.800). Marina Silva, do PSB, ficou em segundo lugar, com 22,1% (1.885), e a presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, terminou em terceiro, com 11,9% (1.015).
Apenas 40% dos eleitores cadastrados para votar na zona eleitoral de Nova York, que abriga ainda eleitores dos Estados de Nova Jersey e Pensilvânia, compareceram às urnas neste domingo (5).
A zona é a segunda maior fora do Brasil, com 21.240 pessoas cadastradas para votar –8.543 votaram. Fica atrás de outra cidade norte-americana Miami, com 22.294.
Ao todo, há 112.252 eleitores nos Estados Unidos, o país com mais brasileiros no mundo. O Japão é o segundo, com 37.638, seguido por Portugal, com 30.910 eleitores.
Os brasileiros enfrentaram filas para votar durante a tarde em Nova York. Faltando menos de duas horas para o fechamento das urnas, as filas dobravam o quarteirão no local de votação, um centro de convenções na rua 46.
“A fila assusta, mas está andando rápido. Levei uns 10 minutos para entrar. Na última eleição [em 2010] estava pior”, disse Adriana Costa, 48, que mora na cidade há 18 anos.
Segundo funcionários do consulado brasileiro em Nova York, o movimento aumentou à tarde, pois muitas pessoas deixaram para votar na última hora. Além disso, muitos eleitores que pediram a transferência do título para os EUA neste ano ainda precisaram pegar o documento, o que também atrasou a votação.
Foi o caso de Neusa Lobo, 67, que está na cidade há dois anos e meio e votou pela primeira vez. “Transferi meu título em fevereiro. Quis votar porque quero que o Brasil melhore”, disse ela.
A fila, no entanto, já havia acabado às 17h (horário local, 18h em Brasília), hora do fechamento das urnas. Segundo o consulado brasileiro, o último eleitor em Nova York votou às 17h08.
Entre os brasileiros conhecidos, compareceram ao local de votação a ex-ministra da Fazenda Zélia Cardoso de Mello e a atriz Sonia Braga. A modelo Gisele Bündchen, que vota na cidade, não apareceu para votar.
Aonde está essa renovação? Aqui o voto de cabresto ainda reina. Walter Alves foi COLOCADO no lugar de Henrique Alves; Dra Zenaide foi COLOCADA no lugar de JOÃO MAIA; Rafael Motta foi COLOCADO pelo pai; idem Antônio Jácome, Fábio Farias e Felipe Maia. Não vejo renovação e sim os donos dos partidos e das cadeiras determinando quem deve marcar posição para a família não deixar de mamar. Uma vergonha, e o povo ainda reclama da saúde, educação e segurança.