Saúde

Calamidade Pública: no RN, gestores investem em ambulâncias e esquecem unidades de saúde

O registro de atendimentos durante quase 12 horas no Hospital Walfredo Gurgel. Este é o tema da matéria de Roberto Lucena, publicada na Tribuna do Norte de hoje, na qual se é constatado um fato já conhecido, especialmente, quando se trata da prestação de serviços de saúde no interior: a máxima de que na dúvida, manda pro Walfredo.

O Pronto Socorro do Walfredo, o Clóvis Sarinho, é a prova disso. Pacientes com dor de dente, gripe forte, que deveriam ser atendidos em unidades médicas em seus respectivos municípios não contam com o serviço e acabam sendo destinados à capital, onde passam a   disputar atendimento com pacientes de urgência e emergência, que já contam com os parcos recursos do WG. A consequência são doentes insatisfeitos e funcionários sobrecarregados.

A diretora geral do hospital, Fátima Pereira, confirma a falta de estrutura nos interiores. Ela conta que os pronto-socorros das cidades do interior não estão recebendo pacientes e os mais diversos tipos de caso, dos mais variados níveis de gravidade acabam chegando ao Waldredo. “Tudo desagua aqui e não temos para onde encaminhar”, desabafa a gestora.

No contraponto da construção de novas unidades de saúde, estruturação e contratação de médicos, o número de ambulâncias cresceu 550% no período de 5 anos., segundo dados do Departamento Estadual de Trânsito (Detran/RN).

Segue matéria na íntegra:

A adolescente de 14 anos, de Senador Georgino Avelino, caiu da bicicleta e suspeita que fraturou o tornozelo. O menino de 15 anos, oriundo de Maxaranguape, está com o lado direito do rosto inchado devido a uma dor de dente. Já o senhor de 48 anos, natural de São José de Mipibu, sofre de constipação há 19 dias. Além da saúde debilitada, estas pessoas têm em comum o fato de procurarem atendimento médico no mesmo local: Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel (HMWG). Na última terça-feira, a TRIBUNA DO NORTE acompanhou, por quase 12 horas, a rotina no Pronto-Socorro da maior unidade hospitalar do Estado.

No último mês, o Walfredo Gurgel realizou 7.221 atendimentos. Uma média superior a 230 procedimentos diários. Quase a metade desses atendimentos foi realizado em pacientes oriundos do interior do Estado. No entanto, Natal é a responsável pela maior parte da demanda. Em julho, foram 3.917 natalenses atendidos na unidade, o que corresponde a 54,24% do total. Na primeira quinzena de agosto, as estatísticas se repetem. Até a última quarta-feira, dia 15, o HMWG contabilizava 3.916 atendimentos, sendo 2.268 (57,92%) em pacientes provenientes da capital. Entre os municípios do interior, Parnamirim lidera a lista de encaminhamentos à unidade. [veja info]

Já se passaram 46 dias desde que o Governo do Estado decretou estado de calamidade na saúde pública do Rio Grande do Norte. Durante a última semana, ficou claro à sociedade que os efeitos esperados pelo decreto estão longe de se tornarem realidade. O sistema público de saúde potiguar vive um momento crítico. Os sintomas da celeuma são perceptíveis e fáceis de constatar no maior nosocômio do Estado. Para o presidente do Conselho Regional de Medicina (Cremern), Jeancarlo Cavalcante, a situação é insustentável. “O plano de enfrentamento à crise não foi efetivado. A situação está pior que antes”, diz.

O HMWG é uma unidade de atendimento em casos de urgência e emergência, mas, na prática, não é isso que ocorre. “Os pronto-socorros do município não estão recebendo. Tudo deságua aqui e não temos para onde encaminhar”, disse Fátima Pereira, diretora geral do hospital, referindo aos postos da capital. “Aparece de tudo por aqui. De uma simples dor de cabeça aos casos mais graves. E o que a gente vai fazer? Mandar de volta para o município de origem? Temos que atender”, informa uma enfermeira que preferiu não revelar a identidade.

Mais que uma causa da atual situação, o cenário registrado no Walfredo Gurgel revela-se como sintoma da falta de priorização da saúde pública nos municípios do Rio Grande do Norte. Segundo a secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), todos os 167 municípios potiguares possuem gestão plena na saúde, ou seja, as prefeituras recebem fundo a fundo os recursos para a atenção básica, especializada e especializações. Sendo assim, têm responsabilidades relativas à política de saúde. “Mas isso não acontece. As prefeituras não investem como deveriam e acabam enviando toda a demanda para o Walfredo Gurgel”, relata a assessoria de imprensa da Sesap. De janeiro passado até o dia 16 de agosto, o Ministério de Saúde repassou àsaos 167 prefeituras do RN, a quantia de R$ 498.518.494,47 para custeio dos programas de saúde.

Em entrevista à TRIBUNA DO NORTE, publicada na edição da última quarta-feira, o titular da Sesap, Isaú Gerino, reconhece que encontrou a rede de hospitais desabastecida e não deixa claro quando o plano emergencial vai começar, de fato, a apresentar melhorias à população. “Nem sempre o que planejamos a gente pode executar”, contou. O secretário pontuou que há dificuldades financeiras e que procura ajuda do Governo Federal. “Acredito que dificuldades financeiras há no Governo, não só aqui, mas no Brasil como um todo, há esses problemas. Estamos tentando com ajuda do Ministério da Saúde, fazer a reposição não só do Walfredo Gurgel como de toda rede.

Número de ambulâncias cresceu 550%

Nos últimos seis anos, de acordo com o Departamento Estadual de Trânsito (Detran/RN), o número de ambulâncias no Rio Grande do Norte aumentou 550%. Em 2007, eram apenas 81 veículos desse tipo.  Agora, já são 528 automóveis responsáveis por fazer o deslocamento de pacientes. A proporção é bem superior se compararmos, por exemplo, o total de verba destinado no Orçamento Geral do Estado (OGE) para a Sesap. De 2011 para o 2012, o aumento foi de apenas 5,9%.

Parte da frota de ambulâncias que circula no Estado tem como destino principal o Pronto-Socorro Clóvis Sarinho, no HMWG. Foi o que a TRIBUNA DO NORTE constatou na última terça-feira. O fato de estarmos vivenciando um período de eleições, segundo a diretora da unidade, influencia no aumento da conhecida ambulancioterapia. “Coincidentemente, nos anos de eleição, aumenta o fluxo de ambulâncias do interior”, diz.

A equipe de reportagem chegou ao Clóvis Sarinho às 4h50. A primeira ambulância, “adquirida com recursos próprios” pela Prefeitura de Venha-Ver como avisa o adesivo coloca no veículo, estacionou na entrada do PS às 6h50. Essa é a segunda vez que o aposentado Matias Dantas de Carvalho, 69 anos, faz a viagem de quase 500 quilômetros dentro da ambulância. Na primeira vez, há cerca de um mês, as condições eram diferentes. Matias fora vítima, juntamente com o filho Pedro Dantas, 35 anos, de um acidente automobilístico. Ambos precisaram ser atendidos no HMWG e se submeteram a cirurgias ortopédicas.

O retorno ao hospital é justificado pela necessidade de mostrar novos exames ao cirurgião que os operou. Mas apenas Matias ainda necessidade de atenção. “Eu já fiquei bom. Meu pai é que precisa desse retorno”, explica Pedro. Questionado se a avaliação não poderia ser feita num posto de saúde de Venha-Ver, Pedro afirmou: “É melhor aqui”.

São 11h45 e o movimento no Pronto-Socorro é intenso. Ambulâncias do Samu chegam a todo instante. Enquanto os pacientes são retirados dos automóveis, servidores terceirizados realizam um protesto e exigem o pagamento de salários atrasados. De um lado, gritos dos grevistas, do outro, choro dos pacientes. É desesperador para os profissionais. “Tem horas que penso em jogar tudo para o ar e pedir demissão”, diz uma enfermeira.  Não há muito tempo para lamentações. A próxima ambulância, vinda de Ceará-Mirim, para na entrada do PS. Não há muito tempo para lamentações. A próxima ambulância, vinda de Ceará-Mirim, para na entrada do PS.

Dentro do veículo, o aposentado Josué Alexandre de Souza, 67 anos, estava deitado num colchão hospitalar. Não havia maca na ambulância, muito menos no hospital. Diabético, cego e com uma das pernas amputada, o idoso esperava pacientemente qual seria seu destino. Depois de uma pequena discussão entre a enfermeira, motorista da ambulância e a acompanhante do paciente, resolveram que ele ficaria, como outros tantos, sentado em uma cadeira, no corredor do hospital.

Conselho quer interdição do hospital

Devido ao desabastecimento da farmácia, a falta de material de trabalho, condições higiênicas e a superlotação da unidade, o Cremern planeja pedir, nos próximos dias, a interdição de alguns setores do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel. A informação foi confirmada pelo presidente da instituição, Jeancarlo Cavalcante, e é, segundo ele, uma tentativa de resolver a “situação insustentável do hospital”.

No entanto, antes do pedido de interdição, o atendimento no hospital pode sofrer restrições caso a ameaça de demissão em massa seja confirmada pelos cirurgiões gerais lotados no HMWG. Segundo o cirurgião Ariano Oliveira, os médicos estão trabalhando em situação precária. “Falta o básico para a realização de uma cirurgia. A situação é a mesma há muitos anos e, mesmo com interdição, não resolve”, coloca. O médico afirmou que a categoria deve ser reunir nesta semana para chegar a um acordo. “Se a situação não foi resolvido até o final deste mês, vamos parar o centro cirúrgico”, sentencia.

Somente este ano, essa será a terceira investida do Cremern em busca de alguma solução para o HMWG. Em junho passado, o Conselho entrou com uma ação civil pública contra o Governo do Estado na Justiça Federal por conta do caos no hospital. “Antes tínhamos problemas pontuais em alguns setores e hoje nós temos a falência de muitos setores”, diz Jeancarlo. O Centro de Recuperação de Operados, o Centro Cirúrgico, o necrotério e as enfermarias são os setores que despertam mais preocupação.

Na ação, o Cremern pede a reestruturação de várias áreas, sob pena de multa pessoal de R$ 20 mil para a governadora Rosalba Ciarlini. Além disso, a ação solicita uma indenização por “dano moral coletivo” de R$ 1 milhão destinada ao Fundo de Saúde. Em maio, o Cremern interditou eticamente o setor de reanimação do hospital. Até hoje, o setor continua interditado por falta de condições de uso.

Postos de saúde de Natal fecham as portas

Enquanto o Walfredo Gurgel agoniza submerso à superlotação fazendo atendimentos que não deveriam chegar lá, alguns postos de saúde de Natal estão com as portas fechadas. Quem procurou atendimento nas unidades de Cidade Satélite, Mãe Luíza e Unidade Mista de Pajuçara, durante essa semana, voltou para casa sem o devido auxílio médico. Nas primeiras unidades, o problema é a insegurança. Por causa da greve dos servidores do Município, os guardas municipais, responsáveis pela segurança dos postos, não foram trabalhar. Em Pajuçara, os atendimentos foram suspensos há dez dias. Um incêndio provocado por um curto-circuito destruiu a sala de odontologia e queimou alguns aparelhos elétricos.

A greve dos servidores públicos municipais está afetando o atendimento médico em pelo menos dois postos de saúde da capital potiguar. As unidades médicas que possuem pronto-atendimento nos bairros Cidade Satélite e Mãe Luíza estão fechadas. O motivo é a greve promovida pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Natal (Sinsenat). Entre os servidores que suspenderam as atividades, estão os guardas municipais, responsáveis pela segurança dos postos.

O atendimento diário a cerca de 400 pacientes está irregular na “Unidade de Saúde de Cidade Satélite II”. Os funcionários vão ao local com a incerteza de que vão trabalhar. Desde o último domingo, a rotina é essa. “A gente chega e espera os guardas. Se eles vierem, trabalhamos, caso contrário, vamos embora”, disse a recepcionista da unidade.

De acordo com Tânia Lopes, coordenadora do posto, a Guarda Municipal não está cumprindo a escala de plantão definida pelo comando da greve. “Eles nos passaram a escala, porém, infelizmente, os guardas não estão aparecendo”, contou. Tânia explicou ainda que o posto já foi assaltado algumas vezes e os profissionais ameaçados. Os pacientes que chegam ao local são encaminhados para o Hospital Deoclécio Marques, em Parnamirim.

As portas para os pacientes também estão fechadas na “Unidade de Saúde de Mãe Luiza”. Na frente do prédio, uma faixa avisa que os servidores estão em greve. Na porta principal, um aviso explicita que desde o último sábado, dia 11, não há atendimento à população.

No Unidade Mista de Pajuçara, somente os agentes de combate a endemias frequentam o local. Na última quarta-feira, a TRIBUNA DO NORTE esteve no local e verificou que nada foi feito para recuperar o que foi perdido com o incêndio. Uma reunião entre os administradores do local e representadas secretaria Municipal de Saúde (SMS) estava prevista para última sexta-feira, no entanto, a secretária Maria do Perpétuo comunicou que não poderia estar presente. “Remarcamos para segunda-feira. Queremos que alguma solução seja definida. Nem o Itep [Instituto Técnico-Científico de Polícia] venho fazer a perícia ainda. Tememos que o posto seja fechado definitivamente”, disse Conceição Frasano, administradora do local.

Bate-papo

Iara Pinheiro, promotora da Saúde

Qual a avaliação que a senhora faz  na rede hospitalar do Estado?

A ação desta promotoria tem sido mais intensa, nas últimas semanas, em relação a questão dos Hospitais Walfredo Gurgel, que enfrenta uma grave crise de desabastecimento. E nesse sentido está patente que o Estado não se sentiu obrigado a cumprir a decisão judicial para abastecer de medicamentos e insumos o Hospital. O Ministério Público impetrou Ação Civil Pública, em junho teve uma decisão de cautela antecipada que dava prazo para o reabastecimento imediato, que foi descumprido. E esta semana ingressamos com uma petição em ação civil pública para estabelecer multa por isso. Mas não tenho qualquer informação sobre o andamento jurídico. O quadro no Hospital Walfredo Gurgel, como posto na petição, é de desabastecimento real que permanece, apesar da decisão judicial.

Com o decreto de calamidade da saúde esta situação já deveria estar sanada?

O próprio decreto estabelece que há uma necessidade de abastecimento imediata para os hospitais e portas de entradas da urgência e emergência de Estado.  Ou seja um abastecimento imediado e num prazo de 90 dias, que esta abastecimento estar regularizado. Mas o que era previsto para curto prazo ainda não executado. Temos um mapeamento dessa situação, que foi juntada a ação civil pública, na petição, que demonstra a queda nos estoques dos Hospitais Walfredo Gurgel e Giselda Trigueiro.

O MPRN irá auditar o emprego  dos recursos do decreto de calamidade? Como será feito esse acompanhamento e da reestruturação física?

Este papel cabe ao TCE (Tribunal de Contas do Estado), que tem a competência  específica e intransferível de auditar estas contas. E em casos de recursos federais, o TCU (Tribunal de Contas da União). O Ministério Público não vai e não precisa  montar uma estrutura para isso. E, em relação a reformas, estamos fazendo o acompanhamento de como esses recursos estão sendo usados, acompanhando a questão, as ordens de serviços para alguns hospitais já foram emitidas e os maiores há uma previsão para os próximos dias. Mas é bom salientar que para todos estes hospitais, a Promotoria já tem ações civis ou inquéritos instaurados pedindo a celeridade de reformas para cada uma dessas unidades de saúde, são questões estruturais antigas que vem sendo ignoradas.

E em relação à falta de pessoal. A terceirização no setor estaria contribuindo para que  a categoria considere o serviço público menos atrativo e encare os contratos de terceirização como mais vantajosos?

O MPRN também vem atuando para garantir pessoal, não só em relação a quantitativo, com uma ação civil pública obrigou a Secretaria Estadual de Saúde a realizar o último concurso da saúde de 2010; como também em relação a qualidade, como fez no caso do contrato da OS (Organização Social) A.Marca. O posicionamento do Ministério Público é de enfrentamento dessa realidade.

Quais as implicações dessas terceirizações para a população e para o erário?

Como no caso dos contratos da OS A.Marca foi permeado de corrupção não há como ter conhecimento real do impacto financeiro que essas terceirizações causam. Inclusive, solicitamo uma auditoria ao TCE sobre a relação  custo-benefício desse contrato com a OS na saúde, mas ainda não foi concluída. O Ministério Público defende que é dever do Estado  prover a saúde pública.

O fato da capacidade de investimento, os recursos, estar sendo engolida pela folha de pagamento.

Essa é uma questão que também estamos acompanhando. Inclusive pedimos uma auditoria do TCE, porque percebemos a fragilidade na gestão do RH da saúde, com uma extensa folha, altos custos, ausência de controle da carga horaria dos funcionários e estamos esperando a conclusão e que os auditores apontem soluções.

Entre tantos problemas, qual a maior urgência do sistema de saúde?

O desabastecimento.

Gestores sempre afirmam que problemas de desabastecimento e superlotação nos principais hospitais do Estado se agravam devido à ineficiência da atenção básica. Os promotores também concordam que a atenção básica é negligenciada pelos gestores? Como vem sendo acompanhada essa questão?

Não tenho segurança para responder,  por que é um outro promotor que trata da atenção básica de saúde. Devido ao licenciamento da promotora responsável, não houve o levantamento sistematico, como vinha ocorrendo antes. O Ministério Público esse ano não conseguiu intervenções regulares na atenção básica.

Como a senhora mesma coloca, a crise na saúde não é nova, qual a origem?

Acredito que a escassez de recursos somada a má gestão.

O Fórum em Defesa da Saúde tem defendido a autonomia financeira da pasta da saúde. Como isso poderia mudar o quadro atual? Poderia ter evitado chegar ao estado de calamidade?

Daria maior agilidade as ações previstas no plano de emergência. Hoje a Sesap depende da liberação das Secretaria de Planejamento para ter acesso aos recursos. Isso acontece em tempos diferentes nas duas pastas. Mas não sei se evitaria a calamidade.

Então, o problema não é só recurso?

Não. É sobretudo problema de gestão.

E qual a avaliação da gestão da saúde? Com quem está, hoje, o controle da saúde?

O secretário de Estado, Isaú Gerino.

E está sendo bem gerida?

Como já disse, a falta de boa governança na gestão da saúde vem de muito tempo.

Qual a avaliação sobre o plano de ações emergenciais elaborado pelo Governo?

Acredito que é um plano de governo. Se conseguir ser executado, como previsto, dará uma resposta eficaz.

A senhora acredita que as ações previstas no plano, já que como a senhora colocou na petição (em relação ao desabastecimento no HWG), “após 40 dias nada foi feito”?

Não posso avaliar para o futuro. O que posso dizer que as ações a curto prazo ainda não aconteceram. É um prognóstico ruim.

Fonte: Tribuna do Norte

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Política

Desentedimento acaba na morte de jovem em Mossoró

Mais uma morte violenta foi registrada pela Central de Operações da Policia Militar de Mossoró. O crime aconteceu por volta de 3 horas e 40 minutos de Domingo 19 de Agosto de 2012, na localidade de Jucuri, cerca de 20 km de Mossoró.

Eduardo Alexandre de Araújo, “’Dudu”’ 23 anos de idade, residente na Rua Francisco Fernandes da Silva, em Jucuri, foi alvejado com um disparo de uma arma de fogo tipo Garruncha e morreu no local. O acusado, que não teve seu nome fornecido, é morador da localidade e fugiu depois do crime.

Segundo informações, vitima e acusado, participavam de uma festa em um clube na comunidade e teria havido um desentendimento entre os mesmos. O acusado foi em casa pegar a arma e na saída do clube efetuou o disparo a queima rouba nas costas de Dudu. Segundo informações de populares, Dudu não tinha envolvimento com coisas ilícitas.

Policiais do Grupo Tatico Operacional, isolou a área do crime. Após a pericia no local o corpo foi removido para a sede do Instituto técnico e Cientifico de Policia, Itep para os trabalhos de Necropsia.

 

Fonte: Blog O Câmera

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Social

Censo Previdenciário dos servidores municipais é prorrogado

A primeira fase do Censo Previdenciário dos servidores municipais foi prorrogada até o dia 31 de agosto. O Censo está sendo realizado pela Prefeitura do Natal por meio do Natalprev, em parceria com o Ministério da Previdência Social e Banco do Brasil e objetiva a atualização cadastral dos servidores ativos, inativos, aposentados e pensionistas. A atualização dos dados dos servidores está sendo feita com a utilização do Siprev – Gestão de RPPS, sistema público e gratuito do Ministério da Previdência para apoio dos Institutos de Previdência de todo o Brasil.

A intenção do Natalprev é atualizar os dados de todos os funcionários municipais reforçando, dessa forma, o objetivo do Ministério da Previdência Social de construir um banco de dados nacional sobre o servidor público.

Todos os servidores da Prefeitura do Natal incluindo os titulares de cargo efetivo, ativos, aposentados e pensionistas deverão participar do censo, que está sendo realizado em duas fases. A primeira iniciada no dia 18 de julho e que vai até o dia 31 de agosto, por meio da Internet e a segunda, de 03/09 a 28/09, prazo determinado para apresentação dos documentos de comprovação nas agências do Banco do Brasil selecionadas para este fim.

A atualização dos dados pode ser feita pelo próprio servidor em casa ou no seu ambiente de trabalho. O preenchimento dos dados é muito simples, basta acessar o site www.natal.rn.gov.br/censo. Ao fazer isso, será pedido login e senha. No lugar do login, o servidor deverá digitar o seu CPF e no lugar da senha, a seguinte numeração: 1, 2, 3, 4, 5 e 6. O Banco do Brasil disponibiliza um total de 50 funcionários (facilitadores) que estão percorrendo as secretarias municipais para esclarecimento de dúvidas.
O censo é obrigatório e o pagamento da remuneração ou proventos relativo ao mês de setembro de 2012 dos servidores que não participarem do Censo Previdenciário, no prazo determinado, será suspenso. Após a realização do Censo, cada servidor (ativo, inativo ou pensionista) deverá comparecer anualmente ao órgão na data de seu aniversário para nova atualização cadastral.

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Política

No RN, 81 candidatos a prefeito tentam reeleição

Os encantos do poder. Dos 414 candidatos a prefeito inscritos no pleito deste ano, 81 deles já ocupam a cadeira no Executivo dos seus respectivos municípios. A informação é dada na edição de hoje da Tribuna do Norte, que conta também ser esse número correspondente a 81% daqueles que, seguindo a legislação eleitoral, poderiam tentar a recondução ao cargo. A média nacional é de 74,8%.

Segundo dados da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), dos que tiveram suas candidaturas confimardas pelos órgãos eleitorais, 25 deles já foram prefeitos no período de 1996 a 1999; 41 representaram o executivo municipal de 2000 a 2005; e, 25 desempenharam a atividade de 2005 a 2008.

A ONG Transparência Brasil avaliou que tal comportamento não é nocivo à sociedade, exceto nos casos em que ilustra a presença de oligarquias políticas nos municípios.

Segue matéria na íntegra:

Com 414 candidatos à prefeito, nestas eleições, o Rio Grande do Norte é o quarto estado da Federação com maior número de candidatos à reeleição. No poder, 81 prefeitos estão na disputa tentando garantir um novo mandato – o que representa 81% do total de prefeitos que poderiam se candidatar, de acordo com as regras eleitorais. Dos atuais 167 prefeitos, 100 poderiam concorrer à releição. A média do RN é maior do que a nacional, que é de 74,8%. Do total de candidatos inscritos nestas eleições, 19,5% estão pleitando a reeleição.

Fora isso, em todos os estados da Federação, o quantitativo de candidatos a prefeito que já exerceu o cargo nos anos de 1994, 2000 e 2004 é significativo. No caso do Rio Grande do Norte, dos atuais candidatos inscritos, 25 foram prefeitos de 1996 a 1999; 41 comandaram as prefeituras de 2000 a 2004; e 23 exerceram o cargo de 2005 a 2008. Os dados estão no estudo realizado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM).

Ao comparar as eleições de 2000, a primeira com vigência da emenda constitucional da reeleição, e a deste ano, verifica-se que apesar da queda nos números absolutos, houve crescimento percentual no número de inscritos. Este ano, o percentual de candidatos à reeleição, nos municípios brasileiros, está cerca de doze pontos percentuais acima do que foi registrado na eleição de 2000, quando 62% dos prefeitos no cargo disputaram um segundo mandato.

Em termos absolutos, no entanto, a eleição de 2000 registrou – 3.448 prefeitos candidatos à releição, dos 5.558 que poderiam concorrer ao cargo. Atualmente, dos 3.659 prefeitos que podem disputar a reeleição, 2.736 registraram suas candidaturas e estão concorrendo. Em relação ao pleito de 2008, houve redução na quantidade de registros. Naquele ano, 78,6% dos prefeitos que poderiam disputar a reeleição, 4.368 um total de 3.435 se inscreveram.

Para o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, o percentual de prefeitos que tentará a reeleição é um dado relevante, que pode refletir a melhoria dos indicadores fiscais e de gestão dos municípios. “Os prefeitos sanearam as contas, no último mandato e, por isso, presumem que poderão se planejar melhor num segundo mandato e concluir as obras e projetos iniciados”, acredita Ziulkoski. Ele considera baixo o índice de reeleição e de tentativas de retorno ao poder.

Segundo ele ainda há “um número considerável de prefeitos que desiste de concorrer, em virtude da fiscalização ostensiva e – até certo ponto – desigual que sofrem do Ministério Público”. A coordenadora do Movimento Articulado Contra a Corrupção (Marcco), Ohara Fernandes, vê com preocupação o alto índice de reeleição. “A possibilidade de o prefeito retornar”, disse ela, “é benéfica. A gente precisa de gestores com experiência e qualificados. O problema que vejo é o uso da máquina pública a favor da reeleição”.

Isso, segundo ela, fragiliza a democracia. “Como não temos controle interno eficiente, o que tenho observado, cada vez mais crescente, é o envolvimento de prefeitos com desvio de verbas públicas e sendo processados, tanto criminalmente, como civilmente. Isso pra mim é o que preocupa”. O presidente da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn), João Gomes, destacou que a reeleição é um direito, “uma opção, que depende de vontade própria do candidato, do desejo de seu grupo e de como ele está avaliado”.

“Alguns desistem por questões pessoais ou por terem outras atividades que o incompatibilizam”, disse ele, “outros por desânimo, outros não se identificam com a gestão pública. Mas há os que desenvolvem um trabalho em suas cidades e desejam ver a continuidade”. Este ano, em Natal, com índice de rejeição de 87%, segundo pesquisas recentes, a atual prefeita Micarla de Souza, desistiu da tentativa de reeleição.

Ele disse que muitos disputam pela primeira vez e chegam a exercer o cargo, se desencantam “com as coisas da política, com a morosidade natural da máquina pública”. “O tempo das coisas na iniciativa privada é totalmente diferente do tempo das coisas na gestão pública. Além disso, a forma de fazer política é diferente, as regras na administração pública são diferentes e os problemas das cidades são cada vez mais complexos, exigindo, a cada eleição, alguém mais qualificado e com disponibilidade para dedicação exclusiva aos municípios”.

‘Transparência’ não vê empecilho

O diretor executivo da ONG Transparência Brasil, Claúdio Weber Abramo, especialista no tema corrupção, não vê problema no alto índice de reeleição e de tentativas para voltar ao poder por parte de quem já comandou prefeituras municipais. Para ele, essa dinâmica eleitoral é normal.

No entanto, ao comentar o assunto para a TRIBUNA DO NORTE, ele fez algumas ressalvas. “Exceto nos municípios onde há predomínio de oligarquias”, afirmou Abramo, “isso gera certa preocupação, mas não se pode ter um olhar generalista nessa questão. É preciso uma observação mais aprofundada porque as realidades regionais do país são bastante diferentes”.

No Brasil, comentou Abramo, o índice de rejeição dos prefeitos que tentam reeleição é muito baixo. “Na maioria das vezes, os que vêm exercendo mandato são reeleitos”, observou o especialista.

Em relação às eleições deste ano, Abramo disse ter expectativas pessimistas, quanto ao empenho que os novos gestores terão para fazer avançar a transparência. “A divulgação de informação não tem melhorado quantitativa e qualitativamente, voluntariamente. Os governos, sejam eles, municipais, estaduais e federal, só melhoram a transparência se forem cobrados”, enfatizou Cláudio Abramo.

Questionado se a pressão da sociedade civil não teria aumentado nos últimos anos, ele disse que “conta-se nos dedos as ONGs que coletam informações para análises”. A maioria delas, reforçou Abramo, cumprem o seu papel, mas “têm sido inúteis quanto a esse ponto de vista”.

Formiga e Tinoco se afastaram da vida pública

Prefeitos de Natal, em tempos passados, Marcos Formiga (1983-1985) e Aldo Tinoco Filho (1993-1996) fogem à regra. Encerrados seus mandatos, os dois – por razões diferentes – esqueceram as disputas eleitorais para o Executivo Municipal. O ex-prefeito Marcos Formiga disse que sua trajetória política – a partir de 1986 o distanciou de Natal e da política local. “Fiquei dois mandatos como deputado federal. Foi muito tempo em Brasília e não tive vontade de disputar cargo na prefeitura”, disse ele.

Formiga exerceu o primeiro mandato na Câmara Federal em 1988 e o segundo em 1994. Nos dois estava na suplência e assumir por afastamento dos eleitos. A partir de 1995, foi convidado a ser chefe de gabinete da Confederação Nacional da Indústria (CNI), cujo presidente era Fernando Bezerra, e onde ficou até 2004. “Nessa época, voltei a Natal, mas a longa permanência em Brasília não me dava condições de entrar numa disputa”, afirmou.

Ele comentou que terminou se desfiliando do partido ao qual era vinculado “para não ter tentação de voltar a se candidatar”. “Exercer o cargo de prefeito”, observou Formiga, “foi uma experiência muito rica para minha vida, mas a atividade na CNI me envolveu muito e me conquistou, tanto que, agora, mesmo aposentado, estou na Fiern”. Formiga deixou a Prefeitura do Natal bem avaliado à época.

Longe da política partidária desde 1996, o ex-prefeito Aldo Tinoco Filho afirmou quer distância de cargo público. “Acho que a política não exige, necessariamente”, disse Tinoco, “estar à frente do Executivo. Posso na minha formação técnica contribuir, independente de partido político”. Na gestão à frente da Prefeitura, Aldo Tinoco saiu com um índice de rejeição que girava entre 20% e 25%. Mas chegou a ser considerado um dos administradores que mais investiu em saneamento básico na capital. “Hoje não quero ser candidato a nenhum cargo público, nem mesmo ser secretário”, disse Tinoco.

Fonte: Tribuna do Norte

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Polícia

Neste ano, já foram registradas 81 mortes violentas em Mossoró

A Central de Operações da Policia Militar registrou mais uma morte violenta. O crime aconteceu por volta de 3h30 de hoje, na Rua Marinho Dantas, no Bairro Belo Horizonte, em Mossoró.

Gleison Max Dias Barbosa, 22 anos de idade foi alvejado com vários disparos de pistola calibre 380 e morreu antes da chegada do socorro medico.

Moradores foram acordados durante a madrugada, com os disparos e acionaram a Central de Policia. Quando a viatura chegou ao local, já encontrou o rapaz morto. Na rua ninguém conhecia a vitima.

Segundo informações, a confusão com ameaças de morte teria começado em uma balada em um clube no bairro 12 anos, envolvendo grupos rivais do Barro Belo Horizonte. A policia militar teria sido acionada varias vezes, mas ninguém aparecia para registrar queixa das ameaças.

Viaturas de rádio patrulha da área fizeram o isolamento do local do crime. Após os trabalhos de pericia realizados pela equipe do Instituto Técnico e Cientifico de Policia, Itep, o corpo foi removido para os procedimentos de necropsia na sede do órgão.

 

Fonte: Blog O Câmera

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Social

Após uma semana, Marinha permanece nas buscas ao Jeferson I

Passado uma semana do desaparecimento do basco de pesca artesanal Jefferson I, a Marinha ainda não conseguiu localizar qualquer vestígio da embarcação ou mesmo ter informações a respeito dos tripulantes.

Desde o momento em que tomou conhecimento do desaparecimento do barco, no último domingo (12), o 3° Distrito Naval tem realizado buscas na área entre Natal, Atol das Rocas e o Arquipélago de Fernando de Noronha; já foram cobertos uma área de aproximadamente 400 Km sem nenhuma notícia dos pescadores natalenses.

Para esta operação de busca, a Marinha já empregou dois navios-patrulhas, o “Goiana” e o “Grajau”, um rebocador de alto-mar, “Triunfo”, e contou com o apoio de um avião da FAB.

O Comando do 3º DN determinou ainda, o contato com toda a comunidade marítima local e solicitou ao Centro de Hidrografia da Marinha (CHM) a emissão de Avisos Rádios Náuticos com o propósito de alertar todas as embarcações que transitam pelo local quanto à ocorrência e solicitando informações de qualquer indício.

As condições climáticas na região são de tempo chuvoso e com ventos fortes, o que tem dificultado a operação, mas segundo o assessor de imprensa do Distrito, capitão de fragata Kleber Ribeiro, a Marinha só encerrará as buscas quando tiver informações sobre o grupo.

“Pode ter acontecido tudo, inclusive nada, e eles estarem apenas navegando desorientados e sem comunicação. O planejamento era pescar durante dez dias e o rádio da embarcação estava com problemas”.

Até o momento a Marinha já mobilizou mais de 200 homens no mar e em terra, e tem contado com o apoio de pescadores e todas as embarcações interrogadas que passaram pelo local, mas ainda não se tem notícias da embarcação nem dos tripulantes.

 

Fonte: Nominuto, por Thiago Medeiros

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Esporte

América é o 9º e o ABC é o 15º colocado da Série B

 

 Clube PG JG VI EM DE GP GC SG %A
1  Vitória-BA 41 18 13 2 3 32 17 15 75.9
2  Criciúma-SC 39 18 12 3 3 42 29 13 72.2
3  São Caetano-SP 34 18 9 7 2 24 13 11 63.0
4  Joinville-SC 33 18 10 3 5 31 16 15 61.1
5  Goiás-GO 33 18 9 6 3 31 21 10 61.1
6  América-MG 30 18 9 3 6 28 22 6 55.6
7  Avaí-SC 30 18 9 3 6 23 19 4 55.6
8  Atlético-PR 29 18 9 2 7 21 15 6 53.7
9  América-RN 28 18 8 4 6 29 25 4 51.9
10  Ceará-CE 27 18 7 6 5 30 26 4 50.0
11  Paraná-PR 25 17 7 4 6 25 22 3 49.0
12  Boa Esporte-MG 22 18 5 7 6 23 25 -2 40.7
13  CRB-AL 21 18 6 3 9 21 32 -11 38.9
14  Guarani-SP 21 18 5 6 7 20 19 1 38.9
15  ABC-RN 20 18 5 5 8 25 26 -1 37.0
16  ASA-AL 17 17 5 2 10 20 26 -6 33.3
17  Bragantino-SP 15 18 3 6 9 20 28 -8 27.8
18  Guaratinguetá-SP 12 18 3 3 12 15 32 -17 22.2
19  Ipatinga-MG 10 18 3 1 14 14 40 -26 18.5
20  Grêmio Barueri-SP 10 18 2 4 12 13 34 -21 18.5

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Esporte

Em jogo fraco tecnicamente, ABC perde a segunda em casa

O torcedor do ABC comemorou o fato de jogar duas partidas seguidas em casa. Contudo, o fator Frasqueirão parece que não fez bem ao time alvinegro. Depois de ser derrotado pelo América Mineiro na última terça, o time alvinegro foi derrotado pelo Boa Esporte por 2 a 1, neste sábado.

A partida foi marcada pelo péssimo desempenho dos jogadores abcedistas. Assim como na última terça-feira, o ABC ficou olhando o adversário criar as melhores oportunidades do jogo. O time de Natal esbarrava na falta de criatividade dos seus jogadores. A maioria acabou deixando o campo vaiado.

O time visitante abriu o placar após um erro da defensiva do ABC. Depois de um cruzamento do lado direito, o zagueiro Vinicius tentou salvar e acabou tirando o goleiro Andrey do lance.

O time alvinegro até que tentou reagir. Bombinha deixou Éderson em excelente condições e o jogador mandou para o fundo do gol. O empate era um bom resultado diante do panorama do jogo. Contudo, Jájá entrou na segunda etapa e fechou o placar para os mineiros.

Com o resultado, o ABC ficou na 15ª colocação, com 20 pontos ganhos. O próximo adversário será o América, próximo sábado, no estádio Nazareanao.

Ficha Técnica: 

ABC: Andrey, Pedro Silva (Airton), Flávio Boaventura, Vinicius e Renatinho, Serginho, Bileu, Jérson (Fábio Neves) e Raul, Éderson (Allan) e Bombinha.

Técnico: Ademir Fonseca

Boa Esporte: Daniel Luiz; Neilson, Neilor (Gabriel), Carsciano e Radar; Éverton, Olívio, Radamés e Francismar; Vanger (Fernando) e Marcelo Macêdo (Jajá)

Técnico:Sidney Moraes

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Esporte

BG no Rally dos Sertões. Vejam como foi hoje 18/08

Foto: cedida

Hoje as disputas começaram para todas as categorias do Sertoes, com a realizacao do prólogo, que define a ordem de largada do primeiro dia de prova.

Na praia do Calhau, área urbana de São Luís, motos, carros, UTVs, quadriciclos e caminhões percorreram um circuito de 1.700m montado a beira mar.

Um grande publico compareceu para assistir a disputa, transformando o evento em uma grande festa em um sábado ensolarado e muito quente.

Foto: cedida

E os favoritos nao decepcionaram, nos carros o francês Stephane Peterhansel, pilotando um Mini foi o grande vencedor, seguido do brasileiro Guiga Spinelli de Mitsubushi Lancer e do cearense Riamburgo Xinenes de BMW X3, que tem como navegador o potiguar Flávio França.

Nas motos Jean Azevedo foi o vencedor, seguido do também brasileiro Felipe Zanol.

Os carros da equipe potiguar Riograndense/Buongustaio tiveram problemas com pneus durante o prólogo, mesmo assim largarão na 31ª e 40ª colocações.

Foto: cedida

Neste momento, às 20:00h esta começando o super prime, disputa entre os 8 melhores colocados no prólogo de cada categoria, disputa essa realizada em um arena especialmente montada para o evento com uma grande presença de publico.

Foto: cedida

Amanha os competidores partirão de São Luís com destino a Barreirinhas, ainda no estado do Maranhão e percorreram um total de 365km de trilhas onde o piso arenoso será o predominante.

Henrique Oliveira
Navegador de São Luís/MA

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Política

Relator do mensalão pode deixar destino de Dirceu para o fim do julgamento

O voto que o relator do processo do mensalão, ministro Joaquim Barbosa, começou a apresentar na quinta-feira segue o mesmo modelo usado em 2007, quando o Supremo Tribunal Federal aceitou a denúncia do Ministério Público Federal de forma fatiada. Mas Joaquim mudou a ordem cronológica de analisar os réus em relação há cinco anos. Naquela época, Barbosa iniciou seu relatório analisando a gestão fraudulenta atribuída à diretoria do Banco Rural. Agora, focou inicialmente nos desvios de dinheiro público da Câmara dos Deputados

Se seguir o roteiro de 2007 em relação ao ex-chefe da Casa Civil José Dirceu, o destino do suposto líder da quadrilha será traçado só no fim do julgamento. Na ocasião, Barbosa só pôs em votação a acusação de formação de quadrilha contra Dirceu depois que todo o plenário já concordara que havia indícios de prática do crime pelos demais integrantes da organização criminosa do mensalão.

Caso as acusações contra Dirceu fiquem mesmo para a conclusão do voto, a tendência é que o ministro Cezar Peluso fique mesmo de fora dessa votação. Na quinta-feira, o relator começou a votar pelo capítulo três da denúncia do MPF. O texto trata do suposto desvio de dinheiro público ocorrido na Câmara dos Deputados, no Banco do Brasil e no Fundo Visanet. O primeiro dia do voto foi todo dedicado à Câmara. A sessão de segunda-feira vai começar com o voto de Lewandowski sobre essa parte do processo. Depois, os outros nove ministros vão votar. Em seguida, Barbosa deve analisar supostos desvios de dinheiro do BB. O foco será o ex-diretor de Marketing do BB Henrique Pizzolato. Nesse ponto, Luiz Gushiken, ex-ministro da Secretaria de Comunicação, deverá ser absolvido, como pediu o MPF.

Núcleo político deve ficar para o final

Se seguir o rito de 2007, em seguida, Barbosa analisará o crime de lavagem de dinheiro atribuído a dirigentes do Banco Rural e ao chamado núcleo publicitário. Depois, analisará o item relativo à lavagem de dinheiro atribuída a políticos do PT. O próximo passo de Barbosa pode ser votar sobre práticas de políticos de partidos da base.

O penúltimo item examinado poderá ser os crimes imputados ao núcleo político, composto por Dirceu, o ex-presidente do PT José Genoino e o ex-tesoureiro do partido Delúbio Soares. Já o último poderá ser a decisão sobre Duda Mendonça e Zilmar Fernandes, acusados de evasão de divisas e lavagem de dinheiro. Ainda, nesse item estão integrantes do Rural e sócios de Marcos Valério.

Fonte: O Globo

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Saúde

Tecnologia que melhora diagnóstico e tratamento de tumores neuroendócrinos chega ao Brasil

Um novo tipo de radiofármaco (medicamento marcado com material radioativo), capaz de detectar com mais precisão, tumores neuroendócrinos já está disponível no Brasil. O anúncio foi feito hoje (18) durante o Simpósio Villas Boas sobre Tumores Neuroendócrinos, em Brasília.

Em entrevista à Agência Brasil, o médico nuclear indiano Vikas Prasad, uma das maiores autoridades do mundo em câncer neuroendócrino, explicou que esse tipo de tumor é derivado de células do sistema endócrino e pode estar localizado em qualquer parte do corpo, sobretudo no pâncreas, nos pulmões e no intestino.

A doença tem diagnóstico difícil e é considerada rara, já que acomete cinco pessoas em cada grupo de 100 mil habitantes. Mas os casos, segundo Prasad, vêm aumentando de forma significativa nas últimas duas décadas. O médico avaliou que a chegada do novo tipo de radiofármaco ao Brasil é importante em razão da numerosa população e da disponibilidade de profissionais capacitados para o diagnóstico e o tratamento.

“É uma terapia cara, mas de custo aceitável. Por que sair do país quando se pode oferecer esse tipo de tecnologia aqui? O diagnóstico precoce do câncer neuroendócrino é importante para evitar a metástase [estágio mais avançado do câncer], e o Brasil tem profissionais capacitados para isso”, destacou.

Até então, o diagnóstico desse tipo de câncer no país era feito por meio de tomografias e ressonâncias magnéticas, que permitem uma visualização limitada do tumor. Já o novo radiofármaco permite uma resolução até três vezes melhor, além de identificar lesões menores.

O cirurgião oncológico do Instituto Nacional de Câncer (Inca) Rinaldo Gonçalves ressaltou que o novo tipo de radiofármaco permite um exame mais rápido, sem necessidade de o paciente voltar no dia seguinte para repetir o procedimento médico. “O médico vai saber o quão extensa é a doença e tratá-la melhor”, disse Gonçalves.

Não há um levantamento oficial de quantos brasileiros são acometidos pelo câncer neuroendócrino, mas um comparativo indica que o Inca acompanha, todos os anos, cerca de 500 casos de carcinoma (tumor maligno desenvolvido a partir de células epiteliais), enquanto os casos de tumor neuroendócrino somam apenas 30 ou 40 no mesmo período.

 

Fonte: Agência Brasil

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Saúde

Meta da campanha de multivacinação é imunizar 240 mil crianças no Estado

Começou neste sábado (18) e segue até a próxima sexta-feira (24) a Campanha Nacional de Multivacinação. Neste período, mães de crianças menores de 5 anos de idade terão a oportunidade de atualizar o esquema vacinal de seus filhos. No Rio Grande do Norte, aproximadamente 240 mil crianças devem comparecer aos postos de vacinação.

Durante a campanha, a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), por meio do Programa Estadual de Imunização, ofertará todas as vacinas do calendário básico de vacinação da criança, como BCG, hepatite B, tetravalente, pentavalente, poliomielite, rotavirus, pneumocócica, menigocócica C conjugada, febre amarela, tríplice viral e DTP.

A campanha tem o objetivo de diminuir o risco de transmissão de enfermidades imunopreveníveis e reduzir as taxas de abandono do esquema vacinal. De acordo com Helena Santana, coordenadora do Programa Estadual de Imunização, esta é uma ação de conscientização para que as mães se sensibilizem e procurem os postos de saúde levando as crianças e as cadernetas de vacinação para conferir se o esquema vacinal está em dia.

 

Fonte: G1 RN

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Economia

Pesquisador afirma: 'Setor de petróleo enfrenta falta de mão de obra especializada'

O economista Maurício Canedo, pesquisador do Centro de Economia e Petróleo do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), disse que nas conversas com as pessoas do setor de petróleo, percebe-se, de maneira clara, que há várias atividades que enfrentam hoje falta de mão de obra especializada. “Com o pré-sal, por exemplo, que vai multiplicar essa necessidade por dois ou três, dependendo da atividade, a gente corre o risco de ter um apagão da mão de obra mais especializada”, disse Canedo à Agência Brasil.

Embora considere a atividade de engenharia um gargalo, o economista da FGV lembrou que existem outras ocupações mais técnicas que também podem vir a constituir ameaça para os projetos da área do pré-sal. Um exemplo é a construção naval, que tem várias atividades mais especializadas, como a de soldador, “em que, eventualmente, pode faltar mão de obra”. Isso decorre da estratégia do governo de espalhar a indústria naval pelo Brasil, que era muito concentrada no Rio de Janeiro. “Em alguns lugares do país, essa mão de obra não existe ou não existe na quantidade necessária para suprir a demanda que está se formando”.

A estimativa é que somente na área de automação, a carência chegue a 30%, com tendência de se agravar à medida que a exploração no pré-sal se intensificar. “Na medida em que a demanda por essa mão de obra aumentar, a tendência é que o gap (lacuna) aumente”. Maurício Canedo reconheceu que há um esforço no sentido de treinar e formar mão de obra voltada para o setor do petróleo, porque a demanda vai ser muito grande.

A solução, apontou, é treinar algumas atividades mais específicas, entre elas a de engenheiros seniores. “O Brasil não tem hoje engenheiros com experiência na construção naval, por exemplo. Para isso, a solução é importar mão de obra. Trazer pessoas de outros países, com experiência no setor, até para repassar os conhecimentos aos engenheiros mais novos”. A experiência internacional mostra isso. Foi o que fez, por exemplo, a Coreia do Sul.

Outra saída seria treinar mão de obra local e, eventualmente, enviar profissionais brasileiros para serem treinados no exterior, sugeriu. Acrescentou que isso serviria para internalizar o conhecimento. “O cara vem com uma bagagem de 15, 20 anos, e o aprendizado da mão de obra local é muito mais rápido e com muito mais propriedade. Esse processo tem sido bem-sucedido”, disse.

Fonte: Agência Brasil

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Social

Mais dois assaltos são registrados em Mirassol

Informações que chegaram ao Blog do BG dão conta que dois empreendimentos comerciais foram assaltados nesta tarde, em Mirassol. Um deles teria sido o Paladar Sertanejo, e o outro,  uma panificadora vizinha a Igreja Católica do bairro. A autoria dos dois crimes seria da mesma pessoa.

Ainda não se tem a identidade do criminoso, nem foi quantificado os valores levados nos dois assaltos.

Opinião dos leitores

  1. BRUNO BOA NOITE !!!!!NÃO ESTOU DEFENDENDO E NEM ACUSANDO NINGUÉM. MAS QUANDO O DEPUTADO EZEQUIEL TOMOU O PARTIDO DO ENTÃO SENADOR FERNANDO BEZERRA E FEZ VARIAS INTERVENÇÕES NO PTB NO INTERIOR DO ESTADO A IMPRENSA NÃO FEZ ESTE ESTARDALHAÇO TODO. E NEM OS POLÍTICOS FEZ TANTAS JURAS DE AMOR E SOLIDARIEDADE,POR ISSO O ELEITOR TEM MEMORIA CURTA POR ISSO ELES PINTAM E BORDAM E QUANDO É SUA VEZ DOI E OLHE OLHE VAI LOGO LOGO ACONTECER COM OUTROS. ABRAÇO E OBRIGADO PELA ATENÇÃO. SE POSSÍVEL FAÇA ALGUM COMENTÁRIO COM ESTAS VERDADES!!!!!!

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Cultura

Genuína música popular nordestina invade o palco do Agosto da Alegria neste sábado

O largo do Teatro Alberto Maranhão irá receber neste sábado (18), o show de Waldonys, que com sua roupagem tradicional ou acrescida de elementos modernos, vai apimentar a programação do Circuito Musical do Agosto da Alegria 2012 – É Festa para Deífilo. A programação é gratuita e será aberta às 20h, com apresentação do grupo potiguar Rosa de Pedra.

Com mais de vinte anos de carreira, Waldonys já gravou nove discos próprios e um DVD ao vivo, consolidando seu nome junto a cantores e compositores da Música Popular Brasileira. Seu trabalho mais recente é o CD Uni-Verso, onde fica evidente a diversidade de seu repertório, que une clássicos da MPB com temas populares. Seu estilo inconfundível, que conquistou plateias em Cuba, na Europa e nos Estados Unidos, alia técnica e molejo, sempre cumprindo a promessa de animar festas e “botar fogo” nos salões por onde passa.

Na estrada desde 2002, os potiguares do Rosa de Pedra apresentam uma pesquisa do ritmo e da poesia dos mestres populares e da religiosidade afro-brasileira, possibilitando a fusão de elementos diversos da cultura popular com a música universal. Em 2012, lançaram seu segundo disco, De Maré. O álbum deu origem ao show Saga de Maré que, a partir de um repertório baseado no CD, coloca os elementos da cultura nordestina em contato com o cotidiano urbano de um mundo globalizado, com as forças da natureza e os questionamentos individuais do homem.

Programação musical do Agosto da Alegria tem diversas atrações

O circuito musical do Agosto da Alegria 2012 – É Festa Para Deífilo vai transformar o largo do Teatro Alberto Maranhão em um grande palco para a música brasileira. Durante a programação do Agosto da Alegria 2012 -É Festa para Deífilo, que vai até o dia 02 de setembro, ainda se apresentam nomes como Alceu Valença, Herbert Lucena, MV Bill, Tulipa Ruiz, Pedrinho Mendes e Sueldo Soaress, além do concerto Clássicos do Baião – Tributo a Gonzagão, uma homenagem musical ao Rei do Baião, com a Orquestra Sinfônica da UFRN e grandes nomes da música potiguar.

Além dos shows, a programação de música do Agosto da Alegria inclui atividades de formação e discussão. Por meio de uma parceria com o Ministério da Cultura, o Agosto da Alegria 2012 também oferece, entre 16 e 29 de agosto, na Escola Estadual Edgar Barbosa, 13 oficinas de formação musical, voltadas para o estudo de composição e arranjo de diferentes estilos.

 

Por Assecom-RN

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Social

Advogados da União também podem entrar em greve nos próximos dias

O presidente da Associação Nacional dos Advogados da União (Anauni), Marcos Luiz da Silva, disse hoje (18) que a categoria poderá decretar greve a partir da próxima semana, se considerar insatisfatória a proposta do governo, de reajuste de 15,8%, a ser pago até 2015. Silva esteve reunido na tarde de hoje com o secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça.

“Entendemos que a proposta sequer repõe a inflação do período. A ideia é levar a proposta para as bases, onde já há um sentimento de um certo repúdio à proposta apresentada. Temos a expectativa de uma reação da base, podendo inclusive haver deflagração de greve”, disse o representante dos advogados da União, que são cerca de 1,7 mil em todo o país.

Também participaram da reunião representantes de procuradores federais e defensores públicos.

Fonte: Agência Brasil

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