Esporte

Veja a tabela da Copa RN, o 2º turno do Campeonato Potiguar

Foto: Reprodução

A Federação Norte-rio-grandense de Futebol divulgou a tabela detalhada da Copa Rio Grande do Norte, o segundo turno do Campeonato Nota Potiguar 2021. A disputa já começa nesta terça-feira, dia 4 de maio, com o confronto entre Santa Cruz de Natal e Potiguar, às 15h, no Estádio Frasqueirão, em Natal.

O Clássico-Rei entre ABC e América acontece no dia 23 às 16h no Estádio Frasqueirão. Na área de campeonatos no site da FNF(AQUI) você confere todas as datas e jogos.

A primeira das sete rodadas é formada pelos seguintes jogos : Santa Cruz de Natal x Potiguar no dia 4 de maio no Frasqueirão, Globo x ABC no Barrettão no dia 5, mesmo dia de Força e Luz x América no Frasqueirão, no dia 6 tem ASSU x Palmeira no Edgarzão.

A competição segue até o dia 30 de maio, data prevista para a final dessa fase do Estadual.

Com FNF

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Geral

Comissão Europeia propõe reabrir fronteiras a estrangeiros vacinados

Foto: Reuters/Yves Herman/Direitos Reservados

A Comissão Europeia propôs nesta segunda-feira (3) aos Estados-membros uma flexibilização das atuais restrições às viagens não essenciais para a União Europeia, sugerindo especialmente que seja permitida a entrada a cidadãos de outros países já vacinados contra a covid-19.

Tendo em conta “o progresso das campanhas de vacinação e a evolução da situação epidemiológica em nível mundial”, a comissão propõe aos 27 Estados que reabram as fronteiras “a todas as pessoas provenientes de países com boa situação epidemiológica, mas também aos que tenham recebido a última dose recomendada de uma vacina autorizada pela UE”.

Bruxelas admite alargar esse “corredor” aos cidadãos de outros países que já tenham recebido as doses recomendadas de vacinas. Esses países devem ter concluído o processo de aprovação emergencial da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Em comunicado, a comissão defende que, “até que o Certificado Verde Digital esteja em operação, os Estados-membros devem aceitar certificados de países com base na legislação nacional, levando em conta a capacidade de verificar a autenticidade, validade e integridade do documento, e se ele contém todos os dados relevantes”.

“Os Estados-membros poderão considerar a criação de um portal que permita aos viajantes solicitar o reconhecimento de um certificado de vacinação emitido por um país, como prova confiável de vacinação e/ou para a emissão de um Certificado Verde Digital”, sugere.

Além disso, a comissão propõe aumentar, de acordo com a evolução da situação epidemiológica na UE, o valor máximo de referência de novos casos de covid-19, utilizado para determinar uma lista de países a partir dos quais todas as viagens devem ser permitidas. Isso “deverá permitir ao conselho ampliar essa lista”, atualmente composta apenas por sete países.

Bruxelas admite que o surgimento de variantes “preocupantes” do novo coronavírus exige vigilância contínua e em contrapartida, propõe um novo mecanismo de fechamento de emergência, a ser coordenado pela UE, que limitaria o risco de tais variantes entrarem na região.

“Isso permitirá aos Estados-membros agir rapidamente e limitar temporariamente a um mínimo todas as viagens a partir dos países afetados, durante o tempo necessário para pôr em prática medidas sanitárias adequadas”, sustenta a Comissão Europeia.

Essa proposta deverá ser analisada pelos Estados-membros na próxima quarta-feira (5), em uma reunião dos embaixadores dos 27 integrantes da UE, atualmente sob presidência portuguesa.

Agência Brasil, com informações da RTP – Rádio e Televisão de Portugal

 

Opinião dos leitores

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Televisão

MAURICIO STYCER: Reclamem com a Globo, não com o fã-clube da Juliette, a eliminação de Gil

O anúncio da eliminação de Gil, no último paredão do “BBB 21”, foi precedido por uma longa explicação de Tiago Leifert. Cuidadoso, o apresentador quis deixar claro que a decisão não levou em conta a trajetória do participante, mas sim o entusiasmo de quem votou contra ele. “Uma turma mais pragmática, que vota”, explicou.

Por que Gil, uma figura que “entrou para a história” do programa, como disse Leifert, perdeu para Camilla, uma participante que não vai deixar maiores lembranças? A resposta é, aparentemente, simples: porque recebeu mais votos – 50,87% do total, contra 47,65% da rival e 1,48% de Juliette.

 

O fã-clube de Juliette, a participante mais popular, fez mutirão para eliminar Gil, e isso parece ter sido decisivo para o resultado. Mas a culpa não é dos apaixonados “cactos”, como se intitulam os fãs da maquiadora. Os fãs de Gilberto devem reclamar é com a Globo.

A emissora incentiva os mutirões de votação. Gosta destes números estratosféricos de votos porque eles são um sinal de engajamento – e isso se tornou um troféu na negociação de pacotes de patrocínio com as marcas.

O “BBB” não está preocupado com justiça. Quer engajamento. E conseguiu, mais uma vez, ainda que em níveis um pouco inferiores aos registrados na edição passada.

A solução para evitar distorções como a que ocorreu esta noite é simples e sabida por todos – um limite de votos por pessoa. Ou um voto por CPF, como prega há anos meu colega Chico Barney. Ou, ainda, como sugerem muitos leitores, estabelecer o voto em quem deve ficar, como é na “Fazenda”, e não em quem deve sair. Mas a Globo não quer nada disso.

UOL

Opinião dos leitores

  1. Grande notícia essa realmente vai salvar o Brasil e os brasileiros Kkkķ.
    BG isso é um desserviço à informação.
    Seu blog tá pior que a revista ti, ti, ti. Kķkkk
    Esqueci que aqui tem fãs da Globolixo e dos Brothers kkk

  2. Quem são essas pessoas?
    O que é BBB?
    Qual a finalidade do BBB?
    O que fazem esses heróis da Globo e para que serve essa organização globosta?

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Televisão

CHICO BARNEY: Gil injustiçado! Torcida da Juliette estragou o BBB 21

O pragmatismo das torcidas definiu a reta final do BBB 21 e estragou parte da diversão do público. O engajamento acachapante dos entusiastas de Juliette resultou em uma profunda sacanagem: a eliminação de Gilberto antes da final.

O popular economista conquistou a simpatia de importantes setores da sociedade, mas nada parecido com a paixão que envolveu a advogada & maquiadora. Entendido como adversário mais perigoso, foi defenestrado pelos famigerados cactos.

 

Como escrevi recentemente, Gil do Vigor é a seleção de 82, é a Fernanda Montenegro perdendo o Oscar, é a jornada que vale mais do que a linha de chegada. Eliminá-lo agora é garantir um lugar no panteão das melhores injustiças, as mais saborosas, aquelas que contamos para nossos netos.

Fico pensando como seria o resultado da atual temporada se valesse apenas um voto por CPF, antiga bandeira desta coluna. Acredito que os núcleos radicais que sequestraram o BBB teriam que arranjar outro hobby, para a satisfação do telespectador comum.

UOL

 

Opinião dos leitores

  1. Esse blog tá se rebaixado, publicando matérias como essa .
    BG não se deixe levar pela leviandade e inutilidade.

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Cidades

45% avaliam que participação de militares no governo é ruim para o Brasil

Pesquisa PoderData realizada de 26 a 28 de abril, com 2.500 pessoas, mostra que 45% dos entrevistados avaliam como “ruim” a presença de militares no governo e na política. É a 1ª vez no levantamento em que a rejeição lidera.

A proporção aumentou 10 p.p. em relação à última pesquisa, de julho de 2020. A margem de erro é de 2 p.p. Outros 35% afirmam que a participação de integrantes das Forças Armadas na administração federal é positiva –queda de 8 p.p no mesmo intervalo.

 

Esta pesquisa foi realizada no período de 2ª a 4ª feira da última semana (26 a 28 de abril de 2021) pelo PoderData, a divisão de estudos estatísticos do Poder360. A divulgação do levantamento é feita em parceria editorial com o Grupo Bandeirantes.

Foram 2.500 entrevistas em 482 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto.

Para chegar a 2.500 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, wescolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população.

 

HIGHLIGHTS DEMOGRÁFICOS

O PoderData traz os recortes por sexo, idade, região, escolaridade e renda.

Eis os principais grupos que avaliam como positivo o envolvimento de militares na política:

os moradores da região Norte (75%);
os que têm de 16 a 24 anos (45%);
os que não têm renda fixa (44%);
os que moram na região Sul (43%).

Os que dizem ser negativa a participação de militares na política são:

os que recebem mais de 10 salários mínimos (71%);
os que recebem de 5 a 10 salários mínimos (57%);
os que moram na região Nordeste e os que recebem de 2 a 5 s.m. (ambos com 56%);
os que moram na região Centro-Oeste (55%).

BOLSONARISTAS: PRÓ-MILITARES

Entre os que aprovam o presidente, 71% dizem que a presença marcial na política é positiva para o país. No grupo que rejeita o chefe do Executivo, são 70% os que dizem ser negativa.

 

PODER360

Opinião dos leitores

  1. Pesquisa suspeitíssima desse PoderData! A Canalha comunista esquece que NÃO existe corrupção no meio militar e se houver é CADEIA! Mesmo! Com expulsão vergonhosa! Começa com toda a tropa reunida, e sendo arrancado tuas fitas, roupa etc etc Então não fala merda! Petistas vagabundos, moleques, maconheiros lavem a fossa quando falar no Presidente Bolsonaro! Dá uma olhada nas obras pelo Brasil a fora! Mundiça!

  2. Estava pesquisando e não vi nenhuma pesquisa procurando saber entre 2004 e 2016 se o povo era contra a escolha de corrupto, ficha suja, para ser ministro? Quantos ministros estão respondendo a processos ou foram condenados que estiveram no governo de 2004 a 2016? São esses que merecem voltar?
    É normal em um país que perdeu a ordem e a segurança os militares serem vistos como pessoas fora de conduta, afinal, alguns querem de volta todos os corruptos, condenados ou não.

  3. Quando vai acabar o terceiro turno da eleição presidencial? Estamos assistindo o maior desespero da esquerda no Brasil, abstinência do dinheiro público é notório, mas a lavagem celebral em uma boa parte da população também é real, o corrupto de 19 tentáculos vai se aliar até com o capeta, mas não leva.

    1. Só quero saber quando vai Bolsonaro vai começar governar. Segurança, educação, economia, leis de combate a corrupção e saúde estão até piores. Mande notícias de algo positivo nesse governo. Agora polêmicas, teorias de conspirações, vídeos de desmandos sem acionamento de justiça são muito, e ainda quer ser reeleito. Pra quê? Vá brincar de guerra virtual, presidente abobalhado.

  4. O presidente tem todo o direito de nomear quem ele achar que deve. E de demitir quando achar necessário. Até agora, tem acertado muito mais do que errado e vem consertando os poucos erros.

  5. A nova mania dessa gente é criar pesquisa para tudo. Virou “indústria”. Essa é absolutamente irrelevante, como tantas outras. Deixem o ômi trabalhar!

    1. Cade a tropa na rua????
      O gado autorizou……
      Cadê????
      O Bleador Frouxo só faz espernear, ele jadisse varias vzs que perdeu a paciencia com o STF e ate agora nada….até CPI ja foi instaurada e nada de tropa na rua.
      A vaca sebosa autoriza mas o frouxo fica mudinho….basta só algum ministro do STF pedir satisfação praele ficar de rabinho entre as perna como ja ocorreu antes.

  6. Quem dá crédito a este instituto a serviço da esquerda! É o mesmo que diz que Bolsonaro perde para o Luladrão ! Mas o povo brasileiro deu a resposta no dia 1° de Maio a este instituto de pesquisa mentiroso e a todos os que se iludiram com os seus dados mentirosos e manipuladores! Chora petralhas! Bolsonaro 2022 !

  7. Diante da inapetência e incapacidade de administrar o país, Bolsonaro tentar se blindar utilizando membros das forças armadas pensando obstacular o avanço de seus adversários. Esse presidente não governa, ele apenas se diverte como se fosse uma guerra virtual, mais nada. Não existe um setor no governo que funcione, pode fazer uma pesquisa.

  8. Quem não apoiam Militares devem ser aqueles que querem meter a mão na cumbuca.
    Hô abstinência do dinheiro fácil da porrra é essa Kkkķ
    Chupa esquerdalha, petralhas , vagabundagem e Saqueadores do erário público.

  9. E aja pesquisa que ninguém sabe a origem nem quem respondeu, tudo armação e duvidosa , isso tornou-se uma enxurrada de pesquisas nessa pandemia todo dia tem uma pesquisa fraudulenta sendo divulgado, minha humilde opinião eu não acredito em nenhuma.

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Tecnologia

Google mostra locais de vacinação contra covid em Natal; veja como procurar

O Google anunciou nesta semana que começará a mostrar locais de vacinação no Brasil diretamente no seu buscador e nos resultados de pesquisa do aplicativo Google Maps, em parceria com as secretarias municipais e estaduais de saúde em 30 cidades brasileiras, incluindo Natal-RN.

Em breve, coordenadas para chegar ao local de vacinação mais próximo também serão colocadas no mapa do aplicativo Waze. Ao todo, a empresa mapeou 1.800 postos de vacinação no país, incluindo todas as capitais brasileiras.

Para usar a novidade é simples:

– Abra o Google ou o Google Maps;
– Pesquise por “vacina covid”, “vacina covid perto de mim” ou “onde vacinar contra covid”;
– Além do endereço das unidades de saúde mais próximas, o Google mostra se a vacina está disponível apenas para grupos específicos, se há opção de drive-thru (em que as pessoas são vacinadas sem sair do carro), ou se há necessidade de agendamento.

Apesar disso, o Google não recomenda que as pessoas confiem 100% na informação que aparece na sua plataforma. “Esses dados variam de acordo com o município e podem mudar com frequência, estando sujeitos às orientações disponibilizadas publicamente por cada autoridade local de saúde”, diz a empresa em nota.

“Recomendamos conferir as informações no website oficial do órgão de saúde pública da sua região antes de ir ao local.”, completa.

GRANDE PONTO

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Saúde

Fátima Bezerra anuncia chegada de lote com 7 mil doses da vacina da Pfizer

A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), anunciou neste domingo 2 a chegada de um lote com 7.020 doses da vacina da Pfizer para esta segunda-feira 3. Será a primeira vez que o Estado receberá a vacina da Pfizer. Todas as doses serão encaminhadas para Natal, em virtude das especificidades de armazenamento do imunizante. Assim, a população terá três vacinas disponíveis: Coronavac, Oxford/Astrazeneca e Pfizer.

A primeira remessa com um milhão de doses da Pfizer chegou ao Brasil nesta quinta-feira 29, no aeroporto de Viracopos, em Campinas. O primeiro lote está sendo distribuído somente nas capitais do país por questões logísticas, uma vez que o imunizante precisa ser armazenado entre -25 ° C e -15 ° C, segundo a agência reguladora dos Estados Unidos.

A vacina da Pfizer é aplicada em duas doses com intervalo de 21 dias e foi aprovada pela Anvisa no fim de fevereiro. Ela tem apresentado 95% de eficácia contra a Covid-19. Em entrevista à AFP, o presidente da Pfizer disse que o imunizante tem se mostrado eficiente para diversas variantes.

AGORA RN

Opinião dos leitores

  1. Essa tartaruga só sabe lamber os ovos do nove dedos, é GOLPI. Ela pensa que o povo é burro fala como se as vacinas fosse do governo dela é muita cara de pau.

  2. O Governo Federal que mandou para ajudar o muito sofrido RN. Não citem mais o nome desta mulher (a pior Governadora que o RN já teve). Ele dá azar até em jogo de castanhas.

  3. A gestão dessa (des)Governadora é um desastre total!! Não conseguem administrar nada!! Nem a distribuição de vacinas. E se o povo estivesse esperando pela compra da vacina pelo consórcio? Estavam todos mortos…
    Fora Fátima

  4. O GOVERNO FEDERAL está encaminhando 7.020 doses da vacina da Pfizer para o Estado do Rio do Grande do Norte. Essa Governadora comprou o que? saco de lixo a um milhão e trezentos mil.

  5. É sempre bom lembrar a dona Fátima que estas vacinas são adquiridas pelo governo federal.

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Saúde

Sem doses, 6 capitais brasileiras suspendem uso da Coronavac em imunização

Pelo menos seis capitais brasileiras suspenderam uso da Coronavac na vacinação contra Covid-19 por falta de doses, segundo levantamento da CNN junto às secretarias municipais de Saúde, realizado neste domingo (2). O problema afeta Porto Velho (RO), Porto Alegre (RS), Aracaju (SE), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ) e Fortaleza (CE).

Na cidade do Rio de Janeiro, a paralisação afeta a aplicação da primeira e da segunda doses da Coronavac. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, a cidade manteve a vacinação com reserva técnica, porém, o estoque se esgotou. Além disso, sem novas remessas, será preciso adiar a aplicação da segunda dose por dez dias. Ficará mantida a vacinação com a segunda dose de Coronavac somente acamados e idosos acima de 70 anos.

Nas demais capitais, há falta de vacinas para a segunda dose. Em Porto Velho, por exemplo, a Secretaria Municipal de Saúde informou que espera uma nova remessa, que deve chegar na semana que vem. A segunda dose da vacina AstraZeneca para pessoas com mais de 80 anos continua.

Em Aracaju, a suspensão ocorreu no último dia 24. A Secretaria Municipal de Saúde informou que aguarda a segunda dose da Coronavac para estabelecer um novo cronograma para quem já recebeu a primeira dose.

Em Recife, a prefeitura vai remarcar a segunda dose para quem fez agendamento entre 29 de abril e 9 de maio. A vacinação com a AstraZeneca, porém, segue normalmente, assim como em Porto Alegre e em Fortaleza.

Butantan entrega 420 mil doses da Coronavac

Na sexta-feira (30), o Instituto Butantan entregou 420 mil doses da vacina Coronavac contra a Covid-19 ao Programa Nacional de Imunizações (PNI).

O novo lote diminui o número de doses pendentes de repasse ao Ministério da Saúde. O governo paulista firmou um contrato com a União que prevê a distribuição de 46 milhões de doses da vacina até o dia 30 de abril, mas, com a paralisação da produção no início do mês e o atraso da China no envio dos insumos, o estado precisou solicitar a ampliação do prazo para cumprir o cronograma na próxima semana.

A partir deste mês, o governo de São Paulo precisará retomar os altos níveis de produção da vacina para cumprir com o acordo de 54 milhões de doses disponibilizadas para o PNI no segundo semestre deste ano.

CNN BRASIL

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Saúde

Entrega de cerca de 11 milhões de doses de vacina contra Covid-19 permite ao Brasil antecipar meta de imunização

O Brasil abre a semana com aproximadamente 11 milhões de novas vacinas contra o coronavírus à disposição. Cerca de 7 milhões chegaram ainda na sexta-feira, produzidas na Fiocruz e no Instituto Butantan. Outro lote, de 4 milhões, aterrissou no país no fim de semana, enviado pelo consórcio global Covax Falicity.

 

As novas remessas que chegaram possibilitam que o governo federal entre em um ritmo considerado ideal pelos pesquisadores — em seus cálculos, o país precisaria de 1,5 milhão de doses aplicadas por dia para concluir a proteção dos grupos prioritários, formado por 80,5 milhões pessoas, ainda neste semestre.

No entanto, a atual remessa dura apenas dez dias, e é preciso outras igualmente expressivas para que o país permaneça em um ritmo ideal para a campanha de imunização.

No domingo, seis capitais brasileiras (Aracaju, Fortaleza, Porto Alegre, Porto Velho, Recife e Rio de Janeiro) anunciaram a suspensão da aplicação da segunda dose da CoronaVac por falta de vacinas. A escassez pode ser corrigida ainda nesta semana: segundo o colunista do GLOBO Lauro Jardim, o Instituto Butantan prometeu entregar 1 milhão de doses na próxima quinta-feira.

Cerca de 31 milhões de pessoas já receberam ao menos uma dose de imunizante contra a Covid-19, o equivalente a 15% da população. No mês de abril foram aplicadas, em média, 816 mil doses diárias. Até o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, admitiu que, mantida essa marcha, a vacinação dos grupos prioritários seria concluída apenas em setembro. O atraso no cronograma foi atribuído a problemas nas remessas de insumos, que ainda não são fabricados no Brasil

 

Das vacinas integradas neste fim de semana ao sistema de saúde, 10,5 milhões são da AstraZeneca — 6,5 milhões foram produzidas na Fiocruz, parceira brasileira da farmacêutica, e 4 milhões são da Covax Facility. Outras 420 mil doses são da CoronaVac, fabricadas pelo Instituto Butantan.

Alberto Chebabo, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia, considera que remessas de doses semelhantes não erradicarão a pandemia, mas seriam suficientes para “sentir uma diferença” no serviço de saúde pública.

— Vacinamos menos de 1 milhão, e o ideal seria ao menos 1,5 milhão (ao dia) — descreve. — Difícil saber se conseguiremos outras remessas com o mesmo porte nos próximos meses. E muitas pessoas que receberam uma dose ainda não estão devidamente protegidas, porque a imunidade é adquirida apenas um mês depois.

Para o infectologista, o governo deveria acelerar a busca por novas marcas, além da AstraZeneca e da CoronaVac, para garantir outras remessas expressivas de vacinas. A Pfizer, por exemplo, só enviou ao país 1 milhão, das 100 milhões de doses compradas, e sua distribuição será restrita aos grandes centros.

 

Outro negócio promissor, segundo Chebabo, seria a aplicação da vacina da Janssen, que ocorre em dose única, e portanto aceleraria o processo de imunização. Seu uso emergencial foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, mas seria preciso antecipar a entrega das doses, procedimento que, segundo o cronograma, começará apenas no terceiro trimestre.

De acordo com João Viola, presidente do comitê científico da Sociedade Brasileira de Imunologia, a nova leva fará com que o número de vacinados passe de 15% para 20% da população. É, segundo ele, uma evolução, mas ainda distante do “marco satisfatório”, que seria ter 60% de pessoas imunizadas.

Outros países, como Reino Unido, Israel e EUA, contrapõe Chebabo, começaram a apresentar queda de mortes e casos quando atingiram cerca de 40% a 50% da população acima de 18 anos vacinada. Mas ele pondera que os imunizantes usados nesses países têm uma eficácia maior que a CoronaVac, que representa a maior parte das vacinas aplicadas até agora no Brasil.

— É um ganho para idosos, profissionais de saúde, pessoas com comorbidade e professores, cuja inclusão no grupo prioritário foi fundamental para um possível retorno gradual à rede de ensino — elogia Viola. — Se conseguirmos manter o recebimento de vacinas nesse ritmo satisfatório, talvez essas categorias estejam plenamente vacinadas ainda neste semestre, o que vai desafogar nosso sistema de saúde.

 

O restante da população poderia atingir a segunda dose de imunização até setembro, calcula Viola, caso o país explore o seu potencial para produção e distribuição de vacinas. Do contrário, a quantidade necessária de pessoas imunizadas para manter a taxa de transmissão do coronavírus sob controle seria atingida apenas no fim do ano.

— O Brasil tem capacidade comprovada de vacinar 2 milhões de pessoas por dia. Faltam imunizantes por diversos motivos, como a dependência de importações de insumos farmacêuticos ativos (IFAs), que são disputados por diversos países, e a falta de tecnologia para produzirmos uma vacina nacional, que seria adequada às características da epidemia em nossa população — explica.

Outro obstáculo para a imunização em massa, segundo Viola, é o desconhecimento sobre o tempo de proteção ao vírus proporcionado pela vacina. Trata-se, por isso, de mais uma razão para que os cuidados básicos contra a Covid-19 sejam mantidos: o uso de máscaras, a higienização com álcool em gel e o distanciamento social, que precisam durar até que a taxa de mortalidade da pandemia caia significativamente.

Renato Kfouri, diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações, acredita que a primeira dose da vacinação de idosos pode ser concluída neste semestre. Como o intervalo entre as doses da AstraZeneca é de três meses, é possível que algumas pessoas em que ela foi aplicada só estejam com a carteira de vacinação em dia depois de julho.

 

— A cobertura vacinal não chega a 100% porque algumas pessoas não voltam para receber a segunda dose. Então, vamos chamando outras pessoas — assinala. — O próximo passo é levar a campanha de vacinação a pessoas com doenças crônicas.

Kfouri, no entanto, destaca que a vacinação não será, em si, a responsável por reduzir a transmissão do coronavírus.

— O objetivo da vacinação é reduzir os casos graves, ela não acaba com a infecção — ressalta. — O Chile, por exemplo, imunizou quase 40% da população e tem atualmente uma das maiores taxas de transmissão do vírus. A verdadeira vacina é o distanciamento social.

Na avaliação de Kfouri ainda é cedo para afirmar qual porcentagem da população precisa ser vacinada contra a Covid-19 para dar ao Brasil uma margem de segurança sobre a doença. Isto porque ainda não está claro por quanto tempo os imunizantes garantem proteção, se haverá necessidade de revacinar os grupos e se as vacinas existentes serão eficazes contra as novas variantes ou se será preciso fazer adaptações para garantir proteção contra as novas cepas do coronavírus.

O GLOBO

Opinião dos leitores

  1. Ruim, é a participação de corruptos! Se honestos e sérios pouco importa ser militar ou não…

  2. Para os que torcem contra o Brasil, essa notícia soa como uma facada ou um chute nos cunhão.
    Eu avisei o Véio Bolsonaro é duro e quem não quiser cair que se deite.
    O Véio é caceteiro e tem aquilo rôxo.

  3. E assim vai sendo destruída a narrativa mentirosa dos “coronalovers”, que torcem pelo pior para o Brasil, pensando apenas na sua politicagem irresponsável. O governo Bolsonaro está agindo a favor do povo.

    1. Só podes ser CEGO! O pobre está cada vez mais sofrido. Se fores ao mercado, verás que o feijão custa R$ 8 ou 9, quando custava 5. É uma verdadeira transferência de riqueza, mas do pobre para o rico.

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Saúde

Israel identifica casos de infecção pela variante indiana em vacinados

O Ministério da Saúde de Israel informou que foram identificados 41 casos da variante indiana do coronavírus. Destes, 24 foram importados e 17 são resultados de transmissão comunitária.

Segundo o governo israelense, 4 pessoas infectadas com a cepa oriunda da Índia estavam vacinadas contra a covid-19, aumentando a preocupação com a resistência da variante aos imunizantes.

Em comunicado divulgado na última 5ª feira (29.abr), o Ministério da Saúde afirmou que “ainda não há informações claras sobre a variante indiana e suas implicações na eficácia da vacinação”.

O diretor-geral da instituição, Hezi Levy, disse em entrevista à rádio israelense Kan em 20 de abril que as autoridades de saúde do país acreditam que a vacina da Pfizer/BioNTech, aplicada em Israel, possui eficácia reduzida contra a nova cepa.

O ministério pede que “toda a população, incluindo vacinados e que tenham se recuperado [da covid-19], evitem viagens desnecessárias ao exterior”.

O país também identificou 8 casos da cepa sul-africana, 7 da variante de Nova York, 2 da variante da Califórnia, 1 da variante de São Petersburgo e 1 caso de uma variante britânica diferente da que se espalhou pelo mundo.

Na última semana, o país proibiu a entrada de turistas provenientes da Índia. Ainda determinou que cidadãos nacionais que retornem do país devem ficar em isolamento.

Além da Índia, quem chega de outros 6 destinos também deve ficar em quarentena: Ucrânia, Etiópia, Brasil, África do Sul, México e Turquia.

VARIANTE INDIANA

A Índia confirmou a nova variante do coronavírus em março e afirmou que a cepa carrega duas mutações. O diretor do Centro de Biologia Celular e Molecular do país, Dr. Rakesh Mishra, disse na ocasião que essas mutações genéticas podem ser uma preocupação, pois ajudam o vírus a se espalhar mais facilmente e escapar do sistema imunológico.

A OMS (Organização Mundial da Saúde) declarou que a nova cepa já foi detectada em pelo menos 17 países.

Atualmente, a Índia luta contra um aumento de infecções pelo coronavírus, com suspeita que a causa mais provável é a presença de variantes mais infecciosas, incluindo a recém-detectada.

PODER360

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Saúde

Situação da pandemia é “grave” para 9 entre 10 brasileiros, diz CNI

A situação da pandemia de Covid-19 no Brasil é considerada grave ou muito grave para 89% dos brasileiros. Há um ano, eram 80%. Esse aumento de nove pontos percentuais é significativo e mostra que a segunda onda teve um impacto maior na população, no isolamento social e no medo da doença. Esses dados são de pesquisa feita pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

De acordo com a segunda etapa do estudo “Os brasileiros, a pandemia e o consumo”, encomendada ao Instituto FSB, apenas 4% da população afirma que a situação é nada grave. Foram entrevistadas 2.010 pessoas entre 16 e 20 de abril.

 

A piora na percepção ocorreu, entre outros fatores, devido à proximidade da população com pessoas que morreram em decorrência do coronavírus. A pesquisa mostra que 3 em cada 4 pessoas perderam alguém. Entre eles, mais da metade perdeu amigos, 25% se despediram de parentes e 15% tiveram colegas de trabalho mortos pela Covid-19.

“Enquanto não houver uma vacinação em massa, a pandemia será motivo de grande preocupação para a população e continuará afetando o funcionamento das empresas, dificultando a esperada retomada da economia”, afirmou o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.

Ele lembra que, em recente encontro com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, colocou as estruturas do Sesi e do Senai à disposição do governo para ajudar a acelerar o processo de vacinação.

Perfil

A pesquisa mostra que as mulheres estão mais preocupadas. Para 93% delas, a situação é grave ou gravíssima. Esse percentual entre os homens é de 85%. Também há diferença entre as regiões e as faixas etárias. Ao todo, 86% da população entre 25 e 40 anos considera a pandemia grave. Essa percepção sobe para 92% na parcela da população com mais de 60 anos.

No Norte e no Centro-Oeste, 85% veem a situação como grave, e 8% acreditam que é pouco ou nada grave. No Sudeste, 92% avaliam a situação do Covid-19 no Brasil, como grave ou gravíssima. E 3%, como pouco ou nada grave.

Mais da metade da população relata ter muito medo da pandemia

Segundo a pesquisa da CNI, 56% da população afirma ter um medo grande ou muito grande da pandemia. Apenas 3% não têm nenhum medo. Na divisão por sexo, 63% das mulheres afirmam ter um medo grande ou muito grande. Entre os homens, esse percentual cai para 49%.

Com isso, 44% da população acredita que o número de casos e mortes provocados pela pandemia de coronavírus vai aumentar ou aumentar muito nos próximos dois meses. A principal diferença está na idade: 53% da população de 16 a 24 anos acredita que a contaminação vai piorar; 48% das pessoas entre 25 a 40 anos fazem a mesma avaliação; 40% da população entre 41 e 59 anos acha que o número de casos e mortes deve aumentar; e 34% das pessoas com mais de 60 anos têm essa percepção.

METRÓPOLES

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Esporte

Ítalo Ferreira, Jadson André e outros 5 brasileiros avançam na Austrália; Tati vai às oitavas

Foi aberta nesta madrugada a disputa da etapa de Margaret River, no oeste da Austrália, a quarta do Circuito Mundial de Surfe. No feminino, Tatiana Weston-Webb, que tenta manter a boa fase após ser vice em Narrabeen, venceu a primeira bateria do dia e assegurou vaga nas oitavas da competição. No masculino, Gabriel Medina, Ítalo Ferreira, Filipe Toledo, Peterson Crisanto, Jadson André, Miguel Pupo e Adriano de Souza avançaram à próxima fase.

O único brasileiro a ir à repescagem foi Alex Ribeiro (6,00), que perdeu a bateria inicial para o japonês Kanoa Igarashi e o havaiano Seth Moniz. Os outros sete representantes do País que já entraram na água se classificaram à segunda fase.

Filipe Toledo venceu a bateria (11,50) com Peterson em segundo (10,10), assim o australiano Connor O’Leary acabou indo para repescagem. Depois, foi a vez de Jadson André terminar em segundo ao conseguir (7,83) e também avançar – o sul-africano Jordy Smith passou em primeiro.

Na sequência Ítalo Ferreira caiu na água. O potiguar fez uma boa primeira onda e acabou avançando em segundo, com 13,76 na bateria em que o australiano Jacob Willcox terminou em primeiro.

A sexta bateria contou com dois brasileiros na água: Gabriel Medina, líder do ranking, e Adriano de Souza, que avançaram em primeiro e segundo, respectivamente, ao conseguirem 13,93 e 10,07. Com isso, o australiano Cyrus Cox foi para a repescagem.

Miguel Pupo disputou a décima bateria contra o português Frederico Morais e o australiano Julian Wilson. O surfista brasileiro fechou em segundo, com 11,60, atrás do competidor da Austrália. Dessa maneira, o surfista de Portugal terá de disputar a repescagem. Os brasileiros Deivid Silva, Yago Dora e Caio Ibelli ainda competem neste domingo em busca de um lugar entre os 32 melhores.

Vale ressaltar que John John Florence, principal rival de Medina e Ítalo na briga pelo topo do ranking e bicampeão em Margaret River, também garantiu vaga entre os 32 melhores. O havaiano tirou o primeiro 10 do campeonato, com um tubo no ‘Main Break’ e fechou a participação no round 1 com 17,50 no somatório.

No feminino, Macy Callaghan abriu a contagem com uma boa nota: 6,17. Tati conseguiu pegar sua primeira onda com quase 15 minutos de bateria. A brasileira pegou uma ondulação bem pesada, com duas rasgadas, e não foi muito bem, sem conseguir completar a terceira, marcando 3,77.

Mas ela reagiu e logo assumiu a dianteira depois de acertar duas manobras em sua segunda onda e arrancar 7.67 dos juízes. Com tranquilidade, se garantiu nas oitavas da competição.

ESTADÃO

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Saúde

Câmara se recusa a divulgar lista de servidores que receberam vacina contra Covid dentro da Casa

A Câmara dos Deputados se recusa a entregar uma lista com o nome de pessoas que receberam vacinas de Covid-19 dentro da Casa, entre janeiro e fevereiro, na véspera da eleição de Arthur Lira (PP-AL). Equipes de saúde do Distrito Federal levaram ao local 86 doses.

A Câmara diz que elas foram aplicadas em funcionários do departamento médico. O Painel solicitou via Lei de Acesso os nomes e cargos de quem recebeu, mas o pedido foi negado com a alegação de que o dado está sob sigilo médico.

Rodrigo Maia (DEM-RJ), ex-presidente da Câmara, confirma a vacinação na Casa, mas diz que não houve um pedido formal ao Distrito Federal. O governo do DF afirma que a solicitação partiu do Legislativo e que seguiu as regras do Plano Nacional de Imunização.

Maria Augusta Rost, especialista em direito público, diz que não há uma norma que obrigue a divulgação de dados só por se tratar de servidores públicos. Mas, diz ela, há uma necessidade de transparência para que se tenha efetivo controle da política pública de vacinação.

Fernanda Campagnucci, diretora-executiva do Open Knowledge Brasil, entidade que visa tornar mais transparente a relação entre governos e a sociedade, afirma que o cenário atual de escassez de vacinas e casos de fura fila torna importante a divulgação dos nomes de vacinados.

O Painel procurou profissionais da saúde lotados no departamento médico da Câmara. Depois de contatar sete deles, dos quais uma médica e uma auxiliar de laboratório disseram ter tomado a vacina, a reportagem foi informada por uma servidora que a direção do setor orientou a não responder perguntas sobre a vacinação.

FOLHAPRESS

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  1. Qualquer criança sabe porque não irão divulgar, porque muito provavelmente vacinou pessoas que não deveriam ser vacinados, se não foi por isso, qual o problema em não divulgar?

  2. Instituições como stf e congresso, que seriam os principais Ícone e exemplos de atos e posições democráticos, a cada dia se distancia de suas funções, e hoje na prática com suas manifestações e intervenções externadas, dão demonstrações de práticas bem mais alinhadas com ditaduras do que papéis de instituições democrática.

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Saúde

Mundo deve produzir 11,9 bilhões de vacinas neste ano

Governos já encomendaram 11,6 bilhões de doses de vacina contra a Covid-19, segundo o Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância). Seriam doses suficientes para vacinar pelo menos a população mundial inteira com 19 anos ou mais (cerca de 5 bilhões de pessoas). Os laboratórios têm capacidade de fabricar o que foi encomendado?

De acordo com o próprio Unicef, em tese, sim. Considerada só a capacidade de fabricação de vacinas aprovadas por ao menos uma autoridade nacional (agência reguladora ou similar), as fábricas dos laboratórios e suas subcontratadas poderiam fabricar 11,92 bilhões de doses neste ano (4 bilhões no primeiro semestre, outros 7,92 no segundo). É apenas uma estimativa.

Até sexta-feira (30), havia sido aplicado 1,134 bilhão de doses no mundo inteiro, segundo o Our World in Data (site de estatísticas mantido por um grupo da Universidade de Oxford).

A velocidade de aplicação tem aumentado rápido. Ao final de janeiro, eram vacinados 3,7 milhões de pessoas por dia (média móvel da quinzena) no mundo. No final de fevereiro, 5,7 milhões. No final de março, 13,2 milhões. No final de abril, 17,9 milhões. No último dia de abril, foram vacinados 22 milhões de pessoas.

Nesse ritmo, o restante da população adulta do mundo inteiro poderia ser vacinada em menos de seis meses —se o problema fosse apenas de aritmética.

Não é. Além de problemas operacionais, há desigualdade socioeconômica. Dos 11,6 bilhões de encomendas de doses, 4,28 bilhões são da União Europeia, 3,56 bilhões pelos Estados Unidos e 750 milhões pela União Africana. Vai sobrar vacina na Europa e nos Estados Unidos. O problema é distribuir a sobra.

O Unicef tem um sistema de acompanhamento de aprovação, encomendas, produção, entrega e preço de vacinas de Covid-19, mas já tinha alguma tradição no rastreamento da fabricação e comércio de remédios e de outras vacinas.

Recorre a informações públicas (de empresas ou governos, por exemplo), pede informações a laboratórios e fabricantes e complementa seu levantamento com dados da empresa Airfinity.

A Airfinity, baseada em Londres, é uma companhia de projeções, previsões e consultoria de desenvolvimentos científicos e tecnológicos na área de biotecnologia. A empresa previu com acerto (diz) que seria produzido cerca de 1 bilhão de doses do início do ano até abril. Estima agora que, até 27 de maio, seria produzido outro bilhão.

A Airfinity afirma que não pretende divulgar outro prognóstico, mas enviou à Folha uma tabela com dados de capacidade de produção de vacinas, por laboratório, neste ano. Pelos dados declarados coletados, a capacidade seria de cerca de 17,5 bilhões (tanto de vacinas aprovadas quanto de produtos ainda em desenvolvimento e testes).

Um grupo ligado à Universidade Duke, nos Estados Unidos, o Duke Global Health Innovation Center, estima a capacidade de produção em cerca de 13,4 bilhões (também inclui vacinas aprovadas e em testes). No entanto, nem todas as vacinas das tabelas da Airfinity e de Duke são as mesmas e algumas estimativas são diferentes.

Como diz o centro da Duke, o “cenário [da fabricação de vacinas] é notavelmente opaco”. A informação pública disponível é “escassa e fragmentada”. Assim, quem precisa tomar decisões tem dificuldade de “entender completamente as várias cadeias de produção envolvidas” e avaliar riscos.

Segundo o Unicef e equipe da Universidade McGill, no Canadá, 14 vacinas já foram aprovadas por pelo menos uma autoridade nacional (agência reguladora ou equivalente) e outras 31 estão na fase 3 de testes (segundo a McGill).

Os pesquisadores alertam que o número pode estar defasado, pois os dados são recolhidos de várias fontes e não há centralização de informação a respeito do estágio de desenvolvimento dos imunizantes.

Os dados do Unicef de vacinas encomendadas incluem cinco produtos ainda em fase de teste, por exemplo (três na fase 3, uma na fase 2 e uma na fase 1). No entanto, alguns desses produtos já estão sendo dados como de uso certo, caso da vacina Medicago, no Canadá, e da Novavax, nos Estados Unidos.

Além do problema de não haver fonte central de dados, a perspectiva do desenvolvimento e fabricação muda constantemente. Também há imprevistos e acidentes. A entrega de insumos pode atrasar (como atrasou no caso de Butantan e Fiocruz), pode haver problema na linha de produção (como houve no lacre dos frascos da Fiocruz).

Podem acontecer erros graves. Um fabricante da vacina Janssen nos Estados Unidos, a Emergent, perdeu matéria-prima para fabricar 15 milhões de doses em março porque confundiu insumos de vacinas da Janssen com as da Astrazeneca.

Algumas vacinas são fabricadas e acabam não sendo distribuídas ou aplicadas, pois governos passam a rever a segurança do imunizante por causa de efeitos colaterais (casos de Astrazeneca e Janssen na União Europeia) ou as pessoas se recusam a tomá-las.

O procedimento de fabricação não é previsível como o engarrafamento de refrigerantes. Envolve processos biológicos que não são perfeitamente controláveis. A Astrazeneca diz, por exemplo, que a produção de sua vacina pode levar de 90 a 120 dias, desde o estágio inicial até o empacotamento.

A capacidade de produção pode mudar, a depender da dosagem do produto. A Moderna diz que pode produzir muito mais caso se dedique mais a entregar doses de reforço menores (se for essa a decisão científica), de 50 microgramas ou menos, em vez dos atuais 100 microgramas.

Novos contratos de produção vêm sendo fechados com rapidez. Em março e abril, quatro fabricantes da Índia acertaram a produção de cerca de 700 milhões de doses da vacina Sputnik V neste ano, segundo notícias da mídia indiana e russa e as empresas. Uma das fabricantes indianas, uma empresa experiente no ramo, se chama Panacea.

Em suma, há dificuldades de projetar com certeza a escala de produção. A estimativa depende de declarações das empresas, para começar.

Na Airfinity, por exemplo, o que se faz é recolher esse número declarado da capacidade de produção de doses e observar o ritmo de entregas de doses.

No caso de vacinas em que a produção industrial não começou, estima-se quando o laboratório que a desenvolveu vai publicar seu estudo da fase 3 (em que o produto pode ser submetido a reguladores) e quando o imunizante pode ser aprovado. As estimativas de produção são então confrontadas com a produção de fato, o que serve para ajustar o modelo de previsão.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. sabe quem ganha com isso????? os grandes laboratórios , os que fizeram o virus, pq eles estavam tudo decaindo…. sem o que fazer, vamos inventar um virus, para ai….ter como ganhar dinheiro e ser …imprescindível …..

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Educação

“É fundamental que os alunos voltem às aulas”, diz ministro Marcelo Queiroga

Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Ao receber 2 milhões de doses de vacina contra a Covid do consórcio internacional Covax Facility​ neste domingo (2), o ministro Marcelo Queiroga (Saúde) aproveitou a ocasião para defender a importância da volta às aulas.

No Aeroporto Internacional de Guarulhos, durante pronunciamento à imprensa, Queiroga, em cumprimentos à Unicef pelas ações na área de educação, disse que as atividades escolares precisam ser retomadas.

“Um tema importante é o retorno às atividades letivas, os alunos que precisam retornar às aulas. Temos ação conjunta com a Unicef, e é fundamental que os alunos voltem às aulas não só para aprender, mas também [porque] nas aulas eles recebem alimentos, e sabemos que os nossos programas de segurança alimentar na educação são importantes”, disse Queiroga.

Queiroga estava acompanhado de Florence Bauer, da Unicef, da representante da Opas (Organização Panamericana de Saúde) no Brasil, Socorro Gross, e de congressistas, como a deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP).

Para Bauer, embora não sejam alvo da vacinação, crianças e adolescentes podem ser beneficiados pelo aumento na imunização de parentes e professores.

“É um grande momento de esperança no Brasil a chegada de vacinas, e um momento de esperança para crianças e adolescentes, porque, embora não sejam vacinadas diretamente, são elas que mais sofrem com impactos indiretos da pandemia, como o fechamento das escolas, que faz com que crianças e adolescentes não estejam tendo seu direito a aulas presenciais garantido”, disse.

A vacinação de trabalhadores da educação está prevista para ocorrer de junho a setembro em todo o país, dentro do PNI (Programa Nacional de Imunizações). No entanto, há estados que já iniciaram a vacinação desse grupo.

“As vacinas representam um momento de esperança de crianças e adolescentes terem suas famílias e professores protegidos, e poderem reimaginar um futuro melhor para todos eles”, disse Bauer.

Com informações de Folha de S. Paulo

Opinião dos leitores

  1. Tem que ser analisar isso direito, no carnaval eu vi pessoas que trabalha pra setor não privado (pro governo) que estava sem trabalhar devido o isolamento da pandemia e se aglomerando, bebendo e fazendo festa junto e misturado. Isso tem uma parcela considerada de servidores que não deixa de receber seus salários e não pode ser afastados sem remuneração .
    Não são todos.

  2. Posição sensata, coerente e “científica” do ministro. Espero que os governadores sigam sua orientação, já que o STF lhes deu primazia nas decisões sobre a COVID. O Brasil está vencendo essa crise.

  3. PARABÉNS MINISTRO, é uma VERGONHA o que estão fazendo com a educação pública, as escolas privadas há muito que voltaram as aulas sem maiores problemas.
    O descaso com a educação pública é um absurdo, mais de um ano sem aula e nada de se estabelecer o retorno.
    Já passou da hora da Secretaria de Educação do Estado resolver o problema, que não é falta de vacina, é falta de vontade. Não é possível que nada possa ser feito.

  4. Para professores e sindicalistas da Educação é fundamental ficar em casa coçando o saco, tecendo seus salários e deixando os alunos cada dia mais desinformados.

  5. vou muito mandar meu filho pra ter aula com professor que não está vacinado. Se você quer se livrar do seu filho é seu direito, mande ele pra escola particular.

  6. O Ministro está corretíssimo. As atividades, todas, precisam voltar ao normal com obediência aos protocolos.

  7. Duante a pandemia as categorias da saúde e segurança se tornaram heróis e foram aos campos de batalhas em defesa da população. Já a categoria da educação, vão ficar conhecidos por serem a unica que lutou com unhas e dentes para NÃO ir a batalha

  8. Com certeza, o ministro está certíssimo, escolas que tem protocolos de saúde e segurança
    pagam o preço ,muitos não aguentam mais essas aulas on-line, educação não pode parar, mas esses professores que não querem nada com nada, fazem o drama, a polícia na linha de frente, ninguém pede
    pra parar!!! Absurdo vamos acordar para educação, já não basta o ano passado, perdido!!! O governo de seus pulos na escola pública e faça o mesmo!

  9. Bota teu filho de isca Pelé…as crianças não podem pagar pela irresponsabilidade desse VAGABUNDO PRESIDENTE NÃO …TEM ATE VEREADOR QUE COLOCOU OUTDOOR PARA AS AULAS VOLTAREM…CABRA DE PEIA..NA PROXIMA ELEIÇÃO…PASSA O RODO.
    SEM VACINA ….SEM AULA PRESENCIAL. COLOU MANE.
    RESPEITEM AS CRIANÇAS.

  10. Esse governo bolsonaro é uma piada de mau gosto. Hj o brasil é referência no que tem de pior no mundo. Quando não estão mentindo, falam o óbvio com se fosse novidade, mas governar que é bom, zero. Só trabalham pra legalizar crimes contra a vida, crimes contra o meio ambiente, crimes contra o trabalhador e etc… trabalham pra legalialzar milícias, grileiros e exploradores. Mas Bangu 8 será o destino de todos eles. Oh glória!

  11. Pensei que o Brasil tivesse um ministério da educação, mas parece que ele eh tão apagado e inerte que o ministro da Saúde que tem que ser meter e opinar da volta as aulas! Kkkk.

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Saúde

Natal inicia vacinação de idosos de 76 anos com 2ª dose da Coronavac

Nesta segunda-feira (03) será iniciada nova faixa etária de vacinação contra Covid-19, para a segunda dose da Coronavac. Os idosos com 76 anos que completaram 28 dias ou mais da primeira dose com este imunizante poderão se vacinar.

“Neste final de semana das 1.590 doses da Coronavac destinadas para segunda dose do público de 78 anos e mais, 362 pessoas foram receber o imunizante. Devido à baixa procura, nesta segunda-feira (03) vamos destinar 1.228 doses para as pessoas com 76 anos e mais”, esclarece o secretário de Saúde de Natal, George Antunes.

O secretário afirma ainda que assim que for informado do quantitativo de doses que Natal receberá da remessa de Coronavac, que chegou neste fim de semana ao Estado, vai anunciar uma nova faixa etária para receber a segunda dose da vacina.

PONTOS DE VACINAÇÃO CORONAVAC

Os pontos de vacinação são os drive thru da UnP da Av. Engenheiro Roberto Freire e Ginásio Nélio Dias, das 8h às 16h, e esses dois drives contam com salas de atendimento a pedestres também. Além desses locais, cinco Unidades Básicas de Saúde também atendem à vacinação da segunda dose da Conovac, nos horários das 8h às 11h30 3 e das 12h30 às 15h: UBS Nazaré, UBS Candelária, UBS São João, UBS Panatis e UBS Pajuçara. É necessário levar o cartão de vacinação, comprovante de residência de Natal e documento com foto.

Opinião dos leitores

  1. Duante a pandemia as categorias da saúde e segurança se tornaram heróis e foram aos campos de batalhas em defesa da população. Já a categoria da educação, vão ficar conhecidos por serem a unica que lutou com unhas e dentes para NÃO ir a batalha ….lamentável!

  2. E a segunda dose dos profissionais da saúde que receberam a D1 nos dias 29 e 30/03 será quando?

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