Política

Cada um com sua agonia: em SP, governador Doria encara duas CPIs

No dia em que as atenções estão voltadas para a CPI da Covid no Senado, em São Paulo a aflição do governador João Doria não é menor que a do presidente Jair Bolsonaro. É que Doria enfrentará não apenas uma, mas duas CPIs de uma vez, na Assembleia Legislativa. Na Alesp, começam a funcionar nos próximos dias a CPI dos Benefícios Fiscais, sobre Doria aumentar impostos em plena pandemia, e sobretudo a CPI da Dersa, investigação barra pesada de corrupção do PSDB paulista. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Estatal de rodovias, a Dersa tem sido apontada em várias investigações como fonte de corrupção em governos do PSDB paulista.

Doria terá de enfrentar duas CPIs em um momento de fragilidade política, tanto quanto Bolsonaro no âmbito da CPI da Covid.

Propostas pelo PT em 2019, as CPI enfrentaram 32 horas de fila de assessores do PSDB impedir sua instalação. Foram adiadas para 2021.

DIÁRIO DO PODER

Opinião dos leitores

  1. Bolsonaro com fragilidade política? Aflição? Essa imprensa é medíocre mesmo. Narrativa em cima de narrativa mentirosa e sebosa.

    1. psdb partido dos assaltos via rodoanel, uma vergonha esses “paladinos” tucanos.

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Política

Mourão diz que Bolsonaro escolherá outra pessoa para vice em 2022

O vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) afirmou, nesta segunda-feira (26/4), que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) deve escolher outro nome para compor a chapa de reeleição em 2022. Em dois anos de governo, o general e o capitão reformado do Exército têm tido algumas posições diferentes – o que, segundo interlocutores, não tem agradado o chefe do Executivo.

 

Com a volta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao cenário político, Bolsonaro busca um nome forte para se reeleger no pleito do ano que vem.

“Bolsonaro vai escolher outra pessoa para acompanhá-lo para a reeleição. O que tenho visto [nas] declarações de Bolsonaro é que ele precisaria de outra pessoa no meu lugar, mas ele nunca disse isso para mim”, disse Mourão, durante entrevista ao jornal Valor Econômico.

Segundo o vice, a intenção é que, no próximo ano, ele concorra a uma vaga no Senado Federal pelo Rio Grande do Sul. “Se abrir a possibilidade, vejo que disputar a cadeira ao Senado estaria mais ao encontro da maneira como sou, como atuo.”

Mourão afirmou que, caso a candidatura de fato ocorra, deve ser feita, “a princípio”, pelo PRTB. Ele ressaltou, no entanto, que vai esperar para ver se o partido terá alguma reestruturação, sobretudo depois da morte do fundador da sigla, Levy Fidelix, na última semana.

 

 

Durante a entrevista, o vice-presidente ainda avaliou que não há, até o momento, um nome com força nacional para disputar o pleito de 2022 como uma “terceira via”.

Atualmente, o cenário político tem ao menos cinco presidenciáveis, além de Bolsonaro e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. São eles: Ciro Gomes (PDT), Eduardo Leite (PSDB), Fernando Haddad (PT), João Doria (PSDB) e Luciano Huck (sem partido).

“A terceira via, para surgir, tem que se valer da união dos partidos de centro, centro-direita, centro-esquerda”, declarou Mourão. O general destacou que esses partidos precisam largar a “vaidade” e buscar um “nome factível, que empolgue o eleitorado”.

METRÓPOLES

Opinião dos leitores

  1. Mourão será um bom candidato a senador. Quanto a Bolsonaro, tem luz própria, quem for com ele estará bem. Elegeu MUITOS em 2018, inclusive uma porção de traidores, falsos conservadores, que estão sendo desmascarados e serão alijados da política. TODO o lixo brasileiro está se unindo contra o presidente e isso já diz tudo.

  2. Mourao fzdo diplomacia. Sabe que o minto não chega a dezembro desse ano na cadeira. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    1. Fica perfeita como vice do molusco ladrao e assassino perfeita candidatura para canhota inescrupulosa !!!

    2. E incrível a total ausência de bom senso de gente como vc, “cumpanhero”. Um mínimo de decência nunca fez mal a ninguém.

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Saúde

Pfizer quer lançar pílula que bloqueia Covid-19 ainda neste ano

Depois do lançamento da vacina contra a Covid-19, a Pfizer está concentrada em um medicamento para interromper a infecção provocada pelo novo coronavírus em pacientes que estejam na fase inicial da doença. A pílula, chamada até aqui de PF-07321332, seria indicada para o tratamento imediato logo que os primeiros sintomas se manifestassem.

A pílula pertence a uma classe de medicamentos chamados inibidores de protease. A molécula que está sendo testada foi formulada para atacar o vírus Sars-CoV-2 e impedir que ele se replique no nariz, garganta e pulmões, bloqueando a enzima que o vírus usa para fazer cópias dentro das células humanas, segundo informações obtidas pelo jornal The Telegraph.

 

A empresa afirma que a terapia oral poderia ser prescrita “ao primeiro sinal de infecção”, antes que os pacientes sejam hospitalizados ou precisem de cuidados intensivos.

Dafydd Owen, diretor de Química Medicinal da Pfizer, já havia afirmado durante um simpósio da Divisão de Química Medicinal em março deste ano que a pílula antiviral fora desenvolvida “do zero”, pela empresa, durante a pandemia.

 

O estudo clínico, dividido em três etapas, com duração total de 145 dias, é realizado nos laboratórios da Pfizer de Connecticut, nos Estados Unidos, e em Bruxelas, na Bélgica.

A primeira fase envolve 60 voluntários com idades entre 18 e 60 anos e deve ser concluída em 25 de maio. As próximas fases envolverão um número maior de pessoas.

A empresa afirma que, caso as próximas etapas confirmem a eficácia do medicamento, ele poderá estar disponível nos hospitais e consultórios até outubro de 2021.

METRÓPOLES

Opinião dos leitores

  1. Aí vai vender muito, deverá custar muito dinheiro, diferentemente do que já de preço muito baixo, é o poderiu da máfia farmacêutica funcionando.

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Mundo

Aos 35 anos do desastre de Chernobyl, Ucrânia tenta incluir área entre patrimônios da Unesco

Após ser cenário do pior acidente nuclear da história, que nesta segunda-feira, 26, completa seu 35 anos, Chernobyl — que na época pertencia à antiga União Soviética —, agora, pode se tornar Patrimônio Mundial da Unesco.

Ao menos é o que o governo da Ucrânia tem em mente para a área da usina onde, às 1h23 da madrugada de 26 de abril de 1986, o reator número 4 da central de Chernobyl, situado a cerca de 130 quilômetros de Kiev, explodiu durante um teste de segurança.

 

De acordo com relatórios oficiais, a explosão espalhou até 200 toneladas de material com uma radioatividade de 50 milhões de curies, o equivalente a 500 bombas atômicas como a lançada em Hiroshima.

Até hoje, uma área de cerca de 2,600 km², conhecida como zona de exclusão, delimita a região mais afetada pela radiação.

Governo da Ucrânia cria cúpula para proteger reator de Chernobyl

Em 26 de abril de 1986, às 1h23 locais, o reator nº4 explodiu durante um teste de segurança. Por 10 dias o combustível nuclear queimou, despejando na atmosfera elementos radioativos que acabariam contaminando, segundo algumas estimativas, até 75% da Europa, sobretudo Rússia, Ucrânia e Bielo-Rússia Foto: AFP PHOTO
Oficialmente, o acidente matou 31 pessoas, forçou a retirada de 1 milhão de habitantes da região, provocou centenas de casos de doenças e a destruição do meio ambiente local. Ainda assim, nos últimos anos, a área tem registrado recordes de turistas, principalmente após a estreia da série de TV “Chernobyl”, da HBO.

Para marcar o 35º aniversário do desastre, o presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, deve visitar nesta segunda-feira a zona de exclusão de 30 quilômetros ao redor da central nuclear.

Na esperança de que a entrada na lista de patrimônios da Unesco possa significar mais financiamento junto ao órgão da Organização das Nações Unidas (ONU). “Acreditamos que colocar Chernobyl na lista de patrimônio da Unesco é um primeiro e importante passo para ter este grande lugar como um destino único de interesse para toda a humanidade”, disse o ministro da Cultura da Ucrânia, Oleksandr Tkachenko à agência Reuters. “A importância da zona de Chernobyl está muito além das fronteiras da Ucrânia. Não se trata apenas de comemoração, mas também de história e direitos do povo”, comentou.

Antes de enviar um pedido à ONU, os locais que buscam proteção da Unesco devem ser incluídos em uma lista nacional de patrimônio histórico e cultural, de acordo com o ministro.

Tkachenko disse que seu ministério decidiu recentemente incluir um enorme radar militar construído perto da cidade de Chernobyl na década de 1970 na lista. Ele também está discutindo a expansão para toda a Zona de Exclusão de Chernobyl, de 30 km.

O que foi o desastre de Chernobyl?
Em 25 de abril de 1986, uma manutenção de rotina estava prevista para ocorrer no quarto reator da Central Nuclear de V.I. Lenin. Na ocasião, os engenheiros planejavam testar se o reator ainda poderia ser resfriado caso a usina ficasse sem energia. No entanto, durante o teste, na madrugada de 26 de abril, um erro humano fez com que o reator ficasse sobrecarregado. Apesar das tentativas para desligar totalmente o equipamento, outra sobrecarga provocou uma reação em cadeia de explosões em seu interior. Por fim, o núcleo do reator ficou exposto, lançando material radiativo na atmosfera.

Como o governo soviético reagiu ao desastre?
Inicialmente, o governo soviético tentou abafar a tragédia. Durante 10 dias, o combustível nuclear queimou e liberou na atmosfera elementos radioativos que contaminaram, segundo algumas estimativas, até 75% da Europa, especialmente as então repúblicas soviéticas da Ucrânia, Belarus e Rússia, sem que nenhum comunicado fosse feito. O líder da URSS na época, Mikhail Gorbachev, não falou publicamente sobre a questão até 14 de maio.

Onde fica Chernobyl?
O desastre ocorreu próximo à cidade de Chernobyl, na antiga União Soviética, que investiu intensamente em energia nuclear após a Segunda Guerra Mundial. Desde 1991, a partir da dissolução da URSS, a área pertence à Ucrânia. A área fica localizada ao sul da atual fronteira entre o país com a Bielorrússia. Contudo, mesmo que o desastre tenha ficado mundialmente conhecido como a tragédia de Chernobyl, a cidade mais icônica da região se chama Pripyat.

Quantas pessoas morreram em Chernobyl?
Passadas mais de três décadas da tragédia, o balanço de vítimas da catástrofe continua sendo objeto de debate. O comitê científico da ONU (Unscear) reconhece oficialmente apenas 30 mortes entre os operários e bombeiros que faleceram vítimas da radiação após a explosão. Em 2006, a ONG Greenpeace calculou em quase 100.000 o número de mortes provocadas pelos efeitos radioativos da catástrofe nuclear.

Quais os efeitos do desastre de Chernobyl?
Além das mortes, o contato com a radiação também provocou uma série de efeitos colaterais em milhares de trabalhadores e moradores da região. Isso, é claro, sem falar no impacto do acidente sobre a saúde mental da população.

O Comitê Científico da ONU sobre os Efeitos da Radiação Atômica calcula que mais de 6 mil crianças e adolescentes desenvolveram câncer de tireoide após a exposição à radiação do acidente, embora alguns especialistas tenham contestado essa alegação.

No total, cerca de 10 milhões de pessoas foram expostas de alguma forma à radiação, principalmente russos, ucranianos e bielo-russos; 96 cidades e vilarejos foram esvaziados.

Os efeitos do desastre também atingiram a fauna e a flora da região. Após o acidente, uma área de cerca de 10 km² ficou conhecida como “floresta vermelha” por causa da coloração marrom-avermelhada que tomou conta das árvores após absorverem a radiação.

Como está Chernobyl hoje?
A central de Chernobyl manteve a produção de energia elétrica até dezembro de 2000, quando a pressão dos países ocidentais resultou na paralisação do último reator operacional. Após anos de adiamento, no final de 2016 foi instalado um arco gigante de aço sobre o reator danificado, estrutura que cobriu o “sarcófago” de concreto, rachado e instável, e que deve garantir a segurança pelos próximos 100 anos.

Embora as autoridades afirmem que os humanos não poderão viver na região de forma segura por pelo menos 24.000 anos, o local atrai cada vez mais turistas intrigados com sua história e riscos. Os passeios pela região são considerados seguros, desde que todos sigam à risca as regras de segurança, que passam pela “medição” de radiação dos turistas e de não tocar em paredes ou sentar no chão, por exemplo. / AFP e REUTERS.

ESTADÃO

 

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Economia

STF manda governo criar programa de renda básica para pessoas em extrema pobreza

O STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu que o governo federal terá que implementar a partir de 2022 um programa de renda básica nacional. O valor a ser pago mensalmente deve ser definido pela União. Segundo o Supremo, o benefício deverá abranger toda população que esteja em situação de extrema pobreza, com renda pessoal inferior a R$ 178 mensal.

O placar do julgamento foi 7 a 4. Os ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Luiz Fux, Kassio Nunes Marques e Luís Roberto Barroso formaram a maioria.

Os ministros Marco Aurélio, Edson Fachin, Rosa Weber e Ricardo Lewandowski, por sua vez, ficaram vencidos ao defender a implementação imediata do programa com um valor equivalente ao do salário mínimo, atualmente em R$ 1.045.

O tema foi julgado na sessão do plenário virtual da corte nesta segunda-feira (26).

A decisão foi tomada em ação apresentada pela DPU (Defensoria Pública da União). O órgão afirmou que, passados mais de 17 anos da promulgação da lei que criou o Programa Renda Básica de Cidadania, o Poder Executivo ainda não havia regulamentado o benefício.

A maioria concordou com os argumentos da defensoria, mas entendeu que o mais correto é determinar a implementação do programa a partir do próximo exercício financeiro, no caso, em 2022, além de dar ao governo a escolha sobre o valor do benefício.

Prevaleceu o voto do ministro Gilmar Mendes. Ele afirmou que o caso é adequado para dar procedência a um mandado de injunção, tipo processual usado pela defensoria e que serve para o Judiciário para obrigar os outros poderes a agir sobre um determinado tema.

“Cuida-se de providência que, a meu sentir, além de buscar amparo na legislação específica, é capaz de trilhar caminho que, a um só tempo, realiza a vocação constitucional do mandado de injunção e preserva as bases da democracia representativa, especialmente a liberdade de atuação das instâncias políticas”, disse Gilmar.

O magistrado afirmou, porém, que determinar o pagamento imediato da renda básica botaria em risco outros programas sociais. “O remanejamento abrupto e não planejado de dotações orçamentárias fatalmente conduziria à desconstrução e ao esvaziamento de outras políticas sociais de igual importância”, afirmou.

Gilmar também divergiu da minoria ao afirmar que não cabe ao STF fixar o valor do benefício. “Evidentemente, eventual concessão da tutela invocada pelo impetrante, mediante fixação arbitrária dos valores e das condições de elegibilidade das primeiras etapas de implementação da renda básica, fatalmente levaria ao desarranjo das contas públicas e, no limite, à desordem do sistema de proteção social brasilero”, disse.

Segundo Gilmar, caso o STF viesse a assegurar judicialmente a renda básica a todos os cidadãos brasileiros, “sem qualquer gradualidade ou planejamento financeiro,” o STF estaria violando a própria jurisprudência e infringiria a progressividade definida pelo Legislativo para a implementação do benefício.

FOLHAPRESS

 

Opinião dos leitores

  1. Por que esses ministros do STF não entram na disputa ELEITORAL pela presidência? Seria mais decente. Eles veriam o que o povo brasileiro pensa deles.

  2. Tem que interdita todas as faixa de praia. Desgoverno de Fatima e Diretor IDEMA sem atitude, nem se fala da secretaria Municipal que esta preocupada nos turista.

  3. Governo merda, sem moral, nunca o stf e congresso ditou a regra como fez com esse paspalhão, por isso não merece continuar. Temos que eleger um governo honesto, com linhas e princípios norteado pela justiça, por isso que só o Moro pode mudar os destinos dessa nação, com ele Gilmar beiçola e o congresso irá cumprir o papel deles, lembre-se que ele era apenas um juiz de 1a instância, e fez o congresso e gilmar ficarem pianinho, até esses canalhas falavam em combate a corrupção, diferente de hoje. fizeram todo esforço pra tirarem o nosso herói da cadeira de juíz, só assim conseguiram continuar com a impunidade, desmandos e ingerências. Portanto, entre um doidin dos pães e um ladrão inveterado, só tem o Moro pra organizar esse país.

    1. Porque em governos anteriores eram todo mundo de mãos dadas zé ruela e agora não seu goiaba

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Política

CPI da Covid estreia sob embate judicial e tenta focar atraso em vacinas

Principal teste político de Jair Bolsonaro, a CPI da Covid está marcada para ser instalada nesta terça-feira (27) no Senado em meio a embate na Justiça entre aliados do presidente e senadores independentes ao governo e guerra de narrativas sobre o combate à Covid-19.

Em minoria na comissão, com apenas 4 representantes dos 11 indicados, o Palácio do Planalto falhou em articular indicações e estratégias que pudessem favorecê-lo no colegiado e por isso adotou estratégias para tentar barrar a indicação de Renan Calheiros (MDB-AL), considerado um senador de oposição, como relator.

Na noite desta segunda (26), um dia antes da data marcada para a primeira sessão, a Justiça Federal do Distrito Federal concedeu uma decisão liminar (provisória) para impedir que Renan seja nomeado relator.

A decisão é do juiz Charles Morais, da 2ª Vara Federal do Distrito Federal, e foi proferida em uma ação popular movida pela deputada Carla Zambelli (PSL-SP), uma das principais apoiadoras de Bolsonaro no Congresso. O argumento é de que Renan, por ter um filho governador (Renan Filho, de Alagoas), não poderia assumir a relatoria, que conduz as investigações de uma CPI.

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), no entanto, não vai cumprir a decisão, conforme antecipou a coluna Painel, da Folha. “Trata-se de questão interna corporis do Parlamento, que não admite interferência de um juiz”, afirmou.

À Folha Renan disse que a decisão é anômala por impedi-lo de ser eleito para um cargo que, na verdade, se dá por indicação do presidente da comissão. A regra está prevista no inciso 3 do artigo 89 do Senado.

“Nunca antes houve uma decisão tão descomunal como esta”, afirmou o senador. Em razão do que consideram ser um erro da decisão judicial, aliados do emedebista dizem que Renan pode ser indicado nesta terça para a relatoria da CPI.

Na nota emitida por Pacheco, o presidente do Senado diz que “a escolha de um relator cabe ao presidente da CPI, por seus próprios critérios”, e completou: “A preservação da competência do Senado é essencial ao Estado de Direito. A Constituição impõe a observância da harmonia e independência entre os Poderes”.

Renan disse que recorreria, que a medida era “esdrúxula” e sem “precedente na história do Brasil” e foi “orquestrada pelo governo Jair Bolsonaro e antecipada por seu filho”. “Estamos entrando com recurso e pergunto: por que tanto medo?”

Com a determinação do magistrado, o governo Bolsonaro esperava conseguir ao menos adiar a instalação da CPI, mas não funcionou.

Segundo o senador Otto Alencar (PSD-BA), o mais velho do colegiado e responsável por presidir a instalação da CPI, seria “impossível” ocorrer o adiamento da primeira sessão do colegiado. “Vai haver a eleição para a escolha do presidente e do vice. Vamos fazer isso nesta terça, às 10h. Não muda nada. Não existe eleição para relator”, disse à Folha..

A pessoas próximas Renan Calheiros afirmou que seu objetivo inicial é entender o que levou o Brasil a demorar a assinar contratos para a compra de imunizantes e os entraves que geraram demora na entrega de insumos ao país.

A oposição já pretendia colocar a questão das vacinas contra Covid no centro do debate, principalmente por conta das ações do presidente relativas à Coronavac —a vacina desenvolvida em uma parceria entre o laboratório Sinovac e o Instituto Butantan, ligado à gestão João Doria (PSDB). Bolsonaro chegou a desautorizar publicamente a compra do imunizante, além de atacá-lo repetidas vezes.

O assunto, no entanto, ganhou nova dimensão após entrevista do ex-secretário de Comunicação Fabio Wajngarten, que afirmou que a vacina da Pfizer não foi comprada anteriormente por “incompetência e ineficiência” do Ministério da Saúde.

Apesar do esforço de afastar a responsabilidade de Bolsonaro, senadores acreditam que as falas trouxeram o presidente para o centro do problema, ao mostrar que ele manteve diálogo com o laboratório e que o próprio secretário também se engajou.

“Essa história da vacina da Pfizer, a entrevista do Fabio Wajngarten, ela confirma muitas coisas que nós já tínhamos suspeita, envolve mais diretamente o Palácio do Planalto. É muito estranho um secretário de comunicação se envolver na compra de vacinas, e precisamos de explicações”, afirma o senador Otto Alencar (PSD-BA), membro da comissão.

O foco na vacina deve ser uma das tônicas do plano de trabalho, que pode ser apresentado nesta terça. Vários senadores também trabalham em requerimentos para convocar autoridades para explicar e confrontar versões sobre o atraso na vacinação.

Em comum, todos colocam o general Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde, como peça-chave nesse processo.

Renan ainda foi aconselhado a pedir ao STF (Supremo Tribunal Federal) o compartilhamento dos inquéritos das fake news e dos atos antidemocráticos. O objetivo é investir numa outra frente de apuração que envolve os discursos do presidente Jair Bolsonaro e as atitudes do governo que contrariaram as recomendações de cientistas.

Os parlamentares querem avaliar como se deram os disparos de mensagens que propagaram o uso de medicamentos que contrariam a ciência e avaliar a responsabilidade do governo nessa rede de mensagens, em que também foram convocados protestos.

Os senadores do grupo oposicionista da comissão ainda pretendem se aprofundar na posição e ações do governo federal contra o distanciamento social, possível omissão que provocou o colapso do sistema de saúde de Manaus e a falta de fornecimento de oxigênio e também nas omissões referentes à população indígena.

Embora essa última aparente ter menos apelo e repercussão, alguns senadores consideram que há elementos mais concretos que as outras para responsabilizar o governo. Isso porque o governo demorou e muitas vezes não chegou a construir as barreiras sanitárias para isolar povos, desrespeitando decisão do STF.

Contrapondo o acordo, o senador Eduardo Girão (Podemos-CE), apontado por muitos como governista, vai lançar sua candidatura para a presidência da comissão.

À Folha Girão disse que tentaria articular com Randolfe Rodrigues para compor uma chapa de consenso. Randolfe seria inicialmente vice, mas os dois se revezariam na presidência.

O presidente da comissão é o responsável por conduzir os trabalhos e tem o poder de colocar em votação os requerimentos. O relator, por sua vez, constrói a narrativa dos trabalhos e seu texto final conterá as conclusões das investigações.

As ações foram do âmbito da CPI surgiram como opção ao governo, após lentidão para articular a composição da comissão. Senadores como Marcos Rogério criticaram publicamente a ministra da Articulação Política, Flávia Arruda (PL-DF), por ter deixado o “timing” passar e não agir para impedir que a oposição e independentes ficassem em vantagem.

Uma das estratégias dos governistas é pressionar pela criação de uma sub-relatoria para investigar os repasses federais a estados e municípios —o que é frequentemente defendido por Bolsonaro—, principalmente em seus ataques aos governadores. Dessa forma seria possível desvirtuar ou pelo menos reduzir a atenção que será dada às investigações do governo federal.

FOLHAPRESS

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Saúde

EUA vão compartilhar 60 milhões de doses da AstraZeneca com outros países

Foto: Reprodução/Marco Verch Professional Photographer

Os Estados Unidos vão começar a compartilhar até 60 milhões de doses da vacina contra a covid-19 da AstraZeneca com outros países assim que os imunizantes estiverem disponíveis. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (26) pelo conselheiro sênior da Casa Branca para o combate à covid-19, Andy Slavitt.

“Os EUA devem liberar 60 milhões de doses da AstraZeneca para outros países assim que elas estiverem disponíveis”, escreveu Slavitt no Twitter. Apesar do anúncio, o  governo americano ainda não deu detalhes sobre a data e nem que países receberiam a vacina.

O motivo, segundo o conselheiro, é o portfólio de vacinas que os Estados Unidos já autorizaram e que já estão disponíveis em grandes quantidades, incluindo os imunizantes da BioNTech/Pfizer, Moderna e Johnson & Johnson. Além disso, de acordo com Slavitt, por conta da vacina da AstraZeneca não estar autorizada para uso nos Estados Unidos, não é preciso utilizar o imunizante durante os próximos meses no país.

Segundo a porta-voz, 10 milhões de doses poderiam ser liberadas para exportação “nas próximas semanas” e outras 50 milhões, que ainda estão sendo produzidas, poderiam ser enviadas em maio e junho.

“No momento, não temos nenhuma dose disponível da AstraZeneca. O governo Biden ainda está decidindo como será o processo para determinar quais países receberão as vacinas. Vamos considerar uma série de opções de nossos países parceiros e, é claro, muito disso será por meio de relacionamentos diretos”, afirmou.

A vacina da AstraZeneca já foi liberada por cerca de 70 países, incluindo o Brasil, o Reino Unido e a UE (União Europeia).

Poder 360

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Saúde

VACINAÇÃO: 29,5 milhões de pessoas já receberam a 1ª dose da vacina contra a covid no Brasil, 13,96% da população

Foto: prefeitura de Belo Jardim/PE

Balanço da vacinação contra Covid-19 desta segunda-feira (26) aponta que 29.554.723 pessoas já receberam a primeira dose de vacina contra a Covid-19, segundo dados divulgados até as 20h. O número representa 13,96% da população brasileira.

A segunda dose já foi aplicada em 13.127.599 pessoas (6,20% da população do país) em todos os estados e no Distrito Federal.

No total, 42.682.322 doses foram aplicadas em todo o país.

De ontem para hoje, a primeira dose foi aplicada em 522.849 pessoas e a segunda dose em 548.499, com um total de 1.071.348 doses aplicadas neste intervalo.

  • AC: 190.190
  • AL: 681.510
  • AM: 1.405.019
  • AP: 153.900
  • BA: 3.670.000
  • CE: 2.238.250
  • DF: 758.860
  • ES: 1.064.020
  • GO: 1.665.280
  • MA: 1.499.190
  • MG: 6.221.880
  • MS: 753.510
  • MT: 754.610
  • PA: 1.716.490
  • PB: 1.028.958
  • PE: 2.418.230
  • PI: 688.180
  • PR: 3.063.890
  • RJ: 4.391.120
  • RN: 895.490
  • RO: 357.808
  • RR: 165.060
  • RS: 3.847.650
  • SC: 1.831.690
  • SE: 527.080
  • SP: 10.273.355
  • TO: 331.600

Origem dos dados

  • Total de doses: números divulgados pelos governos estaduais.
  • As informações sobre população prioritária e doses disponíveis são do Ministério da Saúde.
  • As estimativas populacionais são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A informação é resultado de uma parceria do consórcio de veículos de imprensa, formado por G1, “O Globo”, “Extra”, “O Estado de S.Paulo”, “Folha de S.Paulo” e UOL.

G1

Opinião dos leitores

  1. apenas 6,2% de imunizados que é o que importa. Faltando vacinas para a segunda dose pelo país. Ainda temos 93,8% da população para ser imunizada e nenhuma garantia de vacinas para todos. Isso a CPI precisa focar. Tem crimes de responsabilidade. Os EUA estão doando vacinas.

  2. O RN sempre atrasado. Todo levantamento desses está, em média, com 200 mil doses “sobrando” e só vemos os prefeitos pedindo doses por falta? Como assim?

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Economia

Brasil gasta R$ 8,3 bilhões por ano com servidores em carreiras extintas, diz secretário de Guedes em audiência pública da reforma administrativa

Foto: CC

O governo federal gasta R$ 8,3 bilhões por ano com 69 mil servidores que estão na ativa e trabalham em funções consideradas extintas pela União. A informação foi repassada pelo secretário especial de Desburocratização do Ministério da Economia, Caio Paes de Andrade, durante a primeira audiência pública da reforma administrativa na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na Câmara dos Deputados nesta segunda-feira.

— É um dado de hoje: somente no Executivo federal, nós gastamos R$ 8,3 bilhões, com 69 mil servidores que trabalham em funções que nós consideramos extintas – afirmou.

E acrescentou:

— Esse é o tipo de distorção que nosso sistema criou. Se isso já não faz nenhum sentido nos dias de hoje, imaginem daqui a dez anos com tantas tarefas se tornando automáticas e digitais.

O secretário destacou que essa é uma situação complexa e citou como exemplo um servidor que foi contratado como operador de telex.

— O operador de telex está até hoje na nossa folha de pagamento, mas não tem mais telex e, ao mesmo tempo, não conseguimos preparar esse cidadão para outro trabalho porque caímos no desvio de função – explicou.

Ele também avaliou que o processo de digitalização e desburocratização do estado deve se aprofundar, o que vai modificar a atuação dos servidores públicos.

Em sua apresentação, Paes de Andrade também acenou para os atuais servidores, que não são afetados pela proposta do governo.

— É importante que os servidores públicos atuais que não têm seus direitos afetados pela nossa PEC entendam isso. Estamos ajustando o futuro para criar uma administração pública mais moderna e eficiente e com isso honrar todos os compromissos contratados no presente – declarou.

Paes de Andrade ainda ponderou que a situação do funcionalismo na esfera federal é complicada, mas que nos governos estaduais e municipais é ainda mais delicada. Por isso, a proposta de reforma administrativa do governo comporta um arcabouço legal para melhorar a gestão do funcionalismo.

— Para o futuro, propomos reduzir o número de carreiras, implementar avaliações efetivas de desempenho, proibir progressões automáticas dos cargos e restringir a estabilidade no emprego às carreiras típicas de estado. Nossa proposta ataca privilégios e melhora os mecanismos de administração pública de uma forma geral – defendeu.

Ele ainda falou sobre a necessidade de modificar o regime jurídico único, porque um servidor público acaba mantendo um vínculo de até 59 anos com o governo: são 28 anos na ativa, 20 anos de aposentadoria e 11 anos de pensão.

— São 59 anos. Eu não sei como nós podemos achar que isso é sustentável de alguma maneira – frisou.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Quer aprender de vdd? Pra não ficar refém de jornais o blogs consultem a situação descrita nesse post na Lei 8.112/90. O título dessa matéria é o som do berrante pra tocar o rebanho pro abate.

  2. E militar que o vínculo chega a 100 anos. Até um dia desses tínhamos pensão militar oriunda de militares que atua ram na Guerra do Paraguai.

  3. O servidor que tem seu cargo extinto é colocado em disponibilidade e pode ser reaproveitado em outro cargo com atribuições compatíveis com o cargo anteriormente ocupado. Não necessariamente é desse jeito que o Paulo Guedes falou.

  4. Só demonstra mais uma vez, como é pequeno e despreparadi esse nosso ministro. É claro que o governo precisa acordar e modernizar seu efetivo. Se tem pessoas ociosas, existem áreas carentes. Os cidadãos precisam de bons serviços e isso requer interação com pessoas. Governo mínimo, sem funcionários, não funciona. A menos que não.pretenda mais prestar serviço algum a população.
    Se derrete todo quando fala do modelo americano. Lá as coisas funcionam porque o governo racionaliza sua força de trabalho, investindo em tecnologia e desenvolvimento do perfil do funcionário.
    Porque não fazer aqui também?

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Meio Ambiente

Idema/RN orienta interditar trechos de praias potiguares afetadas por lixo vindo do mar

Foto: Idema/RN

O Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema) orienta através de nota técnica a interdição de trechos das praias do litoral potiguar onde foi encontrada uma grande quantidade de lixo vinda do mar. Até o momento, seis toneladas de resíduo foram retiradas da orla. Entre os objetos recolhidos, há máscaras descartáveis, seringas e tubos de coletas de sangue.

O Idema/RN também recomendou aos municípios afetados a fazer a limpeza “o mais rápido possível” e guardar parte do resíduo encontrado para auxiliar na investigação da origem do material.

O diretor do Idema, Leon Aguiar, ressaltou a necessidade da separação do lixo e falou sobre as orientações emitidas pelo Instituto Ambiental no último sábado (24), orientando as prefeituras com os resíduos. Uma das orientações é não permitir o banho nessas áreas que foram encontradas os lixos.

“Sempre que acontece um evento dessa magnitude, necessitamos de um relatório para sistematizar todas as informações, de todas as ações que estão sendo executadas, todas as medidas, sugestões, informações com data e hora. A análise ainda é muito inicial, ainda não temos tanta informação concreta. Sugerimos que os estados se reúnam com os municípios costeiros para recolher as informações e possamos trabalhar com informações mais detalhadas possível”, afirmou Leon.

Com informações de Saiba Mais – Agência de Reportagem

Opinião dos leitores

  1. O iguais se atraem. O lixo veio em busca do Centro Administrativo, mais precisamente da governadoria.

  2. Eu acho que foi Bolsonaro, Jogou o lixo hospitalar no mar. igual ao óleo que por sinal morreu o assunto.

  3. O pior lixo é a gestão de Fátima Bezerra , que é contra os comerciantes e o turismo do estado do RN .

  4. Depois que essa Desgovernadora Fátima Bokus assumiu o Governo do estado, só coisas ruins acontecem no Estado.

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Saúde

Gerentes da Anvisa reprovam importação da vacina Sputnik V

Foto: REUTERS/AGUSTIN MARCARIAN-28/01/2021

Gerentes da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) reprovaram nesta segunda-feira (26) a importação da vacina russa Sputnik V ao Brasil. Os técnicos do órgão apontaram a falta de documentação e possíveis riscos à saúde como alguns dos motivos que os levaram a rejeitar a vacina por enquanto.

Os relatórios técnicos servem para embasar a decisão da diretoria colegiada da Anvisa.

Cinco diretores vão votar ainda nesta segunda. São eles que dão a palavra final sobre a aprovação ou não da importação do imunizante russo.

O colegiado se reuniu extraordinariamente para cumprir decisão do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Ricardo Lewandowski, que concedeu um prazo de 30 dias para que a agência reguladora decidisse sobre o uso do imunizante. A Anvisa chegou a recorrer do prazo, que venceria nesta semana, mas o ministro indeferiu o pedido nesta segunda.

Possíveis riscos

O gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa, Gustavo Mendes, informou que a Sputnik V pode ser prejudicial à saúde humana. Isso porque a vacina usa um tipo de vírus que naturalmente se replica. “Isso significa que o vírus que deve ser utilizado apenas para carregar material genético do coronavírus para as células humanas e, assim, promover a resposta imune, ele mesmo se replica, e isso é uma não conformidade grave”, disse.

“Primeiro grande problema é que este procedimento está em desacordo com o desenvolvimento de qualquer vacina de vetor viral”, acrescentou.

“O que nós percebemos é uma falha na estratégia do controle de qualidade. A empresa não demonstrou que controla de forma eficiente os processos para controlar outros vírus contaminantes também”, disse Gustavo Mendes.

Problema em documentação

Ana Carolina Marino, gerente-geral de Fiscalização, ressaltou em sua apresentação a ausência de relatórios de agências de outros países que comprovassem a segurança e eficácia da vacina. “Nós não tivemos sucesso na obtenção desses relatórios com as informações necessárias “, disse.

Segundo o relator do processo, Alex Machado Campos, nenhum relatório técnico de avaliação da vacina produzido pela “autoridade sanitária da Rússia”, como divulgado por governadores, foi entregue à Anvisa. “Assim, todos os argumentos que guiarão a nossa argumentação e análise parte do pressuposto de que este relatório não existe.”

Até o momento da decisão colegiada, o painel da Anvisa mostrava que 15,48% da documentação necessária para a aprovação da vacina ainda não haviam sido entregues ao órgão. Os dados públicos da agência também informavam que outros 63,75% dos documentos estavam “pendentes de complementação”.

O membro do colegiado, porém, explicou que, diante da ausência do relatório técnico, a Anvisa pediu que servidores ligados ao próprio órgão emitissem pareceres técnicos sobre o imunizante. Foram eles que decidiram por negar a importação do medicamento.

66 milhões de doses

Segundo a própria Anvisa, até o momento, 14 estados e duas prefeituras enviaram “pedidos de importação da vacina Sputnik V” à agência. São eles: Acre, Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, Sergipe e Tocantins, e os municípios de Maricá e Niterói.

Se for concedida, a liberação pela Anvisa permitirá que 66 milhões de doses já compradas pelos governos fossem enviadas ao Brasil. Deste total, 37 milhões deveriam ser distribuídos à população do Nordeste.

Em um encontro recente com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, o presidente do Fórum de Governadores e governador do Piauí, Wellington Dias (PT), ofereceu parte do lote dos imunizantes russos ao governo federal.

Pedida por governadores principalmente de Estados do Nordeste, a Sputnik V já foi aprovada por agências reguladoras de 17 países, entre elas as da Rússia, da Argentina e do México.

O pedido de uso emergencial da Sputnik V foi protocolado pela União Química, responsável pela vacina no Brasil, no dia 25 de março.

UOL

Opinião dos leitores

  1. Essa vacina não foi aprovado em nenhum país europeu, exceto nós seu país de origem, nenhum grande asiático, nem na América do norte, apenas países “pequenos” aprovaram deve ser pelo desespero de não conseguir as outras vacinas!!! A Anvisa está correta não se combate um doença correndo o risco de outras!! Consórcio do nordeste quer jogar pra plateia comprar com o dinheiro do governo federal e depois doar ao governo?

  2. Tanto faz…o gado não toma dessas não…o negócio dos que usam argola na venta é ozônio no toba…essa eles adoooooram…..
    Muuuuummm

  3. Eleitor de Bozonaro=CoronaVac é uma porcaria não vai servir pra nada…
    Sputinik é outra porcaria…também não vai servir pra nada..
    Na verdade é uma espécie de gente senfuturo..propagam tudo de ruim em relação as vacinas, mas são os primeiros a correrem atras das doses delas quando chega no posto de saúde..
    Se quiser vê um ser ruim que não vale um vintemmm…é só procurar por um bolsominion galado por ai…

  4. A sanha do consórcio Nordeste em gastar dinheiro público em coisas sem comprovação é gritante. Parece coisa da Mafia italiana.

  5. Essa é a vacina defendida pelo famigerado consórcio nordeste, estão querendo acabar de lascar o povo de vez. Só o RN está no prejuízo em mais de Cinco milhões na compra de RESPIRADORES que não existiam. Sinceramente estamos entregues a essa organização do PT que quer acabar de ferrar o povo. Uma lástima isso.

    1. Em se tratando de governos de esquerda, principalmente do PT, que lidera esse consórcio, não dá para imaginar que não houve má fé. Lembrem dos respiradores.

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Saúde

Passaporte covid europeu deve excluir vacinas não aprovadas na UE, como Coronavac

Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen | Foto: Aris Oikonomou/Pool Photo via AP

Com a retomada das viagens globais no horizonte, começa a ficar evidente que o tipo de vacina recebida pode determinar para onde as pessoas podem ir. A União Europeia planeja permitir a entrada durante o verão de americanos imunizados com vacinas aprovadas pela agência reguladora do bloco, segundo sinalizado pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, em entrevista no domingo ao jornal “The New York Times”.

Com isso, pessoas vacinadas com imunizantes das fabricantes chinesas Sinovac Biotech e Sinopharm provavelmente serão impedidas de entrar no futuro previsível, com sérias consequências para a atividade empresarial global e o renascimento do turismo internacional.

Com o avanço das campanhas de vacinação ao redor do mundo, aprovações de reguladores em diversos países e regiões preparam as bases para uma bifurcação global, onde o imunizante obtido pode determinar em quais países as pessoas podem entrar e trabalhar.

Para cidadãos chineses que viajam ao exterior regularmente e ocidentais que desejam buscar oportunidades de negócios na segunda maior economia do mundo, surge o dilema sobre qual opção escolher. Até agora, a China reconhece apenas as vacinas chinesas, e seus imunizantes ainda não foram aprovados nos Estados Unidos ou na Europa Ocidental.

Marie Cheung, cidadã de Hong Kong, viaja regularmente para a China continental para trabalhar com uma empresa de veículos elétricos, uma rotina que foi interrompida pelas longas quarentenas obrigatórias desde o início da pandemia.

Das duas opções de vacinas disponíveis na cidade – uma da Sinovac e outra desenvolvida pela Pfizer e BioNTech —, Cheung planeja se inscrever para tomar a Coronavac, da Sinovac, com o objetivo de facilitar a entrada e saída da China continental. Ao mesmo tempo, seu marido britânico vai optar pelo imunizante da Pfizer-BioNTech para aumentar as chances de visitar a família no Reino Unido.

“Para as pessoas que precisam trabalhar ou retornar à China continental, a vacina chinesa é a única opção”, disse Cheung. “Os ocidentais escolherão apenas a vacina reconhecida por seu país de origem.”

Para milhões ao redor do mundo que não podem escolher quais vacinas tomar, o risco de mais países se tornarem seletivos sobre quais imunizantes são reconhecidos, especialmente devido às diferentes taxas de eficácia, cria a possibilidade de que as pessoas enfrentem limitações para viajar, mesmo que totalmente imunizadas – com consequências para a atividade empresarial internacional e para o setor de turismo.

“Uma divisão global das pessoas com base na adoção da vacina só vai exacerbar e perpetuar os efeitos econômicos e políticos da pandemia”, disse Nicholas Thomas, professor associado de segurança sanitária na Universidade da Cidade de Hong Kong. “Haverá o risco de o mundo ser dividido em silos de vacinas com base no nacionalismo de imunizantes, em vez da necessidade médica.”

A China não é o único país que restringe o acesso a pessoas imunizadas com determinadas vacinas. A Islândia atualmente omite imunizantes da China e da Rússia da lista de vacinas aprovadas para entrada.A questão do reconhecimento de vacinas é fundamental para países dependentes do turismo, já que o setor global de viagens, que movimenta US$ 9 trilhões, está efetivamente paralisado desde o início da pandemia.

A abordagem da China para esta questão pode impactar sua tomada de decisão, uma vez que turistas chineses estavam entre os maiores grupos de visitantes estrangeiros em pontos turísticos do Sudeste Asiático, Austrália, Nova Zelândia e capitais mais distantes, como Paris, antes da pandemia.

Valor Econômico

Opinião dos leitores

  1. E agora? Acabou com narrativa dos esquerdopatas, que acham que a corona vaChin é a melhor vacina do mundo kkkkk. Só que não. A CoronavaChin só tem 50,38% de eficácia. Os comunistas que adoram ir pra Paris vão ter que procurar outro destino pra ostentar a sua hipocrisia, socialismo pros outros capitalismo pra mim.

  2. kkkkkkkkkkkkkkk nenhum esquerdista vai poder ir para Europa, pronto não tem mais desculpas para não ir a Venezuela e cuba depois da uma passada na China para comer um espetinho de cachorro. kkkkkkkkkkkkk

    1. Sensacional!!! Amei sua resposta!! Rindo alto aqui!! 👏👏👏👏👏👏

  3. Logo q a pandemia acabe vai ter vacina aprovada embamburrando…Basta ir numa clínica e pagar uma que eles aprovem e pronto…voltemos ao velho mundo sem stress!!!!

  4. Eu que pergunto. A direitalha antivacina hipócritas vão ficar sem vacina, impedidos de viajar? kkkkkkkkkkkkkk

    1. Aprenda a ler. A UE não aceitará a vacina chinesa. Quem tomar, não vai poder viajar prá Europa. Mas, vc poderá ir prá Venezuela, prá Cuba… Quer ir?

    2. Política não tem nada a ver com doença alguma, só mesmo mental!! Pra que dividir as pessoas?
      Todos serão PRATICAMENTE obrigados a se imunizar. É uma questão MUNDIAL de SAÚDE PÚBLICA.
      Tenho amigos que amo e tem um direcionamento político de esquerda, o que respeito e não discuto. E vários deles não queriam se vacinar por receio dos possíveis efeitos de receber algo que não foi testado; da mesma forma, tenho vários amigos que tem posicionamento político de direita, que já tomaram ou estão aguardando ansiosamente o dia de vacinação conforme suas faixas etárias.
      Meu posicionamento é a FAVOR do BRASIL. Não me importa se Direita ou Esquerda no poder. Respeito o VOTO e a ESCOLHA da maioria e torço MUITO para dar certo, mesmo que esta escolha seja diferente da minha.
      Mas infelizmente o brasileiro quer uma mágica!! E não deu sequer chance do Presidente tentar governar sem ser atacado. Óbvio que nem ele é nenhum outro corrigiria as consequências de tudo de atrapalhado que aconteceu por aqui desde SEMPRE.
      Enfim, cada povo tem o governo que merece… E se o país ficar pior do que está, peço a Deus que eu consiga ir para outro lugar bem longe daqui… Só que não será nenhum país comunista nem socialista…

    1. Kkkkkk
      Se alguém comer um sanduíche natural estragado e tiver Salmonelose, adivinha? A CULPA É DO BOLSONARO.
      Camisinha furou?
      – A culpa é do Bolsonaro
      Eita conversa chata e sem argumentos deste povo… Não deixam o homem tentar governar e acreditam em todo tipo de notícia manipulada plantada na mídia imunda.
      Só não vou dizer que torço pra esquerda voltar ao poder pra eles se ferrarem mais do que já estamos todos lascados, porque não sou maluca, sou brasileira e por hora não teria como mudar com toda minha família para outro país CAPITALISTA governado por pessoas sérias e não pela espécie generalizada de corruptos mercenários que temos aqui no Brasil…

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Política

Ministro Fabio Faria é cotado para vice de Bolsonaro em 2022

Foto: Marcos Correa/PR

O ministro das Comunicações, Fabio Faria, começa a despontar no Palácio do Planalto como um forte nome a compor a chapa como vice do presidente Jair Bolsonaro na disputa presidencial do ano que vem. O chefe da pasta é, hoje, o principal conselheiro de Bolsonaro e tem participado das principais articulações envolvendo o governo para 2022.

Deputado eleito pelo Rio Grande do Norte, Fabio Faria foi escolhido por Bolsonaro em junho de 2020 para assumir o Ministério das Comunicações, criado especialmente para ele. Na época, o governo sofria pressões e desgastes por falhas nas estratégias de comunicação e Bolsonaro negou que a escolha seria uma aceno ao Centrão, já que Faria é do PSD.

“Vamos ter alguém que, ele não é profissional do setor, mas tem conhecimento até pela vida que ele tem junto à família do Silvio Santos. A intenção é essa, é utilizar e botar o ministério pra funcionar nessa área que estamos devendo há muito tempo uma melhor informação”, disse Bolsonaro na época. O ministro é genro de Silvio Santos, dono do SBT.

Desde então, Fabio Faria adotou um novo modelo na comunicação do Palácio do Planalto e assumiu a articulação do Brasil no leilão da tecnologia 5G, onde empresas da China e dos Estados Unidos disputam o direito de explorar a tecnologia no mercado brasileiro. Além disso, o ministro mantém uma boa interlocução com o Congresso, o que permitiu uma aproximação do Executivo com alguns grupos de parlamentares.

Ainda sem partido para a disputa do ano que vem, Bolsonaro estuda a possibilidade de alguns partidos “nanicos” como Patriota, PMB e DC. Segundo interlocutores do Planalto, Fabio Faria tem participado dessas conversas e conversado com outras lideranças do Centrão, no intuito de compor a coligação de reeleição para Bolsonaro.

“Já estou atrasado. Não tenho outro partido, espero que esse mês eu resolva. Abril está bom (como prazo para definir). O duro foi quando eu me candidatei (em 2018), que eu acertei em fevereiro, março (do ano da eleição), em cima da hora”, explicou Bolsonaro em conversa com apoiadores na entrada do Palácio da Alvorada no último dia 19.

Além de participar dessas articulações sobre o futuro partido do presidente, o ministro das Comunicações tem sido o principal defensor da agenda pragmática que deve ser adotada pelo presidente Bolsonaro. Fabio Faria tem aconselhado o presidente a manter uma base de aliados no Congresso e ao mesmo tempo aprofundar relações diplomáticas com outros países como China e Estados Unidos.

Recentemente, o ministro reuniu cerca de 40 pessoas em sua casa, em Brasília, onde serviu um almoço para o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. Com a presença de Bolsonaro, o encontro foi em reação às pressões pela saída de Salles, que ocorreram na véspera da Cúpula de Líderes pelo Clima.

Segundo fontes ouvidas pela reportagem e que estiveram no almoço, Faria defende a manutenção de Salles no cargo, mesmo com a pressão contra o ministro. No entanto, Bolsonaro teria sido aconselhado a adotar uma nova agenda ambiental, como forma de segura o ministro no cargo e ao mesmo tempo não gerar novos desgastes ao governo.

Aos seus interlocutores, o presidente Bolsonaro tem afirmado que o ministro das Comunicações seria um bom nome para estar ao seu lado na disputa de 2022, principalmente pelo seu poder de articulação com o setor empresarial e com o Congresso. Recentemente, após o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinar a instauração da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, Fabio Faria foi o primeiro integrante do primeiro escalão a sair em defesa do governo.

Em uma de suas publicações, o ministro disse que o resultado da CPI será “uma vitória antecipada” para Jair Bolsonaro. Segundo Faria, a atuação do presidente foi “responsável e íntegra”. “Se forem investigar omissões e desvios na pandemia, será uma vitória antecipada do PR Jair Bolsonaro, que vai comprovar uma atuação responsável e íntegra”, escreveu nas redes.

Em outra frente, o ministro também esteve na organização do jantar entre Bolsonaro e empresários que ocorreu no começo de abril em São Paulo. Ao mercado financeiro, Fabio Faria sinalizou que o governo estava passando por mudanças e citou como exemplo as seis trocas de ministros e recentes alianças para evitar mais atritos com o Congresso. “Tudo o que os empresários querem é um ambiente político calmo”, afirmou Faria ao jornal “O Estado de São Paulo”.

Com embate com PSD, Faria pode mudar de partido para 2022

Indicação pessoal de Bolsonaro, Fabio Faria poderá ter que deixar o seu partido, caso queira permanecer no governo na disputa de 2022. O ministro tentou levar o PSD para a base governista, no entanto, o partido tem dado sinalizações contrárias a isso.

Recentemente o presidente do PSD, Gilberto Kassab, afirmou ao jornal “Valor Econômico” que a pandemia e o cenário econômico, com desemprego e inflação em alta, podem deixar o presidente Jair Bolsonaro fora do segundo turno das eleições presidenciais de 2022. As declarações irritaram Fabio Faria, que já admite a possibilidade de deixar o partido.

Kassab afirmou que o cenário atual sugere que, sendo Luiz Inácio Lula da Silva o candidato do PT a presidente, a tendência é que o petista dispute o segundo turno do pleito com um adversário do centro. “Bolsonaro vai ter que trabalhar muito para reverter sua imagem […] poderemos ter um segundo turno que tenha um candidato que não seja ele [Bolsonaro] contra o Lula. Acho mais fácil ter um candidato de centro contra o Lula do que ter um candidato de centro contra o Bolsonaro”, disse Kassab.

Como reação, Bolsonaro já ameaça exonerar nomes indicados por Kassab para o governo federal. Entre esses nomes estão o presidente da Telebras, José Jarbas Valente, e da Fundação Nacional da Saúde, coronel Giovanne Gomes da Silva. Embora tenha sido comandante da Polícia Militar de Minas Gerais, o coronel é uma indicação política e chegou ao órgão, que tem um orçamento bilionário, pelas mãos do deputado Diego Andrade (PSD-MG).

Uma possibilidade de partido para Fabio Faria seria o PP, presidido pelo senador Ciro Nogueira (PI), que vem sendo a principal sigla de apoio ao projeto de reeleição de Bolsonaro. Na visão de pessoas do entorno do ministro, caso ele fosse escolhido para vice na chapa de 2022, o PP garantiria estrutura partidária para campanha, enquanto o presidente poderia abarcar seus demais parlamentares no partido nanico que escolher para se filiar.

Gazeta do Povo

Opinião dos leitores

  1. Quero ver os comentários de Calígula sobre o assunto. Sobre isso ele não comenta nada..???
    Fala Calígula…

  2. Ameiiii essa chapa : o doido do presidente e o playboy do RN …. kkkkkkkkkkk eita coisa maravilhosa . Agora ficou bem facinho de derrotar os dois debiloide de uma lapada só …, kkkkkkkkk chega logo 2022… kkkkkkk pense numa chapa que já tem cheiro de derrota … kkkkkkkkkkkk

  3. Bolsonaro tem luz própria. Quem for com ele dará certo. Aliás, em 2018 muitos políticos que hoje lhe fazem oposição “pegaram carona” com ele. Na próxima, vão cair. A eleição é nacional e o deputado viria a somar. Infelizmente, a maioria do povo potiguar não tem feito boas escolhas já faz algum tempo.

  4. Seria o abraço dos afogados! Duvido o playboy cair nessa de perder uma chance de continuar mamando com um mandato mediocre qualquer. Lkkkkkkkkkkkkkkkkk

    1. pensa em dá um vôo de condor,mas vai dá um mergulho de pelicano….

  5. Pense numa Chapa kkkkk
    Fabio Faria de vice vai agregar muito para a chapa kkkkkkk
    Pense numa escolha fulera

    1. 2022 será o ano de limparmos Brasília. Nem Bozo, nem FF, nem Lularápio !

    1. Propostas: 1) trocar o carnê-leão pelo carnê do baú 2) Distribuição de produtos Jequiti para os menos favorecidos 3) Alfabetização com Roletrando…

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Saúde

Prefeito de Caicó libera venda de bebidas alcoólicas e retorno das aulas presenciais

Em decreto publicado (veja aqui) nesta segunda-feira (26), o prefeito de Caicó Judas Tadeu Alves do Santos, liberou a comercialização de bebidas alcoólicas por bares, restaurantes, lanchonetes, pizzarias, food parks e similares, para consumo no local.

O decreto também autoriza o funcionamento destes estabelecimentos das 6h às 22h, com 60 minutos após o horário de fechamento para o encerramento das atividades.

Também foi autorizado o retorno das aulas presenciais das escolas de ensino médio, fundamental e infantil da rede privada de ensino e ainda das instituições de ensino superior.

Opinião dos leitores

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Judiciário

Liminar derruba Renan Calheiros da relatoria da CPI da Pandemia

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

A Justiça Federal de Brasília determinou que o senador Renan Calheiros (MDB-AL) não poderá ser relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia, que está marcada para ser instalada nesta terça-feira (27) no Senado Federal. A Justiça acolheu uma ação popular ajuizada pela deputada Carla Zambelli (PSL-SP).

Na decisão, assinada pelo juiz Charles Renaud Frazão de Moraes, o magistrado acolheu os argumentos apresentados por Zambelli de que Renan não poderia ser o relator pelo fato de ser pai do governador de Alagoas, Renan Filho (MDB).

A CPI da Pandemia pretende investigar ações e omissões do governo federal no combate à Covid-19 e também o uso de verbas da União por governadores e prefeitos, ou seja, o governador de Alagoas, Renan Filho, pode se tornar alvo do inquérito.

Na sexta-feira (23), o senador Renan Calheiros se declarou parcial para relatar temas sobre o estado de Alagoas na CPI.

Renan vinha sendo apontado como favorito à relatoria da investigação por fazer parte de uma articulação de senadores independentes e de oposição que formam maioria entre os 11 parlamentares titulares da CPI. O mesmo grupo também pretende tornar Omar Aziz (PSD-AM) o presidente da comissão, enquanto Randolfe Rodrigues (Rede-AP) deve ficar na vice-presidência.

Desde que o nome de Renan surgiu como favorito para relatar a CPI, o governo se moveu politicamente para tentar impedir que isso acontecesse. Em entrevista exclusiva à CNN nesta segunda-feira (26), o deputado federal e ex-ministro do Turismo Marcelo Álvaro Antônio (PSL-MG) defendeu que Renan não tem “nenhuma condição” de ocupar a relatoria.

Além de Renan, o senador Jader Barbalho (MDB-PA) também é pai de um governador, Helder Barbalho (MDB-PA). Jader Barbalho deverá integrar a comissão como suplente.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Esse é o velho Brasil das palhaçadas, país de bananas… Dois caciques da antiga política, que se fortalecem em suas bases em suas oligarquias, o fato dos filhos serem governadores em seus estados já mostra isso claramente pra qualquer “doido” entender… E ainda pior, com várias acusações em curso e respondendo processos… Enfim, uma eterna e lastimável tristeza essa política no Brasil… PQP.

  2. Essa Carla Zambelli não deve ter estado no Brasil. Nos últimos 30 anos, arrumar encrenca c Renan Calheiros? Baita tiro no pé! Aguardemos os próximos capítulos.

  3. O povo brasileiro, em geral, ainda precisa aprender muito em termos de democracia. Não adianta eleger um presidente honesto e bem intencionado e por indivíduos como esse Renan no Congresso. É bem verdade que o sistema foi moldado para ajudar esses trastes mas o povo tem sua grande parcela de culpa.

  4. chegamos ao fundo do fundo do poco .um juiz de primeira estancia tira um senador de um cargo nao prrcisou nem de um ministro do stf.acho que nao existe mas seguranca juridica. nao da para acreditar o senado nao dizer que o judiciario tem que respeitar os poderes constituido. sobral pinto deve esta se revirando no tumulo. grande jurista.

    1. Um senador corrupto, com 18 processos engavetados no stf (minúsculo mesmo) tem lá moral para ser relator de uma CPI ?
      O mesmo q rasgou a ulissiana para favorece Dilma, com uma frase simplória do nordestino, “além de queda, coice”.
      Parabéns ao magistrado, pena q os urubus podem derrubar…

  5. Por mais repulsivo que seja a figura de Renan Calheiros, essa liminar não sobreviverá a um recurso nos tribunais superiores. Não há impedimento legal e ele só não poderá relatar fatos envolvendo o estado de Alagoas. É só esperar!

    1. Verdade. Renan é muito chegado no STF. Mais de uma dezenas de processos contra ele ficam dormindo nas gavetas sem julgamento ou aguardando prescrição. No duro esse camarada era pra ser impedido de exercer qualquer cargo público. Um escárnio!

    2. Faltou o juiz determinar os componentes da CPI, seu presidente e seu relator. Algumas decisões chegam a ser cômicas. Não se trata de defender o Renan, político que abomino, mas ele é senador, escolhido pelo povo com os seus direitos preservados e entre os seus direitos está fazer parte de comissões para as quais for escolhido. Esse tipo de coisa só desmoraliza a justiça.

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Judiciário

PGR denuncia governador do Amazonas e mais 17 pessoas por desvio na compra de respiradores para tratar covid

Foto: Marcos Corrêa/PR

A PGR (Procuradoria-Geral da República) denunciou nesta segunda-feira (26) ao STJ (Superior Tribunal de Justiça ) o governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), e mais 17 pessoas por crimes cometidos na aquisição de respiradores para pacientes de covid-19.

De acordo com a PGR, a investigação começou no ano passado, após notícias de que 28 aparelhos haviam sido comprados de uma loja de vinhos, e já teve três fases de medidas como busca e apreensão autorizadas pelo ministro Francisco Falcão, relator do caso no STJ.

Segundo a subprocuradora-geral da República Lindôra Araújo, instalou-se na estrutura burocrática do governo do Amazonas, sob o comando de Lima, “uma verdadeira organização criminosa que tinha por propósito a prática de crimes contra a administração pública, especialmente a partir do direcionamento de contratações de insumos para enfrentamento da pandemia, sendo certo que, em pelo menos uma aquisição, o intento se concretizou”.

A denúncia acusa o governador de exercer o comando dessa organização criminosa voltada à prática de crimes diversos, sobretudo dispensa indevida de licitação, fraude à licitação e peculato. Também foram denunciados o vice-governador, Carlos Almeida (PTB), o secretário chefe da Casa Civil do estado, Flávio Antony Filho, o ex-secretário de Saúde Rodrigo Tobias e outras 14 pessoas, entre servidores públicos e empresários.

Lindôra se baseou em uma série de documentos, depoimentos e trocas de mensagem entre os investigados, apreendidas nas operações realizadas pela PGR. O órgão pede a condenação dos denunciados, a perda do cargo pelos servidores públicos e o pagamento de indenização no valor de R$ 2.198.419,88. A reportagem busca contato com os envolvidos.

R7

Opinião dos leitores

  1. BG me desculpe, mas esses seus comentaristas tem cérebro de amebas. O que diabos tem haver Bolsonaro com o governador do Amazonas?, esses canalhas que pegaram carona no presidente, inclusive o calça apertada que quebrou São Paulo.

  2. Num vai sobrar um bolsonarista pra contar a estória. Os governadores do Rio de Janeiro, Amazonas e Sta Catarina estão no rolo, senador com dinheiro na cueca que peguem todos e pra fechar com chave de ouro o próprio bolsonaro.
    Arroche PGR e CPI.

  3. Governador- PSC
    Vice- PTB
    Em 2018 apoiados por quem? Quem esteve no AM semana passada ao lado do governador e não deu um pio? Quem até hoje nunca desceu o pau no governador do AM?

  4. Eita que está bem pertinho de chegar no elefante potiguar, SE ARROCHA FATIMA BEZERRA.

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