O Senado instalou nesta terça-feira (27) a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que vai apurar ações e omissões do governo federal no enfrentamento à pandemia da Covid-19, bem como o uso de verbas federais por parte de estados e municípios no combate à doença.
Nesta primeira reunião, os membros da comissão elegerão o presidente e o vice-presidente da CPI. Caberá a eles, depois, a indicação de um senador para ser o relator da comissão. Nesse ponto, há uma disputa a resolver, já que o senador Omar Aziz (PSD-AM) – mais cotado para presidir a CPI –confirmou à CNN que vai ignorar decisão da Justiça Federal de Brasília e manter a indicação de Renan Calheiros (MDB-AL) para a vaga.
A CPI da Covid, como a comissão é chamada, foi protocolada pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), líder da oposição, e inicialmente era focada só nas ações do governo federal. Por pressão dos aliados do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), incorporou também a aplicação de verbas da União pelos entes regionais.
A CPI foi instalada em cumprimento a determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), em decisão do ministro Luís Roberto Barroso referendada pelo plenário da Corte.
O apelo ao STF, feito pelos senadores Jorge Kajuru (Podemos-GO) e Alessandro Vieira (Cidadania-SE), teve como base o argumento de que uma CPI com as assinaturas e pré-requisitos mínimos deveria ser instalada independentemente da posição do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG).
A comissão será composta por 11 membros titulares e 7 suplentes. O prazo inicial para o funcionamento da CPI é de 90 dias, mas pode ser renovado pelo mesmo período – se houver essa ampliação, a CPI poderá funcionar até outubro de 2021, um ano antes do primeiro turno das eleições de 2022, que escolherão presidente, governadores, senadores, deputados federais e estaduais.
O que a CPI vai investigar?
O possível plano de trabalho da CPI da Pandemia, obtido pela CNN, prevê a divisão da comissão em quatro frentes: vacinas e outras medidas para a contenção do vírus, colapso da saúde em Manaus, insumos para tratamento de enfermos e emprego de recursos federais. O documento, no entanto, ainda pode ser alterado por parlamentares que farão parte da comissão.
Caso o plano usado na CPI seja esse, ministros como Paulo Guedes, da Economia, e ex-membros do governo, como o ex-chanceler Ernesto Araújo e o ex-secretário de Comunicação Social Fábio Wajngarten, podem ser chamados para prestar esclarecimentos.
Em entrevista à CNN, o senador Omar Aziz (PSD-AM), candidato a presidir a CPI da Covid, defendeu que o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta seja o primeiro convocado a depor na comissão. “Foi onde tudo começou”, argumentou o parlamentar amazonense.
Ele também disse que outro objetivo da comissão será entender por que o governo federal não negociou com a Pfizer, em agosto de 2020, a compra de 70 milhões de vacinas contra o novo coronavírus.
Os ex-ministros da Saúde Nelson Teich e Eduardo Pazuello, além do atual chefe da pasta, Marcelo Queiroga, também devem ser convocados.
Outro ponto que deve ser investigado é a recomendação, por parte do Ministério da Saúde, do uso de hidroxicloroquina no tratamento da doença – medicamento que não tem comprovação científica da eficácia em pacientes com Covid-19.
Outro fatos a ser investigado é a demora na assinatura do contrato entre o Instituto Butantan e o Ministério para a compra dos primeiros 46 milhões de doses da Coronavac.
Quais os limites da CPI?
A CPI tem poder de convocar autoridades, requisitar documentos, recomendar ao Ministério Público que inquéritos sejam instaurados e até determinar a quebra de sigilo bancário, fiscal telefônico.
A investigação pode convocar basicamente qualquer pessoa que considere relevante para apurar os fatos investigados, incluindo ministros de Estado. Os intimados são obrigados a comparecer e devem prestar seus depoimentos sob juramento de dizer a verdade.
Uma CPI não tem poder de julgar nem tem competência para punir investigados. Assim, não pode, por exemplo, determinar medidas cautelares, como prisões provisórias ou indisponibilidade de bens. Também não pode expedir mandado de busca e apreensão, apreender passaporte ou determinar escutas telefônicas – medidas que dependem de decisão judicial.
Ao final dos trabalhos, a comissão produzi um relatório de conclusão, que será encaminhado ao Ministério Público ou à Advocacia-Geral da União, para haver a responsabilização civil e criminal de possíveis infratores ou para tomarem outras medidas legais necessárias.
Ações: desviou 5 milhões de reais, contrato superfaturados através de dispensa de licitações de compras de produtos e de serviço, uns inclusive foram abortados após a imprensa (bg e outros) denunciarem; omissão: não construir hospitais de campanha, UTIs, e até cancelamento de contratos de uti em pleno pico da pandemia, não elaborou plano de auxilios aos trabalhadores prejudicado pelos sucessivos Lockdown. Tudo isso são irresponsabilidade e atos da governadora do RN passíveis de penalidades e até impeachment. Veremos
Onde a governadora Fátima do PT aplicou os bilhões que recebeu do governo Bolsonaro? Por que não abriu leitos hospitalares, deixando o povo potiguar morrer na fila por UTI? Cadê os respiradores que nunca chegaram, com os quais foram torrados 5 milhões? Há muito o que desvendar.
Ainda estais nesses 5 trilhões, cada sua denúncia no MP ou no TCE? Só faz repetir 700x essa ladainha, ou então é sobre lacração e cumpanheiro. Vagal.
O dinheiro já foi devolvido, “cumpanhero”? Ou os respiradores já chegaram? Senão, as perguntas seguem sem respostas. E cadê os leitos hospitalares? E a governadora aplicou onde os bilhões que recebeu? A PGR quer saber e já oficiou a governadora.
O vereador William Faria (PT), de Santa Bárbara do Leste, em Minas Gerais, chocou os moradores de sua cidade nesse domingo (25/4), quando usou um facão para abrir um caixão lacrado, com o corpo de um homem de 92 anos, que morreu depois de apresentar os sintomas da COVID-19. O vereador alega que o homem não morreu por COVID-19 e sim por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).
O lacre no caixão revoltou o vereador, que contestou o procedimento adotado pela Prefeitura de Santa Bárbara do Leste, alegando que o idoso merecia um funeral digno, e não ser sepultado envolvido em plásticos.
O rompimento do lacre do caixão foi filmado e o vídeo postado nas redes sociais do vereador. O vídeo ganhou muitos compartilhamentos e foi visto por policiais civis, que agora estão investigando o vereador por crime de Infração de Medida Sanitária Preventiva (Art. 268 do Código Penal).
De acordo com a Polícia Civil, o fato de o atestado de óbito atribuir a causa da morte à síndrome respiratória e não por COVID-19, se deve à espera do resultado do exame RT-PCR, que vai determinar se a COVID-19 foi a causadora da SRAG.
O procedimento adotado para lacrar o caixão foi correto, de acordo com a Polícia Civil, porque o homem apresentava os sintomas clássicos da COVID-19 e, neste caso, o Ministério da Saúde e a Secretaria de Estado de Saúde determinam o procedimento.
A Prefeitura de Santa Bárbara do Leste lamentou e informou que o fato é de total responsabilidade do vereador. “Ele chamou ao cemitério uma representante da Vigilância Sanitária que ficou sem ação diante do fato, pois, quando chegou ao local, o caixão já havia sido aberto. E, por pressão do vereador, a funcionária ficou sem ação e concordou com ele com relação ao enterro. Porém, a definição de protocolos referentes a funerais cabe ao estado e não ao município”, informou a prefeitura, em nota.
O presidente da Câmara Municipal de Santa Bárbara do Leste, Altair Nunes Ferreira (MDB), também lamentou o fato e disse que o vereador William Faria será ouvido por uma Comissão Parlamentar de Inquérito. “Tão logo esse processo seja instaurado, daremos mais informações sobre esse lamentável evento.”
O vereador William Faria, em suas redes sociais, disse que lamentava a posição do presidente da Câmara e disse que sua função é fiscalizar, estar ao lado do povo, e reafirmou que o homem cujo corpo estava no caixão que ele abriu, não morreu vítima da COVID-19.
Não vejo problema em o corpo ser enterrado lacrado. Pois no caso acima, o senhor faleceu por causa de uma síndrome respiratória aguda, e ainda não saiu o resultado do exame de RT PCR para covid de acordo com a própria polícia civil. Então esse vereador se precipitou, e caso o resultado positive futuramente , ele terá colocado outras pessoas em risco ao violar o lacre do caixão.
Se o Sr. Morreu com SRAG, que pode ter sido provocada pela COVID , os protocolos são claros. Se fez os testes, porém a famikia qiet sepultar antes dos resultados saírem, então tem que se seguir a regra, na dúvida, se usa a regra . O vetrafir errou feio ao se meter onde não devia, ora, isso não é fiscalização de ação, não é pra isso que ele é pago, nem tem conhecimento científico para tal.
Diz a esse vereador prá aguardar um pouco. O presidente vai escolher seu novo partido e talvez de certo pra ele. Se quer defender o povo, não pode ficar no PT. Kkkkkkk
Depois ninguém sabe o porquê o Brasil eh o que eh… Temos ruminantes dos dois lados! Tenho pena do Brasil e do brasileiro se em 2022 só tivermos realmente essas duas opções pra presidente: Lulaladrao e o MINTOmaníaco!
Interessante vcs dizem ser repórter ou do tipo.msis sem cabeça… O Lula era ladrão era o cara…. O outro vcs dizem ser maníaco um remando pra
frente vc e outros remando.como tem hipócritas nesse país.
O Grupamento de Ação Ambiental da Guarda Municipal do Natal (Gaam/GMN) realizou uma operação na feira livre do Parque dos Coqueiros, na Zona Norte da capital, com o objetivo de combater o comércio ilegal de aves silvestres, que está se tornando cada vez mais comum nas praças de comércio popular da cidade.
A ação foi motivada por denúncias e mobilizou duas viaturas do Grupamento Ambiental da GMN. Os guardas agiram cercando a entrada e saída da feira e todas as bancas foram vistoriadas na operação, porém não foi encontrado nenhum comerciante de animais silvestres no local. A desconfiança das guarnições é que de alguma forma os responsáveis pelo comércio ilegal foram informados da chegada das equipes e partiram em rota de fuga.
De acordo com o coordenador do Gaam/GMN, CGA Isaac Cruz, a imensa maioria dos animais silvestres resgatados em feiras livres são pássaros. Esse tipo de espécies são mais atrativos para o comércio e muitas vezes é possível resgatar aves que estão até mesmo em processo de extinção. Nesses casos, a multa por animal chega a R $5 mil.
O coordenador explicou que muitas vezes os pássaros são encontrados em situação de maus tratos. Alguns doentes ou feridos, sem alimento e água adequados, e ainda presos em pequenas gaiolas superlotadas. “Essa prática é danosa ao meio ambiente e é crime, por isso pedimos às pessoas que não comprem nem vendam animais silvestres, e se tiverem conhecimento desse tipo de crime denunciem”, solicitou.
O tráfico de animais silvestres é a terceira atividade de comércio ilegal que mais movimenta dinheiro no mundo, ficando atrás apenas do tráfico de drogas e de armas. Segundo a ONG Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres, cerca de 38 milhões de animais são retirados anualmente do seu habitat, somente no Brasil. São 12 milhões de espécies distintas e estima-se que 90% desses animais cheguem a óbito logo após retirados da natureza.
O crime é previsto na Lei Federal 9.605/98 e o cidadão pode denunciar esse tipo de delito nos números 190 (Centro Integrado de Operações em Segurança Pública – Ciosp) ou 181 (Disk Denúncia – Polícia Civil).
Antes de começar a entrevista, explico a Glenn Greenwald (e, agora, aos leitores) o propósito da conversa: conhecer um pouco mais do combativo jornalista que vem dando nó na cabeça dos esquerdistas por sua defesa intransigente da liberdade de expressão. E, de quebra, mostrar que um diálogo respeitoso e divertido entre duas pessoas que atuam em espectros políticos opostos é possível.
Ele responde com um lacônico “ok” e, no intervalo entre o silêncio constrangedor e a primeira pergunta, penso em todas as reações possíveis dos leitores mais exaltados, tanto bolsonaristas quanto lavajatistas, que talvez não estejam interessados no diálogo com o “inimigo”. Vão questionar por que estou dando espaço para Glenn Greenwald. “Aí tem”. Vão me chamar de isentão, de petista enrustido. “Seu isentão, petista enrustido!”. Vão dizer que é por isso que a esquerda sobrevive e que depois que isso daqui virar uma Venezuela não venha reclamar. E assim por diante.
Concluo rapidamente que, apesar da hostilidade em potencial, ainda assim vale a pena mostrar que dá para se sentar num bar imaginário ao lado de Glenn Greenwald e ter com ele uma conversa agradável, sem precisar apelar para a troca de sopapos. Garçom, me vê uma bem gelada!
Do outro lado da linha, Glenn parece brincar com uma lata. Ouço latidos de cachorros. E crianças fazendo algazarra. O entrevistado interrompe a entrevista duas vezes. Primeiro para dar bronca nos cachorros, que o ignoram. “Os cachorros só obedecem ao David [Miranda, deputado do PSOL e companheiro de Glenn há 16 anos], que não está aqui agora”, reclama ele. Depois para resolver os problemas de conexão.
A solução encontrada por Glenn, aliás, é generosa para com o entrevistador. Por meia hora, mais ou menos, ele se expõe à chuva e ao frio de Petrópolis, de onde fala empolgadamente e sem se irritar ou hesitar sobre todos os assuntos propostos. Sem querer que o entrevistado pegue uma pneumonia, ainda mais em tempos de Covid-19, me sinto obrigado a pôr fim à conversa um pouco antes do previsto. Uma pena.
Na entrevista abaixo, que você certamente lerá com uma atenção toda especial e com a generosidade intelectual que lhe é característica, Glenn Greenwald começa explicando por que é um defensor incansável das causas progressistas, faz “duras críticas” ao senso de humor de David Miranda, fala do policiamento de que é vítima por ser um inflexível defensor da liberdade de expressão (inclusive para o discurso de ódio) e reconhece o erro estratégico da retórica exaltada e intelectualmente desonesta de parte da esquerda.
Sempre que vejo seu nome, você está envolvido em briga, discussão, polêmica. Você não se cansa de brigar? Vale a pena tanto conflito assim?
Muitos de nós trabalhamos com coisas ligadas à nossa personalidade, que geralmente é formada quando somos crianças. Sempre gostei de debater, questionar tudo, argumentar. Minha mãe sempre reclamava de eu ficar perguntando “por que isso?”, “por que aquilo?”. Eu nunca aceitava o que falavam para mim. E tive uma experiência na infância que foi importante para mim, quando me vi como gay e a sociedade não aceitou. E isso me ensinou a nunca aceitar a autoridade, a sempre questionar tudo, debater e tentar entender os pontos de vista. Minha personalidade sempre procura o debate para questionar se a pessoa está pensando da forma certa. Mas isso não me dá raiva, tensão, ansiedade. Isso me dá força. É o que eu gosto de fazer.
[Neste momento, percebendo que o entrevistado está em desvantagem por responder às minhas perguntas numa segunda língua, sugiro que ele passe a responder às perguntas em inglês].
Ainda falando da sua personalidade, o que o faz rir?
Uso muito humor no jornalismo, no debate público. Não é necessariamente um humor que as pessoas percebam e gostam. É sarcástico, cáustico, irônico. É esse o tipo de humor de que gosto. Mas as pessoas têm senso de humor diferentes. Uma das séries de que mais gosto é Curb Your Enthusiasm. E eu passei meses tentando fazer com que David [Miranda] assistisse. Ele assistia, mas ficava dizendo que não tinha graça nenhuma. Acho que é uma questão de diferença cultural. Ele tem um estilo de humor diferente. Mas esse é o meu. Humor que deixa as pessoas incomodadas, que usa ironia, que usa deboche, que usa sarcasmo.
Você tem amigos bolsonaristas ou “de direita”? Como é seu relacionamento com eles?
Sim, claro. Aliás, a primeira vez que me convenci de que Bolsonaro venceria as eleições, em 2018, foi quando amigos nossos, incluindo amigos de infância do David que moravam no Jacarezinho, operários, pessoas das favelas, LGBTs e negros começaram a admitir que votariam em Bolsonaro. Era quase como se estivessem “saindo do armário”. E temos vários amigos que votaram em Bolsonaro. Não diria que sejam “bolsonaristas radicais”, mas, sim, tenho muitos amigos que não compartilham da minha visão política.
E você ainda conversa à mesa com esses seus amigos que votaram em Bolsonaro?
Com certeza. Não gosto que diferenças políticas interfiram na amizade. Aliás, uma das visões erradas que as pessoas têm a meu respeito é a de que, porque sou um agressivo, combativo, busco o debate político apaixonadamente, então eu devo odiar as pessoas que discordam de mim. Mas eu quase nunca levo isso para o lado pessoal. Augusto Nunes foi uma exceção, porque aquela nossa rixa não tinha a ver com política. O que me deixou com raiva foi ele ter dito que um juiz deveria tirar meus filhos de mim. Mas quando a rixa é apenas política… Eu gosto de conversar com pessoas e ter pessoas na minha vida com opiniões diferentes, porque você aprende muito a respeito de como as pessoas pensam. Você não se fia a imagens caricatas. Você realmente entende por que as pessoas pensam o que pensam, o que acho que é muito importante para um jornalista. E, por fim, evita que você fique muito à vontade com suas ideias sobre o mundo. Quando você conversa com pessoas que veem as coisas de uma outra forma, você pode aprender muito e até mudar de ideia sobre algumas coisas. Por isso é importante procurar ter na vida pessoas com opiniões diferentes da sua.
Mas você não acha que tanto a esquerda quanto a direita adoram viver em bolhas, simplesmente porque é agradável estar próximo de pessoas que pensam como a gente?
[Cães latem. Glenn grita com eles.]
Seus cachorros o obedecem em inglês ou português?
Eles não me obedecem em nenhuma língua. Eles só obedecem ao David. Eles não me respeitam. [Risos] Mas, sobre as bolhas, sempre tentei sair de bolhas. Quando comecei a trabalhar na Vaza Jato, ou antes, quando o David entrou para o Congresso, dei uma entrevista ao Pânico. E muita gente de esquerda me perguntou: “por que você vai àquela rádio [Jovem Pan]?” E eu respondia que é muito importante dialogar com as pessoas que discordam de você. Como você sabe, eu apareço na Fox News o tempo todo, e isso gera controvérsia na esquerda. Mas sempre acreditei nisso. Acho que a imprensa, os políticos, o governo têm interesse em nos manter divididos, cada um no seu canto, um na direita, outro na esquerda, o que significa que você tem que odiar a outra pessoa. E acredito que as pessoas têm mais em comum do que estão dispostas a admitir.
Por que você optou por morar no Brasil?
A primeira vez que vim para o Brasil acho que foi em 1996 e 1995. Estive no Rio de Janeiro por um dia. E disse para a pessoa que estava comigo: “Estou com medo de que, pelo resto da minha vida, eu nunca mais vá conhecer outra parte do mundo, porque sempre que eu tiver tempo para viajar vou querer vir para cá”. Me apaixonei pelo Brasil no primeiro dia que passei no Rio de Janeiro. E estou aqui há 16 anos. E, quando estou nos Estados Unidos, só consigo pensar em voltar para o Brasil. Então, apesar de todos os problemas, dos loucos e doentes que todo mundo conhece, é um país tão lindo e vibrante para mim em vários níveis e me ensina tanto. E é aqui que me sinto mais à vontade.
Meus leitores, boa parte deles lavajatistas, são evidentemente hostis ao seu trabalho e ao trabalho do Intercept em relação à Vaza Jato. Você sente orgulho do seu trabalho? Acha que fez o certo? O fim da Lava Jato não garante a impunidade de vários corruptos?
Tenho muito orgulho do nosso trabalho na Vaza Jato, porque acho que exercemos a função do jornalismo, que é a de expor a corrupção por parte de pessoas poderosas e que agiam em segredo. Nunca fui contra o trabalho da Lava Jato. Em 2017, fui convidado a falar num evento no Canadá que premia as melhores iniciativas de combate à corrupção. Eu tinha de fazer um discurso sobre cada um dos finalistas. Um era um jornalista egípcio, outro do Azerbaijão e o terceiro finalista era a força-tarefa da Lava Jato. Houve uma grande campanha da esquerda me pressionando a não ir a um evento que estava premiando a Lava Jato, mas não cedi. E eu fui e o Deltan [Dallagnol] estava lá, com outros membros da Lava Jato. E todos estavam nervosos, não sabiam o que eu diria. Fiz o discurso e disse que tinha críticas à Lava Jato, mas que, no geral, eles estavam fazendo um trabalho corajoso e importante. Elogiei o trabalho da Lava Jato, a tal ponto que eles pegaram meu discurso e reproduziram em suas contas no Facebook, incluindo Deltan. “Aqui está o grande jornalista Glenn Greenwald defendendo o trabalho da Lava Jato”. E isso foi depois da condenação do Lula.
O Brasil tem sérios problemas de corrupção e acho que o trabalho deles foi importante, mas não se pode combater corrupção com corrupção. Por exemplo, se há um criminoso à solta, alguém que cometeu um crime horrível, como estupro ou assassinato, você não pode permitir que a polícia simplesmente invada a casa de todo mundo e, quando ela finalmente capturar o bandido, diga “ah, agora desculpe por todas as leis que a polícia infringiu, afinal ela conseguiu pegar o bandido”. Não. A polícia precisa obedecer a lei porque, se a polícia infringir a lei, isso gera abusos contra a sociedade. Foi isso o que aconteceu com a Lava Jato. E a culpa pelo fato de a Lava Jato estar em perigo não é minha nem de outros jornalistas por revelarmos a corrupção por parte de Sergio Moro e da força-tarefa. A culpa é deles. Eles deveriam ter cumprido as regras. E, sim, eles descobriram muita corrupção, mas eles também foram corruptos ao abusarem do poder de processar e julgar. E isso é grave.
E queria acrescentar só mais uma coisa: para mim é uma ironia esse argumento de lavajatistas de que não se deve criticar o que Moro e a Lava Jato fizeram porque o trabalho deles foi importante e, ao criticar isso, você menospreza a importância do trabalho deles. Esse é exatamente o mesmo argumento e mentalidade que os defensores de Lula e do PT usaram durante o Mensalão, dizendo “certo, eles talvez tenham feito algumas coisas que não deveriam ter feito, mas estão tentando tirar pessoas da pobreza, melhorar o país. Por que vocês estão atacando Lula e o PT, impedindo que eles ajudem os pobres?”. É o mesmo argumento. E a resposta para isso era “não que eu seja contra a plataforma política do PT, mas pagar propina a deputados é algo que corrompe a democracia”. Não importa o que tenha motivado isso. Então é exatamente assim que vejo nosso trabalho de reportagem. Não sou contra a Lava Jato. Sou a favor da Lava Jato. Sou contra o abuso de poder por parte de juízes e procuradores. E foi isso o que a reportagem revelou.
Também não sou contra o jornalismo investigativo, claro. Mas usar mensagens hackeadas também não seria uma forma de corrupção? A gente não acaba entrando num círculo vicioso de abuso de poder, de corrupção do poder de cada instituição?
Olha, alguns dos maiores trabalhos jornalísticos já feitos só foram feitos porque as fontes infringiram a lei para obter informações. Porque em geral as autoridades, o governo, os poderosos conseguem usar a lei para esconder o que fazem. Então a única forma de obter informações sobre o que eles fazem é infringindo a lei. Eu lhe dou um exemplo: durante cinco anos, a Lava Jato e a Polícia Federal vazaram delações para a imprensa. Para a Globo, Folha, Estadão. Isso era ilegal. Sempre que a Lava Jato ou Polícia Federal vazavam detalhes de uma investigação, o que faziam constantemente, isso era ilegal. E a Globo estava ganhando muito dinheiro com essas manchetes, colocando isso no Jornal Nacional. E ninguém jamais disse “ah, a Globo não deveria estar divulgando acusações em delações porque o vazamento disso é ilegal”. Não. As pessoas diziam que isso era de interesse público. O mesmo serve para a conversa entre Lula e Dilma que teria revelado abuso de poder por parte de Dilma, que tentava pôr Lula no governo para protegê-lo. No final das contas, o STF disse que a gravação daquelas conversas era ilegal porque Moro precisava de permissão do STF para gravar Dilma. E ainda assim as conversas foram divulgadas. As pessoas consideravam isso uma informação importante, ainda que tenha sido ilegalmente obtida. [A ligação começa a falhar]
Glenn, a ligação falhou e eu perdi a última parte do que você disse. Mas peguei a maior parte da resposta. Você prefere repetir ou podemos prosseguir?
Não! Deixe-me repetir porque acho que é importante.
[Glenn começa com “alguns dos maiores trabalhos jornalísticos”, mas a ligação precisa ser restabelecida. Quando isso finalmente acontece, Glenn repete a resposta com uma precisão incrível, usando praticamente as mesmas frases, com as mesmas palavras, na mesma ordem. E acrescenta a parte que ficou inaudível].
Se você olha para os Estados Unidos, com o Pentagon Papers, com a reportagem que fiz com Edward Snowden sobre a NSA e como ela espiava todo mundo, incluindo o Brasil, com a Wikileaks e a corrupção dentro do Partido Democrata… A maior parte disso era de fontes infringindo a lei para dar informações a jornalistas. Informações que os jornalistas não teriam como obter, sobre o que poderosos estavam fazendo. Então é óbvio que jornalistas não têm o direito de infringir a lei. Mas se a fonte chega até você com informações relevantes e verdadeiras, o fato de elas terem sido obtidas ilegalmente não lhe dá o direito de omiti-las ou escondê-las ou ignorá-las. Na verdade você tem o dever de divulgar. Quando eu estava trabalhando numa reportagem com a Globo sobre como a NSA espiava a Petrobras, o Ministério das Minas e Energia e o sistema brasileiro de telecomunicações, ninguém nunca me perguntou por que eu estava divulgando aquelas informações obtidas à margem da lei. Fui ao Senado e fui inquirido pela direita, esquerda, centro… A Globo ganhou até prêmio pela reportagem. Então as pessoas parecem ter esse problema só quando a reportagem de alguma forma atinge seu lado político.
Mas o uso jurídico dessas mensagens é que complica a trama, não acha?
Sim. A lei obviamente diz que informações ilegalmente obtidas não podem ser usadas em processos judiciais. E o arquivo que nós tínhamos não pôde ser usado pelos advogados de Lula porque foi obtido ilegalmente. O arquivo acabou sendo usado só porque foi a Polícia Federal o apreendeu ao prender os supostos hackers [na Operação Spoofing]. Só por isso as mensagens acabaram usadas no processo judicial. Não o nosso arquivo, mas o arquivo obtido pela Polícia Federal.
Nessa nossa conversa, por duas vezes você mencionou o policiamento da esquerda, que criticou sua ida ao Pânico e a um evento no Canadá. Nós, na Gazeta do Povo, enfrentamos essa perseguição por parte da milícia virtual Sleeping Giants. Você tem um histórico de luta pela liberdade de expressão, por isso queria que você me dissesse o que pensa de iniciativas como a do Sleeping Giants e do policiamento por parte dessas pessoas que você chama de “ideólogos extremistas”.
Essa é uma das minhas maiores discordâncias com a esquerda, provavelmente a maior. Essa coisa de a esquerda ter se tornado o movimento político que acredita em censura, em policiamento do discurso, em proibir e banir ideias de que não gostam, em expulsar pessoas da Internet – que deveria ser livre do controle de empresas e do governo. Acredito que essa seja uma grande diferença cultural entre os Estados Unidos e o Brasil. Lá, o movimento pela liberdade de expressão ao longo de todo o século XX foi de esquerda. A organização que mais agiu para defender a liberdade de expressão defendia até mesmo nazistas e supremacistas brancos. Essa organização era a ACLU [American Civil Liberties Union], composta quase que totalmente por advogados esquerdistas. Eles eram meus heróis na minha juventude. Eles defendiam o direito à liberdade de expressão das pessoas mais odiadas do país. Antes de ser jornalista, eu era advogado constitucionalista e participei de muitos casos como esses, seguindo os passos da ACLU, defendendo supremacistas brancos e também extremistas de esquerda. Além disso, os votos mais importantes na Suprema Corte dos EUA, em casos que diziam respeito à liberdade de expressão, foram escritos por juízes de esquerda. O movimento pela liberdade de expressão ganhou força com o movimento antibélico, nos anos 1960. Era um movimento sediado em Berkeley, uma universidade de esquerda. Então para mim a liberdade de expressão sempre foi uma causa da esquerda, um dos mais importantes princípios da esquerda. Nos Estados Unidos, a censura geralmente vinha da direita. Eles queriam censurar material pornográfico, discos que…
[A ligação é novamente interrompida. Fico lá falando “alô, alô, tem alguém me ouvindo?” até perceber que não há o que fazer senão ligar de novo. Glenn atende e continua animadamente com a resposta].
Acho que no Brasil sempre houve essa ideia de que a liberdade de expressão deveria ser restrita, de que o discurso de ódio deveria ser contido. Não concordo com isso. Não confio em nenhuma autoridade que tenha poder para determinar quais ideias podem ou não ser expressas. Não acho que as pessoas devam ser expulsas da Internet por defenderem ideias de que as Big Tech ou governos não gostam. Acho que é muito perigoso dar ao Facebook ou ao Judiciário o poder de determinar o que é verdade e o que é mentira. E tenho falado sobre os perigos da investigação do ministro Alexandre de Moraes contra bolsonaristas, incluindo alguns que eu desprezo, como Oswaldo Eustáquio. É perigoso tirar bolsonaristas das redes sociais, obrigar Twitter e Facebook a silenciá-los, prendê-los por suas opiniões. Essa é definitivamente uma grande diferença que tenho com a esquerda. O que nunca entendi é que, se você perguntar a um esquerdista o que ele pensa sobre o governo, sobre o Judiciário, sobre as Big Tech, ele dirá que essas instituições são totalitárias, fascistas, direitistas. Mas daí você pergunta se ele quer dar poder a essas instituições para controlar o discurso e ele responde “sim, quero permitir que Mark Zuckerberg, o governo e o Judiciário possam determinar o que pode ou não ser dito na Internet”. Pra mim essa é uma ideia muito mais perigosa do que qualquer dessas ideias que eles tentam censurar.
Quando você se posicionou contra Joe Biden, deu um nó na cabeça de muita gente. Me parece que sua posição está mais para a de um anarquista. Você não reconhece autoridade. Mas agora você é casado com um político, com uma autoridade constituída. Não há uma contradição aí?
[Risos] Na verdade não me identifico como anarquista. Não vejo minha filosofia como uma que defende a extinção do governo ou o fim da política. Mas com certeza sou antiautoritarismo. Acho que esse é um rótulo justo. Em geral não gosto de rótulos como “esquerda” e “direita”, mas se alguém me pergunta com que rótulo me sinto à vontade, geralmente respondo “libertário”.
Quanto à sua pergunta, quando conheci o David ele não era político. Na verdade, lembro que, quando comecei minha carreira de jornalista e nós tínhamos que jantar com um político ou jornalista, o David dizia: “ah, não quero ir. Vocês vão ficar falando de política a noite toda. Isso é chato demais”. Ele realmente não queria saber de política. Queria trabalhar para a Sony, trabalhar com videogames. Foi a política que o encontrou e não ele quem encontrou a política. Ele foi detido no aeroporto de Heathrow [em Londres] e isso o radicalizou. O que [Edward] Snowden sofreu o radicalizou ainda mais. Ele fez campanha pelo asilo de Snowden. O fato é que, depois de 16 anos de casamento, você sempre terá diferenças políticas com a pessoa. Não compartilho de todas as opiniões políticas de David e nem ele as minhas. E não vejo uma contradição aí, porque não vejo David como um político autoritário. Ele tem falado em entrevistas sobre os excessos da esquerda, sobre a cultura do cancelamento e essa recusa em estabelecer um diálogo. E é interessante porque, quando David foi vereador no Rio de Janeiro, antes de virar deputado, ele trabalhou com vários vereadores de direita, incluindo Carlos Bolsonaro, a fim de aprovar leis. Então acho que ele faz uma política com a qual me sinto à vontade.
Levando em conta a polarização, radicalização, os movimentos identitários, a pandemia e até a expansão da China, como você imagina o mundo daqui a 30 anos? Ele é melhor ou pior do que hoje?
É difícil prever o futuro porque ele será determinado pelas batalhas que estamos travando agora. Acho que uma das invenções mais importantes dos últimos cem anos foi a Internet, justamente por ser um instrumento de libertação, permitindo que as pessoas se comunicassem e disseminassem ideias sem que autoridades pudessem controlá-las. Mas a Internet também é capaz de fazer o contrário, centralizando o poder nas mãos de governos e empresas, virando uma arma de vigilância e monitoramento. Então hoje há essa batalha para garantir que a tecnologia não permita o controle centralizado. Há todo um movimento agora em torno de criptomoedas. E não é um movimento financeiro. A ideia é contornar o controle centralizado. Por isso eu me atenho a essas batalhas: liberdade de expressão, Internet livre, privacidade. Porque, se perdermos essas batalhas, as tecnologias que estão sendo desenvolvidas serão usadas para controlar os seres humanos como nunca antes. Por outro lado, se vencermos essas batalhas, teremos uma liberdade como não vemos há séculos. Então sou otimista, mas não acho que esteja garantido que, daqui a 40 anos, o mundo será mais livre. Consigo vê-lo com facilidade sendo mais repressivo, mais autoritário.
A China é uma ameaça para o mundo?
Existe uma coisa muito interessante acontecendo entre a China e os EUA. Em geral, quando os Estados Unidos têm um inimigo, todos os centros de poder norte-americanos se unem. Foi assim com Cuba e União Soviética, durante a Guerra Fria, ou Venezuela e Irã. Grandes empresas, as Forças Armadas, a CIA, todos se unem e passam a ver o inimigo como tal. Hoje o que estamos vendo com a China é o oposto. Os centros de poder norte-americanos estão em dívida com a China. E não só Hollywood. Também as Big Tech. E, mais importante, Wall Street. Porque as empresas norte-americanas, nas últimas décadas, têm transferido a produção e empregos para o exterior, sobretudo para a China, porque a China não tem leis trabalhistas, os salários são baixos, eles têm fábricas insalubres que empregam mão-de-obra infantil. Assim, os maiores aliados da China são Wall Street, o Vale do Silício e Hollywood. Mas as forças armadas e a CIA veem a China como um adversário e uma ameaça. Assim, como a China será vista pelos EUA é uma grande incógnita. Acho que o mais provável é que China e EUA se aproximem e os EUA se tornem mais parecidos com o modelo chinês, e não que eles venham a se tornar grandes adversários, como numa nova Guerra Fria. E me preocupo com isso, porque não acho que a China seja uma ameaça para os EUA. A maior ameaça é a de que os EUA fiquem mais parecidos com a China.
Algo que me incomoda muito na esquerda é essa coisa de chamar Bolsonaro de genocida. Você se sente à vontade com esse rótulo? Ou você acha que isso é até desrespeitoso com povos que realmente sofreram genocídio?
É algo muito semelhante ao que aconteceu nos EUA, com Trump. As pessoas não se satisfaziam em criticar Trump pelo que ele merecia ser criticado. Trump defendia políticas que eu não só desaprovava como considerava perigosas. Mas não bastava dizer isso. Era preciso compará-lo a Hitler. Você tinha de dizer que ele era ditador, supremacista branco, que ele foi chantageado pela Rússia, que era um agente russo infiltrado. Rótulos malucos e extremistas tinham de ser colocados nele e, se você não fizesse isso, acabava acusado de ser um apoiador de Trump.
Um dos motivos para eu ser contrário a essa abordagem é que ela é desonesta. Trump não é um Hitler. E acho que é ofensivo usar o Holocausto e Hitler para se referir a alguém que não é, de forma alguma, capaz de tentar fazer o que fez de Hitler um ser tão unicamente mau, como matar milhões de pessoas por causa da sua raça e religião. Intelectualmente eu considero isso ofensivo, historicamente eu considero isso ofensivo. E também acho que é estúpido. Porque quando você usa retórica extremista, as pessoas perdem a confiança no que você está dizendo. Assim, quando chega a hora de realmente fazer soar o alarme para coisas realmente horríveis, as pessoas ignoram, porque essas palavras são ditas tão a esmo que perdem a força. Acho que isso acontece muito com palavras como “racismo”, “misoginia”. Se você as usa exageradamente, elas perdem a força. Acho que isso aconteceu com “antissemitismo”. As pessoas que criticavam Israel eram consideradas antissemitas com tanta frequência que a palavra perdeu sua força.
No Brasil o que acontece é algo bastante semelhante. Se você é de esquerda, não basta dizer que acha que Bolsonaro gerencia muito mal a pandemia e que, por isso, pessoas morrem. É nisso que acredito. Não basta dizer que ele preferiu crescimento econômico e defender sua popularidade política a proteger a vida das pessoas. Acho que essa também é uma crítica válida. Mas chamá-lo de genocida, como se houvesse um ato intencional de pôr fim à vida de um grupo por causa de sua raça, etnicidade ou religião, o que seria um genocídio de verdade, é errado. Não serei coagido a dizer algo que não é verdade.
E também acho que, quando você faz isso, consegue um monte de apoio. Se você vai para o Twitter e chama Bolsonaro de “genocida”, consegue 5 mil retuítes e 25 mil likes. Seu cérebro lhe diz: “você está fazendo algo de bom. Continue fazendo isso”. Esse é um dos efeitos nocivos das redes sociais. Acho que esse foi um dos motivos para a vitória de Bolsonaro e Trump. Os críticos foram tão irresponsáveis e tão descuidados com a verdade que ele se tornou uma figura admirável para as pessoas que ainda não estavam convencidas a votar nele. Então essa obsessão da esquerda em usar linguagem exagerada, sem se importar com o fato de ser ou não verdade, só porque isso faz com que eles se sintam bem, é ofensivo, desonesto e é sobretudo estrategicamente estúpido.
Sem contar que é mais difícil fazer uma crítica contundente e inteligente. É muito mais fácil xingar. E também é difícil reconhecer algo de bom no seu opositor.
Sim, mas vamos deixar claro uma coisa. Não é só a esquerda que faz isso. Se você perguntar a um bolsonarista o que ele pensa do Lula, ele dirá que é um comunista. Mas Lula governou o Brasil por oito anos e o capitalismo prosperou, os grandes empresários amam o Lula, o mercado quer Lula presidente de novo porque o Brasil cresceu em termos econômicos. Ele não era comunista, não governou como comunista e nunca vai. E nem se quisesse ele poderia. Acho que, como o debate é realizado nas redes sociais, sobretudo no Twitter, que é onde políticos e jornalistas passam a maior parte do tempo, isso encoraja esse tipo de linguagem que estimula as emoções. Se você for ao Twitter e disser “eis quatro coisas que acho que Bolsonaro fez de errado na pandemia”, você terá uns poucos retuítes, talvez 30 likes. Mas se você postar algo o chamando de assassino, fascista, genocida, um louco como Hitler, você terá 10 mil retuítes e sua popularidade vai aumentar. Então as redes sociais estimulam esse tipo de discurso.
Até esse Glenn, casado com um deputado do PSOL, consegue entender o que alguns mentirosos e irresponsáveis (criminosos) que postam por aqui, não enxergam. Essa militância paga só pode ser mesmo do PT. Rsrsrs
No nosso RN já morreram mais de 700 pessoas sem direito o direito a UTI, enquanto o governo aqui diz que é enxugar gelo a instalação de novos equipamentos. Isso na minha terrinha tem nome.
Alguém tem que indagar a esse canalha?, Se tivessem gravado as ligações dos bastidores do governo petralha, com toda sua podridão, ele também teria divulgado, outra, ele acha que mesmo depois de recuperado e provas das propinas pra luladrão, ele acha que o comandante do maior esquema de corrupção do mundo é inocente?
Num governo que tem generais da reserva e da ativa comandando ministérios cruciais e 6 mil militares aparelhando cargos de nomeação política, vamos aceitar que caia tudo nas costas só de Pazuello?
Bolsonaro RECUSOU 11 OFERTAS de fornecimento de vacina. ONZE! Estamos falando de crime, de sabotagem deliberada, não de incompetência. Em qualquer democracia saudável, um presidente desses já teria sido afastado do cargo e estaria sentado no banco dos réus como homicida.
Alguma dessas vacinas tinha chancela da Anvisa? Vc tá contando com aquela sem-vergonhice que Pfeizer andou oferecendo?
Ontem a Anvisa barrou a russa. Que nenhum país sério aprovou. Era pra Bolsonaro ter aceitado sem questionar? O primeiro defunto, mesmo que um em um milhão, ia pra conta dele.
Qual a fonte dessa informação? Tem procedência? Credibilidade? Ou foi em algum grupo de whatssapp que você viu isso?
Vc teria alguma comprovação do que diz? Leio muita noticia, até as mentirosas (que são inúmeras), e NUNCA vi essa contagem. Onze? Não há sequer onze vacinas em uso no mundo. Se fosse verdade (não é), por quais motivos teriam sido rejeitadas? A da Pfizer só pode ser comprada depois de aprovada uma lei específica pelo Congresso. Vc está espalhando mentiras.
É GENOCIDA SIM!
Pesquisem. Eu não tenho tempo para ensinar bolsominion.
Das onze recusas conhecidas e que podem ser provadas com documentos, seis são referentes à Coronavc. Há três ofícios assinados pelo diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, oferecendo o imunizante. O primeiro, datado de 30 de julho de 2020, e o segundo, de 18 de agosto, ficaram sem resposta. O terceiro documento foi entregue pessoalmente em 7 de outubro por Dimas Covas, ao ministro da saúde, o general Pazuello.
Oferta antes da chancela da Anvisa não vale.
O presidente obedece as leis do país e age com ética e moral. Não pode comprar vacina sem aprovação da ANVISA ou mediante condições absurdas e não permitidas pelas leis brasileiras. Quem agia assim eram os governos do PT. A coisa mudou, minha cara. O Brasil está sendo “consertado”.
3 ofícios, 3 videoconferências, 3 ofertas da Pfizer(NÃO É CHINESA, sem mimimi), fora o COVAX FACILITY.
Enquanto isso, ISRAEL neste mesmo tempo…
O do Peru caiu por muito menos. A Anvisa está negando a liberação da vacina Russa, não serve para o Brasil, mas 60 países, inclusive a Rússia, usam. Vai fazer igual a vacina chinesa, não servia e hoje é a que salva o país, pois sem a mesma, o ridículo número de imunizados seria quase nada.
Eu concordo. O presidente tem culpa pq nao comprou vacinas, instiga o povo a sair de casa e a nao usar mascara, na contramao do resto do mundo, MAS, genocida é um termo inapropriado, na minha visao.
É isso. Pode-se criticar tudo (eu mesmo acho que, fosse quem fosse na presidência, a situação geral de mortandade seria similar, porque o Brasil é Brasil), mas não é genocídio, nem existe “negacionismo”. O uso abusivo desses termos é ofensivo para o que realmente ocorreu no holocausto e outros genocídios.
O Presidente comprou vacinas sim. Só não tem oferta bastante. O resto do mundo não teve uma abordagem homogênea quanto às medidas de isolamento. E a eficácia ainda é muito questionável. Ele nunca estimulou que as pessoas não usassem máscaras. SE fica nesse papo infantil do ‘mau exemplo’.
Vc pode achar o que quiser, Felipe. Pode até votar em corrupto. Mas não pode MENTIR. O Brasil já comprou mais de 500 milhões de doses de vacinas e somos o 4° país no mundo em vacinação. Só estamos perdendo para países que produzem vacinas (EUA, Índia e China). Quanto a “sair de casa”, é claro que precisamos viver. Desde que tomamos os devidos cuidados, precisamos trabalhar, estudar e tocar nossas vidas. Mas, vc pode ficar trancado em casa, pode não tomar remédio algum, pode usar 3 máscaras ao mesmo tempo, escolha seu caminho. Respeite o direito alheio e cuide da sua vida.
Estudos e análises de especialistas mostram que o agravamento da pandemia em vários países, incluindo o Brasil, se deu, entre outras fatores, pela circulação das novas variantes da covid-19. A identificação dessas mutações se torna cada vez mais importante para o combate e tratamento da doença. O laboratório DNA Center sai na frente mais uma vez e passa oferecer o teste para detecção de variantes do SARS-COV-2.
O teste é clinicamente validado para o diagnóstico molecular da estirpe selvagem e mais três variantes do vírus, que são: Variante Britânica (linhagem B.1.1.7 com identificação específica), Variante Sul-Africana (linhagem B.1.351) e Variante Brasileira (linhagem P.1).
O exame foi avaliado com amostras respiratórias previamente caracterizadas pela tecnologia NGS (Sequenciamento de Nova Geração). Os resultados permitiram diferenciar e identificar todas as amostras com alta especificidade e precisão. O teste é realizado a partir de amostras já positivas para a covid-19, colhidas pelo método RT-PCR.
“Além de ser útil para o monitoramento da frequência e distribuição populacional dessas variantes, a identificação é fundamental para o tratamento dos pacientes. As variantes são diferentes entre si, o que exige um trato epidemiológico e uma abordagem clínica diferente”, explicou Andréa Fernandes, sócia-diretora do DNA Center.
A Rede Estadual reafirmou que o ensino presencial nas escolas públicas do Rio Grande do Norte só será retomado após a vacinação em massa da categoria. A deliberação foi tirada em assembleia virtual realizada nessa segunda-feira (26) ao longo de quatro horas e meia. Contando com a participação de quase 800 trabalhadores em educação, um recorde absoluto em assembleias remotas promovidas no RN, foi reafirmado que a redução da ocupação dos leitos críticos, a garantia de biossegurança nas escolas e o índice de transmissibilidade abaixo de 1,0 são outras condições determinantes para a retomada.
O encontro ainda aprovou que o SINTE/RN deve protocolar uma Reclamação Constitucional junto ao Supremo Tribunal Federal (STF). A ideia é derrubar a decisão do juiz Artur Cortez Bonifácio, da 2ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Natal, que no último sábado (24) determinou que o Governo do Estado tinha 48 horas para permitir a retomada das aulas presenciais. O objetivo da entidade é manter a decisão que o STF proferiu em 2020, determinando que Estados e Municípios têm autonomia para estabelecer restrições na circulação de pessoas quando objetiva controlar a disseminação da Covid-19, embora os decretos mais rígidos se sobreponham sobre os mais brandos.
No entanto, por ora, o Governo do RN anunciou que vai recorrer da decisão do juiz Artur Bonifácio, medida que trouxe um certo alívio para a educação. Apesar do posicionamento do Executivo Estadual, ficou acertado que em 13 de maio, um dia após expirar o último decreto fixado pelo Governo, acontecerá nova assembleia virtual. Na ocasião, será avaliada a possibilidade de greve caso a categoria seja obrigada a voltar ao trabalho presencial em plena segunda onda da pandemia.
Só agora estão percebendo que existe atraso intelectual!🤔 Falta perceber que há muito existe lutas para a uma educação de qualidade! Onde estava esse povo que só agora vê que a escola é importante?? Voltem para a insignificância que é não reconhecer o trabalho digno de um professor!
Correto. O Estado brasileiro tem três áreas de atuação principais, essenciais por sua própria natureza ( para os desavisados: não precisa nem de lei p dizer isso ) que são saúde, segurança e educação. Sendo assim, os profissionais dessas áreas devem (ou deveriam) ser tratados com prioridade em relação à vacinação. Já deveriam estar todos vacinados.
Imagine se fosse o sindicato dos médicos e o dos profissionais da saúde requerendo a mesma coisa?
Qual seria o comportamento da sociedade potiguar? Aceitaria tudo isso de forma passiva? Porque não venham me dizer que a rede pública de saúde tem excelente infraestrutura para atender adequadamente os pacientes!
Então médicos e profissionais da saúde vão à luta, vão além das condições que lhes são dadas para ofertar a melhor assistência possível ao seu paciente/ cliente. Não ficam de mi, mi, mi há mais de 1 ano sem trabalhar. A meta é nenhum a menos!
Enquanto isso, estamos diante de uma epidemia de analfabetismo funcional (mais de 1 ano sem aulas) que vai impactar diretamente no futuro de toda uma geração de estudantes porque uma parcela dos professores do ensino público (devem ser maus professores, diga-se de passagem) se acham melhor que boa parte da população do RN. O que estamos vivenciando na educação pública do RN é algo como se os médicos e demais profissionais da saúde deixassem de atender seus pacientes – e isso geraria um caos.
Pois bem, essa parcela de professores que não têm nenhum compromisso com a educação está provocando um imenso caos no futuro de nossas crianças, jovens e adolescentes.
Portanto, é missão dos bons educadores (e temos muitos nesse RN de meu Deus) peitar esse grupinho baderneiro que está sujando a imagem de uma das classes profissionais mais importantes de uma nação. Não deixem que eles condenem nossas crianças ao atraso intelectual, ao ostracismo, à chance de ter uma vida socioeconômica melhor no futuro.
Se as escolas não têm a infraestrutura adequada, lute pela sua escola, vá à justiça e à imprensa, busquem o apoio da comunidade, elaborem estratégias de ensino diferenciadas. Saiam de suas zonas de conforto. Exerçam o juramento que vocês fizeram no ato da colação de grau.
O que está pegando mal é recorrer ao estado de greve e à justiça somente com o intuito de deixar tudo como está.
Lamentável!
Deveria causar perplexidade, deveria parecer surreal, mas em país onde a educação é dominada pela doutrinação de esquerda, ver professor defender que a educação não é essencial soa comum, visceral, banal.
Afinal qualquer sociedade vive sem educação, sem ordem, sem segurança, precisa apenas de 01 dono, 01 mandatário que mande e decida tudo e os demais seguem, precisam apenas receber o sustento.
Para tentar entender essa defesa irresponsável que a educação não é essencial, precisa e deve começar mudando o significado, o sentido de essencial.
Ver um professor defender que a educação não é essencial, demonstra o quanto, alguns professores, os dominantes que estão em sindicatos, direção e coordenação, não tem compromisso com a profissão que exerce, são apenas agentes políticos que levam o pior e mais deplorável exemplo de formação social a quem deveria ter a missão de educar.
Agora fica evidenciado o objetivo maior do atual quadro de professores públicos, nunca foi a educação e sim, unicamente, seus salários e a doutrinação política. Se alguém tinha dúvida, essa defesa insana extingue qualquer incerteza nesse sentido.
tá mais do que certo, ficar em uma sala com 40 alunos sem estar vacinado é pedir para se contaminar. Aí tem gente que diz: ah, mas e o motorista de ônibus? Merece também, o sindicato deles que corra atrás da vacina!
Parabéns como vc é impar. olhar pro próprio umbigo é fácil, vc deve ser servidor publico que esta recebendo sem trabalhar. então significa que nem a mascara previne de pegar. então até o comitê cientifico (da governadora) esta errado.
Imaginem se todas as categorias de trabalhadores dissessem o mesmo ???
Queria ver se o pessoal da farmácia e do supermercado e ônibus fizessem o mesmo. Este pessoal tem coragem e vão à luta todos os dias, não tem salário garantido pelo estado que cobra imposto dos que trabalhando para manter o país funcionando
O portal G1-RN noticia nesta terça-feira(27) que um grupo suspeito de formar uma milícia armada e extorquir moradores e comerciantes de cidades da região Agreste potiguar foi detido nesta segunda-feira (26) pela Polícia Civil. Cinco pessoas foram conduzidas para a delegacia, quatro delas suspeitas de integrar o grupo. Os homens estavam em um carro roubado e foram presos na cidade de Bom Jesus, distante 52 quilômetros de Natal.
A Polícia Civil encontrou armas de fogo, capas de colete balístico, pistola taser, uma luz intermitente, além de porções de maconha e celulares com os suspeitos. Mais detalhes AQUIem matéria na íntegra.
O senador Omar Aziz (PSD-AM) afirmou nesta terça-feira (27) que, se eleito presidente da CPI da Covid, indicará o senador Renan Calheiros (MDB-AL) para a relatoria da comissão “e ponto”.
A sessão de instalação da CPI está marcada para as 10h desta terça. Após a eleição do presidente e do vice da comissão, será escolhido o relator.
Há cerca de dez dias, a maioria dos integrantes da CPI chegou a um acordo para que Aziz seja eleito presidente; Randolfe Rodrigues (Rede-AP), vice; e Renan Calheiros, relator.
Nesta segunda (26), contudo, atendendo a um pedido da deputada bolsonarista Carla Zambelli (PSL-SP), a Justiça Federal em Brasília suspendeu a eventual escolha de Renan para relator.
Ao blog, Omar Aziz afirmou: “Se escolhido presidente, vou indicar Renan e ponto”.
“Não mudou nada, a decisão do juiz é sem nexo”, acrescentou o senador.
Aziz disse ainda que não recebeu notificação sobre a decisão. “O juiz enviou ao presidente do Senado, que não tem poder de interferir na composição da CPI”, completou.
Omar Aziz é o candidato do grupo de sete senadores de oposição e independentes, que vêm se reunindo nas últimas semanas e que representa maioria dos senadores na CPI.
O senador Eduardo Girão (Podemos-CE) corre por fora.
Na noite desta segunda-feira, o grupo majoritário da CPI se reuniu e definiu a espinha dorsal do início dos trabalhos.
Após a eleição do presidente e da escolha do relator, nesta terça, o plano de trabalho deve ser apresentado pelo relator na quarta-feira. A ideia, até o momento, é começar ouvindo o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta.
Depois, outros ex-ministros, incluindo Eduardo Pazuello e o atual titular da pasta, Marcelo Queiroga. Diretores da Anvisa também serão chamados.
Realmente essa politicagem está precisando ser encerrada e iniciada do zero.
Uma CPI criada por decisão judicial, agora vai ignorar uma decisão judicial?
Para criar a CPI não teve questionamento do senado, mas para tirar um relator cujo filho está envolvido diretamente na CPI e tem 11 processos por corrupção no STF, a decisão judicial será desrespeitada? Coerência nenhuma, comprometimento com senador processado por corrupção, total.
Um comovente vídeo exibindo imagens de parte da tripulação do submarino indonésio, que naufragou no Mar de Bali, foi divulgado pelo site do jornal The Guardian. Na gravação, a tripulação entoa uma canção de despedida.
O vídeo, filmado algumas semanas antes do KRI Nanggala 402 naufragar, matando seus 53 tripulantes, mostra membros da equipe cantando “Sampai Jumpa”, um sucesso indonésio cujo título significa “Adeus” (assista ao vídeo no fim da matéria).
O comandante do submarino, Heri Oktavian, estava entre o grupo, e o vídeo fora gravado em uma homenagem a ele, que se despedia do cargo.
“Embora não esteja pronto para sentir sua falta, não estou pronto para viver sem você”, cantavam os marinheiros. “Desejo tudo de melhor para você”.=
O submarino de fabricação alemã – um dos cinco da frota da Indonésia – desapareceu na manhã da quarta-feira, dia 21, enquanto realizava exercícios de treinamento de torpedo, em Bali. A embarcação foi localizada somente no domingo, quatro dias após desaparecer dos radares. A estrutura estava em pedaços, no fundo do mar, a cerca de 800 metros de profundidade.
Há meses sem receber o “respeitável público” durante um espetáculo, o Circo Americano, que está instalado em Natal, resolveu fazer um protesto contra o Governo do Rio Grande do Norte colocando uma faixa direcionada à governadora Fátima Bezerra (PT).
“Atenção, senhora governadora, precisamos trabalhar. Vivemos da bilheteria”, diz a faixa colocada em frente ao circo.
Em uma postagem feita por meio das redes sociais, o Circo Americano afirma que esta preparado para seguir todas a normas de segurança sanitária e assim poder garantir um “divertimento saudável e seguro para todos”.
“Nós estamos prontos! Nós sempre estivemos prontos!!! TUDO VOLTOU MENOS O CIRCO”, diz o post.
Vereadores fazendo leis pra tornar essenciasi as atividades circenses em 3, 2, 1… Afinal, já vivemos num país país eh um verdadeiro circo e adivinhem quem são feitos de palhaços…
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) tem pelo menos dois caminhos para tentar evitar a interrupção da entrega da vacina de Oxford/AstraZeneca nos meses de agosto e setembro ao Programa Nacional de Imunizações (PNI). A CNN apurou que a instituição trabalha em duas frentes: ou a celebração de um novo contrato para fornecimento do insumo farmacêutico ativo (IFA) da China, ou a contratação de novas doses prontas.
O sucesso das operações depende das negociações com a AstraZeneca, farmacêutica que detém a tecnologia da vacina, e do cenário mundial da pandemia, cujo epicentro está na Índia e em meio a uma falta global de doses e de matéria-prima.
A Fiocruz prevê entrega de doses com o IFA da China até o mês de julho, quando serão liberadas ao PNI 20,1 milhões de doses, completando a previsão inicial de 104,4 milhões de vacinas produzidas no Brasil com a matéria-prima importada. A entrega das doses feitas com o IFA produzido no Brasil, esperada para agosto, vai ficar apenas para o mês de outubro.
Para evitar uma interrupção nas remessas enviadas ao PNI, a Fiocruz negocia em três frentes com a AstraZeneca: a assinatura de um novo contrato de remessas de doses de IFA (o primeiro, ainda em vigor, teve atraso de um mês na entrega da matéria-prima no começo do ano e a última entrega está prevista para junho); por um novo acordo de aquisição de doses prontas (a Fiocruz ainda espera a entrega de 8 milhões de doses contratadas junto ao Instituto Serum, da Índia, que ainda não vieram); e pela assinatura do contrato de transferência tecnológica – ainda não há previsão de que ele seja feito.
Em ofício ao Tribunal de Contas da União (TCU) enviado no mês passado, a Fiocruz informou que o contrato de transferência de tecnologia ainda está em discussão. “Contratos dessa natureza envolvem pormenores e cenários ainda em discussão, face à relevância do seu objeto, a exemplo de questões prevendo exatas responsabilidades quanto à assistência técnica, ou ainda regras sobre o compartilhamento do desenvolvimento e atualização da tecnologia em curso”, diz trecho do documento.
Uma face monstruosa do Ser humano, que perdeu totalmente a humanidade. Qiem devia proteger passou a ser o algoz, até quando veremos barbáries assim é não nos revoltaremos. Ficamos chocados e damos PITIS os 2 homens dão selinho e pulam na piscina, e isso não nos revolta?.. a mãe que devia proteger, agride, assassina e vive agredindo… Uma sociedade doente, muito doente.
O líder da minoria, senador Jean Paul Prates (PT-RN), defendeu ontem (26) a retirada de pauta do projeto (PL 5595/2020) que inclui a educação básica e superior entre as atividades essenciais. Caso seja aprovado pelo Senado sem alterações e não seja vetado pelo presidente, o Brasil poderá ter a reabertura de escolas e faculdades durante a pandemia.
Jean Paul lembrou que o Brasil pode ter um “tsunami“ de casos de covid-19 atingindo professores e estudantes. Somente a educação básica pública engloba um universo de aproximadamente 40 milhões de estudantes e 4 milhões de trabalhadores em educação.
“Não podemos aceitar este lobby. Impor o retorno às aulas presenciais significaria expor uma multidão ao risco de contágio e de morte. Esse não é momento para essa iniciativa. Desde o começo da pandemia, o governo Bolsonaro não tem conseguido garantir segurança sanitária e mais vacinas para população”, afirmou o líder da minoria. “A Covid-19 já matou mais brasileiros nos primeiros 4 meses de 2021 do que em todo ano de 2020. Com o retorno das aulas presenciais, as palavras falta e ausência, serão trocadas por óbitos de professores e alunos”, completou.
Tablets
O senador Jean Paul considera inaceitável que o governo Bolsonaro vete propostas, como por exemplo, o projeto que destinou R$ 3,5 bilhões para aplicação em ações de garantia do acesso à internet e tablets, com fins educacionais, tendo como público-alvo os alunos da rede pública nacional de ensino, pertencentes a famílias inscritas no CadÚnico e os matriculados nas escolas das comunidades indígenas e quilombolas, bem como os professores da educação básica, em virtude da calamidade pública decorrente da Covid-19.
“O governo federal, em total inação a respeito do assunto desde o início dos problemas decorrentes da Covid-19, revela uma vez mais sua absoluta insensibilidade e descaso com os sofrimentos da população brasileira, sobretudo dos setores mais carentes. Veta proposições que buscam assegurar o acesso dos estudantes a atividades pedagógicas não presenciais, promove a fome, o desespero e o genocídio”, afirmou.
Na próxima quarta-feira, o Congresso analisa os vetos do presidente, incluindo o veto 10, que trata da liberação desses R$ 3,5 bilhões. “A derrubada do veto é necessária, principalmente nesse momento de pandemia, em que a população carente necessita, cada vez mais, dos serviços de telecomunicações e internet. É muito importante essa medida no atual momento vivido pelo país com as aulas suspensas em muitos estados e cidades do interior. Essa medida pode viabilizar aulas remotas e acesso a biblioteca, por exemplo”, finalizou.
Isso é um absurdo!
A transformação cultural e socioeconômica de uma nação só ocorre com base numa educação de qualidade.
Portanto, não existe nada mais essencial à uma nação do que a educação. Ela é, acima de tudo, libertadora!
Ele é mais um canalha corrupto! Nunca esqueço do 1o ato dele como senador. Fraudou, na surdina, uma das votações para eleição da presidência do senado e foi pego de calças-curtas com o microfone aberto.
Canalha, Corrupto, Ladrão!
Saúde, educação e segurança são as três atividades essenciais para qualquer sociedade. Pelo visto menos para o PT. É de se admirar um suplente ao senado que chegou ao cargo pelos votos recebidos por uma “professora” não considere educação como prioridade. Mais uma incoerência. PT sendo PT.
Educação não é serviço essencial.Ate porque não se encaixa como tal.Os professores tem férias coletivas.Escolas não funcionam em feriados e finais de semana.Entre outros aspectos.
Não surpreende. Educação nunca foi prioridade em nenhum governo, mas nos do PT isso se agravou e ficou mais evidente. Basta ver os resultados do PISa, em que o Brasil foi caindo sistematicamente até ocupar as últimas colocações do ranking, junto com os piores países africanos.
Segurança e emprego também não são prioridades dessa tuima vermelha maldita.
É o senador da governadora Fátima do PT (chegou ao Senado como seu suplente), que se gaba de ser “professora” (as aspas são devidas). Eles acham, juntamente com os sindicato ligados à educação, que a educação NÃO é essencial. É fantástico, incrivel! É o PT.
Esse eh o Brasil: país em que se quer colocar BARES como serviço essencial e tirar ESCOLAS desse rol! Brasil eh o país do futuro de um futuro que não vai chegar NUNCA!
Lembrei do falecido economista Roberto Campos que dizia ser o PT “o partido dos trabalhadores que não trabalham, dos estudantes que não estudam e dos intelectuais que não pensam”. Cada vez mais se constata que ele estava coberto de razão.
Quanto mais analfabetos funcionais e políticos, melhor para o adestramento e controle social…A pandemia vai acabar com as áreas da saúde e segurança em alta e valorizada, pois NÃO deixaram a frente de batalha um minuto. Por outro lado, a educação, que por mais importante que é, infelizmente, “alguns” dos seus atores, podem ser lembrados como simples “covardes” que fugiram da batalha e lutaram muito para NÃO entrar. Vamos lamentar por anos e sofrer por essas decisões de inércia, toda uma geração já atrofiada, que cada dia fica melhor para ser manipulada e excluída da sociedade… e NÃO vão voltarem tão cedo, pois estamos na 2 onda, vem outras ainda por aí…basta lembrar que na Europa, alguns países estão na 4 onda/ ciclo da covid…triste!
educação é o que diferencia o homem do animal, MAS isso nunca foi valorizado no Brasil, porque agora é essencial? só porque os pais não aguentam ficar com seus filhos dentro de casa! professor não tem aumento, não tem condições de trabalho, não é respeitado pelos alunos nem pelos pais
Investigações da 100ª DP (Porto Real) revelam a rotina de fome, castigos e surras enfrentada pela pequena Ketelen Vitória Oliveira da Rocha, de 6 anos, que morreu no último sábado em um hospital de Resende, no Sul Fluminense. A mãe da menina, Gilmara Oliveira de Farias, de 27 anos, e a namorada dela, Brena Luane Barbosa Nunes, de 25, confessaram que a vítima foi agredida pelo casal repetidamente no fim de semana anterior ao óbito na casa onde todas moravam, no bairro Jardim das Acácias, em Porto Real, cidade vizinha a Resende.
A menina foi espancada por quatro vezes, entre o dias 16 e 18 de abril. Numa das ocasiões, foi chicoteada com um cabo de TV e, após levar chutes na barriga, teve a cabeça batida contra uma parede até desmaiar.
Presas horas depois de Ketelen ser levada a um hospital municipal, Gilmara e Brena vão responder por homicídio. Elas viviam juntas há pouco mais de um ano, após terem se conhecido pela internet. Na delegacia, além de admitirem as agressões contra Ketelen, trocaram acusações sobre quem maltratava mais a vítima, que se alimentava, no máximo, uma ou duas vezes por dia.
Entre os castigos enfrentados rotineiramente pela criança, segundo um dos depoimentos colhidos, estavam a obrigatoriedade de se alimentar com comida estragada e de comer pães mofados. A Policia Civil já descobriu que Ketelen começou a ser surrada, no dia 16, por ter bebido de uma caixa de leite que acabou caindo no chão. Segundo Rosângela Nunes, mãe de Brena, que também vivia na casa, a criança tomou o leite porque estava “desesperada de fome”, já que se alimentava basicamente de café e farinha.
A primeira agressão aconteceu por volta das 19h, quando a menina foi atirada pela madrasta de um barranco de 7 metros, situado atrás da residência da família. Em seu depoimento, Brena alegou ter agido assim a mando de Gilmara. Quatro horas depois, Ketelen foi chicoteada com um fio de tv, pisoteada e jogada contra uma parede.
A mãe da criança culpou a namorada pela surra e admitiu ter participado do episódio com chicotadas e tapas no rosto da menina. Na noite do dia 17, as agressões recomeçaram por volta das 20h. A menina estava no quarto e, como ainda não havia adormecido, foi agredida com chicotadas, chutes e teve a cabeça jogada contra a parede até desmaiar.
Na noite do dia 18, ocorreu a última agressão. Segundo a investigação, Ketelen foi agredida com chutes e socos até sangrar. Gilmara diz que a agressão foi praticada por Brena. Esta, por sua vez, culpou a mãe da criança.
Na madrugada do dia 19, Rosângela avisou à namorada de Brenda, mãe da menina, que a criança estava passando mal. Ketelen, no entanto, só foi levada para um hospital por volta das 9h. Para a polícia, a mãe da menina alegou que sua namorada a trancou no quarto e só abriu a porta após o horário mencionado. Ketelen foi sepultada no domingo, no cemitério municipal de Japeri, na Baixada Fluminense.
Qual Punição essas Monstras merecem ?? Vão Arder no Mármore do Inferno pois elas merecem o mesmo Tratamento ao Qual a Criança passou Comer comida estragada Pão mofado e a tudo que a Criança Sofreu ..Ainda tem Advogados que vai Defender umas Demônio dessas ..Deus cuida das Crianças
Esse tipo de barbaridade está cada vez mais frequente. Pessoas perturbadas, recalcadas, com distúrbios psicológicos não podem ter crianças sob sua guarda. A justiça precisa ter mais cuidado nos processos de adoção.
Sei nao. Será que é o nove dedos, LULADRAO, o maior ladrão do mundo, o homem mais santo que Jesus, ou o sem vergonha do Lula?
Tu me enganaste uma vez, mas nao me engana de novo. Vital Farias.
Você sabe em quem a mãe do menino Henry votou? Deixa de ser idiota, ficar politizando uma barbaridade dessas.
Não sei. Mas o vereador Jairinho e Flor de Liz, declararam seus votos em alto e bom som. Adivinhe em quem?????????
Três estudos independentes de EUA, Reino Unido e Dinamarca indicam que a proteção contra o coronavírus conferida pela infecção natural é de cerca de 80%. Esse número, similar à eficácia de algumas vacinas, é boa notícia para a construção de imunidade coletiva, mas os 20% de risco do outro lado da equação ainda preocupam especialistas.
O otimismo manifestado por cientistas é contrabalançado por três preocupações. Primeiro, uma proteção não absoluta significa que os infectados (assim como os vacinados) não estão livres para sair à rua sem máscara e desrespeitando regras de distanciamento. Segundo, com acompanhamento máximo de oito meses, os novos estudos não dizem se a imunidade vai durar mais que isso. Por fim, novas variantes do vírus podem driblar essa imunidade.
A despeito das limitações, especialistas reacendem a ideia de que, entre jovens saudáveis, seria interessante vacinar primeiro os que nunca se infectaram.
— Como claramente existe uma considerável proteção induzida por infecção prévia, de ordem similar à de algumas vacinas, num cenário de escassez de doses se pode argumentar que é mais importante vacinar logo aqueles que nunca se infectaram — diz Stuart Sealfon, pesquisador da escola médica do Hospital Mount Sinai, de Nova York, que estuda o assunto. — Dessa forma, é possível andar mais rápido em direção à imunidade de rebanho e prover mais proteção coletiva contra a doença para cada dose de vacina que é aplicada.
Diante da pressão do Congresso para desmembrar o Ministério da Economia, o presidente Jair Bolsonaro vem sendo aconselhado a recriar as pastas de Previdência e Trabalho e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, segundo um interlocutor do Palácio do Planalto. A estratégia seria abrir espaço no órgão hoje comandado por Paulo Guedes sem tirar do domínio do ministro a área de Planejamento — principal alvo dos pedidos dos parlamentares.
Segundo essa fonte, Bolsonaro está decidido a aumentar a representatividade do Senado na Esplanada, já que deputados têm a sua cota no comando do Executivo — a mais recente indicação foi a de Flávia Arruda para a Secretaria de Governo. Ainda não há uma definição, no entanto, sobre qual senador ocuparia o cargo.
De acordo com interlocutores de Guedes, no entanto, o ministro não aceita abrir mão das áreas que atualmente administra. O Ministério da Economia foi resultado da fusão de quatro pastas: Fazenda, Planejamento, Previdência e Trabalho e Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
Entrave aos gastos
O temor do ministro é que o desmembramento sinalize perda de força, no momento em que ele está sob pressão por causa da crise entre governo e Congresso durante as negociações sobre o Orçamento. O texto foi alvo de um impasse após parlamentares aumentarem o valor de emendas por meio de uma manobra na qual reduziram a previsão de gastos obrigatórios.
As despesas extras foram corrigidas com veto parcial à proposta, sancionada na semana passada, mas a avaliação ainda é que Guedes conduziu mal as conversas.
Retirar de Guedes a área do Planejamento significaria passar para as mãos da ala política a responsabilidade pelas negociações do Orçamento de 2022, ano eleitoral, e também pelas liberações de recursos neste ano.
Entre congressistas, há até uma queixa contra três integrantes específicos da equipe econômica: George Soares, secretário do Orçamento; Bruno Funchal, secretário do Tesouro Nacional; e Waldery Rodrigues, secretário especial da Fazenda. Os técnicos, considerados conservadores com as contas, são vistos como entraves à flexibilização para ampliação de gastos.
Esta não é a primeira vez em que o superministério de Guedes é alvo de pressão. Nos últimos meses, integrantes do centrão têm defendido a recriação de pastas para abrigar indicações políticas.
Também influencia as movimentações a avaliação de que, enquanto houver um Ministério da Economia, a tendência é que o ministro continue no cargo. Com isso, integrantes do governo e do Congresso que defendem sua saída reforçam a articulação para o desmembramento.
É a conta do centrão chegando. É a conta da CPI chegando. É a conta de
Adriano da Nóbrega chegando. E mais um promessa de redução indo pelo ralo. Dessa vez é a de redução de ministérios. Será que vai seguir a mesma lógica da conta do gás e da gasolina? Metade do dobro? E a “nova” política vai ganhando espaço. Tudo como dantes, no quartel de abrantes.
Boa ideia do presidente. São pastas com questões bem diferenciadas, embora tudo seja interligado. O governo Bolsonaro está refazendo o Brasil, desmanchando nichos de corrupção, terminando milhares de obras inacabadas (fontes de renda ilícita nos governos do PT), diminuindo o tamanho do estado, modernizando o país, tocando reformas imprescindiveis e mudando a própria mentalidade do nosso povo para o lado do bem. É tarefa árdua, hercúlea, os parasitas e ladrões estrebucham, resistem, mas, está sendo feito. Reeleito em 2022, continuará seu excelente trabalho. Comparem com a governadora do RN, por exemplo. O que ela fez até agora pelo estado, fora a reforma da previdência estadual (que ela DIZIA não ser necessária)? Pensem nisso.
Que mundo idílico é esse que você vive? Bolsonaro e sua família imperial, suas associações escusas, país na decadência total, tudo caro e você acha que está tudo bem?
Só se for pra um parasita estatal como você, que nunca bateu um prego numa barra de sabão.
muda pra capim gordura, pode ser que nao tenha tantas reaçoes colaterais.
O pior presidente de todos os tempos. É um zero a esquerda. Nao vale nada, não soma em nada, não acrescenta nada. O Brasil avançou em alguma coisa no governo do maluco preguiçoso ( saúde? Educação? Emprego? ) . A vergonha alheia personificada. Bolsonaro é jumento. Mas nada é em vão se não é bênção é lição. Espero que tenhamos outra opção que não seja Bolsonaro ou Lula e o povo acorde.
Bolsonaro não tem argumentos pra se manter no poder, nada funciona nesse governo, portanto num próximo, é pouco provável. O discurso de combate a corrupção foi por água baixo, já que não fez um tento, muito pelo contrário, sancionou retrocessos. Quanto a economia, se não tem um posto Ipiranga, não consegue sustentar uma tese ou plano. Logo é um candidato altamente vulnerável pra ser defenestrado pela oposição comandada pelo maior corrupto do mundo e mentiroso, o lobo com pele de cordeiro. Portanto, o Moro é o homem que o Brasil pode confiar, com certeza, sensível às causas populares, com um alto senso de justiça e consegue enquadrar congresso e stf nas lutas que o país precisa. Já mostrou que com o poder nas mãos, consegue fazer o melhor por essa nação.
Resumindo, conluios, desvio de dinheiro público, malandragem, brincar com o sofrimento do povo. Ainda têm pessoas que defendem políticos e diz ser patriota. Parabéns a todos vocês.
E o fim da velha política?
A chegada de um governo diferente?
Se gritar pega centrão, não fica um meu irmão!
Bom nisso tudo é ver o gado defender.
Fala aí Gadoligula e Direita quase honesta, onde foi parar o discurso de nova política?
Ou fazer nova política é sinônimo de fazer arminhas?
Quero ver quando acabar o capim do gado, porque a tradicional classe média está indo para o ralo.
E quem não consegue enxergar que o MINTOmaníaco eh a maior fraude que já vimos seria o que?
Eis as avaliações para aqueles que se manifestam contra Bolsonaro ! 1- Analfabetos funcionais 2- Só Assistem a Globo ou similar 3- Se faz de doido 4 – Esquerdistas Invejosos 5- Petralhas Frustrados por não poderem mais mamar na tetinha do governo 6-Antipatriotas 7- Se há outros adjetivos , acrescentem por favor!
Esse governo está quase no nível do governo mais corrupto da história mundial, e que luladrão comandava junto com Mega empresários, centrão, políticos petralhas. Inclusive parte do dinheiro roubado, foi recuperado, no entanto gilmar beiçola e cia agora decidiram devolver esse dinheiro aos ladrões, mostrando que nesse país pode fazer o povo de palhaço.
O presidente Jair Bolsonaro sancionou, com vetos, a lei que busca disponibilizar mais unidades de internação com a instituição do Programa Pró-Leitos. A medida possibilita às pessoas físicas e jurídicas contratarem leitos clínicos e de terapia intensiva (UTI) da rede privada em favor do SUS (Sistema Único de Saúde) para atendimento de pacientes com covid-19.
A Lei 14.147/2021 foi publicada na edição desta 3ª feira (27.abr.2021) do Diário Oficial da União.
A lei foi sancionada com um veto parcial por inconstitucionalidade e interesse público no dispositivo. Bolsonaro vetou o trecho que previa que as pessoas físicas e jurídicas que declaram o imposto de renda na modalidade Lucro Real e que aderissem ao Programa Pró-Leitos poderiam deduzir o valor investido na contratação de leitos clínicos e de terapia intensiva da rede privada de saúde para uso do SUS do seu imposto de renda referente ao ano-calendário 2021.
Foi vetado ainda a parte que estabelecia que o impacto orçamentário decorrente desta lei seria limitado a R$ 2,5 bilhões.
O Planalto justificou o veto dizendo que “a restrição de valor total da renúncia de receita, disposta no art. 5o da Lei projetada, não é suficiente para precisar a sua efetiva repercussão. Dessa forma, ao não prever os critérios sobre como esse limite será operacionalizado, não se vislumbra uma forma de garantir a aplicação desses recursos”.
Também foi vetado, por contrariar o interesse público, dispositivo que determinava que em cada Estado seriam automaticamente suspensas as cirurgias eletivas nos hospitais públicos e privados sempre que os leitos atingissem a taxa de ocupação de 85%, na forma da lei, com exceção dos procedimentos relacionados à oncologia e à cardiologia.
Será que AGORA a governadora Fátima do PT criará novos leitos hospitalares? Ou continuará deixando o povo potiguar morrer na fila da UTI? O que ela fez com os bilhões que recebeu do governo Bolsonaro? O povo e a PGR querem saber.
Ações: desviou 5 milhões de reais, contrato superfaturados através de dispensa de licitações de compras de produtos e de serviço, uns inclusive foram abortados após a imprensa (bg e outros) denunciarem; omissão: não construir hospitais de campanha, UTIs, e até cancelamento de contratos de uti em pleno pico da pandemia, não elaborou plano de auxilios aos trabalhadores prejudicado pelos sucessivos Lockdown. Tudo isso são irresponsabilidade e atos da governadora do RN passíveis de penalidades e até impeachment. Veremos
Onde a governadora Fátima do PT aplicou os bilhões que recebeu do governo Bolsonaro? Por que não abriu leitos hospitalares, deixando o povo potiguar morrer na fila por UTI? Cadê os respiradores que nunca chegaram, com os quais foram torrados 5 milhões? Há muito o que desvendar.
Ainda estais nesses 5 trilhões, cada sua denúncia no MP ou no TCE? Só faz repetir 700x essa ladainha, ou então é sobre lacração e cumpanheiro. Vagal.
O dinheiro já foi devolvido, “cumpanhero”? Ou os respiradores já chegaram? Senão, as perguntas seguem sem respostas. E cadê os leitos hospitalares? E a governadora aplicou onde os bilhões que recebeu? A PGR quer saber e já oficiou a governadora.