Saúde

Vacina contra cepa sul-africana está pronta para teste em humanos, diz Moderna

A farmacêutica norte-americana Moderna anunciou nessa 4ª feira (24.fev.2021) que uma nova vacina contra a covid-19 está pronta para testes em humanos. O imunizante foi desenvolvido para a variante sul-africana do coronavírus. O laboratório enviou a vacina ao NIH (Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos) para o início do estudo clínico.

A cepa originada na África do Sul, chamada de 501Y.V2, é considerada uma das mais perigosas. Os cientistas acreditam que ela consegue “escapar” dos anticorpos produzidos por meio dos imunizantes que estão no mercado. A Moderna anunciou em janeiro que sua vacina é eficaz contra as variantes descobertas até agora: brasileira, britânica e sul-africana. Mas, o estudo feito pela farmacêutica identificou que, no caso da cepa da África do Sul, a produção de anticorpos caiu 6 vezes.

Por precaução, o laboratório decidiu pensar em outras abordagens. A nova vacina seria usada como um reforço para as pessoas que já se vacinaram com o 1º imunizante desenvolvido pela Moderna ou que já foram infectadas com o coronavírus. Para os demais, seria a vacina primária ou usada em um regime que combine os 2 imunizantes. “Estamos ansiosos para iniciar o estudo clínico dessa vacina e somos gratos pela colaboração contínua do NIH para combater esta pandemia”, disse Stéphane Bancel, CEO da Moderna, em um comunicado.

“A Moderna está empenhada em fazer quantas atualizações em nossa vacina forem necessárias até que a pandemia esteja sob controle. Esperamos demonstrar que as doses de reforço, se necessárias, podem ser feitas em níveis de dosagem mais baixos, o que nos permitirá fornecer muito mais doses para a comunidade global no final de 2021 e 2022.”

A farmacêutica não informou quando a nova vacina estará disponível ou quando pretende divulgar resultados de eficácia.

PODER360

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Política

Gastos secretos com cartão corporativo da Câmara passam de R$ 978 mil

Os servidores públicos da Câmara dos Deputados gastaram R$ 1.826.561,06 no cartão de pagamento do Governo Federal em 2020, ano marcado pela pandemia de Covid-19. Em valor nominal, é menos de 1% a mais do que o ano anterior, mas se tornou o mais alto de toda a série histórica, disponível desde 2013.

Atualmente, um total de 58 servidores têm autorização para uso do cartão, que, de acordo com as regras da Casa, serve para “despesas eventuais, inclusive em viagens com serviços especiais, que exijam pronto pagamento, quando previamente autorizadas pela autoridade competente; atender a despesas de pequeno vulto, conforme limites estabelecidos e quando a despesa deve ser feita em caráter sigiloso”.

Por conta desses gastos considerados sigilosos, apenas 18 nomes e as respectivas compras efetuadas por eles estão listados no Portal da Transparência. No ano passado, do montante revelado, mais de R$ 978 mil foram dispendidos em compras “protegidas”, aquelas que, segundo Ato da Mesa 45/2012 — que estabelece a Lei de Acesso à Informação (LAI) –, pode colocar em risco a segurança dos deputados, seus dependentes, da Casa, dos servidores e do próprio Estado. Em 2018, R$ 877 mil foram gastos reservados; em 2019, o valor chegou a R$ 1,21 milhão.

Sem considerar os gastos secretos, entre as despesas com dinheiro público estão materiais hospitalares, de escritório, de construção e reforma, além de peças elétricas, pagamentos de gasolina, locação de veículos e compras de software de videotelefonia, como o Zoom. Os saques também somam à conta. Em 2020, quase R$ 45 mil‬ foi retirado da “boca do caixa”, sem especificação pública do destino do dinheiro.

Para efeito de comparação, em 2019, as contas dos funcionários somaram R$ 1.818.921,18 e, em 2018, R$ 1.413.486,03. No ano anterior, servidores haviam utilizado R$ 820.719,88. O número mais baixo foi o de 2013, com R$ 226.299,58. Os dados foram levantados pelo (M)Dados, núcleo de jornalismo de dados do Metrópoles, com base no site da Câmara dos Deputados.

De acordo com as regras da Casa, o cartão corporativo serve para “despesas eventuais, inclusive em viagens e com serviços especiais, que exijam pronto pagamento, quando previamente autorizadas pela autoridade competente; atender a despesas de pequeno vulto, conforme limites estabelecidos e quando a despesa deve ser feita em caráter sigiloso”. Ou seja, os gastos não precisam ser licitados e os considerados sigilosos, não identificados à população. No ano passado, do montante revelado, mais de R$ 978 mil foram dispendidos em compras “protegidas”.

Entre os mais gastadores está a servidora Silmara de Almeida Gonçalves. Ao todo, as contas dela somam R$ 346.782,70. O segundo que mais utilizou o cartão corporativo foi Lucas Arruda, com gastos que ultrapassaram R$ 177 mil. O analista legislativo Thiago de Souza Barbosa, terceiro lugar da lista, registrou mais de R$ 74 mil só em despesas, basicamente em lojas de construção.

Reveladas pelo Metrópoles, as compras realizadas no cartão corporativo do Legislativo já incluíram, no passado, gastos indevidos até com whey protein, alimento proteico para atletas, e até dois cursos de especialização em Harvard.

Pandemia e limite de gastos
A Câmara dos Deputados aprovou em julho a Medida Provisória 926, de março de 2020, que flexibilizou, durante a pandemia, regras para as licitações e ampliou o limite de gastos do cartão corporativo para contratação de serviços de engenharia e compras com dispensa de licitação. “Como consequência, possibilitou a disponibilização de até R$176.000,00, por concessão, para gastos com compras em geral e outros serviços”, explicou a Casa, em nota.

A assessoria também ressaltou que “a realização das despesas por suprimento de fundos deve seguir os mesmos princípios que regem a Administração Pública: legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, bem como o princípio da isonomia e da aquisição mais vantajosa para a Administração Pública. Sendo assim, conforme orientação do TCU para as compras públicas, é necessário consultar as fontes de pesquisa que sejam capazes de representar o mercado, inclusive preços referencias de grandes lojas de comércio”.

METRÓPOLES

Opinião dos leitores

  1. Nonho estava deixando a coisa correr frouxa igual pitomba em boca de banguelo. Se forem escavacar os desvios até mesmo de grana vai ser a maior de todos os tempos.

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Economia

TCU estima que pagamentos irregulares do auxílio emergencial somaram R$ 54,6 bilhões em 2020

O Tribunal de Contas da União (TCU) estima que 7,3 milhões de pessoas podem ter recebido o auxílio emergencial de forma irregular e que outras 6,4 milhões de mulheres podem ter sido contempladas com a cota em dobro sem merecê-la. Os pagamentos indevidos foram calculados em R$ 54,66 bilhões – cerca de 18% dos R$ 293 bilhões efetivamente destinados ao programa no ano passado.

O balanço final das fiscalizações sobre o auxílio emergencial foi divulgado nesta quarta-feira, 24, pela corte de contas. Os técnicos chamaram a atenção para o fato de que o valor desembolsado indevidamente pela União seria suficiente para bancar três parcelas adicionais de R$ 300 a 60 milhões de brasileiros.

Atualmente, está em discussão uma nova rodada do auxílio, com quatro parcelas de R$ 250 a até 40 milhões de brasileiros. Após resistir ao relançamento do benefício, a equipe econômica tem tentado limitar seu alcance para conter o impacto fiscal, já que a despesa será bancada com mais emissão de dívida pública e ficará fora do teto de gastos (que limita o avanço das despesas à inflação).

Desde o início da implementação do auxílio, notícias de pagamentos indevidos revoltaram a sociedade. Pessoas com renda mais elevada e até servidores civis e militares foram flagrados recebendo o benefício, deflagrando fiscalizações dos órgãos de controle.

O auxílio tinha como objetivo ajudar pessoas com renda familiar de até R$ 522,50 por pessoa (o equivalente a ¼ do salário mínimo em 2020), mas o TCU estima que 7,3 milhões de famílias estão fora desse critério de público-alvo. Os cálculos foram feitos a partir do cruzamento das informações do auxílio com a base de dados da Pnad Contínua de 2019, pesquisa do IBGE que traz os dados declarados pelas próprias famílias sobre emprego e rendimento.

Há ainda estimativa de que 8 milhões de pessoas receberam o auxílio mesmo quando já excediam o limite de até dois membros da família contemplados.

Ao longo dos últimos meses, o TCU abasteceu o governo com cruzamentos de dados que viabilizaram o cancelamento tempestivo de alguns benefícios. Segundo o relatório, foram efetivamente detectados 3,7 milhões de benefícios irregulares, economizando R$ 8,8 bilhões. “As irregularidades abordam pessoas que tinham emprego formal, outro benefício federal ou descumpriam limites de renda e membros por família que podem receber. Também integravam a base de dados pessoas falecidas ou que moram fora do Brasil”, diz o TCU.

Em tese, esse contingente estaria dentro dos 7,3 milhões de pagamentos indevidos que foram estimados, mas os técnicos da corte de contas consideram que a própria previsão é conservadora, pois foi feito um ajuste nos dados considerando a queda abrupta na renda de trabalhadores formais. Se a renda caiu menos do que o estimado nesse ajuste, mais pessoas podem ter recebido indevidamente.

A prova disso é que os dados de cancelamentos vão até agosto, quando o auxílio emergencial tinha 64,9 milhões de beneficiários. Em dezembro, o auxílio emergencial residual tinha 56,8 milhões de beneficiários. Ou seja, saíram pelo menos 8 milhões entre setembro e dezembro.

Para ajudar a resolver o problema dos pagamentos indevidos, o TCU fez determinações e recomendações para atacar as causas, em especial a insuficiência das bases de dados, as falhas das regras de elegibilidade, a autodeclaração de informações de renda e composição familiar e, ainda, a não verificação periódica dos requisitos legais.

O TCU ainda determinou que o Ministério da Cidadania verifique, mensalmente, se os beneficiários continuam sem emprego formal ou sem receber algum outro benefício federal.

ESTADÃO

Opinião dos leitores

  1. A culpa não é de quem usou de má fé. A culpa é exclusiva do Bolsonaro. Pelo menos pra esquerda.

  2. E tinha quem reclamasse que o bolso familia tinha pagamentos irregulares. Perto das irregularidades do auxilio emergencial, as irregularidades do bolso familia foram fichinha.

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Economia

‘Entregamos nossas promessas’, diz presidente demitido da Petrobras ao anunciar lucro de R$ 59,9 bilhões

A Petrobras reverteu no quarto trimestre de 2020 os prejuízos recordes provocados pela pandemia e fechou o ano com lucro de R$ 7,1 bilhões. O resultado foi provocado pela reversão de perdas contábeis no valor de ativos e por ganhos cambiais, que levaram o lucro do quarto trimestre a R$ 59,9 bilhões.

O balanço foi divulgado nesta quarta (24), em meio à crise provocada pela nomeação do general Joaquim Silva e Luna para substituir, no comando da empresa, o economista Roberto Castello Branco, primeiro presidente da estatal sob o governo Jair Bolsonaro. “Em meio à severa recessão global e aos efeitos de um grande choque na indústria de petróleo, nós prometemos estruturar uma recuperação em ‘J’. A meta era sair da crise melhor que antes”, afirmou Castello Branco. “Nós entregamos nossas promessas.”

O lucro ficou 82,3% abaixo do recorde de R$ 40,1 bilhões registrado em 2019, primeiro ano de Castello Branco à frente da companhia. Mas ficou bem acima das estimativas do mercado, que previam que o lucro do quarto trimestre fosse de R$ 9,9 bilhões, o que representaria um prejuízo anual de cerca de R$ 43 bilhões.

No segundo trimestre de 2020, logo após o início da pandemia, a empresa anunciou uma série de revisões no valor de seus ativos, para adequar a expectativa de receita ao novo cenário de preços do petróleo, que levaram a prejuízo de R$ 48,5 bilhões.

Em três trimestres seguidos de prejuízo no ano passado, a companhia acumulou perdas de R$ 52,8 bilhões. No quarto trimestre, diz a estatal, o lucro foi obtido com reversões de perdas contábeis em ativos no valor de R$ 31 bilhões, de gastos passados do plano de saúde de seus empregados em R$ 13,1 bilhões e com ganhos cambiais de R$ 20 bilhões.

No resultado anual, a queda no lucro é explicada com a queda de 35% do preço do barril do petróleo Brent em dólares, pela revisão no valor de ativos, menores ganhos com desinvestimentos e desvalorização de 31% do real em relação ao dólar.

No texto que acompanha o balanço, Castello Branco comemora como “outra grande conquista” a trajetória de queda do endividamento da empresa, uma das principais metas não só de sua gestão, mas de todas as que assumiram a empresa após a crise provocada pela descoberta do esquema de corrupção investigado pela Operação Lava Jato. “A forte geração de caixa nos permitiu continuar a desalavancar nosso balanço”, afirmou. A dívida bruta, usada como parâmetro pela gestão atual, caiu 5,1% em relação ao trimestre anterior, para US$ 75,5 bilhões. Em reais, a queda foi de 13,8% no período, para R$ 280 bilhões.

Com o desempenho, a empresa propõe distribuição de R$ 10,3 bilhões em dividendos a seus acionistas. Segundo Castello Branco, “valor ainda relativamente modesto, mas mais que o dobro do mandatório para o ano contábil de 2020”. “O retorno total para o acionista Petrobras tem sido muito fraco ao longo dos últimos anos”, afirmou o executivo, repetindo discurso que tem feito desde o início de sua gestão e que ajudou a lhe garantir apoio de investidores e do conselho de administração da companhia.

O apoio foi demonstrado em reunião do conselho nesta terça (23), quando o colegiado aprovou a convocação de assembleia de acionistas para votar a nomeação de Silva e Luna para o comando da companhia. Dos 11 membros do colegiado, 3 votaram contra a convocação. Do restante, apenas 6 votaram a favor. Castello Branco não votou, e o conselheiro Nívio Ziviani não participou da reunião por razões de saúde. Os conselheiros avaliam ainda a possibilidade de questionar Bolsonaro por críticas feitas à gestão da estatal.

Em nota distribuída após a reunião, o conselho deu um recado contra tentativas de interferência do governo: afirmou que continuará a zelar com rigor pelos padrões de governança da Petrobras, “inclusive no que diz respeito às políticas de preços de produtos da companhia”, principal crítica de Bolsonaro. “Em linhas muito gerais, o resultado foi bom, bateu nossas expectativas”, disse após a divulgação o analista Ilan Arbetman, da Ativa Investimentos. “A companhia se mostrou resiliente mesmo num período onde sua principal atividade foi afetada por paradas.”

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Ô BG!!
    VENHA CÁ MEU FII!!
    ME ESCLARECE AQUI UMA DÚVIDA.
    VEJA BEM, ESSE NOVO PRESIDENTE DA PETROBRAS WUE ESTÁ PRA ENTRAR, SE POR QUALQUER MOTIVO O PRESIDENTE DA REPÚBLICA TIVER QUE TROCAR, COMO É QUE FAZ ?????
    vc viu o alvoroço agora da imprensa e mercado, então como é que faz??
    O cara tem que virar vitalício, pra não dizerem que o PR interferiu???
    E aí??
    Como é que faz?????

  2. Com o povo pagando caro, na delícia de preço q é o nosso combustível, não tem q empresa q não tenha superávit.

  3. Lucro esse chupando o sangue dos brasileiros para engordar o caixa dos acionistas da Petrobrás.

  4. E os prejuízos dos anos PT o que dizer?
    Já esqueceram do rombo?
    Privatização é a melhor opção.

  5. Entregou as promessas extirpando as vísceras do povo brasileiro para proporcionar lucros exorbitantes aos acionistas, aí qualquer um faz esse lucro acontecer.

  6. essa porcaria sendo uma estatal não deveria se preocupar com lucro mas sim em entregar o combustível mais barato possível para o brasileiro

  7. Lucro para o presidente da Petrobras: Dinheiro saído do bolso do trabalhador.
    Lucro (economia) para o governo (reforma da previdência): Dinheiro do bolso do trabalhador.

    Robin Hood no Brasil, só que ao contrário, tira do bolso do trabalhador e chama isso de lucro e economia.

    Bora gado.

  8. Como alguns já sabiam desse balanço, especularam e forçaram baixas das ações, compraram e com divulgação do balanço vão ganhar % altíssimo em período curtíssimo na bolsa.

  9. De que vale esse lucro às custas do sacrifício do povo brasileiro. Solução é privatizar. VERGONHA NACIONAL!

  10. Vendendo refinarias e lotes do pré -sal adoidado e com o preço da gasolina do jeito que tá era pra ter lucro de 100 bilhões

  11. Idolatrar o mercado em cima do sofrimento do povo brasileiro é um crime, infelizmente recorrente. O sr. Castelo Branco já vai tarde.

  12. Pimenta nos olhos dos outros é refresco!!.
    Lucro?
    Que lucro??
    Pra onde vai esse dinheiro??
    Quem lucrou com essa escalada de preço nos combustíveis??
    Vcs tão de brincadeira.
    99.9 % dos brasileiros não viu a cor desse dinheiro, ao contrário, contribuí para esse lucro invisível.

    1. Você tem participação acionária na empresa? Se não tem perdeu os dividendos.

    2. O lucro vai para os investimentos e para os sócios da empresa. Foram destinados 10 BI para os sócios.

      Governo Federal está recebendo 5 Bilhões em dividendos.

    3. A maior parte do lucro vai pro acionista principal que é o governo.
      Como esse dinheiro ele paga despesas com saúde, educação, infraestrutura, seguranca, paga emendas para os deputados votarem a seu favor, paga bolsas de estudo….privatizada, esse dinheiro vai fazer falta.
      Agora os revoltados nao sabem q a BR vende a gasolina a 2,25 na refinaria e o resto do valor é imposto federal e estadual.
      Além disso, com a política PPI da BR (Paridade do Petróleo Internacional) apoiada por guedes e chancelada pelo genocida, tda vez q o preço internacional subir, sobe aqui tb mas mesmo com a desvalorização do real e o aumento em dólar do petróleo, a BR vende na refinaria a gasolina a 2,25 reais.
      Se revoltem contra outros, nao contra essa grande empresa.

  13. É isso que falo. Essa bagaça lucrando e o povo se lascando.
    Privatiza logo esse troço ou deixa 100% estatal e voltada p atender a população.
    Do jeito que está, ela é feita p atender seus acionistas, então não adianta propagarem que é nossa e etc.

  14. Lucro pra quem? pra funcionários, principalmente os do altos escalões, empreiteiros, e especuladores da bolsa; já prejuízo grande, é pra grande massa de trabalhadores e cidadãos comum, com certeza, os 97% da população brasileira que tiveram e terão suas finanças desequilibradas e com poder de compra devassado por essas manobras especulativas. Vale a pena beneficiar 3% e prejudicar 97% da nação, com certeza não é viável, portanto, tem que intervir nessa empresa e atacar esse desequilíbrio nocivo a esmagadora maioria do povo brasileiro.

  15. A promessa era lucro aos acionistas e recorde no preço da gasolina? Parabéns! foi cumprida com exito as custas da população.

  16. Também filho da puta com essa política de preços nas alturas tú queiras o que? Prejuízo era? Vai te rear seu fuleira.

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Política

Mensagens entre Queiroz e ex de miliciano dão sobrevida a apuração sobre Flávio Bolsonaro

As mensagens trocadas pelo policial militar aposentado Fabrício Queiroz com a ex-mulher do miliciano Adriano da Nóbrega são as provas que podem garantir sobrevida à investigação do caso das “rachadinhas” no antigo gabinete do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) na Assembleia Legislativa.

Elas são as únicas obtidas de forma totalmente independente de relatório do Coaf que ainda está sob risco de anulação em julgamento no STJ (Superior Tribunal de Justiça). Se esse documento for considerado ilegal, uma investigação sobre Queiroz pode ser reaberta a partir dessas mensagens.

As transações imobiliárias suspeitas de Flávio, reveladas pela Folha em janeiro de 2018, também poderiam ser usadas para uma eventual abertura de nova investigação em caso de anulação do relatório do Coaf pelo STJ. Contudo, um arquivamento do procedimento sobre os imóveis do senador “contaminou” essa alternativa.

Na terça-feira (23), a Quinta Turma do STJ anulou a decisão que quebrou os sigilos bancário e fiscal de Flávio, Queiroz e outros investigados. Por 4 a 1, a maioria dos ministros entendeu que Flávio Itabaiana, juiz de primeira instância, não fundamentou a necessidade da medida.

O futuro da denúncia contra Flávio no caso das “rachadinhas” ficou em xeque com a anulação da quebra dos sigilos, e a corte ainda avaliará outros questionamentos do filho do presidente Jair Bolsonaro, como a legalidade dos dados do Coaf que serviram de base para a abertura da investigação. O relatório do órgão federal descrevia a movimentação financeira de Queiroz considerada atípica em 2016.

Apesar das possíveis saídas para retomar a apuração em caso de derrotas nos tribunais superiores, todas estão passíveis de discussão jurídica pelo fato de os investigadores já terem conhecimento, na prática, do teor das provas a serem levantadas.

“O juiz [que analisar um eventual novo pedido de quebra] vai precisar tomar um cuidado especial para ignorar as circunstâncias conhecidas do caso e se fundamentar em cima das evidências que poderão ser usadas”, afirma Celso Vilardi, advogado criminalista.

Especialistas afirmam que há vias judiciais para se obter nova quebra de sigilo. Mas a decisão do STJ contamina outras provas que não podem ser refeitas, como a apreensão de celulares e de documentos nas casas dos investigados. Para investigadores, elas corroboram a tese de “rachadinha” indicada pelos dados bancários. O Ministério Público do Rio ainda estuda como recorrer da decisão proferida.

Em relação ao relatório do Coaf, a defesa do senador afirma que ele contém um detalhamento semelhante ao de uma quebra de sigilo bancário, mas sem autorização judicial. O ministro do STJ João Otávio de Noronha já sinalizou concordar com essa tese. O relator, Félix Fischer, discorda. O MP-RJ afirma ter seguido as regras de compartilhamento de informações com órgãos de inteligência.

Se esse relatório for anulado, a decisão derrubaria todas as provas decorrentes dele. O documento de inteligência financeira não pode ser refeito a fim de reabrir a investigação. Neste cenário, a única prova preservada do caso são as mensagens entre Queiroz e Danielle Mendonça da Costa, ex-mulher do capitão Adriano, miliciano morto numa operação policial na Bahia quando estava foragido. Ela foi assessora de Flávio entre setembro de 2007 a novembro de 2018.

As mensagens foram obtidas na Operação Intocáveis, que investigava a atuação da milícia em Rio das Pedras, comandada por Adriano. O celular de Danielle foi apreendido na ocasião. Em março de 2017, Queiroz diz a Danielle que enviará seu informe de rendimentos da Assembleia Legislativa do Rio. Em janeiro de 2018, pede para que a ex-assessora lhe informe a quantia depositada naquele mês para ele “prestar a conta”. Neste período, entre 2017 e 2018, os dois também falam sobre envio de cópia da declaração do Imposto de Renda de Danielle para Queiroz.

O MP-RJ avalia que essas mensagens indicam que ela era uma “funcionária fantasma” com participação na “rachadinha”. Além disso, mostraria que Queiroz informava sobre os desvios “a outros integrantes da organização criminosa”.

Um outro conjunto de mensagens ocorreu depois de dezembro de 2018, quando o jornal O Estado de S. Paulo divulgou dados do relatório do Coaf que menciona Queiroz, documento sob questionamento no STJ. Nesta conversa, Queiroz pede para que Danielle tenha cuidado com quem fala no celular e envia uma foto da página do jornal para a interlocutora.

No mesmo dia, Danielle conversa com o próprio Adriano sobre sua exoneração, ocorrida no mês anterior. Na conversa, o miliciano afirma que também contava com o dinheiro que ela recebia no gabinete, indicando a sua participação no esquema. Em janeiro de 2019, Queiroz questiona se Danielle foi chamada para depor no MP-RJ. O PM aposentado deletou as mensagens, mas pelas respostas da ex-assessora os investigadores inferem que ela foi orientada a não prestar esclarecimento às autoridades.

Especialistas divergem sobre a possibilidade de uso das mensagens sobre a notícia do relatório do Coaf, caso ele seja considerado nulo pelo STJ. De acordo com o advogado Breno Melaragno, a conversa segue válida. Para ele, o que importa é a sua origem legal, e não o teor da conversa. “A causa que originou a prova é diversa do relatório do Coaf. Ela foi obtida numa investigação sobre milícias. Penso que será difícil o Judiciário interpretar o teor da conversa como ilegal”, disse ele.

O advogado Pierpaolo Bottini afirma, por sua vez, que o fato de a conversa só ter acontecido em razão da existência de uma prova ilegal, caso assim considere o STJ, a contamina. “Esse trecho da conversa só existiu em decorrência do relatório do Coaf. A anulação deste contamina a parcela dos diálogos que a ele fazem referência”, afirmou Bottini.

O artigo 157 do Código Processo Penal afirma que “são também inadmissíveis as provas derivadas das ilícitas, salvo quando não evidenciado o nexo de causalidade entre umas e outras, ou quando as derivadas puderem ser obtidas por uma fonte independente das primeiras”.

Uma medida judicial a partir das mensagens só poderia ser fundamentada a partir do teor delas. Uma quebra de sigilo bancário de Queiroz no período em que Danielle esteve no gabinete abrangeria quase todo o intervalo investigado no atual procedimento.

As transações imobiliárias de Flávio também poderiam ser usadas para apuração de suposta lavagem de dinheiro. A compra e venda de dois imóveis em Copacabana têm indícios do crime, segundo critérios do próprio Coaf: foram adquiridos com valor abaixo do pago em transação anterior e vendido por um preço muito maior num curto período de tempo (dois anos).

Nesta transação, o senador lucrou R$ 813 mil. De acordo com o MP-RJ, o filho do presidente pagou R$ 638 mil em espécie “por fora” com dinheiro da “rachadinha”. O valor se refere ao depósito feito pelo vendedor dos imóveis em sua conta no mesmo dia do fechamento do negócio —o pagamento feito oficialmente ocorreu por transferência bancária.

O reinício da investigação a partir deste caso é prejudicado pelo fato de o procedimento aberto ter sido arquivado, embora fosse de responsabilidade do mesmo grupo do MP-RJ que analisava o relatório do Coaf sobre Queiroz.

Ele foi reaberto depois por outros promotores que assumiram o caso das “rachadinhas” após Flávio assumir o cargo de senador. Eles usaram o relatório do Coaf para embasar o desarquivamento, o que, para criminalistas, contamina o ato caso o STJ o considere ilegal. “Ele só pode ser desarquivado mais uma vez se houver um fato novo que motive a sua reabertura”, disse Vilardi.

O artigo 18 do Código Processo Penal afirma que “depois de ordenado o arquivamento do inquérito pela autoridade judiciária, por falta de base para a denúncia, a autoridade policial poderá proceder a novas pesquisas, se de outras provas tiver notícia”. Os especialistas ouvidos pela reportagem concordam que um eventual avanço das apurações a partir das mensagens entre Queiroz e Danielle pode justificar um segundo desarquivamento.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Isso já está passando da chatice, todo mundo sabe que existe rachadinha em todo canto desse país se for para punir vamos investigar todos e outra coisa enquanto o chefe de nove dedos estiver solto não é para prender mais ninguém.

  2. E como fica o gasto com os 14 respiradores quebrados pelo RN por 1milhao e meio a empresa envolvida em falcatruas.?
    E os 5 milhões enviados ao Consórcio Nordeste para compra de mais respiradores?
    E o contrato de 8 milhões de aluguel por 8 ambulâncias?
    E o fechamento de leitos de UTI abertos e fechados antes do fim da pandemia.?
    Tudo esquecido?

  3. Até agora, NADA relaciona o presidente a esse caso, a não ser o mesmo sobrenome do agora senador, Flávio. Quanto ao Queiroz, que se explique e se responsabilize por seus atos. Mas, lembro que as suspeitas de "rachadinha" envolvem TODA a ALERJ e as quantias movimentadas pelo então deputado Flávio são irrisórias quanto comparadas com os demais (o campeão disparado é do PT, claro). Então, como estão as demais investigações e por que a mídia nào fala nada a respeito. É só perseguição ao presidente e sua família. Não vai adiantar e 2022 vem aí.

    1. Assim como no caso de Lula, as provas e indícios são abundantes. Fora o fato do investigado ser filho do presidente não vi nada que relacione Bozo à esses crimes. Você, direita desonesta é que está fazendo essa correlaçāo. Não desvie o assunto. Bolsonaro pai não é investigado pois, a princípio, não tem nada a ver com os crimes descritos. O crime do presidente foi desmontar toda a estrutura existente de combate à corrupção para proteger o filho bandido. Se houve ou não outros crimes, até praticados pelo presidente, as investigações poderiam dizer, se não tivessem sido abortadas desonestamente por ele e sua quadrilha. A história das milícias e da morte de Adriano do Bope precisaria mesmo ser melhor entendida. Honestidade precisa ser atestada por outros. Não dá pra se autoproclamar honesto.

  4. Será que Conheceremos a verdade e a verdade nos libertará dos falsos messias????. Essa turma dos amigos de Queiroz, Ronnie Lessa e do finado Adriano da Nóbrega é muito perigosa.

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Saúde

Brasil completa um ano da confirmação do primeiro caso de coronavírus na contramão do mundo

Países veem o avanço da vacinação e quedas expressivas nas mortes por Covid-19 —o que, neste momento, não necessariamente representam causa e efeito. Enquanto isso, o Brasil, um ano depois do primeiro caso da doença registrado oficialmente, vê um novo crescimento do Sars-CoV-2 e alcança o pior momento na pandemia. O Brasil completou nesta quarta-feira (24) 35 dias seguidos com média móvel de mortes acima de 1.000. No mesmo dia, o país superou a marca de 250 mil vidas ceifadas pela Covid e registrou a maior média móvel de óbitos de toda a pandemia, 1.127.

Mas desde novembro a taxa começou a reapresentar tendências de crescimento. À época, especialistas já apontavam a expansão da doença e o risco que as festas de final de ano representavam. O registro de mortes nas duas últimas semanas no Brasil teve crescimento acima de 2%, o que representa uma situação de estabilidade, porém, em patamar elevado —cenário semelhante ao que persistiu no meio do ano passado.

O estado de São Paulo, por exemplo, registrou, no último dia 22, o maior número de pacientes com Covid-19 internados em UTIs desde o início da pandemia. Araraquara, no interior de São Paulo, viu se esgotarem suas vagas de UTI e, em menos de dois meses de 2021, já teve mais mortes por Covid registradas do que em todo 2020.

Mas foi Manaus a primeira cidade em 2021 a ver seu sistema de saúde colapsar com a pressão da Covid. A evolução das internações pela doença levou à falta de oxigênio hospitalar, e pacientes morreram sem acesso ao gás medicinal.

A região Sul, de início controlada, também vive o pior momento da pandemia, o que levou os governadores dos seus três estados a anunciar a criação de um grupo de trabalho contra a Covid-19.

Enquanto o vírus continua a avançar rapidamente pelo Brasil e com variantes preocupantes pelo potencial de contaminação, como é o caso da P.1 (observada no Amazonas), da B.1.1.7 (Reino Unido) e da B .1.351 (África do Sul), a vacinação caminha a passos lentos.

O país conta, até o momento, apenas com duas vacinas contra a Covid: a Coronavac, sob responsabilidade do Instituto Butantan, e o imunizante de Oxford/AstraZeneca, nas mãos da Fiocruz. Nesta semana, a Anvisa deu autorização para uso definitivo para a vacina da Pfizer, mas ainda não foi feito acordo para compra de doses do imunizante porque o governo não concorda com cláusulas do contrato da farmacêutica. Doses dessa vacina começaram a ser oferecidas ao governo desde o segundo semestre do ano passado.

A campanha nacional de vacinação contra a Covid teve início no fim de janeiro e só 7,6 milhões de doses (somadas as primeiras e segundas) foram aplicadas, o que representa 3,82% da população brasileira acima de 18 anos. Além do ritmo lento, também já houve registros de outros problemas (não exclusivos do Brasil, porém) como a interrupção de vacinação em capitais, além de desencontros e erros do Ministério da Saúde. O ônus da Covid no Brasil neste ano, porém, é atípico entre países que já tiveram uma fase aguda em 2020. Em vários países, os números declinam.

Os Estados Unidos foram dramaticamente afetados pela Covid (meio milhão de mortos e mais de 28 milhões de contaminados , segundo a Universidade Johns Hopkins), registraram no último mês queda expressiva nas mortes, chegando a 22% na comparação entre a semana de 16 e 9 a de fevereiro e superando 6% nos sete dias mais recentes.

A diminuição nos números americanos de mortes e casos coincide com o início do governo do democrata Joe Biden. Ao contrário de seu antecessor Donald Trump, o novo presidente se mostra preocupado com as orientações científicas básicas de combate à Covid e comunica essa preocupação o tempo todo. Um exemplo é o uso de máscaras, incentivado pelo atual presidente, que também assinou ordem executiva (equivalente a medida provisória) determinando a obrigatoriedade do item em viagens, meios de transporte e em instalações federais.

Sob Trump, uma ação do CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos) que visava o uso obrigatório de máscaras foi bloqueada, e a agência emitiu apenas recomendações para seu uso.

Como Trump, o presidente brasileiro Jair Bolsonaro (sem partido) também tem um histórico de desconsiderar evidências científicas sobre a Covid. Além de minimizar a pandemia desde o início, foram inúmeros os momentos em que Bolsonaro indicou o uso de medicamentos para Covid considerados, por estudos, ineficazes, e provocou aglomerações, sem preocupação com o uso de máscaras.

Segundo levantamento da ONG Conectas Direitos Humanos e do Centro de Pesquisas e Estudos de Direito Sanitário (CEPEDISA) da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), concluiu que na esfera federal “mais do que a ausência de um enfoque de direitos, já constatada, o que nossa pesquisa revelou é a existência de uma estratégia institucional de propagação do vírus, promovida pelo governo brasileiro sob a liderança da Presidência da República”. Os pesquisadores levaram em conta as 3.049 normas relacionadas à Covid-19 publicadas desde o início da pandemia até o fim de 2020.

Exemplos de campanhas de vacinação mais céleres (e seus consequentes efeitos positivos no combate à pandemia) também já são vistos pelo mundo. Um dos exemplos mais citados é Israel, com mais de 50% da população vacinada. Com essas taxas, o país já viu números de mortes e infecções caírem.

O Reino Unido é outro que avança rapidamente e já tem mais de 25% da população. Mesmo em meio à vacinação, o país precisou passar recentemente por mais um lockdown para conter a expansão do Sars-CoV-2 e, principalmente, de sua variante mais contagiosa B.1.1.7. Resultado: queda no número de mortes.

Se tais exemplos parecem distantes, há também no continente desempenho superior na vacinação. O Chile já conseguiu vacinar mais de 14% da população, ficando à frente inclusive dos EUA (com mais de 13% dos habitantes vacinados).

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Mentira deslavada você conta nos dedos países que estão com vacinação avançadas o Japão por exemplo que é um dos países mais ricos do mundo começou a vacinar agora, é mais uma narrativa dessa esquerda podre do Brasil que quer o quanto pior melhor.

  2. Negando a existência da pandemia, dificultando pesquisas científicas, sendo contra vacinas, sendo babão de Trump e não tendo o mínimo de dignidade de lutar pelos interesses do povo Brasileiro.

  3. O Brasil está muito bem quanto à vacinação, superando até mesmo países desenvolvidos. Está na 23a. posição em óbitos por milhão e sua economia vem se recuperando melhor que o restante do mundo. Ou seja, somos exemplos para o mundo. Mas, a grande mídia (nesse caso, a famigerada Folha de SP) continua sua perseguição ao governo Boldonaro. Bom (para eles) eram os governos do PT onde as verbas públicas eram fartamente distribuídas aos órgãos de imprensa e a corrupção destrua o Brasil. Mas, o povo está vendo e 2022 se aproxima. Aceitem o resultado da eleição ecprocurem um candidato que possa ganhar (??????). Senão, será outra surra eleitoral e mais 4 anos de mimimi. Ninguém aguenta mais.

    1. Os dados apresentados por você não correspondem à verdade. O Brasil está em péssima posição no mundo, não só em relação à vacinação e saúde em geral, mas tambem no que se refere à meio ambiente, direitos humanos, eficiência da justiça e relação com outros países. Basta uma rápida consulta à internet. Mas a culpa é da imprensa comunista. Sugiro retirar o termo "honesta" de sua identificação.

    2. Engraçado como o gado é seletivo, para contar a quantidade de mortos, usa a proporção da população, mas pra contar a vacina, leva os números absolutos. Ou é Direita, ou é Honesta, escolha um, os dois não dá, é a mesma coisa que Lula Inocente, kkkk

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Geral

Governo entrega Projeto de Lei de privatização dos Correios à Câmara


Foto: CNN Brasil

Um dia depois de enviar ao Congresso Nacional Medida Provisória (MP) de privatização da Eletrobras, o governo federal entregou nesta quarta-feira (24), em ato simbólico, o Projeto de Lei dos Correios ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira.

Assim como fez ontem, o presidente Jair Bolsonaro foi pessoalmente ao Congresso. Também compareceram à cerimômia os ministros da Economia, Paulo Guedes, e das Comunicações, Fabio Faria.

O Ministério das Comunicações havia apresentado uma proposta de privatização dos Correios à Secretaria de Assuntos Jurídicos em outubro, mas o texto nunca foi encaminhado.

A proposta envolve a quebra do monopolio postal dos Correios e a abertura do mercado a outras empresas.

Na prática, além de possibilitar a desestatização dos Correios, o texto também define a obrigatoriedade do cumprimento de metas de universalização e qualidade dos serviços, além de estabelecer que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) será a Agência Reguladora dos serviços postais, informou a secretaria de comunicação (Secom) do Planalto por meio de nota. “Desta forma, o Governo garante que a prestação do serviço postal não será deteriorada”, diz.

Ainda de acordo com a Secom, em paralelo à tramitação do projeto, serão realizados os debates e estudos para a definição do melhor modelo de desestatização, que pode ser, por exemplo, a venda direta, a venda do controle majoritário ou de apenas parte da empresa.

O processo inclui a análise pelo Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) e a participação da sociedade e do mercado por meio de audiências públicas. Por fim, o edital será remetido ao Tribunal de Contas da União (TCU) e liberado para a realização do leilão tão logo seja aprovado pela Corte.

O envio foi formalizado dias depois de Bolsonaro ser aconselhado a encaminhar a discussão à casa legislativa para desviar o foco da troca de comando da Petrobras, anunciada na sexta-feira e recebida com tensão pelos investidores.

O governo Bolsonaro fala em privarizar os Correios desde a campanha presidencial, mas economistas e especialistas no assunto sempre disseram que não seria um processo fácil. Primeiro, porque o projeto demanda uma mudança na Constituição, cujo trâmite é mais demorado no Congresso.

E, segundo, por questões práticas, que passam por assegurar que os serviços prestados a regiões mais distantes e, por isso, potencilamente pouco lucrativas à iniciativa privada, continuem sendo prestados.

Além disso — com estato de empresa estatal desde 1969, durante a ditadura militar, e em torno de 100 mil funcionários —, os Correios não são um negócio rentável e acumulam um histórico de regalias, ineficiência e falta de transparência em relação aos balanços financeiros.

A empresa precisariam passar por uma reestruturação interna, o que também enfrentaria obstáculos, já que mexe com interesses políticos.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Petrobrás e Eletrobrás privatizações urgente.
    Cabide de empregos com salários astronômicos.
    Um peso no bolso dos contribuintes q precisa ser extirpado urgente.

  2. Sou totalmente a favor da privatização tanto dos Correios como qualquer outra empresa do governo federal, o Brasil precisa melhorar os serviço públicos que nos dias de hoje estão uma lástima, sem falar que boa parte dos servidores são muito preguiçosos e atendem muito mal a população quem não lembra do atendimento da cosern antes de ser vendida pra os dias atuais.

    1. Eu também sou, mas quero ver quem vai querer entregar lá em Venha Ver uma carta social que custa 1 centavo. Privatizar o filé mignon é fácil, a carne de pescoço ninguém quer, é só olhar o aeroporto de São Gonçalo que está/foi devolvido.

    2. Coleguinha ele não entrega nem na capital Natal PRIVATIZAR logo tudooooooooooo

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Saúde

Ministério da Saúde admite que errou e trocou número de doses entre o Amazonas e o Amapá; situação será corrigida, diz pasta


Foto: Secom/GEA

O Ministério da Saúde admitiu que errou e trocou a quantidade de doses de vacinas contra a Covid-19 enviadas ao Amazonas e ao Amapá nesta quarta-feira (24). Em nota, a pasta afirmou que imunizantes serão transferidos entre os estados na madrugada desta quinta-feira (25).

“O Ministério da Saúde informa que o Amazonas e o Amapá receberão, ainda esta madrugada, as quantidades de doses corretas reservadas aos estados nesta quinta etapa de distribuição de vacinas. O estado do Amazonas receberá 76 mil doses adicionais que haviam sido entregues ao Amapá, totalizando 78 mil vacinas. O Amapá, por sua vez, ficará com as 2 mil”, declarou em nota.

Mais cedo, depois de anunciar o recebimento de 2,8 mil doses de vacinas, o Amapá identificou que o carregamento continha, na verdade, 78 mil unidades da Astrazeneca. Essa era a mesma quantidade prevista para ser entregue ao Amazonas, que recebeu menos de 2% da quantidade anunciada.

Ao explicar o recebimento, o governo do Amapá, que já havia sido notificado do envio de 2,8 mil doses, informou que “uma nova planilha foi encaminhada confirmando o quantitativo recebido de 78 mil doses”.

Os imunizantes que desembarcaram no início da tarde nos dois estados chegaram ao Brasil na terça-feira (23), num lote de 3,2 milhões de doses de vacinas.

O Amazonas aguardava, ao todo, 120 mil doses que foram previstas pelo Ministério da Saúde: 78 mil doses da vacina de Oxford/AstraZeneca e 42 mil doses da CoronaVac. O governo amazonense informou que o envio do restante das doses deverá ser feito “nos próximos dias”.

Com o recebimento desta quarta-feira, o Amapá prevê aumentar cobertura dos profissionais de saúde e deve permitir o avanço na imunização de idosos, avançando na faixa etária entre 80 e 85 anos.

Em Macapá, capital do estado, que suspendeu a vacinação em postos de saúde, a coordenação de imunização aguarda o recebimento das doses para planejar a retomada aos grupos prioritários, principalmente os idosos, que estão sendo imunizados na faixa de 83 anos ou mais.

Idosos de outras faixas etárias serão contemplados a partir da chegada de novas doses. Para ser vacinado na capital, o usuário com 60 anos ou mais já pode realizar o pré-cadastro.

G1

Opinião dos leitores

  1. PIXU já comentou aqui várias vezes, que o cabo Pazuello,com todo respeito aos cabos, não tem condições. O “especialista em logística” já entrou para o folclore da política Brasileira. O nosso glorioso exército vai junto de mãos dada, essa última foi a pá de cal. Imaginem essa criatura tomando conta da parte de logística em um combate. Rapaz! Issa ser um desastre. Volto a questionar o nível de ensino das nossas escolas de formação, PIXU estava até pensando em incentivar PIXUZINHO entrar numa escola dessa, mas está muito desanimado. O gado ? o gado pede capim para se acalmar, mas não tem jeito . Pense num governo peba.

  2. Fico me perguntando como tem gente que aplaude um desastre de governo desses…
    250 mil vidas, sem vacina, sem emprego, sem NADA.
    As respostas: “e o lula”, “petralha”, “petezada”, “e a anta, “nove dedos”, “mas e o lula”, etc e etc.
    Corja imunda.

  3. Seria trágico se não fosse cômico. Incompetência é com esse desgoverno mesmo. Vamos mugir! Mito! Mitoo

  4. Eh muita logística envolvida daí a cabeça do médico não dá conta! Ops, mas o ministro da saúde não eh médico né! Lembrei, ele eh especialista em logística né! Hum…

    1. Manoel! Já tirou o Bolsonaro? Quero voltar a roubar o Brasil por mais 30 anos

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Economia

Faturamento da indústria de alimentos cresce 12,8% em 2020; Volume de produção cresceu 1,8% em relação a 2019


Foto: Agência de Notícias do Paraná

O faturamento da indústria de alimentos atingiu R$ 789,2 bilhões em 2020, somadas as exportações e as vendas para o mercado interno, resultado 12,8% superior ao registrado no ano de 2019. O montante representa cerca de 10,5% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. Os dados, divulgados hoje (24), são da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA).

Já o volume de produção cresceu 1,8% em relação a 2019. O resultado, segundo a entidade, foi puxado pelo aumento das vendas para o varejo, de 16,2%, e das vendas para o mercado externo, de 11,4%. As categorias que mais se destacaram em vendas foram açúcares, com aumento de 58,6%, ante 2019; óleos vegetais, de 21,2%; e carnes, 13%. As maiores quedas ficaram por conta de bebidas (decréscimo de 8,3%); e derivados de trigo (1,9%).

“Atuando com agilidade e adotando com rigor todos os protocolos de segurança, o setor conseguiu aumentar sua produção e não deixou faltar comida na mesa dos brasileiros” destacou o presidente executivo da ABIA, João Dornellas.

Exportações

A indústria de alimentos aumentou, em 2020, 11,4% as exportações em comparação com o ano anterior, totalizando US$ 38,2 bilhões em vendas ao exterior. O resultado representa uma participação de 25% nas vendas totais do setor em 2020. Em 2019, essa proporção foi de 19,2%.

Segundo a ABIA, os bons resultados nas exportações podem ser explicados pela acentuada desvalorização do câmbio brasileiro e a forte demanda por importações de alimentos pela Ásia, com destaque para a China.

Empregos 

De acordo com a entidade, em 2020 a indústria de alimentação criou 20 mil novas vagas diretas, aumento de 1,2% em relação a 2019. O setor permanece como o que mais gera empregos na indústria de transformação do país, com 1,68 milhão de empregos diretos.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Ninguém da passando fome não.
    Não houve invasão a supermercado ou saques.
    A população mais carente recebe auxílio emergencial e outros tipos de auxílio concomitantemente.
    Desempregados existem, é inegável, mas muitos fazem bicos e se reinventarem.
    O resto é terrorismo.
    Com toda tragédia ocasionada pela pandemia o brasileiro está sobrevivendo com coragem e esperança.

  2. Queria saber onde foi parar esses alimentos? O povo está passando fome como a muito não passava, muita gente que eu conheço está desempregada, o povo só tem o cuscuz e olhe lá, carne então, isso é um luxo que poucos estão tendo direito.

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Saúde

Brasil registra 9.281.081 recuperados da Covid-19


Foto: divulgação

O Brasil registrou nesta quarta-feira (24) mais 65.854 pacientes recuperados do coronavírus, totalizando 9.281.081 pessoas curadas da doença.

O número de pessoas curadas já representa 89,8% do total de casos acumulados.

A quantidade de pessoas curadas no Brasil mais de onze vezes superior ao número de casos ativos (793.488), que são os pacientes em acompanhamento médico.

No mundo, estima-se que pelo menos 89,9 milhões de pessoas diagnosticadas com Covid-19 já se recuperaram, de acordo com o site Wolrdometers.

Opinião dos leitores

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Saúde

Albert Dickson rebate ilações com estudos científicos em prol da Ivermectina


Foto: João Gilberto

Na sessão ordinária desta quarta-feira (24) da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte o médico e deputado Albert Dickson (PROS) demonstrou preocupação com as ilações em torno do medicamento Ivermectina divulgadas em massa, o que, na sua opinião, acaba confundindo a população.

“As informações que trago são baseadas em estudos científicos e na minha experiência médica, que já tratou mais de 40 mil pacientes de forma precoce”, disse ao iniciar a sua fala defendendo informações sobre o uso profilático do medicamento Ivermectina na luta contra a COVID-19.

Albert Dickson fez referência aos pronunciamentos de dois médicos de Natal, divulgados ontem via entrevistas em emissora local de televisão e que revelavam que 91% das pessoas internadas nas UTIs dos hospitais do RN teriam usado Ivermectina. “Eles não apresentaram dados científicos. Vamos parar de ilações. Para se ter uma ideia, temos hoje, no mundo, 37 estudos científicos sobre Ivermectina. Sendo 19 deles randomizados –  de casos e controles –  ou seja, estão no topo da excelência dos estudos científicos”, ressaltou.

O deputado pontuou que são 265 cientistas estudando no mundo a Ivermectina. São 10.509 pacientes sendo estudados. “Desses resultados, 90% comprovam que usando Ivermectina profilaticamente a doença não chega à fase grave”, explicou. Albert Dickson explicou que é preciso entender que um paciente que está na UTI pode ter outras comorbidades que compliquem ainda mais o estado de saúde. “São fatores reais que interferem diretamente no processo do paciente”, disse.

Outro fator destacado pelo deputado é a informação que a Ivermectina causa problemas no fígado. “Mais uma inverdade. Outra pesquisa mostra que o efeito da Ivermectina em animais de laboratórios comprova que 91% da Ivermectina é metabolizado no intestino e apenas 5% vai para o fígado”, destacou. Albert Dickson disse que é preciso ter responsabilidade com as informações repassadas à população em um dos momentos mais críticos da pandemia do novo coronavírus.

“A Ivermectina faz 40 anos que está no mercado, ganhou prêmio Nobel de Medicina e nunca registrou um óbito no mundo por seu uso. É um medicamento extremamente seguro. Uma outra pesquisa publicada na Revista Agrária em biologia diz que a Ivermectina não afeta o fígado. Faz efeito contrário melhorando os níveis de esteatose hepática (é um distúrbio que se caracteriza pelo acúmulo de gordura no interior das células do fígado”, justificou.

A Ivermectina foi descoberta em 1975 e introduzida no mercado em 1981. Faz parte da lista de medicamentos essenciais da Organização Mundial de Saúde (OMS); uma lista com os medicamentos mais seguros e eficazes fundamentais num sistema de saúde.

ALRN

Opinião dos leitores

  1. Petistas que criticam a ciencia baseada em relatos clinicos cientificos sao genocidas, terraplanistas e negacionistas.

  2. Eu SIGO COM AS RECOMENDAÇÕES DE DR ALBERT DICKSON
    PARABÉNS
    GRANDE MÉDICO
    PELO OU MENOS E PREOCUPADO COM A POPULAÇÃO
    SHOW

  3. Simples assim, é um medicamento que não tem efeitos colaterais graves, quem quiser toma , quem não quiser espere pela vacina. Caso não seja vacinado antes de ser infectado fique em casa até ter falta de ar e boa sorte.
    No hospital tem tubalina com medicamentos para sedação .

  4. Algum expert mostra qual é a dosagem adequada para profilaxia e que não cause dano ao figado. Mostre isso com estudos realizados por instituições serias. O Dr. Deputado pode elencar? Não vale preprint.

  5. Tenho acompanhado o trabalho do Dr Albert Dickson e EM NENHUM MOMENTO ele disse que a Ivermectina deveria ser usada como vacina. Ele sempre SUGERIU o uso da Ivermectina como medida profilática para combater a carga viral do Covid-19. E também nunca disse que o medicamento representava a cura da doença. O que existe muito é INVEJA do trabalho dos médicos que querem salvar vidas ameaçadas pelo vírus que veio da China.

  6. Ivermectina é só para gado. Petistas não tomem. Quando aparecer algum medicamento para jegue aí vocês tomam.

  7. Aqui em casa fazemos uso da ivermectina, minha esposa e um filho já tiveram o covid, ambos com sintomas levíssimo. Continuaremos fazendo uso.
    Toma quem quer, pronto.

  8. Até o momento não há prova cabal de que a Ivermectina traga benefícios no combate à covid-19.

  9. Dr, gostaria que o senhor respondesse algumas perguntas básicas, duas de marcar e uma terceira que depende da segunda pergunta pra ser respondida, caso contrário ficam só as duas mesmo.
    1a O senhor ao longo de sua vida profissional médica, não a política, já ouviu falar alguma vez, nem que seja por alto, a palavra ANAMNESE?
    ( )SIM
    ( )NÂO

    2a. O senhor afirma que o uso da ivermectina, conforme sua prescricao imumiza a pessoa de contrair o virus da COVID 19?
    ( )SIM
    ( )NÃO
    3a Se sim, qual eficácia global de imunização da Ivermectina para o COVID19?
    ____%.
    Obrigado!

    1. Li várias vezes a reportagem, em nenhuma delas encontrei o trecho com afirmação do médico para a sua segunda questão.

    2. 4. O que o senhor conhece acerca do uso empírico dessa subastância?

  10. Vamos lá
    Duvidam porque querem
    Mais que resolve ..resolve
    Comigo deu certo
    E com muitos que usaram
    Só tenho a parabenizar a esse magnifico doutor
    A preocupação com a população está estampada na vida dele com a população
    Parabéns…PARABÉNS
    Dr ALBERT DICKSON

  11. Interessante como funciona a esquerda, querem que o povo morra para que o caos continue e eles possam voltar ao poder. Eles não se importam com a vida de ninguém. O importante pra eles é o poder, nem que pra isso milhões tenham que morrer.

  12. Tenho uma admiração enorme por DR ALBERT DICKSON
    A IVERMECTINA DEU CERTO E VEM AJUDANDO BASTANTE

  13. PARABÉNS DR ALBERT DICKSON
    ACOMPANHO SUAS LIVES
    SEMPRE ATENTO A FAZ ER O MELHOR PELA POPULAÇÃO ..MINHA FSMILIA ESTA MUITO O BEM COM AS RECOMENDAÇÕES MÉDICAS.

  14. O número de mortos aumentando, a pessoa achar que o povo tá morrendo por que não tomou um vermifugo, pelo armor de Deus. Vamos raciocinar,estão culpando os mortos pela própria morte ,que desrespeito com as famílias

  15. Parabéns Dr Albert Dickson. A médica petista falou mentira. E sem comprovação científica. Você trouxe dados científicos. Contra fatos e ciencia não existem argumentos. Usei uso e usarei a ivermectina. A médica vai ter que estudar.

  16. Pelas caridades!pense num mala ? . PIXU não cai nessa , Lixu é antenado e está atento a publicações científicas que tem credibilidade .

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Política

Senado aprova Projeto que autoriza compras de vacinas pelo setor privado; matéria vai  à Câmara dos Deputados

O Senado aprovou nesta quarta-feira (24)o  PL 534/2021,  apresentado pelo presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), sobre a compra de vacinas contra covid-19 pela iniciativa privada. O texto prevê que pessoas jurídicas de direito privado adquiram imunizantes aprovados pela Anvisa. A matéria vai  à Câmara dos Deputados.

Pelo texto, caso o Plano Nacional de Operacionalização contra a covid-19 não esteja concluído, toda a aquisição deverá ser doada ao Sistema Único de Saúde (SUS). Apenas após este cumprimento, segundo a Lei, poderá haver negociação no mercado privado.

A proposta estabelece também que a prioridade das compras é da União, mas também libera estados e municípios a comprar as vacinas. A proposta vai destravar as negociações entre o Ministério da Saúde e as empresas Pfizer e Janssen, que, em contratos uniformes com dezenas de países transferiram a responsabilidade civil a autoridades.

A medida serve para destravar a compra de imunizantes por outros entes, e complementar a Medida Provisória (MP) 1.026, aprovada nesta terça-feira (23) pela Câmara dos Deputados.

Congresso em Foco

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Judiciário

Justiça determina que Humana Saúde custeie tratamento com Tocilizumabe em paciente com Covid-19 em Natal


Foto: Roche/divulgação

Decisão do juiz, Gustavo Eugênio Carvalho, do 3º Juizado Especial Cível da Comarca de Natal, determinou que o plano Humana Saúde custeie o tratamento de um paciente vítima de Covid-19 com o medicamento  Tocilizumabe (TCZ). A medicação é apontada em estudos como tratamento efetivo em pacientes graves.

Confira os detalhes da decisão e a matéria completa no site Justiça Potiguar.

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Economia

Bolsonaro sanciona lei que estabelece a autonomia do Banco Central


Foto: Alan Santos/PR

O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta quarta-feira (24) a lei aprovada pelo Congresso Nacional que estabelece a autonomia do Banco Central. Um dos objetivos da mudança é blindar o órgão de pressões político-partidárias.

“Hoje é um grande dia para o Banco Central e um grande dia para o Brasil. Estamos diante de um importante passo, com a sanção pelo presidente Jair Bolsonaro da lei que garante a autonomia do Banco Central. Hoje vai ficar para a história como um marco do desenvolvimento institucional do nosso país”, disse Campos Neto.

Entre outros pontos, o texto aprovado pelo Congresso Nacional e avalizado pelo governo define que o presidente do Banco Central terá mandato de quatro anos, não coincidente com o do presidente da República. Diretores também terão mandatos.

A autonomia do Banco Central é debatida no Congresso desde 1991, e o projeto aprovado entrou na lista de pautas prioritárias do governo, entregue pelo presidente Jair Bolsonaro aos presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG).

Entre outras funções, cabe ao Banco Central, por meio do Comitê de Política Monetária (Copom), definir a taxa Selic, a taxa básica de juros da economia.

A ideia da lei é que, não podendo a diretoria da instituição ser demitida por eventualmente subir o juro, a atuação seja exclusivamente técnica, focada no combate à inflação.

Ponto a ponto

O Banco Central tem nove diretores, e um deles é o presidente da instituição. Após indicação do presidente da República, os aspirantes aos cargos precisam passar por sabatina e votação no Senado.

O texto aprovado pelo Congresso não altera a composição da diretoria colegiada do Banco Central, mas estabelece mandato de quatro anos para o presidente do BC e os demais diretores. Todos podem ser reconduzidos ao cargo, uma única vez, por igual período.

O mandato da presidência do BC não coincidirá com o da presidência da República. De acordo com o texto, o presidente do Banco Central assume o cargo no primeiro dia do terceiro ano do mandato do chefe do Poder Executivo.

O texto também estabelece a substituição de forma escalonada dos demais membros da diretoria, de acordo com a seguinte escala:

– dois diretores iniciam os mandatos no dia 1º de março do primeiro ano de mandato do presidente da República;

– dois diretores iniciam os mandatos no dia 1º de janeiro do segundo ano do mandato do presidente da República;

– dois diretores iniciam os mandatos no dia 1º de janeiro do terceiro ano do mandato do presidente da República;

– dois diretores iniciam os mandatos no dia 1º de janeiro do quarto ano do mandato do Presidente da República.

Além disso, o presidente do Banco Central deverá apresentar no Senado, no primeiro e no segundo semestre de cada ano, relatório de inflação e de estabilidade financeira, explicando as decisões tomadas no semestre anterior.

A proposta também define como objetivo fundamental do Banco Central assegurar a estabilidade de preços, além de determinar objetivos secundários:

– zelar pela estabilidade e eficiência do sistema financeiro;

– suavizar as flutuações do nível de atividade econômica;

– fomentar o pleno emprego.

Sem vinculação ao Ministério da Economia

Atualmente, o Banco Central é vinculado ao Ministério da Economia, apesar de não ser subordinado à pasta.

Pela proposta, o BC passa a se classificar como autarquia de natureza especial caracterizada pela “ausência de vinculação a Ministério, de tutela ou de subordinação hierárquica”.

Segundo o projeto, o Banco Central se caracterizará pela “autonomia técnica, operacional, administrativa e financeira”.

Perda de Mandato

O projeto aprovado pelo Congresso Nacional também estabelece as situações que levam à perda de mandato presidente e diretores do Banco Central:

– a pedido do presidente ou do diretor;

– em caso de doença que o incapacite para o cargo;

– quando sofrer condenação, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão colegiado, por improbidade administrativa ou em crime cuja pena leve à proibição de acesso a cargos públicos;

– em caso de “comprovado e recorrente desempenho insuficiente para o alcance dos objetivos do Banco Central do Brasil”. Nesta hipótese, o Conselho Monetário Nacional (CMN) deve submeter ao presidente da República a proposta de exoneração, que estará condicionada à prévia aprovação por maioria absoluta do Senado.

Transições e vedações

O texto aprovado prevê um cronograma de transição para o novo modelo de diretoria. Em até 90 dias após a lei ser sancionada, o governo terá de nomear os nove diretores do Banco Central. Aqueles que já ocupam os cargos não terão de passar por nova sabatina no Senado.

A duração dos mandatos, para essa primeira composição, deverá obedecer ao cronograma abaixo:

– presidente e dois diretores com mandatos até 31 de dezembro de 2024;

– dois diretores com mandatos até 31 de dezembro de 2023;

– dois diretores com mandatos até 28 de fevereiro de 2023;

– dois diretores com mandatos até 31 de dezembro de 2021.

A proposta também cria proibições ao presidente e aos diretores do Banco Central. São elas:

– Outras funções: os dirigentes ficam vetados de exercer qualquer outro cargo simultâneo, público ou privado, exceto o de professor;

– Ações: o presidente e os diretores do BC, além de seus cônjuges ou parentes de até segundo grau, não podem ter participação acionária em instituições supervisionadas pelo BC;

– Quarentena: por seis meses após o exercício do mandato, o presidente e os diretores estão proibidos de participar do controle societário ou atuar, com ou sem vínculo empregatício, em instituições do Sistema Financeiro Nacional. No período, a ex-autoridade receberá remuneração compensatória.

G1

Opinião dos leitores

  1. Parabéns presidente por liberar uma lei que estava parada desde 91 .
    Adeus intervenção no banco central.
    Os Petralhas não ficaram felizes.

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Geral

Santana do Seridó se destaca em transparência e aplicação de recursos públicos


Foto: reprodução/Facebook

O município de Santana do Seridó tem se destacado como exemplo de transparência no uso do dinheiro público no Rio Grande do Norte. Com a nota máxima (1.300 pontos), a cidade está entre as mais bem avaliadas na plataforma “Confúcio”, desenvolvida pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte para acompanhar os portais da transparência e a execução orçamentária, especialmente os gastos com ações de serviço de saúde e de combate ao novo coronavírus.

Outra avaliação na qual o município ganhou notoriedade foi no Ranking da Informação Contábil dos municípios, lançado pela Secretaria do Tesouro Nacional. Santana do Seridó ficou em 2º lugar, com 248,2 pontos, entre os 167 municípios do Rio Grande do Norte. O levantamento foi divulgado em dezembro do ano passado. No mesmo ranking, Santana do Seridó ficou na centésima trigésima sexta posição (136ª) entre os 5.570 municípios do Brasil.

Os números foram comemorados pelo prefeito Hudson Brito, que atribui os resultados a um trabalho em equipe e a um comprometimento da gestão com a transparência, para que o cidadão acompanhe para onde vai o dinheiro que vem do contribuinte e deve voltar para ele em forma de benefícios.

“Esse é o resultado do trabalho de toda uma equipe de auxiliares que têm se dedicado a prestar contas e a dar a transparência devida a cada centavo que o município recebe e investe no bem-estar da nossa população”, disse o prefeito de Santana do Seridó, Hudson Brito.

Portal Grande Ponto

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Saúde

Bahia identifica primeiro caso de variante peruana da covid-19 no Brasil


Foto: BlackJack3D/Getty Images

O Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (Lacen-BA)identificou um caso da variante peruana do coronavírus em um viajante que aportou em Salvador de navio este mês, informou a Secretaria de Saúde do Estado, no primeiro caso de identificação da cepa no Brasil.

“Desde que começou a realizar o sequenciamento genético do vírus Sars-Cov-2, responsável pela infecção pandêmica que já fez mais de 11 mil vítimas fatais na Bahia, o Lacen-BA já identificou 13 diferentes linhagens do vírus em cerca de 1 ano, provavelmente vinculadas a múltiplos eventos de importações ocorridas simultaneamente e que justificam o alto número de infecções registradas no Estado”, disse a secretaria em nota na noite de terça-feira.

A variante peruana não está entre aquelas descritas pelas autoridades sanitárias internacionais como “variantes de atenção”, que são aquelas que podem provocar um aumento da transmissibilidade e o agravamento da situação epidemiológica nas áreas onde forem identificadas devido às mutações que sofrera,

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), existem atualmente três novas variantes de atenção principais atualmente em circulação no mundo: do Reino Unido, da África do Sul e de Manaus.

Segundo o Ministério da Saúde, foram registrados no Brasil até 20 de fevereiro 202 casos e variantes de atenção no país, sendo 20 casos da variante do Reino Unido e 184 casos da variante do Amazonas. Não foi identificada até o momento no país a variante sul-africana.

As linhagens mais prevalentes que circulam no Brasil desde o início da pandemia, de acordo com o ministério, são duas variantes que não são consideradas como variantes de atenção.

Exame

Opinião dos leitores

  1. Pode dizer que a variante é peruana, brasileira, européia, etc… Só não pode dizer que é originária da China.

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